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Falar da Teoria das Relações Internacionais (TRI) parte das seguintes escolhas: a primeira, que as relações internacionais são uma área de estudo científico autônoma; a segunda refere-se às teorias que são abordadas e como são definidas; por fim, a terceira reside na demanda de contextualizar essas reflexões [...] A teoria (ou teorias) são reflexos de sua época, não sendo a época que deve se ajustar à teoria.
PECEQUILO, C. S. Teoria das Relações Internacionais: o mapa do caminho –
estudo e prática. Rio de Janeiro: Atla Books, 2016, p. xiv, com adaptações
Considerando o excerto inicial, julgue (C ou E) o item a seguir.
O Primeiro Debate contribuiu para a autonomia científica
das Relações Internacionais e resultou na consolidação do
liberalismo como a principal teoria dessa área do
conhecimento até a Segunda Guerra Mundial.

CUNHA, Euclides da. Os Sertões. São Paulo: Três, 1984 (Escola do Futuro da
Universidade de São Paulo, Biblioteca Virtual do Estudante Brasileiro). Disponível
em: <http://www.dominiopublico.gov.br/>. Acesso em: 29 jul. 2020, com adaptações.
O termo “Forremo-nos” (linha 7) poderia ser substituído por dediquemo-nos, sem prejuízo de seu conteúdo semântico, visto que o autor passará a descrever os últimos momentos de Canudos.
Texto 3


BARBOSA, Ruy (2013-11-06T22:58:59). Obras de Ruy Barbosa. Biblioteca Digital. Edição do Kindle, com adaptações.
Tendo em vista a estrutura gramatical do texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
Com manutenção das ideias e da correção gramatical, o
último período do texto poderia ser redigido da seguinte
forma: A servidão que temos vivido até hoje, assim
como a completa ausência de animação política do País,
nos têm habituado a desdenhar desses fatos que, sob a
modéstia de suas feições, ocultam graves sistemas de
regeneração pública.
Texto 3


BARBOSA, Ruy (2013-11-06T22:58:59). Obras de Ruy Barbosa. Biblioteca Digital. Edição do Kindle, com adaptações.
Tendo em vista a estrutura gramatical do texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
O sujeito segue o verbo nas seguintes orações do texto:
“desapareceu a escravidão” (linha 9), “No meio de tudo
isto o que fez o governo?” (linha 13) e “Felizmente, porém,
há um preceito e um fato de observação” (linhas 46 e 47).
Texto 2

A supressão da preposição “de” (linha 28) manteria a correção gramatical e o sentido original do texto.
Texto 1
Uma página em branco

SANT'ANNA, Sérgio. O concerto de João Gilberto no Rio de Janeiro.
Companhia das Letras, 2014.
Na linha 34, o pronome “o” pode ter como referente tanto o nome “homem” (linha 31) quanto o sintagma “o itinerário” (linha 32); em ambos os casos, a coerência do texto é preservada.
Texto 1
Uma página em branco

SANT'ANNA, Sérgio. O concerto de João Gilberto no Rio de Janeiro.
Companhia das Letras, 2014.
O trecho “Ou, quem sabe? — apenas permanecer numa casa, caixa, onde no quarto durmam crianças, no fogão haja um resto de comida e, na cama, esperando, certa mulherzinha.” (linhas de 21 a 24) poderia ser reescrito, mantendo-se a correção gramatical e os sentidos do texto, da seguinte forma: Ou, quem sabe, apenas permanecer em uma casa-caixa, cujos quartos durmam crianças, em cujo fogão haja um resto de comida e em cuja cama haja uma certa mulherzinha esperando.
As taxas de inflação elevadas, verificadas na segunda metade do século 20, permitiram que o sistema bancário brasileiro atuasse com taxas de juros reais negativas, além de permitir uma melhor situação de liquidez e solvência. O final do período inflacionário dificultou a situação de diversos bancos, apesar do aumento da demanda por crédito, provocada pela estabilidade monetária.
A melhora no resultado fiscal durante o período conhecido como “milagre econômico” possibilitou que a expansão monetária ocorrida no período se efetivasse sob a forma de um aumento do crédito concentrado no setor privado.
As emissões previstas na reforma bancária de 1890 seriam feitas na proporção 1:1 do lastro constituído, desvinculadas da paridade de 1846 e sinalizando sua relação com as finanças públicas.
A Lei Bancária, de janeiro de 1890, autorizou emissões inconversíveis que aumentaram muito a quantidade de papel-moeda em circulação e eram lastreadas em títulos da dívida pública, em clara inspiração no sistema de bancos nacionais norte-americano.
A Secretaria Especial para o Controle de Empresas Estatais (SEST), criada no governo Fernando Henrique Cardoso, buscou um controle centralizado sobre as empresas estatais e permitiu que se utilizassem essas empresas, de forma sistemática, para controle inflacionário no Plano Real e na captação de recursos externos, em um momento de maior abertura econômica.
Durante o primeiro mandato do governo Fernando Henrique Cardoso, o Brasil sofreu diversos ataques especulativos associados a crises em países emergentes e à própria situação fiscal delicada. A política escolhida para lidar com esses ataques foi o aumento da taxa de juros, com reflexos positivos sobre a situação fiscal, causando um círculo fiscal virtuoso.
O combate à inflação no período conhecido como “milagre econômico” manteve a ênfase em uma inflação de demanda já existente no Programa de Ação Econômica do Governo (PAEG), apesar de buscar conciliar o incentivo à retomada do crescimento econômico. Dessa forma, foram adotados controles de preços regulados pela Comissão Nacional de Estabilização de Preços (CONEP) e pela Comissão Interministerial de Preços (CIP) que tabelavam preços públicos.
Durante o período conhecido como “milagre econômico”, a realização de investimentos públicos foi conciliada com uma redução no deficit primário, pois foi efetivado com forte participação de empresas estatais e, nessa época, a contabilização desse deficit não incluía o resultado dessas empresas.
A abertura comercial iniciada alguns anos antes do Plano Real afetou a eficácia do uso da taxa de câmbio como instrumento de controle inflacionário.
Apesar de uma taxa de câmbio favorável às exportações no início de 1986, a decisão de mantê-la fixa por muito tempo deixou-a supervalorizada em termos reais, causando uma situação difícil do ponto de vista externo.
A adoção de uma política de minidesvalorizações cambiais, durante o período conhecido como “milagre econômico”, buscou evitar que uma valorização real da moeda, provocada pela inflação do período, tivesse efeitos negativos sobre a balança comercial.
A existência de uma inflação não desprezível aliada a uma taxa de câmbio fixa levou a um processo de supervalorização real do cruzeiro nos anos que se seguiram à Segunda Guerra Mundial, levando a desequilíbrios de balanço de pagamentos. Esses desequilíbrios tiveram que ser contornados por meio de controles cambiais.
Uma política fiscal expansionista tende a reduzir as NFSP.