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Para responder à questão.
USP cria biossensor barato que identifica câncer de pâncreas em 10 minutos
Pesquisadores brasileiros desenvolveram um sensor eletroquímico capaz de detectar o câncer no pâncreas ainda nos estágios iniciais. O dispositivo identifica uma molecula biomarcadora (C419-9) da doença em baixas quantidades no sangue do paciente, oferecendo uma alternativa mais simples e barata a exames convencionais e menos acessíveis.
"Nos estágios iniciais, o câncer de pâncreas é assintomático, o que faz com que a doença seja identificada, na maioria das vezes, tardiamente. É por isso tambem que é um dos mais letais. Tanto que, nesses casos avançados, a taxa de sobrevida em cinco anos é de apenas 3%. A ideia de desenvolver esse biossensor simples e barato surge do princípio de dar acesso à rastreabilidade dessa doença", conta Débora Gonçalves, professora do IFSC-USP (lnstituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo) e coordenadora do projeto.
No estudo, publicado na revista ACS Omega, os pesquisadores descrevem o funcionamento de um sensor que detecta a presença da proteína CA19-9, o principal marcador biologico do câncer de pâncreas. A proteína é frequentemente utilizada como marcador tumoral no acompanhamento da doença, sendo identificada apenas em exames laboratoriais mais complexos.
"Nos testes que realizamos com 24 amostras de sangue de pacientes em diferentes estágios da doença e do grupo-controle, obtivemos respostas estatisticamente semelhantes às dos exames tradicionais. O próximo passo do nosso trabalho é ampliar o número de análises e o tipo de amostras, incluindo sangue, saliva e urina disponibilizados pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto", conta Gabriella Soares, aluna de doutorado em engenharia de materiais da USP, bolsista da FAPESP e primeira autora do estudo.
O câncer de pâncreas costuma ser identificado por meio de ensaio imunoenzimático (Elisa), que exige laboratórios equipados, mão de obra qualificada e tempo de processamento longo, quando comparado aos biossensores. "Por isso, o objetivo da pesquisa foi crlar uma ferramenta de rastreio de baixo custo que facilite o acesso da população ao diagnóstico precoce, aumentando significativamente as chances de sucesso terapêutico", afirma Soares.
O novo sensor atua medindo a capacidade de armazenar cargas elétricas (capacitância) em presença da glicoproteína CA19-9 no sangue dos pacientes, funcionando como um sistema de "chave e fechadura". Isso porque a superfície do dispositivo contém anticorpos específicos contra a proteína CA19-9 e, quando o sangue do paciente entra em contato com o sensor, os anticorpos reconhecem as moléculas do biomarcador e capturam a proteína.
A ligação altera a distribuição de cargas eletricas na superfície do eletrodo e o sensor traduz essa variação em um sinal mensurável de capacitância. "Quanto maior a concentração de CA19-9, maior a variação detectada no sensor. Em cerca de dez minutos, o slstema compara o resultado com uma curva de calibração preestabelecida, estimando a quantidade da proteína no sangue. Isso nos permite identificar concentrações muito baixas de CA'l 9- 9, o que possibilita o diagnostico precoce da doença de forma rápida e acessível", explica Soares.
Fonte: https.//www.cnnbrasil.com.brlsaude/usp-cria-biossensor baratoque-identifica cancer-de pancreas-em 10-minutos/ (adaptado)
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USP cria biossensor barato que identifica câncer de pâncreas em 10 minutos
Pesquisadores brasileiros desenvolveram um sensor eletroquímico capaz de detectar o câncer no pâncreas ainda nos estágios iniciais. O dispositivo identifica uma molecula biomarcadora (C419-9) da doença em baixas quantidades no sangue do paciente, oferecendo uma alternativa mais simples e barata a exames convencionais e menos acessíveis.
"Nos estágios iniciais, o câncer de pâncreas é assintomático, o que faz com que a doença seja identificada, na maioria das vezes, tardiamente. É por isso tambem que é um dos mais letais. Tanto que, nesses casos avançados, a taxa de sobrevida em cinco anos é de apenas 3%. A ideia de desenvolver esse biossensor simples e barato surge do princípio de dar acesso à rastreabilidade dessa doença", conta Débora Gonçalves, professora do IFSC-USP (lnstituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo) e coordenadora do projeto.
