Questões de Concurso Comentadas para técnico - tecnologia da informação

Foram encontradas 1.255 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q578261 Português
                                 A formação do Brasil - LYA LUFT  

A gente quer a sensação não apenas de ser brasileiro, amar este país complicado, e lutar por ele, mas de ter isso reconhecido de uma forma mais clara e melhor". 

Sempre me preocupam posições aleatórias ou radicais, com ou sem fundo ideológico, com respeito à formação étnica e cultural do Brasil (ainda existe realmente o ideológico, ou tudo é jogo do grande partido do PIP, o Partido do Interesse Próprio, que às vezes parece ser o preponderante neste país?). Temos oficialmente o Dia do Índio e o Dia do Negro. Divulgam-se e se promovem programas, disciplinas, mil atividades quase sempre relacionadas ao índio e ao negro. Mais do que justo. O primeiro, porque foi o morador desta terra, quando aqui chegamos e o destruímos. O segundo, porque com seu sangue, sofrimento e trabalho duro construiu parte disso que somos e provou que não somos nada santos, pois tínhamos escravos - como boa parte do mundo tinha, incluindo tribos africanas e povos dos mais variados que, vergonha, opróbrio, escravizavam grupos vencidos em guerras.  

Porém, eu gostaria que houvesse mais disciplinas, festejos, ensinamentos, referências aos outros povos e raças que nos fizeram. Os portugueses, italianos, alemães, japoneses, árabes, poloneses, judeus, e tantos mais, sobretudo aqueles que nos povoaram, fizeram crescer, que nos civilizaram e ainda sustentam com suor, trabalho - e às vezes lágrimas - até o dia de hoje. Que nos tornam esse país vasto e, contraditório, problemático, pré-adolescente, que ainda somos - com todos os encantos e disparates que essa fase da vida costuma oferecer.

E gostaria que não só pequenas comunidades em cidades grandes ou no interior comemorassem a cultura de determinados grupos, mas que isso fizesse parte da agenda oficial. Por que não o Dia do Alemão, do Judeu, do Árabe, do Italiano, por exemplo? Do Polonês ou do Português, por exemplo? Pois todos merecem todos contribuem igualmente, todos à sua maneira foram sacrificados, às vezes vilipendiados, não entendidos. Todos sofreram. Meus antepassados, já escrevi isso mais de uma vez, vieram da Alemanha há quase 100 anos, passaram privações inimagináveis em navios, embora não acorrentados.  

Foram convocados para povoar, no meu caso, uma região bem aqui no sul do Brasil, onde foram largados de mãos vazias de recursos e ouvidos cheios de promessas não cumpridas. Receberam umas poucas ferramentas, nada mais. Enfrentaram tribos hostis, animais ferozes, natureza e clima estranhos, doenças desconhecidas e isolamento devido ao idioma. As criancinhas morriam em quantidades assustadoras, os doentes eram tratados com chás e orações, pequenos cemitérios cresciam como cogumelos. Aos poucos mandaram buscar mais pessoas, médico, pastor, padre, professor, e foram-se construindo casas, povoados, vilas, hoje florescentes cidades de todos os tamanhos. Apesar das dificuldades da língua, foram-se aclimatando, e se consideram tão brasileiros quanto eu, de cinco ou mais gerações nesta terra amada. Isso deve merecer consideração especial.

Escrevo isso como poderia escrever se tivesse antepassados japoneses ou árabes, judeus ou italianos. A gente quer a sensação não apenas de ser brasileiro, amar este país complicado, e lutar por ele, mas de ter isso reconhecido de uma forma mais clara e melhor. Vamos aprender danças e rituais indígenas, comidas e cultos e palavras africanas, mais do que certo: pois somos resultado e mistura de tudo isso. Mas vamos, então, ter outras datas, referências, homenagens e aprendizados mais amplo e mais justos sobre as culturas e etnias que igualmente nos formaram como somos hoje, e vão continuar, cada uma do seu jeito e no seu ritmo, promovendo o país com que tanto sonhamos, onde todos têm hora, voz e vez garantidas e apreciadas.

FONTE: LUFT, Lya. In: VEJA, nº 2264 de 11 de abril de 2012. (Com adaptações).  
A partir da leitura do texto e de suas configurações estilísticas, composicional e temática, é possível afirmar que ele pertence ao gênero discursivo:  
Alternativas
Q578260 Português
                                 A formação do Brasil - LYA LUFT  

A gente quer a sensação não apenas de ser brasileiro, amar este país complicado, e lutar por ele, mas de ter isso reconhecido de uma forma mais clara e melhor". 

Sempre me preocupam posições aleatórias ou radicais, com ou sem fundo ideológico, com respeito à formação étnica e cultural do Brasil (ainda existe realmente o ideológico, ou tudo é jogo do grande partido do PIP, o Partido do Interesse Próprio, que às vezes parece ser o preponderante neste país?). Temos oficialmente o Dia do Índio e o Dia do Negro. Divulgam-se e se promovem programas, disciplinas, mil atividades quase sempre relacionadas ao índio e ao negro. Mais do que justo. O primeiro, porque foi o morador desta terra, quando aqui chegamos e o destruímos. O segundo, porque com seu sangue, sofrimento e trabalho duro construiu parte disso que somos e provou que não somos nada santos, pois tínhamos escravos - como boa parte do mundo tinha, incluindo tribos africanas e povos dos mais variados que, vergonha, opróbrio, escravizavam grupos vencidos em guerras.  

Porém, eu gostaria que houvesse mais disciplinas, festejos, ensinamentos, referências aos outros povos e raças que nos fizeram. Os portugueses, italianos, alemães, japoneses, árabes, poloneses, judeus, e tantos mais, sobretudo aqueles que nos povoaram, fizeram crescer, que nos civilizaram e ainda sustentam com suor, trabalho - e às vezes lágrimas - até o dia de hoje. Que nos tornam esse país vasto e, contraditório, problemático, pré-adolescente, que ainda somos - com todos os encantos e disparates que essa fase da vida costuma oferecer.

E gostaria que não só pequenas comunidades em cidades grandes ou no interior comemorassem a cultura de determinados grupos, mas que isso fizesse parte da agenda oficial. Por que não o Dia do Alemão, do Judeu, do Árabe, do Italiano, por exemplo? Do Polonês ou do Português, por exemplo? Pois todos merecem todos contribuem igualmente, todos à sua maneira foram sacrificados, às vezes vilipendiados, não entendidos. Todos sofreram. Meus antepassados, já escrevi isso mais de uma vez, vieram da Alemanha há quase 100 anos, passaram privações inimagináveis em navios, embora não acorrentados.  

Foram convocados para povoar, no meu caso, uma região bem aqui no sul do Brasil, onde foram largados de mãos vazias de recursos e ouvidos cheios de promessas não cumpridas. Receberam umas poucas ferramentas, nada mais. Enfrentaram tribos hostis, animais ferozes, natureza e clima estranhos, doenças desconhecidas e isolamento devido ao idioma. As criancinhas morriam em quantidades assustadoras, os doentes eram tratados com chás e orações, pequenos cemitérios cresciam como cogumelos. Aos poucos mandaram buscar mais pessoas, médico, pastor, padre, professor, e foram-se construindo casas, povoados, vilas, hoje florescentes cidades de todos os tamanhos. Apesar das dificuldades da língua, foram-se aclimatando, e se consideram tão brasileiros quanto eu, de cinco ou mais gerações nesta terra amada. Isso deve merecer consideração especial.

Escrevo isso como poderia escrever se tivesse antepassados japoneses ou árabes, judeus ou italianos. A gente quer a sensação não apenas de ser brasileiro, amar este país complicado, e lutar por ele, mas de ter isso reconhecido de uma forma mais clara e melhor. Vamos aprender danças e rituais indígenas, comidas e cultos e palavras africanas, mais do que certo: pois somos resultado e mistura de tudo isso. Mas vamos, então, ter outras datas, referências, homenagens e aprendizados mais amplo e mais justos sobre as culturas e etnias que igualmente nos formaram como somos hoje, e vão continuar, cada uma do seu jeito e no seu ritmo, promovendo o país com que tanto sonhamos, onde todos têm hora, voz e vez garantidas e apreciadas.

FONTE: LUFT, Lya. In: VEJA, nº 2264 de 11 de abril de 2012. (Com adaptações).  
No 4º parágrafo, no primeiro período, Lya Luft apresenta seu posicionamento quanto à comemoração de datas culturais: “E gostaria que não só pequenas comunidades em cidades grandes ou no interior comemorassem a cultura de determinados grupos, mas que isso fizesse parte da agenda oficial". Sobre esse posicionamento, é CORRETO afirmar que a autora: 
Alternativas
Q578259 Português
                                 A formação do Brasil - LYA LUFT  

A gente quer a sensação não apenas de ser brasileiro, amar este país complicado, e lutar por ele, mas de ter isso reconhecido de uma forma mais clara e melhor". 

Sempre me preocupam posições aleatórias ou radicais, com ou sem fundo ideológico, com respeito à formação étnica e cultural do Brasil (ainda existe realmente o ideológico, ou tudo é jogo do grande partido do PIP, o Partido do Interesse Próprio, que às vezes parece ser o preponderante neste país?). Temos oficialmente o Dia do Índio e o Dia do Negro. Divulgam-se e se promovem programas, disciplinas, mil atividades quase sempre relacionadas ao índio e ao negro. Mais do que justo. O primeiro, porque foi o morador desta terra, quando aqui chegamos e o destruímos. O segundo, porque com seu sangue, sofrimento e trabalho duro construiu parte disso que somos e provou que não somos nada santos, pois tínhamos escravos - como boa parte do mundo tinha, incluindo tribos africanas e povos dos mais variados que, vergonha, opróbrio, escravizavam grupos vencidos em guerras.  

Porém, eu gostaria que houvesse mais disciplinas, festejos, ensinamentos, referências aos outros povos e raças que nos fizeram. Os portugueses, italianos, alemães, japoneses, árabes, poloneses, judeus, e tantos mais, sobretudo aqueles que nos povoaram, fizeram crescer, que nos civilizaram e ainda sustentam com suor, trabalho - e às vezes lágrimas - até o dia de hoje. Que nos tornam esse país vasto e, contraditório, problemático, pré-adolescente, que ainda somos - com todos os encantos e disparates que essa fase da vida costuma oferecer.

E gostaria que não só pequenas comunidades em cidades grandes ou no interior comemorassem a cultura de determinados grupos, mas que isso fizesse parte da agenda oficial. Por que não o Dia do Alemão, do Judeu, do Árabe, do Italiano, por exemplo? Do Polonês ou do Português, por exemplo? Pois todos merecem todos contribuem igualmente, todos à sua maneira foram sacrificados, às vezes vilipendiados, não entendidos. Todos sofreram. Meus antepassados, já escrevi isso mais de uma vez, vieram da Alemanha há quase 100 anos, passaram privações inimagináveis em navios, embora não acorrentados.  

Foram convocados para povoar, no meu caso, uma região bem aqui no sul do Brasil, onde foram largados de mãos vazias de recursos e ouvidos cheios de promessas não cumpridas. Receberam umas poucas ferramentas, nada mais. Enfrentaram tribos hostis, animais ferozes, natureza e clima estranhos, doenças desconhecidas e isolamento devido ao idioma. As criancinhas morriam em quantidades assustadoras, os doentes eram tratados com chás e orações, pequenos cemitérios cresciam como cogumelos. Aos poucos mandaram buscar mais pessoas, médico, pastor, padre, professor, e foram-se construindo casas, povoados, vilas, hoje florescentes cidades de todos os tamanhos. Apesar das dificuldades da língua, foram-se aclimatando, e se consideram tão brasileiros quanto eu, de cinco ou mais gerações nesta terra amada. Isso deve merecer consideração especial.

Escrevo isso como poderia escrever se tivesse antepassados japoneses ou árabes, judeus ou italianos. A gente quer a sensação não apenas de ser brasileiro, amar este país complicado, e lutar por ele, mas de ter isso reconhecido de uma forma mais clara e melhor. Vamos aprender danças e rituais indígenas, comidas e cultos e palavras africanas, mais do que certo: pois somos resultado e mistura de tudo isso. Mas vamos, então, ter outras datas, referências, homenagens e aprendizados mais amplo e mais justos sobre as culturas e etnias que igualmente nos formaram como somos hoje, e vão continuar, cada uma do seu jeito e no seu ritmo, promovendo o país com que tanto sonhamos, onde todos têm hora, voz e vez garantidas e apreciadas.

FONTE: LUFT, Lya. In: VEJA, nº 2264 de 11 de abril de 2012. (Com adaptações).  
A partir da leitura do texto, infere-se que a autora defende:  
Alternativas
Q2911740 Arquitetura de Software

Com relação aos switches em redes de computadores, pode-se afirmar que:

Alternativas
Q2911738 Noções de Informática

Com relação ao utilitário do Windows scandisk, pode-se afirmar que é utilizado para detectar e corrigir erros:

Alternativas
Q2911735 Arquitetura de Software
Uma rede IP com CIDR 22 possibilitará a atribuição de quantos endereços IP a hosts na mesma sub- -rede IP?
Alternativas
Q2911734 Arquitetura de Software

São tipos de estrutura de dados:

1. Tabela Hash

2. Heap

3. Bateria

4. Floresta

5. Árvore

Assinale a alternativa que indica todos os itens corretos.

Alternativas
Q2911733 Noções de Informática

Assinale a alternativa que melhor caracteriza a função e o uso do comando nslookup, presente nas distribuições linux.

Alternativas
Q2911730 Arquitetura de Software

Para um conjunto de sub-redes cujo primeiro IP da primeira sub-rede é 172.23.0.1, com máscara de rede 255.255.224.0, assinale a alternativa que identifica, respectivamente, o número de sub-redes possível, a quantidade de hosts por sub-rede e o endereço de broadcast da terceira sub-rede.

Alternativas
Q2911729 Arquitetura de Software

Os endereços de broadcast e de rede, respectivamente, para o IP 200.132.233.234/29, são:

Alternativas
Q2911727 Arquitetura de Software

Associe corretamente as colunas 1 e 2 abaixo. Considere a função principal de cada ativo para fazer a associação.

Coluna 1

1. Roteador

2. Switch gerenciável

3. Ponto de acesso sem fio

Coluna 2

( ) Pode implementar o protocolo 802.1q.

( ) Implementa o(s) protocolo(s) 802.11a/b/g ou n.

( ) Implementa o(s) protocolo(s) RIP, BGP e/ou OSPF.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q2911724 Arquitetura de Software

Com relação a estruturas de dados, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2911723 Arquitetura de Software

No contexto de sistema operacional, pode-se dizer que um processo é:

Alternativas
Q2911721 Arquitetura de Software

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ).

Com relação a proxies em redes TCP/IP, pode-se dizer que eles podem ser utilizados para:

( ) Acelerar a navegação armazenando páginas web localmente, utilizando cache.

( ) Encaminhar consultas DNS a servidores externos.

( ) Aumentar a segurança, ao manter as estações dependentes do proxy anônimas.

( ) Monitoramento e filtro de conteúdo antes da entrega ao destino.

( ) Acessar sítios web proibidos pela organização ou provedor utilizando proxies externos.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q2911720 Arquitetura de Software

Analise as opções abaixo:

1. Herança

2. Diagramas Entidade-Relacionamento

3. Polimorfismo

4. Abstração

5. ETL

6. Encapsulamento

Assinale a alternativa que indica todas as opções consideradas características do paradigma de programação orientado a objetos.

Alternativas
Q2911719 Arquitetura de Software

Analise as ferramentas, os protocolos e as técnicas abaixo:

1. IPTABLES

2. ISA Server

3. TRACEROUTE

4. WPA2

5. NAT e NAT reverso

Assinale a alternativa que indica as ferramentas, os protocolos e as técnicas relacionadas, cuja função principal está relacionada com segurança da informação.

Alternativas
Q2911707 Arquitetura de Software

Analise as afirmativas abaixo:

1. Chaves primárias redundantes são recomendadas por prover um nível de segurança adicional.

2. Qualquer chave candidata identifica unicamente cada tupla da relação.

3. Qualquer chave primária é uma superchave, mas nem toda superchave é uma chave primária.

4. Qualquer chave estrangeira é primária em outra relação.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q2911698 Noções de Informática

Os endereços dos servidores de e-mail corporativo são traduzidos para números IP utilizando (protocolo e tipo de registro):

Alternativas
Q2911693 Noções de Informática

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ), com relação às variáveis de ambiente de sistema operacional:

( ) Estão presentes no Windows, mas não no Linux.

( ) %VARIAVEL% é a sintaxe para referenciá-las no Windows, onde VARIAVEL é o nome da variável de ambiente em questão.

( ) $VARIAVEL é a sintaxe para referenciá-las no Linux, onde VARIAVEL é o nome da variável de ambiente em questão.

( ) Estão presentes no Linux, mas não no Windows.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q2911687 Noções de Informática

A melhor forma de desligar uma estação ou servidor Linux, em CPUs com arquitetura x86, é através do comando:

Alternativas
Respostas
1161: E
1162: C
1163: B
1164: C
1165: E
1166: D
1167: B
1168: A
1169: E
1170: B
1171: D
1172: D
1173: B
1174: A
1175: C
1176: A
1177: C
1178: D
1179: C
1180: A