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“É sólida a confiança que nutre sobre as ciências naturais. E suas tentativas de examinar os acontecimentos históricos e sociais com o método típico das ciências naturais já pode ser visto nas Cartas Persas, nas quais também estão ativamente presentes outros ingredientes da mentalidade iluminista.” (Reale, 1990. P 744.)
“Muitas coisas governam os homens: os climas, as religiões, as leis, as máximas de governo, os exemplos das coisas passadas, os costumes, os usos – e disso tudo resulta um espírito geral.” (Reale, 1990. P 747.)
As citações anteriores remetem a qual filósofo iluminista?
Observe as charges.

I. É o princípio mais elementar da vida, ou seja, o princípio que governa e regula as atividades biológicas. II. Os animais possuem sensações, apetites e movimentos. III. É o pensamento e as operações a ele ligados, como a escolha racional.
Cada afirmativa anterior se relaciona, respectivamente, a qual parte?
O fragmento anterior se insere diretamente no contexto da filosofia
Sobre Santo Agostinho e seu pensamento, analise as afirmativas a seguir, marque V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) Apesar de Agostinho ter vivido uma experiência de conversão ao cristianismo, a fé sempre foi questão secundária em seu pensamento. ( ) O mal não é um ser, mas deficiência e privação do ser. Se o mal fosse uma substância, seria um bem. ( ) Agostinho organiza o mundo e a sociedade em uma unidade coletiva denominada Cidade de Deus, desconsiderando qualquer outra forma metafísica. ( ) Os bens finitos devem ser usados como meios e não serem transformados em objetos de fruição e deleite, como se fossem fins.
A sequência está correta em
Considerando o trecho anterior, analise as afirmativas a seguir. I. Seu saber era aparente e não efetivo, pois não possuía compromisso com a verdade, sim com o lucro. II. Ensinavam a arte de argumentar e persuadir, indispensável para exercer a cidadania numa democracia direta. III. Contribuíram para o ensino. Formaram um currículo de estudos que foi resgatado no período medieval. IV. Há periculosidade do pensamento no ponto de vista moral, bem como inconsistência na teorética. V. Os sofistas representam um fenômeno imprescindível. É impensável a filosofia sem eles.
A respeito do pensamento direto dos principais socráticos sobre os sofistas estão corretas apenas as afirmativas

(Sócrates. Disponível em: novaescola.org.br.)
Na perspectiva do desenvolvimento histórico da filosofia, um texto que aborda Sócrates e os sofistas, de uma maneira geral, poderia ser, adequadamente, intitulado de que modo?
Analise as afirmativas a seguir.
I. “‘Tudo se move’, ‘tudo escorre’ (panta rhei), nada permanece imóvel e fixo, tudo muda e se transmuta, sem exceção.”
PORQUE
II. “Não se pode descer duas vezes o mesmo rio e não se pode tocar duas vezes uma substância mortal no mesmo estado, pois, por causa da impetuosidade e da velocidade da mudança, ela se dispersa e se reúne, vem e vai.” Assinale a alternativa correta.
Dentre as alternativas a seguir, apenas uma compõe o pensamento filosófico de Anaximandro; assinale-a.
Ao pensar assim, Platão estaria constatando o que mais tarde seria chamado de:
Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.
Essa afirmação se refere estritamente à filosofia:
Trecho II “[...] A filosofia visa a ser ‘explicação puramente racional daquela totalidade’ que tem por objeto. O que vale em filosofia é o argumento da razão, a motivação lógica, o logos. Não basta à filosofia constatar, determinar dados de fato ou reunir experiências: ela deve ir além do ato e além das experiências, para encontrar a causa ou as causas precisamente através da razão. É justamente esse caráter que confere cientificidade à filosofia. Pode-se dizer que esse caráter também é comum às outras ciências, que, enquanto tais, nunca são uma mera constatação empírica, mas também são pesquisas de causas e razões.” (Reale, 1990. V 1. P 22.)
Os dois trechos citados anteriormente se referem, respectivamente, a quais conotações da filosofia antiga?
É tarde demais quando já não é possível pensar... Esse é o movimento que os tempos hipermodernos nos apresentam: lançar-nos tanto à opinião, afastar-nos tanto do conceito, como forma de fugir do caos, que de repente o pensamento já não é mais possível. É mais do que tempo, pois, de fazermos das escolas um espaço de resistência a isso. E se a escola não puder ser propriamente o lugar do exercício do conceito, que seja ao menos de uma propedêutica ao conceito.
Deleuze e Guattari afirmaram que é preciso investir em uma “pedagogia do conceito”, à qual os filósofos se dedicaram pouco ao longo da história. Ora, se os conceitos não estão dados, mas são criados, é possível se desvendarem as regras, os processos, os caminhos de criação dos conceitos; é possível — e é necessária — uma pedagogia do conceito, isto é, um aprendizado em torno do ato criativo de um conceito.
No que concerne ao trato com as aulas de filosofia na educação média, penso que a pedagogia do conceito poderia estar articulada em torno de quatro momentos didáticos: uma etapa de sensibilização, uma etapa de problematização, uma etapa de investigação e, finalmente, uma etapa de conceituação (isto é, de criação ou recriação do conceito).
Silvio Gallo. Metodologia do ensino de filosofia: uma didática para o ensino médio. Papirus, 2012, p. 95 (com adaptações).
Considerando as ideias do texto precedente e o assunto nele abordado, julgue o item seguinte.
A proposta de uma pedagogia do conceito converge para
uma atitude didática conteudista.
É tarde demais quando já não é possível pensar... Esse é o movimento que os tempos hipermodernos nos apresentam: lançar-nos tanto à opinião, afastar-nos tanto do conceito, como forma de fugir do caos, que de repente o pensamento já não é mais possível. É mais do que tempo, pois, de fazermos das escolas um espaço de resistência a isso. E se a escola não puder ser propriamente o lugar do exercício do conceito, que seja ao menos de uma propedêutica ao conceito.
Deleuze e Guattari afirmaram que é preciso investir em uma “pedagogia do conceito”, à qual os filósofos se dedicaram pouco ao longo da história. Ora, se os conceitos não estão dados, mas são criados, é possível se desvendarem as regras, os processos, os caminhos de criação dos conceitos; é possível — e é necessária — uma pedagogia do conceito, isto é, um aprendizado em torno do ato criativo de um conceito.
No que concerne ao trato com as aulas de filosofia na educação média, penso que a pedagogia do conceito poderia estar articulada em torno de quatro momentos didáticos: uma etapa de sensibilização, uma etapa de problematização, uma etapa de investigação e, finalmente, uma etapa de conceituação (isto é, de criação ou recriação do conceito).
Silvio Gallo. Metodologia do ensino de filosofia: uma didática para o ensino médio. Papirus, 2012, p. 95 (com adaptações).
Considerando as ideias do texto precedente e o assunto nele abordado, julgue o item seguinte.
A propedêutica corresponde ao estudo especializado dos temas
mais relevantes da tradição filosófica como forma de garantir
profundidade na aprendizagem dos estudantes.
É tarde demais quando já não é possível pensar... Esse é o movimento que os tempos hipermodernos nos apresentam: lançar-nos tanto à opinião, afastar-nos tanto do conceito, como forma de fugir do caos, que de repente o pensamento já não é mais possível. É mais do que tempo, pois, de fazermos das escolas um espaço de resistência a isso. E se a escola não puder ser propriamente o lugar do exercício do conceito, que seja ao menos de uma propedêutica ao conceito.
Deleuze e Guattari afirmaram que é preciso investir em uma “pedagogia do conceito”, à qual os filósofos se dedicaram pouco ao longo da história. Ora, se os conceitos não estão dados, mas são criados, é possível se desvendarem as regras, os processos, os caminhos de criação dos conceitos; é possível — e é necessária — uma pedagogia do conceito, isto é, um aprendizado em torno do ato criativo de um conceito.
No que concerne ao trato com as aulas de filosofia na educação média, penso que a pedagogia do conceito poderia estar articulada em torno de quatro momentos didáticos: uma etapa de sensibilização, uma etapa de problematização, uma etapa de investigação e, finalmente, uma etapa de conceituação (isto é, de criação ou recriação do conceito).
Silvio Gallo. Metodologia do ensino de filosofia: uma didática para o ensino médio. Papirus, 2012, p. 95 (com adaptações).
Considerando as ideias do texto precedente e o assunto nele abordado, julgue o item seguinte.
A proposta de uma pedagogia do conceito contraria
didaticamente a de um ensino que tenha como referência
a história da filosofia.
É tarde demais quando já não é possível pensar... Esse é o movimento que os tempos hipermodernos nos apresentam: lançar-nos tanto à opinião, afastar-nos tanto do conceito, como forma de fugir do caos, que de repente o pensamento já não é mais possível. É mais do que tempo, pois, de fazermos das escolas um espaço de resistência a isso. E se a escola não puder ser propriamente o lugar do exercício do conceito, que seja ao menos de uma propedêutica ao conceito.
Deleuze e Guattari afirmaram que é preciso investir em uma “pedagogia do conceito”, à qual os filósofos se dedicaram pouco ao longo da história. Ora, se os conceitos não estão dados, mas são criados, é possível se desvendarem as regras, os processos, os caminhos de criação dos conceitos; é possível — e é necessária — uma pedagogia do conceito, isto é, um aprendizado em torno do ato criativo de um conceito.
No que concerne ao trato com as aulas de filosofia na educação média, penso que a pedagogia do conceito poderia estar articulada em torno de quatro momentos didáticos: uma etapa de sensibilização, uma etapa de problematização, uma etapa de investigação e, finalmente, uma etapa de conceituação (isto é, de criação ou recriação do conceito).
Silvio Gallo. Metodologia do ensino de filosofia: uma didática para o ensino médio. Papirus, 2012, p. 95 (com adaptações).
Considerando as ideias do texto precedente e o assunto nele abordado, julgue o item seguinte.
A proposta metodológica do autor do texto, Silvio Gallo,
concorda com o pensamento de Gilles Deleuze e Félix
Guattari, autores que definem a filosofia como a arte
de criar conceitos.
Com relação à interdisciplinaridade no ensino de filosofia, julgue o próximo item.
O ensino de lógica permite a abordagem interdisciplinar.