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Q1116116 Noções de Informática
Na utilização do Microsoft Office Excel 2013 (Configuração Local, Idioma Português-Brasil), o uso de fórmulas deve sempre vir precedida do sinal de igualdade (=). As informações que são armazenadas, com a utilização desta modalidade, seguem as regras matemáticas, com os seguintes operadores aritméticos: adição [ + ]; subtração [ – ]; multiplicação [ * ]; divisão [ / ]; e, exponenciação [ ^ ]. Para isto níveis de prioridade de cálculo são utilizados nos níveis 1, 2 e 3. Acerca dos níveis de prioridade, assinale a alternativa correta.
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Q1116115 Noções de Informática
Editar e formatar um texto são duas ações que estão muito ligadas, uma vez que, quando se edita um texto de qualquer natureza, formatá-lo deve ser uma ação a ser realizada instantaneamente, pois, dessa forma, a visibilidade que se terá do texto é bem melhor. No Microsoft Word 2013 (Configuração Local, Idioma Português-Brasil), a formatação básica de um texto pode ser realizada com o espaçamento entre linhas, a distribuição do texto no papel, ou seja, se vai ficar centralizado, justificado, ou mesmo alinhado à esquerda ou à direita, além de vários outros recursos. Para realizar qualquer uma dessas ações no texto, é preciso primeiro selecionar o trecho do texto que receberá essa formação, clicar com o mouse no recurso pretendido e aplicar o efeito. Uma outra forma de realizar essas ações, após selecionado o trecho que se quer formatar é usar atalhos. Se num determinado documento for necessário colocar um parágrafo todo em letras maiúsculas (caixa alta), qual atalho deverá ser utilizado para agilizar a ação? 
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Q1116114 Noções de Informática
Na digitação de um texto quando se fala em apresentação, a formatação adequada dentro das normas torna-o mais apresentável. Os parágrafos servem para separar partes do texto, deixando-o com uma aparência melhor distribuída, podendo ser de fácil compreensão, clareando, dessa forma, a ideia central a ser passada pelo texto em questão. No Microsoft Word 2013 (Configuração Local, Idioma Português-Brasil), os comandos estão divididos em faixa de opções, já que as últimas versões do Pacote Office da Microsoft passaram a adotar esse modelo de design. Assinale a alternativa correta acerca do caminho para formatação de parágrafos.
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Q1116113 Noções de Informática
“O navegador de Internet padrão dos Sistemas Operacionais Windows, nas suas mais variadas versões, é o Internet Explorer, um dos navegadores de Internet mais utilizados no mundo, atualmente apesar da extensa variedade de navegadores que existe. No Windows 7 (Configuração Local, Idioma Português-Brasil), ao utilizar o Internet Explorer para navegar na Internet, a caixa de endereços é o local onde se digita o endereço que se quer visitar, não sendo necessário digitar o http://. Na digitação do endereço de navegação, não precisa completar a URL (Uniform Resoure Locator – Localizador de Endereços Uniforme) para os endereços terminados em .com bastando, para isso, digitar a parte que fica entre o “www.” e “.com” pressionando as teclas ____________________ em seguida.”
Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior. 
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Q1116112 Noções de Informática
A planilha a seguir foi construída utilizando-se o Microsoft Excel 2013 (Configuração Local, Idioma Português-Brasil). Analise-a para responder à questão.


Tomando como base a planilha apresentada anteriormente, analise o gráfico a seguir, representando as vendas de janeiro a abril, construído no Microsoft Office Excel 2016 (Configuração Local, Idioma Português-Brasil), com o Sistema Operacional Windows.
Imagem associada para resolução da questão
Assinale a alternativa correta acerca do tipo de gráfico apresentado. 
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Q1116111 Noções de Informática
A planilha a seguir foi construída utilizando-se o Microsoft Excel 2013 (Configuração Local, Idioma Português-Brasil). Analise-a para responder à questão.


A planilha anterior representa um simples painel de comissão de uma empresa de vendas. O total das vendas foi feito utilizando-se da seguinte fórmula na célula F3: =SOMA(B3:E3) e arrastando até a célula F6. A coluna Comissão foi calculada da seguinte maneira: vendedor que somou mais do que R$ 7.500,00 recebeu de comissão 2%, quem não atingiu esse valor recebeu de comissão 1%. Para isso foi utilizada uma fórmula na célula G3, arrastando-a até a célula G6 e os respectivos valores das comissões foram apresentados. Assinale a alternativa correta acerca da fórmula utilizada para o cálculo da comissão. 
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Q1116110 Noções de Informática
“Imagine que você foi solicitado a redigir um ofício na empresa onde trabalha e que será entregue a alguma repartição pública. Esse ofício deve estar livre de erros e o Microsoft Word 2013 (Configuração Local, Idioma Português-Brasil) apresenta uma ferramenta que ajuda muito nesta hora. Essa ferramenta verifica erros de ortografia e gramática, baseados na nova redação ortográfica, em curso no Brasil desde janeiro/2013. Além disso, também há a possibilidade de você realizar uma contagem de palavras dentro do seu ofício, por exemplo, visto que vários documentos podem ter limites de palavras na sua escrita.” Acerca do caminho para localização dessa ferramenta, assinale a alternativa correta.
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Q1116109 Noções de Informática
“No Windows 7, (Configuração Local, Idioma Português-Brasil) um recurso bastante interessante é um conjunto de miniaplicativos que oferecem informações rápidas, além de recursos que são mais frequentemente usados no Windows e podem exibir o horário do computador, tocar músicas, exibir notícias, mostrar a previsão do tempo, entre outras diversas funções.” Esse conjunto de miniaplicativos denomina-se:
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Q1116108 Noções de Informática
Tudo o que é salvo no computador recebe o nome de arquivo, seja ele de documentos, programas utilitários, fotos, vídeos etc, e são armazenados em pastas e/ou subpastas. As pastas também recebem o nome de diretórios e/ou subdiretórios. De acordo com o exposto, relacione adequadamente as colunas acerca de alguns dos elementos de uma pasta, tomando como base o Sistema Operacional Windows 7 (Configuração Local, Idioma Português-Brasil).
1. Painel de navegação. 2. Barra de endereços. 3. Painel de detalhes. 4. Lista de arquivos. 5. Caixa de pesquisar. 6. Barra de ferramentas.
( ) Permite procurar uma subpasta ou arquivo que esteja armazenado na pasta atual. ( ) Exibe as propriedades do arquivo ou pasta selecionada, como autor, data da última alteração. ( ) Possui botões para execução de tarefas comuns, como alterar a aparência de arquivos e pastas, copiar arquivos para um CD. ( ) Permite navegar em outra pasta sem fechar a janela da pasta atual. ( ) Exibe a estrutura de pastas. ( ) Exibe o conteúdo da pasta atual.
A sequência está correta em 
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Q1111432 Geografia
São características da organização espacial da região Sudeste, EXCETO:
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Q1111428 Conhecimentos Gerais
“Na região do Triângulo Mineiro, especificamente na cidade de Araxá, estão localizadas jazidas de um importante mineral do qual o Brasil é um dos maiores produtores mundiais. Esse mineral é fundamental para indústria de alta tecnologia e empregado em automóveis, turbinas de avião, gasodutos, em tomógrafos de ressonância magnética, na indústria aeroespacial, bélica e nuclear, além de outras inúmeras aplicações como lentes óticas, lâmpadas de alta intensidade, bens eletrônicos e até piercings.” Trata-se do mineral:
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Q1111422 Português

O faraó da intolerância

Individualmente, quase todos temos nossos faraós. Pode ser um chefe abusivo, um trabalho massacrante, uma relação mal resolvida ou uma dívida impagável.

   Até hoje, os judeus estão celebrando a festa de Pessach e relembrando os épicos acontecimentos que resultaram no Êxodo do Egito. Apesar de terem ocorrido há mais de 3.500 anos, manda a tradição judaica que devemos nos lembrar dos tempos de escravidão como se nós mesmos tivéssemos sido libertados.

   Um costume nesta época é cada um perguntar-se: qual é o meu faraó? Ao fazermos esta reflexão, buscamos identificar quem ou o que está nos mantendo presos e estagnados e nos impedindo de avançar e progredir.

   Individualmente, quase todos temos nossos faraós. Pode ser um chefe abusivo, um trabalho massacrante, uma relação mal resolvida ou uma dívida impagável. A dependência de drogas e do álcool e o medo do sucesso e do fracasso também nos mantêm cativos. Coletivamente, empresas, comunidades e sociedades inteiras podem igualmente estar sob jugo de faraós que não os deixam alcançar seu potencial.            

   Atualmente, os brasileiros são vítimas de um déspota mais cruel que o próprio Ramsés, o faraó da intolerância. Éramos livres e, aos poucos, tornamo-nos seus escravos. Deixamos que ele ditasse a forma como nos relacionamos com pessoas de diferentes etnias, religiões, orientações e posições políticas.

    Nós, judeus, sabemos bem aonde a intolerância pode levar uma sociedade. Fomos e continuamos a ser uma de suas maiores vítimas e estaremos sempre engajados no seu combate. É perturbador notar como ela passa a dominar as emoções, palavras e ações de pessoas à nossa volta. É triste ver como ela impede a união de que o Brasil tanto precisa para vencer seus imensos desafios.

   Estamos vivendo no cativeiro da intolerância. Precisamos nos libertar. Assim como fez Moisés em Êxodo 9-1, chegou a hora de encararmos esse faraó de frente e exigir: “Deixe meu povo ir!”

    Esta não será uma luta fácil, nem rápida. O faraó da intolerância fará de tudo para nos manter sob seu domínio. Como os hebreus no Egito, temos de perseverar. Uma, duas, dez vezes se necessário, vamos mostrar a ele nossa determinação de voltar a ser o que sempre fomos: um povo gentil, cordial e, acima de tudo, tolerante.

(Paulo Maltz. Disponível em: http://oglobo.globo.com/opiniao/o-farao-da-intolerancia-19200936#ixzz47PW1LYXI.)

“Fomos e continuamos a ser uma de suas maiores vítimas e estaremos sempre engajados no seu combate.” (5º§) Sobre o trecho em evidência, assinale a afirmativa correta.
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Q1111421 Português

O faraó da intolerância

Individualmente, quase todos temos nossos faraós. Pode ser um chefe abusivo, um trabalho massacrante, uma relação mal resolvida ou uma dívida impagável.

   Até hoje, os judeus estão celebrando a festa de Pessach e relembrando os épicos acontecimentos que resultaram no Êxodo do Egito. Apesar de terem ocorrido há mais de 3.500 anos, manda a tradição judaica que devemos nos lembrar dos tempos de escravidão como se nós mesmos tivéssemos sido libertados.

   Um costume nesta época é cada um perguntar-se: qual é o meu faraó? Ao fazermos esta reflexão, buscamos identificar quem ou o que está nos mantendo presos e estagnados e nos impedindo de avançar e progredir.

   Individualmente, quase todos temos nossos faraós. Pode ser um chefe abusivo, um trabalho massacrante, uma relação mal resolvida ou uma dívida impagável. A dependência de drogas e do álcool e o medo do sucesso e do fracasso também nos mantêm cativos. Coletivamente, empresas, comunidades e sociedades inteiras podem igualmente estar sob jugo de faraós que não os deixam alcançar seu potencial.            

   Atualmente, os brasileiros são vítimas de um déspota mais cruel que o próprio Ramsés, o faraó da intolerância. Éramos livres e, aos poucos, tornamo-nos seus escravos. Deixamos que ele ditasse a forma como nos relacionamos com pessoas de diferentes etnias, religiões, orientações e posições políticas.

    Nós, judeus, sabemos bem aonde a intolerância pode levar uma sociedade. Fomos e continuamos a ser uma de suas maiores vítimas e estaremos sempre engajados no seu combate. É perturbador notar como ela passa a dominar as emoções, palavras e ações de pessoas à nossa volta. É triste ver como ela impede a união de que o Brasil tanto precisa para vencer seus imensos desafios.

   Estamos vivendo no cativeiro da intolerância. Precisamos nos libertar. Assim como fez Moisés em Êxodo 9-1, chegou a hora de encararmos esse faraó de frente e exigir: “Deixe meu povo ir!”

    Esta não será uma luta fácil, nem rápida. O faraó da intolerância fará de tudo para nos manter sob seu domínio. Como os hebreus no Egito, temos de perseverar. Uma, duas, dez vezes se necessário, vamos mostrar a ele nossa determinação de voltar a ser o que sempre fomos: um povo gentil, cordial e, acima de tudo, tolerante.

(Paulo Maltz. Disponível em: http://oglobo.globo.com/opiniao/o-farao-da-intolerancia-19200936#ixzz47PW1LYXI.)

“Nós, judeus, sabemos bem aonde a intolerância pode levar uma sociedade. Fomos e continuamos a ser uma de suas maiores vítimas e estaremos sempre engajados no seu combate.” (5º§) Em se tratando da classe gramatical e de acordo com o contexto empregado, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos termos sublinhados.
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Q1111419 Português

O faraó da intolerância

Individualmente, quase todos temos nossos faraós. Pode ser um chefe abusivo, um trabalho massacrante, uma relação mal resolvida ou uma dívida impagável.

   Até hoje, os judeus estão celebrando a festa de Pessach e relembrando os épicos acontecimentos que resultaram no Êxodo do Egito. Apesar de terem ocorrido há mais de 3.500 anos, manda a tradição judaica que devemos nos lembrar dos tempos de escravidão como se nós mesmos tivéssemos sido libertados.

   Um costume nesta época é cada um perguntar-se: qual é o meu faraó? Ao fazermos esta reflexão, buscamos identificar quem ou o que está nos mantendo presos e estagnados e nos impedindo de avançar e progredir.

   Individualmente, quase todos temos nossos faraós. Pode ser um chefe abusivo, um trabalho massacrante, uma relação mal resolvida ou uma dívida impagável. A dependência de drogas e do álcool e o medo do sucesso e do fracasso também nos mantêm cativos. Coletivamente, empresas, comunidades e sociedades inteiras podem igualmente estar sob jugo de faraós que não os deixam alcançar seu potencial.            

   Atualmente, os brasileiros são vítimas de um déspota mais cruel que o próprio Ramsés, o faraó da intolerância. Éramos livres e, aos poucos, tornamo-nos seus escravos. Deixamos que ele ditasse a forma como nos relacionamos com pessoas de diferentes etnias, religiões, orientações e posições políticas.

    Nós, judeus, sabemos bem aonde a intolerância pode levar uma sociedade. Fomos e continuamos a ser uma de suas maiores vítimas e estaremos sempre engajados no seu combate. É perturbador notar como ela passa a dominar as emoções, palavras e ações de pessoas à nossa volta. É triste ver como ela impede a união de que o Brasil tanto precisa para vencer seus imensos desafios.

   Estamos vivendo no cativeiro da intolerância. Precisamos nos libertar. Assim como fez Moisés em Êxodo 9-1, chegou a hora de encararmos esse faraó de frente e exigir: “Deixe meu povo ir!”

    Esta não será uma luta fácil, nem rápida. O faraó da intolerância fará de tudo para nos manter sob seu domínio. Como os hebreus no Egito, temos de perseverar. Uma, duas, dez vezes se necessário, vamos mostrar a ele nossa determinação de voltar a ser o que sempre fomos: um povo gentil, cordial e, acima de tudo, tolerante.

(Paulo Maltz. Disponível em: http://oglobo.globo.com/opiniao/o-farao-da-intolerancia-19200936#ixzz47PW1LYXI.)

“É perturbador notar como ela passa a dominar as emoções, palavras e ações de pessoas à nossa volta.” (5º§) Quanto ao uso da crase em “à nossa volta”, é correto afirmar que
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Q1111417 Português

O faraó da intolerância

Individualmente, quase todos temos nossos faraós. Pode ser um chefe abusivo, um trabalho massacrante, uma relação mal resolvida ou uma dívida impagável.

   Até hoje, os judeus estão celebrando a festa de Pessach e relembrando os épicos acontecimentos que resultaram no Êxodo do Egito. Apesar de terem ocorrido há mais de 3.500 anos, manda a tradição judaica que devemos nos lembrar dos tempos de escravidão como se nós mesmos tivéssemos sido libertados.

   Um costume nesta época é cada um perguntar-se: qual é o meu faraó? Ao fazermos esta reflexão, buscamos identificar quem ou o que está nos mantendo presos e estagnados e nos impedindo de avançar e progredir.

   Individualmente, quase todos temos nossos faraós. Pode ser um chefe abusivo, um trabalho massacrante, uma relação mal resolvida ou uma dívida impagável. A dependência de drogas e do álcool e o medo do sucesso e do fracasso também nos mantêm cativos. Coletivamente, empresas, comunidades e sociedades inteiras podem igualmente estar sob jugo de faraós que não os deixam alcançar seu potencial.            

   Atualmente, os brasileiros são vítimas de um déspota mais cruel que o próprio Ramsés, o faraó da intolerância. Éramos livres e, aos poucos, tornamo-nos seus escravos. Deixamos que ele ditasse a forma como nos relacionamos com pessoas de diferentes etnias, religiões, orientações e posições políticas.

    Nós, judeus, sabemos bem aonde a intolerância pode levar uma sociedade. Fomos e continuamos a ser uma de suas maiores vítimas e estaremos sempre engajados no seu combate. É perturbador notar como ela passa a dominar as emoções, palavras e ações de pessoas à nossa volta. É triste ver como ela impede a união de que o Brasil tanto precisa para vencer seus imensos desafios.

   Estamos vivendo no cativeiro da intolerância. Precisamos nos libertar. Assim como fez Moisés em Êxodo 9-1, chegou a hora de encararmos esse faraó de frente e exigir: “Deixe meu povo ir!”

    Esta não será uma luta fácil, nem rápida. O faraó da intolerância fará de tudo para nos manter sob seu domínio. Como os hebreus no Egito, temos de perseverar. Uma, duas, dez vezes se necessário, vamos mostrar a ele nossa determinação de voltar a ser o que sempre fomos: um povo gentil, cordial e, acima de tudo, tolerante.

(Paulo Maltz. Disponível em: http://oglobo.globo.com/opiniao/o-farao-da-intolerancia-19200936#ixzz47PW1LYXI.)

Quanto à análise sintática, assinale a alternativa em que o termo sublinhado está INCORRETAMENTE relacionado.
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Q1111416 Português

O faraó da intolerância

Individualmente, quase todos temos nossos faraós. Pode ser um chefe abusivo, um trabalho massacrante, uma relação mal resolvida ou uma dívida impagável.

   Até hoje, os judeus estão celebrando a festa de Pessach e relembrando os épicos acontecimentos que resultaram no Êxodo do Egito. Apesar de terem ocorrido há mais de 3.500 anos, manda a tradição judaica que devemos nos lembrar dos tempos de escravidão como se nós mesmos tivéssemos sido libertados.

   Um costume nesta época é cada um perguntar-se: qual é o meu faraó? Ao fazermos esta reflexão, buscamos identificar quem ou o que está nos mantendo presos e estagnados e nos impedindo de avançar e progredir.

   Individualmente, quase todos temos nossos faraós. Pode ser um chefe abusivo, um trabalho massacrante, uma relação mal resolvida ou uma dívida impagável. A dependência de drogas e do álcool e o medo do sucesso e do fracasso também nos mantêm cativos. Coletivamente, empresas, comunidades e sociedades inteiras podem igualmente estar sob jugo de faraós que não os deixam alcançar seu potencial.            

   Atualmente, os brasileiros são vítimas de um déspota mais cruel que o próprio Ramsés, o faraó da intolerância. Éramos livres e, aos poucos, tornamo-nos seus escravos. Deixamos que ele ditasse a forma como nos relacionamos com pessoas de diferentes etnias, religiões, orientações e posições políticas.

    Nós, judeus, sabemos bem aonde a intolerância pode levar uma sociedade. Fomos e continuamos a ser uma de suas maiores vítimas e estaremos sempre engajados no seu combate. É perturbador notar como ela passa a dominar as emoções, palavras e ações de pessoas à nossa volta. É triste ver como ela impede a união de que o Brasil tanto precisa para vencer seus imensos desafios.

   Estamos vivendo no cativeiro da intolerância. Precisamos nos libertar. Assim como fez Moisés em Êxodo 9-1, chegou a hora de encararmos esse faraó de frente e exigir: “Deixe meu povo ir!”

    Esta não será uma luta fácil, nem rápida. O faraó da intolerância fará de tudo para nos manter sob seu domínio. Como os hebreus no Egito, temos de perseverar. Uma, duas, dez vezes se necessário, vamos mostrar a ele nossa determinação de voltar a ser o que sempre fomos: um povo gentil, cordial e, acima de tudo, tolerante.

(Paulo Maltz. Disponível em: http://oglobo.globo.com/opiniao/o-farao-da-intolerancia-19200936#ixzz47PW1LYXI.)

Atualmente, os brasileiros são vítimas de um déspota mais cruel que o próprio Ramsés, o faraó da intolerância.” (4º§) O trecho sublinhado exprime a ideia de
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Q1111414 Português

O faraó da intolerância

Individualmente, quase todos temos nossos faraós. Pode ser um chefe abusivo, um trabalho massacrante, uma relação mal resolvida ou uma dívida impagável.

   Até hoje, os judeus estão celebrando a festa de Pessach e relembrando os épicos acontecimentos que resultaram no Êxodo do Egito. Apesar de terem ocorrido há mais de 3.500 anos, manda a tradição judaica que devemos nos lembrar dos tempos de escravidão como se nós mesmos tivéssemos sido libertados.

   Um costume nesta época é cada um perguntar-se: qual é o meu faraó? Ao fazermos esta reflexão, buscamos identificar quem ou o que está nos mantendo presos e estagnados e nos impedindo de avançar e progredir.

   Individualmente, quase todos temos nossos faraós. Pode ser um chefe abusivo, um trabalho massacrante, uma relação mal resolvida ou uma dívida impagável. A dependência de drogas e do álcool e o medo do sucesso e do fracasso também nos mantêm cativos. Coletivamente, empresas, comunidades e sociedades inteiras podem igualmente estar sob jugo de faraós que não os deixam alcançar seu potencial.            

   Atualmente, os brasileiros são vítimas de um déspota mais cruel que o próprio Ramsés, o faraó da intolerância. Éramos livres e, aos poucos, tornamo-nos seus escravos. Deixamos que ele ditasse a forma como nos relacionamos com pessoas de diferentes etnias, religiões, orientações e posições políticas.

    Nós, judeus, sabemos bem aonde a intolerância pode levar uma sociedade. Fomos e continuamos a ser uma de suas maiores vítimas e estaremos sempre engajados no seu combate. É perturbador notar como ela passa a dominar as emoções, palavras e ações de pessoas à nossa volta. É triste ver como ela impede a união de que o Brasil tanto precisa para vencer seus imensos desafios.

   Estamos vivendo no cativeiro da intolerância. Precisamos nos libertar. Assim como fez Moisés em Êxodo 9-1, chegou a hora de encararmos esse faraó de frente e exigir: “Deixe meu povo ir!”

    Esta não será uma luta fácil, nem rápida. O faraó da intolerância fará de tudo para nos manter sob seu domínio. Como os hebreus no Egito, temos de perseverar. Uma, duas, dez vezes se necessário, vamos mostrar a ele nossa determinação de voltar a ser o que sempre fomos: um povo gentil, cordial e, acima de tudo, tolerante.

(Paulo Maltz. Disponível em: http://oglobo.globo.com/opiniao/o-farao-da-intolerancia-19200936#ixzz47PW1LYXI.)

O principal assunto do texto é:
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Q1111413 Português

O faraó da intolerância

Individualmente, quase todos temos nossos faraós. Pode ser um chefe abusivo, um trabalho massacrante, uma relação mal resolvida ou uma dívida impagável.

   Até hoje, os judeus estão celebrando a festa de Pessach e relembrando os épicos acontecimentos que resultaram no Êxodo do Egito. Apesar de terem ocorrido há mais de 3.500 anos, manda a tradição judaica que devemos nos lembrar dos tempos de escravidão como se nós mesmos tivéssemos sido libertados.

   Um costume nesta época é cada um perguntar-se: qual é o meu faraó? Ao fazermos esta reflexão, buscamos identificar quem ou o que está nos mantendo presos e estagnados e nos impedindo de avançar e progredir.

   Individualmente, quase todos temos nossos faraós. Pode ser um chefe abusivo, um trabalho massacrante, uma relação mal resolvida ou uma dívida impagável. A dependência de drogas e do álcool e o medo do sucesso e do fracasso também nos mantêm cativos. Coletivamente, empresas, comunidades e sociedades inteiras podem igualmente estar sob jugo de faraós que não os deixam alcançar seu potencial.            

   Atualmente, os brasileiros são vítimas de um déspota mais cruel que o próprio Ramsés, o faraó da intolerância. Éramos livres e, aos poucos, tornamo-nos seus escravos. Deixamos que ele ditasse a forma como nos relacionamos com pessoas de diferentes etnias, religiões, orientações e posições políticas.

    Nós, judeus, sabemos bem aonde a intolerância pode levar uma sociedade. Fomos e continuamos a ser uma de suas maiores vítimas e estaremos sempre engajados no seu combate. É perturbador notar como ela passa a dominar as emoções, palavras e ações de pessoas à nossa volta. É triste ver como ela impede a união de que o Brasil tanto precisa para vencer seus imensos desafios.

   Estamos vivendo no cativeiro da intolerância. Precisamos nos libertar. Assim como fez Moisés em Êxodo 9-1, chegou a hora de encararmos esse faraó de frente e exigir: “Deixe meu povo ir!”

    Esta não será uma luta fácil, nem rápida. O faraó da intolerância fará de tudo para nos manter sob seu domínio. Como os hebreus no Egito, temos de perseverar. Uma, duas, dez vezes se necessário, vamos mostrar a ele nossa determinação de voltar a ser o que sempre fomos: um povo gentil, cordial e, acima de tudo, tolerante.

(Paulo Maltz. Disponível em: http://oglobo.globo.com/opiniao/o-farao-da-intolerancia-19200936#ixzz47PW1LYXI.)

De acordo com o texto, é INCORRETO afirmar que
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Q1102272 Noções de Informática
Atualmente, é quase impossível de se imaginar o mundo sem os computadores, pois se tornaram parte integrante do cotidiano de todos, sendo, inclusive, ferramenta indispensável em vários segmentos. Os teclados dos computadores também evoluem consideravelmente; com isso, vários deles trazem diversas funções especiais, seja para games, músicas etc. Um conjunto de teclas, nomeadas de F1 até F12, dependendo da aplicação que se está trabalhando, pode possuir funções especiais. No Microsoft Word 2013, (Configuração Local, Idioma Português-Brasil), essas teclas têm funções especiais também. Quanto às funções que as teclas F4 e F8 representam, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1102271 Segurança da Informação
A possibilidade de perda de dados nas empresas é uma questão preocupante para os profissionais da TI. Para isso, estratégias de backups agendados são sempre utilizadas, uma vez que essa possibilidade é real, em vista de vários problemas que podem ocorrer. O Bacula é um software de backup, na verdade, um conjunto de programas que permite administrar backup, restaurar e verificar dados de computadores em uma rede de sistemas variados, open source, ou seja, é uma ferramenta livre, não há necessidade de se pagar licença para utilização. A configuração correta do Bacula é fundamental para que tudo transcorra corretamente. Um dos arquivos de configuração do Bacula é considerado o estoquista do sistema de backup, pois é o responsável por armazenar todos os dados, independentemente de qual (ou quais) dispositivo(s) seja(m) utilizado(s). Assinale-o.
Alternativas
Respostas
341: A
342: A
343: C
344: C
345: C
346: B
347: B
348: A
349: A
350: D
351: A
352: D
353: A
354: D
355: C
356: B
357: C
358: B
359: A
360: C