Questões de Concurso
Comentadas para operador de máquinas
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Leia o texto para responder à questão.
Numa cidade grande, a gente se sente pequeno. Numa cidade pequena, a gente se sente grande. Será mesmo assim? No interior é tudo mais calmo e pacato, e as pessoas só escutam músicas do estilo sertanejo? Existem inúmeras vantagens e desvantagens de viver no interior, mas tudo depende do estilo de vida e do objetivo de cada um.
Os interioranos são mais apegados, mais solidários e mais simpáticos. Talvez seja assim pela facilidade de todos se conhecerem ou terem algum conhecido em comum. Isso acaba deixando-os mais atenciosos uns com os outros. Nas cidades grandes, você só vê os habitantes andando pelas ruas com fones de ouvido, sempre apressados, indiferentes, e sem olharem uns para os outros. Se uma pessoa vai comprar um bilhete do metrô, a atendente vende o bilhete, mas é capaz que não fale nem um “bom dia”. Se alguém precisa de uma informação, as pessoas têm receio de ajudar esse alguém.
(Diego Carza. Vida no interior. http://apezinho.com.br, 08.07.2014. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
Francisca trabalhou dos dez aos 48 anos em “casa de família”, no Rio. Nunca alcançou um salário mínimo nem lhe assinaram a carteira. Quando infartou e não pôde mais trabalhar, ficou com uma mão na frente e a outra atrás: não teve direito a pensão nem aposentadoria. O marido cata papel no lixão. O filho que morreu foi gari, açougueiro, entregador de verduras no Ceasa. Fez até curso de segurança. Depois de um ano desempregado, virou traficante. Durou um ano vivo. “Ele ganhava 1500 reais por semana. Pagava meus remédios, passagem, prestação do guarda-roupa, gás, tudo”, diz Francisca. “Não era o que eu desejava para ele. Sonhava que fosse mecânico. Mas eu aceitava o dinheiro porque não tinha opção.”
Ao chegar do trabalho, o filho deixava o fuzil no portão. Como se fosse a caixa de ferramentas. “Meu filho, não quero esses brinquedos perigosos dentro de casa”, Francisca dizia. Como bom filho, ele obedecia.
(Eliane Brum. O olho da rua. São Paulo: Globo, 2008. Adaptado)
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Francisca trabalhou dos dez aos 48 anos em “casa de família”, no Rio. Nunca alcançou um salário mínimo nem lhe assinaram a carteira. Quando infartou e não pôde mais trabalhar, ficou com uma mão na frente e a outra atrás: não teve direito a pensão nem aposentadoria. O marido cata papel no lixão. O filho que morreu foi gari, açougueiro, entregador de verduras no Ceasa. Fez até curso de segurança. Depois de um ano desempregado, virou traficante. Durou um ano vivo. “Ele ganhava 1500 reais por semana. Pagava meus remédios, passagem, prestação do guarda-roupa, gás, tudo”, diz Francisca. “Não era o que eu desejava para ele. Sonhava que fosse mecânico. Mas eu aceitava o dinheiro porque não tinha opção.”
Ao chegar do trabalho, o filho deixava o fuzil no portão. Como se fosse a caixa de ferramentas. “Meu filho, não quero esses brinquedos perigosos dentro de casa”, Francisca dizia. Como bom filho, ele obedecia.
(Eliane Brum. O olho da rua. São Paulo: Globo, 2008. Adaptado)
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Francisca trabalhou dos dez aos 48 anos em “casa de família”, no Rio. Nunca alcançou um salário mínimo nem lhe assinaram a carteira. Quando infartou e não pôde mais trabalhar, ficou com uma mão na frente e a outra atrás: não teve direito a pensão nem aposentadoria. O marido cata papel no lixão. O filho que morreu foi gari, açougueiro, entregador de verduras no Ceasa. Fez até curso de segurança. Depois de um ano desempregado, virou traficante. Durou um ano vivo. “Ele ganhava 1500 reais por semana. Pagava meus remédios, passagem, prestação do guarda-roupa, gás, tudo”, diz Francisca. “Não era o que eu desejava para ele. Sonhava que fosse mecânico. Mas eu aceitava o dinheiro porque não tinha opção.”
