Questões de Concurso Comentadas para analista judiciário - tecnologia da informação

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Q50047 Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)
As questões de números 21 a 25 referem-se ao
Regimento Interno do Tribunal de Justiça do Estado
do Pará.

A respeito das eleições, é correto afirmar:
Alternativas
Q50046 Português
Atenção: A  questão,  baseiam-se no texto apresentado abaixo. 

                                                Acerca de Montaigne 

     Montaigne, o influente filósofo francês do século XVI, foi um conservador, mas nada teve de rígido ou estreito, muito menos de dogmático. Por temperamento, foi bem o contrário de um revolucionário; certamente faltaram-lhe a fé e a energia de um homem de ação, o idealismo ardente e a vontade. Seu conservadorismo aproxima-se, sob certos aspectos, do que no século XIX viria a ser chamado de liberalismo. 
     Na concepção política de Montaigne, o indivíduo deve ser deixado livre dentro do quadro das leis, e a autoridade do Estado deve ser a mais leve possível. Para o filósofo, o melhor governo será o que menos se fizer sentir; assegurará a ordem pública sem invadir a vida privada e sem pretender orientar os espíritos. Montaigne não escolheu as instituições sob as quais viveu, mas resolveu respeitá-las, a elas obedecendo fielmente, como achava correto num bom cidadão e súdito leal. Que não lhe pedissem mais do que o exigido pelo equilíbrio da razão e pela clareza da consciência. 

                                                                  (Adaptado da introdução aos Ensaios, de Montaigne. Trad.
                                                                       de Sergio Milliet. S. Paulo: Abril, Os Pensadores, 1972.) 
Quando o autor afirma que Montaigne foi bem o contrário de um revolucionário, está buscando destacar
Alternativas
Q50037 Português
                                    Legalidade e legitimidade

     A legalidade funda-se em um forte conceito ético, que é a legitimidade. O poder que impõe a legalidade deve ser um poder legítimo. Modernamente, não se aceita mais a legalidade como conceito meramente formal. Para que a limitação à esfera individual seja válida, deve ser o poder que a impõe legítimo.

     Os estados de regimes políticos autoritários possuem uma esfera de poder hipertrofiada em relação ao direito. Com isso, a legitimidade do poder torna-se questionável. As limitações impostas à liberdade, por conseguinte, não seriam éticas, legítimas, e, portanto, o direito fundamental estaria sendo desrespeitado. O legalismo cego e formal pode tornar-se arma para referendar abuso de poder e restrição ilegítima às liberdades individuais. Percebe-se, então, que, a despeito de ser atualmente o direito fundamental de liberdade assegurado em documentos legais ao redor do mundo, existe uma conotação ética que lhe serve de razão última e principal.

    A restrição à liberdade pela legalidade deve ser formalmente e materialmente válida: formalmente, quanto às regras preestabelecidas de formação, limites e conteúdo da lei; materialmente, quanto à legitimidade tanto das regras preestabelecidas quanto do poder que impõe as leis e que se encarrega de garantir seu cumprimento.

    O conteúdo das leis é também fonte de considerações éticas. Pode uma lei ser formalmente válida e emanada de poder legítimo, e mesmo assim ser moralmente considerada inválida, enquanto limitadora do conteúdo das liberdades. Daí concluir-se que a legitimidade do poder não é suficiente para que a legalidade seja legítima; é necessário também que o conteúdo das leis seja expressão da soberania popular.
Depreende-se da leitura do texto que a legalidade e a legitimidade
Alternativas
Q50031 Português
Atenção: A questão baseia-se no texto apresentado abaixo.

