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Q3584076 Português
Leia o texto a seguir:


A desconexão humana com o sofrimento animal


Por Mauro Falcão


Na medida em que presenciamos o sofrimento dos animais em confinamento para abate percebemos que, além das grades físicas que os encarceram, existe uma prisão mais profunda na escuridão da nossa compreensão moral. Isso deveria provocar a busca por uma maior empatia por todos os seres e suscitar uma importante reflexão: quem são os verdadeiros enclausurados, esses seres frágeis ou nossa própria consciência?

Quando confrontamos o consumo de carne com o sofrimento animal, não podemos ignorar a insensibilidade humana que, frequentemente, evita encarar a realidade inconveniente por trás de cada pedaço de carne no prato. A verdadeira liberdade não reside apenas na escolha alimentar, mas sim na libertação da indiferença que sufoca nossa compaixão.

O estresse vivenciado por esses seres não resulta apenas numa produção hormonal exacerbada, mas também em um eco de desespero que ressoa na alma de quem se permite ouvir. Nesse contexto, há um percurso interno para desvendar os distúrbios que nos separam do entendimento pleno do sofrimento alheio.

A busca por uma maior empatia envolve a necessidade de repensarmos nossos hábitos. Embora a sociedade ainda não tenha se desvinculado totalmente dos valores proteicos da carne, é fundamental considerarmos métodos menos dolorosos de produção. Dessa forma, o esforço por uma maior compaixão transcende o âmbito emocional e se torna uma questão de responsabilidade. Ao adotarmos práticas alimentares mais éticas, não só contribuímos para o bem-estar dos animais, mas também preservamos o nosso próprio bem-estar e promovemos uma relação mais equilibrada com o meio ambiente. Contudo, entendo a dificuldade dessa mudança, tão enraizada em nossos costumes, e ainda busco uma total conexão.

Na realidade, todos somos participantes ativos da teia evolutiva e integrantes valiosos de uma história compartilhada. Devemos enxergar nos animais não apenas formas de vida subordinadas, mas sim indivíduos que integram conosco a busca pela compreensão da complexidade existencial.

Portanto, é necessária uma introspecção profunda sobre a condição de nossa consciência, pois a verdadeira libertação ocorrerá quando nos desvencilharmos das correntes que nos impedem de abraçar um estilo de vida mais ético e compassivo, reconhecendo a unicidade e a dignidade de cada ser, independentemente de sua posição na escala evolutiva, pois em verdade são nossos irmãos nas fases iniciais desse grande ciclo biológico, conectados por fios invisíveis que entrelaçam nossos destinos e formam esta complexa tapeçaria da vida.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2024/01/1048493-a-desconexao-humana-como-sofrimento-animal.html. Acesso em: 26 fev. 2023.
Em “Nesse contexto, há um percurso interno para desvendar os distúrbios que nos separam do entendimento pleno do sofrimento alheio” (3.º parágrafo), o elemento destacado introduz uma oração subordinada: 
Alternativas
Q3584075 Português
Leia o texto a seguir:


A desconexão humana com o sofrimento animal


Por Mauro Falcão


Na medida em que presenciamos o sofrimento dos animais em confinamento para abate percebemos que, além das grades físicas que os encarceram, existe uma prisão mais profunda na escuridão da nossa compreensão moral. Isso deveria provocar a busca por uma maior empatia por todos os seres e suscitar uma importante reflexão: quem são os verdadeiros enclausurados, esses seres frágeis ou nossa própria consciência?

Quando confrontamos o consumo de carne com o sofrimento animal, não podemos ignorar a insensibilidade humana que, frequentemente, evita encarar a realidade inconveniente por trás de cada pedaço de carne no prato. A verdadeira liberdade não reside apenas na escolha alimentar, mas sim na libertação da indiferença que sufoca nossa compaixão.

O estresse vivenciado por esses seres não resulta apenas numa produção hormonal exacerbada, mas também em um eco de desespero que ressoa na alma de quem se permite ouvir. Nesse contexto, há um percurso interno para desvendar os distúrbios que nos separam do entendimento pleno do sofrimento alheio.

A busca por uma maior empatia envolve a necessidade de repensarmos nossos hábitos. Embora a sociedade ainda não tenha se desvinculado totalmente dos valores proteicos da carne, é fundamental considerarmos métodos menos dolorosos de produção. Dessa forma, o esforço por uma maior compaixão transcende o âmbito emocional e se torna uma questão de responsabilidade. Ao adotarmos práticas alimentares mais éticas, não só contribuímos para o bem-estar dos animais, mas também preservamos o nosso próprio bem-estar e promovemos uma relação mais equilibrada com o meio ambiente. Contudo, entendo a dificuldade dessa mudança, tão enraizada em nossos costumes, e ainda busco uma total conexão.

Na realidade, todos somos participantes ativos da teia evolutiva e integrantes valiosos de uma história compartilhada. Devemos enxergar nos animais não apenas formas de vida subordinadas, mas sim indivíduos que integram conosco a busca pela compreensão da complexidade existencial.

Portanto, é necessária uma introspecção profunda sobre a condição de nossa consciência, pois a verdadeira libertação ocorrerá quando nos desvencilharmos das correntes que nos impedem de abraçar um estilo de vida mais ético e compassivo, reconhecendo a unicidade e a dignidade de cada ser, independentemente de sua posição na escala evolutiva, pois em verdade são nossos irmãos nas fases iniciais desse grande ciclo biológico, conectados por fios invisíveis que entrelaçam nossos destinos e formam esta complexa tapeçaria da vida.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2024/01/1048493-a-desconexao-humana-como-sofrimento-animal.html. Acesso em: 26 fev. 2023.
O último parágrafo do texto estabelece uma relação discursiva específica com os trechos anteriores. Trata-se de uma relação de:
Alternativas
Q3584074 Português
Leia o texto a seguir:


A desconexão humana com o sofrimento animal


Por Mauro Falcão


Na medida em que presenciamos o sofrimento dos animais em confinamento para abate percebemos que, além das grades físicas que os encarceram, existe uma prisão mais profunda na escuridão da nossa compreensão moral. Isso deveria provocar a busca por uma maior empatia por todos os seres e suscitar uma importante reflexão: quem são os verdadeiros enclausurados, esses seres frágeis ou nossa própria consciência?

Quando confrontamos o consumo de carne com o sofrimento animal, não podemos ignorar a insensibilidade humana que, frequentemente, evita encarar a realidade inconveniente por trás de cada pedaço de carne no prato. A verdadeira liberdade não reside apenas na escolha alimentar, mas sim na libertação da indiferença que sufoca nossa compaixão.

O estresse vivenciado por esses seres não resulta apenas numa produção hormonal exacerbada, mas também em um eco de desespero que ressoa na alma de quem se permite ouvir. Nesse contexto, há um percurso interno para desvendar os distúrbios que nos separam do entendimento pleno do sofrimento alheio.

A busca por uma maior empatia envolve a necessidade de repensarmos nossos hábitos. Embora a sociedade ainda não tenha se desvinculado totalmente dos valores proteicos da carne, é fundamental considerarmos métodos menos dolorosos de produção. Dessa forma, o esforço por uma maior compaixão transcende o âmbito emocional e se torna uma questão de responsabilidade. Ao adotarmos práticas alimentares mais éticas, não só contribuímos para o bem-estar dos animais, mas também preservamos o nosso próprio bem-estar e promovemos uma relação mais equilibrada com o meio ambiente. Contudo, entendo a dificuldade dessa mudança, tão enraizada em nossos costumes, e ainda busco uma total conexão.

Na realidade, todos somos participantes ativos da teia evolutiva e integrantes valiosos de uma história compartilhada. Devemos enxergar nos animais não apenas formas de vida subordinadas, mas sim indivíduos que integram conosco a busca pela compreensão da complexidade existencial.

Portanto, é necessária uma introspecção profunda sobre a condição de nossa consciência, pois a verdadeira libertação ocorrerá quando nos desvencilharmos das correntes que nos impedem de abraçar um estilo de vida mais ético e compassivo, reconhecendo a unicidade e a dignidade de cada ser, independentemente de sua posição na escala evolutiva, pois em verdade são nossos irmãos nas fases iniciais desse grande ciclo biológico, conectados por fios invisíveis que entrelaçam nossos destinos e formam esta complexa tapeçaria da vida.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2024/01/1048493-a-desconexao-humana-como-sofrimento-animal.html. Acesso em: 26 fev. 2023.
Com relação aos gêneros do discurso, esse texto pode ser classificado como:
Alternativas
Q3584073 Português
Leia o texto a seguir:


A desconexão humana com o sofrimento animal


Por Mauro Falcão


Na medida em que presenciamos o sofrimento dos animais em confinamento para abate percebemos que, além das grades físicas que os encarceram, existe uma prisão mais profunda na escuridão da nossa compreensão moral. Isso deveria provocar a busca por uma maior empatia por todos os seres e suscitar uma importante reflexão: quem são os verdadeiros enclausurados, esses seres frágeis ou nossa própria consciência?

Quando confrontamos o consumo de carne com o sofrimento animal, não podemos ignorar a insensibilidade humana que, frequentemente, evita encarar a realidade inconveniente por trás de cada pedaço de carne no prato. A verdadeira liberdade não reside apenas na escolha alimentar, mas sim na libertação da indiferença que sufoca nossa compaixão.

O estresse vivenciado por esses seres não resulta apenas numa produção hormonal exacerbada, mas também em um eco de desespero que ressoa na alma de quem se permite ouvir. Nesse contexto, há um percurso interno para desvendar os distúrbios que nos separam do entendimento pleno do sofrimento alheio.

A busca por uma maior empatia envolve a necessidade de repensarmos nossos hábitos. Embora a sociedade ainda não tenha se desvinculado totalmente dos valores proteicos da carne, é fundamental considerarmos métodos menos dolorosos de produção. Dessa forma, o esforço por uma maior compaixão transcende o âmbito emocional e se torna uma questão de responsabilidade. Ao adotarmos práticas alimentares mais éticas, não só contribuímos para o bem-estar dos animais, mas também preservamos o nosso próprio bem-estar e promovemos uma relação mais equilibrada com o meio ambiente. Contudo, entendo a dificuldade dessa mudança, tão enraizada em nossos costumes, e ainda busco uma total conexão.

Na realidade, todos somos participantes ativos da teia evolutiva e integrantes valiosos de uma história compartilhada. Devemos enxergar nos animais não apenas formas de vida subordinadas, mas sim indivíduos que integram conosco a busca pela compreensão da complexidade existencial.

Portanto, é necessária uma introspecção profunda sobre a condição de nossa consciência, pois a verdadeira libertação ocorrerá quando nos desvencilharmos das correntes que nos impedem de abraçar um estilo de vida mais ético e compassivo, reconhecendo a unicidade e a dignidade de cada ser, independentemente de sua posição na escala evolutiva, pois em verdade são nossos irmãos nas fases iniciais desse grande ciclo biológico, conectados por fios invisíveis que entrelaçam nossos destinos e formam esta complexa tapeçaria da vida.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2024/01/1048493-a-desconexao-humana-como-sofrimento-animal.html. Acesso em: 26 fev. 2023.
O texto organiza-se em torno de uma tese, acompanhada de fundamentos para a sua defesa. Esses traços caracterizam um modo de organização discursivo específico, que é o:
Alternativas
Q3584072 Português
Leia o texto a seguir:


A desconexão humana com o sofrimento animal


Por Mauro Falcão


Na medida em que presenciamos o sofrimento dos animais em confinamento para abate percebemos que, além das grades físicas que os encarceram, existe uma prisão mais profunda na escuridão da nossa compreensão moral. Isso deveria provocar a busca por uma maior empatia por todos os seres e suscitar uma importante reflexão: quem são os verdadeiros enclausurados, esses seres frágeis ou nossa própria consciência?

Quando confrontamos o consumo de carne com o sofrimento animal, não podemos ignorar a insensibilidade humana que, frequentemente, evita encarar a realidade inconveniente por trás de cada pedaço de carne no prato. A verdadeira liberdade não reside apenas na escolha alimentar, mas sim na libertação da indiferença que sufoca nossa compaixão.

O estresse vivenciado por esses seres não resulta apenas numa produção hormonal exacerbada, mas também em um eco de desespero que ressoa na alma de quem se permite ouvir. Nesse contexto, há um percurso interno para desvendar os distúrbios que nos separam do entendimento pleno do sofrimento alheio.

A busca por uma maior empatia envolve a necessidade de repensarmos nossos hábitos. Embora a sociedade ainda não tenha se desvinculado totalmente dos valores proteicos da carne, é fundamental considerarmos métodos menos dolorosos de produção. Dessa forma, o esforço por uma maior compaixão transcende o âmbito emocional e se torna uma questão de responsabilidade. Ao adotarmos práticas alimentares mais éticas, não só contribuímos para o bem-estar dos animais, mas também preservamos o nosso próprio bem-estar e promovemos uma relação mais equilibrada com o meio ambiente. Contudo, entendo a dificuldade dessa mudança, tão enraizada em nossos costumes, e ainda busco uma total conexão.

Na realidade, todos somos participantes ativos da teia evolutiva e integrantes valiosos de uma história compartilhada. Devemos enxergar nos animais não apenas formas de vida subordinadas, mas sim indivíduos que integram conosco a busca pela compreensão da complexidade existencial.

Portanto, é necessária uma introspecção profunda sobre a condição de nossa consciência, pois a verdadeira libertação ocorrerá quando nos desvencilharmos das correntes que nos impedem de abraçar um estilo de vida mais ético e compassivo, reconhecendo a unicidade e a dignidade de cada ser, independentemente de sua posição na escala evolutiva, pois em verdade são nossos irmãos nas fases iniciais desse grande ciclo biológico, conectados por fios invisíveis que entrelaçam nossos destinos e formam esta complexa tapeçaria da vida.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2024/01/1048493-a-desconexao-humana-como-sofrimento-animal.html. Acesso em: 26 fev. 2023.
O texto defende a tese de que os/as: 
Alternativas
Q3551086 Veterinária
As zoonoses que envolvem animais selvagens como reservatórios podem ser causadas por bactérias, parasitas, fungos e vírus, tendo, muitas vezes, a transmissão facilitada por meio de vetores. Ao longo da história, animais selvagens têm sido considerados importantes fontes de infecção de doenças transmissíveis aos seres humanos. Uma delas é a doença de Lyme, enfermidade provocada pela bactéria Borrelia burgdorferi. A transmissão dessa doença ocorre por meio da picada de
Alternativas
Q3551084 Veterinária
A tuberculose bovina é definida como a infecção de qualquer bovídeo com as espécies de micobactérias causadoras de doenças dentro do complexo Mycobacterium tuberculosis. O bovino infectado é a principal fonte de infecção para outros bovinos. Sobre essa afecção, avalie as afirmativas a seguir.

I Um foco primário visível da infecção tuberculosa desenvolve-se dentro de 10 dias após a entrada das bactérias. A calcificação das lesões começa cerca de 3 semanas depois da formação do tubérculo.
II O envolvimento pulmonar é caracterizado por tosse crônica resultante de broncopneumonia. A tosse é alta ou paroxística e ocorre várias vezes ao dia, suprimida e úmida.
III A disseminação pós-primária da infecção a partir do complexo primário pode levar a forma de tuberculose miliar aguda, lesões nodulares discretas em vários órgãos ou tuberculose crônica.
IV A mastite tuberculosa é de grande importância em razão do perigo para a saúde pública, do risco de disseminação da doença aos bezerros e da dificuldade de diferenciá-la de outras formas de mastite.

Sobre a tuberculose pulmonar, estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q3551082 Veterinária
Em grandes animais, o diagnóstico e o tratamento das doenças respiratórias é uma das principais atuações na clínica veterinária. Quando se trata de patologias associadas ao sistema respiratório, deve-se observar se o problema é individual ou coletivo. Doenças em um único indivíduo podem estar relacionadas somente com ele ou podem representar o início de um processo que afete o rebanho. Em relação à semiologia do aparelho respiratório,
Alternativas
Q3551080 Veterinária
A citopatologia apresenta grande potencial e vem se estabelecendo como um dos procedimentos diagnósticos mais importantes em medicina veterinária, tanto clínico como post mortem. Para obter amostras de massas e nódulos em caprinos, o método de eleição, entre os citopatologistas, é a
Alternativas
Q3551079 Técnicas em Laboratório
Atualmente, há uma maior procura de espécies diferentes, para serem criados como animais de estimação. Isso não só aumentou a importância da preservação de espécies ameaçadas de extinção mas também a necessidade de profissionais capacitados em atender esses pacientes. Entretanto, alguns aspectos básicos relacionados com as avaliações clínico-laboratoriais desses animais ainda são pouco estudados. É o caso, por exemplo, da hematologia de aves silvestres. De acordo com os estudos desse ramo da medicina veterinária,
Alternativas
Q3551078 Veterinária
Em animais silvestres, a contenção química ou farmacológica é empregada para captura, transporte e tratamento. Esse método refere-se ao estado induzido por medicamento, que produz modificação favorável do comportamento, sedação, analgesia ou relaxamento muscular. Para a contenção química de canídeos silvestres, o veterinário deverá utilizar
Alternativas
Q3551072 Veterinária
A inspeção de alimentos de origem animal é essencial a fim de garantir que os produtos cheguem à mesa do consumidor em condições seguras. Para isso, é indispensável a atuação do médico-veterinário, visto que ele participa de diversos elos da cadeia de produção pecuária. Seu trabalho é guiado pelo Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária dos Produtos de Origem Animal do Ministério da Agricultura. Em relação ao regulamento e às normas preconizadas pelo Sistema de Inspeção Federal, analise as afirmativas a seguir.

I É permitido o abate de bovinos, bubalinos, equídeos, suídeos, ovinos, caprinos, aves domésticas, lagomorfos, animais exóticos, animais silvestres, anfíbios e répteis.
II Se for constatada eventual enfermidade ou patologia diagnosticada na carcaça, a emissão de laudo sanitário é facultativa, desde que seja em caráter presuntivo, durante a inspeção sanitária e suas destinações.
III São condenadas, para consumo, as carcaças e os órgãos de animais que apresentem mastite crônica, mesmo sem comprometimento sistêmico.
IV O leite cru refrigerado deve ser estocado na unidade de beneficiamento de leite e derivados até 7ºC, quando apresentar contagem microbiológica máxima de 300.000 UFC/mL antes do beneficiamento.

Das afirmativas, estão corretas
Alternativas
Q3551070 Veterinária
Durante qualquer procedimento cirúrgico, o paciente corre o risco de contaminação por bactérias devido à ruptura da barreira epitelial contra infecções. Os microrganismos contaminantes podem vir do próprio paciente, da equipe presente na sala de cirurgia ou do ambiente ao redor. Por isso, é essencial o uso de técnicas assépticas para minimizar o risco de contaminação cruzada. Nesse caso, os membros da equipe cirúrgica devem
Alternativas
Q3551067 Veterinária
O etograma pode ser considerado o inventário de comportamentos ou ações exibidos por um animal. Em sua elaboração, é importante avaliar se as unidades comportamentais apresentam descrições dúbias, pois estas podem criar uma fonte de erros que comprometem a qualidade da quantificação. Na elaboração do etograma animal, as variáveis a serem quantificadas são
Alternativas
Q3551066 Veterinária
A raiva é uma zoonose causada por um tipo de lyssavirus presente na saliva do animal. Esse vírus penetra no organismo, principalmente, por meio de mordedura e, mais raramente, pela arranhadura e lambedura de mucosas, levando ao quadro de encefalite progressiva aguda e letalidade. No ciclo urbano, as principais fontes de infecção são o cão e o gato; e, no meio rural, o principal responsável pela manutenção da cadeia silvestre é o morcego. Outros animais considerados reservatórios silvestres são:
Alternativas
Q3551065 Saúde Pública
As ações, atividades e estratégias de vigilância, a prevenção e o controle de zoonoses de relevância para a saúde pública devem ser precedidas por levantamento do contexto de impacto na saúde pública. Além disso, considerando a população exposta, a espécie animal envolvida e a área afetada em tempo determinado, deve-se avaliar não só magnitude, transcendência e potencial de disseminação como também gravidade, severidade e vulnerabilidade referentes ao processo epidemiológico de instalação, transmissão e manutenção de zoonoses. Essas atividades devem ser organizadas e executadas por meio de
Alternativas
Q3551064 Veterinária
As zoonoses podem ser transmitidas, diretamente, pelo contato entre pessoas e animais ou, indiretamente, pelos vetores, bem como pelo consumo de produtos de origem animal contaminados ou pelos resíduos da produção que podem contaminar a água e todo o ambiente. São zoonoses reconhecidas pela Organização Mundial de Saúde (OMS):
Alternativas
Q3551061 Veterinária
"Enriquecimento ambiental" pode ser definido como uma alteração no ambiente dos animais que estão sob cuidados do homem, fornecendo-lhes oportunidades de expressar seus comportamentos naturais. O termo também é usado para definir ações que visam aprimorar o ambiente, reconhecendo o problema potencial do bem-estar associado com a restrição do comportamento de animais mantidos em sistemas de alojamento. O enriquecimento ambiental inclui
Alternativas
Q3551060 Veterinária
De acordo com o Código Terrestre de Saúde Animal, o termo “bem-estar animal” é amplo, porque inclui elementos que contribuem para a qualidade de vida do animal e pode indicar como o animal está lidando com as condições em que vive, em resposta a vários desafios. Nesse sentido, um princípio orientador para o bem-estar animal é
Alternativas
Q3551058 Veterinária
O CFMV, em parceria com o CONCEA, preconiza que o profissional Responsável Técnico (RT), ao exercer sua função, deverá ter consciência de que ele é a face da Medicina Veterinária e a interface técnica entre as empresas sob sua responsabilidade e a sociedade. Sendo assim, esse conselho determina que o RT deve
Alternativas
Respostas
4321: A
4322: B
4323: D
4324: A
4325: D
4326: A
4327: A
4328: A
4329: A
4330: A
4331: A
4332: A
4333: A
4334: A
4335: A
4336: A
4337: A
4338: A
4339: A
4340: A