No estudo, publicado na revista ACS Omega, os pesquisadores descrevem o funcionamento de um sensor que detecta a presença da proteína CA19-9, o principal marcador biologico do câncer de pâncreas. A proteína é frequentemente utilizada como marcador tumoral no acompanhamento da doença, sendo identificada apenas em exames laboratoriais mais complexos.
"Nos testes que realizamos com 24 amostras de sangue de pacientes em diferentes estágios da doença e do grupo-controle, obtivemos respostas estatisticamente semelhantes às dos exames tradicionais. O próximo passo do nosso trabalho é ampliar o número de análises e o tipo de amostras, incluindo sangue, saliva e urina disponibilizados pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto", conta Gabriella Soares, aluna de doutorado em engenharia de materiais da USP, bolsista da FAPESP e primeira autora do estudo.
O câncer de pâncreas costuma ser identificado por meio de ensaio imunoenzimático (Elisa), que exige laboratórios equipados, mão de obra qualificada e tempo de processamento longo, quando comparado aos biossensores. "Por isso, o objetivo da pesquisa foi crlar uma ferramenta de rastreio de baixo custo que facilite o acesso da população ao diagnóstico precoce, aumentando significativamente as chances de sucesso terapêutico", afirma Soares.
O novo sensor atua medindo a capacidade de armazenar cargas elétricas (capacitância) em presença da glicoproteína CA19-9 no sangue dos pacientes, funcionando como um sistema de "chave e fechadura". Isso porque a superfície do dispositivo contém anticorpos específicos contra a proteína CA19-9 e, quando o sangue do paciente entra em contato com o sensor, os anticorpos reconhecem as moléculas do biomarcador e capturam a proteína.
A ligação altera a distribuição de cargas eletricas na superfície do eletrodo e o sensor traduz essa variação em um sinal mensurável de capacitância. "Quanto maior a concentração de CA19-9, maior a variação detectada no sensor. Em cerca de dez minutos, o slstema compara o resultado com uma curva de calibração preestabelecida, estimando a quantidade da proteína no sangue. Isso nos permite identificar concentrações muito baixas de CA'l 9- 9, o que possibilita o diagnostico precoce da doença de forma rápida e acessível", explica Soares.
Fonte: https.//www.cnnbrasil.com.brlsaude/usp-cria-biossensor baratoque-identifica cancer-de pancreas-em 10-minutos/ (adaptado)
Analise a frase retirada do início do texto: Pesquisadores brasileiros desenvolveram um sensor eletroquímico Diante disso, avalie as assertivas abaixo sobre a estrutura dessa oração:
I. O verbo desenvolveram está escrito no plural para concordar corretamente com o termo Pesquisadores brasileiros.
II. Se a expressão Pesquisadores brasileiros fosse trocada no texto por "O pesquisador brasileiro", a forma verbal deveria mudar obrigatoriamente para "desenvolveu".
III. A frase em destaque indica uma ação que ainda vai acontecer em um futuro distante.
Está CORRETO o que se afirma em:
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USP cria biossensor barato que identifica câncer de pâncreas em 10 minutos
Pesquisadores brasileiros desenvolveram um sensor eletroquímico capaz de detectar o câncer no pâncreas ainda nos estágios iniciais. O dispositivo identifica uma molecula biomarcadora (C419-9) da doença em baixas quantidades no sangue do paciente, oferecendo uma alternativa mais simples e barata a exames convencionais e menos acessíveis.
"Nos estágios iniciais, o câncer de pâncreas é assintomático, o que faz com que a doença seja identificada, na maioria das vezes, tardiamente. É por isso tambem que é um dos mais letais. Tanto que, nesses casos avançados, a taxa de sobrevida em cinco anos é de apenas 3%. A ideia de desenvolver esse biossensor simples e barato surge do princípio de dar acesso à rastreabilidade dessa doença", conta Débora Gonçalves, professora do IFSC-USP (lnstituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo) e coordenadora do projeto.
No estudo, publicado na revista ACS Omega, os pesquisadores descrevem o funcionamento de um sensor que detecta a presença da proteína CA19-9, o principal marcador biologico do câncer de pâncreas. A proteína é frequentemente utilizada como marcador tumoral no acompanhamento da doença, sendo identificada apenas em exames laboratoriais mais complexos.
"Nos testes que realizamos com 24 amostras de sangue de pacientes em diferentes estágios da doença e do grupo-controle, obtivemos respostas estatisticamente semelhantes às dos exames tradicionais. O próximo passo do nosso trabalho é ampliar o número de análises e o tipo de amostras, incluindo sangue, saliva e urina disponibilizados pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto", conta Gabriella Soares, aluna de doutorado em engenharia de materiais da USP, bolsista da FAPESP e primeira autora do estudo.
O câncer de pâncreas costuma ser identificado por meio de ensaio imunoenzimático (Elisa), que exige laboratórios equipados, mão de obra qualificada e tempo de processamento longo, quando comparado aos biossensores. "Por isso, o objetivo da pesquisa foi crlar uma ferramenta de rastreio de baixo custo que facilite o acesso da população ao diagnóstico precoce, aumentando significativamente as chances de sucesso terapêutico", afirma Soares.
O novo sensor atua medindo a capacidade de armazenar cargas elétricas (capacitância) em presença da glicoproteína CA19-9 no sangue dos pacientes, funcionando como um sistema de "chave e fechadura". Isso porque a superfície do dispositivo contém anticorpos específicos contra a proteína CA19-9 e, quando o sangue do paciente entra em contato com o sensor, os anticorpos reconhecem as moléculas do biomarcador e capturam a proteína.
A ligação altera a distribuição de cargas eletricas na superfície do eletrodo e o sensor traduz essa variação em um sinal mensurável de capacitância. "Quanto maior a concentração de CA19-9, maior a variação detectada no sensor. Em cerca de dez minutos, o slstema compara o resultado com uma curva de calibração preestabelecida, estimando a quantidade da proteína no sangue. Isso nos permite identificar concentrações muito baixas de CA'l 9- 9, o que possibilita o diagnostico precoce da doença de forma rápida e acessível", explica Soares.
Fonte: https.//www.cnnbrasil.com.brlsaude/usp-cria-biossensor baratoque-identifica cancer-de pancreas-em 10-minutos/ (adaptado)
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USP cria biossensor barato que identifica câncer de pâncreas em 10 minutos
Pesquisadores brasileiros desenvolveram um sensor eletroquímico capaz de detectar o câncer no pâncreas ainda nos estágios iniciais. O dispositivo identifica uma molecula biomarcadora (C419-9) da doença em baixas quantidades no sangue do paciente, oferecendo uma alternativa mais simples e barata a exames convencionais e menos acessíveis.
"Nos estágios iniciais, o câncer de pâncreas é assintomático, o que faz com que a doença seja identificada, na maioria das vezes, tardiamente. É por isso tambem que é um dos mais letais. Tanto que, nesses casos avançados, a taxa de sobrevida em cinco anos é de apenas 3%. A ideia de desenvolver esse biossensor simples e barato surge do princípio de dar acesso à rastreabilidade dessa doença", conta Débora Gonçalves, professora do IFSC-USP (lnstituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo) e coordenadora do projeto.
No estudo, publicado na revista ACS Omega, os pesquisadores descrevem o funcionamento de um sensor que detecta a presença da proteína CA19-9, o principal marcador biologico do câncer de pâncreas. A proteína é frequentemente utilizada como marcador tumoral no acompanhamento da doença, sendo identificada apenas em exames laboratoriais mais complexos.
