Questões de Concurso Comentadas para músico

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Q979775 Português

Mundo de mentira

Paulo Pestana


    Tem muita gente que implica com mentira, esquecendo-se de que as melhores histórias do mundo nascem delas: algumas cabeludas, outras mais inocentes, sempre invenções da mente, fruto da criatividade — ou do aperto, dependendo da situação.

    Ademais, se fosse tão ruim estaria na lista das pedras que Moisés recebeu aos pés do monte Sinai, entre as 10 coisas mais feias da humanidade, todas proibidas e que levam ao inferno; ficou de fora.

    A mentira não está nem entre os pecados capitais, que aliás eram ofensas bem antes de Cristo nascer, formando um rol de virtudes avessas, para controlar os instintos básicos da patuleia. Eram leis. E é preciso lembrar também que ninguém colocou a mentira entre os pecados veniais; talvez, seja por isso que o mundo minta tanto, hoje em dia.

    E tudo nasceu na forma mais poética possível, com os mitos — e não vamos falar de presidentes aqui — às lendas, narrativas fantásticas que serviam para educar ou entreter. Entre tantas notícias falsas, há muitas lendas que, inclusive, explicam por que fazemos tanta festa para o ano que começa.

    Os japoneses, por exemplo, contam que um velhinho, na véspera do ano-novo, não conseguiu vender os chapéus que fabricava e colocou-os na cabeça de seis estátuas de pedra; chegou em casa coberto de neve e sem um tostão. No dia seguinte, recebeu comida farta e dinheiro das próprias estátuas, para mostrar que a bondade é sempre reconhecida e recompensada.

    Os brasileiros vestem roupas brancas na passagem do ano, mas poucos sabem que esta é uma tradição recente, de pouco mais de 50 anos, e que veio do candomblé, mais precisamente da cultura yorubá, com os irúnmolés’s funfun — as divindades do branco. E atenção: para eles, o regente de 2019 é Ogum, o guerreiro, orixá associado às forças armadas, ao mesmo tempo impiedoso, impaciente e amável. Ogunhê! 

    Mas na minha profunda ignorância eu não conhecia a lenda da Noite de São Silvestre, que marca a passagem do ano. E assim foi-me contada pelo Doutor João, culto advogado, entre suaves goles de vinho — um Quinta do Crasto Douro (sorry, periferia, diria o Ibrahim Sued).

    Disse-me ele: ao ver a Virgem Maria desolada contemplando o Oceano Atlântico, São Silvestre se aproximou para consolá-la, quando ela disse que estava com saudades da Atlântida, o reino submerso por Deus, em resposta aos desafios e à soberba de seu soberano e dos pecados de seu povo.

    As lágrimas da Virgem Maria — transformadas em pérolas — caíram no oceano; e uma delas deu origem à Ilha da Madeira — chamada Pérola do Atlântico, na modesta visão dos locais — ao mesmo tempo em que surgiram misteriosas luzes no céu, que se repetiriam por anos a fio; e é por isso que festejamos a chegada do ano-novo com fogos de artifício.

    Aliás, agora inventaram fogo de artifício sem barulho para não incomodar os cachorros. A próxima jogada politicamente correta será lançar fogos sem luz para não perturbar as corujas buraqueiras. E isso está longe de ser lenda: é só um mundo mais chato.

Disponível em: <http://df.divirtasemais.com.br/app/noticia/mais-lei-tor/2018/12/28/noticia-mais-leitor,160970/cronica-de-paulo-pestana>. Acesso em: 18 fev. 2019.

O texto apresentado é considerado uma crônica devido a diversos fatores, EXCETO por
Alternativas
Q979774 Português

Mundo de mentira

Paulo Pestana


    Tem muita gente que implica com mentira, esquecendo-se de que as melhores histórias do mundo nascem delas: algumas cabeludas, outras mais inocentes, sempre invenções da mente, fruto da criatividade — ou do aperto, dependendo da situação.

    Ademais, se fosse tão ruim estaria na lista das pedras que Moisés recebeu aos pés do monte Sinai, entre as 10 coisas mais feias da humanidade, todas proibidas e que levam ao inferno; ficou de fora.

    A mentira não está nem entre os pecados capitais, que aliás eram ofensas bem antes de Cristo nascer, formando um rol de virtudes avessas, para controlar os instintos básicos da patuleia. Eram leis. E é preciso lembrar também que ninguém colocou a mentira entre os pecados veniais; talvez, seja por isso que o mundo minta tanto, hoje em dia.

    E tudo nasceu na forma mais poética possível, com os mitos — e não vamos falar de presidentes aqui — às lendas, narrativas fantásticas que serviam para educar ou entreter. Entre tantas notícias falsas, há muitas lendas que, inclusive, explicam por que fazemos tanta festa para o ano que começa.

    Os japoneses, por exemplo, contam que um velhinho, na véspera do ano-novo, não conseguiu vender os chapéus que fabricava e colocou-os na cabeça de seis estátuas de pedra; chegou em casa coberto de neve e sem um tostão. No dia seguinte, recebeu comida farta e dinheiro das próprias estátuas, para mostrar que a bondade é sempre reconhecida e recompensada.

    Os brasileiros vestem roupas brancas na passagem do ano, mas poucos sabem que esta é uma tradição recente, de pouco mais de 50 anos, e que veio do candomblé, mais precisamente da cultura yorubá, com os irúnmolés’s funfun — as divindades do branco. E atenção: para eles, o regente de 2019 é Ogum, o guerreiro, orixá associado às forças armadas, ao mesmo tempo impiedoso, impaciente e amável. Ogunhê! 

    Mas na minha profunda ignorância eu não conhecia a lenda da Noite de São Silvestre, que marca a passagem do ano. E assim foi-me contada pelo Doutor João, culto advogado, entre suaves goles de vinho — um Quinta do Crasto Douro (sorry, periferia, diria o Ibrahim Sued).

    Disse-me ele: ao ver a Virgem Maria desolada contemplando o Oceano Atlântico, São Silvestre se aproximou para consolá-la, quando ela disse que estava com saudades da Atlântida, o reino submerso por Deus, em resposta aos desafios e à soberba de seu soberano e dos pecados de seu povo.

    As lágrimas da Virgem Maria — transformadas em pérolas — caíram no oceano; e uma delas deu origem à Ilha da Madeira — chamada Pérola do Atlântico, na modesta visão dos locais — ao mesmo tempo em que surgiram misteriosas luzes no céu, que se repetiriam por anos a fio; e é por isso que festejamos a chegada do ano-novo com fogos de artifício.

    Aliás, agora inventaram fogo de artifício sem barulho para não incomodar os cachorros. A próxima jogada politicamente correta será lançar fogos sem luz para não perturbar as corujas buraqueiras. E isso está longe de ser lenda: é só um mundo mais chato.

Disponível em: <http://df.divirtasemais.com.br/app/noticia/mais-lei-tor/2018/12/28/noticia-mais-leitor,160970/cronica-de-paulo-pestana>. Acesso em: 18 fev. 2019.

Assinale a alternativa correta em relação à palavra “que” destacada.
Alternativas
Q979772 Português

Mundo de mentira

Paulo Pestana


    Tem muita gente que implica com mentira, esquecendo-se de que as melhores histórias do mundo nascem delas: algumas cabeludas, outras mais inocentes, sempre invenções da mente, fruto da criatividade — ou do aperto, dependendo da situação.

    Ademais, se fosse tão ruim estaria na lista das pedras que Moisés recebeu aos pés do monte Sinai, entre as 10 coisas mais feias da humanidade, todas proibidas e que levam ao inferno; ficou de fora.

    A mentira não está nem entre os pecados capitais, que aliás eram ofensas bem antes de Cristo nascer, formando um rol de virtudes avessas, para controlar os instintos básicos da patuleia. Eram leis. E é preciso lembrar também que ninguém colocou a mentira entre os pecados veniais; talvez, seja por isso que o mundo minta tanto, hoje em dia.

    E tudo nasceu na forma mais poética possível, com os mitos — e não vamos falar de presidentes aqui — às lendas, narrativas fantásticas que serviam para educar ou entreter. Entre tantas notícias falsas, há muitas lendas que, inclusive, explicam por que fazemos tanta festa para o ano que começa.

    Os japoneses, por exemplo, contam que um velhinho, na véspera do ano-novo, não conseguiu vender os chapéus que fabricava e colocou-os na cabeça de seis estátuas de pedra; chegou em casa coberto de neve e sem um tostão. No dia seguinte, recebeu comida farta e dinheiro das próprias estátuas, para mostrar que a bondade é sempre reconhecida e recompensada.

    Os brasileiros vestem roupas brancas na passagem do ano, mas poucos sabem que esta é uma tradição recente, de pouco mais de 50 anos, e que veio do candomblé, mais precisamente da cultura yorubá, com os irúnmolés’s funfun — as divindades do branco. E atenção: para eles, o regente de 2019 é Ogum, o guerreiro, orixá associado às forças armadas, ao mesmo tempo impiedoso, impaciente e amável. Ogunhê! 

    Mas na minha profunda ignorância eu não conhecia a lenda da Noite de São Silvestre, que marca a passagem do ano. E assim foi-me contada pelo Doutor João, culto advogado, entre suaves goles de vinho — um Quinta do Crasto Douro (sorry, periferia, diria o Ibrahim Sued).

    Disse-me ele: ao ver a Virgem Maria desolada contemplando o Oceano Atlântico, São Silvestre se aproximou para consolá-la, quando ela disse que estava com saudades da Atlântida, o reino submerso por Deus, em resposta aos desafios e à soberba de seu soberano e dos pecados de seu povo.

    As lágrimas da Virgem Maria — transformadas em pérolas — caíram no oceano; e uma delas deu origem à Ilha da Madeira — chamada Pérola do Atlântico, na modesta visão dos locais — ao mesmo tempo em que surgiram misteriosas luzes no céu, que se repetiriam por anos a fio; e é por isso que festejamos a chegada do ano-novo com fogos de artifício.

    Aliás, agora inventaram fogo de artifício sem barulho para não incomodar os cachorros. A próxima jogada politicamente correta será lançar fogos sem luz para não perturbar as corujas buraqueiras. E isso está longe de ser lenda: é só um mundo mais chato.

Disponível em: <http://df.divirtasemais.com.br/app/noticia/mais-lei-tor/2018/12/28/noticia-mais-leitor,160970/cronica-de-paulo-pestana>. Acesso em: 18 fev. 2019.

Em relação às ideias apresentadas pelo autor do texto, é possível interpretar que
Alternativas
Q979771 Português

Mundo de mentira

Paulo Pestana


    Tem muita gente que implica com mentira, esquecendo-se de que as melhores histórias do mundo nascem delas: algumas cabeludas, outras mais inocentes, sempre invenções da mente, fruto da criatividade — ou do aperto, dependendo da situação.

    Ademais, se fosse tão ruim estaria na lista das pedras que Moisés recebeu aos pés do monte Sinai, entre as 10 coisas mais feias da humanidade, todas proibidas e que levam ao inferno; ficou de fora.

    A mentira não está nem entre os pecados capitais, que aliás eram ofensas bem antes de Cristo nascer, formando um rol de virtudes avessas, para controlar os instintos básicos da patuleia. Eram leis. E é preciso lembrar também que ninguém colocou a mentira entre os pecados veniais; talvez, seja por isso que o mundo minta tanto, hoje em dia.

    E tudo nasceu na forma mais poética possível, com os mitos — e não vamos falar de presidentes aqui — às lendas, narrativas fantásticas que serviam para educar ou entreter. Entre tantas notícias falsas, há muitas lendas que, inclusive, explicam por que fazemos tanta festa para o ano que começa.

    Os japoneses, por exemplo, contam que um velhinho, na véspera do ano-novo, não conseguiu vender os chapéus que fabricava e colocou-os na cabeça de seis estátuas de pedra; chegou em casa coberto de neve e sem um tostão. No dia seguinte, recebeu comida farta e dinheiro das próprias estátuas, para mostrar que a bondade é sempre reconhecida e recompensada.

    Os brasileiros vestem roupas brancas na passagem do ano, mas poucos sabem que esta é uma tradição recente, de pouco mais de 50 anos, e que veio do candomblé, mais precisamente da cultura yorubá, com os irúnmolés’s funfun — as divindades do branco. E atenção: para eles, o regente de 2019 é Ogum, o guerreiro, orixá associado às forças armadas, ao mesmo tempo impiedoso, impaciente e amável. Ogunhê! 

    Mas na minha profunda ignorância eu não conhecia a lenda da Noite de São Silvestre, que marca a passagem do ano. E assim foi-me contada pelo Doutor João, culto advogado, entre suaves goles de vinho — um Quinta do Crasto Douro (sorry, periferia, diria o Ibrahim Sued).

    Disse-me ele: ao ver a Virgem Maria desolada contemplando o Oceano Atlântico, São Silvestre se aproximou para consolá-la, quando ela disse que estava com saudades da Atlântida, o reino submerso por Deus, em resposta aos desafios e à soberba de seu soberano e dos pecados de seu povo.

    As lágrimas da Virgem Maria — transformadas em pérolas — caíram no oceano; e uma delas deu origem à Ilha da Madeira — chamada Pérola do Atlântico, na modesta visão dos locais — ao mesmo tempo em que surgiram misteriosas luzes no céu, que se repetiriam por anos a fio; e é por isso que festejamos a chegada do ano-novo com fogos de artifício.

    Aliás, agora inventaram fogo de artifício sem barulho para não incomodar os cachorros. A próxima jogada politicamente correta será lançar fogos sem luz para não perturbar as corujas buraqueiras. E isso está longe de ser lenda: é só um mundo mais chato.

Disponível em: <http://df.divirtasemais.com.br/app/noticia/mais-lei-tor/2018/12/28/noticia-mais-leitor,160970/cronica-de-paulo-pestana>. Acesso em: 18 fev. 2019.

De acordo com as ideias expostas no texto, é correto afirmar que
Alternativas
Ano: 2018 Banca: UFES Órgão: UFES Prova: UFES - 2018 - UFES - Músico |
Q2814834 Música

A polirritmia é

Alternativas
Ano: 2018 Banca: UFES Órgão: UFES Prova: UFES - 2018 - UFES - Músico |
Q2814832 Música

Entre as ferramentas atuais de ensino da leitura musical, especialmente o solfejo, apresenta-se a leitura melódica proporcional, também conhecida como “dó móvel”. Essa forma de trabalho tem sido frequentemente utilizada na preparação de corais amadores, por sua agilidade e melhor assimilação por não iniciados na linguagem musical. Sobre a leitura melódica proporcional, é CORRETO afirmar:

Alternativas
Ano: 2018 Banca: UFES Órgão: UFES Prova: UFES - 2018 - UFES - Músico |
Q2814830 Música

A performance na regência, relacionada principalmente à interpretação musical do repertório destinado a grupos de instrumentistas e/ou cantores, se desenvolveu profundamente durante o século XX e continua a se desenvolver no século XXI. Esse processo, por sua vez, fez surgir técnicas distintas de condução, também com finalidades diferentes. São, exclusivamente, técnicas de condução presentes no estudo do gestual da regência:

Alternativas
Ano: 2018 Banca: UFES Órgão: UFES Prova: UFES - 2018 - UFES - Músico |
Q2814827 Música

A técnica de batuta, principalmente associada à regência orquestral, se desenvolveu em direções diferentes ao longo da história da música, especialmente na forma de tratar o movimento e sua relação com a representação do tempo e com a conexão com o ictus. O ictus, é

Alternativas
Ano: 2018 Banca: UFES Órgão: UFES Prova: UFES - 2018 - UFES - Músico |
Q2814826 Música

A percepção vocal, conceito concernente à forma como o cantor percebe sua voz e se articula com a música por meio de seu corpo, está dividida em dois grupos, cada qual relacionado a um estágio da percepção. O primeiro estágio, relacionado ao estímulo anterior à emissão vocal, compreende o controle auditivo e a sensibilidade muscular do cantor. O segundo estágio, ligado à percepção do som já emitido, compreende a sensibilidade vibracional e a visão. Sobre a memória muscular do cantor, é CORRETO afirmar:

Alternativas
Ano: 2018 Banca: UFES Órgão: UFES Prova: UFES - 2018 - UFES - Músico |
Q2814822 Música

Na regência e preparação de corais amadores, é comum que o trabalho de arranjo seja diferenciado daquele direcionado ao canto coral profissional, muitas vezes tendo como prioridade a experiência musical sobre a especialização e, por vezes, também um processo de educação musical por meio da prática do canto. São recursos utilizados na preparação de corais amadores:

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Q2715882 Noções de Informática

Observe a planilha abaixo, criada com a finalidade de computar o número de alunos aprovados e de calcular a média das notas por eles obtidas. Os alunos aprovados são aqueles que obtiveram média igual ou superior a 7.


.

A

B

C

D

E

1

Alunos

Notas


Aprovados

4

2

Anonimo

8


Média Aprovados

8

3

Beltrano

7




4

Ciclano

6




5

Deltrano

8




6

Fulano

9




7

Geronimo

4




8








Na planilha acima, a coluna A apresenta os nomes dos alunos e a coluna B as notas alcançadas. As células E1 e E2 exibem, respectivamente, a quantidade de alunos aprovados e a média das notas por eles obtidas. No caso de as notas dos alunos serem atualizadas, os resultados apresentados nas células E1 e E2 serão atualizados automaticamente.


Assim, as fórmulas das células E1 e E2 que permitem calcular no Microsoft Excel 2013, respectivamente, o número de alunos aprovados e a média das notas por eles obtidas, de forma automática, são:

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Q2715879 Matemática

Uma revendedora de automóveis contratou uma empresa de propaganda para divulgar seus produtos e incrementar os lucros. A tabela abaixo representa o número de automóveis vendidos por mês pela revendedora.


Janeiro

Fevereiro

Março

Abril

Maio

Junho

100

110

121

132

145

160


O percentual de aumento relativo de cada mês é a razão A/M, onde A é o número de automóveis vendidos a mais em relação ao mês anterior e M é a quantidade de automóveis vendidos no mês anterior. O percentual de aumento relativo de fevereiro, por exemplo, foi de (110-100)/100 = 10%.


Com base na tabela acima, é CORRETO afirmar que, no período de fevereiro a junho, o maior percentual de aumento relativo dessa revendedora ocorreu no mês de

Alternativas
Q2715874 Português

O emprego da forma verbal, ou de formas verbais, está ADEQUADO ao padrão formal da escrita em:


(Citações extraídas de: LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2014. p.7, 29).

Alternativas
Q2715873 Português

O emprego da palavra ou da expressão destacada está INADEQUADO ao padrão formal da escrita em:


(Citações extraídas de: ANTUNES, Irandé. Análise de textos: fundamentos e práticas. São Paulo: Parábola Editorial, 2010. p. 121-125).

Alternativas
Ano: 2018 Banca: Quadrix Órgão: SEDF
Q1232568 Pedagogia
Os estudos de Green e Bigum (1995) mostram uma nova espécie de habitante nas escolas: o jovem de uma sociedade altamente tecnológica. Esse é um grande desafio da educação contemporânea porque não se pode continuar a fazer o que sempre foi feito, isto é, dar aulas meramente expositivas. Diante dessa perspectiva, julgue o item seguinte.
As novas tecnologias indicam que as escolas e outras  instituições  sociais,  tais  como  bibliotecas  públicas,  deverão  ser,  no  mínimo,  significativamente  reconstruídas para dar uma dimensão de cenário mais  radical.
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IMA Órgão: Prefeitura de Caxias - MA
Q1213219 Música
A propriedade do som “Altura” é: 
Alternativas
Q2726268 Música
Analise as afirmativas a seguir e marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Respostas
501: C
502: C
503: E
504: E
505: D
506: E
507: C
508: A
509: D
510: A
511: A
512: E
513: A
514: A
515: C
516: D
517: E
518: C
519: A
520: C