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O PAPEL DO PAPEL
Comecei a escrever sobre o mundo da tecnologia da informação em 1987, quando ele ainda nem atendia por esse nome. Dizíamos apenas “informática”, e o termo englobava tudo, até visões opostas do que estava em jogo. Para a maioria, informática era a definição de um universo habitado por nerds e máquina, inenarravelmente chato; para a minoria que habitava o tal universo, era uma coleção de maravilhas e de possibilidades que mudariam o mundo. O tempo se encarregou de mostrar que estávamos certos. E embora a ideia do que é ou não chato seja altamente subjetiva, o fato é que mesmo quem não suportava (e ainda não suporta) computadores, hoje tem uma vida mais divertida graças ao que se cozinhava naquele caldeirão. O que ninguém poderia imaginar, porém, era quanto e como o mundo mudaria.
Era impossível, na época, prever o impacto planetário da internet. Por outro lado, muitos estavam convencidos de que caminhávamos, a passos largos, para uma sociedade sem papel. Teríamos pequenos computadores de bolso, extensão dos desktops de casa, que usaríamos para carregar nossos dados, fazer anotações e mesmo pagar as contas via IFRD (infravermelho) com aparelhos universalmente espalhados pelo comércio. Adeus dinheiro de papel, recebidos, papelada! O palm foi, até certo ponto, a materialização dessa ideia, mas nunca tomou o lugar dos cartões de credito. Os celulares, que vieram correndo por fora, começam agora a apontar nessa direção.
Todas as necessidades de comunicação, leitura e arquivamento se resolveriam eletronicamente. Na sociedade sem papel, as escrivaninhas seriam tão limpas que dariam aflição: nada de livros, bloquinhos, revistas, calhamaços diversos. Pessoalmente, eu não levava a menor Fé nessa visão. Comungava do credo oposto – até porque nunca antes, na história desse planeta, se vira tanto papel. Bastava ver o tamanho dos manuais publicados a cada nova versão de software. Além disso, como os manuais eram invariavelmente ruins, os updates davam filhotes nas livrarias, onde sólidos tomos de centenas de páginas tentavam explicar o que os engenheiros de software não conseguiam.
Ao mesmo tempo, a popularização dos computadores trouxe, na sua esteira, a disseminação das impressoras. Criava-se, aí, um cenário de calamidade, que unia a facilidade de produzir toda a espécie de, vá lá, “conteúdo” – de trabalhos escolares a planilhas e memorandos – à inédita possibilidade de reproduzi-lo ao infinito. Cansei de ver executivos que começavam o dia de trabalho lendo os e-mails... caprichosamente impressos pelas secretárias. E cansei, eu mesma, de guardar longos estudos e processos, que imprimia para ler na condução entre a minha casa e o jornal.
Fomos salvos da lenta morte por asfixia em montanhas de impressos pelo custo impraticável dos cartuchos de tinta. Estou certa de que, um dia, a humanidade saberá reconhecer este inestimável serviço prestado pelos fabricantes de impressoras.
Parte do mérito cabe também às telas, que aumentaram de resolução, tamanho, visibilidade. Um LCD com 20 polegadas, como que eu uso e que já não é nada demais, oferece indiscutivelmente uma leitura mais confortável do que os velhos monitores de fósforo verde de 10 polegadas (alguém se lembra?). As próprias telinhas dos Blackberries e dos celulares já dão para o gasto. Taí uma tecnologia que evolui com velocidade muito superior à dos e-papers, diversos tipos de papel eletrônico que há tempos vêm sendo pesquisados. Neles, em tese, poderiam circular jornais e revistas, mas estou entre os que acham seu futuro mais certo na área dos cartazes e displays.
O Kindle e outros leitores – cujos primeiros antepassados vieram ao mundo, sem sucesso, no início dos anos 1990 – prometem remover parte das montanhas de papel que ainda nos circundam. São o suporte perfeito para livros de referência e manuais que precisam de atualização, e para livros de leitura rápida, como a maioria dos best-sellers; mas não conseguirão substituir edições caprichadas das obras que amamos, livros de arte ou, no outro extremo, livros de bolso baratinhos. Ou alguém se arrisca a levar um Kindle para a praia?
Cora Rónai – Jornal O Globo, 26/09/2009
A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu hoje, (08/11/2019), à justiça, que o petista deixe a prisão imediatamente.
(Uol, 08/11/2019. Disponível em: < http://bit.ly/2Sevi8J>.Adaptado)
Em qual fato específico a defesa do ex-presidente Luiz
Inácio Lula da Silva se baseou para pedir sua soltura:
Desde que a Austrália começou a ser colonizada, em 1788, a queimada cultural foi lentamente erradicada. Mas, nos últimos anos, surgiram movimentos para reintegrar a prática.
(G1, 13/01/2020. Disponível em: < https://glo.bo/2uxSQMD>.Adaptado)
Após a recente escalada de incêndios na Austrália, a “queimada cultural” ganhou destaque nos noticiários. Sobre a “queimada cultural” é correto afirmar, EXCETO:
Sobre o Sarampo no Brasil é correto afirmar que:
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou nesta segunda-feira (13/01/2020), em Los Angeles, os indicados ao Oscar 2020. O anúncio foi feito pelos atores John Cho e Issa Rae.
(Uol, 13/01/2020. Disponível em: < https://glo.bo/3bmOys9>.Adaptado)
No 9 de fevereiro o Brasil será representado pela(o):
O plano foi visto como uma ameaça às liberdades individuais no território autônomo e acabou revogado. O movimento passou a englobar outas demandas do povo, que vê interferência crescente do regime chinês e também pede a responsabilização de agentes que atacaram manifestantes durante os atos, os maiores ocorridos ali desde 1997.
(Folha, 02/11/2019. Disponível em: http://bit.ly/39iWbxM>. Adaptado)
A notícia trata das manifestações ocorridas em Hong Kong no segundo semestre de 2019, sobre estes episódios é correto afirmar que:
O trio foi premiado "por sua abordagem experimental para aliviar a pobreza global", afirmou o júri. "As descobertas das pesquisas dos premiados - e as dos pesquisadores que seguem os passos deles - melhoraram drasticamente nossa capacidade de combater a pobreza na prática", acrescentou em comunicado a Academia Real de Ciências da Suécia.
(G1, 14/10/2019. Disponível em: . Adaptado)
A notícia discorre sobre os vencedores do Prêmio Nobel de Economia de 2019 que são:
Chegou a 527 o número de locais afetados pelas manchas de óleo que desde o final de agosto poluem a costa brasileira. O dado é do último balanço do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), divulgado na manhã desta quarta-feira (13/11/2019) com dados compilados até terça (12).
(G1, 13/11/2019. Disponível em: < https://glo.bo/2OAA4eB>. Adaptado)
Em relação ao episódio mencionado na notícia, é correto afirmar que:
O Parlamento da Bolívia recebeu nesta segunda-feira (11/11/2019) a carta com o pedido de renúncia de Evo Morales à Presidência do país.
(G1, 11/11/2019. Disponível em: < https://glo.bo/3872VP9>. Adaptado)
Evo Morales justificou sua retirada do poder devido:
Esta estratégia de “limpeza” do solo na Amazônia é comumente chamada de?
Sobre o Tratado de Petrópolis, assinado entre o Brasil e a Bolívia, em 17 de novembro de 1903, para anexação do Acre ao Brasil, julgue as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta.
I - o Brasil se comprometeu a construir uma ferrovia para que os bolivianos pudessem fazer o escoamento de sua produção pelo rio Amazonas;
II - a Bolívia recebeu a garantia perpétua de liberdade de navegação fluvial do rio Madeira até o Atlântico;
III - o Brasil foi obrigado a demarcar a nova fronteira com o Peru;
IV- empreendedor estadunidense responsável pela construção da ferrovia, Percival Farquhar contratou o sanitarista brasileiro Oswaldo Cruz, que visitou o canteiro de obras e saneou a região.
https://ensinarhistoriajoelza.com.br/linha-do-tempo/anexacao-doacre-ao-brasil/ - Blog: Ensinar História - Joelza Ester Domingues