Liberdade minha, liberdade tua
     Uma professora do meu tempo de ensino médio, a propósito de qualquer ato de indisciplina ocorrido em suas aulas, invocava a sabedoria da frase “A liberdade de um termina onde começa a do outro". Servia-se dessa velha máxima para nos lembrar limites de comportamento. Com o passar do tempo, esqueci-me de muita coisa da História que ela nos ensinava, mas jamais dessa frase, que naquela época me soava, ao mesmo tempo, justa e antipática. Adolescentes não costumam prezar limites, e a ideia de que a nossa (isto é, a minha...) liberdade termina em algum lugar me parecia inaceitável. Mas eu também me dava conta de que poderia invocar a mesma frase para defender aguerridamente o meu espaço, quando ameaçado pelo outro, e isso a tornava bastante justa... Por vezes invocamos a universalidade de um princípio por razões inteiramente egoístas.

    Confesso que continuo achando a frase algo perturbadora, provavelmente pelo pressuposto que ela encerra: o de que os espaços da liberdade individual estejam distribuídos e demarcados de forma inteiramente justa. Para dizer sem meias palavras: desconfio do postulado de que todos sejamos igualmente livres, ou de que todos dispomos dos mesmos meios para defender nossa liberdade. Ele parece traduzir muito mais a aspiração de um ideal do que as efetivas práticas sociais. O egoísmo do adolescente é um mal dessa idade ou, no fundo, subsiste como um atributo de todas?

     Acredito que uma das lutas mais ingentes da civilização humana é a que se desenvolve, permanentemente, contra os impulsos do egoísmo humano. A lei da sobrevivência na selva - lei do instinto mais primitivo - tem voz forte e procura resistir aos dispositivos sociais que buscam controlá-la. Naquelas aulas de História, nossa professora, para controlar a energia desbordante dos jovens alunos, demarcava seu espaço de educadora e combatia a expansão do nosso território anárquico. Estava ministrando-nos na prática, ao lembrar os limites da liberdade, uma aula sobre o mais crucial desafio da civilização.

                                                                                                                          (Valdeci Aguirra, inédito)




Considerando-se o contexto, a alternativa em que NÃO se traduz com equivalência de sentido uma expressão do texto é:
Alternativas
Q50028 Português
Atenção: A questão baseia-se no texto apresentado abaixo.

Liberdade minha, liberdade tua
     Uma professora do meu tempo de ensino médio, a propósito de qualquer ato de indisciplina ocorrido em suas aulas, invocava a sabedoria da frase “A liberdade de um termina onde começa a do outro". Servia-se dessa velha máxima para nos lembrar limites de comportamento. Com o passar do tempo, esqueci-me de muita coisa da História que ela nos ensinava, mas jamais dessa frase, que naquela época me soava, ao mesmo tempo, justa e antipática. Adolescentes não costumam prezar limites, e a ideia de que a nossa (isto é, a minha...) liberdade termina em algum lugar me parecia inaceitável. Mas eu também me dava conta de que poderia invocar a mesma frase para defender aguerridamente o meu espaço, quando ameaçado pelo outro, e isso a tornava bastante justa... Por vezes invocamos a universalidade de um princípio por razões inteiramente egoístas.

    Confesso que continuo achando a frase algo perturbadora, provavelmente pelo pressuposto que ela encerra: o de que os espaços da liberdade individual estejam distribuídos e demarcados de forma inteiramente justa. Para dizer sem meias palavras: desconfio do postulado de que todos sejamos igualmente livres, ou de que todos dispomos dos mesmos meios para defender nossa liberdade. Ele parece traduzir muito mais a aspiração de um ideal do que as efetivas práticas sociais. O egoísmo do adolescente é um mal dessa idade ou, no fundo, subsiste como um atributo de todas?

     Acredito que uma das lutas mais ingentes da civilização humana é a que se desenvolve, permanentemente, contra os impulsos do egoísmo humano. A lei da sobrevivência na selva - lei do instinto mais primitivo - tem voz forte e procura resistir aos dispositivos sociais que buscam controlá-la. Naquelas aulas de História, nossa professora, para controlar a energia desbordante dos jovens alunos, demarcava seu espaço de educadora e combatia a expansão do nosso território anárquico. Estava ministrando-nos na prática, ao lembrar os limites da liberdade, uma aula sobre o mais crucial desafio da civilização.