Ao chegar do trabalho, o filho deixava o fuzil no portão. Como se fosse a caixa de ferramentas. “Meu filho, não quero esses brinquedos perigosos dentro de casa”, Francisca dizia. Como bom filho, ele obedecia.
(Eliane Brum. O olho da rua. São Paulo: Globo, 2008. Adaptado)
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Francisca trabalhou dos dez aos 48 anos em “casa de família”, no Rio. Nunca alcançou um salário mínimo nem lhe assinaram a carteira. Quando infartou e não pôde mais trabalhar, ficou com uma mão na frente e a outra atrás: não teve direito a pensão nem aposentadoria. O marido cata papel no lixão. O filho que morreu foi gari, açougueiro, entregador de verduras no Ceasa. Fez até curso de segurança. Depois de um ano desempregado, virou traficante. Durou um ano vivo. “Ele ganhava 1500 reais por semana. Pagava meus remédios, passagem, prestação do guarda-roupa, gás, tudo”, diz Francisca. “Não era o que eu desejava para ele. Sonhava que fosse mecânico. Mas eu aceitava o dinheiro porque não tinha opção.”
Ao chegar do trabalho, o filho deixava o fuzil no portão. Como se fosse a caixa de ferramentas. “Meu filho, não quero esses brinquedos perigosos dentro de casa”, Francisca dizia. Como bom filho, ele obedecia.
(Eliane Brum. O olho da rua. São Paulo: Globo, 2008. Adaptado)
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Francisca trabalhou dos dez aos 48 anos em “casa de família”, no Rio. Nunca alcançou um salário mínimo nem lhe assinaram a carteira. Quando infartou e não pôde mais trabalhar, ficou com uma mão na frente e a outra atrás: não teve direito a pensão nem aposentadoria. O marido cata papel no lixão. O filho que morreu foi gari, açougueiro, entregador de verduras no Ceasa. Fez até curso de segurança. Depois de um ano desempregado, virou traficante. Durou um ano vivo. “Ele ganhava 1500 reais por semana. Pagava meus remédios, passagem, prestação do guarda-roupa, gás, tudo”, diz Francisca. “Não era o que eu desejava para ele. Sonhava que fosse mecânico. Mas eu aceitava o dinheiro porque não tinha opção.”
Ao chegar do trabalho, o filho deixava o fuzil no portão. Como se fosse a caixa de ferramentas. “Meu filho, não quero esses brinquedos perigosos dentro de casa”, Francisca dizia. Como bom filho, ele obedecia.
(Eliane Brum. O olho da rua. São Paulo: Globo, 2008. Adaptado)
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Francisca trabalhou dos dez aos 48 anos em “casa de família”, no Rio. Nunca alcançou um salário mínimo nem lhe assinaram a carteira. Quando infartou e não pôde mais trabalhar, ficou com uma mão na frente e a outra atrás: não teve direito a pensão nem aposentadoria. O marido cata papel no lixão. O filho que morreu foi gari, açougueiro, entregador de verduras no Ceasa. Fez até curso de segurança. Depois de um ano desempregado, virou traficante. Durou um ano vivo. “Ele ganhava 1500 reais por semana. Pagava meus remédios, passagem, prestação do guarda-roupa, gás, tudo”, diz Francisca. “Não era o que eu desejava para ele. Sonhava que fosse mecânico. Mas eu aceitava o dinheiro porque não tinha opção.”
Ao chegar do trabalho, o filho deixava o fuzil no portão. Como se fosse a caixa de ferramentas. “Meu filho, não quero esses brinquedos perigosos dentro de casa”, Francisca dizia. Como bom filho, ele obedecia.
(Eliane Brum. O olho da rua. São Paulo: Globo, 2008. Adaptado)
I. Armazenar objetos de maior peso em altura média, próximo à linha da cintura, é uma das recomendações do texto para minimizar os riscos ergonômicos. II. De acordo com as recomendações do texto, é importante priorizar a adoção de mecanismos de regulação que possibilitem a alternância de posturas, tais como: intercalar tarefas, revezar atividades com os colegas ou evitar deslocar-se para beber água e ir ao banheiro.
Marque a alternativa CORRETA:
I. O texto recomenda que, ao ficar de pé por tempo prolongado, deve-se evitar utilizar apoios para alternar os pés sobre ele, pois essa atitude pode prejudicar a posição da coluna vertebral e a circular dos membros inferiores. II. De acordo com o texto, quando utilizados frequentemente, devese manter os objetos e os equipamentos alcançáveis sem a necessidade de torção do tronco, flexão da coluna e extensão dos braços acima da linha dos ombros.
Marque a alternativa CORRETA:
I. Durante a operação do seu equipamento, o profissional responsável por operar tratores, motoniveladoras, escavadeiras e outras máquinas pesadas deve manter-se afastado de todas as peças rotativas e em movimento, seguindo, assim, as recomendações e normas de segurança aplicáveis ao seu trabalho. II. As funções do óleo lubrificante incluem elevar o atrito com consequente aumento do desgaste das partes em contato e atuar como agente de limpeza, mantendo os carvões e partículas de metais que são acumuladas no motor.
Marque a alternativa CORRETA:
I. O profissional responsável por operar tratores, motoniveladoras, escavadeiras e outras máquinas pesadas deve apoiar o seu equipamento de maneira adequada antes de executar qualquer trabalho ou manutenção sob o mesmo, seguindo assim as normas de segurança aplicáveis ao seu trabalho. II. O profissional responsável por operar tratores, motoniveladoras, escavadeiras e outras máquinas pesadas não deve conhecer a largura do seu equipamento, sendo vedado ao mesmo manter distâncias livres quando operar o equipamento perto de cercas ou de obstáculos limítrofes.
Marque a alternativa CORRETA:
I. A função da bateria é fornecer a energia necessária para o correto funcionamento do veículo. A maior parte dessa energia é usada para a partida do motor, além de alimentar parte do sistema elétrico do veículo e auxiliar o alternador, por tempo indeterminado, se por algum motivo ele não conseguir fornecer a totalidade da corrente elétrica necessária. II. A embreagem atua desligando o motor das rodas motrizes, quando se efetua uma mudança de velocidade ou quando o veículo parte de sua posição inicial. Uma forma de evitar problemas relacionados ao mau uso da embreagem é segurar o veículo em uma rampa utilizando a embreagem como freio. Tal procedimento evita qualquer desgaste do disco.
Marque a alternativa CORRETA:
I. O condutor deve, a todo momento, ter domínio de seu veículo e dirigi-lo com atenção. II. Nas vias ou trechos de vias em obras é dispensada a afixação de sinalização específica e adequada.
Marque a alternativa CORRETA:
I. Ao aproximar-se de um cruzamento, o condutor deve acelerar ao máximo o seu veículo. II. Durante a noite, em circulação, o condutor deve manter a luz de placa apagada.
Marque a alternativa CORRETA:
I. A realização da manutenção preventiva de máquinas pesadas traz muitos benefícios, como o aumento do tempo de vida do equipamento e a redução de quebras e falhas. Assim, é recomendável atentar para os prazos e momentos certos de troca de peças, óleos e outras revisões e inspeções programadas. II. Quando utilizar ar comprimido e/ou água sob pressão para a limpeza do seu equipamento, o profissional responsável por operar tratores, motoniveladoras, escavadeiras e outras máquinas pesadas deve usar roupas protetoras, sapatos protetores e proteção para os olhos, seguindo assim as normas de segurança aplicáveis ao seu trabalho.
Marque a alternativa CORRETA:
