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Q3555273 Português
O que acontece no meio


    Vida é o que existe entre o nascimento e a morte. O que acontece no meio é o que importa.

    No meio, a gente descobre que sexo sem amor também vale a pena, mas é ginástica, não tem transcendência nenhuma. Que tudo o que faz você voltar pra casa de mãos abanando (sem uma emoção, um conhecimento, uma surpresa, uma paz, uma ideia) foi perda de tempo.

    Que a primeira metade da vida é muito boa, mas da metade pro fim pode ser ainda melhor, se a gente aprendeu alguma coisa com os tropeços lá do início. Que o pensamento é uma aventura sem igual. Que é preciso abrir a nossa caixa preta de vez em quando, apesar do medo do que vamos encontrar lá dentro. Que maduro é aquele que mata no peito as vertigens e os espantos.

    No meio, a gente descobre que sofremos mais com as coisas que imaginamos que estejam acontecendo do que com as que acontecem de fato. Que amar é lapidação, e não destruição. Que certos riscos compensam – o difícil é saber previamente quais. Que subir na vida é algo para se fazer sem pressa.

    Que é preciso dar uma colher de chá para o acaso. Que tudo que é muito rápido pode ser bem frustrante. Que Veneza, Mykonos, Bali e Patagônia são lugares excitantes, mas que incrível mesmo é se sentir feliz dentro da própria casa. Que a vontade é quase sempre mais forte que a razão. Quase? Ora, é sempre mais forte.

    No meio, a gente descobre que reconhecer um problema é o primeiro passo para resolvê-lo. Que é muito narcisista ficar se consumindo consigo próprio. Que todas as escolhas geram dúvida, todas. Que depois de lutar pelo direito de ser diferente, chega a bendita hora de se permitir a indiferença.

    Que adultos se divertem mais do que os adolescentes. Que uma perda, qualquer perda, é um aperitivo da morte – mas não é a morte, que essa só acontece no fim, e ainda estamos falando do meio.

    No meio, a gente descobre que precisa guardar a senha não apenas do banco e da caixa postal, mas a senha que nos revela a nós mesmos. Que passar pela vida à toa é um desperdício imperdoável. Que as mesmas coisas que nos exibem também nos escondem (escrever, por exemplo).

    Que tocar na dor do outro exige delicadeza. Que ser feliz pode ser uma decisão, não apenas uma contingência. (…).

    No meio, a gente descobre que fazer a coisa certa é sempre um ato revolucionário. Que é mais produtivo agir do que reagir. Que a vida não oferece opção: ou você segue, ou você segue. Que a pior maneira de avaliar a si mesmo é se comparando com os demais. Que a verdadeira paz é aquela que nasce da verdade. E que harmonizar o que pensamos, sentimos e fazemos é um desafio que leva uma vida toda, esse meio todo.

MEDEIROS, Martha. Revista O Globo, coluna Ela Disse. Disponível em: oglobo.globo.com 
 Com a seguinte declaração da autora “(...) é preciso dar uma colher de chá para o acaso.” (5º parágrafo), ela quer dizer, contextualmente, que se deve dar ao “acaso” um(a):
Alternativas
Q3555272 Português
O que acontece no meio


    Vida é o que existe entre o nascimento e a morte. O que acontece no meio é o que importa.

    No meio, a gente descobre que sexo sem amor também vale a pena, mas é ginástica, não tem transcendência nenhuma. Que tudo o que faz você voltar pra casa de mãos abanando (sem uma emoção, um conhecimento, uma surpresa, uma paz, uma ideia) foi perda de tempo.

    Que a primeira metade da vida é muito boa, mas da metade pro fim pode ser ainda melhor, se a gente aprendeu alguma coisa com os tropeços lá do início. Que o pensamento é uma aventura sem igual. Que é preciso abrir a nossa caixa preta de vez em quando, apesar do medo do que vamos encontrar lá dentro. Que maduro é aquele que mata no peito as vertigens e os espantos.

    No meio, a gente descobre que sofremos mais com as coisas que imaginamos que estejam acontecendo do que com as que acontecem de fato. Que amar é lapidação, e não destruição. Que certos riscos compensam – o difícil é saber previamente quais. Que subir na vida é algo para se fazer sem pressa.

