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Q3584078 Português
Leia o texto a seguir:


A desconexão humana com o sofrimento animal


Por Mauro Falcão


Na medida em que presenciamos o sofrimento dos animais em confinamento para abate percebemos que, além das grades físicas que os encarceram, existe uma prisão mais profunda na escuridão da nossa compreensão moral. Isso deveria provocar a busca por uma maior empatia por todos os seres e suscitar uma importante reflexão: quem são os verdadeiros enclausurados, esses seres frágeis ou nossa própria consciência?

Quando confrontamos o consumo de carne com o sofrimento animal, não podemos ignorar a insensibilidade humana que, frequentemente, evita encarar a realidade inconveniente por trás de cada pedaço de carne no prato. A verdadeira liberdade não reside apenas na escolha alimentar, mas sim na libertação da indiferença que sufoca nossa compaixão.

O estresse vivenciado por esses seres não resulta apenas numa produção hormonal exacerbada, mas também em um eco de desespero que ressoa na alma de quem se permite ouvir. Nesse contexto, há um percurso interno para desvendar os distúrbios que nos separam do entendimento pleno do sofrimento alheio.

A busca por uma maior empatia envolve a necessidade de repensarmos nossos hábitos. Embora a sociedade ainda não tenha se desvinculado totalmente dos valores proteicos da carne, é fundamental considerarmos métodos menos dolorosos de produção. Dessa forma, o esforço por uma maior compaixão transcende o âmbito emocional e se torna uma questão de responsabilidade. Ao adotarmos práticas alimentares mais éticas, não só contribuímos para o bem-estar dos animais, mas também preservamos o nosso próprio bem-estar e promovemos uma relação mais equilibrada com o meio ambiente. Contudo, entendo a dificuldade dessa mudança, tão enraizada em nossos costumes, e ainda busco uma total conexão.

Na realidade, todos somos participantes ativos da teia evolutiva e integrantes valiosos de uma história compartilhada. Devemos enxergar nos animais não apenas formas de vida subordinadas, mas sim indivíduos que integram conosco a busca pela compreensão da complexidade existencial.

Portanto, é necessária uma introspecção profunda sobre a condição de nossa consciência, pois a verdadeira libertação ocorrerá quando nos desvencilharmos das correntes que nos impedem de abraçar um estilo de vida mais ético e compassivo, reconhecendo a unicidade e a dignidade de cada ser, independentemente de sua posição na escala evolutiva, pois em verdade são nossos irmãos nas fases iniciais desse grande ciclo biológico, conectados por fios invisíveis que entrelaçam nossos destinos e formam esta complexa tapeçaria da vida.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2024/01/1048493-a-desconexao-humana-como-sofrimento-animal.html. Acesso em: 26 fev. 2023.
Em “A busca por uma maior empatia envolve a necessidade de repensarmos nossos hábitos” (4.º parágrafo), a forma verbal em destaque está flexionada no:
Alternativas
Q3584077 Português
Leia o texto a seguir:


A desconexão humana com o sofrimento animal


Por Mauro Falcão


Na medida em que presenciamos o sofrimento dos animais em confinamento para abate percebemos que, além das grades físicas que os encarceram, existe uma prisão mais profunda na escuridão da nossa compreensão moral. Isso deveria provocar a busca por uma maior empatia por todos os seres e suscitar uma importante reflexão: quem são os verdadeiros enclausurados, esses seres frágeis ou nossa própria consciência?

Quando confrontamos o consumo de carne com o sofrimento animal, não podemos ignorar a insensibilidade humana que, frequentemente, evita encarar a realidade inconveniente por trás de cada pedaço de carne no prato. A verdadeira liberdade não reside apenas na escolha alimentar, mas sim na libertação da indiferença que sufoca nossa compaixão.

O estresse vivenciado por esses seres não resulta apenas numa produção hormonal exacerbada, mas também em um eco de desespero que ressoa na alma de quem se permite ouvir. Nesse contexto, há um percurso interno para desvendar os distúrbios que nos separam do entendimento pleno do sofrimento alheio.

A busca por uma maior empatia envolve a necessidade de repensarmos nossos hábitos. Embora a sociedade ainda não tenha se desvinculado totalmente dos valores proteicos da carne, é fundamental considerarmos métodos menos dolorosos de produção. Dessa forma, o esforço por uma maior compaixão transcende o âmbito emocional e se torna uma questão de responsabilidade. Ao adotarmos práticas alimentares mais éticas, não só contribuímos para o bem-estar dos animais, mas também preservamos o nosso próprio bem-estar e promovemos uma relação mais equilibrada com o meio ambiente. Contudo, entendo a dificuldade dessa mudança, tão enraizada em nossos costumes, e ainda busco uma total conexão.

Na realidade, todos somos participantes ativos da teia evolutiva e integrantes valiosos de uma história compartilhada. Devemos enxergar nos animais não apenas formas de vida subordinadas, mas sim indivíduos que integram conosco a busca pela compreensão da complexidade existencial.

Portanto, é necessária uma introspecção profunda sobre a condição de nossa consciência, pois a verdadeira libertação ocorrerá quando nos desvencilharmos das correntes que nos impedem de abraçar um estilo de vida mais ético e compassivo, reconhecendo a unicidade e a dignidade de cada ser, independentemente de sua posição na escala evolutiva, pois em verdade são nossos irmãos nas fases iniciais desse grande ciclo biológico, conectados por fios invisíveis que entrelaçam nossos destinos e formam esta complexa tapeçaria da vida.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2024/01/1048493-a-desconexao-humana-como-sofrimento-animal.html. Acesso em: 26 fev. 2023.
Em “Embora a sociedade ainda não tenha se desvinculado totalmente dos valores proteicos da carne, é fundamental considerarmos métodos menos dolorosos de produção” (4.º parágrafo), o conectivo destacado expressa sentido:
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Q3584076 Português
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A desconexão humana com o sofrimento animal


Por Mauro Falcão


Na medida em que presenciamos o sofrimento dos animais em confinamento para abate percebemos que, além das grades físicas que os encarceram, existe uma prisão mais profunda na escuridão da nossa compreensão moral. Isso deveria provocar a busca por uma maior empatia por todos os seres e suscitar uma importante reflexão: quem são os verdadeiros enclausurados, esses seres frágeis ou nossa própria consciência?

Quando confrontamos o consumo de carne com o sofrimento animal, não podemos ignorar a insensibilidade humana que, frequentemente, evita encarar a realidade inconveniente por trás de cada pedaço de carne no prato. A verdadeira liberdade não reside apenas na escolha alimentar, mas sim na libertação da indiferença que sufoca nossa compaixão.

O estresse vivenciado por esses seres não resulta apenas numa produção hormonal exacerbada, mas também em um eco de desespero que ressoa na alma de quem se permite ouvir. Nesse contexto, há um percurso interno para desvendar os distúrbios que nos separam do entendimento pleno do sofrimento alheio.

A busca por uma maior empatia envolve a necessidade de repensarmos nossos hábitos. Embora a sociedade ainda não tenha se desvinculado totalmente dos valores proteicos da carne, é fundamental considerarmos métodos menos dolorosos de produção. Dessa forma, o esforço por uma maior compaixão transcende o âmbito emocional e se torna uma questão de responsabilidade. Ao adotarmos práticas alimentares mais éticas, não só contribuímos para o bem-estar dos animais, mas também preservamos o nosso próprio bem-estar e promovemos uma relação mais equilibrada com o meio ambiente. Contudo, entendo a dificuldade dessa mudança, tão enraizada em nossos costumes, e ainda busco uma total conexão.

Na realidade, todos somos participantes ativos da teia evolutiva e integrantes valiosos de uma história compartilhada. Devemos enxergar nos animais não apenas formas de vida subordinadas, mas sim indivíduos que integram conosco a busca pela compreensão da complexidade existencial.

Portanto, é necessária uma introspecção profunda sobre a condição de nossa consciência, pois a verdadeira libertação ocorrerá quando nos desvencilharmos das correntes que nos impedem de abraçar um estilo de vida mais ético e compassivo, reconhecendo a unicidade e a dignidade de cada ser, independentemente de sua posição na escala evolutiva, pois em verdade são nossos irmãos nas fases iniciais desse grande ciclo biológico, conectados por fios invisíveis que entrelaçam nossos destinos e formam esta complexa tapeçaria da vida.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2024/01/1048493-a-desconexao-humana-como-sofrimento-animal.html. Acesso em: 26 fev. 2023.
Em “Nesse contexto, há um percurso interno para desvendar os distúrbios que nos separam do entendimento pleno do sofrimento alheio” (3.º parágrafo), o elemento destacado introduz uma oração subordinada: 
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Q3584074 Português
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A desconexão humana com o sofrimento animal


Por Mauro Falcão


Na medida em que presenciamos o sofrimento dos animais em confinamento para abate percebemos que, além das grades físicas que os encarceram, existe uma prisão mais profunda na escuridão da nossa compreensão moral. Isso deveria provocar a busca por uma maior empatia por todos os seres e suscitar uma importante reflexão: quem são os verdadeiros enclausurados, esses seres frágeis ou nossa própria consciência?

Quando confrontamos o consumo de carne com o sofrimento animal, não podemos ignorar a insensibilidade humana que, frequentemente, evita encarar a realidade inconveniente por trás de cada pedaço de carne no prato. A verdadeira liberdade não reside apenas na escolha alimentar, mas sim na libertação da indiferença que sufoca nossa compaixão.

O estresse vivenciado por esses seres não resulta apenas numa produção hormonal exacerbada, mas também em um eco de desespero que ressoa na alma de quem se permite ouvir. Nesse contexto, há um percurso interno para desvendar os distúrbios que nos separam do entendimento pleno do sofrimento alheio.

A busca por uma maior empatia envolve a necessidade de repensarmos nossos hábitos. Embora a sociedade ainda não tenha se desvinculado totalmente dos valores proteicos da carne, é fundamental considerarmos métodos menos dolorosos de produção. Dessa forma, o esforço por uma maior compaixão transcende o âmbito emocional e se torna uma questão de responsabilidade. Ao adotarmos práticas alimentares mais éticas, não só contribuímos para o bem-estar dos animais, mas também preservamos o nosso próprio bem-estar e promovemos uma relação mais equilibrada com o meio ambiente. Contudo, entendo a dificuldade dessa mudança, tão enraizada em nossos costumes, e ainda busco uma total conexão.

Na realidade, todos somos participantes ativos da teia evolutiva e integrantes valiosos de uma história compartilhada. Devemos enxergar nos animais não apenas formas de vida subordinadas, mas sim indivíduos que integram conosco a busca pela compreensão da complexidade existencial.

Portanto, é necessária uma introspecção profunda sobre a condição de nossa consciência, pois a verdadeira libertação ocorrerá quando nos desvencilharmos das correntes que nos impedem de abraçar um estilo de vida mais ético e compassivo, reconhecendo a unicidade e a dignidade de cada ser, independentemente de sua posição na escala evolutiva, pois em verdade são nossos irmãos nas fases iniciais desse grande ciclo biológico, conectados por fios invisíveis que entrelaçam nossos destinos e formam esta complexa tapeçaria da vida.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2024/01/1048493-a-desconexao-humana-como-sofrimento-animal.html. Acesso em: 26 fev. 2023.
Com relação aos gêneros do discurso, esse texto pode ser classificado como:
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Q3584073 Português
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A desconexão humana com o sofrimento animal


Por Mauro Falcão


Na medida em que presenciamos o sofrimento dos animais em confinamento para abate percebemos que, além das grades físicas que os encarceram, existe uma prisão mais profunda na escuridão da nossa compreensão moral. Isso deveria provocar a busca por uma maior empatia por todos os seres e suscitar uma importante reflexão: quem são os verdadeiros enclausurados, esses seres frágeis ou nossa própria consciência?

Quando confrontamos o consumo de carne com o sofrimento animal, não podemos ignorar a insensibilidade humana que, frequentemente, evita encarar a realidade inconveniente por trás de cada pedaço de carne no prato. A verdadeira liberdade não reside apenas na escolha alimentar, mas sim na libertação da indiferença que sufoca nossa compaixão.

