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Q2051351 Português
Na frase “A inflação continuará a ser controlada a partir do patamar de 5% a que alcançou em 2007”, quantos dos termos grifados representam uma preposição e quantos representam um artigo? 
Alternativas
Q1810832 Português
INSTAGRAM
Por Carol Sandler
Publicado em 10 de dezembro de 2019

Imagine um mundo em que você seria remunerado para navegar no seu feed do Instagram ou fazer uma pesquisa no Google.
Parece delírio, não? Mas existe fundamento para esta visão – e ela poderia ser a chave para criar a polêmica renda básica universal.
O conceito se chama “individual data ownership”, ou privacidade individual de dados e eu o conheci no TEDWomen de 2019, realizado na Califórnia. O evento é uma mostra de todo o talento e criatividade das mulheres.
Em sua palestra, a especialista em inteligência artificial Jennifer Zhu Scott trouxe a importância dos dados que produzimos diariamente.
Ao desbloquear o seu smartphone, você já começa a produzir dados. As músicas que você escuta, as séries que assiste, os passos que dá, os lugares que frequenta… tudo vira bits para a coleção das informações que gigantes da tecnologia têm sobre nós.
Duvida? Então veja todas as informações que o Google tem sobre você. Existe uma função que nos permite ver todos os dados que a gigante dos buscadores tem armazenadas sobre cada um de nós.
Esses dados valem bilhões – que o diga o Facebook, por exemplo, que faturou US$ 17 bilhões no terceiro trimestre de 2019. A rede social utiliza as informações que postamos para vender anúncios personalizados.
Mas apesar de produzirmos estes dados todos, não somos remunerados por eles. E existe um movimento que deseja rever isto.
Scott, que também é investidora em startups, criou um movimento para que nós sejamos recompensados pelos dados que geramos diariamente. “Trata-se de um novo modelo econômico, que empodera não apenas as empresas, mas também os indivíduos”, disse ela no palco do TEDWomen.
Já existem iniciativas deste gênero em funcionamento. A Delphia, uma fintech canadense, permite que pessoas invistam na bolsa de valores usando apenas os seus dados como “dinheiro”.
Os usuários conectam as suas informações pessoais ao sistema e respondem a questionários diários sobre seu comportamento para a empresa analisar – em troca, recebem comissões e podem usar estes recursos para investir em ações.
Na China, milhões de empreendedores oferecem suas informações pessoais para conseguir acesso a uma linha de microcrédito como a Dumiao.
Existem apps que permitem a doação de dados para ajudar pesquisas médicas e científicas. Outros para remunerar usuários que assistem a anúncios com o acesso a paywalls de portais de notícias. Nos EUA, já existem marketplaces que garantem a venda segura dos dados individuais, como o Wibson.
Então surge a pergunta inevitável: quanto valem as nossas informações pessoais?
Muita gente pode se sentir desconfortável com a noção de vender seus dados. No entanto, damos essas informações de graça para empresas bilionárias.
Zhu Scott estima que cada um de nós produz algo entre US$ 1 mil e US$ 2 mil anualmente em dados e informações pessoais – e, se fôssemos remunerados, poderíamos resolver a questão da renda básica universal.
Essa ideia polêmica vem sendo implementada e discutida em diversos países europeus, ainda sem consenso. A privacidade individual de dados poderia ser a resposta.
Depois de assistir à fala de Zhu Scott, ficou claro como boa parte do debate global sobre privacidade é, no fundo, uma questão econômica que interessa a todos que acessam a internet.
Está na hora de acompanharmos o debate e ficarmos de olho nas soluções que devem surgir. Nosso bolso agradece.

Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2S2fshT.
Com base no texto 'INSTAGRAM', leia as afirmativas a seguir:
I. De acordo com o texto, ao desbloquear o smartphone, o indivíduo já começa a produzir dados. As músicas que o usuário escuta, as séries a que assiste, os passos que dá, os lugares que frequenta são informações acumuladas pelas gigantes da tecnologia sobre nós. II. O texto permite deduzir que a ideia polêmica de remunerar os usuários por fornecer os seus dados vem sendo implementada e discutida em diversos países europeus, ainda sem consenso. III. Depreende-se do texto que existe uma função que permite ver todos os dados que o Google tem armazenado sobre cada usuário. Essa função, de acordo com o texto, representa uma violação dos direitos individuais e das garantias de privacidade que esse gigante da Internet afirma defender. No entanto, apesar das graves violações cometidas diariamente pelas redes sociais, essas empresas continuam a faturar bilhões todos os dias com publicidade digital sem sofrer qualquer fiscalização do governo, de acordo com a autora.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1810831 Português
INSTAGRAM
Por Carol Sandler
Publicado em 10 de dezembro de 2019

Imagine um mundo em que você seria remunerado para navegar no seu feed do Instagram ou fazer uma pesquisa no Google.
Parece delírio, não? Mas existe fundamento para esta visão – e ela poderia ser a chave para criar a polêmica renda básica universal.
O conceito se chama “individual data ownership”, ou privacidade individual de dados e eu o conheci no TEDWomen de 2019, realizado na Califórnia. O evento é uma mostra de todo o talento e criatividade das mulheres.
Em sua palestra, a especialista em inteligência artificial Jennifer Zhu Scott trouxe a importância dos dados que produzimos diariamente.
Ao desbloquear o seu smartphone, você já começa a produzir dados. As músicas que você escuta, as séries que assiste, os passos que dá, os lugares que frequenta… tudo vira bits para a coleção das informações que gigantes da tecnologia têm sobre nós.
Duvida? Então veja todas as informações que o Google tem sobre você. Existe uma função que nos permite ver todos os dados que a gigante dos buscadores tem armazenadas sobre cada um de nós.
Esses dados valem bilhões – que o diga o Facebook, por exemplo, que faturou US$ 17 bilhões no terceiro trimestre de 2019. A rede social utiliza as informações que postamos para vender anúncios personalizados.
Mas apesar de produzirmos estes dados todos, não somos remunerados por eles. E existe um movimento que deseja rever isto.
Scott, que também é investidora em startups, criou um movimento para que nós sejamos recompensados pelos dados que geramos diariamente. “Trata-se de um novo modelo econômico, que empodera não apenas as empresas, mas também os indivíduos”, disse ela no palco do TEDWomen.
Já existem iniciativas deste gênero em funcionamento. A Delphia, uma fintech canadense, permite que pessoas invistam na bolsa de valores usando apenas os seus dados como “dinheiro”.
Os usuários conectam as suas informações pessoais ao sistema e respondem a questionários diários sobre seu comportamento para a empresa analisar – em troca, recebem comissões e podem usar estes recursos para investir em ações.
Na China, milhões de empreendedores oferecem suas informações pessoais para conseguir acesso a uma linha de microcrédito como a Dumiao.
Existem apps que permitem a doação de dados para ajudar pesquisas médicas e científicas. Outros para remunerar usuários que assistem a anúncios com o acesso a paywalls de portais de notícias. Nos EUA, já existem marketplaces que garantem a venda segura dos dados individuais, como o Wibson.
Então surge a pergunta inevitável: quanto valem as nossas informações pessoais?
Muita gente pode se sentir desconfortável com a noção de vender seus dados. No entanto, damos essas informações de graça para empresas bilionárias.
Zhu Scott estima que cada um de nós produz algo entre US$ 1 mil e US$ 2 mil anualmente em dados e informações pessoais – e, se fôssemos remunerados, poderíamos resolver a questão da renda básica universal.
Essa ideia polêmica vem sendo implementada e discutida em diversos países europeus, ainda sem consenso. A privacidade individual de dados poderia ser a resposta.
Depois de assistir à fala de Zhu Scott, ficou claro como boa parte do debate global sobre privacidade é, no fundo, uma questão econômica que interessa a todos que acessam a internet.
Está na hora de acompanharmos o debate e ficarmos de olho nas soluções que devem surgir. Nosso bolso agradece.

Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2S2fshT.
Com base no texto 'INSTAGRAM', leia as afirmativas a seguir:
I. É possível subentender-se a partir do texto que o Google tem informações armazenadas sobre seus usuários, e que essas informações valem bilhões. Como exemplo, o texto cita o caso do Facebook, que faturou US$ 17 bilhões no terceiro trimestre de 2019. II. No texto, é possível identificar a ideia de que existe um movimento para que os usuários sejam recompensados pelos dados que geram diariamente. Trata-se de um novo modelo econômico, que empodera não apenas as empresas, mas também os indivíduos. III. A autora afirma que existem apps que permitem a doação de dados para ajudar pesquisas médicas e científicas. Outros apps permitem remunerar usuários que assistem a anúncios com o acesso a paywalls de portais de notícias.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1810830 Português
INSTAGRAM
Por Carol Sandler
Publicado em 10 de dezembro de 2019

Imagine um mundo em que você seria remunerado para navegar no seu feed do Instagram ou fazer uma pesquisa no Google.
Parece delírio, não? Mas existe fundamento para esta visão – e ela poderia ser a chave para criar a polêmica renda básica universal.
O conceito se chama “individual data ownership”, ou privacidade individual de dados e eu o conheci no TEDWomen de 2019, realizado na Califórnia. O evento é uma mostra de todo o talento e criatividade das mulheres.
Em sua palestra, a especialista em inteligência artificial Jennifer Zhu Scott trouxe a importância dos dados que produzimos diariamente.
Ao desbloquear o seu smartphone, você já começa a produzir dados. As músicas que você escuta, as séries que assiste, os passos que dá, os lugares que frequenta… tudo vira bits para a coleção das informações que gigantes da tecnologia têm sobre nós.
Duvida? Então veja todas as informações que o Google tem sobre você. Existe uma função que nos permite ver todos os dados que a gigante dos buscadores tem armazenadas sobre cada um de nós.
Esses dados valem bilhões – que o diga o Facebook, por exemplo, que faturou US$ 17 bilhões no terceiro trimestre de 2019. A rede social utiliza as informações que postamos para vender anúncios personalizados.
Mas apesar de produzirmos estes dados todos, não somos remunerados por eles. E existe um movimento que deseja rever isto.
Scott, que também é investidora em startups, criou um movimento para que nós sejamos recompensados pelos dados que geramos diariamente. “Trata-se de um novo modelo econômico, que empodera não apenas as empresas, mas também os indivíduos”, disse ela no palco do TEDWomen.
Já existem iniciativas deste gênero em funcionamento. A Delphia, uma fintech canadense, permite que pessoas invistam na bolsa de valores usando apenas os seus dados como “dinheiro”.
Os usuários conectam as suas informações pessoais ao sistema e respondem a questionários diários sobre seu comportamento para a empresa analisar – em troca, recebem comissões e podem usar estes recursos para investir em ações.
Na China, milhões de empreendedores oferecem suas informações pessoais para conseguir acesso a uma linha de microcrédito como a Dumiao.
Existem apps que permitem a doação de dados para ajudar pesquisas médicas e científicas. Outros para remunerar usuários que assistem a anúncios com o acesso a paywalls de portais de notícias. Nos EUA, já existem marketplaces que garantem a venda segura dos dados individuais, como o Wibson.
Então surge a pergunta inevitável: quanto valem as nossas informações pessoais?
Muita gente pode se sentir desconfortável com a noção de vender seus dados. No entanto, damos essas informações de graça para empresas bilionárias.
Zhu Scott estima que cada um de nós produz algo entre US$ 1 mil e US$ 2 mil anualmente em dados e informações pessoais – e, se fôssemos remunerados, poderíamos resolver a questão da renda básica universal.
Essa ideia polêmica vem sendo implementada e discutida em diversos países europeus, ainda sem consenso. A privacidade individual de dados poderia ser a resposta.
Depois de assistir à fala de Zhu Scott, ficou claro como boa parte do debate global sobre privacidade é, no fundo, uma questão econômica que interessa a todos que acessam a internet.
Está na hora de acompanharmos o debate e ficarmos de olho nas soluções que devem surgir. Nosso bolso agradece.

Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2S2fshT.
Com base no texto 'INSTAGRAM', leia as afirmativas a seguir:
I. A autora aponta que, nos EUA, já existem marketplaces que garantem a venda segura dos dados individuais e defende que no Brasil, em 2020, os membros do Congresso Nacional aprovem medidas que permitam a qualquer empresa vender dados cadastrais e sigilosos dos usuários dos seus serviços sem que sejam impostas quaisquer sanções a essas entidades. II. No texto, é possível identificar a informação de que, na perspectiva de Zhu Scott, cada usuário produz algo entre US$ 1 mil e US$ 2 mil anualmente em dados e informações pessoais. Se os usuários fossem remunerados, seria possível resolver a questão da renda básica universal, de acordo com Zhu, afirma o texto. III. Zhu Scott procurou deixar claro como boa parte do debate global sobre privacidade, no contexto digital, é, no fundo, uma questão econômica que interessa exclusivamente às grandes companhias da internet, de acordo com a autora. Assim, é fundamental que os usuários dos serviços dessas empresas abstenham-se de envolver-se no debate sobre o uso dos dados pessoais na internet.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1810829 Português
INSTAGRAM
Por Carol Sandler
Publicado em 10 de dezembro de 2019

Imagine um mundo em que você seria remunerado para navegar no seu feed do Instagram ou fazer uma pesquisa no Google.
Parece delírio, não? Mas existe fundamento para esta visão – e ela poderia ser a chave para criar a polêmica renda básica universal.
O conceito se chama “individual data ownership”, ou privacidade individual de dados e eu o conheci no TEDWomen de 2019, realizado na Califórnia. O evento é uma mostra de todo o talento e criatividade das mulheres.
Em sua palestra, a especialista em inteligência artificial Jennifer Zhu Scott trouxe a importância dos dados que produzimos diariamente.
Ao desbloquear o seu smartphone, você já começa a produzir dados. As músicas que você escuta, as séries que assiste, os passos que dá, os lugares que frequenta… tudo vira bits para a coleção das informações que gigantes da tecnologia têm sobre nós.
Duvida? Então veja todas as informações que o Google tem sobre você. Existe uma função que nos permite ver todos os dados que a gigante dos buscadores tem armazenadas sobre cada um de nós.
Esses dados valem bilhões – que o diga o Facebook, por exemplo, que faturou US$ 17 bilhões no terceiro trimestre de 2019. A rede social utiliza as informações que postamos para vender anúncios personalizados.
Mas apesar de produzirmos estes dados todos, não somos remunerados por eles. E existe um movimento que deseja rever isto.
Scott, que também é investidora em startups, criou um movimento para que nós sejamos recompensados pelos dados que geramos diariamente. “Trata-se de um novo modelo econômico, que empodera não apenas as empresas, mas também os indivíduos”, disse ela no palco do TEDWomen.
Já existem iniciativas deste gênero em funcionamento. A Delphia, uma fintech canadense, permite que pessoas invistam na bolsa de valores usando apenas os seus dados como “dinheiro”.
Os usuários conectam as suas informações pessoais ao sistema e respondem a questionários diários sobre seu comportamento para a empresa analisar – em troca, recebem comissões e podem usar estes recursos para investir em ações.
Na China, milhões de empreendedores oferecem suas informações pessoais para conseguir acesso a uma linha de microcrédito como a Dumiao.
Existem apps que permitem a doação de dados para ajudar pesquisas médicas e científicas. Outros para remunerar usuários que assistem a anúncios com o acesso a paywalls de portais de notícias. Nos EUA, já existem marketplaces que garantem a venda segura dos dados individuais, como o Wibson.
Então surge a pergunta inevitável: quanto valem as nossas informações pessoais?
Muita gente pode se sentir desconfortável com a noção de vender seus dados. No entanto, damos essas informações de graça para empresas bilionárias.
Zhu Scott estima que cada um de nós produz algo entre US$ 1 mil e US$ 2 mil anualmente em dados e informações pessoais – e, se fôssemos remunerados, poderíamos resolver a questão da renda básica universal.
Essa ideia polêmica vem sendo implementada e discutida em diversos países europeus, ainda sem consenso. A privacidade individual de dados poderia ser a resposta.
Depois de assistir à fala de Zhu Scott, ficou claro como boa parte do debate global sobre privacidade é, no fundo, uma questão econômica que interessa a todos que acessam a internet.
Está na hora de acompanharmos o debate e ficarmos de olho nas soluções que devem surgir. Nosso bolso agradece.

Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2S2fshT.
Com base no texto 'INSTAGRAM', leia as afirmativas a seguir:
I. O texto aponta que, em geral, as pessoas se sentem bastante confortáveis com a noção de vender seus dados. No entanto, afirma a autora, muitas empresas bilionárias compram tais informações a um preço justo dos usuários dos seus serviços, como acontece com o Google, o Instagram e o Facebook. Assim, defende a autora, essas empresas devem receber subsídios do governo para continuarem a prestar serviços de qualidade e manter a política de remuneração dos seus usuários. II. No texto, a autora sugere que está na hora de acompanhar o debate sobre o uso de dados privados na Internet e ficar de olho nas soluções que devem surgir sobre esse tema. De acordo com ela, a população brasileira deve mobilizar-se em defesa das grandes companhias de Internet, as quais prestam serviços de qualidade sem custo para o usuário final e sem fins lucrativos, sendo remuneradas apenas pelos dados pessoais das pessoas que usam seus serviços digitais. III. A autora informa que, apesar de os usuários dos serviços digitais produzirem uma grande quantidade de dados que geram grandes receitas para as gigantes de tecnologia, os usuários não são remunerados. No entanto existe um movimento que deseja rever essa situação.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1810828 Português
INSTAGRAM
Por Carol Sandler
Publicado em 10 de dezembro de 2019

