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Q448728 Português
                                             Precisamos hackear a sala de aula


      Das várias mudanças tecnológicas que se consolidaram no século 20 - rádio, cinema, televisão ... -, os computadores e a internet trouxeram uma quebra de paradigma essencial: pela primeira vez, uma ferramenta chegou não apenas para dizer o que as pessoas podem fazer, mas também com instruções para sua própria criação e com a possibilidade de constante reprogramação.
      Dentro desse novo contexto, temos um número cada vez maior de relacionamentos mediados por software. Trato das situações explícitas, a exemplo das redes sociais, até as menos óbvias, como quando atravessamos a rua no semáforo. Diante dessa realidade, autores como o teórico de comunicação americano Douglas Rushkoff acreditam que as tecnologias digitais darão forma ao mundo com e sem nossa cooperação explícita. Como ele disse no título do seu livro, a questão é: "programe ou seja programado".
      O objetivo da escola é dar ao estudante os instrumentos possíveis para o seu pleno desenvolvimento como agente ativo na sociedade. Se as instituições de ensino assumirem isso como regra e notarem o desenvolvimento do mundo atual, fica clara a vantagem de colocar a programação como parte do currículo escolar.
      Para entender além da imediatista - e superficial - preparação para o mercado de trabalho, é fundamental que as chamadas aulas de informática façam que o aluno perceba a importância dos códigos. São eles que criam as estruturas invisíveis do mundo contemporâneo. Os novos estudantes precisam ter essa percepção. Só assim eles terão o poder de escrever sua própria versão da realidade – e vê-la nos vários dispositivos utilizados no dia a dia.
      Mas é importante ressaltar: para que isso aconteça, não basta apenas o ensino de programação e de escrita de código. Precisamos de novos arranjos sociais. Precisamos, com urgência, hackear a escola!
      É completamente possível se levarmos em consideração iniciativas bem-sucedidas no Brasil, como o projeto N.A.V.E (Núcleo Avançado em Educação) que, numa parceria entre o Instituto Oi Futuro e o C.E.S.A.R (Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife), vem ensinando programação por meio da criação de jogos em duas escolas públicas no Recife e Rio de Janeiro. Não à toa, todas possuem alta taxa de aprovação do Enem.
      Estudantes que se divertem na escola aprendem mais e melhor. E com certeza, depois da universidade, escreverão suas realidades e de seus pares pelo mundo.

                MABUSE, H. D. Precisamos hackear a sala de aula. São Paulo, Globo, n. 270, jan. 2014, p. 18.

O objetivo básico do texto é
Alternativas
Q448727 Português
                                             Precisamos hackear a sala de aula


      Das várias mudanças tecnológicas que se consolidaram no século 20 - rádio, cinema, televisão ... -, os computadores e a internet trouxeram uma quebra de paradigma essencial: pela primeira vez, uma ferramenta chegou não apenas para dizer o que as pessoas podem fazer, mas também com instruções para sua própria criação e com a possibilidade de constante reprogramação.
      Dentro desse novo contexto, temos um número cada vez maior de relacionamentos mediados por software. Trato das situações explícitas, a exemplo das redes sociais, até as menos óbvias, como quando atravessamos a rua no semáforo. Diante dessa realidade, autores como o teórico de comunicação americano Douglas Rushkoff acreditam que as tecnologias digitais darão forma ao mundo com e sem nossa cooperação explícita. Como ele disse no título do seu livro, a questão é: "programe ou seja programado".
      O objetivo da escola é dar ao estudante os instrumentos possíveis para o seu pleno desenvolvimento como agente ativo na sociedade. Se as instituições de ensino assumirem isso como regra e notarem o desenvolvimento do mundo atual, fica clara a vantagem de colocar a programação como parte do currículo escolar.
      Para entender além da imediatista - e superficial - preparação para o mercado de trabalho, é fundamental que as chamadas aulas de informática façam que o aluno perceba a importância dos códigos. São eles que criam as estruturas invisíveis do mundo contemporâneo. Os novos estudantes precisam ter essa percepção. Só assim eles terão o poder de escrever sua própria versão da realidade – e vê-la nos vários dispositivos utilizados no dia a dia.
      Mas é importante ressaltar: para que isso aconteça, não basta apenas o ensino de programação e de escrita de código. Precisamos de novos arranjos sociais. Precisamos, com urgência, hackear a escola!
      É completamente possível se levarmos em consideração iniciativas bem-sucedidas no Brasil, como o projeto N.A.V.E (Núcleo Avançado em Educação) que, numa parceria entre o Instituto Oi Futuro e o C.E.S.A.R (Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife), vem ensinando programação por meio da criação de jogos em duas escolas públicas no Recife e Rio de Janeiro. Não à toa, todas possuem alta taxa de aprovação do Enem.
      Estudantes que se divertem na escola aprendem mais e melhor. E com certeza, depois da universidade, escreverão suas realidades e de seus pares pelo mundo.

                MABUSE, H. D. Precisamos hackear a sala de aula. São Paulo, Globo, n. 270, jan. 2014, p. 18.

Releia: “Precisamos, com urgência, hackear a escola.”

No texto, a expressão “hackear a escola” significa
Alternativas
Q448726 Português
                                             Precisamos hackear a sala de aula


      Das várias mudanças tecnológicas que se consolidaram no século 20 - rádio, cinema, televisão ... -, os computadores e a internet trouxeram uma quebra de paradigma essencial: pela primeira vez, uma ferramenta chegou não apenas para dizer o que as pessoas podem fazer, mas também com instruções para sua própria criação e com a possibilidade de constante reprogramação.
      Dentro desse novo contexto, temos um número cada vez maior de relacionamentos mediados por software. Trato das situações explícitas, a exemplo das redes sociais, até as menos óbvias, como quando atravessamos a rua no semáforo. Diante dessa realidade, autores como o teórico de comunicação americano Douglas Rushkoff acreditam que as tecnologias digitais darão forma ao mundo com e sem nossa cooperação explícita. Como ele disse no título do seu livro, a questão é: "programe ou seja programado".
      O objetivo da escola é dar ao estudante os instrumentos possíveis para o seu pleno desenvolvimento como agente ativo na sociedade. Se as instituições de ensino assumirem isso como regra e notarem o desenvolvimento do mundo atual, fica clara a vantagem de colocar a programação como parte do currículo escolar.
      Para entender além da imediatista - e superficial - preparação para o mercado de trabalho, é fundamental que as chamadas aulas de informática façam que o aluno perceba a importância dos códigos. São eles que criam as estruturas invisíveis do mundo contemporâneo. Os novos estudantes precisam ter essa percepção. Só assim eles terão o poder de escrever sua própria versão da realidade – e vê-la nos vários dispositivos utilizados no dia a dia.
      Mas é importante ressaltar: para que isso aconteça, não basta apenas o ensino de programação e de escrita de código. Precisamos de novos arranjos sociais. Precisamos, com urgência, hackear a escola!
      É completamente possível se levarmos em consideração iniciativas bem-sucedidas no Brasil, como o projeto N.A.V.E (Núcleo Avançado em Educação) que, numa parceria entre o Instituto Oi Futuro e o C.E.S.A.R (Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife), vem ensinando programação por meio da criação de jogos em duas escolas públicas no Recife e Rio de Janeiro. Não à toa, todas possuem alta taxa de aprovação do Enem.
      Estudantes que se divertem na escola aprendem mais e melhor. E com certeza, depois da universidade, escreverão suas realidades e de seus pares pelo mundo.

                MABUSE, H. D. Precisamos hackear a sala de aula. São Paulo, Globo, n. 270, jan. 2014, p. 18.

Releia: “Programe ou seja programado.”

Assinale a alternativa que, no texto, se relaciona ao sentido das opções em oposição na passagem acima.
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Q448725 Português
                                             Precisamos hackear a sala de aula


      Das várias mudanças tecnológicas que se consolidaram no século 20 - rádio, cinema, televisão ... -, os computadores e a internet trouxeram uma quebra de paradigma essencial: pela primeira vez, uma ferramenta chegou não apenas para dizer o que as pessoas podem fazer, mas também com instruções para sua própria criação e com a possibilidade de constante reprogramação.
      Dentro desse novo contexto, temos um número cada vez maior de relacionamentos mediados por software. Trato das situações explícitas, a exemplo das redes sociais, até as menos óbvias, como quando atravessamos a rua no semáforo. Diante dessa realidade, autores como o teórico de comunicação americano Douglas Rushkoff acreditam que as tecnologias digitais darão forma ao mundo com e sem nossa cooperação explícita. Como ele disse no título do seu livro, a questão é: "programe ou seja programado".
      O objetivo da escola é dar ao estudante os instrumentos possíveis para o seu pleno desenvolvimento como agente ativo na sociedade. Se as instituições de ensino assumirem isso como regra e notarem o desenvolvimento do mundo atual, fica clara a vantagem de colocar a programação como parte do currículo escolar.
      Para entender além da imediatista - e superficial - preparação para o mercado de trabalho, é fundamental que as chamadas aulas de informática façam que o aluno perceba a importância dos códigos. São eles que criam as estruturas invisíveis do mundo contemporâneo. Os novos estudantes precisam ter essa percepção. Só assim eles terão o poder de escrever sua própria versão da realidade – e vê-la nos vários dispositivos utilizados no dia a dia.
      Mas é importante ressaltar: para que isso aconteça, não basta apenas o ensino de programação e de escrita de código. Precisamos de novos arranjos sociais. Precisamos, com urgência, hackear a escola!
      É completamente possível se levarmos em consideração iniciativas bem-sucedidas no Brasil, como o projeto N.A.V.E (Núcleo Avançado em Educação) que, numa parceria entre o Instituto Oi Futuro e o C.E.S.A.R (Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife), vem ensinando programação por meio da criação de jogos em duas escolas públicas no Recife e Rio de Janeiro. Não à toa, todas possuem alta taxa de aprovação do Enem.
      Estudantes que se divertem na escola aprendem mais e melhor. E com certeza, depois da universidade, escreverão suas realidades e de seus pares pelo mundo.

                MABUSE, H. D. Precisamos hackear a sala de aula. São Paulo, Globo, n. 270, jan. 2014, p. 18.

Segundo o autor, as tecnologias digitais diferem de outras tecnologias principalmente porque
Alternativas
Q448724 Português
                                             Precisamos hackear a sala de aula


      Das várias mudanças tecnológicas que se consolidaram no século 20 - rádio, cinema, televisão ... -, os computadores e a internet trouxeram uma quebra de paradigma essencial: pela primeira vez, uma ferramenta chegou não apenas para dizer o que as pessoas podem fazer, mas também com instruções para sua própria criação e com a possibilidade de constante reprogramação.
      Dentro desse novo contexto, temos um número cada vez maior de relacionamentos mediados por software. Trato das situações explícitas, a exemplo das redes sociais, até as menos óbvias, como quando atravessamos a rua no semáforo. Diante dessa realidade, autores como o teórico de comunicação americano Douglas Rushkoff acreditam que as tecnologias digitais darão forma ao mundo com e sem nossa cooperação explícita. Como ele disse no título do seu livro, a questão é: "programe ou seja programado".
      O objetivo da escola é dar ao estudante os instrumentos possíveis para o seu pleno desenvolvimento como agente ativo na sociedade. Se as instituições de ensino assumirem isso como regra e notarem o desenvolvimento do mundo atual, fica clara a vantagem de colocar a programação como parte do currículo escolar.
      Para entender além da imediatista - e superficial - preparação para o mercado de trabalho, é fundamental que as chamadas aulas de informática façam que o aluno perceba a importância dos códigos. São eles que criam as estruturas invisíveis do mundo contemporâneo. Os novos estudantes precisam ter essa percepção. Só assim eles terão o poder de escrever sua própria versão da realidade – e vê-la nos vários dispositivos utilizados no dia a dia.
      Mas é importante ressaltar: para que isso aconteça, não basta apenas o ensino de programação e de escrita de código. Precisamos de novos arranjos sociais. Precisamos, com urgência, hackear a escola!
      É completamente possível se levarmos em consideração iniciativas bem-sucedidas no Brasil, como o projeto N.A.V.E (Núcleo Avançado em Educação) que, numa parceria entre o Instituto Oi Futuro e o C.E.S.A.R (Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife), vem ensinando programação por meio da criação de jogos em duas escolas públicas no Recife e Rio de Janeiro. Não à toa, todas possuem alta taxa de aprovação do Enem.
      Estudantes que se divertem na escola aprendem mais e melhor. E com certeza, depois da universidade, escreverão suas realidades e de seus pares pelo mundo.

                MABUSE, H. D. Precisamos hackear a sala de aula. São Paulo, Globo, n. 270, jan. 2014, p. 18.

Considerando o texto, o significado da palavra destacada foi traduzido INCORRETAMENTE em
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Q331129 Administração Geral
Considerando a classificação das cinco abordagens distintas da qualidade segundo Gestão da Qualidade Teoria e Casos, relacione cada uma dessas abordagens de qualidade à sua respectiva definição, conforme explicitado a seguir:

Imagem 008.jpg

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.

Alternativas
Q331128 Administração Geral
Em Gestão da Qualidade Teoria e Casos, podemos observar a classificação e a evolução da qualidade em quatro eras. Relacione cada uma dessas eras, conforme descritas a seguir, ao seu respectivo interesse principal.

Imagem 007.jpg

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.

Alternativas
Q331127 Administração Geral
No período de Páscoa, várias empresas contratam funcionários temporários a fim de dar conta da demanda por ovos de Páscoa. Assim, os novos funcionários precisam ser apresentados aos planos que detalham minimamente como funciona a linha de produção desse produto. De acordo com Chiavenato (2009), as características descritas no enunciado pertencem aos planos denominados:

Alternativas
Q331126 Administração Geral
Dentre os tipos de planejamento, estão os chamados Procedimentos. Com base em Chiavenato (2009) analise, a seguir, as características desses planos.

I Prescrevem que a sequência cronológica das tarefas a serem executadas pode tornar-se aleatória sem que haja prejuízo em sua execução.

II Apresentam como vantagem a possibilidade de alterações e arranjos constantes, de acordo com as necessidades da empresa.

III Dispensam o uso de fluxogramas, primando pelo uso de tabelas para expressar uma rotina.

IV Esses tipos de planejamento são mais utilizados em trabalhos repetitivos e cíclicos.

V Podem ser considerados como sequência de rotinas e atividades.

Está CORRETO apenas o que se afirma em:

Alternativas
Q331125 Administração Geral
Uma funcionária de uma floricultura decidiu montar um negócio próprio. Para tanto, dentro de seu orçamento, elaborou plano para compra de materiais, contato de fornecedores e contratação de pessoal. Essas ações, de acordo com Chiavenato (2009), caracterizam-se como:

Alternativas
Q331124 Administração Geral
No âmbito organizacional, a tomada de decisão é um processo que demanda grande responsabilidade e precisão. As organizações podem até mesmo entrar em estado de falência caso efetuem uma decisão equivocada. De acordo com o livro Comportamento Organizacional, são comuns alguns erros e vieses na tomada de decisão. Assinale a alternativa referente ao viés conceituado como a tendência de fixar uma informação como ponto de partida e a dificuldade de ajuste diante de informações posteriores.

Alternativas
Q331123 Administração Geral
No final da década de 1960, Henry Mintzberg realizou uma pesquisa com cinco executivos para determinar o que eles faziam no trabalho, e concluiu que os gestores desempenham dez papéis diferentes, separados em três grupos fortemente interligados, identificados corretamente na alternativa:

Alternativas
Q331120 Administração Geral
Nos escritos iniciais de Fayol, é notável a importância da habilidade administrativa para o desempenho organizacional. Os administradores, segundo Fayol, necessitavam de certas qualidades, conhecimentos e experiências. Nesse sentido, analise as afirmativas abaixo referentes às qualidades, conhecimentos e experiências.

I Qualidades mentais: bom senso, firmeza, iniciativa, lealdade, disciplina.

II Qualidades físicas: saúde, vigor, trato.

III Conhecimento especial: aquele peculiar à função seja técnica, comercial, financeira, etc.

IV Conhecimento geral: familiaridade com outros assuntos não exclusivamente da função desempenhada.

V Experiências: conhecimento advindo da própria vida, tentativas de aperfeiçoamento progressivo.

Está CORRETO apenas o que se afirma em:

Alternativas
Q331118 Administração Geral
Comprometimento organizacional é definido como grau de identificação que o trabalhador apresenta em relação à empresa e seus objetivos, e o seu desejo de manter-se como membro dela. Tendo em vista que são consideradas três dimensões distintas a esse respeito, assinale a alternativa que contenha as três dimensões referentes aos tipos de comprometimento:

Alternativas
Q331116 Administração Geral
Tendo por referência o livro Gestão da Qualidade Teoria e Casos, podemos definir as seguintes áreas típicas das organizações:

1. Administrativa
2. Comercial
3. Processo Produtivo
4. Financeira
5. Qualidade

Considerando que cada uma dessas áreas deseja desenvolver ações alinhadas com uma Visão Estratégica, assinale a alternativa que descreve para cada uma das áreas, ações coerentes com essa visão.

Alternativas
Q331115 Administração Geral
Embora profundamente diferentes entre si, as pessoas apresentam determinadas necessidades humanas básicas (ou motivos). Assinale a alternativa que corresponde às necessidades primárias, segundo a pirâmide de Maslow:

Alternativas
Q331114 Administração Geral
Tendo por referência o livro Gestão da Qualidade Teoria e Casos, podemos definir as seguintes áreas típicas das organizações:

1. Administrativa
2. Comercial
3. Processo Produtivo
4. Financeira
5. Qualidade

Considerando que cada uma dessas áreas deseja desenvolver ações alinhadas com uma Visão Tática, assinale a alternativa que descreve para cada uma das áreas, ações coerentes com essa visão.

Alternativas
Q331113 Administração Geral
A Gestão da Qualidade apresenta métodos estruturados de modo consistente para avaliar a definição de melhorias que possam vir a ser implantadas em partes definidas do processo produtivo, denominados ferramentas da Gestão de Qualidade. As ferramentas em maior ou menor grau apresentam certas características, descritas a seguir, dentre as quais NÃO podemos considerar:

Alternativas
Q331112 Administração Geral
De acordo com o livro Teorias da Administração de Reinaldo O. da Silva, ao longo do tempo as organizações vêm apresentando diversas formas de estruturação que variam conforme a atividade, as condições do mercado e o tipo de controle da administração. Nesse sentido, assinale a alternativa que corresponde às organizações que apresentam como mecanismo básico de coordenação a hierarquia dos níveis, onde as “cabeças funcionais” são inerentemente dependentes de uma “cabeça central” para a coordenação do trabalho.

Alternativas
Q331110 Administração Geral
Imagem 006.jpg

De acordo com Gestão da Qualidade Teoria e Casos, alguns exemplos de estratégias muito utilizadas pelo gerenciamento operacional são as seguintes:

I Estratégias de organização do processo para a qualidade;

II Estratégias de ênfase na produção de benefícios pontuais;

III Estratégias de planejamento do processo para a qualidade;

IV Estratégias de envolvimento dos recursos humanos;

V Estratégias de produção da qualidade no processo.

Estão CORRETAS as estratégias descritas apenas em:

Alternativas
Respostas
1521: A
1522: D
1523: C
1524: B
1525: D
1526: A
1527: C
1528: B
1529: E
1530: B
1531: C
1532: B
1533: D
1534: E
1535: E
1536: E
1537: B
1538: D
1539: E
1540: D