"Nos testes que realizamos com 24 amostras de sangue de pacientes em diferentes estágios da doença e do grupo-controle, obtivemos respostas estatisticamente semelhantes às dos exames tradicionais. O próximo passo do nosso trabalho é ampliar o número de análises e o tipo de amostras, incluindo sangue, saliva e urina disponibilizados pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto", conta Gabriella Soares, aluna de doutorado em engenharia de materiais da USP, bolsista da FAPESP e primeira autora do estudo.
O câncer de pâncreas costuma ser identificado por meio de ensaio imunoenzimático (Elisa), que exige laboratórios equipados, mão de obra qualificada e tempo de processamento longo, quando comparado aos biossensores. "Por isso, o objetivo da pesquisa foi crlar uma ferramenta de rastreio de baixo custo que facilite o acesso da população ao diagnóstico precoce, aumentando significativamente as chances de sucesso terapêutico", afirma Soares.
O novo sensor atua medindo a capacidade de armazenar cargas elétricas (capacitância) em presença da glicoproteína CA19-9 no sangue dos pacientes, funcionando como um sistema de "chave e fechadura". Isso porque a superfície do dispositivo contém anticorpos específicos contra a proteína CA19-9 e, quando o sangue do paciente entra em contato com o sensor, os anticorpos reconhecem as moléculas do biomarcador e capturam a proteína.
A ligação altera a distribuição de cargas eletricas na superfície do eletrodo e o sensor traduz essa variação em um sinal mensurável de capacitância. "Quanto maior a concentração de CA19-9, maior a variação detectada no sensor. Em cerca de dez minutos, o slstema compara o resultado com uma curva de calibração preestabelecida, estimando a quantidade da proteína no sangue. Isso nos permite identificar concentrações muito baixas de CA'l 9- 9, o que possibilita o diagnostico precoce da doença de forma rápida e acessível", explica Soares.
Fonte: https.//www.cnnbrasil.com.brlsaude/usp-cria-biossensor baratoque-identifica cancer-de pancreas-em 10-minutos/ (adaptado)
A união das frases em um texto e feita por palavras que estabelecem relações de sentido e dão continuidade ao assunto. Diante disso, leia o trecho adaptado do texto:
O câncer de pâncreas é um dos tipos mais letais. ________, a ideia de desenvolver um biossensor simples e barato do princípio de dar acesso rápido dos exames.
Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
Para responder à questão.
USP cria biossensor barato que identifica câncer de pâncreas em 10 minutos
Pesquisadores brasileiros desenvolveram um sensor eletroquímico capaz de detectar o câncer no pâncreas ainda nos estágios iniciais. O dispositivo identifica uma molecula biomarcadora (C419-9) da doença em baixas quantidades no sangue do paciente, oferecendo uma alternativa mais simples e barata a exames convencionais e menos acessíveis.
"Nos estágios iniciais, o câncer de pâncreas é assintomático, o que faz com que a doença seja identificada, na maioria das vezes, tardiamente. É por isso tambem que é um dos mais letais. Tanto que, nesses casos avançados, a taxa de sobrevida em cinco anos é de apenas 3%. A ideia de desenvolver esse biossensor simples e barato surge do princípio de dar acesso à rastreabilidade dessa doença", conta Débora Gonçalves, professora do IFSC-USP (lnstituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo) e coordenadora do projeto.
No estudo, publicado na revista ACS Omega, os pesquisadores descrevem o funcionamento de um sensor que detecta a presença da proteína CA19-9, o principal marcador biologico do câncer de pâncreas. A proteína é frequentemente utilizada como marcador tumoral no acompanhamento da doença, sendo identificada apenas em exames laboratoriais mais complexos.
"Nos testes que realizamos com 24 amostras de sangue de pacientes em diferentes estágios da doença e do grupo-controle, obtivemos respostas estatisticamente semelhantes às dos exames tradicionais. O próximo passo do nosso trabalho é ampliar o número de análises e o tipo de amostras, incluindo sangue, saliva e urina disponibilizados pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto", conta Gabriella Soares, aluna de doutorado em engenharia de materiais da USP, bolsista da FAPESP e primeira autora do estudo.