Imagine um mundo em que você seria remunerado para navegar no seu feed do Instagram ou fazer uma pesquisa no Google.
Parece delírio, não? Mas existe fundamento para esta visão – e ela poderia ser a chave para criar a polêmica renda básica universal.
O conceito se chama “individual data ownership”, ou privacidade individual de dados e eu o conheci no TEDWomen de 2019, realizado na Califórnia. O evento é uma mostra de todo o talento e criatividade das mulheres.
Em sua palestra, a especialista em inteligência artificial Jennifer Zhu Scott trouxe a importância dos dados que produzimos diariamente.
Ao desbloquear o seu smartphone, você já começa a produzir dados. As músicas que você escuta, as séries que assiste, os passos que dá, os lugares que frequenta… tudo vira bits para a coleção das informações que gigantes da tecnologia têm sobre nós.
Duvida? Então veja todas as informações que o Google tem sobre você. Existe uma função que nos permite ver todos os dados que a gigante dos buscadores tem armazenadas sobre cada um de nós.
Esses dados valem bilhões – que o diga o Facebook, por exemplo, que faturou US$ 17 bilhões no terceiro trimestre de 2019. A rede social utiliza as informações que postamos para vender anúncios personalizados.
Mas apesar de produzirmos estes dados todos, não somos remunerados por eles. E existe um movimento que deseja rever isto.
Scott, que também é investidora em startups, criou um movimento para que nós sejamos recompensados pelos dados que geramos diariamente. “Trata-se de um novo modelo econômico, que empodera não apenas as empresas, mas também os indivíduos”, disse ela no palco do TEDWomen.
Já existem iniciativas deste gênero em funcionamento. A Delphia, uma fintech canadense, permite que pessoas invistam na bolsa de valores usando apenas os seus dados como “dinheiro”.
Os usuários conectam as suas informações pessoais ao sistema e respondem a questionários diários sobre seu comportamento para a empresa analisar – em troca, recebem comissões e podem usar estes recursos para investir em ações.
Na China, milhões de empreendedores oferecem suas informações pessoais para conseguir acesso a uma linha de microcrédito como a Dumiao.
Existem apps que permitem a doação de dados para ajudar pesquisas médicas e científicas. Outros para remunerar usuários que assistem a anúncios com o acesso a paywalls de portais de notícias. Nos EUA, já existem marketplaces que garantem a venda segura dos dados individuais, como o Wibson.
Então surge a pergunta inevitável: quanto valem as nossas informações pessoais?
Muita gente pode se sentir desconfortável com a noção de vender seus dados. No entanto, damos essas informações de graça para empresas bilionárias.
Zhu Scott estima que cada um de nós produz algo entre US$ 1 mil e US$ 2 mil anualmente em dados e informações pessoais – e, se fôssemos remunerados, poderíamos resolver a questão da renda básica universal.
Essa ideia polêmica vem sendo implementada e discutida em diversos países europeus, ainda sem consenso. A privacidade individual de dados poderia ser a resposta.
Depois de assistir à fala de Zhu Scott, ficou claro como boa parte do debate global sobre privacidade é, no fundo, uma questão econômica que interessa a todos que acessam a internet.
Está na hora de acompanharmos o debate e ficarmos de olho nas soluções que devem surgir. Nosso bolso agradece.

Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2S2fshT.
Com base no texto 'INSTAGRAM', leia as afirmativas a seguir:
I. A autora do texto apresenta um questionamento fundamental, no contexto do tema abordado: quanto valem as nossas informações pessoais? A partir desse questionamento, Carol Sandler desenvolve uma profunda reflexão sobre a segurança na Internet e os Direitos Humanos. Por fim, a autora defende o ponto de vista das grandes companhias do setor digital, as quais fornecem entretenimento de qualidade em troca de informações pessoais, como pode ser observado no texto. II. No texto, a autora afirma que, na China, milhões de empreendedores oferecem as informações pessoais e sigilosas dos seus clientes para conseguir acesso a uma linha de microcrédito do governo local. Na perspectiva da autora, essa pode ser uma grande oportunidade de negócio para o governo brasileiro, o qual pode ter acesso a informações confidenciais da população sem a autorização da justiça e por um baixo custo. III. No texto, a autora propõe ao leitor uma reflexão, levando-o a imaginar um mundo em que o usuário seria remunerado para navegar no seu feed do Instagram ou fazer uma pesquisa no Google. Na perspectiva da autora, existe fundamento para esta visão e ela poderia ser a chave para criar a renda básica universal.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1810822 Segurança e Saúde no Trabalho
A IMPORTÂNCIA DA SAÚDE E SEGURANÇA

