Questões de Concurso Comentadas para operador de máquinas

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Q2434045 Português

Distância


Em uma cidade há um milhão e meio de pessoas; em outra há outros milhões: e as cidades são tão longe uma de outra que nesta é inverno quando naquela é verão. Em cada uma dessas cidades há uma pessoa; e essas duas pessoas tão distantes acaso pensareis que podem cultivar em segredo, como plantinha de estufa, um amor a distância?

Andam em ruas tão diferentes e passam o dia falando línguas diversas; cada uma tem em torno de si uma presença constante e inumerável de olhos, vozes, notícias. Não se telefonam nunca; é tão caro, e além disso, que se diriam? Escrevem-se. Mas uma carta leva dias para chegar; ainda que venha vibrando, cálida, cheia de sentimento, quem sabe se no momento em que é lida já não poderia ter sido escrita? A carta não diz o que a outra pessoa está sentindo, diz o que sentiu na semana passada… e as semanas passam de maneira assustadora, os domingos se precipitam mal começam as noites de sábado, as segundas retornam com veemência gritando — “outra semana!” —, e as quartas já têm um gosto de sexta, e o abril de de-já-hoje quando se viu era mudado em agosto…

Sim, há uma frase na carta cheia de calor, cheia de luz, mas a vida presente é traiçoeira e os astrônomos não dizem que muita vez ficamos como patetas a ver uma linda estrela jurando pela sua existência — e, no entanto, há séculos ela se apagou na escuridão do caos, sua luz é que custou a fazer a viagem? Direis que não importa a estrela em si mesma, e sim a luz que ela nos manda — e eu vos direi: amai para entendê-las!

Ao que ama o que lhe importa não é a luz nem o som, é a própria pessoa amada mesma, o seu vero cabelo, e o vero pelo, o osso de seu joelho, sua terna e úmida presença carnal, o imediato calor; é o de hoje, o agora, o aqui — e isso não há.

Então a outra pessoa vira retratinho no bolso, borboleta perdida no ar, brisa que a testa recebe na esquina, tudo o que for eco, sombra, imagem, nada, um pequeno fantasma, e nada mais. E a vida de todo dia vai gastando insensivelmente a outra pessoa, hoje lhe tira um modesto fio de cabelo, amanhã apenas passa a unha de leve fazendo um traço branco na sua coxa queimada pelo sol, de súbito a outra pessoa entra em fading um sábado inteiro, está se gastando, perdendo seu poder emissor a distância.

Cuidais amar uma pessoa, e ao fim vosso amor é um maço de papéis escritos no fundo de uma gaveta que se abre cada vez menos… Não ameis a distância, não ameis, não ameis!

(Rubem Braga. In: 200 Crônicas Escolhidas. Editora Record, 2010.

Adaptado.)

No trecho “Ao que ama o que lhe importa não é a luz nem o som, é a própria pessoa amada mesma, o seu vero cabelo, e o vero pelo, o osso de seu joelho, sua terna e úmida presença carnal, o imediato calor; é o de hoje, o agora, o aqui — e isso não há.” (4º§), o uso do travessão se justifica por:

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Q2434044 Português

Distância


Em uma cidade há um milhão e meio de pessoas; em outra há outros milhões: e as cidades são tão longe uma de outra que nesta é inverno quando naquela é verão. Em cada uma dessas cidades há uma pessoa; e essas duas pessoas tão distantes acaso pensareis que podem cultivar em segredo, como plantinha de estufa, um amor a distância?

Andam em ruas tão diferentes e passam o dia falando línguas diversas; cada uma tem em torno de si uma presença constante e inumerável de olhos, vozes, notícias. Não se telefonam nunca; é tão caro, e além disso, que se diriam? Escrevem-se. Mas uma carta leva dias para chegar; ainda que venha vibrando, cálida, cheia de sentimento, quem sabe se no momento em que é lida já não poderia ter sido escrita? A carta não diz o que a outra pessoa está sentindo, diz o que sentiu na semana passada… e as semanas passam de maneira assustadora, os domingos se precipitam mal começam as noites de sábado, as segundas retornam com veemência gritando — “outra semana!” —, e as quartas já têm um gosto de sexta, e o abril de de-já-hoje quando se viu era mudado em agosto…

Sim, há uma frase na carta cheia de calor, cheia de luz, mas a vida presente é traiçoeira e os astrônomos não dizem que muita vez ficamos como patetas a ver uma linda estrela jurando pela sua existência — e, no entanto, há séculos ela se apagou na escuridão do caos, sua luz é que custou a fazer a viagem? Direis que não importa a estrela em si mesma, e sim a luz que ela nos manda — e eu vos direi: amai para entendê-las!

