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As emissões previstas na reforma bancária de 1890 seriam feitas na proporção 1:1 do lastro constituído, desvinculadas da paridade de 1846 e sinalizando sua relação com as finanças públicas.
A Lei Bancária, de janeiro de 1890, autorizou emissões inconversíveis que aumentaram muito a quantidade de papel-moeda em circulação e eram lastreadas em títulos da dívida pública, em clara inspiração no sistema de bancos nacionais norte-americano.
A Secretaria Especial para o Controle de Empresas Estatais (SEST), criada no governo Fernando Henrique Cardoso, buscou um controle centralizado sobre as empresas estatais e permitiu que se utilizassem essas empresas, de forma sistemática, para controle inflacionário no Plano Real e na captação de recursos externos, em um momento de maior abertura econômica.
Durante o primeiro mandato do governo Fernando Henrique Cardoso, o Brasil sofreu diversos ataques especulativos associados a crises em países emergentes e à própria situação fiscal delicada. A política escolhida para lidar com esses ataques foi o aumento da taxa de juros, com reflexos positivos sobre a situação fiscal, causando um círculo fiscal virtuoso.
O combate à inflação no período conhecido como “milagre econômico” manteve a ênfase em uma inflação de demanda já existente no Programa de Ação Econômica do Governo (PAEG), apesar de buscar conciliar o incentivo à retomada do crescimento econômico. Dessa forma, foram adotados controles de preços regulados pela Comissão Nacional de Estabilização de Preços (CONEP) e pela Comissão Interministerial de Preços (CIP) que tabelavam preços públicos.
Durante o período conhecido como “milagre econômico”, a realização de investimentos públicos foi conciliada com uma redução no deficit primário, pois foi efetivado com forte participação de empresas estatais e, nessa época, a contabilização desse deficit não incluía o resultado dessas empresas.
A abertura comercial iniciada alguns anos antes do Plano Real afetou a eficácia do uso da taxa de câmbio como instrumento de controle inflacionário.
Apesar de uma taxa de câmbio favorável às exportações no início de 1986, a decisão de mantê-la fixa por muito tempo deixou-a supervalorizada em termos reais, causando uma situação difícil do ponto de vista externo.
A adoção de uma política de minidesvalorizações cambiais, durante o período conhecido como “milagre econômico”, buscou evitar que uma valorização real da moeda, provocada pela inflação do período, tivesse efeitos negativos sobre a balança comercial.
A existência de uma inflação não desprezível aliada a uma taxa de câmbio fixa levou a um processo de supervalorização real do cruzeiro nos anos que se seguiram à Segunda Guerra Mundial, levando a desequilíbrios de balanço de pagamentos. Esses desequilíbrios tiveram que ser contornados por meio de controles cambiais.
Uma política fiscal expansionista tende a reduzir as NFSP.
As estatísticas fiscais calculadas pelo critério “acima da linha” correspondem às medidas de receitas e despesas relacionadas.
O deficit público nominal é igual à variação da dívida líquida do setor público apurada no ano.
As necessidades de financiamento do setor público (NFSP) correspondem ao deficit público nominal apurado ano a ano.
Considerando essa informação e a teoria econômica subjacente, julgue (C ou E) o item a seguir.
Bens que apresentam nível de quantidade a partir do
qual a satisfação adicional é negativa têm curva de
demanda crescente a partir dessa quantidade.
Considerando essa informação e a teoria econômica subjacente, julgue (C ou E) o item a seguir.
A quantidade máxima que pode ser adquirida de um
bem sem reduzir a utilidade total do consumidor,
quando existe, marca um ponto de saciedade.
Considerando essa informação e a teoria econômica subjacente, julgue (C ou E) o item a seguir.
A satisfação adicional a cada unidade adicional
adquirida do bem é reflexo da lei da utilidade
marginal decrescente.
Considerando essa informação e a teoria econômica subjacente, julgue (C ou E) o item a seguir.
O pressuposto de que “quanto mais de um bem, melhor”
é tratado no axioma da monotonicidade das preferências.
Em uma economia aberta com livre movimentação de capitais, sob uma taxa de câmbio fixa, os instrumentos de política monetária do Banco Central não são eficazes para aumentar a oferta de moeda ou o produto da economia, mas podem afetar o nível das respectivas reservas internacionais.
O aumento temporário da oferta de moeda, em regime de câmbio flutuante, resulta em queda da taxa doméstica de juros e depreciação da moeda doméstica. Em curto prazo, haverá redução da demanda agregada e do produto da economia, em razão da queda dos preços relativos dos bens produzidos localmente.