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A triquinelose pode ser tanto assintomática quanto apresentar quadros graves, dependendo da infecção e da condição geral do hospedeiro. A temperatura para inativação de Trichinella sp em carnes deve ser de pelo menos:
A hidatidose é uma infecção causada pela forma larval do cestóide Echinococcus granulosus. Nos equinos e bovinos, mais de 90% dos cistos são usualmente encontrados no:
Em relação à idade de vacinação contra o carbúnculo sintomático na pecuária, é correto afirmar:
A Raiva é uma doença infecciosa aguda, caracterizada por um quadro neurológico, que evolui para óbito em poucos dias. Nesse sentido, assinale a alternativa cuja afirmação não é verdadeira:
Na epidemiologia, a investigação da hipótese elaborada pode ser feita por meio de vários tipos de estudo. Esses estudos podem ser observacionais ou experimentais. A observação de determinado grupo de indivíduos ao longo do tempo, com o objetivo de estabelecer as possíveis associações entre a exposição e a frequência no aparecimento da doença em foco, é denominado de:
Micoses sistêmicas são infecções por organismos fúngicos que existem no ambiente, entram no hospedeiro a partir de uma única porta de entrada e se disseminam geralmente para vários sistemas orgânicos. Assinale a alternativa que se refere às micoses sistêmicas:
Considere as afirmações abaixo, e em seguida assinale a alternativa correta:
I - A compactação do solo pode ser revertida através do afrouxamento provocado pelo crescimento das raízes e dos organismos do solo como as minhocas. Assim, a presença de grande número de minhocas e o bom crescimento das raízes são indicativos de que o solo está bem.
II - O tipo de cobertura do solo afeta o quanto de energia fica no sistema (absorvida), influenciando a temperatura do solo. Assim, para evitar temperaturas elevadas no solo, o agricultor moderno procura manter o solo coberto o máximo de tempo. Essa cobertura pode ser realizada por meio de vegetação (culturas, plantios de cobertura, etc) ou de resíduos de culturas já colhidas, chamados de palhada ou palha.
III - Existe uma reciprocidade entre o solo e as raízes das plantas, ou seja, ao mesmo tempo que o solo "sustenta" fisicamente as raízes, essas liberam substâncias que ajudam na estruturação do solo (união das partículas soltas do solo), o que é altamente benéfico para proteção contra a erosão, infiltração e movimentação da água, penetração e aeração do sistema radicular.
O conhecimento epidemiológico é fundamental na conformação das práticas de saúde preventiva. A prevenção em saúde exige uma ação antecipada, baseada no conhecimento da história natural a fim de tornar improvável o progresso posterior da doença. Considerando que os níveis de prevenção podem ser desdobrados, no nível de limitação do dano, ocorre a seguinte ação:
A ampla formação básica do Médico Veterinário em ciências biomédicas o torna apto para desenvolver outras funções na Saúde Pública que são comuns também aos médicos. Nesse sentido, assinale a alternativa que se refere à uma dessas funções que é uma das funções da vigilância sanitária:
Com base na história do município de Barbosa Ferraz, complete a lacuna a seguir:
“Em _______________________ através da Lei Estadual n.º 4.245, sancionada pelo governador Moysés Willi Lupion de Tróia, o distrito foi elevado à categoria de município, com território desmembrado de Campo Mourão”.
TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05.
A maternidade é para mim?
A pergunta correta é: você quer que seja?
Ana Fontes | 10.mai.2024
Mais um domingo de Dia das Mães chegando, campanhas publicitárias caríssimas de um lado, cartazes de "aqui está o presente da sua mãe" na prateleira de Tupperware do mercado do outro. A coluna de hoje é uma carta aberta às mães.
Se você me perguntar qual é o trabalho mais complexo do mundo, direi que é ser mãe. A verdade é que não há desafios em uma empresa que se comparem aos desafios da maternidade. Ser mãe envolve se desdobrar em desafios físicos, emocionais e, principalmente, sociais. No Brasil, as mulheres representam mais da metade da população (e são mães da outra metade). A maternidade deveria ser uma pauta essencial a ser discutida no trabalho, na política e na sociedade.
Apesar de este texto ser voltado para mães, percebo a maternidade como uma escolha livre para as mulheres. Ela não deve ser encarada como o único caminho para nós. Definitivamente, não estou entre aqueles que acreditam que a mulher nasceu para ser mãe; você nasceu e pode se tornar quem e o que quiser.
Observo mulheres enfrentando o dilema de quando ser mãe e como isso afetará suas carreiras. Essa situação, além de desafiadora, não deveria nos impor pressa ou medo na realização de nossos sonhos, nem nos obrigar a sacrificar outras áreas de nossas vidas. Mas a gente sabe que a realidade não é assim.
Sem querer romantizar, mas, [como] mulher e rodeada de outras, nós sabemos, mais do que ninguém, [como] fazer do limão uma limonada. Apesar de o mundo não ser feito para nós, ele é feito por nós. Diversos estudos mostram que as habilidades adquiridas na maternidade são valiosas no ambiente de trabalho. A capacidade de gerenciar tarefas, de tomar decisões e de resolver problemas de forma criativa é uma competência adquirida ao longo dessa jornada louca que é maternar.
E sim, para que isso aconteça, a gente precisa de mulheres e de mulheres-mães no poder para que licença maternidade não seja sinônimo de demissão quando esse período acabar. Que não precisemos passar por sufoco para conseguir creches e pré-escolas acessíveis e de qualidade, que as empresas enxerguem a flexibilidade de horários como algo normal na rotina de qualquer ser humano, que salários justos e oportunidades sejam iguais para homens e mulheres. Precisamos de nós tomando decisões por nós, já que sabemos onde o calo aperta.
Mas hoje vim falar sobre o respeito que parece que as mulheres não recebem por suas escolhas. Então, que, nos próximos dias das mães — cientes de que não será logo —, a gente enxergue a verdadeira contribuição delas para o mundo, que a maternidade não tenha gosto de culpa e muito menos de fim do mundo. Que a maternidade seja celebrada por quem decidiu vivenciá-la e respeitada por quem não quis. No final, sempre somos nós por nós.
FONTES, Ana. A maternidade é para mim? Folha de São Paulo, 10 de maio de 2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ana-fontes/2024/05/a-maternidade-e-para-mim.shtml. Acesso em: 11 mai. 2024. Adaptado.
Qual(is) é(são) o(s) núcleo(s) do sujeito do verbo “ser” em destaque no quinto parágrafo do texto?
TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05.
A maternidade é para mim?
A pergunta correta é: você quer que seja?
Ana Fontes | 10.mai.2024
Mais um domingo de Dia das Mães chegando, campanhas publicitárias caríssimas de um lado, cartazes de "aqui está o presente da sua mãe" na prateleira de Tupperware do mercado do outro. A coluna de hoje é uma carta aberta às mães.
Se você me perguntar qual é o trabalho mais complexo do mundo, direi que é ser mãe. A verdade é que não há desafios em uma empresa que se comparem aos desafios da maternidade. Ser mãe envolve se desdobrar em desafios físicos, emocionais e, principalmente, sociais. No Brasil, as mulheres representam mais da metade da população (e são mães da outra metade). A maternidade deveria ser uma pauta essencial a ser discutida no trabalho, na política e na sociedade.
Apesar de este texto ser voltado para mães, percebo a maternidade como uma escolha livre para as mulheres. Ela não deve ser encarada como o único caminho para nós. Definitivamente, não estou entre aqueles que acreditam que a mulher nasceu para ser mãe; você nasceu e pode se tornar quem e o que quiser.
Observo mulheres enfrentando o dilema de quando ser mãe e como isso afetará suas carreiras. Essa situação, além de desafiadora, não deveria nos impor pressa ou medo na realização de nossos sonhos, nem nos obrigar a sacrificar outras áreas de nossas vidas. Mas a gente sabe que a realidade não é assim.
Sem querer romantizar, mas, [como] mulher e rodeada de outras, nós sabemos, mais do que ninguém, [como] fazer do limão uma limonada. Apesar de o mundo não ser feito para nós, ele é feito por nós. Diversos estudos mostram que as habilidades adquiridas na maternidade são valiosas no ambiente de trabalho. A capacidade de gerenciar tarefas, de tomar decisões e de resolver problemas de forma criativa é uma competência adquirida ao longo dessa jornada louca que é maternar.
E sim, para que isso aconteça, a gente precisa de mulheres e de mulheres-mães no poder para que licença maternidade não seja sinônimo de demissão quando esse período acabar. Que não precisemos passar por sufoco para conseguir creches e pré-escolas acessíveis e de qualidade, que as empresas enxerguem a flexibilidade de horários como algo normal na rotina de qualquer ser humano, que salários justos e oportunidades sejam iguais para homens e mulheres. Precisamos de nós tomando decisões por nós, já que sabemos onde o calo aperta.
Mas hoje vim falar sobre o respeito que parece que as mulheres não recebem por suas escolhas. Então, que, nos próximos dias das mães — cientes de que não será logo —, a gente enxergue a verdadeira contribuição delas para o mundo, que a maternidade não tenha gosto de culpa e muito menos de fim do mundo. Que a maternidade seja celebrada por quem decidiu vivenciá-la e respeitada por quem não quis. No final, sempre somos nós por nós.
FONTES, Ana. A maternidade é para mim? Folha de São Paulo, 10 de maio de 2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ana-fontes/2024/05/a-maternidade-e-para-mim.shtml. Acesso em: 11 mai. 2024. Adaptado.
Os processos de formação de palavras que originaram, respectivamente, os vocábulos “maternar” e “mulheres-mães” são:
TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05.
A maternidade é para mim?
A pergunta correta é: você quer que seja?
Ana Fontes | 10.mai.2024
Mais um domingo de Dia das Mães chegando, campanhas publicitárias caríssimas de um lado, cartazes de "aqui está o presente da sua mãe" na prateleira de Tupperware do mercado do outro. A coluna de hoje é uma carta aberta às mães.
Se você me perguntar qual é o trabalho mais complexo do mundo, direi que é ser mãe. A verdade é que não há desafios em uma empresa que se comparem aos desafios da maternidade. Ser mãe envolve se desdobrar em desafios físicos, emocionais e, principalmente, sociais. No Brasil, as mulheres representam mais da metade da população (e são mães da outra metade). A maternidade deveria ser uma pauta essencial a ser discutida no trabalho, na política e na sociedade.
Apesar de este texto ser voltado para mães, percebo a maternidade como uma escolha livre para as mulheres. Ela não deve ser encarada como o único caminho para nós. Definitivamente, não estou entre aqueles que acreditam que a mulher nasceu para ser mãe; você nasceu e pode se tornar quem e o que quiser.
Observo mulheres enfrentando o dilema de quando ser mãe e como isso afetará suas carreiras. Essa situação, além de desafiadora, não deveria nos impor pressa ou medo na realização de nossos sonhos, nem nos obrigar a sacrificar outras áreas de nossas vidas. Mas a gente sabe que a realidade não é assim.
Sem querer romantizar, mas, [como] mulher e rodeada de outras, nós sabemos, mais do que ninguém, [como] fazer do limão uma limonada. Apesar de o mundo não ser feito para nós, ele é feito por nós. Diversos estudos mostram que as habilidades adquiridas na maternidade são valiosas no ambiente de trabalho. A capacidade de gerenciar tarefas, de tomar decisões e de resolver problemas de forma criativa é uma competência adquirida ao longo dessa jornada louca que é maternar.
