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O Sistema de Informação em Saúde para a Atenção Básica (SISAB) é operacionalizado por meio da estratégia do Departamento de Atenção Básica, composta por dois sistemas de “software”, sendo um deles:
O Programa Melhor em Casa é uma iniciativa que oferece cuidado domiciliar para pacientes que precisam de atenção continua e tem como um de seus objetivos:
Náuseas e vômitos representam manifestações de diversas condições clinicas que podem levar a distúrbios hidroeletrolíticos, broncoaspiragao, piora funcional e desnutrição, sendo indicada a hospitalização na hipótese de:
No tratamento domiciliar da ferida de um paciente com presença de tecido inviável ou necrose, deve-se:
Em relação aos medicamentos com efeitos psicoativos, quase todas as classes têm o potencial de causar alterações do estado mental em um paciente mais vulnerável, como é o caso dos pacientes idosos. Entre eles, uma classe medicamentosa que deve ser usada com cautela pelo seu efeito sedativo-hipnótico é a dos:
Os agentes biológicos que afetam o homem são distribuídos em classes de risco, sendo que o grau 2 representa para a individualidade um risco:
A Rede Interagencial de Informações para a Saúde apresenta mecanismos e instrumentos operacionais de gestão para a realização do processo de trabalho, sendo uma dessas instancias responsáveis a:
A Politica Nacional de Humanização busca colocar em pratica os princípios do Sistema Único de Saúde no cotidiano dos serviços de saúde, tendo como um de seus princípios:
As equipes multiprofissionais são compostas por profissionais de saúde de diferentes áreas de conhecimento que atuam de maneira complementar e integrada as demais equipes da Atenção Primaria à Saúde (APS), tendo como uma de suas ações prioritárias:
As visitas domiciliares serão realizadas por profissionais de nível médio ou superior que integram as categoriais profissionais do Sistema Único de Assistência Social, como o visitador e o supervisor. Entre as funções especificas do supervisor, inclui-se:
Leia o texto a seguir:
Uso inadequado da internet pode afetar saúde, diz especialista
A aprovação de projeto de lei na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), que proíbe o uso de aparelhos eletrônicos em escolas publicas e privadas no estado, já no ano letivo de 2025, deu destaque ao tema. Além do cuidado nas escolas, o Centro Marista de Defesa da Infância avalia que a utilização dos aparelhos e da internet também precisa de atenção em casa.
Levantamento da TIC Kids Online Brasil (2024), realizado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e Cetic.br, mostrou que 93% das crianças e adolescentes brasileiros — de 9 a 17 anos — usam a intemet, o que representa 24,5 milhões de pessoas.
O estudo apontou, ainda, que cerca de três a cada dez usuários de internet de 9 a 17 anos têm responsáveis que usam recursos para bloquear ou filtrar alguns tipos de sites (34%); para filtrar aplicativos baixados (32%), que limitam pessoas que entram em contato por chamadas de voz ou mensagens (32%); que monitoram sites ou aplicativos acessados (31%); que bloqueiam anúncios (28%); alertam sobre o desejo de fazer compras em aplicativos (26%); e que restringem o tempo na internet (24%).
"Assim como ensinamos nossas crianças a não falar com estranhos na rua, temos que agora ensina-las a como se comportar na internet. Atualmente, pais e responsáveis devem trabalhar no letramento digital, supervisionando as atividades e ensinando dinâmicas mercadológicas, pois o uso inadequado da internet pode gerar um meio propicio para o adoecimento físico e mental", disse, em nota, Valdir Gugiel, diretor do Centro Marista de Defesa da Infância e membro do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente de Santa Catarina.
Ele acrescenta que, atualmente, quando se trata de infância e juventude, é necessário promover um debate sobre o uso consciente de telas e dispositivos e a violência no ambiente digital.
Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/01/1053742-uso- inadequado-da-intemet-pode-afetar-saude-diz-especialista.ntml. Excerto. Acesso em 24/05/2025. Adaptado.
Leia o texto a seguir:
Uso inadequado da internet pode afetar saúde, diz especialista
A aprovação de projeto de lei na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), que proíbe o uso de aparelhos eletrônicos em escolas publicas e privadas no estado, já no ano letivo de 2025, deu destaque ao tema. Além do cuidado nas escolas, o Centro Marista de Defesa da Infância avalia que a utilização dos aparelhos e da internet também precisa de atenção em casa.
Levantamento da TIC Kids Online Brasil (2024), realizado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e Cetic.br, mostrou que 93% das crianças e adolescentes brasileiros — de 9 a 17 anos — usam a intemet, o que representa 24,5 milhões de pessoas.
O estudo apontou, ainda, que cerca de três a cada dez usuários de internet de 9 a 17 anos têm responsáveis que usam recursos para bloquear ou filtrar alguns tipos de sites (34%); para filtrar aplicativos baixados (32%), que limitam pessoas que entram em contato por chamadas de voz ou mensagens (32%); que monitoram sites ou aplicativos acessados (31%); que bloqueiam anúncios (28%); alertam sobre o desejo de fazer compras em aplicativos (26%); e que restringem o tempo na internet (24%).
"Assim como ensinamos nossas crianças a não falar com estranhos na rua, temos que agora ensina-las a como se comportar na internet. Atualmente, pais e responsáveis devem trabalhar no letramento digital, supervisionando as atividades e ensinando dinâmicas mercadológicas, pois o uso inadequado da internet pode gerar um meio propicio para o adoecimento físico e mental", disse, em nota, Valdir Gugiel, diretor do Centro Marista de Defesa da Infância e membro do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente de Santa Catarina.
Ele acrescenta que, atualmente, quando se trata de infância e juventude, é necessário promover um debate sobre o uso consciente de telas e dispositivos e a violência no ambiente digital.
Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/01/1053742-uso- inadequado-da-intemet-pode-afetar-saude-diz-especialista.ntml. Excerto. Acesso em 24/05/2025. Adaptado.
Leia o texto a seguir:
Uso inadequado da internet pode afetar saúde, diz especialista
A aprovação de projeto de lei na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), que proíbe o uso de aparelhos eletrônicos em escolas publicas e privadas no estado, já no ano letivo de 2025, deu destaque ao tema. Além do cuidado nas escolas, o Centro Marista de Defesa da Infância avalia que a utilização dos aparelhos e da internet também precisa de atenção em casa.
Levantamento da TIC Kids Online Brasil (2024), realizado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e Cetic.br, mostrou que 93% das crianças e adolescentes brasileiros — de 9 a 17 anos — usam a intemet, o que representa 24,5 milhões de pessoas.
O estudo apontou, ainda, que cerca de três a cada dez usuários de internet de 9 a 17 anos têm responsáveis que usam recursos para bloquear ou filtrar alguns tipos de sites (34%); para filtrar aplicativos baixados (32%), que limitam pessoas que entram em contato por chamadas de voz ou mensagens (32%); que monitoram sites ou aplicativos acessados (31%); que bloqueiam anúncios (28%); alertam sobre o desejo de fazer compras em aplicativos (26%); e que restringem o tempo na internet (24%).
"Assim como ensinamos nossas crianças a não falar com estranhos na rua, temos que agora ensina-las a como se comportar na internet. Atualmente, pais e responsáveis devem trabalhar no letramento digital, supervisionando as atividades e ensinando dinâmicas mercadológicas, pois o uso inadequado da internet pode gerar um meio propicio para o adoecimento físico e mental", disse, em nota, Valdir Gugiel, diretor do Centro Marista de Defesa da Infância e membro do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente de Santa Catarina.
Ele acrescenta que, atualmente, quando se trata de infância e juventude, é necessário promover um debate sobre o uso consciente de telas e dispositivos e a violência no ambiente digital.
Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/01/1053742-uso- inadequado-da-intemet-pode-afetar-saude-diz-especialista.ntml. Excerto. Acesso em 24/05/2025. Adaptado.
Leia o texto a seguir:
Uso inadequado da internet pode afetar saúde, diz especialista
A aprovação de projeto de lei na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), que proíbe o uso de aparelhos eletrônicos em escolas publicas e privadas no estado, já no ano letivo de 2025, deu destaque ao tema. Além do cuidado nas escolas, o Centro Marista de Defesa da Infância avalia que a utilização dos aparelhos e da internet também precisa de atenção em casa.
Levantamento da TIC Kids Online Brasil (2024), realizado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e Cetic.br, mostrou que 93% das crianças e adolescentes brasileiros — de 9 a 17 anos — usam a intemet, o que representa 24,5 milhões de pessoas.
O estudo apontou, ainda, que cerca de três a cada dez usuários de internet de 9 a 17 anos têm responsáveis que usam recursos para bloquear ou filtrar alguns tipos de sites (34%); para filtrar aplicativos baixados (32%), que limitam pessoas que entram em contato por chamadas de voz ou mensagens (32%); que monitoram sites ou aplicativos acessados (31%); que bloqueiam anúncios (28%); alertam sobre o desejo de fazer compras em aplicativos (26%); e que restringem o tempo na internet (24%).
"Assim como ensinamos nossas crianças a não falar com estranhos na rua, temos que agora ensina-las a como se comportar na internet. Atualmente, pais e responsáveis devem trabalhar no letramento digital, supervisionando as atividades e ensinando dinâmicas mercadológicas, pois o uso inadequado da internet pode gerar um meio propicio para o adoecimento físico e mental", disse, em nota, Valdir Gugiel, diretor do Centro Marista de Defesa da Infância e membro do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente de Santa Catarina.
Ele acrescenta que, atualmente, quando se trata de infância e juventude, é necessário promover um debate sobre o uso consciente de telas e dispositivos e a violência no ambiente digital.
Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/01/1053742-uso- inadequado-da-intemet-pode-afetar-saude-diz-especialista.ntml. Excerto. Acesso em 24/05/2025. Adaptado.
Leia o texto a seguir:
Uso inadequado da internet pode afetar saúde, diz especialista
A aprovação de projeto de lei na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), que proíbe o uso de aparelhos eletrônicos em escolas publicas e privadas no estado, já no ano letivo de 2025, deu destaque ao tema. Além do cuidado nas escolas, o Centro Marista de Defesa da Infância avalia que a utilização dos aparelhos e da internet também precisa de atenção em casa.
Levantamento da TIC Kids Online Brasil (2024), realizado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e Cetic.br, mostrou que 93% das crianças e adolescentes brasileiros — de 9 a 17 anos — usam a intemet, o que representa 24,5 milhões de pessoas.
O estudo apontou, ainda, que cerca de três a cada dez usuários de internet de 9 a 17 anos têm responsáveis que usam recursos para bloquear ou filtrar alguns tipos de sites (34%); para filtrar aplicativos baixados (32%), que limitam pessoas que entram em contato por chamadas de voz ou mensagens (32%); que monitoram sites ou aplicativos acessados (31%); que bloqueiam anúncios (28%); alertam sobre o desejo de fazer compras em aplicativos (26%); e que restringem o tempo na internet (24%).
"Assim como ensinamos nossas crianças a não falar com estranhos na rua, temos que agora ensina-las a como se comportar na internet. Atualmente, pais e responsáveis devem trabalhar no letramento digital, supervisionando as atividades e ensinando dinâmicas mercadológicas, pois o uso inadequado da internet pode gerar um meio propicio para o adoecimento físico e mental", disse, em nota, Valdir Gugiel, diretor do Centro Marista de Defesa da Infância e membro do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente de Santa Catarina.
Ele acrescenta que, atualmente, quando se trata de infância e juventude, é necessário promover um debate sobre o uso consciente de telas e dispositivos e a violência no ambiente digital.
Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/01/1053742-uso- inadequado-da-intemet-pode-afetar-saude-diz-especialista.ntml. Excerto. Acesso em 24/05/2025. Adaptado.
A respeito do trabalho noturno e em turnos, julgue o item subsecutivo.
Os conceitos de cronobiologia podem ser utilizados para o auxílio de trabalhadores noturnos e para a garantia de sua saúde.
O conceito de carga mental do trabalho é um produto conceitual originado da noção de carga de trabalho, entendida genericamente como um campo de interação entre as exigências da tarefa e a capacidade de realização humana. O termo também é oriundo da psicologia do trabalho, e seu conceito é retomado pela ergonomia francesa e pelo Human Factors norte-americano e difundido no campo da psicopatologia do trabalho e da saúde do trabalhador.
Gontijo. Avaliação da carga mental de trabalho: uma estratégia da ergonomia na gestão de pessoas. 2024 (com adaptações).
Dado que a ergonomia busca proporcionar melhorias e controle das condições psicofisiológicas presentes na realidade de trabalho, a mensuração da carga mental de trabalho não faz parte da avaliação ergonômica, mas apenas da psicopatologia do trabalho.
O conceito de carga mental do trabalho é um produto conceitual originado da noção de carga de trabalho, entendida genericamente como um campo de interação entre as exigências da tarefa e a capacidade de realização humana. O termo também é oriundo da psicologia do trabalho, e seu conceito é retomado pela ergonomia francesa e pelo Human Factors norte-americano e difundido no campo da psicopatologia do trabalho e da saúde do trabalhador.
Gontijo. Avaliação da carga mental de trabalho: uma estratégia da ergonomia na gestão de pessoas. 2024 (com adaptações).
Qualidade de vida no trabalho é definida como o sentimento de bem-estar ligado às boas condições do ambiente de trabalho relacionadas aos aspectos psíquicos.
O conceito de carga mental do trabalho é um produto conceitual originado da noção de carga de trabalho, entendida genericamente como um campo de interação entre as exigências da tarefa e a capacidade de realização humana. O termo também é oriundo da psicologia do trabalho, e seu conceito é retomado pela ergonomia francesa e pelo Human Factors norte-americano e difundido no campo da psicopatologia do trabalho e da saúde do trabalhador.
Gontijo. Avaliação da carga mental de trabalho: uma estratégia da ergonomia na gestão de pessoas. 2024 (com adaptações).
A ergonomia preza principalmente pela boa interação do trabalhador com seu ambiente físico, social e emocional.
Pedro, que trabalha em um abatedouro há 10 anos, compareceu ao ambulatório de saúde ocupacional com quadro de febre, cefaleia, mialgia, anorexia e náuseas. Após uma semana do início dos sintomas, ele retornou ao ambulatório com quadro hemorrágico e icterícia rubínica de início abrupto.
Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.
A conclusão diagnóstica do quadro de Pedro depende da realização de cultura e PCR após pelo menos 10 dias do início dos sintomas.