Questões de Concurso Comentadas para médico veterinário

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Q1252138 Saúde Pública
Nos anos 1990, o processo de descentralização da política de saúde e seu esquema de financiamento foram operados pelas Normas Operacionais Básicas (NOB) do SUS. Na medida em que o processo de descentralização avançava, novas formas de alocação dos recursos federais foram implantadas no interior do sistema. Entre 1994 e 1997, a alocação de recursos federais apoiou-se na Norma Operacional Básica de 1993 (NOB/93) que estabeleceu
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Q1252137 Matemática

Os seis triângulos que aparecem na figura são equiláteros, com bases no segmento AB que mede 36 cm.

Imagem associada para resolução da questão

A soma dos perímetros dos triângulos, em cm, é:

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Q1252135 Matemática
Uma residência possui duas caixas-d'água que, quando cheias, são capazes de abastecer a casa por 15 dias. Sabendo-se que uma caixa tem o dobro do volume da outra, a menor está completamente cheia e a maior está com metade de sua capacidade, o tempo de abastecimento dessa casa é
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Q1252132 Matemática
No reticulado formado por quadradinhos de lado 1 cm foi desenhado o triângulo ABC, cujos vértices coincidem com vértices do quadriculado, como mostra a figura abaixo.
Imagem associada para resolução da questão
É correto afirmar que o
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Q1252131 Raciocínio Lógico
Considere a sequência numérica a0 ,a1 .... em que a0 = 1, a1 = 2 e an+1 = an / an-1, n> 1. O termo a2019 é:
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Q1252130 Raciocínio Lógico

Na conta armada abaixo, X Y e Z são números distintos.

X X X

X X Y +

X Z Z

2 0 1 9

O valor da soma X + Z é:

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Q1252129 Português
Para responder a questão, considere o texto abaixo.

    Acredito que o leitor já deva ter ouvido, em alguma ocasião, esta frase: “Parem o mundo, que eu quero descer!”
    Talvez porque essas últimas décadas tenham sido − e continuarão a ser − de congestionamento dos sentidos. Há uma sensação de que não se sabe muito bem o que está acontecendo.
   Fazendo parte dos quadros de uma escola de Comunicação, muitas vezes tive de lembrar a mim mesmo, aos meus pares e alunos que, por mais complexa, tecnologicamente, que se tenha tornado a intermediação entre os indivíduos e a realidade externa, nada mudou, essencialmente, nas relações interpessoais: entre eu e o(s) outros(s). Essa é apenas uma das razões pelas quais os especialistas em psicologia continuam a explicar os conflitos da alma humana a partir das mesmas lendas da civilização grega de três mil anos atrás.
   Identidade e cultura sempre estiveram relacionadas. A identidade de cada um é moldada, socialmente, pelas influências culturais, por meio da comunicação. Simbolicamente, é como se alguém só se reconhecesse como indivíduo ao ver o seu reflexo no espelho da sociedade. Isso é válido para os mais diversos aspectos identitários, tais como etnia, gênero, religião, idioma etc.
   Na época dos festejos do bicentenário da Revolução Francesa, assisti a um programa de debates da TV em que, para definir igualdade, o sociólogo Alain Touraine ironizou: “Qualquer francês lhe dirá que é o direito que têm todas as pessoas do mundo de serem iguais a ele!”
    Descobri, então, que diversidade era exatamente o contrário. Deve ser a percepção de que existem “lá fora” seres que não são iguais a mim − seja eu francês, hotentote, homem, mulher, destro ou canhoto − e que pode haver algo em relação a esses entes diversos que possa me afetar − positiva ou negativamente.

(Adaptado de: PENTEADO, José Roberto Whitaker. “A comunicação intercultural: nem Eco nem Narciso”. In: SANTOS, Juana Elbein dos (org.). Criatividade: Âmago das diversidades culturais − A estética do sagrado. Salvador: Sociedade de Estudo das Culturas e da Cultura Negra no Brasil, 2010, p. 204-205) 
O trecho destacado em por mais complexa [...] que se tenha tornado a intermediação entre os indivíduos e a realidade externa, nada mudou (3º parágrafo) está corretamente reescrito em:
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Q1252127 Português
Para responder a questão, considere o texto abaixo.

    Acredito que o leitor já deva ter ouvido, em alguma ocasião, esta frase: “Parem o mundo, que eu quero descer!”
    Talvez porque essas últimas décadas tenham sido − e continuarão a ser − de congestionamento dos sentidos. Há uma sensação de que não se sabe muito bem o que está acontecendo.
   Fazendo parte dos quadros de uma escola de Comunicação, muitas vezes tive de lembrar a mim mesmo, aos meus pares e alunos que, por mais complexa, tecnologicamente, que se tenha tornado a intermediação entre os indivíduos e a realidade externa, nada mudou, essencialmente, nas relações interpessoais: entre eu e o(s) outros(s). Essa é apenas uma das razões pelas quais os especialistas em psicologia continuam a explicar os conflitos da alma humana a partir das mesmas lendas da civilização grega de três mil anos atrás.
   Identidade e cultura sempre estiveram relacionadas. A identidade de cada um é moldada, socialmente, pelas influências culturais, por meio da comunicação. Simbolicamente, é como se alguém só se reconhecesse como indivíduo ao ver o seu reflexo no espelho da sociedade. Isso é válido para os mais diversos aspectos identitários, tais como etnia, gênero, religião, idioma etc.
   Na época dos festejos do bicentenário da Revolução Francesa, assisti a um programa de debates da TV em que, para definir igualdade, o sociólogo Alain Touraine ironizou: “Qualquer francês lhe dirá que é o direito que têm todas as pessoas do mundo de serem iguais a ele!”
    Descobri, então, que diversidade era exatamente o contrário. Deve ser a percepção de que existem “lá fora” seres que não são iguais a mim − seja eu francês, hotentote, homem, mulher, destro ou canhoto − e que pode haver algo em relação a esses entes diversos que possa me afetar − positiva ou negativamente.

(Adaptado de: PENTEADO, José Roberto Whitaker. “A comunicação intercultural: nem Eco nem Narciso”. In: SANTOS, Juana Elbein dos (org.). Criatividade: Âmago das diversidades culturais − A estética do sagrado. Salvador: Sociedade de Estudo das Culturas e da Cultura Negra no Brasil, 2010, p. 204-205) 
Um segmento textual está corretamente substituído em:
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Q1252125 Português
Para responder a questão, considere o texto abaixo.

    Acredito que o leitor já deva ter ouvido, em alguma ocasião, esta frase: “Parem o mundo, que eu quero descer!”
    Talvez porque essas últimas décadas tenham sido − e continuarão a ser − de congestionamento dos sentidos. Há uma sensação de que não se sabe muito bem o que está acontecendo.
   Fazendo parte dos quadros de uma escola de Comunicação, muitas vezes tive de lembrar a mim mesmo, aos meus pares e alunos que, por mais complexa, tecnologicamente, que se tenha tornado a intermediação entre os indivíduos e a realidade externa, nada mudou, essencialmente, nas relações interpessoais: entre eu e o(s) outros(s). Essa é apenas uma das razões pelas quais os especialistas em psicologia continuam a explicar os conflitos da alma humana a partir das mesmas lendas da civilização grega de três mil anos atrás.
   Identidade e cultura sempre estiveram relacionadas. A identidade de cada um é moldada, socialmente, pelas influências culturais, por meio da comunicação. Simbolicamente, é como se alguém só se reconhecesse como indivíduo ao ver o seu reflexo no espelho da sociedade. Isso é válido para os mais diversos aspectos identitários, tais como etnia, gênero, religião, idioma etc.
   Na época dos festejos do bicentenário da Revolução Francesa, assisti a um programa de debates da TV em que, para definir igualdade, o sociólogo Alain Touraine ironizou: “Qualquer francês lhe dirá que é o direito que têm todas as pessoas do mundo de serem iguais a ele!”
    Descobri, então, que diversidade era exatamente o contrário. Deve ser a percepção de que existem “lá fora” seres que não são iguais a mim − seja eu francês, hotentote, homem, mulher, destro ou canhoto − e que pode haver algo em relação a esses entes diversos que possa me afetar − positiva ou negativamente.

(Adaptado de: PENTEADO, José Roberto Whitaker. “A comunicação intercultural: nem Eco nem Narciso”. In: SANTOS, Juana Elbein dos (org.). Criatividade: Âmago das diversidades culturais − A estética do sagrado. Salvador: Sociedade de Estudo das Culturas e da Cultura Negra no Brasil, 2010, p. 204-205) 
Considere os seguintes trechos:
Talvez porque essas últimas décadas tenham sido − e continuarão a ser − de congestionamento dos sentidos. (2º parágrafo) “Qualquer francês lhe dirá que é o direito que têm todas as pessoas do mundo de serem iguais a ele!” (5º parágrafo)
Nos contextos em que são empregados, os termos Talvez e Qualquer atribuem aos elementos a que se vinculam, respectivamente, sentidos de
Alternativas
Q1252124 Português
Para responder a questão, considere o texto abaixo.

    Acredito que o leitor já deva ter ouvido, em alguma ocasião, esta frase: “Parem o mundo, que eu quero descer!”
    Talvez porque essas últimas décadas tenham sido − e continuarão a ser − de congestionamento dos sentidos. Há uma sensação de que não se sabe muito bem o que está acontecendo.
   Fazendo parte dos quadros de uma escola de Comunicação, muitas vezes tive de lembrar a mim mesmo, aos meus pares e alunos que, por mais complexa, tecnologicamente, que se tenha tornado a intermediação entre os indivíduos e a realidade externa, nada mudou, essencialmente, nas relações interpessoais: entre eu e o(s) outros(s). Essa é apenas uma das razões pelas quais os especialistas em psicologia continuam a explicar os conflitos da alma humana a partir das mesmas lendas da civilização grega de três mil anos atrás.
   Identidade e cultura sempre estiveram relacionadas. A identidade de cada um é moldada, socialmente, pelas influências culturais, por meio da comunicação. Simbolicamente, é como se alguém só se reconhecesse como indivíduo ao ver o seu reflexo no espelho da sociedade. Isso é válido para os mais diversos aspectos identitários, tais como etnia, gênero, religião, idioma etc.
   Na época dos festejos do bicentenário da Revolução Francesa, assisti a um programa de debates da TV em que, para definir igualdade, o sociólogo Alain Touraine ironizou: “Qualquer francês lhe dirá que é o direito que têm todas as pessoas do mundo de serem iguais a ele!”
    Descobri, então, que diversidade era exatamente o contrário. Deve ser a percepção de que existem “lá fora” seres que não são iguais a mim − seja eu francês, hotentote, homem, mulher, destro ou canhoto − e que pode haver algo em relação a esses entes diversos que possa me afetar − positiva ou negativamente.

(Adaptado de: PENTEADO, José Roberto Whitaker. “A comunicação intercultural: nem Eco nem Narciso”. In: SANTOS, Juana Elbein dos (org.). Criatividade: Âmago das diversidades culturais − A estética do sagrado. Salvador: Sociedade de Estudo das Culturas e da Cultura Negra no Brasil, 2010, p. 204-205) 
No contexto da argumentação desenvolvida pelo autor, o termo negativamente, ao final do texto, sugere que 
Alternativas
Q1252122 Português
Para responder a questão, considere o texto abaixo.

    Acredito que o leitor já deva ter ouvido, em alguma ocasião, esta frase: “Parem o mundo, que eu quero descer!”
    Talvez porque essas últimas décadas tenham sido − e continuarão a ser − de congestionamento dos sentidos. Há uma sensação de que não se sabe muito bem o que está acontecendo.
   Fazendo parte dos quadros de uma escola de Comunicação, muitas vezes tive de lembrar a mim mesmo, aos meus pares e alunos que, por mais complexa, tecnologicamente, que se tenha tornado a intermediação entre os indivíduos e a realidade externa, nada mudou, essencialmente, nas relações interpessoais: entre eu e o(s) outros(s). Essa é apenas uma das razões pelas quais os especialistas em psicologia continuam a explicar os conflitos da alma humana a partir das mesmas lendas da civilização grega de três mil anos atrás.
   Identidade e cultura sempre estiveram relacionadas. A identidade de cada um é moldada, socialmente, pelas influências culturais, por meio da comunicação. Simbolicamente, é como se alguém só se reconhecesse como indivíduo ao ver o seu reflexo no espelho da sociedade. Isso é válido para os mais diversos aspectos identitários, tais como etnia, gênero, religião, idioma etc.
   Na época dos festejos do bicentenário da Revolução Francesa, assisti a um programa de debates da TV em que, para definir igualdade, o sociólogo Alain Touraine ironizou: “Qualquer francês lhe dirá que é o direito que têm todas as pessoas do mundo de serem iguais a ele!”
    Descobri, então, que diversidade era exatamente o contrário. Deve ser a percepção de que existem “lá fora” seres que não são iguais a mim − seja eu francês, hotentote, homem, mulher, destro ou canhoto − e que pode haver algo em relação a esses entes diversos que possa me afetar − positiva ou negativamente.

(Adaptado de: PENTEADO, José Roberto Whitaker. “A comunicação intercultural: nem Eco nem Narciso”. In: SANTOS, Juana Elbein dos (org.). Criatividade: Âmago das diversidades culturais − A estética do sagrado. Salvador: Sociedade de Estudo das Culturas e da Cultura Negra no Brasil, 2010, p. 204-205) 
A frase do sociólogo Alain Touraine (5º parágrafo) é considerada irônica porque
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Q1252119 Português
Para responder a questão, considere o texto abaixo.

    Acredito que o leitor já deva ter ouvido, em alguma ocasião, esta frase: “Parem o mundo, que eu quero descer!”
    Talvez porque essas últimas décadas tenham sido − e continuarão a ser − de congestionamento dos sentidos. Há uma sensação de que não se sabe muito bem o que está acontecendo.
   Fazendo parte dos quadros de uma escola de Comunicação, muitas vezes tive de lembrar a mim mesmo, aos meus pares e alunos que, por mais complexa, tecnologicamente, que se tenha tornado a intermediação entre os indivíduos e a realidade externa, nada mudou, essencialmente, nas relações interpessoais: entre eu e o(s) outros(s). Essa é apenas uma das razões pelas quais os especialistas em psicologia continuam a explicar os conflitos da alma humana a partir das mesmas lendas da civilização grega de três mil anos atrás.
   Identidade e cultura sempre estiveram relacionadas. A identidade de cada um é moldada, socialmente, pelas influências culturais, por meio da comunicação. Simbolicamente, é como se alguém só se reconhecesse como indivíduo ao ver o seu reflexo no espelho da sociedade. Isso é válido para os mais diversos aspectos identitários, tais como etnia, gênero, religião, idioma etc.
   Na época dos festejos do bicentenário da Revolução Francesa, assisti a um programa de debates da TV em que, para definir igualdade, o sociólogo Alain Touraine ironizou: “Qualquer francês lhe dirá que é o direito que têm todas as pessoas do mundo de serem iguais a ele!”
    Descobri, então, que diversidade era exatamente o contrário. Deve ser a percepção de que existem “lá fora” seres que não são iguais a mim − seja eu francês, hotentote, homem, mulher, destro ou canhoto − e que pode haver algo em relação a esses entes diversos que possa me afetar − positiva ou negativamente.

(Adaptado de: PENTEADO, José Roberto Whitaker. “A comunicação intercultural: nem Eco nem Narciso”. In: SANTOS, Juana Elbein dos (org.). Criatividade: Âmago das diversidades culturais − A estética do sagrado. Salvador: Sociedade de Estudo das Culturas e da Cultura Negra no Brasil, 2010, p. 204-205) 
No texto, a frase Parem o mundo, que eu quero descer! está relacionada a
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Q1250182 Veterinária
A Doença de Glässer é uma síndrome bem definida, caracterizada por poliserosites, envolvendo pleura, pericárdio, peritônio, também está associada à meningite, artrite purulenta e pneumonia serofibrinosa. Os prejuízos ao produtor decorrem mais pelo elevado número de refugos entre os sobreviventes, como consequência das lesões crônicas que provoca, do que pela mortalidade, que geralmente é baixa. Dentre os animais domésticos, essa doença é observada em:
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Q1250181 Veterinária
As zoonoses parasitárias podem ser causadas por helmintos, protozoários ou artrópodes. A doença conhecida popularmente como “bicho de porco” ou também como “bicho de pé” é o resultado da penetração na pele do homem ou de outro animal de qual dos artrópodes abaixo?
Alternativas
Q1250180 Veterinária

Numerosas espécies animais são sensíveis ao tétano. Em ordem decrescente de sensibilidade, temos cavalo, suíno, bovino, ovino, macaco, cobaia, coelho, camundongo, rato, cão, gato, pomba e, por fim, os animais poiquilotérmicos. Após a germinação dos esporos, o bacilo se multiplica e sintetiza uma potente neurotoxina ou tetatoespasmina, codificada por um plasmídeo que inibe a liberação de neurotransmissores. Em relação ao tétano, analise as assertivas a seguir:


I. É necessária a lise bacteriana ou uma lesão na parede do bacilo para a neurotoxina ser liberada.

II. A neurotoxina se fixa sobre as terminações nervosas ao nível dos gangliosídeos e se une especificamente sobre um receptor proteico.

III. As vesículas contendo a neurotoxina tetânica deslocam-se até a medula ou cérebro, por via retrógrada ao longo dos neurônio motores.

IV. A hiperatividade dos neurônios motores envolve pares de músculos antagonistas e leva à flacidez muscular típica do tétano.


Quais estão INCORRETAS?

Alternativas
Q1250179 Veterinária
Claviceps purpurea é um fungo que infecta gramíneas de diversas espécies, formando nas sementes um escleródio de maior tamanho que a semente, de coloração preta ou marrom-escura e consistência dura. A intoxicação afeta diversas espécies animais, incluindo ruminantes, equinos, suínos e caninos, podendo apresentar quatro formas clínicas diferentes: gangrenosa, nervosa, reprodutiva e síndrome distérmica. A intoxicação causada pela ingestão do princípio ativo dos escleródios de C. purpurea é conhecida como:
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Q1250178 Veterinária

A doença chamada de torneio verdadeiro, causada pelo(a) _________________, estágio larval da _______________, acomete com frequência pequenos ruminantes, provocando a formação de cistos, principalmente no _______________________. Os ruminantes e outros ungulados atuam como hospedeiros intermediários e se infectam ingerindo os ovos contendo as oncosferas que são liberados nas fezes dos hospedeiros definitivos representados pelos canídeos domésticos e selvagens.


Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.

Alternativas
Q1250177 Veterinária
As doenças causadas por Streptococcus suis ocorrem em todo o mundo e acometem suínos com menos de duas semanas até 22 semanas de idade. A maioria dos casos ocorre nas primeiras semanas após o desmame, sendo associada a fatores estressantes, como movimentação, separação das mães, disputa por hierarquia, mistura de animais, superlotação e ventilação inadequada. Em leitões entre 10 e 14 dias após o desmame, o Streptococcus suis tipo 2 é o agente mais implicado na ocorrência de surtos de:
Alternativas
Q1250175 Veterinária
A infecção do umbigo e de suas estruturas associadas ocorrem comumente em animais pecuários recém-nascidos e é comum em bezerros. O cordão umbilical é constituído pela membrana amniótica, veias e artérias umbilicais, além do úraco. A infecção do umbigo que ocorre logo após o nascimento frequentemente resulta em:
Alternativas
Q1250174 Veterinária

Ectima é uma doença viral altamente contagiosa caracterizada pelo desenvolvimento de lesões pustulares e crostosas na pele do focinho e nos lábios e menos frequentemente em outros locais. A morbidade é alta, podendo chegar a 100%, mas a mortalidade, em casos não complicados, raramente excede a 1%. As espécies animais primariamente afetadas pelo ectima são:


I. Bovinos.

II. Equinos.

III. Caninos.

IV. Ovinos.

V. Caprinos.


Quais estão corretas?

Alternativas
Respostas
16161: C
16162: E
16163: E
16164: D
16165: A
16166: C
16167: D
16168: A
16169: A
16170: D
16171: C
16172: A
16173: D
16174: C
16175: B
16176: A
16177: B
16178: D
16179: A
16180: D