Ao que ama o que lhe importa não é a luz nem o som, é a própria pessoa amada mesma, o seu vero cabelo, e o vero pelo, o osso de seu joelho, sua terna e úmida presença carnal, o imediato calor; é o de hoje, o agora, o aqui — e isso não há.

Então a outra pessoa vira retratinho no bolso, borboleta perdida no ar, brisa que a testa recebe na esquina, tudo o que for eco, sombra, imagem, nada, um pequeno fantasma, e nada mais. E a vida de todo dia vai gastando insensivelmente a outra pessoa, hoje lhe tira um modesto fio de cabelo, amanhã apenas passa a unha de leve fazendo um traço branco na sua coxa queimada pelo sol, de súbito a outra pessoa entra em fading um sábado inteiro, está se gastando, perdendo seu poder emissor a distância.

Cuidais amar uma pessoa, e ao fim vosso amor é um maço de papéis escritos no fundo de uma gaveta que se abre cada vez menos… Não ameis a distância, não ameis, não ameis!

(Rubem Braga. In: 200 Crônicas Escolhidas. Editora Record, 2010.

Adaptado.)

A interlocução, ou seja, a conversação entre articulista e leitor é um recurso que pode ser observado na construção do texto, produzindo um efeito de

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Q2434043 Português

Distância


Em uma cidade há um milhão e meio de pessoas; em outra há outros milhões: e as cidades são tão longe uma de outra que nesta é inverno quando naquela é verão. Em cada uma dessas cidades há uma pessoa; e essas duas pessoas tão distantes acaso pensareis que podem cultivar em segredo, como plantinha de estufa, um amor a distância?

Andam em ruas tão diferentes e passam o dia falando línguas diversas; cada uma tem em torno de si uma presença constante e inumerável de olhos, vozes, notícias. Não se telefonam nunca; é tão caro, e além disso, que se diriam? Escrevem-se. Mas uma carta leva dias para chegar; ainda que venha vibrando, cálida, cheia de sentimento, quem sabe se no momento em que é lida já não poderia ter sido escrita? A carta não diz o que a outra pessoa está sentindo, diz o que sentiu na semana passada… e as semanas passam de maneira assustadora, os domingos se precipitam mal começam as noites de sábado, as segundas retornam com veemência gritando — “outra semana!” —, e as quartas já têm um gosto de sexta, e o abril de de-já-hoje quando se viu era mudado em agosto…

Sim, há uma frase na carta cheia de calor, cheia de luz, mas a vida presente é traiçoeira e os astrônomos não dizem que muita vez ficamos como patetas a ver uma linda estrela jurando pela sua existência — e, no entanto, há séculos ela se apagou na escuridão do caos, sua luz é que custou a fazer a viagem? Direis que não importa a estrela em si mesma, e sim a luz que ela nos manda — e eu vos direi: amai para entendê-las!

Ao que ama o que lhe importa não é a luz nem o som, é a própria pessoa amada mesma, o seu vero cabelo, e o vero pelo, o osso de seu joelho, sua terna e úmida presença carnal, o imediato calor; é o de hoje, o agora, o aqui — e isso não há.

Então a outra pessoa vira retratinho no bolso, borboleta perdida no ar, brisa que a testa recebe na esquina, tudo o que for eco, sombra, imagem, nada, um pequeno fantasma, e nada mais. E a vida de todo dia vai gastando insensivelmente a outra pessoa, hoje lhe tira um modesto fio de cabelo, amanhã apenas passa a unha de leve fazendo um traço branco na sua coxa queimada pelo sol, de súbito a outra pessoa entra em fading um sábado inteiro, está se gastando, perdendo seu poder emissor a distância.

Cuidais amar uma pessoa, e ao fim vosso amor é um maço de papéis escritos no fundo de uma gaveta que se abre cada vez menos… Não ameis a distância, não ameis, não ameis!

(Rubem Braga. In: 200 Crônicas Escolhidas. Editora Record, 2010.

Adaptado.)

Podemos afirmar que o 1º período do texto é marcado por uma

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Q2434042 Português

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Em uma cidade há um milhão e meio de pessoas; em outra há outros milhões: e as cidades são tão longe uma de outra que nesta é inverno quando naquela é verão. Em cada uma dessas cidades há uma pessoa; e essas duas pessoas tão distantes acaso pensareis que podem cultivar em segredo, como plantinha de estufa, um amor a distância?

Andam em ruas tão diferentes e passam o dia falando línguas diversas; cada uma tem em torno de si uma presença constante e inumerável de olhos, vozes, notícias. Não se telefonam nunca; é tão caro, e além disso, que se diriam? Escrevem-se. Mas uma carta leva dias para chegar; ainda que venha vibrando, cálida, cheia de sentimento, quem sabe se no momento em que é lida já não poderia ter sido escrita? A carta não diz o que a outra pessoa está sentindo, diz o que sentiu na semana passada… e as semanas passam de maneira assustadora, os domingos se precipitam mal começam as noites de sábado, as segundas retornam com veemência gritando — “outra semana!” —, e as quartas já têm um gosto de sexta, e o abril de de-já-hoje quando se viu era mudado em agosto…

Sim, há uma frase na carta cheia de calor, cheia de luz, mas a vida presente é traiçoeira e os astrônomos não dizem que muita vez ficamos como patetas a ver uma linda estrela jurando pela sua existência — e, no entanto, há séculos ela se apagou na escuridão do caos, sua luz é que custou a fazer a viagem? Direis que não importa a estrela em si mesma, e sim a luz que ela nos manda — e eu vos direi: amai para entendê-las!

Ao que ama o que lhe importa não é a luz nem o som, é a própria pessoa amada mesma, o seu vero cabelo, e o vero pelo, o osso de seu joelho, sua terna e úmida presença carnal, o imediato calor; é o de hoje, o agora, o aqui — e isso não há.

Então a outra pessoa vira retratinho no bolso, borboleta perdida no ar, brisa que a testa recebe na esquina, tudo o que for eco, sombra, imagem, nada, um pequeno fantasma, e nada mais. E a vida de todo dia vai gastando insensivelmente a outra pessoa, hoje lhe tira um modesto fio de cabelo, amanhã apenas passa a unha de leve fazendo um traço branco na sua coxa queimada pelo sol, de súbito a outra pessoa entra em fading um sábado inteiro, está se gastando, perdendo seu poder emissor a distância.

Cuidais amar uma pessoa, e ao fim vosso amor é um maço de papéis escritos no fundo de uma gaveta que se abre cada vez menos… Não ameis a distância, não ameis, não ameis!

(Rubem Braga. In: 200 Crônicas Escolhidas. Editora Record, 2010.

Adaptado.)

Ao referir-se sobre a carta, um meio de comunicação entre os casais, o autor a caracteriza como “cálida e cheia de sentimento”, demonstrando uma linguagem

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Q2434041 Português

Distância


Em uma cidade há um milhão e meio de pessoas; em outra há outros milhões: e as cidades são tão longe uma de outra que nesta é inverno quando naquela é verão. Em cada uma dessas cidades há uma pessoa; e essas duas pessoas tão distantes acaso pensareis que podem cultivar em segredo, como plantinha de estufa, um amor a distância?

Andam em ruas tão diferentes e passam o dia falando línguas diversas; cada uma tem em torno de si uma presença constante e inumerável de olhos, vozes, notícias. Não se telefonam nunca; é tão caro, e além disso, que se diriam? Escrevem-se. Mas uma carta leva dias para chegar; ainda que venha vibrando, cálida, cheia de sentimento, quem sabe se no momento em que é lida já não poderia ter sido escrita? A carta não diz o que a outra pessoa está sentindo, diz o que sentiu na semana passada… e as semanas passam de maneira assustadora, os domingos se precipitam mal começam as noites de sábado, as segundas retornam com veemência gritando — “outra semana!” —, e as quartas já têm um gosto de sexta, e o abril de de-já-hoje quando se viu era mudado em agosto…

Sim, há uma frase na carta cheia de calor, cheia de luz, mas a vida presente é traiçoeira e os astrônomos não dizem que muita vez ficamos como patetas a ver uma linda estrela jurando pela sua existência — e, no entanto, há séculos ela se apagou na escuridão do caos, sua luz é que custou a fazer a viagem? Direis que não importa a estrela em si mesma, e sim a luz que ela nos manda — e eu vos direi: amai para entendê-las!

Ao que ama o que lhe importa não é a luz nem o som, é a própria pessoa amada mesma, o seu vero cabelo, e o vero pelo, o osso de seu joelho, sua terna e úmida presença carnal, o imediato calor; é o de hoje, o agora, o aqui — e isso não há.

Então a outra pessoa vira retratinho no bolso, borboleta perdida no ar, brisa que a testa recebe na esquina, tudo o que for eco, sombra, imagem, nada, um pequeno fantasma, e nada mais. E a vida de todo dia vai gastando insensivelmente a outra pessoa, hoje lhe tira um modesto fio de cabelo, amanhã apenas passa a unha de leve fazendo um traço branco na sua coxa queimada pelo sol, de súbito a outra pessoa entra em fading um sábado inteiro, está se gastando, perdendo seu poder emissor a distância.

Cuidais amar uma pessoa, e ao fim vosso amor é um maço de papéis escritos no fundo de uma gaveta que se abre cada vez menos… Não ameis a distância, não ameis, não ameis!

(Rubem Braga. In: 200 Crônicas Escolhidas. Editora Record, 2010.

Adaptado.)

