Questões de Concurso Comentadas para técnico em agropecuária

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Q3855897 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Política do abandono


    No Brasil dos anos 1970, falava-se com convicção na necessidade de capturar os cachorros que viviam nas ruas. Sob uma forte ideologia de controle, o discurso era o da higiene, da ordem, da prevenção, palavras que tentavam dar um contorno racional a uma pratica dura e cruel, então consolidada como política pública legitimada, quase sem questionamento ético. Para os cachorros, no entanto, tudo isso tinha um nome só: a carrocinha. A carrocinha levou três cachorros de uma vez, repetiam as crianças, como quem canta, sem saber o peso do que diziam. Apesar de antiga e repetida nas brincadeiras de roda desde os anos 1950, a cantiga nunca foi só brincadeira para mim. Vinha sempre acompanhada de uma lembrança dura, que eu ainda não sabia nomear.


    O tempo passou, as leis mudaram, os termos ficaram mais cuidadosos. Já não se fala da mesma forma, é verdade. Mas o erro humano atravessou as décadas quase intacto. Os animais continuam desprotegidos. Principalmente os cães, que seguem circulando como se ocupassem um espaço provisório, tolerado apenas enquanto não incomoda demais. 


    Costuma-se dizer que o abandono é um problema típico dos grandes centros urbanos. Cidades inchadas, trânsito caótico, gente demais. Mas basta caminhar com atenção pelo litoral para perceber que o problema também mora perto do mar. Ele se revela com mais nitidez depois do veraneio, quando o movimento diminui, as ruas esvaziam e as casas fecham suas janelas até a próxima temporada. 


    O verão vai embora levando cadeiras de praia, guarda-sóis e promessas de descanso. Ficam os rastros menos visíveis. Cães deixados para trás, como se fossem parte de uma bagagem esquecida ou descartável. Eles passam a vagar pelas ruas, pelas praças, pelas portas fechadas, carregando uma espera que não tem data.


    Esperam um portão se abrir, um chamado conhecido, um gesto mínimo de carinho. Esperam sem saber que já não há retorno. A cidade retoma seu ritmo habitual, o comércio desacelera, os dias seguem. Só eles permanecem, testemunhas silenciosas de uma estação que passou rápido demais e de uma responsabilidade que nunca chegou a ser plenamente assumida. 


    No fim, talvez o abandono nunca tenha sido apenas uma falha de política pública. Ele se repete como um hábito humano antigo: o de ir embora deixando para trás aquilo que depende de nós. O verão acaba. A consciência, nem sempre.


Autora: Helô Bachicette - GZH (adaptado). 

No trecho “A carrocinha levou três cachorros”, a estrutura sintática evidencia a relação entre o verbo e o termo que pratica a ação verbal. Considerando essa organização, o sujeito da oração classifica-se como:  
Alternativas
Q3855896 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Política do abandono


    No Brasil dos anos 1970, falava-se com convicção na necessidade de capturar os cachorros que viviam nas ruas. Sob uma forte ideologia de controle, o discurso era o da higiene, da ordem, da prevenção, palavras que tentavam dar um contorno racional a uma pratica dura e cruel, então consolidada como política pública legitimada, quase sem questionamento ético. Para os cachorros, no entanto, tudo isso tinha um nome só: a carrocinha. A carrocinha levou três cachorros de uma vez, repetiam as crianças, como quem canta, sem saber o peso do que diziam. Apesar de antiga e repetida nas brincadeiras de roda desde os anos 1950, a cantiga nunca foi só brincadeira para mim. Vinha sempre acompanhada de uma lembrança dura, que eu ainda não sabia nomear.


    O tempo passou, as leis mudaram, os termos ficaram mais cuidadosos. Já não se fala da mesma forma, é verdade. Mas o erro humano atravessou as décadas quase intacto. Os animais continuam desprotegidos. Principalmente os cães, que seguem circulando como se ocupassem um espaço provisório, tolerado apenas enquanto não incomoda demais. 


    Costuma-se dizer que o abandono é um problema típico dos grandes centros urbanos. Cidades inchadas, trânsito caótico, gente demais. Mas basta caminhar com atenção pelo litoral para perceber que o problema também mora perto do mar. Ele se revela com mais nitidez depois do veraneio, quando o movimento diminui, as ruas esvaziam e as casas fecham suas janelas até a próxima temporada. 


    O verão vai embora levando cadeiras de praia, guarda-sóis e promessas de descanso. Ficam os rastros menos visíveis. Cães deixados para trás, como se fossem parte de uma bagagem esquecida ou descartável. Eles passam a vagar pelas ruas, pelas praças, pelas portas fechadas, carregando uma espera que não tem data.


    Esperam um portão se abrir, um chamado conhecido, um gesto mínimo de carinho. Esperam sem saber que já não há retorno. A cidade retoma seu ritmo habitual, o comércio desacelera, os dias seguem. Só eles permanecem, testemunhas silenciosas de uma estação que passou rápido demais e de uma responsabilidade que nunca chegou a ser plenamente assumida. 


    No fim, talvez o abandono nunca tenha sido apenas uma falha de política pública. Ele se repete como um hábito humano antigo: o de ir embora deixando para trás aquilo que depende de nós. O verão acaba. A consciência, nem sempre.


Autora: Helô Bachicette - GZH (adaptado). 

No trecho “A cidade retoma seu ritmo habitual”, as palavras “a” e “seu” exercem funções gramaticais distintas na estrutura do período. Nesse contexto, “a” classifica-se como __________, enquanto “seu” classifica-se como _________. 

Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas.
Alternativas
Q3855895 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Política do abandono


    No Brasil dos anos 1970, falava-se com convicção na necessidade de capturar os cachorros que viviam nas ruas. Sob uma forte ideologia de controle, o discurso era o da higiene, da ordem, da prevenção, palavras que tentavam dar um contorno racional a uma pratica dura e cruel, então consolidada como política pública legitimada, quase sem questionamento ético. Para os cachorros, no entanto, tudo isso tinha um nome só: a carrocinha. A carrocinha levou três cachorros de uma vez, repetiam as crianças, como quem canta, sem saber o peso do que diziam. Apesar de antiga e repetida nas brincadeiras de roda desde os anos 1950, a cantiga nunca foi só brincadeira para mim. Vinha sempre acompanhada de uma lembrança dura, que eu ainda não sabia nomear.


    O tempo passou, as leis mudaram, os termos ficaram mais cuidadosos. Já não se fala da mesma forma, é verdade. Mas o erro humano atravessou as décadas quase intacto. Os animais continuam desprotegidos. Principalmente os cães, que seguem circulando como se ocupassem um espaço provisório, tolerado apenas enquanto não incomoda demais. 


    Costuma-se dizer que o abandono é um problema típico dos grandes centros urbanos. Cidades inchadas, trânsito caótico, gente demais. Mas basta caminhar com atenção pelo litoral para perceber que o problema também mora perto do mar. Ele se revela com mais nitidez depois do veraneio, quando o movimento diminui, as ruas esvaziam e as casas fecham suas janelas até a próxima temporada. 


    O verão vai embora levando cadeiras de praia, guarda-sóis e promessas de descanso. Ficam os rastros menos visíveis. Cães deixados para trás, como se fossem parte de uma bagagem esquecida ou descartável. Eles passam a vagar pelas ruas, pelas praças, pelas portas fechadas, carregando uma espera que não tem data.


    Esperam um portão se abrir, um chamado conhecido, um gesto mínimo de carinho. Esperam sem saber que já não há retorno. A cidade retoma seu ritmo habitual, o comércio desacelera, os dias seguem. Só eles permanecem, testemunhas silenciosas de uma estação que passou rápido demais e de uma responsabilidade que nunca chegou a ser plenamente assumida. 


