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Q3360871 Português
Uma das últimas condenadas por crimes na Alemanha nazi morre aos 99 anos


      A antiga secretária do campo de concentração de Stutthof, uma das últimas pessoas a ser condenada por crimes na Alemanha nazi, morreu aos 99 anos, anunciou hoje o tribunal onde foi julgada. Acusada de cumplicidade no assassínio de mais de 10.000 pessoas no campo de Stutthof, na atual Polónia perto de Gdansk (Danzig na altura), Irmgard Furchner foi condenada no final de dezembro de 2022 pelo tribunal de Itzehoe (norte da Alemanha) a uma pena de dois anos de prisão suspensa, sentença confirmada em recurso em agosto de 2024.

    Uma porta-voz do tribunal de Itzehoe confirmou à AFP que Furchner tinha morrido, conforme noticiado inicialmente pelo Schleswig-Holsteinische Zeitungsverlag (SHZ), um grupo de jornais locais do norte da Alemanha.

    Com 18 anos de idade no início dos acontecimentos (1943) e 19 anos no final (1945), Furchner era dactilógrafa e secretária de Paul Werner Hoppe, comandante do campo de Stutthof, onde pereceram cerca de 65.000 pessoas, na sua maioria judeus, guerrilheiros polacos e prisioneiros de guerra soviéticos.

     Devido à sua idade na altura dos acontecimentos, foi julgada por um tribunal especial de menores. A pena suspensa de dois anos teve em conta “a posição subordinada da arguida e a sua eventual reduzida capacidade de resistência devido à doutrinação” da época. A sua defesa tinha apresentado um recurso, que foi rejeitado pelo Supremo Tribunal, com o fundamento de que não era claro nem estava provado que tivesse conhecimento do que se passava no campo, ou que o seu trabalho colaborasse num processo de assassínio sistemático.

    Irmgard Furchner não falou durante o julgamento nem admitiu qualquer culpa, mas nas últimas audiências disse estar “arrependida de tudo o que aconteceu” e “lamentou ter estado em Stutthof nessa altura”. No primeiro dia do seu julgamento, não compareceu em tribunal, fugindo sozinha do lar de idosos onde residia, sendo encontrada algumas horas mais tarde.

    O caso Furchner reavivou a questão de saber por que razão a justiça alemã demorou tanto tempo a levar ao tribunal os cúmplices dos crimes cometidos pelo nacional-socialismo. Um acórdão do Supremo Tribunal de 1969 - já antes tinham sido proferidas algumas condenações relacionadas com o Holocausto - dificultou a acusação dos autores dos crimes, exigindo que estes provassem a sua cumplicidade em casos específicos e demonstrassem a relação de causalidade entre as suas ações e os crimes.

    Isto levou a que vários processos fossem arquivados, incluindo contra guardas que tinham participado na seleção na rampa de Auschwitz (local à chegada do campo de concentração onde as pessoas eram selecionadas). Uma nova reviravolta na doutrina jurídica surgiu em 2011, quando John Demjanjuk, um antigo guarda de Sobibor, foi condenado por cumplicidade em 28.000 casos de homicídio sem prova de um nexo de causalidade entre as suas ações e as mortes.

    Mais tarde, numa revisão de outra condenação contra um guarda de Auschwitz Oskar Groning, o Supremo decidiu que era suficiente que o arguido tivesse feito parte da máquina da morte e que tivesse ajudado, com o seu trabalho, a perpetrar um grande número de assassínios num curto espaço de tempo. Desde então, houve mais de uma dúzia de julgamentos de pessoas idosas em que as antigas vítimas testemunharam sobre os crimes.

   Em junho de 2024, o tribunal de Hanau, perto de Frankfurt, recusou a comparência de um antigo guarda do campo de Sachsenhausen, de 99 anos, que foi considerado incapaz de comparecer no julgamento por razões de saúde.


Fonte: Uma das últimas condenadas por crimes na Alemanha nazi morre aos 99 anos - CNN Portugal
Assinale a alternativa que apresente a classe morfológica do termo em destaque no período: No primeiro dia do seu julgamento, não compareceu em tribunal, fugindo sozinha do lar de idosos onde residia, sendo encontrada algumas horas mais tarde. 
Alternativas
Q3360870 Português
Uma das últimas condenadas por crimes na Alemanha nazi morre aos 99 anos


      A antiga secretária do campo de concentração de Stutthof, uma das últimas pessoas a ser condenada por crimes na Alemanha nazi, morreu aos 99 anos, anunciou hoje o tribunal onde foi julgada. Acusada de cumplicidade no assassínio de mais de 10.000 pessoas no campo de Stutthof, na atual Polónia perto de Gdansk (Danzig na altura), Irmgard Furchner foi condenada no final de dezembro de 2022 pelo tribunal de Itzehoe (norte da Alemanha) a uma pena de dois anos de prisão suspensa, sentença confirmada em recurso em agosto de 2024.

    Uma porta-voz do tribunal de Itzehoe confirmou à AFP que Furchner tinha morrido, conforme noticiado inicialmente pelo Schleswig-Holsteinische Zeitungsverlag (SHZ), um grupo de jornais locais do norte da Alemanha.

    Com 18 anos de idade no início dos acontecimentos (1943) e 19 anos no final (1945), Furchner era dactilógrafa e secretária de Paul Werner Hoppe, comandante do campo de Stutthof, onde pereceram cerca de 65.000 pessoas, na sua maioria judeus, guerrilheiros polacos e prisioneiros de guerra soviéticos.

     Devido à sua idade na altura dos acontecimentos, foi julgada por um tribunal especial de menores. A pena suspensa de dois anos teve em conta “a posição subordinada da arguida e a sua eventual reduzida capacidade de resistência devido à doutrinação” da época. A sua defesa tinha apresentado um recurso, que foi rejeitado pelo Supremo Tribunal, com o fundamento de que não era claro nem estava provado que tivesse conhecimento do que se passava no campo, ou que o seu trabalho colaborasse num processo de assassínio sistemático.

    Irmgard Furchner não falou durante o julgamento nem admitiu qualquer culpa, mas nas últimas audiências disse estar “arrependida de tudo o que aconteceu” e “lamentou ter estado em Stutthof nessa altura”. No primeiro dia do seu julgamento, não compareceu em tribunal, fugindo sozinha do lar de idosos onde residia, sendo encontrada algumas horas mais tarde.

    O caso Furchner reavivou a questão de saber por que razão a justiça alemã demorou tanto tempo a levar ao tribunal os cúmplices dos crimes cometidos pelo nacional-socialismo. Um acórdão do Supremo Tribunal de 1969 - já antes tinham sido proferidas algumas condenações relacionadas com o Holocausto - dificultou a acusação dos autores dos crimes, exigindo que estes provassem a sua cumplicidade em casos específicos e demonstrassem a relação de causalidade entre as suas ações e os crimes.

    Isto levou a que vários processos fossem arquivados, incluindo contra guardas que tinham participado na seleção na rampa de Auschwitz (local à chegada do campo de concentração onde as pessoas eram selecionadas). Uma nova reviravolta na doutrina jurídica surgiu em 2011, quando John Demjanjuk, um antigo guarda de Sobibor, foi condenado por cumplicidade em 28.000 casos de homicídio sem prova de um nexo de causalidade entre as suas ações e as mortes.

    Mais tarde, numa revisão de outra condenação contra um guarda de Auschwitz Oskar Groning, o Supremo decidiu que era suficiente que o arguido tivesse feito parte da máquina da morte e que tivesse ajudado, com o seu trabalho, a perpetrar um grande número de assassínios num curto espaço de tempo. Desde então, houve mais de uma dúzia de julgamentos de pessoas idosas em que as antigas vítimas testemunharam sobre os crimes.

   Em junho de 2024, o tribunal de Hanau, perto de Frankfurt, recusou a comparência de um antigo guarda do campo de Sachsenhausen, de 99 anos, que foi considerado incapaz de comparecer no julgamento por razões de saúde.


Fonte: Uma das últimas condenadas por crimes na Alemanha nazi morre aos 99 anos - CNN Portugal
Assinale a alternativa que apresente termo que possa substituir o termo em destaque no período, mantendo as mesmas relações de sentido no texto: Irmgard Furchner não falou durante o julgamento nem admitiu qualquer culpa, mas nas últimas audiências disse estar “arrependida de tudo o que aconteceu” e “lamentou ter estado em Stutthof nessa altura”.
Alternativas
Q3360869 Português
Uma das últimas condenadas por crimes na Alemanha nazi morre aos 99 anos


      A antiga secretária do campo de concentração de Stutthof, uma das últimas pessoas a ser condenada por crimes na Alemanha nazi, morreu aos 99 anos, anunciou hoje o tribunal onde foi julgada. Acusada de cumplicidade no assassínio de mais de 10.000 pessoas no campo de Stutthof, na atual Polónia perto de Gdansk (Danzig na altura), Irmgard Furchner foi condenada no final de dezembro de 2022 pelo tribunal de Itzehoe (norte da Alemanha) a uma pena de dois anos de prisão suspensa, sentença confirmada em recurso em agosto de 2024.

    Uma porta-voz do tribunal de Itzehoe confirmou à AFP que Furchner tinha morrido, conforme noticiado inicialmente pelo Schleswig-Holsteinische Zeitungsverlag (SHZ), um grupo de jornais locais do norte da Alemanha.

    Com 18 anos de idade no início dos acontecimentos (1943) e 19 anos no final (1945), Furchner era dactilógrafa e secretária de Paul Werner Hoppe, comandante do campo de Stutthof, onde pereceram cerca de 65.000 pessoas, na sua maioria judeus, guerrilheiros polacos e prisioneiros de guerra soviéticos.

     Devido à sua idade na altura dos acontecimentos, foi julgada por um tribunal especial de menores. A pena suspensa de dois anos teve em conta “a posição subordinada da arguida e a sua eventual reduzida capacidade de resistência devido à doutrinação” da época. A sua defesa tinha apresentado um recurso, que foi rejeitado pelo Supremo Tribunal, com o fundamento de que não era claro nem estava provado que tivesse conhecimento do que se passava no campo, ou que o seu trabalho colaborasse num processo de assassínio sistemático.

    Irmgard Furchner não falou durante o julgamento nem admitiu qualquer culpa, mas nas últimas audiências disse estar “arrependida de tudo o que aconteceu” e “lamentou ter estado em Stutthof nessa altura”. No primeiro dia do seu julgamento, não compareceu em tribunal, fugindo sozinha do lar de idosos onde residia, sendo encontrada algumas horas mais tarde.

    O caso Furchner reavivou a questão de saber por que razão a justiça alemã demorou tanto tempo a levar ao tribunal os cúmplices dos crimes cometidos pelo nacional-socialismo. Um acórdão do Supremo Tribunal de 1969 - já antes tinham sido proferidas algumas condenações relacionadas com o Holocausto - dificultou a acusação dos autores dos crimes, exigindo que estes provassem a sua cumplicidade em casos específicos e demonstrassem a relação de causalidade entre as suas ações e os crimes.

    Isto levou a que vários processos fossem arquivados, incluindo contra guardas que tinham participado na seleção na rampa de Auschwitz (local à chegada do campo de concentração onde as pessoas eram selecionadas). Uma nova reviravolta na doutrina jurídica surgiu em 2011, quando John Demjanjuk, um antigo guarda de Sobibor, foi condenado por cumplicidade em 28.000 casos de homicídio sem prova de um nexo de causalidade entre as suas ações e as mortes.

    Mais tarde, numa revisão de outra condenação contra um guarda de Auschwitz Oskar Groning, o Supremo decidiu que era suficiente que o arguido tivesse feito parte da máquina da morte e que tivesse ajudado, com o seu trabalho, a perpetrar um grande número de assassínios num curto espaço de tempo. Desde então, houve mais de uma dúzia de julgamentos de pessoas idosas em que as antigas vítimas testemunharam sobre os crimes.

   Em junho de 2024, o tribunal de Hanau, perto de Frankfurt, recusou a comparência de um antigo guarda do campo de Sachsenhausen, de 99 anos, que foi considerado incapaz de comparecer no julgamento por razões de saúde.


Fonte: Uma das últimas condenadas por crimes na Alemanha nazi morre aos 99 anos - CNN Portugal
Assinale a alternativa cuja palavra NÃO seja proparoxítona:
Alternativas
Q3360868 Português
Uma das últimas condenadas por crimes na Alemanha nazi morre aos 99 anos


      A antiga secretária do campo de concentração de Stutthof, uma das últimas pessoas a ser condenada por crimes na Alemanha nazi, morreu aos 99 anos, anunciou hoje o tribunal onde foi julgada. Acusada de cumplicidade no assassínio de mais de 10.000 pessoas no campo de Stutthof, na atual Polónia perto de Gdansk (Danzig na altura), Irmgard Furchner foi condenada no final de dezembro de 2022 pelo tribunal de Itzehoe (norte da Alemanha) a uma pena de dois anos de prisão suspensa, sentença confirmada em recurso em agosto de 2024.

    Uma porta-voz do tribunal de Itzehoe confirmou à AFP que Furchner tinha morrido, conforme noticiado inicialmente pelo Schleswig-Holsteinische Zeitungsverlag (SHZ), um grupo de jornais locais do norte da Alemanha.

    Com 18 anos de idade no início dos acontecimentos (1943) e 19 anos no final (1945), Furchner era dactilógrafa e secretária de Paul Werner Hoppe, comandante do campo de Stutthof, onde pereceram cerca de 65.000 pessoas, na sua maioria judeus, guerrilheiros polacos e prisioneiros de guerra soviéticos.

     Devido à sua idade na altura dos acontecimentos, foi julgada por um tribunal especial de menores. A pena suspensa de dois anos teve em conta “a posição subordinada da arguida e a sua eventual reduzida capacidade de resistência devido à doutrinação” da época. A sua defesa tinha apresentado um recurso, que foi rejeitado pelo Supremo Tribunal, com o fundamento de que não era claro nem estava provado que tivesse conhecimento do que se passava no campo, ou que o seu trabalho colaborasse num processo de assassínio sistemático.

    Irmgard Furchner não falou durante o julgamento nem admitiu qualquer culpa, mas nas últimas audiências disse estar “arrependida de tudo o que aconteceu” e “lamentou ter estado em Stutthof nessa altura”. No primeiro dia do seu julgamento, não compareceu em tribunal, fugindo sozinha do lar de idosos onde residia, sendo encontrada algumas horas mais tarde.

    O caso Furchner reavivou a questão de saber por que razão a justiça alemã demorou tanto tempo a levar ao tribunal os cúmplices dos crimes cometidos pelo nacional-socialismo. Um acórdão do Supremo Tribunal de 1969 - já antes tinham sido proferidas algumas condenações relacionadas com o Holocausto - dificultou a acusação dos autores dos crimes, exigindo que estes provassem a sua cumplicidade em casos específicos e demonstrassem a relação de causalidade entre as suas ações e os crimes.

    Isto levou a que vários processos fossem arquivados, incluindo contra guardas que tinham participado na seleção na rampa de Auschwitz (local à chegada do campo de concentração onde as pessoas eram selecionadas). Uma nova reviravolta na doutrina jurídica surgiu em 2011, quando John Demjanjuk, um antigo guarda de Sobibor, foi condenado por cumplicidade em 28.000 casos de homicídio sem prova de um nexo de causalidade entre as suas ações e as mortes.

    Mais tarde, numa revisão de outra condenação contra um guarda de Auschwitz Oskar Groning, o Supremo decidiu que era suficiente que o arguido tivesse feito parte da máquina da morte e que tivesse ajudado, com o seu trabalho, a perpetrar um grande número de assassínios num curto espaço de tempo. Desde então, houve mais de uma dúzia de julgamentos de pessoas idosas em que as antigas vítimas testemunharam sobre os crimes.

   Em junho de 2024, o tribunal de Hanau, perto de Frankfurt, recusou a comparência de um antigo guarda do campo de Sachsenhausen, de 99 anos, que foi considerado incapaz de comparecer no julgamento por razões de saúde.


Fonte: Uma das últimas condenadas por crimes na Alemanha nazi morre aos 99 anos - CNN Portugal
Assinale a alternativa cuja divisão silábica da palavra esteja INCORRETA:
Alternativas
Q3360867 Português
Uma das últimas condenadas por crimes na Alemanha nazi morre aos 99 anos


      A antiga secretária do campo de concentração de Stutthof, uma das últimas pessoas a ser condenada por crimes na Alemanha nazi, morreu aos 99 anos, anunciou hoje o tribunal onde foi julgada. Acusada de cumplicidade no assassínio de mais de 10.000 pessoas no campo de Stutthof, na atual Polónia perto de Gdansk (Danzig na altura), Irmgard Furchner foi condenada no final de dezembro de 2022 pelo tribunal de Itzehoe (norte da Alemanha) a uma pena de dois anos de prisão suspensa, sentença confirmada em recurso em agosto de 2024.

    Uma porta-voz do tribunal de Itzehoe confirmou à AFP que Furchner tinha morrido, conforme noticiado inicialmente pelo Schleswig-Holsteinische Zeitungsverlag (SHZ), um grupo de jornais locais do norte da Alemanha.

    Com 18 anos de idade no início dos acontecimentos (1943) e 19 anos no final (1945), Furchner era dactilógrafa e secretária de Paul Werner Hoppe, comandante do campo de Stutthof, onde pereceram cerca de 65.000 pessoas, na sua maioria judeus, guerrilheiros polacos e prisioneiros de guerra soviéticos.

     Devido à sua idade na altura dos acontecimentos, foi julgada por um tribunal especial de menores. A pena suspensa de dois anos teve em conta “a posição subordinada da arguida e a sua eventual reduzida capacidade de resistência devido à doutrinação” da época. A sua defesa tinha apresentado um recurso, que foi rejeitado pelo Supremo Tribunal, com o fundamento de que não era claro nem estava provado que tivesse conhecimento do que se passava no campo, ou que o seu trabalho colaborasse num processo de assassínio sistemático.

    Irmgard Furchner não falou durante o julgamento nem admitiu qualquer culpa, mas nas últimas audiências disse estar “arrependida de tudo o que aconteceu” e “lamentou ter estado em Stutthof nessa altura”. No primeiro dia do seu julgamento, não compareceu em tribunal, fugindo sozinha do lar de idosos onde residia, sendo encontrada algumas horas mais tarde.

    O caso Furchner reavivou a questão de saber por que razão a justiça alemã demorou tanto tempo a levar ao tribunal os cúmplices dos crimes cometidos pelo nacional-socialismo. Um acórdão do Supremo Tribunal de 1969 - já antes tinham sido proferidas algumas condenações relacionadas com o Holocausto - dificultou a acusação dos autores dos crimes, exigindo que estes provassem a sua cumplicidade em casos específicos e demonstrassem a relação de causalidade entre as suas ações e os crimes.

    Isto levou a que vários processos fossem arquivados, incluindo contra guardas que tinham participado na seleção na rampa de Auschwitz (local à chegada do campo de concentração onde as pessoas eram selecionadas). Uma nova reviravolta na doutrina jurídica surgiu em 2011, quando John Demjanjuk, um antigo guarda de Sobibor, foi condenado por cumplicidade em 28.000 casos de homicídio sem prova de um nexo de causalidade entre as suas ações e as mortes.

    Mais tarde, numa revisão de outra condenação contra um guarda de Auschwitz Oskar Groning, o Supremo decidiu que era suficiente que o arguido tivesse feito parte da máquina da morte e que tivesse ajudado, com o seu trabalho, a perpetrar um grande número de assassínios num curto espaço de tempo. Desde então, houve mais de uma dúzia de julgamentos de pessoas idosas em que as antigas vítimas testemunharam sobre os crimes.

   Em junho de 2024, o tribunal de Hanau, perto de Frankfurt, recusou a comparência de um antigo guarda do campo de Sachsenhausen, de 99 anos, que foi considerado incapaz de comparecer no julgamento por razões de saúde.


Fonte: Uma das últimas condenadas por crimes na Alemanha nazi morre aos 99 anos - CNN Portugal
Com base nas informações do texto e nas relações existentes entre as partes que o compõem, assinale a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q3300962 Agropecuária
Os métodos de irrigação podem ser agrupados de acordo com a forma de aplicação da água, destacando-se quatro métodos principais: irrigação por superfície, subterrânea, por aspersão e localizada.

Não existe um método ou sistema de irrigação ideal a priori, tendo cada um dos métodos vantagens e desvantagens atrelados a questões intrínsecas da área e da cultura a ser irrigada.

Sobre os métodos de irrigação, analise as afirmativas a seguir:

I. A seleção do método e do sistema de irrigação para determinado local passa por uma avaliação integrada de componentes socioeconômicos e ambientais, incluindo a disponibilidade e a qualidade da água.
II. Na irrigação por aspersão, a aplicação da água é feita em uma área bastante limitada, utilizando pequenos volumes de água, sob baixa pressão, com alta frequência.
III. Em locais em que há incidência de ventos de elevada intensidade, a irrigação por aspersão tende a não ser o mais adequado.

Está correto o que se afirma em 
Alternativas
Q3300961 Meteorologia
As grandezas fundamentais que caracterizam as precipitações são a altura pluviométrica (h), a duração (d), a intensidade (i) e a frequência (f), que pode ser representada pelo tempo de recorrência (TR) ou período de retorno, que é o inverso da frequência (TR = 1/f).

Sobre essas grandezas, analise as afirmativas a seguir.

I. A altura pluviométrica é a espessura da lâmina de água precipitada que recobriria a região atingida pela precipitação, sem considerar a infiltração, evaporação e escoamento.
II. A intensidade da chuva é uma grandeza intensiva e instantânea, que representa a relação entre a lâmina precipitada e o intervalo de tempo.
III. A frequência representa o número de ocorrências de uma precipitação em um período de tempo especificado.

Está correto o que se afirma em 
Alternativas
Q3300960 Agropecuária
A alimentação contribui com a maior parcela dos custos na produção animal e, por isso, precisa ser corretamente planejada para evitar prejuízos ao desempenho ou à saúde do animal. Os alimentos volumosos permitem melhor funcionamento do trato gastrointestinal de animais herbívoros por possuírem mais de 18% de fibra bruta na matéria seca.

Assinale a opção que apresenta apenas alimentos volumosos.  
Alternativas
Q3300959 Engenharia Agronômica (Agronomia)
A produção animal é sustentada por importantes pilares como alimentação, sanidade, gestão e genética. Em busca de melhores níveis de produção e produtividade, investimentos em todas essas áreas são necessários e possibilitam ganhos genéticos permanentes.

A tomada de decisão sobre que tipo de material genético empregar em uma atividade pecuária precisa estar fundamentada em características do ambiente produtivo, tais como a capacidade de investimento do produtor, o sistema de produção empregado e a capacitação de mão de obra.

Com relação aos aspectos descritos acima, analise as afirmativas a seguir.

I. Animais da subespécie zebuína são adaptados à criação a pasto e às regiões tropicais, com baixos custos de produção. São exemplos de raças zebuínas: Gir e Nelore.
II. Os animais puros das raças Holandesa e Jersey são muito produtivos e precoces, e não são recomendados para sistemas de produção extensivos.
III. A heterose, resultante de cruzamentos entre raças das subespécies europeias e zebuínas, pode agregar em média, nos mestiços, características de rusticidade e adaptabilidade (próprias do zebu) com produtividade e qualidade de produto (próprias do europeu).

Está correto o que se afirma em  
Alternativas
Q3300958 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Para uma correta recomendação de fertilizantes é necessário conhecer a necessidade nutricional da cultura a ser implantada e o que o solo é capaz de fornecer.

Diante disso, para uma determinada variedade de milho (Zea mays), considerou-se a seguinte necessidade de adubação:

N (20 kg ha-1); P2O5 (130 kg ha-1) e; K2O (70 kg ha-1)

Assinale a opção que indica, aproximadamente, a quantidade, em kg ha-1, de sulfato de amônio (20% de N), de superfosfato triplo (41% de P2O5) e de cloreto de potássio (58% de K2O), que deverá ser aplicada. 
Alternativas
Q3300957 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Sobre o manejo adequado de resíduos em solos agrícolas, essencial para garantir a sustentabilidade da produção e minimizar os impactos ambientais, assinale a afirmativa correta.  
Alternativas
Q3300956 Engenharia Agronômica (Agronomia)
As grandes culturas ocupam a maior área de terras cultivadas do país, sendo algumas anuais e outras perenes.

Sobre as grandes culturas, assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q3300955 Agropecuária
Ao projetar galpões para armazenamento de grãos em uma propriedade rural, é fundamental garantir condições adequadas para a conservação do produto.

Assinale a opção que indica a prática essencial para evitar perdas por umidade e deterioração. 
Alternativas
Q3300954 Matemática
Um mapa tem a escala de 1:25.000. Nele, um lago é representado como um retângulo de 3 cm de largura por 5 cm de comprimento.

Com base nessas informações, é correto afirmar que a área do lago, em hectares, é de 
Alternativas
Q3300953 Matemática
Uma propriedade rural tem seus limites formando um trapézio com as seguintes dimensões: base menor (a) igual a 100 m, base maior (b) igual a 200 m e distância (h) entre as duas bases igual a 100 m.

A área de um trapézio é igual a: Q40.png (41×36)

Sabendo que 1 ha tem 10.000 m², a área dessa propriedade rural, em hectares, é 
Alternativas
Q3300952 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Os levantamentos topográficos são fundamentais para o planejamento e o manejo de áreas agrícolas de forma eficiente. Os conhecimentos básicos nesse tema são essenciais, pois certamente o Técnico Agropecuário utilizará plantas topográficas de propriedades rurais nas suas atividades profissionais.

A série de linhas consecutivas, em que são conhecidos os comprimentos e direções por meio de medições em campo, consiste em um(a)  
Alternativas
Q3300950 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Na concepção de estratégias de controle mais adequadas de doenças de plantas, devem ser considerados os princípios básicos da fitopatologia e da epidemiologia. Um dos princípios gerais de controle refere-se ao desenvolvimento de plantas resistentes ou imunes, ou uso de cultivares resistentes.

Assinale a opção que indica o princípio descrito no enunciado. 
Alternativas
Q3300949 Engenharia Agronômica (Agronomia)
O manejo integrado de pragas (MIP) usa táticas de controle, isoladamente ou associadas harmoniosamente, em uma estratégia baseada em análises de custo/benefício, que levam em conta o interesse e/ou o impacto sobre os produtores, a sociedade e o ambiente.
KOGAN, M. Integrated Pest Management: Historical perspectives and contemporary developments. Annual Review of Entomology, v. 43, p.243. 1998.

Sobre o manejo integrado de pragas, analise as afirmativas a seguir.

I. Dano Econômico é a quantidade máxima de injúria que justifica a aplicação de determinada tática de manejo.
II. Nível de Dano Econômico (ND ou NDE) é a menor densidade populacional do organismo nocivo que causa dano econômico.
III. Nível de Ação ou Controle (NA ou NC) é a menor densidade populacional do organismo nocivo, na qual táticas de manejo necessitam ser tomadas para impedir que o NDE seja alcançado.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q3300948 Engenharia Agronômica (Agronomia)
A escolha do método de controle das diversas espécies de plantas daninhas deve levar em conta as condições locais para uso de mão de obra e de equipamentos, sem se esquecer dos aspectos ambientais e econômicos.
As possibilidades de controle de plantas daninhas incluem os métodos preventivo, cultural, mecânico, biológico e químico.
Sobre os métodos de controle, analise as afirmativas a seguir.

I. A rotação de culturas é um método de controle cultural.
II. O controle mecânico utiliza métodos, como arranque manual, capina manual e a queima.
III. O controle biológico consiste no uso de inimigos naturais capazes de aumentar a população das plantas daninhas e, consequentemente, estimular a sua mortalidade natural.

Está correto o que se afirma em 
Alternativas
Q3300947 Engenharia Agrícola
Os tratores agrícolas são muito importantes para o aumento da produtividade e para a maior eficiência das atividades agrícolas, tornando-a menos árdua e mais atraente. O trator agrícola é uma máquina autopropelida provida de meios que permitem apoio estável sobre uma superfície horizontal e impenetrável, além de tracionar, transportar e fornecer potência mecânica, para movimentar os órgãos ativos de máquinas e implementos agrícolas.

Um de seus componentes possui as “funções de seleção adequada de velocidade e torque transmitida às rodas motrizes, além de alterar o sentido do movimento do trator.”

Assinale a opção que indica o componente descrito no enunciado. 
Alternativas
Respostas
481: C
482: A
483: D
484: B
485: C
486: C
487: E
488: B
489: E
490: A
491: B
492: D
493: E
494: E
495: D
496: A
497: C
498: D
499: A
500: D