Considerando as ideias relacionadas ao longo da crônica, é possível inferir que:

Alternativas
Q2430012 Segurança e Saúde no Trabalho

Assinale a alternativa que indica corretamente a máquina pesada que tem como principal função deslocar e nivelar uma determinada superfície de terra.

Alternativas
Q2430011 Engenharia Mecânica

A viscosidade de um fluido é a medida da sua:

Alternativas
Q2430010 Mecânica

Analise o texto abaixo:


É função do óleo lubrificante fornecer uma película entre as superfícies e assim diminuir o atrito, ................. o desgaste e evitando perda de força nas máquinas, proporcionando às máquinas uma maior vida útil com menor custo de manutenção.


Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto.

Alternativas
Q2430009 Segurança e Saúde no Trabalho

Analise o texto abaixo:


Certifique-se de usar o EPI (Equipamento de Proteção Individual) de segurança ........... e verificar se ele não está danificado, diminuindo a probabilidade de você se machucar.


Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto.

Alternativas
Q2430008 Segurança e Saúde no Trabalho

Analise o texto abaixo:


Escavadeiras não são guindastes e carregadeiras de rodas não foram feitas para transportar na .............. concha.


Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto.

Alternativas
Q2430007 Segurança e Saúde no Trabalho

Analise o texto abaixo:


O simples fato de ter um check list com itens a serem verificados, e essa averiguação ser realizada ................. , permite que o operador identifique possíveis danos ou falhas nos sistemas da máquina, evitando acidentes com perdas materiais e físicas.


Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto.

Alternativas
Q2430006 Segurança e Saúde no Trabalho

Analise o texto abaixo:


Usar o ................. de segurança em equipamentos pesados é tão importante quanto em um veículo a motor em movimento.


Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto.

Alternativas
Q2430005 Mecânica

Analise o texto abaixo:


A manutenção ............. visa reduzir ou prevenir falhas precoces, avarias imprevistas e problemas de desempenho durante o uso. Além disso, permite que os equipamentos voltem a funcionar com resultados próximos aos de fábrica.


Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto.

Alternativas
Q2430004 Segurança e Saúde no Trabalho

Analise o texto abaixo:


A manutenção ........... envolve monitorar no dia a dia a funcionalidade e o desempenho das máquinas. Usa sensores ultrassônicos, câmeras térmicas, análises de vibração e outros meios para monitorar a máquina.


Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto.

Alternativas
Q2430003 Português

As intempéries, como chuva e calor, são um dos maiores fatores na degradação de uma série de peças, incluindo pneus, estofados e até a pintura da máquina.


O melhor recurso é armazená-la em uma área ................ , como uma garagem ou barracão.


Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto.

Alternativas
Q2430002 Segurança e Saúde no Trabalho

Nos trabalhos de pintura, a suspenção de poeira provocada pelo lixamento de paredes e superfícies pode afetar as vias respiratórias dos profissionais.


Assinale a alternativa que indica corretamente o equipamento de proteção individual deve ser usado para evitar esse risco:

Alternativas
Q2430001 Segurança e Saúde no Trabalho

Analise as afirmativas abaixo com base em seus conhecimentos sobre práticas seguras em trabalhos de alvenaria:


1. Evitar o uso de ferramentas elétricas em locais alagados.

2. Utilizar paredes recém-executadas para apoiar escada.

3. Trabalhar embaixo de caçamba de concreto em uso.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q2430000 Noções de Primeiros Socorros

Numa situação de acidente envolvendo queimaduras é fundamental que a vítima busque atendimento de saúde, porém, alguns cuidados iniciais podem ajudar no tratamento.


De acordo com as orientações de primeiros socorros, logo após o acidente, é recomendado:

Alternativas
Q2429999 Eletrotécnica

Ao fazer reparos e manutenções em componentes da rede elétrica predial, até mesmo o ato de trocar uma lâmpada exige pequenos cuidados.


Sâo cuidados que devem ser tomados ao se trocar se uma lâmpada:


1. Desligue o interruptor antes de trocar a lâmpada.

2. Manuseie sempre pela parte metálica do bocal.

3. Pode-se rosquear a lâmpada, segurando pelo vidro.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q2429998 Segurança e Saúde no Trabalho

O manuseio incorreto de ferramentas e máquinas é a causa de muitos acidentes de trabalho.


Por isso, alguns requisitos são indispensáveis para garantir a segurança do operador e de terceiros. Entre eles, é correto citar:


1. Treinamento e autorização para operar

2. Manutenção periódica do equipamento

3. Moderação do uso de EPIs nas atividades


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Respostas
5461: B
5462: B
5463: C
5464: D
5465: A
5466: D
5467: C
5468: E
5469: A
5470: B
5471: C
5472: E
5473: B
5474: D
5475: A
5476: E
5477: A
5478: D
5479: C
5480: B