Questões de Concurso Comentadas para cadista

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Q1167870 História e Geografia de Estados e Municípios
Sobre o Município de Baixo Guandu/ES, podemos afirmar que:
Alternativas
Q1167869 Conhecimentos Gerais

A divisão política brasileira foi definida pela Constituição de 1988. Sobre os Estados e as Capitais numere a 2ª coluna de acordo com a primeira:


ESTADO

( I ) Maranhão

( II ) Mato Grosso do Sul

( III ) Santa Catarina

( IV ) Paraíba

( V ) Rio Grande do Sul


CAPITAL

ࡰ João Pessoa

ࡰ Florianópolis

ࡰ Porto Alegre

ࡰ São Luiz

ࡰ Campo Grande


A sequência correta é:

Alternativas
Q1167863 Português
Assinale a alternativa que apresenta frase com sujeito indeterminado:
Alternativas
Q1167862 Português
Assinale a alternativa incorreta. As palavras homônimas subdividem-se em:
Alternativas
Q1167861 Português
Em qual das alternativas a frase está corretamente escrita?
Alternativas
Q1167860 Português

Leia a tirinha com atenção e responda a seguir:


Imagem associada para resolução da questão

Fonte: https://www.google.com


A expressão “cidade”, empregada no texto acima, é um:

Alternativas
Q1167859 Português
É correto afirmar que, “mas”, “porém” e “senão” são:
Alternativas
Q1167858 Português
A crase é facultativa em qual dos casos abaixo?
Alternativas
Q1167857 Português

“A antiga paisagem colonial começou a ser substituída pela paisagem industrial.”


O verbo sublinhado nessa frase acima está no tempo:

Alternativas
Q1167856 Português

Carne na alimentação: quais países lideram o ranking?

Muitas pessoas dizem estar reduzindo a carne ou cortando por completo este alimento de suas dietas, mas estatísticas mostram uma realidade diferente -    inclusive no Brasil.                                                                                              

Por BBC

09/02/2019


Muitas pessoas têm prometido diminuir o consumo de carne - ou cortá-la completamente de sua dieta -, seja para ser mais saudáveis, reduzir o impacto no meio ambiente, prezar pelo bem-estar dos animais ou uma combinação desses motivos.

Um terço dos britânicos afirma ter parado de comer carne ou reduzido sua ingestão, enquanto dois terços dos americanos dizem que estão comendo menos carne.

A tendência se deve em parte a iniciativas como a Segundas Sem Carne, em que adeptos passam o primeiro dia útil da semana sem comer esse alimento, e a Veganuary, que incentiva ficar um mês assim.

Ao mesmo tempo, diversos documentários e defensores do veganismo vêm destacando os possíveis benefícios de comer menos carne. Mas quais são os efeitos práticos dessa mudança de comportamento?

O consumo de carne no mundo aumentou rapidamente nos últimos 50 anos, e sua produção hoje é quase cinco vezes maior do que no início dos anos 1960 - de 70 milhões de toneladas passou para mais de 330 milhões em 2017.

Uma razão para isso é que há muito mais pessoas no mundo. No início da década de 1960, havia cerca de 3 bilhões. Hoje, somos mais de 7,6 bilhões.

Embora o crescimento populacional seja um dos fatores, isso não explica por que a produção de carne quintuplicou.

Quando comparamos o consumo em diferentes países, vemos que, tipicamente, quanto mais rico, mais carne é consumida. Não há apenas mais pessoas no mundo. Há mais pessoas que podem comprar carne. [...]

Em 2013, de acordo com os últimos dados disponíveis, os Estados Unidos e a Austrália lideravam o ranking global de consumo anual de carne. Juntamente com a Nova Zelândia e a Argentina, os dois países ultrapassaram a marca de mais de 100 kg por pessoa, o equivalente a cerca de 50 frangos ou metade de um boi.

Altos níveis de consumo de carne podem ser vistos em todo o Ocidente, e, na maioria dos países da Europa Ocidental, o consumo é de 80 a 90 kg por pessoa.

No outro extremo do espectro, em muitos dos países mais pobres do mundo, come-se pouca carne. O etíope médio, por exemplo, consome apenas 7 kg, os ruandeses, 8 kg, e os nigerianos, 9 kg. Trata-se de um patamar dez vezes menor que o da média europeia.

