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Segundo Beni (1991), tais informações do turismo pós-moderno visam ao desenvolvimento e posterior manutenção da atividade turística e pretendem minimizar a ocorrência de práticas ambientais, econômicas ou socialmente insustentáveis, trazendo, assim, algumas linhas norteadoras para a gestão estratégica do pós-turismo que podem seguir tais vertentes. Em relação ao turismo e pós-modernidade, é correto afirmar que:
Compreende os movimentos turísticos decorrentes da prática de atividades de aventura de caráter recreativo e não competitivo. Assim, esta atividade envolve desafios e riscos controlados e conhecidos, podendo ser praticada tanto em ambientes naturais como urbanos e por pessoas leigas do assunto, desde que não tenha finalidade competitiva. A qual tipo de turismo se refere essa descrição?
A respeito de Marketing Turístico, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Promover e divulgar o município nos polos emissores, pois de nada adianta ter um excelente produto turístico se não existirem estratégias de promoção e divulgação nos mercados emissores. É um trabalho profissional que exige criatividade e recursos orçamentários.
( ) Preparar os recursos humanos para o desenvolvimento das ações no mercado e sucesso da manutenção das relações pós-venda dos produtos turísticos.
( ) Não delimitar um ou mais roteiros turísticos para não incentivar o acesso às atrações que possam ser interessantes para o turista.
( ) Investir em sinalização turística, pois facilita a chegada e a saída do turista, assim como seus deslocamentos durante sua estadia em determinado local. O trabalho da sinalização turística deve ser realizado nos locais aos quais se quer atrair turistas.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
O principal objetivo dos hotéis é satisfazer as necessidades das pessoas, tanto de hóspedes, quanto de empresários ou funcionários. O hotel pode ser considerado como um importante instrumento de desenvolvimento para comunidade, visto que através dele há a possibilidade de se proporcionar impactos econômicos e sociais de grande relevância para o bem-estar dos indivíduos que ali residem. A recepção é o primeiro contato do hóspede com o hotel. Nesse setor, são tratados todos os aspectos de permanência do hóspede, que manterá contato com a recepção desde a sua entrada até a sua saída. Em relação à hospitalidade, é INCORRETO afirmar que:
Segundo Barreto (1991), a decisão de planejar é motivada por diversas necessidades conjunturais e estruturais, nos mais diversos setores. O autor afirma que, no caso do turismo, surge a necessidade de sistematizar e adaptar o movimento turístico ao destino e, ainda, atender às expectativas da demanda, contemplando os direitos dos moradores, no que se refere à urbanização, meio ambiente, cultura e relações sociais. Dessa forma, do ponto de vista processual, é importante estabelecer etapas para efetivação do processo de planejamento turístico. Relacione a Coluna 1 à Coluna 2 no que diz respeito às Etapas do Planejamento.
Coluna 1
1. Avaliação do trabalho.
2. Definição de objetivos.
3. Implantação e execução.
4. Estudo diagnóstico.
Coluna 2
( ) Trata da investigação, reflexão e compreensão da realidade, bem como da identificação de fatos e tendências.
( ) É a tomada de decisão em que se definem o estado das coisas que se pretende atingir com a ação planejada. É preciso clareza e legitimação.
( ) Instalação, execução e funcionamento do empreendimento. É a ação.
( ) Uma crítica pura ou orientada para um replanejamento. Deve considerar não apenas os resultados, mas também a efetivação dos objetivos. O desempenho de todo o projeto é analisado.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
De acordo com Dourojeanni e Pádua (2007), o Brasil é o único país do mundo que se refere às áreas protegidas como Unidades de Conservação (UCs). As propostas de criação dessas áreas começaram em 1876, com o engenheiro André Rebouças, que sugeriu a criação de dois parques nacionais, um na Ilha do Bananal, no Tocantins, e outro em Sete Quedas, no Paraná. Segundo o SNUC (2000), unidades de conservação são definidas como espaço territorial e seus recursos ambientais, incluindo águas jurisdicionais, com características naturais relevantes, legalmente instituído pelo Poder Público, com objetivos de conservação e limites definidos, sob regime especial de administração, ao qual se aplicam garantias adequadas de proteção. Nesse sentido, analise as assertivas a seguir:
I. Reserva Biológica preserva integralmente a biota e demais atributos naturais existentes em seus limites, sem interferência humana direta ou modificações ambientais.
II. Monumento Natural preserva sítios naturais raros, singulares ou de grande beleza cênica.
III. Refúgio de Vida Silvestre protege ambientes naturais onde se asseguram condições para a existência ou reprodução de espécies ou comunidades da flora local e da fauna residente ou migratória.
IV. Estação Ecológica não preserva a natureza, nem realiza pesquisas científicas.
Quais estão corretas?
De acordo com o Relatório da Embratur de estudos de demanda turística, um turista de eventos chega a gastar até três vezes mais do que um turista convencional de férias, permanecendo, em média, por um período de 02 a 05 dias no local, gerando, assim, outros benefícios pela indústria dos eventos. Nesse sentido, em relação à indústria dos eventos, é correto afirmar que:
De acordo com Barreto (1995), o turismo tem efeito direto e indireto na economia de uma localidade ou região. Os efeitos diretos são os resultados das despesas realizadas pelos turistas, já os efeitos indiretos do turismo são resultantes das despesas efetuadas pelos equipamentos e prestadores de serviços turísticos na compra de bens e serviços de outro tipo. Trata-se de um dinheiro que foi trazido pelo turista, mas que será gasto por outro que o receberá do turista em primeira mão. O dinheiro que entra através da atividade multiplica-se na economia, traduzindo-se em diversos setores ligados indiretamente ao fenômeno turístico. Nesse sentido, analise as assertivas a seguir:
I. Aumento da urbanização.
II. Incremento da demanda de mão de obra para serviços.
III. Aumento da demanda dos produtos locais desde hortifrutigranjeiros até artesanato.
IV. Maior arrecadação de impostos e taxas.
Quais estão corretas?
Segundo Faro (1998), há um comportamento do fluxo turístico, cujos deslocamentos acontecem concentrados no tempo e no espaço, em função das estações climáticas e das férias escolares, configurando a alta temporada, compreendida nos meses de dezembro, janeiro, fevereiro e julho (é o período das férias, quando a família pode viajar junto e o clima é mais ameno, os hotéis ficam lotados e os serviços sobrecarregados). Em oposição, ocorre a baixa temporada turística, compreendida nos meses de março, abril, maio, junho, agosto, setembro, outubro e novembro (onde os serviços turísticos ficam ociosos, apesar das possibilidades de comercialização em relação a tarifas, prazos de pagamentos e cancelamentos são mais acessíveis). Este comportamento pode ser definido como:
No triângulo retângulo ABC, apresentado na imagem abaixo, temos que a medida do segmento AB é igual a c, a medida do segmento BC é a, AD é igual a 3,6, a medida do segmento CD é 6,4 e a medida do segmento BD é igual a 4,8. Podemos dizer então que (𝑎 + 𝑐)2 é igual a:
Instrução: As questões de números 11 a 20 referem-se ao texto abaixo.
-
O uso de simuladores de realidade virtual na educação cirúrgica
-
- Os traços da simulação na história podem ser rastreados até tempos muito antigos. Platão e
- Aristóteles já falavam sobre aprender por meio da diversão e da imitação. Daquela época até o
- Renascimento, o teatro foi baseado nesses fundamentos e foi usado como uma arte educacional.
- Na Idade Média, cavaleiros treinavam com manequins feitos de madeira e palha para torneios
- de justas, manuseio de espadas e tiro com besta. Esses simuladores permitiram que eles se
- desenvolvessem por meio da repetição, melhor gerenciamento do medo e aprimoramento de
- suas habilidades de combate. Em Maio de 1759, surge o primeiro simulador médico. Madame du
- Coudray, parteira, recebeu do rei Luís XV um certificado e uma pensão para poder ensinar às
- matronas rurais “a arte do parto”. Ela viajou pela França por 25 anos para treinar mais de cinco
- mil mulheres e cerca de quinhentos médicos e cirurgiões. Graças à sua ação educacional ao longo
- de sua vida, ela reduziu significativamente a mortalidade infantil e materna na França. Foi com
- a pesquisa sobre ressuscitação cardiopulmonar entre as décadas de 1950 e 1960 que os
- manequins – e especialmente a simulação – experimentaram um desenvolvimento significativo.
- No contexto atual da simulação, a origem do desenvolvimento desta técnica de aprendizagem
- e treinamento corresponde a uma consciência da necessidade de melhorar a qualidade do
- atendimento, logo após a publicação do relatório To err is human nos Estados Unidos. A qualidade
- do atendimento é uma abordagem que deve assegurar a cada paciente a combinação de atos
- diagnósticos e terapêuticos, visando ao melhor resultado em termos de saúde, de acordo com o
- estado atual da ciência médica, pelo melhor custo pelo mesmo resultado, pelo menor risco
- iatrogênico e pela maior satisfação em termos de procedimentos, resultados e contatos humanos
- no sistema de saúde.
- Como uma nova abordagem, a introdução da realidade virtual (RV) teve grande sucesso e
- ofereceu perspectivas estimulantes para o treinamento cirúrgico e o planejamento cirúrgico pré-
- operatório de procedimentos complexos. A segurança do paciente e a necessidade de
- treinamento cirúrgico são duas necessidades para as quais a RV oferece uma solução inovadora
- e promissora, desafiando anos de tradição, superando dilemas legais e éticos. Assim, os pontos
- fortes da simulação de RV incluem: as possibilidades quase ilimitadas para cirurgiões e
- internos/residentes treinarem sem estresse em ambientes realistas; e o custo dos simuladores
- de RV, que é menor do que os modelos de treinamento tradicionais alternativos.
- Atualmente, os residentes de oftalmologia podem treinar cirurgia de catarata operando em
- modelos animais ou humanos; ou em laboratórios úmidos onde olhos sintéticos estão
- disponíveis. Isso permite que eles desenvolvam suas habilidades, repetindo cada etapa da
- extração da catarata em um ambiente controlado, livre de qualquer pressão associada à cirurgia
- em um paciente real. No entanto, esses métodos têm sido criticados por não serem realistas e
- simularem inadequadamente a consistência e a anatomia do tecido, mas também por não
- permitirem qualquer avaliação objetiva. Neste caso, a pergunta “a tecnologia de simulação
- oferece a possibilidade de novas modalidades de treinamento e avaliação e pode, assim, ajudar
- a preparar os jovens cirurgiões, reduzindo sua ansiedade, mas principalmente os riscos para o
- paciente?” recebe uma resposta positiva em relação à validade dos simuladores para o treino
- cirúrgico na área da oftalmologia, em cirurgias de catarata, no treino de procedimentos que são
- considerados essenciais, como a realização de uma capsulorrexe, a facoemulsificação, a
- fissuração do núcleo cristalino e a sucção de massas cristalinas. A simulação de realidade virtual
- oferece um meio de aprendizagem sem riscos em situações complexas, críticas ou raras, bem
- como a promoção de abordagens de aprendizagem interdisciplinares e em equipe. Além disso,
- pode desempenhar um papel importante na avaliação de resultados e predição. Assim, os
- simuladores de realidade virtual constituem um meio promissor de treinamento e inauguram um
- novo paradigma na educação cirúrgica.
-
(Disponível em: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/cirurgia-de-catarata. –
texto especialmente adaptado para esta prova).
O termo “pergunta” (l. 36) é decorrente do processo de formação de palavras denominado derivação:
Instrução: As questões de números 11 a 20 referem-se ao texto abaixo.
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O uso de simuladores de realidade virtual na educação cirúrgica
-
- Os traços da simulação na história podem ser rastreados até tempos muito antigos. Platão e
- Aristóteles já falavam sobre aprender por meio da diversão e da imitação. Daquela época até o
- Renascimento, o teatro foi baseado nesses fundamentos e foi usado como uma arte educacional.
- Na Idade Média, cavaleiros treinavam com manequins feitos de madeira e palha para torneios
- de justas, manuseio de espadas e tiro com besta. Esses simuladores permitiram que eles se
- desenvolvessem por meio da repetição, melhor gerenciamento do medo e aprimoramento de
- suas habilidades de combate. Em Maio de 1759, surge o primeiro simulador médico. Madame du
- Coudray, parteira, recebeu do rei Luís XV um certificado e uma pensão para poder ensinar às
- matronas rurais “a arte do parto”. Ela viajou pela França por 25 anos para treinar mais de cinco
- mil mulheres e cerca de quinhentos médicos e cirurgiões. Graças à sua ação educacional ao longo
- de sua vida, ela reduziu significativamente a mortalidade infantil e materna na França. Foi com
- a pesquisa sobre ressuscitação cardiopulmonar entre as décadas de 1950 e 1960 que os
- manequins – e especialmente a simulação – experimentaram um desenvolvimento significativo.
- No contexto atual da simulação, a origem do desenvolvimento desta técnica de aprendizagem
- e treinamento corresponde a uma consciência da necessidade de melhorar a qualidade do
- atendimento, logo após a publicação do relatório To err is human nos Estados Unidos. A qualidade
- do atendimento é uma abordagem que deve assegurar a cada paciente a combinação de atos
- diagnósticos e terapêuticos, visando ao melhor resultado em termos de saúde, de acordo com o
- estado atual da ciência médica, pelo melhor custo pelo mesmo resultado, pelo menor risco
- iatrogênico e pela maior satisfação em termos de procedimentos, resultados e contatos humanos
- no sistema de saúde.