O estresse vivenciado por esses seres não resulta apenas numa produção hormonal exacerbada, mas também em um eco de desespero que ressoa na alma de quem se permite ouvir. Nesse contexto, há um percurso interno para desvendar os distúrbios que nos separam do entendimento pleno do sofrimento alheio.

A busca por uma maior empatia envolve a necessidade de repensarmos nossos hábitos. Embora a sociedade ainda não tenha se desvinculado totalmente dos valores proteicos da carne, é fundamental considerarmos métodos menos dolorosos de produção. Dessa forma, o esforço por uma maior compaixão transcende o âmbito emocional e se torna uma questão de responsabilidade. Ao adotarmos práticas alimentares mais éticas, não só contribuímos para o bem-estar dos animais, mas também preservamos o nosso próprio bem-estar e promovemos uma relação mais equilibrada com o meio ambiente. Contudo, entendo a dificuldade dessa mudança, tão enraizada em nossos costumes, e ainda busco uma total conexão.

Na realidade, todos somos participantes ativos da teia evolutiva e integrantes valiosos de uma história compartilhada. Devemos enxergar nos animais não apenas formas de vida subordinadas, mas sim indivíduos que integram conosco a busca pela compreensão da complexidade existencial.

Portanto, é necessária uma introspecção profunda sobre a condição de nossa consciência, pois a verdadeira libertação ocorrerá quando nos desvencilharmos das correntes que nos impedem de abraçar um estilo de vida mais ético e compassivo, reconhecendo a unicidade e a dignidade de cada ser, independentemente de sua posição na escala evolutiva, pois em verdade são nossos irmãos nas fases iniciais desse grande ciclo biológico, conectados por fios invisíveis que entrelaçam nossos destinos e formam esta complexa tapeçaria da vida.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2024/01/1048493-a-desconexao-humana-como-sofrimento-animal.html. Acesso em: 26 fev. 2023.
O texto organiza-se em torno de uma tese, acompanhada de fundamentos para a sua defesa. Esses traços caracterizam um modo de organização discursivo específico, que é o:
Alternativas
Q3584072 Português
Leia o texto a seguir:


A desconexão humana com o sofrimento animal


Por Mauro Falcão


Na medida em que presenciamos o sofrimento dos animais em confinamento para abate percebemos que, além das grades físicas que os encarceram, existe uma prisão mais profunda na escuridão da nossa compreensão moral. Isso deveria provocar a busca por uma maior empatia por todos os seres e suscitar uma importante reflexão: quem são os verdadeiros enclausurados, esses seres frágeis ou nossa própria consciência?

Quando confrontamos o consumo de carne com o sofrimento animal, não podemos ignorar a insensibilidade humana que, frequentemente, evita encarar a realidade inconveniente por trás de cada pedaço de carne no prato. A verdadeira liberdade não reside apenas na escolha alimentar, mas sim na libertação da indiferença que sufoca nossa compaixão.

O estresse vivenciado por esses seres não resulta apenas numa produção hormonal exacerbada, mas também em um eco de desespero que ressoa na alma de quem se permite ouvir. Nesse contexto, há um percurso interno para desvendar os distúrbios que nos separam do entendimento pleno do sofrimento alheio.

A busca por uma maior empatia envolve a necessidade de repensarmos nossos hábitos. Embora a sociedade ainda não tenha se desvinculado totalmente dos valores proteicos da carne, é fundamental considerarmos métodos menos dolorosos de produção. Dessa forma, o esforço por uma maior compaixão transcende o âmbito emocional e se torna uma questão de responsabilidade. Ao adotarmos práticas alimentares mais éticas, não só contribuímos para o bem-estar dos animais, mas também preservamos o nosso próprio bem-estar e promovemos uma relação mais equilibrada com o meio ambiente. Contudo, entendo a dificuldade dessa mudança, tão enraizada em nossos costumes, e ainda busco uma total conexão.

Na realidade, todos somos participantes ativos da teia evolutiva e integrantes valiosos de uma história compartilhada. Devemos enxergar nos animais não apenas formas de vida subordinadas, mas sim indivíduos que integram conosco a busca pela compreensão da complexidade existencial.

Portanto, é necessária uma introspecção profunda sobre a condição de nossa consciência, pois a verdadeira libertação ocorrerá quando nos desvencilharmos das correntes que nos impedem de abraçar um estilo de vida mais ético e compassivo, reconhecendo a unicidade e a dignidade de cada ser, independentemente de sua posição na escala evolutiva, pois em verdade são nossos irmãos nas fases iniciais desse grande ciclo biológico, conectados por fios invisíveis que entrelaçam nossos destinos e formam esta complexa tapeçaria da vida.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2024/01/1048493-a-desconexao-humana-como-sofrimento-animal.html. Acesso em: 26 fev. 2023.
O texto defende a tese de que os/as: 
Alternativas
Q3551087 Veterinária
A dermatofitose é uma doença fúngica cutânea de caráter contagioso causada por um grupo de fungos patogênicos chamados dermatófitos. As “tinhas” são doenças constatadas em todas as espécies de animais e em todos os países. Mais comumente, essa doença acomete os animais que são alojados em grupos com alta densidade populacional, especialmente em ambiente fechado. Quando a tinha se manifesta em
Alternativas
Q3551086 Veterinária
As zoonoses que envolvem animais selvagens como reservatórios podem ser causadas por bactérias, parasitas, fungos e vírus, tendo, muitas vezes, a transmissão facilitada por meio de vetores. Ao longo da história, animais selvagens têm sido considerados importantes fontes de infecção de doenças transmissíveis aos seres humanos. Uma delas é a doença de Lyme, enfermidade provocada pela bactéria Borrelia burgdorferi. A transmissão dessa doença ocorre por meio da picada de
Alternativas
Q3551085 Veterinária
A infestação cutânea por larvas de moscas, conhecida como miíase, causa sérias perdas para as indústrias pecuárias em todo o mundo. Essas larvas são parasitas obrigatórios sem qualquer especificidade de hospedeiro. Assim, todos os mamíferos domésticos e selvagens, marsupiais e aves são hospedeiros potenciais. Sobre essa doença, avalie as afirmativas a seguir.

I As feridas abertas infectadas devem ser lavadas com iodo e tratadas com uma pomada larvicida eficiente e, de preferência, um antisséptico.
II Na ferida, nota-se um transudato amarelo-esverdeado profuso, composto de excretas de larvas e líquido do hospedeiro, com presença de um odor pútrido.
III A ferida caracteriza-se pela presença de larvas jovens que invadem os tecidos vizinhos saudáveis e não se alimentam do tecido superficial necrosado. Nota-se um exsudato acastanhado profuso, de um odor fétido.
IV O aspecto da ferida é relevante, mas é necessário realizar exame das larvas para confirmar o diagnóstico, como na diferenciação da infecção por larvas de moscada-bicheira (Cochliomyia sp) da infecção por outras moscas.

Sobre as miíases, estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q3551084 Veterinária
A tuberculose bovina é definida como a infecção de qualquer bovídeo com as espécies de micobactérias causadoras de doenças dentro do complexo Mycobacterium tuberculosis. O bovino infectado é a principal fonte de infecção para outros bovinos. Sobre essa afecção, avalie as afirmativas a seguir.

I Um foco primário visível da infecção tuberculosa desenvolve-se dentro de 10 dias após a entrada das bactérias. A calcificação das lesões começa cerca de 3 semanas depois da formação do tubérculo.
II O envolvimento pulmonar é caracterizado por tosse crônica resultante de broncopneumonia. A tosse é alta ou paroxística e ocorre várias vezes ao dia, suprimida e úmida.
III A disseminação pós-primária da infecção a partir do complexo primário pode levar a forma de tuberculose miliar aguda, lesões nodulares discretas em vários órgãos ou tuberculose crônica.
IV A mastite tuberculosa é de grande importância em razão do perigo para a saúde pública, do risco de disseminação da doença aos bezerros e da dificuldade de diferenciá-la de outras formas de mastite.

Sobre a tuberculose pulmonar, estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q3551083 Veterinária
Muitas são as afecções circulatórias de animais de grande porte. Algumas delas são de origem primária, ou seja, afetam diretamente o sistema circulatório. Outras são de origem secundária, afetando, portanto, primeiramente, outros órgãos e/ou sistemas e, depois, compromete o sistema cardíaco e/ou vascular, agravando o quadro clínico do animal. Sobre o exame clínico do sistema circulatório e suas afecções, avalie as afirmativas a seguir.

I Animais com falha cardíaca congestiva podem apresentar emagrecimento progressivo. No entanto, mais comumente, isso se deve a problemas em outros sistemas. Assim, é necessário avaliar o animal e detectar alterações compatíveis com distúrbios circulatórios, para então se associar o emagrecimento a esse sistema.
II É por meio da inspeção que o exame físico se inicia. Ao inspecionar as veias e os capilares, analisam-se as veias jugulares nas faces ventrolaterais do pescoço – no chamado sulco da veia jugular – de um equino ou ruminante ou a veia safena em ruminantes.
III O pulso venoso positivo é observado desde a entrada no tórax, propagando-se em direção à mandíbula. Portanto, durante a fase diastólica ventricular, é observada, logo em sequência, a primeira bulha cardíaca. Ela é decorrente da regurgitação sanguínea através da valva tricúspide.
IV Na avaliação física, é observado se o animal apresenta postura ou atitude anormal, que possa sugerir distúrbios circulatórios, como por exemplo, edemas. Os edemas podem ocorrer em consequência de quadros de hipoproteinemia. Edemas em geral são Godet-positivo; somente em casos crônicos, tornam-se Godet-negativo.

Sobre o exame do aparelho circulatório, estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q3551082 Veterinária
Em grandes animais, o diagnóstico e o tratamento das doenças respiratórias é uma das principais atuações na clínica veterinária. Quando se trata de patologias associadas ao sistema respiratório, deve-se observar se o problema é individual ou coletivo. Doenças em um único indivíduo podem estar relacionadas somente com ele ou podem representar o início de um processo que afete o rebanho. Em relação à semiologia do aparelho respiratório,
Alternativas
Q3551081 Veterinária
Os minerais e as vitaminas são elementos essenciais para composição das dietas dos suínos, uma vez que exercem várias funções essenciais no organismo desses animais. Suas deficiências não se manifestam imediatamente, podendo levar semanas, e até meses, para serem observados sinais de carência. Em suínos, são sinais de deficiência de vitamina E
Alternativas
Q3551080 Veterinária
A citopatologia apresenta grande potencial e vem se estabelecendo como um dos procedimentos diagnósticos mais importantes em medicina veterinária, tanto clínico como post mortem. Para obter amostras de massas e nódulos em caprinos, o método de eleição, entre os citopatologistas, é a
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Q3551079 Técnicas em Laboratório
Atualmente, há uma maior procura de espécies diferentes, para serem criados como animais de estimação. Isso não só aumentou a importância da preservação de espécies ameaçadas de extinção mas também a necessidade de profissionais capacitados em atender esses pacientes. Entretanto, alguns aspectos básicos relacionados com as avaliações clínico-laboratoriais desses animais ainda são pouco estudados. É o caso, por exemplo, da hematologia de aves silvestres. De acordo com os estudos desse ramo da medicina veterinária,
Alternativas
Q3551078 Veterinária
Em animais silvestres, a contenção química ou farmacológica é empregada para captura, transporte e tratamento. Esse método refere-se ao estado induzido por medicamento, que produz modificação favorável do comportamento, sedação, analgesia ou relaxamento muscular. Para a contenção química de canídeos silvestres, o veterinário deverá utilizar
Alternativas
Q3551077 Veterinária
A ordem Psittaciformes inclui aves encontradas em todo o planeta. São animais extremamente populares por sua natureza sociável, inteligência, coloração exuberante e capacidade de imitar sons, o que torna os psittaciformes, de modo geral, as aves mais frequentemente mantidas como animais de estimação no mundo. No entanto, em algumas circunstâncias, a contenção dessas aves é necessária visando reduzir a sua atividade física para a realização de manejos, exames e procedimentos clínicos. Sobre a contenção de Psittaciformes, avalie as afirmativas a seguir.

I A contenção física de Psittaciformes mantidos em recintos é realizada com o uso de puçás de pano ou luvas de couro, dependendo da espécie e da habilidade do operador. O uso de luvas é mais confortável para a ave, protege as mãos do manipulador e deixa a higienização mais fácil do que os puçás.
II A contenção física deve ser feita após a avaliação da ave a distância (dentro da gaiola ou recinto) e, de preferência, em uma sala com portas e janelas fechadas e sem ventiladores, particularmente se a ave tiver as penas das asas íntegras. Psittaciformes também podem ser contidos sobre o ombro ou braço dos proprietários.
III A contenção farmacológica de psittaciformes é feita quando animais encaminhados às clínicas veterinárias têm alguma condição dolorosa ou necessitam de tratamento cirúrgico. Anestésicos inalatórios são os agentes de eleição, e a indução pode ser realizada com máscara facial, aconselhando-se a manutenção por tubo endotraqueal.
IV A contenção farmacológica com anestésicos injetáveis é pouco utilizada na rotina clínica, pois as desvantagens superam as vantagens quanto à segurança no procedimento, principalmente em relação à recuperação prolongada, à depressão cardiorrespiratória e à dificuldade na administração de volume seguro e eficaz.

Das afirmativas, estão corretas
Alternativas
Q3551076 Veterinária
A inflamação da membrana sinovial e das superfícies articulares, como resultado de uma infecção, é uma ocorrência comum em animais de fazenda. A inflamação da membrana sinovial causa dor e claudicação do membro acometido, a ponto de, às vezes, o animal não apoiar o membro no chão. Em bezerros, uma das causas importantes de artrite infecciosa é
Alternativas
Q3551075 Veterinária
O ser humano tem modificado a maneira de criar animais desde o início do processo de domesticação. Várias técnicas empregadas na reprodução animal beneficiam o produtor, ao permitir melhorias em seu rebanho. A criopreservação é uma dessas técnicas que utiliza temperaturas extremamente baixas, ou criogênicas, para preservar materiais biológicos, como células e tecidos. Sendo assim, avalie as afirmativas a seguir.

I A solidificação ou congelação direcional é o método mais novo de criopreservação, para o qual se utiliza um equipamento com sistema de gradiente multitérmico (GMT). Entretanto, sua utilização para a criopreservação de tecido ovariano ainda é escassa e inexistente para folículos ovarianos isolados.
II A vitrificação consiste em um processo de conversão de um líquido resfriado em um sólido amorfo semelhante ao vidro, evitando a formação de cristais de gelo. É considerada o método mais utilizado para a preservação de tecido ovariano e de folículos pré-antrais isolados.
III Os agentes crioprotetores (ACP) utilizados nas soluções de criopreservação são classificados em dois grupos: intracelulares (penetrantes) e extracelulares (não penetrantes). Etilenoglicol, propilenoglicol, glicerol, dimetilsulfóxido, propanodiol, butanodiol e metanol são exemplos de ACP extracelulares.
IV Os polímeros sintéticos aumentam a viscosidade das soluções crioprotetoras e interagem com a água por meio de pontes de hidrogênio, reduzindo a formação de cristais de gelo fora da célula. Existem vários tipos de polímeros sintéticos disponíveis: o copolímero de álcool polivinílico e o copolímero de poliglicerol.

Sobre a criopreservação, estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q3551074 Veterinária
O exame do sistema nervoso de animais de médio e grande portes é essencial para a completa avaliação clínica. As informações obtidas, nesse exame, devem considerar o início dos sinais clínicos e a sua evolução, pois diferentes enfermidades podem ser agrupadas em categorias que apresentam um padrão de evolução semelhante. Um parasita que afeta, por exemplo, a medula espinhal é
Alternativas
Respostas
5441: A
5442: C
5443: A
5444: D
5445: A
5446: D
5447: A
5448: A
5449: A
5450: A
5451: A
5452: A
5453: A
5454: A
5455: A
5456: A
5457: A
5458: A
5459: A
5460: A