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I. A relação com São Gonçalo é marcada por uma intensa interdependência econômica e populacional, uma vez que muitos moradores de São Gonçalo trabalham ou estudam em Niterói.
II. A relação com Itaboraí é marcada pelo fluxo de trabalhadores e pela expansão da mancha urbana, uma vez que muitos moradores de Niterói procuram serviços de maior complexidade em Itaboraí.
III. A relação com o Rio de Janeiro é direta e constante, marcada pelo fluxo diário de milhares de pessoas e pela cooperação entre os municípios em áreas como segurança, cultura, transporte.
Está correto o que se afirma em
( ) A alta densidade demográfica de Pendotiba motivou investimentos em transporte público, o que tornou a região a mais bem equipada em infraestrutura viária, com o transporte coletivo como principal meio de locomoção.
( ) O recente e desordenado processo de expansão urbana vertical na Região Oceânica provocou a falta de infraestrutura adequada para a conexão com o centro da cidade, o que levou os moradores a optarem pelo transporte cicloviário.
( ) A concentração da maior parte dos empregos do município na região do Centro fez dela um ponto de articulação na rede metropolitana de transporte, que a conecta ao Rio de Janeiro e a outros municípios.
Assinale a opção que apresenta a sequência correta, segundo a ordem apresentada
O Parque Orla Piratininga Alfredo Sirkis é um Parque Público localizado na margem da Lagoa de Piratininga, projetado para aproximar os visitantes do meio natural em um contexto urbano, por meio de soluções baseadas na natureza. O espaço promove o sentimento de pertencimento ao ambiente e valoriza a convivência harmoniosa com a natureza. Conformando um sistema de espaços livres, o parque conta com áreas de estar, espaços infantis e áreas esportivas. As praças já implantadas possuem píeres voltados para pesca e contemplação. Além disso, o Parque está implantando cinco estruturas de apoio à atividade pesqueiras artesanal constituídas de espaços para guarda de barco, material de pesca e píeres de pesca. O sistema viário conecta as praças entre si e integra o Parque à malha urbana existente, priorizando o trânsito de bicicletas e o passeio de pedestres ao longo de toda a margem. A circulação de veículos leves é permitida apenas quando necessário, em baixa velocidade.
Adaptado de https://www.prosustentavel.niteroi.rj.gov.br/parque-orlapiratininga/
Com base na leitura do trecho, assinale a opção que descreve corretamente os objetivos da criação do Parque Orla Piratininga Alfredo Sirkis.
No século XIX, a Igreja de São Domingos Gusmão, localizada no atual bairro de São Domingos, em Niterói, recebeu visitas da Família Real portuguesa, já que se encontrava próxima ao palacete onde D. João VI se hospedava quando visitava a área. Outro capítulo memorável da Igreja foram as celebrações de honras fúnebres a José Bonifácio de Andrada e Silva, em 1838, conhecido como o “Patriarca da Independência”. O templo passou por diversas reformas no decorrer do século XIX, sendo reconstruído a partir de 1897. Sua forma atual decorre da grande reforma de 1907. Em 1995, a Prefeitura Municipal tombou o imóvel, “considerando seu valor como marco histórico, urbanístico e afetivo da cidade”.
Adaptado de JULIO, Suelen. Presença indígena na história: reflexões em torno da Igreja de São Domingos Gusmão. Revista Nordestina de História do Brasil, Cachoeira, v. 2, n. 3, p. 109.
Com base na leitura do texto, assinale a opção que identifica corretamente o tipo de valor reconhecido à Igreja de São Domingos durante o processo do seu tombamento.
São Lourenço o virtuoso,
vos livra com muito amor
terras e almas, extremoso,
do demônio enganador.
Também São Sebastião
valente santo soldado,
que aos tamoios rebelados
deu outrora uma lição
hoje está do vosso lado.
E lado a lado a nação
dos derrotados no
fundo do rio fica.
Os franceses seus amigos,
inutilmente trouxeram
armas. Por nós combateram
Lourenço, jamais vencido,
e São Sebastião flecheiro.
Quando o demônio ameaçar
vossas almas, vós vereis
com que força hão de zelar.
Santos e índios sereis
pessoas de um mesmo lar.
Adaptado de: ANCHIETA, José de. Auto representado na Festa de São Lourenço, Rio de Janeiro: Serviço Nacional de Teatro, Ministério da Educação e Cultura, 1973.
O texto, escrito pelo padre José de Anchieta, tinha como objetivo catequizar os indígenas sobreviventes das batalhas da Confederação dos Tamoios, ocorridas na região da Guanabara (atual Niterói). Nele, São Lourenço simboliza os Temiminós, e São Sebastião, Portugal.
Com base no texto e em seu contexto histórico, assinale a afirmativa que identifica corretamente o evento ligado à ocupação da região da Guanabara.
Assinale a frase em que há esse respeito à norma culta da língua portuguesa.
Assinale a frase em que a substituição dessa oração por um aposto de sentido equivalente, foi realizada de forma adequada,
“O mar estava calmo, tranquilo. Tinha vontade de nadar. Coloquei o maiô. Aproximei-me da água. Toquei a água. Estava fria. Mergulhei de cabeça. Estive nadando quase uma hora”.
Indique a opção em que há um problema da redação do texto.
Assinale a opção em que há um conectivo adequado.
“A NITTRANS atua no gerenciamento técnico e operacional dos sistemas de transportes, trânsito e viário da cidade, bem como na modernização e eficiência dos sistemas, além da educação e segurança de condutores, passageiros e pedestres.”
Nesse mesmo trecho identificador da NITTRANS, há um conjunto de termos precedidos da preposição “de” (do, da, dos, das). O termo que exerce uma função diferente das demais, por ser um agente e não um paciente, é
“A NITTRANS atua no gerenciamento técnico e operacional dos sistemas de transportes, trânsito e viário da cidade, bem como na modernização e eficiência dos sistemas, além da educação e segurança de condutores, passageiros e pedestres.”
Nesse caso, a identificação da NITTRANS ocorre por meio do/da
Em uma planta de escala 1:300, o ponto A dista 45cm do ponto B . A distância real entre eles, em m, mede:
TEXTO:
Alguém paga
Trinta anos após a Declaração de Alma-Ata, aprovada na Conferência Internacional sobre Cuidados Primários de Saúde, cuja meta era levar “Saúde para Todos no Ano 2000”, um terço da população mundial continua sem acesso a serviços básicos de saúde. Em todo o mundo, centenas de milhões de pessoas sofrem com a falta de alimentos, água potável, moradia, saneamento básico e educação.
A situação persiste e desafia a liderança e a capacidade de ação de autoridades e especialistas porque lida com uma complexa conjunção de fatores políticos, sociais, econômicos e científico-tecnológicos. Problemas globais demandam soluções globais. Nesta categoria está a ampliação do acesso das populações aos medicamentos.
E o ponto central quando se aborda a questão da oferta de medicamentos a “preços acessíveis” são as fontes de financiamento para a pesquisa e o desenvolvimento (P&D) de substâncias para o tratamento de doenças de larga incidência em países pobres e ricos.
Pois os custos envolvidos nas diversas etapas de P&D de um medicamento são estimados em centenas de milhões de dólares. E o dinheiro precisa vir de algum lugar: Poder Público (isto é, a população), empresas (acionistas e investidores), etc.
Recentemente, um laboratório público anunciou a venda de um novo medicamento a “preço de custo”. Na verdade, a pesquisa do produto foi paga por um consórcio de países e organizações não-governamentais. O tal preço de custo referia-se apenas aos gastos de fabricação. Se o medicamento tivesse de ser desenvolvido integralmente – da pesquisa básica à última fase da pesquisa clínica –, seu preço seria muito maior.
Para o economista Jeffrey Sachs, assessor especial do secretário-geral da ONU para as Metas de Desenvolvimento do Milênio, doenças como a malária poderiam ser superadas por meio de investimentos coordenados mundialmente. Ele reconhece, no entanto, que faltam fundos globais para que este objetivo seja alcançado.
Enquanto a comunidade internacional não chega a um consenso sobre um grande pacto que defina fontes de financiamento, a indústria farmacêutica realiza os elevados investimentos necessários ao desenvolvimento de moléculas inovadoras, que serão mais tarde recuperados no preço de venda desses produtos.
Sem a decisiva contribuição da indústria, a mobilização para o controle da epidemia de Aids não teria tido o sucesso que alcançou, no bojo de um processo que levou à criação de 88 medicamentos e atualmente financia o teste de 92 novas substâncias.
Em 2006, a indústria farmacêutica mundial investiu mais de US$ 75 bilhões na pesquisa de moléculas para o tratamento de milhares de doenças, como tuberculose (19 substâncias), malária (20), doenças materno-infantis (219), doenças predominantes entre as mulheres (mais de 700), etc.
Para além da retórica e de projetos ainda incipientes, o fato é que os principais avanços das últimas décadas na síntese de medicamentos resultaram da iniciativa da indústria farmacêutica e não de governos, organismos internacionais ou ONGs.
(Ciro Mortella, O Globo, 25/08/2008)
Analise as alternativas abaixo e assinale a correta:
TEXTO:
Alguém paga
Trinta anos após a Declaração de Alma-Ata, aprovada na Conferência Internacional sobre Cuidados Primários de Saúde, cuja meta era levar “Saúde para Todos no Ano 2000”, um terço da população mundial continua sem acesso a serviços básicos de saúde. Em todo o mundo, centenas de milhões de pessoas sofrem com a falta de alimentos, água potável, moradia, saneamento básico e educação.
A situação persiste e desafia a liderança e a capacidade de ação de autoridades e especialistas porque lida com uma complexa conjunção de fatores políticos, sociais, econômicos e científico-tecnológicos. Problemas globais demandam soluções globais. Nesta categoria está a ampliação do acesso das populações aos medicamentos.
E o ponto central quando se aborda a questão da oferta de medicamentos a “preços acessíveis” são as fontes de financiamento para a pesquisa e o desenvolvimento (P&D) de substâncias para o tratamento de doenças de larga incidência em países pobres e ricos.
Pois os custos envolvidos nas diversas etapas de P&D de um medicamento são estimados em centenas de milhões de dólares. E o dinheiro precisa vir de algum lugar: Poder Público (isto é, a população), empresas (acionistas e investidores), etc.
Recentemente, um laboratório público anunciou a venda de um novo medicamento a “preço de custo”. Na verdade, a pesquisa do produto foi paga por um consórcio de países e organizações não-governamentais. O tal preço de custo referia-se apenas aos gastos de fabricação. Se o medicamento tivesse de ser desenvolvido integralmente – da pesquisa básica à última fase da pesquisa clínica –, seu preço seria muito maior.
Para o economista Jeffrey Sachs, assessor especial do secretário-geral da ONU para as Metas de Desenvolvimento do Milênio, doenças como a malária poderiam ser superadas por meio de investimentos coordenados mundialmente. Ele reconhece, no entanto, que faltam fundos globais para que este objetivo seja alcançado.
Enquanto a comunidade internacional não chega a um consenso sobre um grande pacto que defina fontes de financiamento, a indústria farmacêutica realiza os elevados investimentos necessários ao desenvolvimento de moléculas inovadoras, que serão mais tarde recuperados no preço de venda desses produtos.
Sem a decisiva contribuição da indústria, a mobilização para o controle da epidemia de Aids não teria tido o sucesso que alcançou, no bojo de um processo que levou à criação de 88 medicamentos e atualmente financia o teste de 92 novas substâncias.
Em 2006, a indústria farmacêutica mundial investiu mais de US$ 75 bilhões na pesquisa de moléculas para o tratamento de milhares de doenças, como tuberculose (19 substâncias), malária (20), doenças materno-infantis (219), doenças predominantes entre as mulheres (mais de 700), etc.
Para além da retórica e de projetos ainda incipientes, o fato é que os principais avanços das últimas décadas na síntese de medicamentos resultaram da iniciativa da indústria farmacêutica e não de governos, organismos internacionais ou ONGs.
(Ciro Mortella, O Globo, 25/08/2008)
Julgue os seguintes itens, a respeito de idéias e estruturas lingüísticas do texto:
I. O texto faz uma crítica à comunidade internacional que não define fontes de financiamento para a produção de medicamentos.
II. “Problemas globais demandam soluções globais” – “demandam”, na frase, pode ser substituído por “exigem”, mantendo o mesmo sentido.
III. Pode-se inferir do 1° parágrafo que dois terços da população têm acesso a serviços básicos de saúde.
IV. As palavras “saúde” e “países” obedecem à mesma regra de acentuação.
Estão corretas apenas as afirmativas:
TEXTO:
Alguém paga
Trinta anos após a Declaração de Alma-Ata, aprovada na Conferência Internacional sobre Cuidados Primários de Saúde, cuja meta era levar “Saúde para Todos no Ano 2000”, um terço da população mundial continua sem acesso a serviços básicos de saúde. Em todo o mundo, centenas de milhões de pessoas sofrem com a falta de alimentos, água potável, moradia, saneamento básico e educação.
A situação persiste e desafia a liderança e a capacidade de ação de autoridades e especialistas porque lida com uma complexa conjunção de fatores políticos, sociais, econômicos e científico-tecnológicos. Problemas globais demandam soluções globais. Nesta categoria está a ampliação do acesso das populações aos medicamentos.
E o ponto central quando se aborda a questão da oferta de medicamentos a “preços acessíveis” são as fontes de financiamento para a pesquisa e o desenvolvimento (P&D) de substâncias para o tratamento de doenças de larga incidência em países pobres e ricos.
Pois os custos envolvidos nas diversas etapas de P&D de um medicamento são estimados em centenas de milhões de dólares. E o dinheiro precisa vir de algum lugar: Poder Público (isto é, a população), empresas (acionistas e investidores), etc.
Recentemente, um laboratório público anunciou a venda de um novo medicamento a “preço de custo”. Na verdade, a pesquisa do produto foi paga por um consórcio de países e organizações não-governamentais. O tal preço de custo referia-se apenas aos gastos de fabricação. Se o medicamento tivesse de ser desenvolvido integralmente – da pesquisa básica à última fase da pesquisa clínica –, seu preço seria muito maior.
Para o economista Jeffrey Sachs, assessor especial do secretário-geral da ONU para as Metas de Desenvolvimento do Milênio, doenças como a malária poderiam ser superadas por meio de investimentos coordenados mundialmente. Ele reconhece, no entanto, que faltam fundos globais para que este objetivo seja alcançado.
Enquanto a comunidade internacional não chega a um consenso sobre um grande pacto que defina fontes de financiamento, a indústria farmacêutica realiza os elevados investimentos necessários ao desenvolvimento de moléculas inovadoras, que serão mais tarde recuperados no preço de venda desses produtos.
Sem a decisiva contribuição da indústria, a mobilização para o controle da epidemia de Aids não teria tido o sucesso que alcançou, no bojo de um processo que levou à criação de 88 medicamentos e atualmente financia o teste de 92 novas substâncias.
Em 2006, a indústria farmacêutica mundial investiu mais de US$ 75 bilhões na pesquisa de moléculas para o tratamento de milhares de doenças, como tuberculose (19 substâncias), malária (20), doenças materno-infantis (219), doenças predominantes entre as mulheres (mais de 700), etc.
Para além da retórica e de projetos ainda incipientes, o fato é que os principais avanços das últimas décadas na síntese de medicamentos resultaram da iniciativa da indústria farmacêutica e não de governos, organismos internacionais ou ONGs.
(Ciro Mortella, O Globo, 25/08/2008)
O objetivo do texto é: