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Q2109435 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.

O canarinho

       Atacado de senso de responsabilidade, num momento de descrença de si mesmo, Rubem Braga liquidou entre os amigos a sua passarinhada. Às crianças aqui de casa tocaram um bicudo e um canário. O primeiro não aguentou a crise da puberdade, morrendo uns dias depois. O menino se consolou, forjando a teoria da imortalidade dos passarinhos: não morrera, afirmou-nos, com um fanatismo que impunha respeito ou piedade, apenas a sua alma voara para Pirapora, de onde viera. O garoto ficou firme com a sua fé. A menina manteve a possessão do canário, desses comuns, que mais cantam por boa vontade que por vocação. Não importa, conseguiu depressa um lugar em nossa afeição.
         Era um canário ordinário, nunca lera Bilac, e parecia feliz em sua gaiola. Nós o amávamos desse amor vagaroso e distraído com que enquadramos um bichinho em nossa órbita afetiva. Creio mesmo que se ama com mais força um animal sem raça, um pássaro comum, um cachorro vira-lata, o gato popular que anda pelos telhados. Com os animais de raça, há uma afetação que envenena um pouco o sentimento; com os bichos, pelo contrário, o afeto é de uma gratuidade que nos faz bem.
         Aos poucos surpreendi a mim, que nunca fui de bichos, e na infância não os tive, a programá-lo em minhas preocupações. Verificava o seu pequeno coche de alpiste, renovava-lhe a água fresca, telefonava da rua quando chovia, meio encabulado perante mim mesmo com essa minha sentimentalidade tardia, mas que havia de fazer?

(Adaptado de: CAMPOS, Paulo Mendes. Os sabiás da crônica. Antologia. Org. Augusto Massi. Belo Horizonte: Autêntica, 2021, p. 216.)
O autor se vale de uma personificação, com efeito de humor, quando diz
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Q2109434 Português
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O canarinho

       Atacado de senso de responsabilidade, num momento de descrença de si mesmo, Rubem Braga liquidou entre os amigos a sua passarinhada. Às crianças aqui de casa tocaram um bicudo e um canário. O primeiro não aguentou a crise da puberdade, morrendo uns dias depois. O menino se consolou, forjando a teoria da imortalidade dos passarinhos: não morrera, afirmou-nos, com um fanatismo que impunha respeito ou piedade, apenas a sua alma voara para Pirapora, de onde viera. O garoto ficou firme com a sua fé. A menina manteve a possessão do canário, desses comuns, que mais cantam por boa vontade que por vocação. Não importa, conseguiu depressa um lugar em nossa afeição.
         Era um canário ordinário, nunca lera Bilac, e parecia feliz em sua gaiola. Nós o amávamos desse amor vagaroso e distraído com que enquadramos um bichinho em nossa órbita afetiva. Creio mesmo que se ama com mais força um animal sem raça, um pássaro comum, um cachorro vira-lata, o gato popular que anda pelos telhados. Com os animais de raça, há uma afetação que envenena um pouco o sentimento; com os bichos, pelo contrário, o afeto é de uma gratuidade que nos faz bem.
         Aos poucos surpreendi a mim, que nunca fui de bichos, e na infância não os tive, a programá-lo em minhas preocupações. Verificava o seu pequeno coche de alpiste, renovava-lhe a água fresca, telefonava da rua quando chovia, meio encabulado perante mim mesmo com essa minha sentimentalidade tardia, mas que havia de fazer?

(Adaptado de: CAMPOS, Paulo Mendes. Os sabiás da crônica. Antologia. Org. Augusto Massi. Belo Horizonte: Autêntica, 2021, p. 216.)
Transpondo-se para a voz passiva a frase A menina manteve a possessão do canário, obtém-se a forma verbal
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Q2109433 Português
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O canarinho

       Atacado de senso de responsabilidade, num momento de descrença de si mesmo, Rubem Braga liquidou entre os amigos a sua passarinhada. Às crianças aqui de casa tocaram um bicudo e um canário. O primeiro não aguentou a crise da puberdade, morrendo uns dias depois. O menino se consolou, forjando a teoria da imortalidade dos passarinhos: não morrera, afirmou-nos, com um fanatismo que impunha respeito ou piedade, apenas a sua alma voara para Pirapora, de onde viera. O garoto ficou firme com a sua fé. A menina manteve a possessão do canário, desses comuns, que mais cantam por boa vontade que por vocação. Não importa, conseguiu depressa um lugar em nossa afeição.
         Era um canário ordinário, nunca lera Bilac, e parecia feliz em sua gaiola. Nós o amávamos desse amor vagaroso e distraído com que enquadramos um bichinho em nossa órbita afetiva. Creio mesmo que se ama com mais força um animal sem raça, um pássaro comum, um cachorro vira-lata, o gato popular que anda pelos telhados. Com os animais de raça, há uma afetação que envenena um pouco o sentimento; com os bichos, pelo contrário, o afeto é de uma gratuidade que nos faz bem.
         Aos poucos surpreendi a mim, que nunca fui de bichos, e na infância não os tive, a programá-lo em minhas preocupações. Verificava o seu pequeno coche de alpiste, renovava-lhe a água fresca, telefonava da rua quando chovia, meio encabulado perante mim mesmo com essa minha sentimentalidade tardia, mas que havia de fazer?

(Adaptado de: CAMPOS, Paulo Mendes. Os sabiás da crônica. Antologia. Org. Augusto Massi. Belo Horizonte: Autêntica, 2021, p. 216.)
Nós o amávamos desse amor vagaroso e distraído com que enquadramos um bichinho em nossa órbita afetiva.
O período acima permanecerá correto, conservando seu sentido básico, substituindo-se o segmento sublinhado por
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Q2109432 Português
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O canarinho

       Atacado de senso de responsabilidade, num momento de descrença de si mesmo, Rubem Braga liquidou entre os amigos a sua passarinhada. Às crianças aqui de casa tocaram um bicudo e um canário. O primeiro não aguentou a crise da puberdade, morrendo uns dias depois. O menino se consolou, forjando a teoria da imortalidade dos passarinhos: não morrera, afirmou-nos, com um fanatismo que impunha respeito ou piedade, apenas a sua alma voara para Pirapora, de onde viera. O garoto ficou firme com a sua fé. A menina manteve a possessão do canário, desses comuns, que mais cantam por boa vontade que por vocação. Não importa, conseguiu depressa um lugar em nossa afeição.
         Era um canário ordinário, nunca lera Bilac, e parecia feliz em sua gaiola. Nós o amávamos desse amor vagaroso e distraído com que enquadramos um bichinho em nossa órbita afetiva. Creio mesmo que se ama com mais força um animal sem raça, um pássaro comum, um cachorro vira-lata, o gato popular que anda pelos telhados. Com os animais de raça, há uma afetação que envenena um pouco o sentimento; com os bichos, pelo contrário, o afeto é de uma gratuidade que nos faz bem.
         Aos poucos surpreendi a mim, que nunca fui de bichos, e na infância não os tive, a programá-lo em minhas preocupações. Verificava o seu pequeno coche de alpiste, renovava-lhe a água fresca, telefonava da rua quando chovia, meio encabulado perante mim mesmo com essa minha sentimentalidade tardia, mas que havia de fazer?

(Adaptado de: CAMPOS, Paulo Mendes. Os sabiás da crônica. Antologia. Org. Augusto Massi. Belo Horizonte: Autêntica, 2021, p. 216.)
Presenteado com um canário por seu amigo Rubem Braga, o autor revela que, no âmbito familiar,
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Q2109431 Português
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Romantismo e consumismo

      O romantismo nos diz que para aproveitar ao máximo nosso potencial humano devemos ter tantas experiências diferentes quanto possível. Devemos nos abrir a um amplo leque de emoções; experimentar vários tipos de relacionamento; provar culinárias diferentes; aprender a apreciar diferentes estilos de música. Uma das melhores maneiras de fazer tudo isso é escapar da nossa rotina diária, deixar para trás nosso cenário familiar e viajar para terras distantes, onde podemos “vivenciar” a cultura, os aromas, os sabores e as normas de outros povos. Ouvimos repetidas vezes os mitos românticos sobre “como uma nova experiência abriu meus olhos e mudou minha vida”.
     O consumismo nos diz que para sermos felizes precisamos consumir tantos produtos e serviços quanto possível. Se sentimos que algo está faltando ou fora de lugar, provavelmente precisamos comprar um produto (um carro, roupas novas, comida orgânica) ou um serviço (limpeza doméstica, terapia de casais, aulas de yoga). Todo comercial de televisão é mais uma pequena lenda sobre a certeza de que consumir algum produto ou serviço tornará a vida melhor.
       O romantismo, que encoraja a variedade, casa perfeitamente com o consumismo. Esse casamento deu à luz o infinito “mercado de experiências” sobre o qual se ergueu a indústria de turismo moderna. A indústria de turismo não vende passagens aéreas e quartos de hotel; vende experiências. Paris não é uma cidade, nem a Índia é um país – são ambos experiências cuja realização supostamente expande nossos horizontes, satisfaz nosso potencial humano e nos torna mais felizes.

(Adaptado de HARARI, Yuval Noah. Sapiens – Uma breve história da humanidade. Trad. Janaína Marcoantonio. Porto Alegre: L&PM, 2018, p. 123-124) 
É inteiramente adequado o emprego do elemento sublinhado na frase:
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Q2109430 Português
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Romantismo e consumismo

      O romantismo nos diz que para aproveitar ao máximo nosso potencial humano devemos ter tantas experiências diferentes quanto possível. Devemos nos abrir a um amplo leque de emoções; experimentar vários tipos de relacionamento; provar culinárias diferentes; aprender a apreciar diferentes estilos de música. Uma das melhores maneiras de fazer tudo isso é escapar da nossa rotina diária, deixar para trás nosso cenário familiar e viajar para terras distantes, onde podemos “vivenciar” a cultura, os aromas, os sabores e as normas de outros povos. Ouvimos repetidas vezes os mitos românticos sobre “como uma nova experiência abriu meus olhos e mudou minha vida”.
     O consumismo nos diz que para sermos felizes precisamos consumir tantos produtos e serviços quanto possível. Se sentimos que algo está faltando ou fora de lugar, provavelmente precisamos comprar um produto (um carro, roupas novas, comida orgânica) ou um serviço (limpeza doméstica, terapia de casais, aulas de yoga). Todo comercial de televisão é mais uma pequena lenda sobre a certeza de que consumir algum produto ou serviço tornará a vida melhor.
       O romantismo, que encoraja a variedade, casa perfeitamente com o consumismo. Esse casamento deu à luz o infinito “mercado de experiências” sobre o qual se ergueu a indústria de turismo moderna. A indústria de turismo não vende passagens aéreas e quartos de hotel; vende experiências. Paris não é uma cidade, nem a Índia é um país – são ambos experiências cuja realização supostamente expande nossos horizontes, satisfaz nosso potencial humano e nos torna mais felizes.

(Adaptado de HARARI, Yuval Noah. Sapiens – Uma breve história da humanidade. Trad. Janaína Marcoantonio. Porto Alegre: L&PM, 2018, p. 123-124) 
As normas de concordância verbal encontram-se respeitadas na frase:
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Q2109429 Português
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Romantismo e consumismo

      O romantismo nos diz que para aproveitar ao máximo nosso potencial humano devemos ter tantas experiências diferentes quanto possível. Devemos nos abrir a um amplo leque de emoções; experimentar vários tipos de relacionamento; provar culinárias diferentes; aprender a apreciar diferentes estilos de música. Uma das melhores maneiras de fazer tudo isso é escapar da nossa rotina diária, deixar para trás nosso cenário familiar e viajar para terras distantes, onde podemos “vivenciar” a cultura, os aromas, os sabores e as normas de outros povos. Ouvimos repetidas vezes os mitos românticos sobre “como uma nova experiência abriu meus olhos e mudou minha vida”.
     O consumismo nos diz que para sermos felizes precisamos consumir tantos produtos e serviços quanto possível. Se sentimos que algo está faltando ou fora de lugar, provavelmente precisamos comprar um produto (um carro, roupas novas, comida orgânica) ou um serviço (limpeza doméstica, terapia de casais, aulas de yoga). Todo comercial de televisão é mais uma pequena lenda sobre a certeza de que consumir algum produto ou serviço tornará a vida melhor.
       O romantismo, que encoraja a variedade, casa perfeitamente com o consumismo. Esse casamento deu à luz o infinito “mercado de experiências” sobre o qual se ergueu a indústria de turismo moderna. A indústria de turismo não vende passagens aéreas e quartos de hotel; vende experiências. Paris não é uma cidade, nem a Índia é um país – são ambos experiências cuja realização supostamente expande nossos horizontes, satisfaz nosso potencial humano e nos torna mais felizes.

(Adaptado de HARARI, Yuval Noah. Sapiens – Uma breve história da humanidade. Trad. Janaína Marcoantonio. Porto Alegre: L&PM, 2018, p. 123-124) 
Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:
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Q2109427 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.

Romantismo e consumismo

      O romantismo nos diz que para aproveitar ao máximo nosso potencial humano devemos ter tantas experiências diferentes quanto possível. Devemos nos abrir a um amplo leque de emoções; experimentar vários tipos de relacionamento; provar culinárias diferentes; aprender a apreciar diferentes estilos de música. Uma das melhores maneiras de fazer tudo isso é escapar da nossa rotina diária, deixar para trás nosso cenário familiar e viajar para terras distantes, onde podemos “vivenciar” a cultura, os aromas, os sabores e as normas de outros povos. Ouvimos repetidas vezes os mitos românticos sobre “como uma nova experiência abriu meus olhos e mudou minha vida”.
     O consumismo nos diz que para sermos felizes precisamos consumir tantos produtos e serviços quanto possível. Se sentimos que algo está faltando ou fora de lugar, provavelmente precisamos comprar um produto (um carro, roupas novas, comida orgânica) ou um serviço (limpeza doméstica, terapia de casais, aulas de yoga). Todo comercial de televisão é mais uma pequena lenda sobre a certeza de que consumir algum produto ou serviço tornará a vida melhor.
       O romantismo, que encoraja a variedade, casa perfeitamente com o consumismo. Esse casamento deu à luz o infinito “mercado de experiências” sobre o qual se ergueu a indústria de turismo moderna. A indústria de turismo não vende passagens aéreas e quartos de hotel; vende experiências. Paris não é uma cidade, nem a Índia é um país – são ambos experiências cuja realização supostamente expande nossos horizontes, satisfaz nosso potencial humano e nos torna mais felizes.

(Adaptado de HARARI, Yuval Noah. Sapiens – Uma breve história da humanidade. Trad. Janaína Marcoantonio. Porto Alegre: L&PM, 2018, p. 123-124) 
O autor do texto considera que o romantismo e o consumismo são
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Q2107930 Arquivologia
O Modelo de Requisitos para Sistemas Informatizados de Gestão de Processos e Documentos do Judiciário brasileiro (MoReqJus) estabelece condições a serem cumpridas, pelos sistemas de gestão de processos e documentos digitais, não-digitais ou híbridos, a fim de garantir a sua confiabilidade e autenticidade, na produção, na tramitação, no arquivamento ou no recebimento de documentos e, ainda,
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Q2107929 Noções de Informática
Considere as seguintes definições:
I. Gerencia os containers em execução e, por isso, ele também é chamado de Orquestrador de Containers. Através dele se pode definir o estado de um sistema completo, por exemplo, baseado em Microservices, seguindo boas práticas de infraestrutura como código, permitindo balanceamento de carga, alta disponibilidade, atualizações em lote e rollbacks.
II. Refere-se a um grupo de servidores distribuídos geograficamente que trabalham em conjunto para oferecer uma rápida entrega de conteúdo de internet. Permite uma transferência rápida dos ativos necessários para carregar o conteúdo da internet, incluindo páginas HTML, arquivos em JavaScript, folhas de estilo, imagens e vídeos.
III. Projeto opensource escrito em Go, que torna a criação e o gerenciamento de containers Linux mais fácil. O container é construído usando namepspaces, cgroups, chroot entre outras funcionalidades do kernel para criar uma área isolada para a aplicação. É executado como um processo isolado no sistema operacional hospedeiro, compartilhando o kernel com outros recipientes.
As definições I, II e III correspondem, correta e respectivamente, a
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Q2107928 Governança de TI
Considerando o que é estabelecido no Cobit 2019, para que a informação e a tecnologia contribuam com os objetivos do negócio, devem ser alcançados alguns objetivos de
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Q2107927 Gerência de Projetos
No guia PMBOK 6ª Edição, os processos Validar o Escopo e Monitorar os Riscos fazem parte grupo de processos de
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Q2107926 Noções de Informática
Um Técnico pretende criar um fluxograma para um tribunal utilizando o LibreOffice versão 7.3.4.2. Dentre as ferramentas dessa suíte de escritório, a aplicação adequada para criar e editar fluxogramas é a
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Q2107925 Noções de Informática
Durante a criação de uma apresentação utilizando o PowerPoint (Microsoft Office 365), funcionando em condições ideais, um Técnico selecionou a opção "Executar Narrações" para poder reproduzir uma narração de áudio. Essa opção está disponível na guia
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Q2107924 Noções de Informática
Um objeto OLE (como uma planilha do Microsoft Excel, um documento do Microsoft Word, elementos gráficos, sons ou outros dados binários) vinculado a uma tabela do Microsoft Access (Microsoft Office 365) ou inseridos nela, considerando-se a existência de espaço em disco suficiente e condições originais de funcionamento, pode ter até
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Q2107923 Noções de Informática
Utilizando o Excel do Office 365, em português, aberto e funcionando em condições ideais, um Técnico pretende listar em uma dada coluna livre, verticalmente, os nomes das colunas utilizados por ele na planilha que está elaborando. Para isto, ele selecionou e copiou os nomes das colunas e, depois, em uma célula disponível qualquer, clicou com o botão direito do mouse e selecionou a opção de colagem
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Q2107922 Noções de Informática
Um Técnico está elaborando um documento no Word usando o Office 365, em português, aberto e funcionando em condições ideais. Em um determinado momento, ele segue uma sequência de passos que abre, do lado esquerdo do documento, uma área denominada Navegação, com uma caixa de diálogo para digitar um texto para pesquisa no documento em elaboração. Os passos, corretamente seguidos, foram a seleção do menu
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Q2107921 Noções de Informática
Um Técnico pretende implantar software como serviço (SaaS) em um tribunal. Entre as principais características de SaaS estão:
I. O acesso aos dados via web ou aplicativos móveis. II. O gerenciamento descentralizado. III. Aplicações seguindo um modelo "um para um". IV. Possibilidade de realizar integrações e personalização das ferramentas por meio de Application Programming Interfaces (APIs).
Estão corretas as características constantes APENAS em
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Q2107920 Sistemas Operacionais
Após receber uma reclamação de lentidão em computador com Windows 10, o Técnico especialista em tecnologia da informação do TRT utilizou o Powershell para listar 10 processos com maior working set no computador. O comando executado foi 
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Q2107919 Arquitetura de Software
A partir do terminal do CentOS, um Técnico verificou por meio do comando top que o processo de PID igual a 1002 não está respondendo muito bem. Para forçar o encerramento do processo, ele deve utilizar o comando
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Respostas
381: C
382: D
383: C
384: A
385: B
386: A
387: E
388: D
389: D
390: E
391: A
392: C
393: B
394: C
395: A
396: D
397: B
398: E
399: A
400: A