E sim, para que isso aconteça, a gente precisa de mulheres e de mulheres-mães no poder para que licença maternidade não seja sinônimo de demissão quando esse período acabar. Que não precisemos passar por sufoco para conseguir creches e pré-escolas acessíveis e de qualidade, que as empresas enxerguem a flexibilidade de horários como algo normal na rotina de qualquer ser humano, que salários justos e oportunidades sejam iguais para homens e mulheres. Precisamos de nós tomando decisões por nós, já que sabemos onde o calo aperta.
Mas hoje vim falar sobre o respeito que parece que as mulheres não recebem por suas escolhas. Então, que, nos próximos dias das mães — cientes de que não será logo —, a gente enxergue a verdadeira contribuição delas para o mundo, que a maternidade não tenha gosto de culpa e muito menos de fim do mundo. Que a maternidade seja celebrada por quem decidiu vivenciá-la e respeitada por quem não quis. No final, sempre somos nós por nós.
FONTES, Ana. A maternidade é para mim? Folha de São Paulo, 10 de maio de 2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ana-fontes/2024/05/a-maternidade-e-para-mim.shtml. Acesso em: 11 mai. 2024. Adaptado.
Para a autora, a maternidade:
Considere a tabela verdade a seguir:

Qual a sequência de valores omitidos na última coluna da tabela verdade, de cima
para baixo?
Observe o post a seguir e analise as assertivas que seguem.

Disponível em: https://www.instagram.com/p/C50l16aL-ed/. Acesso em: 17 abr. 2024.
I- A posição do pronome oblíquo átono no início da oração, conforme apresentado no post, é um exemplo de uma interdição normativa.
II- Há, na placa apresentada no post, um caso de ênclise, quando o pronome está anteposto ao verbo.
III- A despeito de ser uma interdição normativa, o uso do pronome oblíquo átono no início da oração reflete um uso bastante comum na fala dos brasileiros em situações informais.
IV- Apesar de ser uma interdição normativa, o uso do pronome oblíquo átono no início da oração é admitido em situações comunicativas de baixo nível de formalidade, como conversas em família e entre amigos.
V- O uso do pronome oblíquo átono em posição inicial não é admitido na língua portuguesa em hipótese alguma, razão pela qual é um fenômeno que quase não se percebe na fala dos brasileiros.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Observe as placas a seguir e assinale a alternativa CORRETA.

“Há localidades do País em que as médicas já são maioria, como na cidade de São Paulo, onde elas representam 51,04% da força de trabalho da profissão, com 39.721 profissionais” (4º§).
I- Substituindo o verbo “haver” pelo verbo “existir”, o verbo “existir” não será flexionado.
II- Substituindo o verbo “haver” pelo verbo “existir”, a forma verbal adequada é “existem”.
III- Aforma verbal “representam” poderia ser substituída pela forma “representa”, sem prejuízo do sentido e da correção gramatical.
É CORRETO o que se afirma em:
“O número de mulheres médicas já é quase metade do total de profissionais no Brasil e elas devem superar a quantidade de homens e se tornar maioria na profissão ainda neste ano, conforme a nova edição do estudo Demografia Médica, divulgada hoje pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).” (2º§).
I- O termo “conforme” pode ser substituído sem alteração de sentido pelo termo “consoante”, mas não pode ser substituído pelo termo “segundo”.
II- Na oração “elas devem superar a quantidade de homens”, o pronome “elas” é empregado como um recurso anafórico, já que retoma um termo anterior.
III- Embora a conjunção “e” seja classificada como uma conjunção aditiva, está sendo empregada com valor adversativo.
É CORRETO o que se afirma em:
I- “O número de mulheres médicas já é quase metade do total de profissionais no Brasil e elas devem superar a quantidade de homens e se tornar maioria na profissão ainda neste ano” (2º§).
II- “Segundo a pesquisa, que reúne dados atualizados até janeiro deste ano, mulheres representam hoje 49,92% dos profissionais.” (3º§).
É CORRETO o que se afirma em: