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No que diz respeito às características da previdência complementar dos servidores, analise as afirmativas a seguir e, ao final, assinale a alternativa CORRETA:
I - Trata-se de regime de previdência pública, de caráter complementar.
II - É administrada por intermédio de entidade fechada ou aberta de previdência complementar.
III - A instituição do benefício não é obrigatória para todos os entes governamentais.
No que se refere à estabilidade, o art. 41 da Constituição Federal dispõe que “são estáveis após três anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público”. Com relação à perda do cargo, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa CORRETA:
I - O servidor público estável só perderá o cargo em virtude de sentença judicial transitada em julgado.
II – O servidor público estável só perderá o cargo mediante processo administrativo em que lhe seja assegurada ampla defesa.
III - O servidor público estável só perderá o cargo mediante procedimento de avaliação única de desempenho, na forma de lei complementar, assegurada ampla defesa.
No que se refere ao procedimento da sindicância, analise as afirmativas a seguir e, ao final, assinale a alternativa CORRETA:
I – Pode ser sigilosa ou pública.
II – É necessário que haja indiciados.
III – É a fase que sucede o procedimento administrativo.
Servidores públicos, em sentido amplo, são as pessoas físicas que prestam serviços ao Estado e às entidades da Administração, com vínculo empregatício e mediante remuneração paga pelos cofres públicos. Com relação às suas categorias, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa CORRETA:
I – Servidores estatutários estão sujeitos ao regime estatutário e exercem o cargo temporariamente.
II – Servidores temporários atendem a necessidades temporárias de excepcional interesse público.
III – Empregados públicos são contratados sob o regime da legislação trabalhista.
Com relação à gestão por competência, analise as afirmativas a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Tem o mesmo significado de gestão de competência.
II – Tem o objetivo de desenvolver ao máximo as habilidades técnicas e comportamentais dos profissionais.
III – É uma metodologia que pode estar presente no cotidiano empresarial desde o processo de recrutamento e seleção.
Como se sabe, existem diversas modalidades de liderança, e o estilo do líder varia de acordo com o contexto e a situação. Sobre tais modalidades, analise as afirmações a seguir e, ao final, assinale a alternativa CORRETA:
I – Na liderança democrática, o líder enfatiza o diálogo e a participação dos colaboradores.
II – Na liderança liberal, o líder toma as decisões sozinho e impõe sua vontade aos subordinados.
III – Na liderança autocrática, o líder dá autonomia para que os subordinados tomem suas próprias decisões.
As competências interpessoais são extremamente importantes na gestão de pessoas, uma vez que permitem que o profissional se relacione de maneira mais eficiente com os colaboradores, a fim de desenvolver um ambiente de trabalho mais produtivo e saudável. Com relação aos fatores das competências interpessoais, assinale se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que segue:
( ) empatia.
( ) escuta passiva.
( ) assertividade.
( ) boa comunicação.
Como sabemos, a insatisfação pode ser gerada por vários fatores, como problemas com o chefe, más condições físicas do local de trabalho, salário aquém do esperado, contratempos nos relacionamentos interpessoais, dentre outros. Com relação aos impactos negativos ocasionados pela insatisfação no ambiente de trabalho, assinala se é verdadeiro (V) ou falso (F) os fenômenos a seguir:
( ) aumento do absenteísmo.
( ) diminuição do turnover
( ) redução da produtividade.
“Comportamento organizacional é o estudo e a ______________ cuidadosa do conhecimento sobre como as _____________ agem dentro das organizações, seja como indivíduos, seja em _____________. Ele busca identificar as formas pelas quais as pessoas podem agir de maneira mais eficaz” (John W. Newstrom).
A sequência que preenche corretamente as lacunas acima é:
Texto para responder à questão.
Templo egípcio de 2 mil anos revela cenas mitológicas e “Ano Novo” divino
Centenas de figuras e representações egípcias foram reveladas durante um trabalho de restauração do teto do Templo de Esna, estrutura erguida há cerca de 2,2 mil anos que passou por uma grande reforma há aproximadamente dois milênios, quando os romanos dominaram o Egito. As novidades foram divulgadas no último dia 16 de outubro pela Universidade de Tubinga, na Alemanha, cujos especialistas colaboraram em parceria com o Ministério de Turismo e Antiguidades do Egito para a restauração do templo ao longo de cinco anos.
Uma equipe de 30 pesquisadores limpou a sujeira e a fuligem de centenas de figuras e representações astronômicas, revelando-as em suas cores originais. “A conclusão da restauração do teto marca o primeiro e talvez mais importante marco do projeto”, diz Christian Leitz, do Instituto de Estudos do Antigo Oriente Próximo da Universidade de Tubinga, em comunicado. Os relevos coloridos do teto mostram deuses, figuras mitológicas e representações do sol, da lua, além de signos do zodíaco e várias constelações. O teto é dividido em seis seções, cada uma com um tema. Entre eles estão o diário do sol, as fases da lua, as diferentes horas da noite e até o “Dia de Ano Novo”.
A mitologia que detalha o “Ano Novo” egípcio é representada em uma cena com divindades: Órion (que representa a constelação de mesmo nome), Sótis (nome egípcio para Sirius, a principal estrela da constelação de Cão Maior) e Anúquis (deusa da água). Os três deuses estão em barcos vizinhos com a deusa do céu, Nut, engolindo o céu noturno acima deles.“Sirius é invisível no céu noturno 70 dias por ano até que ela apareça novamente no leste”, explica Leitz. “Esse ponto era o Dia de Ano Novo no antigo Egito e também anunciava a inundação anual do Nilo.” No sistema de crenças dos egípcios, a deusa Anúquis era responsável pelo recuo das águas da inundação do Nilo cerca de 100 dias depois.”
Além das pinturas mitológicas, a restauração do templo revelou quase 200 inscrições em tinta que eram completamente desconhecidas. Essas inscrições ajudaram os pesquisadores a identificar muitas das imagens representadas. Agora que a restauração do teto foi concluída, os pesquisadores estão limpando paredes, colunas e pronaos (área frontal) do templo. Espera-se que esse trabalho revele novas cores e particularidades de imagens, como os “tronos dos deuses” e detalhes sobre suas roupas, segundo Leitzi informou em e-mail ao site Live Science.
Com 37 metros de comprimento, 20 metros de largura e 15 metros de altura, o pronaos era uma estrutura de arenito colocada na frente do edifício real durante o reinado do imperador romano Cláudio (41-54 d.C.). Sua localização no centro da cidade provavelmente contribuiu para a preservação e evitou que a área fosse usada como pedreira para materiais de construção, conforme ocorreu com outros edifícios antigos durante a industrialização do Egito.
Além do templo de Esna, onde predominam as cores amarelo e vermelho nas pinturas, há outro teto de templo astronômico excepcionalmente bem preservado no Egito. Este está no templo de Dendera, cerca de 60 km ao norte de Luxor, onde as cores predominantes são o branco e o azul claro, embora alguns dos mesmos temas estejam representados.
Revista Galileu. (Adaptado). Disponível em https://revistagalileu.globo.com/ciencia/arqueologia/noticia/2023/10/templo-egipcio-de-2-mil-anos-revela-cenas-mitologicas-e-ano-novo-divino.ghtml
Texto para responder à questão.
Templo egípcio de 2 mil anos revela cenas mitológicas e “Ano Novo” divino
Centenas de figuras e representações egípcias foram reveladas durante um trabalho de restauração do teto do Templo de Esna, estrutura erguida há cerca de 2,2 mil anos que passou por uma grande reforma há aproximadamente dois milênios, quando os romanos dominaram o Egito. As novidades foram divulgadas no último dia 16 de outubro pela Universidade de Tubinga, na Alemanha, cujos especialistas colaboraram em parceria com o Ministério de Turismo e Antiguidades do Egito para a restauração do templo ao longo de cinco anos.
Uma equipe de 30 pesquisadores limpou a sujeira e a fuligem de centenas de figuras e representações astronômicas, revelando-as em suas cores originais. “A conclusão da restauração do teto marca o primeiro e talvez mais importante marco do projeto”, diz Christian Leitz, do Instituto de Estudos do Antigo Oriente Próximo da Universidade de Tubinga, em comunicado. Os relevos coloridos do teto mostram deuses, figuras mitológicas e representações do sol, da lua, além de signos do zodíaco e várias constelações. O teto é dividido em seis seções, cada uma com um tema. Entre eles estão o diário do sol, as fases da lua, as diferentes horas da noite e até o “Dia de Ano Novo”.
A mitologia que detalha o “Ano Novo” egípcio é representada em uma cena com divindades: Órion (que representa a constelação de mesmo nome), Sótis (nome egípcio para Sirius, a principal estrela da constelação de Cão Maior) e Anúquis (deusa da água). Os três deuses estão em barcos vizinhos com a deusa do céu, Nut, engolindo o céu noturno acima deles.“Sirius é invisível no céu noturno 70 dias por ano até que ela apareça novamente no leste”, explica Leitz. “Esse ponto era o Dia de Ano Novo no antigo Egito e também anunciava a inundação anual do Nilo.” No sistema de crenças dos egípcios, a deusa Anúquis era responsável pelo recuo das águas da inundação do Nilo cerca de 100 dias depois.”
Além das pinturas mitológicas, a restauração do templo revelou quase 200 inscrições em tinta que eram completamente desconhecidas. Essas inscrições ajudaram os pesquisadores a identificar muitas das imagens representadas. Agora que a restauração do teto foi concluída, os pesquisadores estão limpando paredes, colunas e pronaos (área frontal) do templo. Espera-se que esse trabalho revele novas cores e particularidades de imagens, como os “tronos dos deuses” e detalhes sobre suas roupas, segundo Leitzi informou em e-mail ao site Live Science.
Com 37 metros de comprimento, 20 metros de largura e 15 metros de altura, o pronaos era uma estrutura de arenito colocada na frente do edifício real durante o reinado do imperador romano Cláudio (41-54 d.C.). Sua localização no centro da cidade provavelmente contribuiu para a preservação e evitou que a área fosse usada como pedreira para materiais de construção, conforme ocorreu com outros edifícios antigos durante a industrialização do Egito.
Além do templo de Esna, onde predominam as cores amarelo e vermelho nas pinturas, há outro teto de templo astronômico excepcionalmente bem preservado no Egito. Este está no templo de Dendera, cerca de 60 km ao norte de Luxor, onde as cores predominantes são o branco e o azul claro, embora alguns dos mesmos temas estejam representados.
Revista Galileu. (Adaptado). Disponível em https://revistagalileu.globo.com/ciencia/arqueologia/noticia/2023/10/templo-egipcio-de-2-mil-anos-revela-cenas-mitologicas-e-ano-novo-divino.ghtml
Texto para responder à questão.
Templo egípcio de 2 mil anos revela cenas mitológicas e “Ano Novo” divino
Centenas de figuras e representações egípcias foram reveladas durante um trabalho de restauração do teto do Templo de Esna, estrutura erguida há cerca de 2,2 mil anos que passou por uma grande reforma há aproximadamente dois milênios, quando os romanos dominaram o Egito. As novidades foram divulgadas no último dia 16 de outubro pela Universidade de Tubinga, na Alemanha, cujos especialistas colaboraram em parceria com o Ministério de Turismo e Antiguidades do Egito para a restauração do templo ao longo de cinco anos.
Uma equipe de 30 pesquisadores limpou a sujeira e a fuligem de centenas de figuras e representações astronômicas, revelando-as em suas cores originais. “A conclusão da restauração do teto marca o primeiro e talvez mais importante marco do projeto”, diz Christian Leitz, do Instituto de Estudos do Antigo Oriente Próximo da Universidade de Tubinga, em comunicado. Os relevos coloridos do teto mostram deuses, figuras mitológicas e representações do sol, da lua, além de signos do zodíaco e várias constelações. O teto é dividido em seis seções, cada uma com um tema. Entre eles estão o diário do sol, as fases da lua, as diferentes horas da noite e até o “Dia de Ano Novo”.
A mitologia que detalha o “Ano Novo” egípcio é representada em uma cena com divindades: Órion (que representa a constelação de mesmo nome), Sótis (nome egípcio para Sirius, a principal estrela da constelação de Cão Maior) e Anúquis (deusa da água). Os três deuses estão em barcos vizinhos com a deusa do céu, Nut, engolindo o céu noturno acima deles.“Sirius é invisível no céu noturno 70 dias por ano até que ela apareça novamente no leste”, explica Leitz. “Esse ponto era o Dia de Ano Novo no antigo Egito e também anunciava a inundação anual do Nilo.” No sistema de crenças dos egípcios, a deusa Anúquis era responsável pelo recuo das águas da inundação do Nilo cerca de 100 dias depois.”
Além das pinturas mitológicas, a restauração do templo revelou quase 200 inscrições em tinta que eram completamente desconhecidas. Essas inscrições ajudaram os pesquisadores a identificar muitas das imagens representadas. Agora que a restauração do teto foi concluída, os pesquisadores estão limpando paredes, colunas e pronaos (área frontal) do templo. Espera-se que esse trabalho revele novas cores e particularidades de imagens, como os “tronos dos deuses” e detalhes sobre suas roupas, segundo Leitzi informou em e-mail ao site Live Science.
Com 37 metros de comprimento, 20 metros de largura e 15 metros de altura, o pronaos era uma estrutura de arenito colocada na frente do edifício real durante o reinado do imperador romano Cláudio (41-54 d.C.). Sua localização no centro da cidade provavelmente contribuiu para a preservação e evitou que a área fosse usada como pedreira para materiais de construção, conforme ocorreu com outros edifícios antigos durante a industrialização do Egito.
Além do templo de Esna, onde predominam as cores amarelo e vermelho nas pinturas, há outro teto de templo astronômico excepcionalmente bem preservado no Egito. Este está no templo de Dendera, cerca de 60 km ao norte de Luxor, onde as cores predominantes são o branco e o azul claro, embora alguns dos mesmos temas estejam representados.
Revista Galileu. (Adaptado). Disponível em https://revistagalileu.globo.com/ciencia/arqueologia/noticia/2023/10/templo-egipcio-de-2-mil-anos-revela-cenas-mitologicas-e-ano-novo-divino.ghtml
Texto para responder à questão.
Templo egípcio de 2 mil anos revela cenas mitológicas e “Ano Novo” divino
Centenas de figuras e representações egípcias foram reveladas durante um trabalho de restauração do teto do Templo de Esna, estrutura erguida há cerca de 2,2 mil anos que passou por uma grande reforma há aproximadamente dois milênios, quando os romanos dominaram o Egito. As novidades foram divulgadas no último dia 16 de outubro pela Universidade de Tubinga, na Alemanha, cujos especialistas colaboraram em parceria com o Ministério de Turismo e Antiguidades do Egito para a restauração do templo ao longo de cinco anos.
Uma equipe de 30 pesquisadores limpou a sujeira e a fuligem de centenas de figuras e representações astronômicas, revelando-as em suas cores originais. “A conclusão da restauração do teto marca o primeiro e talvez mais importante marco do projeto”, diz Christian Leitz, do Instituto de Estudos do Antigo Oriente Próximo da Universidade de Tubinga, em comunicado. Os relevos coloridos do teto mostram deuses, figuras mitológicas e representações do sol, da lua, além de signos do zodíaco e várias constelações. O teto é dividido em seis seções, cada uma com um tema. Entre eles estão o diário do sol, as fases da lua, as diferentes horas da noite e até o “Dia de Ano Novo”.
A mitologia que detalha o “Ano Novo” egípcio é representada em uma cena com divindades: Órion (que representa a constelação de mesmo nome), Sótis (nome egípcio para Sirius, a principal estrela da constelação de Cão Maior) e Anúquis (deusa da água). Os três deuses estão em barcos vizinhos com a deusa do céu, Nut, engolindo o céu noturno acima deles.“Sirius é invisível no céu noturno 70 dias por ano até que ela apareça novamente no leste”, explica Leitz. “Esse ponto era o Dia de Ano Novo no antigo Egito e também anunciava a inundação anual do Nilo.” No sistema de crenças dos egípcios, a deusa Anúquis era responsável pelo recuo das águas da inundação do Nilo cerca de 100 dias depois.”
Além das pinturas mitológicas, a restauração do templo revelou quase 200 inscrições em tinta que eram completamente desconhecidas. Essas inscrições ajudaram os pesquisadores a identificar muitas das imagens representadas. Agora que a restauração do teto foi concluída, os pesquisadores estão limpando paredes, colunas e pronaos (área frontal) do templo. Espera-se que esse trabalho revele novas cores e particularidades de imagens, como os “tronos dos deuses” e detalhes sobre suas roupas, segundo Leitzi informou em e-mail ao site Live Science.
Com 37 metros de comprimento, 20 metros de largura e 15 metros de altura, o pronaos era uma estrutura de arenito colocada na frente do edifício real durante o reinado do imperador romano Cláudio (41-54 d.C.). Sua localização no centro da cidade provavelmente contribuiu para a preservação e evitou que a área fosse usada como pedreira para materiais de construção, conforme ocorreu com outros edifícios antigos durante a industrialização do Egito.
Além do templo de Esna, onde predominam as cores amarelo e vermelho nas pinturas, há outro teto de templo astronômico excepcionalmente bem preservado no Egito. Este está no templo de Dendera, cerca de 60 km ao norte de Luxor, onde as cores predominantes são o branco e o azul claro, embora alguns dos mesmos temas estejam representados.
Revista Galileu. (Adaptado). Disponível em https://revistagalileu.globo.com/ciencia/arqueologia/noticia/2023/10/templo-egipcio-de-2-mil-anos-revela-cenas-mitologicas-e-ano-novo-divino.ghtml