    Que é preciso dar uma colher de chá para o acaso. Que tudo que é muito rápido pode ser bem frustrante. Que Veneza, Mykonos, Bali e Patagônia são lugares excitantes, mas que incrível mesmo é se sentir feliz dentro da própria casa. Que a vontade é quase sempre mais forte que a razão. Quase? Ora, é sempre mais forte.

    No meio, a gente descobre que reconhecer um problema é o primeiro passo para resolvê-lo. Que é muito narcisista ficar se consumindo consigo próprio. Que todas as escolhas geram dúvida, todas. Que depois de lutar pelo direito de ser diferente, chega a bendita hora de se permitir a indiferença.

    Que adultos se divertem mais do que os adolescentes. Que uma perda, qualquer perda, é um aperitivo da morte – mas não é a morte, que essa só acontece no fim, e ainda estamos falando do meio.

    No meio, a gente descobre que precisa guardar a senha não apenas do banco e da caixa postal, mas a senha que nos revela a nós mesmos. Que passar pela vida à toa é um desperdício imperdoável. Que as mesmas coisas que nos exibem também nos escondem (escrever, por exemplo).

    Que tocar na dor do outro exige delicadeza. Que ser feliz pode ser uma decisão, não apenas uma contingência. (…).

    No meio, a gente descobre que fazer a coisa certa é sempre um ato revolucionário. Que é mais produtivo agir do que reagir. Que a vida não oferece opção: ou você segue, ou você segue. Que a pior maneira de avaliar a si mesmo é se comparando com os demais. Que a verdadeira paz é aquela que nasce da verdade. E que harmonizar o que pensamos, sentimos e fazemos é um desafio que leva uma vida toda, esse meio todo.

MEDEIROS, Martha. Revista O Globo, coluna Ela Disse. Disponível em: oglobo.globo.com 
O acento presente na palavra “difícil” (4º parágrafo) foi empregado com base na mesma regra de acentuação gráfica que o vocábulo:
Alternativas
Q3555271 Português
O que acontece no meio


    Vida é o que existe entre o nascimento e a morte. O que acontece no meio é o que importa.

    No meio, a gente descobre que sexo sem amor também vale a pena, mas é ginástica, não tem transcendência nenhuma. Que tudo o que faz você voltar pra casa de mãos abanando (sem uma emoção, um conhecimento, uma surpresa, uma paz, uma ideia) foi perda de tempo.

    Que a primeira metade da vida é muito boa, mas da metade pro fim pode ser ainda melhor, se a gente aprendeu alguma coisa com os tropeços lá do início. Que o pensamento é uma aventura sem igual. Que é preciso abrir a nossa caixa preta de vez em quando, apesar do medo do que vamos encontrar lá dentro. Que maduro é aquele que mata no peito as vertigens e os espantos.

    No meio, a gente descobre que sofremos mais com as coisas que imaginamos que estejam acontecendo do que com as que acontecem de fato. Que amar é lapidação, e não destruição. Que certos riscos compensam – o difícil é saber previamente quais. Que subir na vida é algo para se fazer sem pressa.

    Que é preciso dar uma colher de chá para o acaso. Que tudo que é muito rápido pode ser bem frustrante. Que Veneza, Mykonos, Bali e Patagônia são lugares excitantes, mas que incrível mesmo é se sentir feliz dentro da própria casa. Que a vontade é quase sempre mais forte que a razão. Quase? Ora, é sempre mais forte.

    No meio, a gente descobre que reconhecer um problema é o primeiro passo para resolvê-lo. Que é muito narcisista ficar se consumindo consigo próprio. Que todas as escolhas geram dúvida, todas. Que depois de lutar pelo direito de ser diferente, chega a bendita hora de se permitir a indiferença.

    Que adultos se divertem mais do que os adolescentes. Que uma perda, qualquer perda, é um aperitivo da morte – mas não é a morte, que essa só acontece no fim, e ainda estamos falando do meio.

    No meio, a gente descobre que precisa guardar a senha não apenas do banco e da caixa postal, mas a senha que nos revela a nós mesmos. Que passar pela vida à toa é um desperdício imperdoável. Que as mesmas coisas que nos exibem também nos escondem (escrever, por exemplo).

    Que tocar na dor do outro exige delicadeza. Que ser feliz pode ser uma decisão, não apenas uma contingência. (…).

    No meio, a gente descobre que fazer a coisa certa é sempre um ato revolucionário. Que é mais produtivo agir do que reagir. Que a vida não oferece opção: ou você segue, ou você segue. Que a pior maneira de avaliar a si mesmo é se comparando com os demais. Que a verdadeira paz é aquela que nasce da verdade. E que harmonizar o que pensamos, sentimos e fazemos é um desafio que leva uma vida toda, esse meio todo.

MEDEIROS, Martha. Revista O Globo, coluna Ela Disse. Disponível em: oglobo.globo.com 
No 3º parágrafo, o predicado do verbo destacado no fragmento “Que o pensamento é uma aventura sem igual.” deve ser classificado como:
Alternativas
Q3555270 Português
O que acontece no meio


    Vida é o que existe entre o nascimento e a morte. O que acontece no meio é o que importa.

    No meio, a gente descobre que sexo sem amor também vale a pena, mas é ginástica, não tem transcendência nenhuma. Que tudo o que faz você voltar pra casa de mãos abanando (sem uma emoção, um conhecimento, uma surpresa, uma paz, uma ideia) foi perda de tempo.

    Que a primeira metade da vida é muito boa, mas da metade pro fim pode ser ainda melhor, se a gente aprendeu alguma coisa com os tropeços lá do início. Que o pensamento é uma aventura sem igual. Que é preciso abrir a nossa caixa preta de vez em quando, apesar do medo do que vamos encontrar lá dentro. Que maduro é aquele que mata no peito as vertigens e os espantos.

    No meio, a gente descobre que sofremos mais com as coisas que imaginamos que estejam acontecendo do que com as que acontecem de fato. Que amar é lapidação, e não destruição. Que certos riscos compensam – o difícil é saber previamente quais. Que subir na vida é algo para se fazer sem pressa.

    Que é preciso dar uma colher de chá para o acaso. Que tudo que é muito rápido pode ser bem frustrante. Que Veneza, Mykonos, Bali e Patagônia são lugares excitantes, mas que incrível mesmo é se sentir feliz dentro da própria casa. Que a vontade é quase sempre mais forte que a razão. Quase? Ora, é sempre mais forte.

    No meio, a gente descobre que reconhecer um problema é o primeiro passo para resolvê-lo. Que é muito narcisista ficar se consumindo consigo próprio. Que todas as escolhas geram dúvida, todas. Que depois de lutar pelo direito de ser diferente, chega a bendita hora de se permitir a indiferença.

    Que adultos se divertem mais do que os adolescentes. Que uma perda, qualquer perda, é um aperitivo da morte – mas não é a morte, que essa só acontece no fim, e ainda estamos falando do meio.

    No meio, a gente descobre que precisa guardar a senha não apenas do banco e da caixa postal, mas a senha que nos revela a nós mesmos. Que passar pela vida à toa é um desperdício imperdoável. Que as mesmas coisas que nos exibem também nos escondem (escrever, por exemplo).

    Que tocar na dor do outro exige delicadeza. Que ser feliz pode ser uma decisão, não apenas uma contingência. (…).

    No meio, a gente descobre que fazer a coisa certa é sempre um ato revolucionário. Que é mais produtivo agir do que reagir. Que a vida não oferece opção: ou você segue, ou você segue. Que a pior maneira de avaliar a si mesmo é se comparando com os demais. Que a verdadeira paz é aquela que nasce da verdade. E que harmonizar o que pensamos, sentimos e fazemos é um desafio que leva uma vida toda, esse meio todo.

MEDEIROS, Martha. Revista O Globo, coluna Ela Disse. Disponível em: oglobo.globo.com 
As vírgulas empregadas na passagem “(...) (sem uma emoção, um conhecimento, uma surpresa, uma paz, uma ideia) (...)” (2º parágrafo) apresentam seu uso justificado segundo o que se observa na alternativa:
Alternativas
Q3555268 Português
O que acontece no meio


    Vida é o que existe entre o nascimento e a morte. O que acontece no meio é o que importa.

    No meio, a gente descobre que sexo sem amor também vale a pena, mas é ginástica, não tem transcendência nenhuma. Que tudo o que faz você voltar pra casa de mãos abanando (sem uma emoção, um conhecimento, uma surpresa, uma paz, uma ideia) foi perda de tempo.

    Que a primeira metade da vida é muito boa, mas da metade pro fim pode ser ainda melhor, se a gente aprendeu alguma coisa com os tropeços lá do início. Que o pensamento é uma aventura sem igual. Que é preciso abrir a nossa caixa preta de vez em quando, apesar do medo do que vamos encontrar lá dentro. Que maduro é aquele que mata no peito as vertigens e os espantos.

    No meio, a gente descobre que sofremos mais com as coisas que imaginamos que estejam acontecendo do que com as que acontecem de fato. Que amar é lapidação, e não destruição. Que certos riscos compensam – o difícil é saber previamente quais. Que subir na vida é algo para se fazer sem pressa.

    Que é preciso dar uma colher de chá para o acaso. Que tudo que é muito rápido pode ser bem frustrante. Que Veneza, Mykonos, Bali e Patagônia são lugares excitantes, mas que incrível mesmo é se sentir feliz dentro da própria casa. Que a vontade é quase sempre mais forte que a razão. Quase? Ora, é sempre mais forte.

    No meio, a gente descobre que reconhecer um problema é o primeiro passo para resolvê-lo. Que é muito narcisista ficar se consumindo consigo próprio. Que todas as escolhas geram dúvida, todas. Que depois de lutar pelo direito de ser diferente, chega a bendita hora de se permitir a indiferença.

    Que adultos se divertem mais do que os adolescentes. Que uma perda, qualquer perda, é um aperitivo da morte – mas não é a morte, que essa só acontece no fim, e ainda estamos falando do meio.

    No meio, a gente descobre que precisa guardar a senha não apenas do banco e da caixa postal, mas a senha que nos revela a nós mesmos. Que passar pela vida à toa é um desperdício imperdoável. Que as mesmas coisas que nos exibem também nos escondem (escrever, por exemplo).

    Que tocar na dor do outro exige delicadeza. Que ser feliz pode ser uma decisão, não apenas uma contingência. (…).

    No meio, a gente descobre que fazer a coisa certa é sempre um ato revolucionário. Que é mais produtivo agir do que reagir. Que a vida não oferece opção: ou você segue, ou você segue. Que a pior maneira de avaliar a si mesmo é se comparando com os demais. Que a verdadeira paz é aquela que nasce da verdade. E que harmonizar o que pensamos, sentimos e fazemos é um desafio que leva uma vida toda, esse meio todo.

MEDEIROS, Martha. Revista O Globo, coluna Ela Disse. Disponível em: oglobo.globo.com 
Depois de feita uma leitura atenta do texto, é possível afirmar, sobre ele, que: 
Alternativas
Q3554226 Segurança e Transporte
Direção defensiva é: 
Alternativas
Q3554220 Noções de Primeiros Socorros
Em caso de acidente, uma das primeiras medidas deve ser acionar as autoridades competente. Havendo vítima, qual número o motorista deverá discar para solicitar o atendimento por meio de ambulância. 
Alternativas
Q3554218 Noções de Primeiros Socorros
O que não se deve fazer em caso de acidente com vítimas? 
Alternativas
Q3554211 Segurança e Transporte
Seguindo regras simples, o condutor pode evitar danos ao meio ambiente e, ao mesmo tempo, dirigir com mais economia. Assinale a alternativa que não apresenta uma destas hipóteses: 
Alternativas
Q3554208 Segurança e Transporte
Na situação em que o trator apresente defeitos com freio, direção e outro item de segurança, e seu superior libere o veículo para o trabalho, qual seria melhor atitude em relação à segurança do trabalhador? 
Alternativas
Q3554204 Legislação de Trânsito
A velocidade mínima não poderá ser inferior à _______ da velocidade máxima estabelecida, respeitadas as condições operacionais de trânsito e da via.  
Alternativas
Q3554202 Legislação de Trânsito
Assinale a alternativa correta quanto às regras de circulação previstas no Código de Trânsito Brasileiro:
Alternativas
Q3432818 História e Geografia de Estados e Municípios
Os símbolos oficiais do município de Águas Lindas de Goiás são formados pela bandeira, brasão e armas. Acerca deste assunto, as cores que predominam a bandeira municipal são:
Alternativas
Q3432817 Geografia
O Brasil é dividido em 26 estados e o Distrito Federal. Cada estado possui sua própria autonomia política, administrativa e econômica, facilitando a organização do país. Sobre os estados brasileiros, assinale a alternativa que apresente o maior em extensão territorial
Alternativas
Q3432816 Direito Constitucional
Cidadania é o conjunto de direitos e responsabilidades que temos como membros de uma comunidade. Ser cidadão significa contribuir para construir um mundo melhor, onde todos tenham oportunidades iguais e sejam tratados com dignidade e justiça. Assinale a alternativa que contenha CORRETAMENTE um direito e um dever de todos os cidadãos brasileiros:
Alternativas
Q3432815 História e Geografia de Estados e Municípios
Sobre a história do município, qual a origem do nome “Águas Lindas”?
Alternativas
Q3432804 Português
A frase em que todas as palavras estão grafadas de forma correta é:
Alternativas
Q3432803 Português
Marque a alternativa em que as vírgulas são usadas corretamente.
Alternativas
Q3432802 Português