- Como uma nova abordagem, a introdução da realidade virtual (RV) teve grande sucesso e
- ofereceu perspectivas estimulantes para o treinamento cirúrgico e o planejamento cirúrgico pré-
- operatório de procedimentos complexos. A segurança do paciente e a necessidade de
- treinamento cirúrgico são duas necessidades para as quais a RV oferece uma solução inovadora
- e promissora, desafiando anos de tradição, superando dilemas legais e éticos. Assim, os pontos
- fortes da simulação de RV incluem: as possibilidades quase ilimitadas para cirurgiões e
- internos/residentes treinarem sem estresse em ambientes realistas; e o custo dos simuladores
- de RV, que é menor do que os modelos de treinamento tradicionais alternativos.
- Atualmente, os residentes de oftalmologia podem treinar cirurgia de catarata operando em
- modelos animais ou humanos; ou em laboratórios úmidos onde olhos sintéticos estão
- disponíveis. Isso permite que eles desenvolvam suas habilidades, repetindo cada etapa da
- extração da catarata em um ambiente controlado, livre de qualquer pressão associada à cirurgia
- em um paciente real. No entanto, esses métodos têm sido criticados por não serem realistas e
- simularem inadequadamente a consistência e a anatomia do tecido, mas também por não
- permitirem qualquer avaliação objetiva. Neste caso, a pergunta “a tecnologia de simulação
- oferece a possibilidade de novas modalidades de treinamento e avaliação e pode, assim, ajudar
- a preparar os jovens cirurgiões, reduzindo sua ansiedade, mas principalmente os riscos para o
- paciente?” recebe uma resposta positiva em relação à validade dos simuladores para o treino
- cirúrgico na área da oftalmologia, em cirurgias de catarata, no treino de procedimentos que são
- considerados essenciais, como a realização de uma capsulorrexe, a facoemulsificação, a
- fissuração do núcleo cristalino e a sucção de massas cristalinas. A simulação de realidade virtual
- oferece um meio de aprendizagem sem riscos em situações complexas, críticas ou raras, bem
- como a promoção de abordagens de aprendizagem interdisciplinares e em equipe. Além disso,
- pode desempenhar um papel importante na avaliação de resultados e predição. Assim, os
- simuladores de realidade virtual constituem um meio promissor de treinamento e inauguram um
- novo paradigma na educação cirúrgica.
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(Disponível em: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/cirurgia-de-catarata. –
texto especialmente adaptado para esta prova).
Na frase sintetizada do texto “A qualidade do atendimento é uma abordagem que deve assegurar a combinação de atos diagnósticos e terapêuticos”, para que o elemento sublinhado receba o acento indicativo de crase, o verbo “assegurar” deve ser substituído por:
Instrução: As questões de números 11 a 20 referem-se ao texto abaixo.
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O uso de simuladores de realidade virtual na educação cirúrgica
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- Os traços da simulação na história podem ser rastreados até tempos muito antigos. Platão e
- Aristóteles já falavam sobre aprender por meio da diversão e da imitação. Daquela época até o
- Renascimento, o teatro foi baseado nesses fundamentos e foi usado como uma arte educacional.
- Na Idade Média, cavaleiros treinavam com manequins feitos de madeira e palha para torneios
- de justas, manuseio de espadas e tiro com besta. Esses simuladores permitiram que eles se
- desenvolvessem por meio da repetição, melhor gerenciamento do medo e aprimoramento de
- suas habilidades de combate. Em Maio de 1759, surge o primeiro simulador médico. Madame du
- Coudray, parteira, recebeu do rei Luís XV um certificado e uma pensão para poder ensinar às
- matronas rurais “a arte do parto”. Ela viajou pela França por 25 anos para treinar mais de cinco
- mil mulheres e cerca de quinhentos médicos e cirurgiões. Graças à sua ação educacional ao longo
- de sua vida, ela reduziu significativamente a mortalidade infantil e materna na França. Foi com
- a pesquisa sobre ressuscitação cardiopulmonar entre as décadas de 1950 e 1960 que os
- manequins – e especialmente a simulação – experimentaram um desenvolvimento significativo.
- No contexto atual da simulação, a origem do desenvolvimento desta técnica de aprendizagem
- e treinamento corresponde a uma consciência da necessidade de melhorar a qualidade do
- atendimento, logo após a publicação do relatório To err is human nos Estados Unidos. A qualidade
- do atendimento é uma abordagem que deve assegurar a cada paciente a combinação de atos
- diagnósticos e terapêuticos, visando ao melhor resultado em termos de saúde, de acordo com o
- estado atual da ciência médica, pelo melhor custo pelo mesmo resultado, pelo menor risco
- iatrogênico e pela maior satisfação em termos de procedimentos, resultados e contatos humanos
- no sistema de saúde.
- Como uma nova abordagem, a introdução da realidade virtual (RV) teve grande sucesso e
- ofereceu perspectivas estimulantes para o treinamento cirúrgico e o planejamento cirúrgico pré-
- operatório de procedimentos complexos. A segurança do paciente e a necessidade de
- treinamento cirúrgico são duas necessidades para as quais a RV oferece uma solução inovadora
- e promissora, desafiando anos de tradição, superando dilemas legais e éticos. Assim, os pontos
- fortes da simulação de RV incluem: as possibilidades quase ilimitadas para cirurgiões e
- internos/residentes treinarem sem estresse em ambientes realistas; e o custo dos simuladores
- de RV, que é menor do que os modelos de treinamento tradicionais alternativos.
- Atualmente, os residentes de oftalmologia podem treinar cirurgia de catarata operando em
- modelos animais ou humanos; ou em laboratórios úmidos onde olhos sintéticos estão
- disponíveis. Isso permite que eles desenvolvam suas habilidades, repetindo cada etapa da
- extração da catarata em um ambiente controlado, livre de qualquer pressão associada à cirurgia
- em um paciente real. No entanto, esses métodos têm sido criticados por não serem realistas e
- simularem inadequadamente a consistência e a anatomia do tecido, mas também por não
- permitirem qualquer avaliação objetiva. Neste caso, a pergunta “a tecnologia de simulação
- oferece a possibilidade de novas modalidades de treinamento e avaliação e pode, assim, ajudar
- a preparar os jovens cirurgiões, reduzindo sua ansiedade, mas principalmente os riscos para o
- paciente?” recebe uma resposta positiva em relação à validade dos simuladores para o treino
- cirúrgico na área da oftalmologia, em cirurgias de catarata, no treino de procedimentos que são
- considerados essenciais, como a realização de uma capsulorrexe, a facoemulsificação, a
- fissuração do núcleo cristalino e a sucção de massas cristalinas. A simulação de realidade virtual
- oferece um meio de aprendizagem sem riscos em situações complexas, críticas ou raras, bem
- como a promoção de abordagens de aprendizagem interdisciplinares e em equipe. Além disso,
- pode desempenhar um papel importante na avaliação de resultados e predição. Assim, os
- simuladores de realidade virtual constituem um meio promissor de treinamento e inauguram um
- novo paradigma na educação cirúrgica.
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(Disponível em: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/cirurgia-de-catarata. –
texto especialmente adaptado para esta prova).
No fragmento textual “Esses simuladores permitiram que eles se desenvolvessem por meio da repetição” (l. 05-06), tem-se uma oração principal e uma oração subordinada substantiva:
Instrução: As questões de números 11 a 20 referem-se ao texto abaixo.
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O uso de simuladores de realidade virtual na educação cirúrgica
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- Os traços da simulação na história podem ser rastreados até tempos muito antigos. Platão e
- Aristóteles já falavam sobre aprender por meio da diversão e da imitação. Daquela época até o
- Renascimento, o teatro foi baseado nesses fundamentos e foi usado como uma arte educacional.
- Na Idade Média, cavaleiros treinavam com manequins feitos de madeira e palha para torneios
- de justas, manuseio de espadas e tiro com besta. Esses simuladores permitiram que eles se
- desenvolvessem por meio da repetição, melhor gerenciamento do medo e aprimoramento de
- suas habilidades de combate. Em Maio de 1759, surge o primeiro simulador médico. Madame du
- Coudray, parteira, recebeu do rei Luís XV um certificado e uma pensão para poder ensinar às
- matronas rurais “a arte do parto”. Ela viajou pela França por 25 anos para treinar mais de cinco
- mil mulheres e cerca de quinhentos médicos e cirurgiões. Graças à sua ação educacional ao longo
- de sua vida, ela reduziu significativamente a mortalidade infantil e materna na França. Foi com
- a pesquisa sobre ressuscitação cardiopulmonar entre as décadas de 1950 e 1960 que os
- manequins – e especialmente a simulação – experimentaram um desenvolvimento significativo.
- No contexto atual da simulação, a origem do desenvolvimento desta técnica de aprendizagem
- e treinamento corresponde a uma consciência da necessidade de melhorar a qualidade do
- atendimento, logo após a publicação do relatório To err is human nos Estados Unidos. A qualidade
- do atendimento é uma abordagem que deve assegurar a cada paciente a combinação de atos
- diagnósticos e terapêuticos, visando ao melhor resultado em termos de saúde, de acordo com o
- estado atual da ciência médica, pelo melhor custo pelo mesmo resultado, pelo menor risco
- iatrogênico e pela maior satisfação em termos de procedimentos, resultados e contatos humanos
- no sistema de saúde.
- Como uma nova abordagem, a introdução da realidade virtual (RV) teve grande sucesso e
- ofereceu perspectivas estimulantes para o treinamento cirúrgico e o planejamento cirúrgico pré-
- operatório de procedimentos complexos. A segurança do paciente e a necessidade de
- treinamento cirúrgico são duas necessidades para as quais a RV oferece uma solução inovadora
- e promissora, desafiando anos de tradição, superando dilemas legais e éticos. Assim, os pontos
- fortes da simulação de RV incluem: as possibilidades quase ilimitadas para cirurgiões e
- internos/residentes treinarem sem estresse em ambientes realistas; e o custo dos simuladores
- de RV, que é menor do que os modelos de treinamento tradicionais alternativos.
- Atualmente, os residentes de oftalmologia podem treinar cirurgia de catarata operando em
- modelos animais ou humanos; ou em laboratórios úmidos onde olhos sintéticos estão
- disponíveis. Isso permite que eles desenvolvam suas habilidades, repetindo cada etapa da
- extração da catarata em um ambiente controlado, livre de qualquer pressão associada à cirurgia
- em um paciente real. No entanto, esses métodos têm sido criticados por não serem realistas e
- simularem inadequadamente a consistência e a anatomia do tecido, mas também por não
- permitirem qualquer avaliação objetiva. Neste caso, a pergunta “a tecnologia de simulação
- oferece a possibilidade de novas modalidades de treinamento e avaliação e pode, assim, ajudar
- a preparar os jovens cirurgiões, reduzindo sua ansiedade, mas principalmente os riscos para o
- paciente?” recebe uma resposta positiva em relação à validade dos simuladores para o treino
- cirúrgico na área da oftalmologia, em cirurgias de catarata, no treino de procedimentos que são
- considerados essenciais, como a realização de uma capsulorrexe, a facoemulsificação, a
- fissuração do núcleo cristalino e a sucção de massas cristalinas. A simulação de realidade virtual
- oferece um meio de aprendizagem sem riscos em situações complexas, críticas ou raras, bem
- como a promoção de abordagens de aprendizagem interdisciplinares e em equipe. Além disso,
- pode desempenhar um papel importante na avaliação de resultados e predição. Assim, os
- simuladores de realidade virtual constituem um meio promissor de treinamento e inauguram um
- novo paradigma na educação cirúrgica.
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(Disponível em: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/cirurgia-de-catarata. –
texto especialmente adaptado para esta prova).
Em “A segurança do paciente e a necessidade de treinamento cirúrgico são duas necessidades para as quais a RV oferece uma solução inovadora e promissora, desafiando anos de tradição, superando dilemas legais e éticos”, se for suprimido o excerto “e a necessidade de treinamento cirúrgico”, quantas outras palavras precisariam ter a grafia modificada para garantir a correta concordância verbo-nominal?
Instrução: As questões de números 11 a 20 referem-se ao texto abaixo.
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O uso de simuladores de realidade virtual na educação cirúrgica
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- Os traços da simulação na história podem ser rastreados até tempos muito antigos. Platão e
- Aristóteles já falavam sobre aprender por meio da diversão e da imitação. Daquela época até o
- Renascimento, o teatro foi baseado nesses fundamentos e foi usado como uma arte educacional.
- Na Idade Média, cavaleiros treinavam com manequins feitos de madeira e palha para torneios
- de justas, manuseio de espadas e tiro com besta. Esses simuladores permitiram que eles se
- desenvolvessem por meio da repetição, melhor gerenciamento do medo e aprimoramento de
- suas habilidades de combate. Em Maio de 1759, surge o primeiro simulador médico. Madame du
- Coudray, parteira, recebeu do rei Luís XV um certificado e uma pensão para poder ensinar às
- matronas rurais “a arte do parto”. Ela viajou pela França por 25 anos para treinar mais de cinco
- mil mulheres e cerca de quinhentos médicos e cirurgiões. Graças à sua ação educacional ao longo
- de sua vida, ela reduziu significativamente a mortalidade infantil e materna na França. Foi com
- a pesquisa sobre ressuscitação cardiopulmonar entre as décadas de 1950 e 1960 que os
- manequins – e especialmente a simulação – experimentaram um desenvolvimento significativo.
- No contexto atual da simulação, a origem do desenvolvimento desta técnica de aprendizagem
- e treinamento corresponde a uma consciência da necessidade de melhorar a qualidade do
- atendimento, logo após a publicação do relatório To err is human nos Estados Unidos. A qualidade
- do atendimento é uma abordagem que deve assegurar a cada paciente a combinação de atos
- diagnósticos e terapêuticos, visando ao melhor resultado em termos de saúde, de acordo com o
- estado atual da ciência médica, pelo melhor custo pelo mesmo resultado, pelo menor risco
- iatrogênico e pela maior satisfação em termos de procedimentos, resultados e contatos humanos
- no sistema de saúde.
- Como uma nova abordagem, a introdução da realidade virtual (RV) teve grande sucesso e
- ofereceu perspectivas estimulantes para o treinamento cirúrgico e o planejamento cirúrgico pré-
- operatório de procedimentos complexos. A segurança do paciente e a necessidade de
- treinamento cirúrgico são duas necessidades para as quais a RV oferece uma solução inovadora
- e promissora, desafiando anos de tradição, superando dilemas legais e éticos. Assim, os pontos
- fortes da simulação de RV incluem: as possibilidades quase ilimitadas para cirurgiões e
- internos/residentes treinarem sem estresse em ambientes realistas; e o custo dos simuladores
- de RV, que é menor do que os modelos de treinamento tradicionais alternativos.
- Atualmente, os residentes de oftalmologia podem treinar cirurgia de catarata operando em
- modelos animais ou humanos; ou em laboratórios úmidos onde olhos sintéticos estão
- disponíveis. Isso permite que eles desenvolvam suas habilidades, repetindo cada etapa da
- extração da catarata em um ambiente controlado, livre de qualquer pressão associada à cirurgia
- em um paciente real. No entanto, esses métodos têm sido criticados por não serem realistas e
- simularem inadequadamente a consistência e a anatomia do tecido, mas também por não
- permitirem qualquer avaliação objetiva. Neste caso, a pergunta “a tecnologia de simulação
- oferece a possibilidade de novas modalidades de treinamento e avaliação e pode, assim, ajudar
- a preparar os jovens cirurgiões, reduzindo sua ansiedade, mas principalmente os riscos para o
- paciente?” recebe uma resposta positiva em relação à validade dos simuladores para o treino
- cirúrgico na área da oftalmologia, em cirurgias de catarata, no treino de procedimentos que são
- considerados essenciais, como a realização de uma capsulorrexe, a facoemulsificação, a
- fissuração do núcleo cristalino e a sucção de massas cristalinas. A simulação de realidade virtual
- oferece um meio de aprendizagem sem riscos em situações complexas, críticas ou raras, bem
- como a promoção de abordagens de aprendizagem interdisciplinares e em equipe. Além disso,
- pode desempenhar um papel importante na avaliação de resultados e predição. Assim, os
- simuladores de realidade virtual constituem um meio promissor de treinamento e inauguram um
- novo paradigma na educação cirúrgica.
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(Disponível em: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/cirurgia-de-catarata. –
texto especialmente adaptado para esta prova).
Assinale a alternativa que mostra uma palavra retirada do texto em que NÃO há encontro consonantal.
Instrução: As questões de números 11 a 20 referem-se ao texto abaixo.
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O uso de simuladores de realidade virtual na educação cirúrgica
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- Os traços da simulação na história podem ser rastreados até tempos muito antigos. Platão e
- Aristóteles já falavam sobre aprender por meio da diversão e da imitação. Daquela época até o
- Renascimento, o teatro foi baseado nesses fundamentos e foi usado como uma arte educacional.
- Na Idade Média, cavaleiros treinavam com manequins feitos de madeira e palha para torneios
- de justas, manuseio de espadas e tiro com besta. Esses simuladores permitiram que eles se
- desenvolvessem por meio da repetição, melhor gerenciamento do medo e aprimoramento de
- suas habilidades de combate. Em Maio de 1759, surge o primeiro simulador médico. Madame du
- Coudray, parteira, recebeu do rei Luís XV um certificado e uma pensão para poder ensinar às
- matronas rurais “a arte do parto”. Ela viajou pela França por 25 anos para treinar mais de cinco
- mil mulheres e cerca de quinhentos médicos e cirurgiões. Graças à sua ação educacional ao longo
- de sua vida, ela reduziu significativamente a mortalidade infantil e materna na França. Foi com
- a pesquisa sobre ressuscitação cardiopulmonar entre as décadas de 1950 e 1960 que os
- manequins – e especialmente a simulação – experimentaram um desenvolvimento significativo.
- No contexto atual da simulação, a origem do desenvolvimento desta técnica de aprendizagem
- e treinamento corresponde a uma consciência da necessidade de melhorar a qualidade do
- atendimento, logo após a publicação do relatório To err is human nos Estados Unidos. A qualidade
- do atendimento é uma abordagem que deve assegurar a cada paciente a combinação de atos
- diagnósticos e terapêuticos, visando ao melhor resultado em termos de saúde, de acordo com o
- estado atual da ciência médica, pelo melhor custo pelo mesmo resultado, pelo menor risco
- iatrogênico e pela maior satisfação em termos de procedimentos, resultados e contatos humanos
- no sistema de saúde.
- Como uma nova abordagem, a introdução da realidade virtual (RV) teve grande sucesso e
- ofereceu perspectivas estimulantes para o treinamento cirúrgico e o planejamento cirúrgico pré-
- operatório de procedimentos complexos. A segurança do paciente e a necessidade de
- treinamento cirúrgico são duas necessidades para as quais a RV oferece uma solução inovadora
- e promissora, desafiando anos de tradição, superando dilemas legais e éticos. Assim, os pontos
- fortes da simulação de RV incluem: as possibilidades quase ilimitadas para cirurgiões e
- internos/residentes treinarem sem estresse em ambientes realistas; e o custo dos simuladores
- de RV, que é menor do que os modelos de treinamento tradicionais alternativos.
- Atualmente, os residentes de oftalmologia podem treinar cirurgia de catarata operando em
- modelos animais ou humanos; ou em laboratórios úmidos onde olhos sintéticos estão
- disponíveis. Isso permite que eles desenvolvam suas habilidades, repetindo cada etapa da
- extração da catarata em um ambiente controlado, livre de qualquer pressão associada à cirurgia
- em um paciente real. No entanto, esses métodos têm sido criticados por não serem realistas e
- simularem inadequadamente a consistência e a anatomia do tecido, mas também por não
- permitirem qualquer avaliação objetiva. Neste caso, a pergunta “a tecnologia de simulação
- oferece a possibilidade de novas modalidades de treinamento e avaliação e pode, assim, ajudar
- a preparar os jovens cirurgiões, reduzindo sua ansiedade, mas principalmente os riscos para o
- paciente?” recebe uma resposta positiva em relação à validade dos simuladores para o treino
- cirúrgico na área da oftalmologia, em cirurgias de catarata, no treino de procedimentos que são
- considerados essenciais, como a realização de uma capsulorrexe, a facoemulsificação, a
- fissuração do núcleo cristalino e a sucção de massas cristalinas. A simulação de realidade virtual
- oferece um meio de aprendizagem sem riscos em situações complexas, críticas ou raras, bem
- como a promoção de abordagens de aprendizagem interdisciplinares e em equipe. Além disso,
- pode desempenhar um papel importante na avaliação de resultados e predição. Assim, os
- simuladores de realidade virtual constituem um meio promissor de treinamento e inauguram um
- novo paradigma na educação cirúrgica.
-
(Disponível em: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/cirurgia-de-catarata. –
texto especialmente adaptado para esta prova).
A respeito do uso do grifo, considere as seguintes afirmações, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) As gírias admitem somente o grifo, sendo vedada a utilização das aspas.
( ) Palavras estrangeiras são destacadas com o grifo e também podem aparecer entre aspas.
( ) To err is human (l. 16) é um elemento grifado no texto por se tratar do nome de um relatório.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Instrução: As questões de números 11 a 20 referem-se ao texto abaixo.
-
O uso de simuladores de realidade virtual na educação cirúrgica
-
- Os traços da simulação na história podem ser rastreados até tempos muito antigos. Platão e
- Aristóteles já falavam sobre aprender por meio da diversão e da imitação. Daquela época até o
- Renascimento, o teatro foi baseado nesses fundamentos e foi usado como uma arte educacional.
- Na Idade Média, cavaleiros treinavam com manequins feitos de madeira e palha para torneios
- de justas, manuseio de espadas e tiro com besta. Esses simuladores permitiram que eles se
- desenvolvessem por meio da repetição, melhor gerenciamento do medo e aprimoramento de
- suas habilidades de combate. Em Maio de 1759, surge o primeiro simulador médico. Madame du
- Coudray, parteira, recebeu do rei Luís XV um certificado e uma pensão para poder ensinar às
- matronas rurais “a arte do parto”. Ela viajou pela França por 25 anos para treinar mais de cinco
- mil mulheres e cerca de quinhentos médicos e cirurgiões. Graças à sua ação educacional ao longo
- de sua vida, ela reduziu significativamente a mortalidade infantil e materna na França. Foi com
- a pesquisa sobre ressuscitação cardiopulmonar entre as décadas de 1950 e 1960 que os
- manequins – e especialmente a simulação – experimentaram um desenvolvimento significativo.
- No contexto atual da simulação, a origem do desenvolvimento desta técnica de aprendizagem
- e treinamento corresponde a uma consciência da necessidade de melhorar a qualidade do
- atendimento, logo após a publicação do relatório To err is human nos Estados Unidos. A qualidade
- do atendimento é uma abordagem que deve assegurar a cada paciente a combinação de atos
- diagnósticos e terapêuticos, visando ao melhor resultado em termos de saúde, de acordo com o
- estado atual da ciência médica, pelo melhor custo pelo mesmo resultado, pelo menor risco
- iatrogênico e pela maior satisfação em termos de procedimentos, resultados e contatos humanos
- no sistema de saúde.
- Como uma nova abordagem, a introdução da realidade virtual (RV) teve grande sucesso e
- ofereceu perspectivas estimulantes para o treinamento cirúrgico e o planejamento cirúrgico pré-
- operatório de procedimentos complexos. A segurança do paciente e a necessidade de
- treinamento cirúrgico são duas necessidades para as quais a RV oferece uma solução inovadora
- e promissora, desafiando anos de tradição, superando dilemas legais e éticos. Assim, os pontos
- fortes da simulação de RV incluem: as possibilidades quase ilimitadas para cirurgiões e
- internos/residentes treinarem sem estresse em ambientes realistas; e o custo dos simuladores
- de RV, que é menor do que os modelos de treinamento tradicionais alternativos.
- Atualmente, os residentes de oftalmologia podem treinar cirurgia de catarata operando em
- modelos animais ou humanos; ou em laboratórios úmidos onde olhos sintéticos estão
- disponíveis. Isso permite que eles desenvolvam suas habilidades, repetindo cada etapa da
- extração da catarata em um ambiente controlado, livre de qualquer pressão associada à cirurgia
- em um paciente real. No entanto, esses métodos têm sido criticados por não serem realistas e
- simularem inadequadamente a consistência e a anatomia do tecido, mas também por não
- permitirem qualquer avaliação objetiva. Neste caso, a pergunta “a tecnologia de simulação
- oferece a possibilidade de novas modalidades de treinamento e avaliação e pode, assim, ajudar
- a preparar os jovens cirurgiões, reduzindo sua ansiedade, mas principalmente os riscos para o
- paciente?” recebe uma resposta positiva em relação à validade dos simuladores para o treino
- cirúrgico na área da oftalmologia, em cirurgias de catarata, no treino de procedimentos que são
- considerados essenciais, como a realização de uma capsulorrexe, a facoemulsificação, a
- fissuração do núcleo cristalino e a sucção de massas cristalinas. A simulação de realidade virtual
- oferece um meio de aprendizagem sem riscos em situações complexas, críticas ou raras, bem
- como a promoção de abordagens de aprendizagem interdisciplinares e em equipe. Além disso,
- pode desempenhar um papel importante na avaliação de resultados e predição. Assim, os
- simuladores de realidade virtual constituem um meio promissor de treinamento e inauguram um
- novo paradigma na educação cirúrgica.
-
(Disponível em: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/cirurgia-de-catarata. –
texto especialmente adaptado para esta prova).
Analise as seguintes asserções e a relação proposta entre elas:
I. O treinamento da cirurgia de catarata com modelos animais ou humanos se dá num ambiente no qual os residentes de oftalmologia não estão sujeitos à pressão associada à cirurgia em um paciente real.
PORQUE
II. A aprendizagem por meio da simulação de realidade virtual não oferece riscos em situações complexas, críticas ou raras, promovendo a interdisciplinaridade e práticas educacionais em equipe.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Instrução: As questões de números 11 a 20 referem-se ao texto abaixo.
-
O uso de simuladores de realidade virtual na educação cirúrgica
-
- Os traços da simulação na história podem ser rastreados até tempos muito antigos. Platão e
- Aristóteles já falavam sobre aprender por meio da diversão e da imitação. Daquela época até o
- Renascimento, o teatro foi baseado nesses fundamentos e foi usado como uma arte educacional.
- Na Idade Média, cavaleiros treinavam com manequins feitos de madeira e palha para torneios
- de justas, manuseio de espadas e tiro com besta. Esses simuladores permitiram que eles se
- desenvolvessem por meio da repetição, melhor gerenciamento do medo e aprimoramento de
- suas habilidades de combate. Em Maio de 1759, surge o primeiro simulador médico. Madame du
- Coudray, parteira, recebeu do rei Luís XV um certificado e uma pensão para poder ensinar às
- matronas rurais “a arte do parto”. Ela viajou pela França por 25 anos para treinar mais de cinco
- mil mulheres e cerca de quinhentos médicos e cirurgiões. Graças à sua ação educacional ao longo
- de sua vida, ela reduziu significativamente a mortalidade infantil e materna na França. Foi com
- a pesquisa sobre ressuscitação cardiopulmonar entre as décadas de 1950 e 1960 que os
- manequins – e especialmente a simulação – experimentaram um desenvolvimento significativo.
- No contexto atual da simulação, a origem do desenvolvimento desta técnica de aprendizagem
- e treinamento corresponde a uma consciência da necessidade de melhorar a qualidade do
- atendimento, logo após a publicação do relatório To err is human nos Estados Unidos. A qualidade
- do atendimento é uma abordagem que deve assegurar a cada paciente a combinação de atos
- diagnósticos e terapêuticos, visando ao melhor resultado em termos de saúde, de acordo com o
- estado atual da ciência médica, pelo melhor custo pelo mesmo resultado, pelo menor risco
- iatrogênico e pela maior satisfação em termos de procedimentos, resultados e contatos humanos
- no sistema de saúde.
- Como uma nova abordagem, a introdução da realidade virtual (RV) teve grande sucesso e
- ofereceu perspectivas estimulantes para o treinamento cirúrgico e o planejamento cirúrgico pré-
- operatório de procedimentos complexos. A segurança do paciente e a necessidade de
- treinamento cirúrgico são duas necessidades para as quais a RV oferece uma solução inovadora
- e promissora, desafiando anos de tradição, superando dilemas legais e éticos. Assim, os pontos
- fortes da simulação de RV incluem: as possibilidades quase ilimitadas para cirurgiões e
- internos/residentes treinarem sem estresse em ambientes realistas; e o custo dos simuladores
- de RV, que é menor do que os modelos de treinamento tradicionais alternativos.
- Atualmente, os residentes de oftalmologia podem treinar cirurgia de catarata operando em
- modelos animais ou humanos; ou em laboratórios úmidos onde olhos sintéticos estão
- disponíveis. Isso permite que eles desenvolvam suas habilidades, repetindo cada etapa da
- extração da catarata em um ambiente controlado, livre de qualquer pressão associada à cirurgia
- em um paciente real. No entanto, esses métodos têm sido criticados por não serem realistas e
- simularem inadequadamente a consistência e a anatomia do tecido, mas também por não
- permitirem qualquer avaliação objetiva. Neste caso, a pergunta “a tecnologia de simulação
- oferece a possibilidade de novas modalidades de treinamento e avaliação e pode, assim, ajudar
- a preparar os jovens cirurgiões, reduzindo sua ansiedade, mas principalmente os riscos para o
- paciente?” recebe uma resposta positiva em relação à validade dos simuladores para o treino
- cirúrgico na área da oftalmologia, em cirurgias de catarata, no treino de procedimentos que são
- considerados essenciais, como a realização de uma capsulorrexe, a facoemulsificação, a
- fissuração do núcleo cristalino e a sucção de massas cristalinas. A simulação de realidade virtual
- oferece um meio de aprendizagem sem riscos em situações complexas, críticas ou raras, bem
- como a promoção de abordagens de aprendizagem interdisciplinares e em equipe. Além disso,
- pode desempenhar um papel importante na avaliação de resultados e predição. Assim, os
- simuladores de realidade virtual constituem um meio promissor de treinamento e inauguram um
- novo paradigma na educação cirúrgica.
-
(Disponível em: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/cirurgia-de-catarata. –
texto especialmente adaptado para esta prova).
São palavras presentes no texto que representam verbos regulares, EXCETO:
Instrução: As questões de números 11 a 20 referem-se ao texto abaixo.
-
O uso de simuladores de realidade virtual na educação cirúrgica
-
- Os traços da simulação na história podem ser rastreados até tempos muito antigos. Platão e
- Aristóteles já falavam sobre aprender por meio da diversão e da imitação. Daquela época até o
- Renascimento, o teatro foi baseado nesses fundamentos e foi usado como uma arte educacional.
- Na Idade Média, cavaleiros treinavam com manequins feitos de madeira e palha para torneios
- de justas, manuseio de espadas e tiro com besta. Esses simuladores permitiram que eles se
- desenvolvessem por meio da repetição, melhor gerenciamento do medo e aprimoramento de
- suas habilidades de combate. Em Maio de 1759, surge o primeiro simulador médico. Madame du
- Coudray, parteira, recebeu do rei Luís XV um certificado e uma pensão para poder ensinar às
- matronas rurais “a arte do parto”. Ela viajou pela França por 25 anos para treinar mais de cinco
- mil mulheres e cerca de quinhentos médicos e cirurgiões. Graças à sua ação educacional ao longo
- de sua vida, ela reduziu significativamente a mortalidade infantil e materna na França. Foi com
- a pesquisa sobre ressuscitação cardiopulmonar entre as décadas de 1950 e 1960 que os
- manequins – e especialmente a simulação – experimentaram um desenvolvimento significativo.
- No contexto atual da simulação, a origem do desenvolvimento desta técnica de aprendizagem
- e treinamento corresponde a uma consciência da necessidade de melhorar a qualidade do
- atendimento, logo após a publicação do relatório To err is human nos Estados Unidos. A qualidade
- do atendimento é uma abordagem que deve assegurar a cada paciente a combinação de atos
- diagnósticos e terapêuticos, visando ao melhor resultado em termos de saúde, de acordo com o
- estado atual da ciência médica, pelo melhor custo pelo mesmo resultado, pelo menor risco
- iatrogênico e pela maior satisfação em termos de procedimentos, resultados e contatos humanos
- no sistema de saúde.
- Como uma nova abordagem, a introdução da realidade virtual (RV) teve grande sucesso e
- ofereceu perspectivas estimulantes para o treinamento cirúrgico e o planejamento cirúrgico pré-
- operatório de procedimentos complexos. A segurança do paciente e a necessidade de
- treinamento cirúrgico são duas necessidades para as quais a RV oferece uma solução inovadora
- e promissora, desafiando anos de tradição, superando dilemas legais e éticos. Assim, os pontos
- fortes da simulação de RV incluem: as possibilidades quase ilimitadas para cirurgiões e
- internos/residentes treinarem sem estresse em ambientes realistas; e o custo dos simuladores
- de RV, que é menor do que os modelos de treinamento tradicionais alternativos.
- Atualmente, os residentes de oftalmologia podem treinar cirurgia de catarata operando em
- modelos animais ou humanos; ou em laboratórios úmidos onde olhos sintéticos estão
- disponíveis. Isso permite que eles desenvolvam suas habilidades, repetindo cada etapa da
- extração da catarata em um ambiente controlado, livre de qualquer pressão associada à cirurgia
- em um paciente real. No entanto, esses métodos têm sido criticados por não serem realistas e
- simularem inadequadamente a consistência e a anatomia do tecido, mas também por não
- permitirem qualquer avaliação objetiva. Neste caso, a pergunta “a tecnologia de simulação
- oferece a possibilidade de novas modalidades de treinamento e avaliação e pode, assim, ajudar
- a preparar os jovens cirurgiões, reduzindo sua ansiedade, mas principalmente os riscos para o
- paciente?” recebe uma resposta positiva em relação à validade dos simuladores para o treino
- cirúrgico na área da oftalmologia, em cirurgias de catarata, no treino de procedimentos que são
- considerados essenciais, como a realização de uma capsulorrexe, a facoemulsificação, a
- fissuração do núcleo cristalino e a sucção de massas cristalinas. A simulação de realidade virtual
- oferece um meio de aprendizagem sem riscos em situações complexas, críticas ou raras, bem
- como a promoção de abordagens de aprendizagem interdisciplinares e em equipe. Além disso,
- pode desempenhar um papel importante na avaliação de resultados e predição. Assim, os
- simuladores de realidade virtual constituem um meio promissor de treinamento e inauguram um
- novo paradigma na educação cirúrgica.
-
(Disponível em: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/cirurgia-de-catarata. –
texto especialmente adaptado para esta prova).
Em relação ao emprego das iniciais maiúsculas, estão grafadas corretamente as seguintes indicações extraídas do texto, EXCETO:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
O que é capacitismo e por que é importante combatê-lo
- O .......................... "-ismo" cria palavras que designam conceitos de ordem geral, como
- alcoolismo, ou serve para formar substantivos e adjetivos que exprimem ideias de doutrinas
- religiosas, sistemas políticos, fenômenos linguísticos, movimentos literários ou terminologias
- científicas, como, respectivamente, protestantismo, liberalismo, rotacismo, modernismo e
- evolucionismo. Além de compor esses conceitos, tal elemento também forma a palavra
- "capacitismo". Porém, ao contrário dos previamente mencionados, esse termo é relativamente
- novo na sociedade, assim como na própria esfera dos movimentos sociais. O conceito vem, ainda
- que vagarosamente, ganhando destaque nas mídias sociais e em rodas de conversas e debates,
- mas o caminho para a sua ampla divulgação ainda parece longo.
- Conforme a psicóloga Luciana Maia, o capacitismo é um preconceito dirigido a qualquer
- pessoa que apresenta uma deficiência, seja ela física, intelectual ou sensorial. Como outras
- formas de preconceito, ele contribui para privar os direitos e a dignidade humana das pessoas
- com deficiência, determinando e perpetuando desigualdades e injustiças sociais, e contribuindo
- diretamente para a exclusão social de membros desse grupo. Ainda segundo Maia, o capacitismo
- é expresso por meio de atitudes negativas e depreciativas, e de comportamentos hostis e
- discriminatórios dirigidos a qualquer pessoa que apresenta algum tipo de deficiência. Ele também
- pode ser manifestado sob formas que, a princípio, podem parecer positivas, como a
- superproteção, a piedade e elogios exagerados dirigidos a essas pessoas. Sobre as expressões,
- exemplos de provérbios e expressões populares que reproduzem e __________ vivas as
- representações capacitistas são: "dar uma de João sem braço", "que mancada!" e "não tem
- quem diga que você tem uma deficiência, pois é tão inteligente". Vale notar que se referir a uma
- PcD com o termo "portadora de deficiência" também é considerado capacitista e inadequado.
- De acordo com um levantamento realizado pelo IBGE, como parte da Pesquisa Nacional de
- Saúde de 2019, 8,4% da população brasileira acima de dois anos possui algum tipo de
- deficiência, o que equivale a aproximadamente 17 milhões de pessoas. Mesmo com esse número
- expressivo e ações públicas governamentais como a Lei de Cotas e o Estatuto da Pessoa com
- Deficiência, o capacitismo ainda não é tão conhecido em território nacional. "Atribuo esse
- desconhecimento ao fato de a própria luta pelos direitos das pessoas com deficiência ser mais
- recente, se comparado __________ de outras minorias sociais. De fato, são recentes as principais
- conquistas legais e políticas das pessoas com deficiência", afirma a psicóloga. Luciana explica
- que a perspectiva de autonomia, liberdade e participação social das pessoas com deficiência
- começou a ganhar mais espaço a partir da Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas
- com Deficiência, assinada em 2007.
- O combate ao capacitismo deve envolver, sobretudo, a difusão de informações que
- contribuam para mudar as representações negativas da deficiência; a promoção de encontros
- que possibilitem a interação entre pessoas com e sem deficiência; o estabelecimento de normas,
- leis e procedimentos que expressem o apoio institucional da sociedade, de uma forma geral, e
- de escolas e empresas, de forma específica, para assegurar a inclusão de pessoas com
- deficiência. É fundamental a ampla discussão do conceito nos mais diversos ambientes e
- contextos, para que mais iniciativas sejam criadas visando ao seu combate e prevenção. Mas
- esse assunto não deve partir apenas de pessoas que sofrem com o capacitismo. Luciana afirma
- que, embora as pessoas com deficiência devam ser protagonistas da luta por seus direitos, todas
- as pessoas, com ou sem deficiência, devem se engajar em prol de uma sociedade anticapacitista.
- "É papel de todas as pessoas questionar padrões de normalidade, repensar suas próprias crenças
- e atitudes capacitistas, contribuir para a visibilidade de pessoas com deficiência em diferentes
- contextos sociais, endossar políticas afirmativas em prol delas, combater violências dirigidas a
- elas em instituições de ensino, corporações e em outros contextos sociais", finaliza Maia.
-
(Disponível em: https://g1.globo.com/ce/ceara/especial-publicitario/unifor/ensinando-e-
aprendendo/noticia/2021/10/27/saiba-o-que-e-o-capacitismo-e-por-que-e-importante-combate-lo.ghtml.
– texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que NÃO mostra uma locução prepositiva extraída do texto.