    No fim, talvez o abandono nunca tenha sido apenas uma falha de política pública. Ele se repete como um hábito humano antigo: o de ir embora deixando para trás aquilo que depende de nós. O verão acaba. A consciência, nem sempre.


Autora: Helô Bachicette - GZH (adaptado). 

No trecho “O tempo passou”, o verbo empregado situa a ação em relação ao momento da enunciação e contribui para a progressão temporal do texto. Considerando o tempo e o modo verbal utilizados, a forma “passou” está corretamente classificada como:
Alternativas
Q3855894 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Política do abandono


    No Brasil dos anos 1970, falava-se com convicção na necessidade de capturar os cachorros que viviam nas ruas. Sob uma forte ideologia de controle, o discurso era o da higiene, da ordem, da prevenção, palavras que tentavam dar um contorno racional a uma pratica dura e cruel, então consolidada como política pública legitimada, quase sem questionamento ético. Para os cachorros, no entanto, tudo isso tinha um nome só: a carrocinha. A carrocinha levou três cachorros de uma vez, repetiam as crianças, como quem canta, sem saber o peso do que diziam. Apesar de antiga e repetida nas brincadeiras de roda desde os anos 1950, a cantiga nunca foi só brincadeira para mim. Vinha sempre acompanhada de uma lembrança dura, que eu ainda não sabia nomear.


    O tempo passou, as leis mudaram, os termos ficaram mais cuidadosos. Já não se fala da mesma forma, é verdade. Mas o erro humano atravessou as décadas quase intacto. Os animais continuam desprotegidos. Principalmente os cães, que seguem circulando como se ocupassem um espaço provisório, tolerado apenas enquanto não incomoda demais. 


    Costuma-se dizer que o abandono é um problema típico dos grandes centros urbanos. Cidades inchadas, trânsito caótico, gente demais. Mas basta caminhar com atenção pelo litoral para perceber que o problema também mora perto do mar. Ele se revela com mais nitidez depois do veraneio, quando o movimento diminui, as ruas esvaziam e as casas fecham suas janelas até a próxima temporada. 


    O verão vai embora levando cadeiras de praia, guarda-sóis e promessas de descanso. Ficam os rastros menos visíveis. Cães deixados para trás, como se fossem parte de uma bagagem esquecida ou descartável. Eles passam a vagar pelas ruas, pelas praças, pelas portas fechadas, carregando uma espera que não tem data.


    Esperam um portão se abrir, um chamado conhecido, um gesto mínimo de carinho. Esperam sem saber que já não há retorno. A cidade retoma seu ritmo habitual, o comércio desacelera, os dias seguem. Só eles permanecem, testemunhas silenciosas de uma estação que passou rápido demais e de uma responsabilidade que nunca chegou a ser plenamente assumida. 


    No fim, talvez o abandono nunca tenha sido apenas uma falha de política pública. Ele se repete como um hábito humano antigo: o de ir embora deixando para trás aquilo que depende de nós. O verão acaba. A consciência, nem sempre.


Autora: Helô Bachicette - GZH (adaptado). 

No trecho “Os animais continuam desprotegidos”, o verbo “continuar” exerce papel específico na estrutura sintática do período, estabelecendo relação entre o sujeito e uma característica que lhe é atribuída. Considerando a classificação da transitividade verbal nesse contexto, o verbo empregado é classificado como: 
Alternativas
Q3855893 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Política do abandono


    No Brasil dos anos 1970, falava-se com convicção na necessidade de capturar os cachorros que viviam nas ruas. Sob uma forte ideologia de controle, o discurso era o da higiene, da ordem, da prevenção, palavras que tentavam dar um contorno racional a uma pratica dura e cruel, então consolidada como política pública legitimada, quase sem questionamento ético. Para os cachorros, no entanto, tudo isso tinha um nome só: a carrocinha. A carrocinha levou três cachorros de uma vez, repetiam as crianças, como quem canta, sem saber o peso do que diziam. Apesar de antiga e repetida nas brincadeiras de roda desde os anos 1950, a cantiga nunca foi só brincadeira para mim. Vinha sempre acompanhada de uma lembrança dura, que eu ainda não sabia nomear.


    O tempo passou, as leis mudaram, os termos ficaram mais cuidadosos. Já não se fala da mesma forma, é verdade. Mas o erro humano atravessou as décadas quase intacto. Os animais continuam desprotegidos. Principalmente os cães, que seguem circulando como se ocupassem um espaço provisório, tolerado apenas enquanto não incomoda demais. 


    Costuma-se dizer que o abandono é um problema típico dos grandes centros urbanos. Cidades inchadas, trânsito caótico, gente demais. Mas basta caminhar com atenção pelo litoral para perceber que o problema também mora perto do mar. Ele se revela com mais nitidez depois do veraneio, quando o movimento diminui, as ruas esvaziam e as casas fecham suas janelas até a próxima temporada. 


    O verão vai embora levando cadeiras de praia, guarda-sóis e promessas de descanso. Ficam os rastros menos visíveis. Cães deixados para trás, como se fossem parte de uma bagagem esquecida ou descartável. Eles passam a vagar pelas ruas, pelas praças, pelas portas fechadas, carregando uma espera que não tem data.


    Esperam um portão se abrir, um chamado conhecido, um gesto mínimo de carinho. Esperam sem saber que já não há retorno. A cidade retoma seu ritmo habitual, o comércio desacelera, os dias seguem. Só eles permanecem, testemunhas silenciosas de uma estação que passou rápido demais e de uma responsabilidade que nunca chegou a ser plenamente assumida. 


    No fim, talvez o abandono nunca tenha sido apenas uma falha de política pública. Ele se repete como um hábito humano antigo: o de ir embora deixando para trás aquilo que depende de nós. O verão acaba. A consciência, nem sempre.


Autora: Helô Bachicette - GZH (adaptado). 

No texto, diversas imagens e construções discursivas contribuem para ampliar o impacto da crítica social proposta. Considerando os sentidos implícitos construídos pela autora, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3855892 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Política do abandono


    No Brasil dos anos 1970, falava-se com convicção na necessidade de capturar os cachorros que viviam nas ruas. Sob uma forte ideologia de controle, o discurso era o da higiene, da ordem, da prevenção, palavras que tentavam dar um contorno racional a uma pratica dura e cruel, então consolidada como política pública legitimada, quase sem questionamento ético. Para os cachorros, no entanto, tudo isso tinha um nome só: a carrocinha. A carrocinha levou três cachorros de uma vez, repetiam as crianças, como quem canta, sem saber o peso do que diziam. Apesar de antiga e repetida nas brincadeiras de roda desde os anos 1950, a cantiga nunca foi só brincadeira para mim. Vinha sempre acompanhada de uma lembrança dura, que eu ainda não sabia nomear.


    O tempo passou, as leis mudaram, os termos ficaram mais cuidadosos. Já não se fala da mesma forma, é verdade. Mas o erro humano atravessou as décadas quase intacto. Os animais continuam desprotegidos. Principalmente os cães, que seguem circulando como se ocupassem um espaço provisório, tolerado apenas enquanto não incomoda demais. 


    Costuma-se dizer que o abandono é um problema típico dos grandes centros urbanos. Cidades inchadas, trânsito caótico, gente demais. Mas basta caminhar com atenção pelo litoral para perceber que o problema também mora perto do mar. Ele se revela com mais nitidez depois do veraneio, quando o movimento diminui, as ruas esvaziam e as casas fecham suas janelas até a próxima temporada. 


    O verão vai embora levando cadeiras de praia, guarda-sóis e promessas de descanso. Ficam os rastros menos visíveis. Cães deixados para trás, como se fossem parte de uma bagagem esquecida ou descartável. Eles passam a vagar pelas ruas, pelas praças, pelas portas fechadas, carregando uma espera que não tem data.


    Esperam um portão se abrir, um chamado conhecido, um gesto mínimo de carinho. Esperam sem saber que já não há retorno. A cidade retoma seu ritmo habitual, o comércio desacelera, os dias seguem. Só eles permanecem, testemunhas silenciosas de uma estação que passou rápido demais e de uma responsabilidade que nunca chegou a ser plenamente assumida. 


    No fim, talvez o abandono nunca tenha sido apenas uma falha de política pública. Ele se repete como um hábito humano antigo: o de ir embora deixando para trás aquilo que depende de nós. O verão acaba. A consciência, nem sempre.


Autora: Helô Bachicette - GZH (adaptado). 

No encerramento do texto, a autora contrapõe o fim do verão à persistência de determinadas condutas humanas, intensificando o tom crítico da reflexão. Ao afirmar que “o verão acaba. A consciência, nem sempre”, o texto sugere a ideia de __________, evidenciando a dissociação entre a passagem do tempo e a assunção efetiva de responsabilidades éticas.

Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna, de acordo com o sentido do texto.  
Alternativas
Q3855891 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Política do abandono


    No Brasil dos anos 1970, falava-se com convicção na necessidade de capturar os cachorros que viviam nas ruas. Sob uma forte ideologia de controle, o discurso era o da higiene, da ordem, da prevenção, palavras que tentavam dar um contorno racional a uma pratica dura e cruel, então consolidada como política pública legitimada, quase sem questionamento ético. Para os cachorros, no entanto, tudo isso tinha um nome só: a carrocinha. A carrocinha levou três cachorros de uma vez, repetiam as crianças, como quem canta, sem saber o peso do que diziam. Apesar de antiga e repetida nas brincadeiras de roda desde os anos 1950, a cantiga nunca foi só brincadeira para mim. Vinha sempre acompanhada de uma lembrança dura, que eu ainda não sabia nomear.


    O tempo passou, as leis mudaram, os termos ficaram mais cuidadosos. Já não se fala da mesma forma, é verdade. Mas o erro humano atravessou as décadas quase intacto. Os animais continuam desprotegidos. Principalmente os cães, que seguem circulando como se ocupassem um espaço provisório, tolerado apenas enquanto não incomoda demais. 


    Costuma-se dizer que o abandono é um problema típico dos grandes centros urbanos. Cidades inchadas, trânsito caótico, gente demais. Mas basta caminhar com atenção pelo litoral para perceber que o problema também mora perto do mar. Ele se revela com mais nitidez depois do veraneio, quando o movimento diminui, as ruas esvaziam e as casas fecham suas janelas até a próxima temporada. 


    O verão vai embora levando cadeiras de praia, guarda-sóis e promessas de descanso. Ficam os rastros menos visíveis. Cães deixados para trás, como se fossem parte de uma bagagem esquecida ou descartável. Eles passam a vagar pelas ruas, pelas praças, pelas portas fechadas, carregando uma espera que não tem data.


    Esperam um portão se abrir, um chamado conhecido, um gesto mínimo de carinho. Esperam sem saber que já não há retorno. A cidade retoma seu ritmo habitual, o comércio desacelera, os dias seguem. Só eles permanecem, testemunhas silenciosas de uma estação que passou rápido demais e de uma responsabilidade que nunca chegou a ser plenamente assumida. 


    No fim, talvez o abandono nunca tenha sido apenas uma falha de política pública. Ele se repete como um hábito humano antigo: o de ir embora deixando para trás aquilo que depende de nós. O verão acaba. A consciência, nem sempre.


Autora: Helô Bachicette - GZH (adaptado). 

Ao longo do texto, a autora estabelece relações entre passado e presente para evidenciar a continuidade de determinadas práticas sociais. Considerando esse aspecto, analise as assertivas a seguir:

I. A referência à carrocinha revela como discursos de higiene e ordem foram utilizados para legitimar ações cruéis sob aparência de racionalidade.

II. A alteração do vocabulário institucional ao longo do tempo é apresentada como suficiente para transformar a condição de vulnerabilidade dos animais.

III. A permanência do abandono indica que o problema ultrapassa a esfera normativa e alcança dimensões éticas e culturais.

Das assertivas, pode-se afirmar que:  
Alternativas
Q3855890 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Política do abandono


    No Brasil dos anos 1970, falava-se com convicção na necessidade de capturar os cachorros que viviam nas ruas. Sob uma forte ideologia de controle, o discurso era o da higiene, da ordem, da prevenção, palavras que tentavam dar um contorno racional a uma pratica dura e cruel, então consolidada como política pública legitimada, quase sem questionamento ético. Para os cachorros, no entanto, tudo isso tinha um nome só: a carrocinha. A carrocinha levou três cachorros de uma vez, repetiam as crianças, como quem canta, sem saber o peso do que diziam. Apesar de antiga e repetida nas brincadeiras de roda desde os anos 1950, a cantiga nunca foi só brincadeira para mim. Vinha sempre acompanhada de uma lembrança dura, que eu ainda não sabia nomear.


    O tempo passou, as leis mudaram, os termos ficaram mais cuidadosos. Já não se fala da mesma forma, é verdade. Mas o erro humano atravessou as décadas quase intacto. Os animais continuam desprotegidos. Principalmente os cães, que seguem circulando como se ocupassem um espaço provisório, tolerado apenas enquanto não incomoda demais. 


    Costuma-se dizer que o abandono é um problema típico dos grandes centros urbanos. Cidades inchadas, trânsito caótico, gente demais. Mas basta caminhar com atenção pelo litoral para perceber que o problema também mora perto do mar. Ele se revela com mais nitidez depois do veraneio, quando o movimento diminui, as ruas esvaziam e as casas fecham suas janelas até a próxima temporada. 


    O verão vai embora levando cadeiras de praia, guarda-sóis e promessas de descanso. Ficam os rastros menos visíveis. Cães deixados para trás, como se fossem parte de uma bagagem esquecida ou descartável. Eles passam a vagar pelas ruas, pelas praças, pelas portas fechadas, carregando uma espera que não tem data.


    Esperam um portão se abrir, um chamado conhecido, um gesto mínimo de carinho. Esperam sem saber que já não há retorno. A cidade retoma seu ritmo habitual, o comércio desacelera, os dias seguem. Só eles permanecem, testemunhas silenciosas de uma estação que passou rápido demais e de uma responsabilidade que nunca chegou a ser plenamente assumida. 


    No fim, talvez o abandono nunca tenha sido apenas uma falha de política pública. Ele se repete como um hábito humano antigo: o de ir embora deixando para trás aquilo que depende de nós. O verão acaba. A consciência, nem sempre.


Autora: Helô Bachicette - GZH (adaptado). 

O texto constrói uma reflexão crítica sobre o abandono de animais, articulando memória histórica, mudança discursiva e permanência de práticas sociais. Considerando esse percurso argumentativo, assinale a alternativa que melhor sintetiza a tese desenvolvida pela autora. 
Alternativas
Q3855889 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Política do abandono


    No Brasil dos anos 1970, falava-se com convicção na necessidade de capturar os cachorros que viviam nas ruas. Sob uma forte ideologia de controle, o discurso era o da higiene, da ordem, da prevenção, palavras que tentavam dar um contorno racional a uma pratica dura e cruel, então consolidada como política pública legitimada, quase sem questionamento ético. Para os cachorros, no entanto, tudo isso tinha um nome só: a carrocinha. A carrocinha levou três cachorros de uma vez, repetiam as crianças, como quem canta, sem saber o peso do que diziam. Apesar de antiga e repetida nas brincadeiras de roda desde os anos 1950, a cantiga nunca foi só brincadeira para mim. Vinha sempre acompanhada de uma lembrança dura, que eu ainda não sabia nomear.


    O tempo passou, as leis mudaram, os termos ficaram mais cuidadosos. Já não se fala da mesma forma, é verdade. Mas o erro humano atravessou as décadas quase intacto. Os animais continuam desprotegidos. Principalmente os cães, que seguem circulando como se ocupassem um espaço provisório, tolerado apenas enquanto não incomoda demais. 


    Costuma-se dizer que o abandono é um problema típico dos grandes centros urbanos. Cidades inchadas, trânsito caótico, gente demais. Mas basta caminhar com atenção pelo litoral para perceber que o problema também mora perto do mar. Ele se revela com mais nitidez depois do veraneio, quando o movimento diminui, as ruas esvaziam e as casas fecham suas janelas até a próxima temporada. 


    O verão vai embora levando cadeiras de praia, guarda-sóis e promessas de descanso. Ficam os rastros menos visíveis. Cães deixados para trás, como se fossem parte de uma bagagem esquecida ou descartável. Eles passam a vagar pelas ruas, pelas praças, pelas portas fechadas, carregando uma espera que não tem data.


    Esperam um portão se abrir, um chamado conhecido, um gesto mínimo de carinho. Esperam sem saber que já não há retorno. A cidade retoma seu ritmo habitual, o comércio desacelera, os dias seguem. Só eles permanecem, testemunhas silenciosas de uma estação que passou rápido demais e de uma responsabilidade que nunca chegou a ser plenamente assumida. 


    No fim, talvez o abandono nunca tenha sido apenas uma falha de política pública. Ele se repete como um hábito humano antigo: o de ir embora deixando para trás aquilo que depende de nós. O verão acaba. A consciência, nem sempre.


Autora: Helô Bachicette - GZH (adaptado). 

As palavras que compõem o léxico da língua são formadas principalmente por dois processos morfológicos: derivação (prefixal, sufixal, parassintética, regressiva e imprópria) e composição (justaposição e aglutinação). Nesse contexto, a palavra desacelera é um exemplo de palavra formada por:
Alternativas
Q3769796 Agropecuária
As culturas perenes são plantações que duram vários anos e não precisam ser replantadas após a colheita. Alguns exemplos de culturas perenes são, EXCETO:
Alternativas
Q3769792 Agropecuária
Um técnico agrícola é contratado para fazer a recomendação de adubação de uma cultura de mandioca com um espaçamento de 1,00m x 0,50 m. Ele recomenda utilizar 500 kg de adubo por hectare. A quantidade de adubo, em gramas, que será aplicado por cova é de:
Alternativas
Q3769790 Geologia
Topografia é o conjunto de princípios, métodos, aparelhos e convenções utilizados para a determinação dos contornos, dimensões e da posição relativa de uma faixa da superfície terrestre. Sobre o tema, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDESG Órgão: Prefeitura de Alto Rio Novo - ES Provas: IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Assistente Administrativo | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Agente de Vigilância Ambiental | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Agente de Vigilância Sanitária | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Auxiliar de Análises Clínicas | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Auxiliar de Enfermagem | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Auxiliar de Desenvolvimento Infantil | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Auxiliar de Saúde Bucal | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Cuidador | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Fiscal de Atividades Urbanas e Rurais | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Fiscal de Tributos Municipais | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Mecânico de Manutenção de Automóveis e Veículos a Diesel | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Motorista | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Operador de Estação de Tratamento de Água (E.T.A) | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Técnico Agroécuário | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Técnico de Enfermagem | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Técnico em Informática | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Técnico em Obras Civis | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Técnico em Radiologia | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Tradutor e Intérprete de Libras |
Q3768561 Noções de Informática
Ao preparar uma apresentação que será executada em outro computador sem acesso à internet, qual procedimento garante que vídeos e fontes corporativas sejam exibidos corretamente?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDESG Órgão: Prefeitura de Alto Rio Novo - ES Provas: IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Assistente Administrativo | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Agente de Vigilância Ambiental | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Agente de Vigilância Sanitária | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Auxiliar de Análises Clínicas | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Auxiliar de Enfermagem | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Auxiliar de Desenvolvimento Infantil | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Auxiliar de Saúde Bucal | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Cuidador | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Fiscal de Atividades Urbanas e Rurais | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Fiscal de Tributos Municipais | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Mecânico de Manutenção de Automóveis e Veículos a Diesel | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Motorista | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Operador de Estação de Tratamento de Água (E.T.A) | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Técnico Agroécuário | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Técnico de Enfermagem | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Técnico em Informática | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Técnico em Obras Civis | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Técnico em Radiologia | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Tradutor e Intérprete de Libras |
Q3768560 Noções de Informática
Assinale a alternativa correta sobre os elementos que compõem a estrutura e o gerenciamento do correio eletrônico.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDESG Órgão: Prefeitura de Alto Rio Novo - ES Provas: IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Assistente Administrativo | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Agente de Vigilância Ambiental | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Agente de Vigilância Sanitária | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Auxiliar de Análises Clínicas | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Auxiliar de Enfermagem | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Auxiliar de Desenvolvimento Infantil | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Auxiliar de Saúde Bucal | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Cuidador | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Fiscal de Atividades Urbanas e Rurais | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Fiscal de Tributos Municipais | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Mecânico de Manutenção de Automóveis e Veículos a Diesel | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Motorista | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Operador de Estação de Tratamento de Água (E.T.A) | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Técnico Agroécuário | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Técnico de Enfermagem | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Técnico em Informática | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Técnico em Obras Civis | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Técnico em Radiologia | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Tradutor e Intérprete de Libras |
Q3768559 Noções de Informática
Assinale a alternativa correta sobre os conceitos que diferenciam os tipos de backup (completo, diferencial e incremental) e o modo de restauração associado a cada um. 
Alternativas
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Q3768558 Noções de Informática
Assinale a alternativa correta sobre a estrutura conceitual utilizada na criação e formatação de apresentações no PowerPoint.
Alternativas
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Q3768557 Noções de Informática
Os recursos de Zoom no Microsoft PowerPoint 2019 permitem navegar pela apresentação de maneira dinâmica, reorganizando trajetórias e destacando conteúdos. Nesse contexto, analise as assertivas:

I. O Zoom de Resumo funciona como uma visão geral da apresentação, reunindo várias partes em um único slide e permitindo saltos entre seções ou grupos de slides sem seguir a ordem linear.

II. O Zoom de Slide permite navegar livremente entre slides específicos, funcionando bem em apresentações mais curtas ou em situações que exigem detalhamento sem mudar a tela principal.

III. O Zoom de Seção cria um link direto para uma seção já existente na apresentação, sendo útil para revisitar partes importantes e destacar relações entre os conteúdos apresentados.


Das assertivas, pode-se afirmar que:
Alternativas
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Q3768555 Noções de Informática
No Microsoft Word 2019, o recurso Ler em Voz Alta está localizado na guia __________, e pode ser rapidamente acionado por meio do atalho, em português, __________.
Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas?
Alternativas
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Q3768554 Noções de Informática
Uma Tabela Dinâmica é uma ferramenta poderosa para calcular, resumir e analisar os dados que permitem ao usuário ver comparações, padrões e tendências nos dados. Ao criar uma Tabela Dinâmica no Excel 2019, o usuário deve selecionar:
Alternativas
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Q3768553 Noções de Informática
No Microsoft Excel 2019, em português e configurações padrão, para retornar o menor valor de um conjunto de dados localizado no intervalo B2:B15, a função correta a ser utilizada é:
Alternativas
Respostas
141: A
142: B
143: B
144: D
145: B
146: E
147: C
148: E
149: B
150: D
151: D
152: C
153: D
154: A
155: B
156: C
157: D
158: A
159: D
160: C