Esses números representam a quantidade de carne per capita disponível para consumo, mas não levam em consideração o alimento desperdiçado. Na realidade, as pessoas comem um pouco menos de carne do que isso.

[...]

A Índia, no entanto, é uma importante exceção à regra. Enquanto a renda média triplicou desde 1990, o consumo de carne não seguiu o mesmo caminho.

É um equívoco presumir que a maioria dos indianos seja vegetariano - dois terços comem pelo menos um pouco de carne, de acordo com uma pesquisa realizada no país.

No entanto, o consumo de carne na Índia permaneceu reduzido. Com menos de 4 kg por pessoa por ano, é o menor do mundo. É provável que isso se deva em parte a fatores culturais, incluindo não comer certos animais por motivos religiosos. [...]

Mas em muitas nações, o consumo de carne vai muito além dos benefícios nutricionais básicos. Na verdade, pode ser um risco para a saúde. Estudos associam o consumo excessivo de carne vermelha e processada ao aumento do risco de doenças cardíacas, derrame e certos tipos de câncer.

Substituir carne ou bacon por frango pode ser, assim, um passo positivo. Essa troca também é melhor para o meio ambiente. Quando comparada com a carne de frango, a carne bovina tem um impacto três a dez vezes maior sobre o uso da terra, a água e as emissões de gases de efeito estufa. A carne de porco situa-se entre os dois.

Um futuro em que o consumo de carne é sustentável e equilibrado entre os países exigiria grandes mudanças. Isso significaria não apenas uma mudança nos tipos de carne que comemos, mas também na quantidade de carne que comemos.

Essencialmente, a carne teria que se tornar cada vez mais um "luxo".

Adaptado https://g1.globo.com/economia/agronegocios/2019/02/09/carne-na-alimentacao-quais-paises-lideram-o-ranking.ghtml

“É provável que isso se deva em parte a fatores culturais, incluindo não comer certos animais por motivos religiosos.”


Por essa frase, pode-se considerar que o autor do texto revela uma posição de:

Alternativas
Q1167855 Português

Carne na alimentação: quais países lideram o ranking?

Muitas pessoas dizem estar reduzindo a carne ou cortando por completo este alimento de suas dietas, mas estatísticas mostram uma realidade diferente -    inclusive no Brasil.                                                                                              

Por BBC

09/02/2019


Muitas pessoas têm prometido diminuir o consumo de carne - ou cortá-la completamente de sua dieta -, seja para ser mais saudáveis, reduzir o impacto no meio ambiente, prezar pelo bem-estar dos animais ou uma combinação desses motivos.

Um terço dos britânicos afirma ter parado de comer carne ou reduzido sua ingestão, enquanto dois terços dos americanos dizem que estão comendo menos carne.

A tendência se deve em parte a iniciativas como a Segundas Sem Carne, em que adeptos passam o primeiro dia útil da semana sem comer esse alimento, e a Veganuary, que incentiva ficar um mês assim.

Ao mesmo tempo, diversos documentários e defensores do veganismo vêm destacando os possíveis benefícios de comer menos carne. Mas quais são os efeitos práticos dessa mudança de comportamento?

O consumo de carne no mundo aumentou rapidamente nos últimos 50 anos, e sua produção hoje é quase cinco vezes maior do que no início dos anos 1960 - de 70 milhões de toneladas passou para mais de 330 milhões em 2017.

Uma razão para isso é que há muito mais pessoas no mundo. No início da década de 1960, havia cerca de 3 bilhões. Hoje, somos mais de 7,6 bilhões.

Embora o crescimento populacional seja um dos fatores, isso não explica por que a produção de carne quintuplicou.

Quando comparamos o consumo em diferentes países, vemos que, tipicamente, quanto mais rico, mais carne é consumida. Não há apenas mais pessoas no mundo. Há mais pessoas que podem comprar carne. [...]

Em 2013, de acordo com os últimos dados disponíveis, os Estados Unidos e a Austrália lideravam o ranking global de consumo anual de carne. Juntamente com a Nova Zelândia e a Argentina, os dois países ultrapassaram a marca de mais de 100 kg por pessoa, o equivalente a cerca de 50 frangos ou metade de um boi.

Altos níveis de consumo de carne podem ser vistos em todo o Ocidente, e, na maioria dos países da Europa Ocidental, o consumo é de 80 a 90 kg por pessoa.

No outro extremo do espectro, em muitos dos países mais pobres do mundo, come-se pouca carne. O etíope médio, por exemplo, consome apenas 7 kg, os ruandeses, 8 kg, e os nigerianos, 9 kg. Trata-se de um patamar dez vezes menor que o da média europeia.

Esses números representam a quantidade de carne per capita disponível para consumo, mas não levam em consideração o alimento desperdiçado. Na realidade, as pessoas comem um pouco menos de carne do que isso.

[...]

A Índia, no entanto, é uma importante exceção à regra. Enquanto a renda média triplicou desde 1990, o consumo de carne não seguiu o mesmo caminho.

É um equívoco presumir que a maioria dos indianos seja vegetariano - dois terços comem pelo menos um pouco de carne, de acordo com uma pesquisa realizada no país.

No entanto, o consumo de carne na Índia permaneceu reduzido. Com menos de 4 kg por pessoa por ano, é o menor do mundo. É provável que isso se deva em parte a fatores culturais, incluindo não comer certos animais por motivos religiosos. [...]

Mas em muitas nações, o consumo de carne vai muito além dos benefícios nutricionais básicos. Na verdade, pode ser um risco para a saúde. Estudos associam o consumo excessivo de carne vermelha e processada ao aumento do risco de doenças cardíacas, derrame e certos tipos de câncer.

Substituir carne ou bacon por frango pode ser, assim, um passo positivo. Essa troca também é melhor para o meio ambiente. Quando comparada com a carne de frango, a carne bovina tem um impacto três a dez vezes maior sobre o uso da terra, a água e as emissões de gases de efeito estufa. A carne de porco situa-se entre os dois.

Um futuro em que o consumo de carne é sustentável e equilibrado entre os países exigiria grandes mudanças. Isso significaria não apenas uma mudança nos tipos de carne que comemos, mas também na quantidade de carne que comemos.

Essencialmente, a carne teria que se tornar cada vez mais um "luxo".

Adaptado https://g1.globo.com/economia/agronegocios/2019/02/09/carne-na-alimentacao-quais-paises-lideram-o-ranking.ghtml

Embora o crescimento populacional seja um dos fatores, isso não explica por que a produção de carne quintuplicou.”


A palavra sublinhada nesse período estabelece a seguinte relação de ideia:

Alternativas
Q1167854 Português

Carne na alimentação: quais países lideram o ranking?

Muitas pessoas dizem estar reduzindo a carne ou cortando por completo este alimento de suas dietas, mas estatísticas mostram uma realidade diferente -    inclusive no Brasil.                                                                                              

Por BBC

09/02/2019


Muitas pessoas têm prometido diminuir o consumo de carne - ou cortá-la completamente de sua dieta -, seja para ser mais saudáveis, reduzir o impacto no meio ambiente, prezar pelo bem-estar dos animais ou uma combinação desses motivos.

Um terço dos britânicos afirma ter parado de comer carne ou reduzido sua ingestão, enquanto dois terços dos americanos dizem que estão comendo menos carne.

A tendência se deve em parte a iniciativas como a Segundas Sem Carne, em que adeptos passam o primeiro dia útil da semana sem comer esse alimento, e a Veganuary, que incentiva ficar um mês assim.

Ao mesmo tempo, diversos documentários e defensores do veganismo vêm destacando os possíveis benefícios de comer menos carne. Mas quais são os efeitos práticos dessa mudança de comportamento?

O consumo de carne no mundo aumentou rapidamente nos últimos 50 anos, e sua produção hoje é quase cinco vezes maior do que no início dos anos 1960 - de 70 milhões de toneladas passou para mais de 330 milhões em 2017.

Uma razão para isso é que há muito mais pessoas no mundo. No início da década de 1960, havia cerca de 3 bilhões. Hoje, somos mais de 7,6 bilhões.

Embora o crescimento populacional seja um dos fatores, isso não explica por que a produção de carne quintuplicou.

Quando comparamos o consumo em diferentes países, vemos que, tipicamente, quanto mais rico, mais carne é consumida. Não há apenas mais pessoas no mundo. Há mais pessoas que podem comprar carne. [...]

Em 2013, de acordo com os últimos dados disponíveis, os Estados Unidos e a Austrália lideravam o ranking global de consumo anual de carne. Juntamente com a Nova Zelândia e a Argentina, os dois países ultrapassaram a marca de mais de 100 kg por pessoa, o equivalente a cerca de 50 frangos ou metade de um boi.

Altos níveis de consumo de carne podem ser vistos em todo o Ocidente, e, na maioria dos países da Europa Ocidental, o consumo é de 80 a 90 kg por pessoa.

No outro extremo do espectro, em muitos dos países mais pobres do mundo, come-se pouca carne. O etíope médio, por exemplo, consome apenas 7 kg, os ruandeses, 8 kg, e os nigerianos, 9 kg. Trata-se de um patamar dez vezes menor que o da média europeia.

Esses números representam a quantidade de carne per capita disponível para consumo, mas não levam em consideração o alimento desperdiçado. Na realidade, as pessoas comem um pouco menos de carne do que isso.

[...]

A Índia, no entanto, é uma importante exceção à regra. Enquanto a renda média triplicou desde 1990, o consumo de carne não seguiu o mesmo caminho.

É um equívoco presumir que a maioria dos indianos seja vegetariano - dois terços comem pelo menos um pouco de carne, de acordo com uma pesquisa realizada no país.

No entanto, o consumo de carne na Índia permaneceu reduzido. Com menos de 4 kg por pessoa por ano, é o menor do mundo. É provável que isso se deva em parte a fatores culturais, incluindo não comer certos animais por motivos religiosos. [...]

Mas em muitas nações, o consumo de carne vai muito além dos benefícios nutricionais básicos. Na verdade, pode ser um risco para a saúde. Estudos associam o consumo excessivo de carne vermelha e processada ao aumento do risco de doenças cardíacas, derrame e certos tipos de câncer.

Substituir carne ou bacon por frango pode ser, assim, um passo positivo. Essa troca também é melhor para o meio ambiente. Quando comparada com a carne de frango, a carne bovina tem um impacto três a dez vezes maior sobre o uso da terra, a água e as emissões de gases de efeito estufa. A carne de porco situa-se entre os dois.

Um futuro em que o consumo de carne é sustentável e equilibrado entre os países exigiria grandes mudanças. Isso significaria não apenas uma mudança nos tipos de carne que comemos, mas também na quantidade de carne que comemos.

Essencialmente, a carne teria que se tornar cada vez mais um "luxo".

Adaptado https://g1.globo.com/economia/agronegocios/2019/02/09/carne-na-alimentacao-quais-paises-lideram-o-ranking.ghtml

“(...) em que adeptos passam o primeiro dia útil da semana sem comer esse alimento (...).”


Marque a alternativa que corresponde ao significado do termo destacado na frase acima.

Alternativas
Ano: 2017 Banca: Instituto Acesso Órgão: CODEMAR
Q1224066 Português
Que rostos mais coalhados, nossos rostos adolescentes em volta daquela mesa: o pai à cabeceira, o relógio de parede às suas costas, cada palavra sua ponderada pelo pêndulo, e nada naqueles tempos nos distraindo tanto como os sinos graves marcando as horas: “O tempo é o maior tesouro de que o homem pode dispor; embora inconsumível, o tempo é o nosso melhor alimento; sem medida que o conheça, o tempo é contudo nosso bem de maior grandeza: não tem começo; não tem fim; é um ponto exótico que não pode ser repartido, podendo entretanto prover igualmente a todo mundo; onipresente, o tempo está em tudo; existe tempo, por exemplo, nesta mesa antiga: existiu primeiro uma terra propícia, existiu depois uma árvore secular feita de anos sossegados, e existiu finalmente uma prancha nodosa e dura trabalhada pelas mãos de um artesão dia após dia; existe tempo na cadeira onde nos sentamos, nos outros móveis da família, nas paredes da nossa casa, na água que bebemos, na terra que fecunda, na semente que germina, nos frutos que colhemos, no pão em cima da mesa, na massa fértil dos nossos corpos na luz que nos ilumina, nas coisas que nos passam pela cabeça, no pó que dissemina, assim como em tudo que nos rodeia; rico não é o homem que coleciona e se pesa no amontoado de moedas, e nem aquele, devasso, que se estende, mãos e braços, em terras largas; rico só é o homem que aprendeu, piedoso e humilde, a conviver com o tempo, aproximando-se dele com ternura, não contrariando suas disposições, não se rebelando contra o seu curso, não irritando sua corrente, estando atento para o seu fluxo, brindando-o antes com sabedoria para receber dele os favores e não a sua ira; o equilíbrio da vida depende essencialmente deste bem supremo, e quem souber com acerto a quantidade de vagar, ou a de espera, que se deve pôr nas coisas, não corre nunca o risco, ao buscar por elas, de defrontar-se com o que não é (...)

NASSAR, Raduan. Obra completa. 1. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2016.

”Que rostos mais coalhados, nossos rostos adolescentes em volta daquela mesa: o pai à cabeceira, o relógio de parede às suas costas, cada palavra sua ponderada pelo pêndulo, e nada naqueles tempos nos distraindo tanto como os sinos graves marcando as horas...”

Quanto à tipologia textual, o trecho acima, retirado do texto, é predominantemente:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: Instituto Acesso Órgão: CODEMAR
Q1196502 Português
Déficit de atenção

Será que eu me tornei um sintoma da minha época ou essa é uma indisposição que só diz respeito a mim?

Seja como for, tenho achado cada vez mais difícil ler. Neste ano li menos livros do que no ano passado; no ano passado, li menos que no anterior; no ano anterior, menos que no ano que vinha antes. Todo mundo conhece o fenômeno do bloqueio criativo, a angústia do escritor diante da página em branco – eu, porém, fui acometido por um bloqueio de leitor. Trata-se de um problema que se manifesta de forma gradativa, de diferentes maneiras, nas mais variadas circunstâncias. Numa viagem recente às Bahamas, por exemplo, eu decidi que devia fazer um esforço para deixar de lado a leitura porque, afinal, pode-se ler um livro em qualquer lugar, mas aquele talvez fosse um dos poucos momentos em que eu teria a oportunidade de ver um mar tão turquesa, uma areia tão rosada. De maneira um pouco grandiloquente e pomposa, batizei essa minha condição de síndrome de Mir, a estação espacial russa: um cosmonauta que passou por lá declarou não ter lido uma única página do livro que levara na bagagem porque se deu conta de que aproveitaria melhor o seu tempo livre se simplesmente olhasse pela janela.

Muitas vezes acontece de eu estar com preguiça de ler, preferindo ver tevê. Ocorre também, com mais frequência, que eu me sinta autoconsciente diante da página. Ler nunca me pareceu algo trabalhoso – ao contrário de escrever –, de modo que, quando sinto que deveria estar trabalhando, associo essa obrigação à escrita. Pelo menos em teoria, quando não estou escrevendo estou livre para ler, mas nessas horas sinto uma culpa vaga, e no fim das contas, em vez de escrever (trabalhar) ou ler (relaxar), acabo não fazendo nem uma coisa nem outra: fico zanzando à toa, reorganizando os livros. Ou seja, não faço nada. (...)

Retirado de: DYER, Geoff. Déficit de atenção. Revista Piauí, n. 128. Editora Abril, 2017. p. 60.

Nos trechos abaixo, retirados do Texto, há alguns elementos que estabelecem relações anafóricas com termos anteriores. Entre os elementos destacados, aquele que não se refere a um termo anterior é:
Alternativas
Q900611 Desenho Industrial
Segundo a NBR 6492/1944, qual dos itens abaixo não é necessário para um projeto de fachada?
Alternativas
Q900610 Desenho Industrial
Ao final de um dobramento de folha A1 e outro de folha A3, qual o tamanho final do carimbo segundo a NBR 6492/1994?
Alternativas
Q900609 Desenho Industrial
De acordo com a NBR 6492/1994, qual a altura deve ser considerada a vista superior do plano secante horizontal?
Alternativas
Q900607 Desenho Industrial
Qual é a NBR que define o tamanho e padrão que devem ser impressos os papéis?
Alternativas
Q900604 Noções de Informática
Uma das formas de edição de cotas se faz clicando na barra de menus no comando __________ e em seguida __________. Complete a frase assinalando, entre as mencionadas abaixo, a opção correta:
Alternativas
Q900602 Noções de Informática
Sabendo que no “Autocad” temos duas formas de construção ou modificação de blocos e, sendo assim, temos os blocos e os blocos dinâmicos, marque abaixo qual dos itens tem características exclusivas de blocos dinâmicos:
Alternativas
Respostas
61: D
62: B
63: B
64: A
65: B
66: D
67: A
68: B
69: D
70: C
71: B
72: D
73: B
74: D
75: A
76: B
77: E
78: B
79: A
80: C