Leia o texto e responda a questão.



Irreverente e subversiva, seu nome é Rita Lee


Bianca Portugal



Na monarquia do rock nacional, o trono máximo sempre foi ocupado por uma mulher: Rita Lee. Ela faleceu no último dia 8/5, aos 75 anos, vítima de câncer de pulmão. Cantora, compositora e multiinstrumentista, a estrela revolucionou a música e também a sociedade como um todo. Ainda cedo, Rita levantou a bandeira do feminismo, lutando, dentro e fora do rock, contra o machismo vigente. Com letras questionadoras, alcançou o top five dos artistas que mais venderam discos na história do País, mas isso parecia pouco para ela. Rita sempre extrapolou o cenário musical, lançou pensamentos revolucionários em entrevistas e, principalmente, em seu dia a dia. A roqueira também encabeçou a defesa pelos direitos dos animais e, além do título de Rainha do Rock, que ela achava cafona, preferindo ser chamada de Padroeira da Liberdade, ostentava a alcunha de Rainha Vegana. Uma grande estrela, que desde os anos 1960 influencia gerações com seu talento, suas convicções e seu modo de viver. [...]


Fonte: https://caras.uol.com.br/revista/irreverente-e-subversiva-seu-nome-e-rita-lee.phtml




A divisão correta das palavras “convicções” e “questionadoras” ocorre em:
Alternativas
Q3432801 Português

Leia o texto e responda a questão.



Irreverente e subversiva, seu nome é Rita Lee


Bianca Portugal



Na monarquia do rock nacional, o trono máximo sempre foi ocupado por uma mulher: Rita Lee. Ela faleceu no último dia 8/5, aos 75 anos, vítima de câncer de pulmão. Cantora, compositora e multiinstrumentista, a estrela revolucionou a música e também a sociedade como um todo. Ainda cedo, Rita levantou a bandeira do feminismo, lutando, dentro e fora do rock, contra o machismo vigente. Com letras questionadoras, alcançou o top five dos artistas que mais venderam discos na história do País, mas isso parecia pouco para ela. Rita sempre extrapolou o cenário musical, lançou pensamentos revolucionários em entrevistas e, principalmente, em seu dia a dia. A roqueira também encabeçou a defesa pelos direitos dos animais e, além do título de Rainha do Rock, que ela achava cafona, preferindo ser chamada de Padroeira da Liberdade, ostentava a alcunha de Rainha Vegana. Uma grande estrela, que desde os anos 1960 influencia gerações com seu talento, suas convicções e seu modo de viver. [...]


Fonte: https://caras.uol.com.br/revista/irreverente-e-subversiva-seu-nome-e-rita-lee.phtml




No trecho “Rita levantou a bandeira do feminismo”, o termo “Rita” é classificado como:
Alternativas
Respostas
4821: B
4822: D
4823: E
4824: C
4825: E
4826: A
4827: C
4828: C
4829: A
4830: A
4831: B
4832: C
4833: B
4834: B
4835: B
4836: A
4837: D
4838: B
4839: C
4840: A