                                                                                                                          (Valdeci Aguirra, inédito)




Considerando-se o sentido geral e conclusivo do texto, o título Liberdade minha, liberdade tua tem significação equivalente à da seguinte formulação:
Alternativas
Q49624 Segurança da Informação
Sobre criptologia é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Q49623 Segurança da Informação
No contexto da criptografia, a difusão
Alternativas
Q49622 Algoritmos e Estrutura de Dados
Um grafo cujo nó de partida de um caminho coincide com o nó de chegada caracteriza um grafo
Alternativas
Q49621 Algoritmos e Estrutura de Dados
O nível 5 de uma árvore binária completa tem
Alternativas
Q49620 Sistemas Operacionais
Um programa pode ser executado no GNU/Linux em

I. primeiro plano, quando não precisará terminar para mostrar o aviso de comando e executar um novo programa.
II. segundo plano, quando não precisará terminar para mostrar o aviso de comando e executar um novo programa.
III. foreground, quando não precisará terminar para mostrar o aviso de comando e executar um novo programa.
IV. primeiro plano, quando somente após o seu término será mostrado o aviso de comando para executar um novo programa.
V. foreground, quando somente após o seu término será mostrado o aviso de comando para executar um novo programa.
VI. background, quando somente após o seu término será mostrado o aviso de comando para executar um novo programa.

Está correto o que se afirma APENAS em
Alternativas
Q49618 Sistemas Operacionais
As janelas dinâmicas com efeito envidraçado e uma área de trabalho visualmente mais leve, atrativa e graficamente poderosa são características do Windows Vista utilizando experiência de usuário
Alternativas
Q49617 Sistemas Operacionais
O Windows Vista tem a versão de 64 bits para
Alternativas
Q49616 Redes de Computadores
Indica o serviço usado para acessar um recurso na Internet; o local do host do destino e a porta correspondente para acessá-lo; o caminho e o nome do arquivo do recurso. Trata-se de
Alternativas
Q49615 Governança de TI
Indica se um processo de TI alcançou a sua meta quanto aos critérios de informação. Este tipo de indicador é usado após a execução do processo, NÃO durante o processo. No COBIT trata-se de
Alternativas
Q49614 Segurança da Informação
Envolve a captura passiva de uma unidade de dados e sua subsequente retransmissão para produzir um efeito não autorizado, o ataque ativo de
Alternativas
Q49613 Segurança da Informação
Um método de ataque que consiste em tentar todas as chaves possíveis em um trecho de texto codificado até obter uma tradução inteligível e clara é
Alternativas
Q49612 Segurança da Informação
Análise criptográfica é
Alternativas
Q49611 Arquitetura de Software
No âmbito dos Web services, é um padrão que define como as informações de descrição de serviços usadas para descobrí-los podem ser organizadas. Trata-se de
Alternativas
Q49610 Arquitetura de Software
Considere dois dos fundamentos que possibilitam a comunicação entre Web services:

Protocolo que define

I. uma organização para a troca estruturada de dados entre Web services;
II. como as interfaces dos Web services podem ser representadas.

São, respectivamente,
Alternativas
Q49609 Governança de TI
Gera informações para o

I. Financial Management for IT fazer a contabilização de gastos sobre os ativos de TI;
II. IT Service Continuity Management considerar os componentes no plano de continuidade de TI;
III. Availability Management levantar riscos relacionados à disponibilidade.

Trata-se do processo ITIL
Alternativas
Respostas
4561: B
4562: A
4563: C
4564: E
4565: D
4566: C
4567: E
4568: B
4569: D
4570: D
4571: C
4572: B
4573: B
4574: C
4575: E
4576: D
4577: A
4578: A
4579: B
4580: C