O câncer de pâncreas costuma ser identificado por meio de ensaio imunoenzimático (Elisa), que exige laboratórios equipados, mão de obra qualificada e tempo de processamento longo, quando comparado aos biossensores. "Por isso, o objetivo da pesquisa foi crlar uma ferramenta de rastreio de baixo custo que facilite o acesso da população ao diagnóstico precoce, aumentando significativamente as chances de sucesso terapêutico", afirma Soares.
O novo sensor atua medindo a capacidade de armazenar cargas elétricas (capacitância) em presença da glicoproteína CA19-9 no sangue dos pacientes, funcionando como um sistema de "chave e fechadura". Isso porque a superfície do dispositivo contém anticorpos específicos contra a proteína CA19-9 e, quando o sangue do paciente entra em contato com o sensor, os anticorpos reconhecem as moléculas do biomarcador e capturam a proteína.
A ligação altera a distribuição de cargas eletricas na superfície do eletrodo e o sensor traduz essa variação em um sinal mensurável de capacitância. "Quanto maior a concentração de CA19-9, maior a variação detectada no sensor. Em cerca de dez minutos, o slstema compara o resultado com uma curva de calibração preestabelecida, estimando a quantidade da proteína no sangue. Isso nos permite identificar concentrações muito baixas de CA'l 9- 9, o que possibilita o diagnostico precoce da doença de forma rápida e acessível", explica Soares.
Fonte: https.//www.cnnbrasil.com.brlsaude/usp-cria-biossensor baratoque-identifica cancer-de pancreas-em 10-minutos/ (adaptado)
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"Nos estágios iniciais, o câncer de pâncreas é assintomático, o que faz com que a doença seja identificada, na maioria das vezes, tardiamente. É por isso tambem que é um dos mais letais. Tanto que, nesses casos avançados, a taxa de sobrevida em cinco anos é de apenas 3%. A ideia de desenvolver esse biossensor simples e barato surge do princípio de dar acesso à rastreabilidade dessa doença", conta Débora Gonçalves, professora do IFSC-USP (lnstituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo) e coordenadora do projeto.
No estudo, publicado na revista ACS Omega, os pesquisadores descrevem o funcionamento de um sensor que detecta a presença da proteína CA19-9, o principal marcador biologico do câncer de pâncreas. A proteína é frequentemente utilizada como marcador tumoral no acompanhamento da doença, sendo identificada apenas em exames laboratoriais mais complexos.
"Nos testes que realizamos com 24 amostras de sangue de pacientes em diferentes estágios da doença e do grupo-controle, obtivemos respostas estatisticamente semelhantes às dos exames tradicionais. O próximo passo do nosso trabalho é ampliar o número de análises e o tipo de amostras, incluindo sangue, saliva e urina disponibilizados pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto", conta Gabriella Soares, aluna de doutorado em engenharia de materiais da USP, bolsista da FAPESP e primeira autora do estudo.
O câncer de pâncreas costuma ser identificado por meio de ensaio imunoenzimático (Elisa), que exige laboratórios equipados, mão de obra qualificada e tempo de processamento longo, quando comparado aos biossensores. "Por isso, o objetivo da pesquisa foi crlar uma ferramenta de rastreio de baixo custo que facilite o acesso da população ao diagnóstico precoce, aumentando significativamente as chances de sucesso terapêutico", afirma Soares.
O novo sensor atua medindo a capacidade de armazenar cargas elétricas (capacitância) em presença da glicoproteína CA19-9 no sangue dos pacientes, funcionando como um sistema de "chave e fechadura". Isso porque a superfície do dispositivo contém anticorpos específicos contra a proteína CA19-9 e, quando o sangue do paciente entra em contato com o sensor, os anticorpos reconhecem as moléculas do biomarcador e capturam a proteína.
A ligação altera a distribuição de cargas eletricas na superfície do eletrodo e o sensor traduz essa variação em um sinal mensurável de capacitância. "Quanto maior a concentração de CA19-9, maior a variação detectada no sensor. Em cerca de dez minutos, o slstema compara o resultado com uma curva de calibração preestabelecida, estimando a quantidade da proteína no sangue. Isso nos permite identificar concentrações muito baixas de CA'l 9- 9, o que possibilita o diagnostico precoce da doença de forma rápida e acessível", explica Soares.
Fonte: https.//www.cnnbrasil.com.brlsaude/usp-cria-biossensor baratoque-identifica cancer-de pancreas-em 10-minutos/ (adaptado)
Para facilitar a compreensão, o texto utiliza figuras de linguagem que trazem comparações com objetos do nosso dia a dia. Diante disso, observe a passagem que afirma que o dispositivo funciona como um sistema de "chave e fechadura". Considerando essa estratégia de explicação, analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):
( ) A expressão indica literalmente que o aparelho precisa de uma chave para ser ligado na tomada do hospital.
( ) A comparação foi feita para explicar, de forma mais simples, como os anticorpos do sensor se encaixam e capturam a proteína do sangue.
( ) O uso dessa linguagem figurada ajuda as pessoas que não são cientistas a entenderem o mecanismo complexo do dispositivo.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Para responder à questão.
USP cria biossensor barato que identifica câncer de pâncreas em 10 minutos
Pesquisadores brasileiros desenvolveram um sensor eletroquímico capaz de detectar o câncer no pâncreas ainda nos estágios iniciais. O dispositivo identifica uma molecula biomarcadora (C419-9) da doença em baixas quantidades no sangue do paciente, oferecendo uma alternativa mais simples e barata a exames convencionais e menos acessíveis.
"Nos estágios iniciais, o câncer de pâncreas é assintomático, o que faz com que a doença seja identificada, na maioria das vezes, tardiamente. É por isso tambem que é um dos mais letais. Tanto que, nesses casos avançados, a taxa de sobrevida em cinco anos é de apenas 3%. A ideia de desenvolver esse biossensor simples e barato surge do princípio de dar acesso à rastreabilidade dessa doença", conta Débora Gonçalves, professora do IFSC-USP (lnstituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo) e coordenadora do projeto.
No estudo, publicado na revista ACS Omega, os pesquisadores descrevem o funcionamento de um sensor que detecta a presença da proteína CA19-9, o principal marcador biologico do câncer de pâncreas. A proteína é frequentemente utilizada como marcador tumoral no acompanhamento da doença, sendo identificada apenas em exames laboratoriais mais complexos.
"Nos testes que realizamos com 24 amostras de sangue de pacientes em diferentes estágios da doença e do grupo-controle, obtivemos respostas estatisticamente semelhantes às dos exames tradicionais. O próximo passo do nosso trabalho é ampliar o número de análises e o tipo de amostras, incluindo sangue, saliva e urina disponibilizados pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto", conta Gabriella Soares, aluna de doutorado em engenharia de materiais da USP, bolsista da FAPESP e primeira autora do estudo.
O câncer de pâncreas costuma ser identificado por meio de ensaio imunoenzimático (Elisa), que exige laboratórios equipados, mão de obra qualificada e tempo de processamento longo, quando comparado aos biossensores. "Por isso, o objetivo da pesquisa foi crlar uma ferramenta de rastreio de baixo custo que facilite o acesso da população ao diagnóstico precoce, aumentando significativamente as chances de sucesso terapêutico", afirma Soares.
O novo sensor atua medindo a capacidade de armazenar cargas elétricas (capacitância) em presença da glicoproteína CA19-9 no sangue dos pacientes, funcionando como um sistema de "chave e fechadura". Isso porque a superfície do dispositivo contém anticorpos específicos contra a proteína CA19-9 e, quando o sangue do paciente entra em contato com o sensor, os anticorpos reconhecem as moléculas do biomarcador e capturam a proteína.
A ligação altera a distribuição de cargas eletricas na superfície do eletrodo e o sensor traduz essa variação em um sinal mensurável de capacitância. "Quanto maior a concentração de CA19-9, maior a variação detectada no sensor. Em cerca de dez minutos, o slstema compara o resultado com uma curva de calibração preestabelecida, estimando a quantidade da proteína no sangue. Isso nos permite identificar concentrações muito baixas de CA'l 9- 9, o que possibilita o diagnostico precoce da doença de forma rápida e acessível", explica Soares.
Fonte: https.//www.cnnbrasil.com.brlsaude/usp-cria-biossensor baratoque-identifica cancer-de pancreas-em 10-minutos/ (adaptado)
(__)As tábuas de madeira devem ser empilhadas horizontalmente, utilizando-se separadores (sarrafos) entre as camadas para permitir a circulação de ar.
(__)O armazenamento de painéis de compensado é feito preferencialmente de pé, encostados na parede, para facilitar a seleção de peças.
(__)A madeira estocada em áreas externas é protegida da incidência direta do sol e da chuva por meio de coberturas ventiladas.
(__)O contato direto da madeira com o solo é recomendado durante o armazenamento para que o material troque umidade com a terra e não rache.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
(__)O uso de uma lâmina de serra com maior número de dentes proporciona um corte mais limpo e com menos estilhaços em painéis revestidos.
(__)A direção das fibras não é um fator crítico ao realizar cortes em painéis de partículas de densidade média (MDF), dada a sua natureza isotrópica.
(__)O corte de painéis é iniciado pela face de melhor acabamento, posicionando-a voltada para cima ao utilizar uma serra circular manual.
(__)A aplicação de fita crepe sobre a linha de corte é uma técnica eficaz para reduzir o lascamento da camada de melamina em painéis de aglomerado.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
I.O uso de cunhas de madeira é uma técnica usada durante a montagem para realizar o ajuste fino do nível da estrutura antes da fixação definitiva.
II.A fixação dos montantes verticais deve ocorrer na parte superior, permitindo que a base flutue para absorver as vibrações do piso.
III.O preenchimento interno das divisórias com lã de rocha ou lã de vidro visa melhorar o isolamento termoacústico entre as salas da repartição.
Está correto o que se afirma em:
(__)A lixadeira de cinta é indicada para o desbaste pesado de superfícies planas, devendo ser operada no sentido das fibras da madeira.
(__)A lixadeira orbital, devido ao seu movimento circular, não há preocupação com o sentido das fibras, sendo ideal para acabamentos finos.
(__)O uso de lixas de granulação baixa, como a G36, é recomendado para a etapa final de polimento antes da aplicação de seladores.
(__)A pressão excessiva sobre a lixadeira elétrica aumenta a eficiência da remoção de material e prolonga a vida útil do motor por reduzir o tempo de uso.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
(__)O selador para madeira tem como função principal fechar os poros do material, reduzindo o consumo de verniz na etapa subsequente.
(__)A aplicação de seladora é indicada para peças de mobiliário que ficarão expostas diretamente à chuva e ao sol intenso em áreas externas.
(__)O lixamento entre demãos de acabamento serve para remover as fibras da madeira que se arrepiam após o contato com solventes ou tintas.
(__)A massa de madeira para correção de imperfeições é aplicada após a última demão de verniz para garantir a uniformidade da cor.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
I.O uso de protetor auricular é obrigatório durante a operação de ferramentas elétricas ruidosas para prevenir a perda auditiva induzida pelo ruído ocupacional.
II.A máscara de proteção respiratória com filtro para poeiras finas é necessária durante o lixamento de madeiras tratadas quimicamente com sais de cobre e cromo.
III.O calçado de segurança com biqueira de aço é de uso facultativo em carpintarias, sendo exigido apenas em trabalhos de demolição pesada.
Está correto o que se afirma em:
(__)O apodrecimento da madeira por fungos apodrecedores ocorre frequentemente quando o teor de umidade do material permanece acima de vinte por cento por períodos prolongados.
(__)A aplicação de verniz marítimo sobre madeira já atacada por cupins de solo interrompe imediatamente o ciclo reprodutivo do inseto por meio do isolamento alveolar.
(__)O tratamento químico de peças de manutenção é realizado preferencialmente após a execução de todos os cortes, furos e entalhes necessários para a instalação.
(__)A substituição de vigas de madeira por peças metálicas em monumentos históricos dispensa a análise de compatibilidade de carga, desde que mantida a estética externa.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: