Questões de Concurso
Comentadas para médico
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Um lactente de 7 meses, amamentado exclusivamente até os 6 meses, é levado à consulta pediátrica de rotina por seus pais, que relatam preocupação com a saúde do filho, já que há histórico familiar de talassemia. Durante a consulta, os pais mencionam que o bebê já iniciou a introdução alimentar com papinha de legumes e frutas, mas sem fontes alimentares de ferro mais efetivas, como carne vermelha. Não houve suplementação de ferro até o momento, e a mãe questiona sobre a necessidade e o momento ideal para iniciar a profilaxia com ferro.
Com base nesse cenário clínico e nas recomendações da Sociedade Brasileira de Pediatria para a prevenção de anemia ferropriva em lactentes, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais apropriada.
Uma mãe comparece à Unidade Básica de Saúde um dia após seu bebê de 2 meses e 10 dias ter recebido as vacinas rotineiras do Programa Nacional de Imunizações, incluindo a vacina pentavalente, a pneumocócica conjugada-10 valente e a da poliomielite. A criança apresentou febre de 39 graus, cerca de 8 horas após a administração das vacinas, que foi controlada com uso de antitérmico. A criança está assintomática e com exame físico normal. A mãe está preocupada e deseja orientações sobre como proceder caso a febre retorne ou ocorra em futuras vacinações.
Qual é a recomendação mais apropriada a ser oferecida à mãe?
Em uma consulta de rotina, uma criança pré-escolar de 2 anos e 5 meses, sexo feminino, é avaliada pelo pediatra. A família relata que, desde que começou a frequentar a escola, a criança apresenta episódios de febre e tosse, quase mensalmente, nos últimos 12 meses. Nos últimos 6 meses, a menina precisou de antibióticos em três ocasiões: esteve internada por pneumonia bacteriana em unidade de terapia intensiva e teve duas infecções de ouvido. A radiografia do tórax feita durante a internação revelou um padrão consolidado característico de pneumonia. Além disso, teve outras duas internações anteriores: por gastroenterite com desidratação, aos 8 meses, e por celulite facial associada à sinusite, aos 2 anos. Seu calendário vacinal está atualizado. A menina tem uma alimentação variada, mas consome poucos vegetais. Recebeu suplemento de vitamina D até os 18 meses, porém não tomou suplementação de ferro devido à resistência em ingerir o medicamento. Nas avaliações de crescimento, o peso e a altura permanecem estagnados nos últimos quatro meses.
Frente à suspeita diagnóstica mais provável, qual deve ser a conduta médica correta?
Uma paciente de 64 anos, com diagnóstico de DPOC (classificada como GOLD E), eosinófilos no sangue < 300 células/μL, está em tratamento regular com LABA + LAMA. Ela apresenta exacerbação da DPOC com dispneia e hipoxemia, necessitando de internação hospitalar. A paciente encontra-se clinicamente estável e será acomodada em enfermaria.
A respeito da condução da paciente, em ambiente hospitalar, assinale a alternativa correta.
Um paciente adulto, do sexo masculino, com IMC 30, em investigação de sonolência diurna, retorna ao consultório após realização de uma polissonografia. Ele questiona, sobre o índice de apneia-hipopneia (IAH), até quantos eventos por hora podem ser considerados normais para um adulto.
A resposta correta a esse questionamento é:
Os modos de ventilação mecânica não invasiva (VNI), quando bem indicados, reduzem taxas de intubação precoce, tempo de internação, infecções nosocomiais e complicações relacionadas à ventilação mecânica invasiva.
Qual das condições a seguir é uma contra-indicação à VNI?
Um paciente de 53 anos de idade, previamente hipertenso, é internado devido a pneumonia a direita e derrame pleural volumoso, este drenado na admissão hospitalar. Após 72h, o paciente mantém eventos de febre e piora do estado geral. Recebe ceftriaxona e azitromicina, em doses habituais para pneumonia da comunidade. Dreno de tórax bem locado, em selo d´água, oscilante, sem borbulhas. Conteúdo turvo, volume drenado nas últimas 24 horas de 50 mL. Análise parcial do líquido pleural: culturas em andamento; pH < 7,2; DHL > 1.000 UI/L; glicose < 40; predomínio de células polimorfonucleares; raio-X de tórax de controle mantém opacidade nos 2/3 inferiores do hemitórax direito. Exame de USG indispo nível na unidade em que o paciente se encontra.
Qual exame de imagem estaria indicado para seguir com a avaliação do paciente?
Considere um paciente com diagnóstico recente de neoplasia pulmonar com os seguintes achados de exames: tomografia de tórax: massa sólida de 3,5 cm em parênquima pulmonar, com invasão de pleura visceral; linfonodos aumentados regionais; Pet-TC: positivo para linfonodos torácicos ipsilaterais ao tumor; ausência de metástase a distância; histopatológico: adenocarcinoma pulmonar.
Qual a classificação desse caso, segundo o estadiamento TMN?
Paciente do sexo feminino, com 25 anos de idade, gestante de 20 semanas, iniciará o tratamento de tuberculose pulmonar bacilífera.
O esquema de tratamento de primeira escolha é
Leia o excerto a seguir:
O exame de PET-CT (tomografia por emissão de pósitrons – tomografia computadorizada) com fluordesoxiglicose marcado com Flúor-18 (PET-CT FDG), que combina imagens funcionais e anatômicas, é o padrão de atendimento de pacientes com câncer de pulmão, desempenhando papel importante no estadiamento clínico, na avaliação de resposta e planejamento do tratamento, bem como na detecção de doença recorrente, acompanhamento oncológico e previsão de prognóstico desses pacientes.
(Silmara Segala Gouveia – “PET-CT FDG no estadiamento do câncer de pulmão”. In: Pulmão RJ, 2023)
Entre os fatores que podem levar a um resultado falso-negativo do PET-CT na investigação de neoplasia pulmonar, está a
Analise o caso clínico a seguir para responder à questão.
Paciente do sexo feminino, de 40 anos de idade, procura atendimento de pneumologista, com queixa principal de tosse sem expectoração e dispneia progressiva, mais acentuada há 3 meses, sem melhora com antibióticos para germes comunitários e tratamento empírico para asma. Nega eventos anteriores, viagens e contactantes tossidores. A paciente está em investigação com reumatologista de fraqueza progressiva da cintura escapular e pélvica, fenômeno de Raynaud e mãos de mecânico. Ao exame, apresenta-se em bom estado geral, apesar de emagrecida, eupneica em repouso, murmúrio vesicular preservado e estertores crepitantes em bases pulmonares, com saturação periférica de oxigênio de 92% em ar ambiente, mas com dessaturação para 85% ao final do teste de caminhada de 6 minutos. Força grau IV em braços e coxas, manobra de Mingazzini positiva e mãos de mecânico. Restante do exame sem alterações. A paciente trouxe exames laboratoriais recentes: hemograma, função renal e eletrólitos sem alterações significativas, dosagem de creatinofosfoquinase de 310 U/L (normal < 192 U/L); anticorpos anti PL12 e anti JO positivos.
Analise o caso clínico a seguir para responder à questão.
Paciente do sexo feminino, de 40 anos de idade, procura atendimento de pneumologista, com queixa principal de tosse sem expectoração e dispneia progressiva, mais acentuada há 3 meses, sem melhora com antibióticos para germes comunitários e tratamento empírico para asma. Nega eventos anteriores, viagens e contactantes tossidores. A paciente está em investigação com reumatologista de fraqueza progressiva da cintura escapular e pélvica, fenômeno de Raynaud e mãos de mecânico. Ao exame, apresenta-se em bom estado geral, apesar de emagrecida, eupneica em repouso, murmúrio vesicular preservado e estertores crepitantes em bases pulmonares, com saturação periférica de oxigênio de 92% em ar ambiente, mas com dessaturação para 85% ao final do teste de caminhada de 6 minutos. Força grau IV em braços e coxas, manobra de Mingazzini positiva e mãos de mecânico. Restante do exame sem alterações. A paciente trouxe exames laboratoriais recentes: hemograma, função renal e eletrólitos sem alterações significativas, dosagem de creatinofosfoquinase de 310 U/L (normal < 192 U/L); anticorpos anti PL12 e anti JO positivos.
Analise o caso clínico a seguir para responder à questão.
Paciente do sexo feminino, de 40 anos de idade, procura atendimento de pneumologista, com queixa principal de tosse sem expectoração e dispneia progressiva, mais acentuada há 3 meses, sem melhora com antibióticos para germes comunitários e tratamento empírico para asma. Nega eventos anteriores, viagens e contactantes tossidores. A paciente está em investigação com reumatologista de fraqueza progressiva da cintura escapular e pélvica, fenômeno de Raynaud e mãos de mecânico. Ao exame, apresenta-se em bom estado geral, apesar de emagrecida, eupneica em repouso, murmúrio vesicular preservado e estertores crepitantes em bases pulmonares, com saturação periférica de oxigênio de 92% em ar ambiente, mas com dessaturação para 85% ao final do teste de caminhada de 6 minutos. Força grau IV em braços e coxas, manobra de Mingazzini positiva e mãos de mecânico. Restante do exame sem alterações. A paciente trouxe exames laboratoriais recentes: hemograma, função renal e eletrólitos sem alterações significativas, dosagem de creatinofosfoquinase de 310 U/L (normal < 192 U/L); anticorpos anti PL12 e anti JO positivos.