Seguindo as Normas Regulamentadoras (NRs) a respeito da saúde e segurança ocupacional, a entidade e até os servidores se beneficiam com isso, afinal será possível obter:
• Redução do número de acidentes, pois investindo na prevenção, consequentemente, a organização reduz o número de acidentes, garantindo assim a integridade mental e física do trabalhador;
• Redução de gastos, pois ao passo que a organização coloca como prioridade a segurança do trabalhador e reduz os acidentes e riscos à saúde do mesmo, ela passa a economizar com possíveis gastos com doenças de trabalho. Gastar com prevenção é a melhor forma de reduzir gastos desnecessários no futuro;
• Maior produtividade, pois quando o colaborador se sente seguro em seu ambiente de trabalho, ele aumenta as chances de desempenhar suas atividades com mais foco e sem outras preocupações com sua segurança, por exemplo. Isso ajuda aumentar a produtividade do servidor;
• Ambiente de trabalho mais saudável, pois a organização que investe e mostra preocupação com a saúde e bem-estar de seus servidores eleva o grau de satisfação do mesmo pertencer a organização, e isso cria um clima mais agradável na organização, além das relações interpessoais, que são incentivadas;
• A organização ganha mais credibilidade, pois garantir a Saúde e Segurança Ocupacional aumenta a credibilidade da organização perante toda a sociedade, pois uma organização preocupada com essas questões, encontra soluções com menor impacto ambiental, que produzam menos poluentes. Além de demonstrar um comprometimento com a integridade física de seus colaboradores.
Quando a organização investe em Saúde e Segurança Ocupacional, ela não está apenas investindo na gestão ocupacional, mas dando prioridade à saúde e a vida das pessoas que com ela trabalham.

Adaptado. Fonte: http://bit.ly/39hWsCi.
Com base no texto 'A IMPORTÂNCIA DA SAÚDE E SEGURANÇA', leia as afirmativas a seguir:
I. Quando o colaborador se sente seguro em seu ambiente de trabalho, ele aumenta as chances de desempenhar suas atividades com mais foco e sem outras preocupações com sua segurança, de acordo com o texto. II. Investindo na prevenção, consequentemente a organização reduz o número de acidentes, garantindo assim a integridade mental e física do trabalhador, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1810821 Segurança e Saúde no Trabalho
A IMPORTÂNCIA DA SAÚDE E SEGURANÇA

Seguindo as Normas Regulamentadoras (NRs) a respeito da saúde e segurança ocupacional, a entidade e até os servidores se beneficiam com isso, afinal será possível obter:
• Redução do número de acidentes, pois investindo na prevenção, consequentemente, a organização reduz o número de acidentes, garantindo assim a integridade mental e física do trabalhador;
• Redução de gastos, pois ao passo que a organização coloca como prioridade a segurança do trabalhador e reduz os acidentes e riscos à saúde do mesmo, ela passa a economizar com possíveis gastos com doenças de trabalho. Gastar com prevenção é a melhor forma de reduzir gastos desnecessários no futuro;
• Maior produtividade, pois quando o colaborador se sente seguro em seu ambiente de trabalho, ele aumenta as chances de desempenhar suas atividades com mais foco e sem outras preocupações com sua segurança, por exemplo. Isso ajuda aumentar a produtividade do servidor;
• Ambiente de trabalho mais saudável, pois a organização que investe e mostra preocupação com a saúde e bem-estar de seus servidores eleva o grau de satisfação do mesmo pertencer a organização, e isso cria um clima mais agradável na organização, além das relações interpessoais, que são incentivadas;
• A organização ganha mais credibilidade, pois garantir a Saúde e Segurança Ocupacional aumenta a credibilidade da organização perante toda a sociedade, pois uma organização preocupada com essas questões, encontra soluções com menor impacto ambiental, que produzam menos poluentes. Além de demonstrar um comprometimento com a integridade física de seus colaboradores.
Quando a organização investe em Saúde e Segurança Ocupacional, ela não está apenas investindo na gestão ocupacional, mas dando prioridade à saúde e a vida das pessoas que com ela trabalham.

Adaptado. Fonte: http://bit.ly/39hWsCi.
Com base no texto 'A IMPORTÂNCIA DA SAÚDE E SEGURANÇA', leia as afirmativas a seguir:
I. Garantir a saúde e segurança ocupacional aumenta a credibilidade da organização perante toda a sociedade, pois uma organização preocupada com essas questões, encontra soluções com maior impacto ambiental, que produzam mais poluentes, de acordo com o texto. II. Gastar com a prevenção de acidentes e doenças é a melhor forma de reduzir gastos desnecessários no futuro, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1810820 Segurança e Saúde no Trabalho
A IMPORTÂNCIA DA SAÚDE E SEGURANÇA

Seguindo as Normas Regulamentadoras (NRs) a respeito da saúde e segurança ocupacional, a entidade e até os servidores se beneficiam com isso, afinal será possível obter:
• Redução do número de acidentes, pois investindo na prevenção, consequentemente, a organização reduz o número de acidentes, garantindo assim a integridade mental e física do trabalhador;
• Redução de gastos, pois ao passo que a organização coloca como prioridade a segurança do trabalhador e reduz os acidentes e riscos à saúde do mesmo, ela passa a economizar com possíveis gastos com doenças de trabalho. Gastar com prevenção é a melhor forma de reduzir gastos desnecessários no futuro;
• Maior produtividade, pois quando o colaborador se sente seguro em seu ambiente de trabalho, ele aumenta as chances de desempenhar suas atividades com mais foco e sem outras preocupações com sua segurança, por exemplo. Isso ajuda aumentar a produtividade do servidor;
• Ambiente de trabalho mais saudável, pois a organização que investe e mostra preocupação com a saúde e bem-estar de seus servidores eleva o grau de satisfação do mesmo pertencer a organização, e isso cria um clima mais agradável na organização, além das relações interpessoais, que são incentivadas;
• A organização ganha mais credibilidade, pois garantir a Saúde e Segurança Ocupacional aumenta a credibilidade da organização perante toda a sociedade, pois uma organização preocupada com essas questões, encontra soluções com menor impacto ambiental, que produzam menos poluentes. Além de demonstrar um comprometimento com a integridade física de seus colaboradores.
Quando a organização investe em Saúde e Segurança Ocupacional, ela não está apenas investindo na gestão ocupacional, mas dando prioridade à saúde e a vida das pessoas que com ela trabalham.

Adaptado. Fonte: http://bit.ly/39hWsCi.
Com base no texto 'A IMPORTÂNCIA DA SAÚDE E SEGURANÇA', leia as afirmativas a seguir:
I. Quando o colaborador se sente seguro em seu ambiente de trabalho sua produtividade aumenta, afirma o texto. II. Ao passo que a organização coloca como prioridade a segurança do trabalhador e reduz os acidentes e riscos à saúde do mesmo, ela passa a economizar com possíveis gastos com doenças de trabalho, de acordo com o texto. ]
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1810819 Segurança e Saúde no Trabalho
A IMPORTÂNCIA DA SAÚDE E SEGURANÇA

Seguindo as Normas Regulamentadoras (NRs) a respeito da saúde e segurança ocupacional, a entidade e até os servidores se beneficiam com isso, afinal será possível obter:
• Redução do número de acidentes, pois investindo na prevenção, consequentemente, a organização reduz o número de acidentes, garantindo assim a integridade mental e física do trabalhador;
• Redução de gastos, pois ao passo que a organização coloca como prioridade a segurança do trabalhador e reduz os acidentes e riscos à saúde do mesmo, ela passa a economizar com possíveis gastos com doenças de trabalho. Gastar com prevenção é a melhor forma de reduzir gastos desnecessários no futuro;
• Maior produtividade, pois quando o colaborador se sente seguro em seu ambiente de trabalho, ele aumenta as chances de desempenhar suas atividades com mais foco e sem outras preocupações com sua segurança, por exemplo. Isso ajuda aumentar a produtividade do servidor;
• Ambiente de trabalho mais saudável, pois a organização que investe e mostra preocupação com a saúde e bem-estar de seus servidores eleva o grau de satisfação do mesmo pertencer a organização, e isso cria um clima mais agradável na organização, além das relações interpessoais, que são incentivadas;
• A organização ganha mais credibilidade, pois garantir a Saúde e Segurança Ocupacional aumenta a credibilidade da organização perante toda a sociedade, pois uma organização preocupada com essas questões, encontra soluções com menor impacto ambiental, que produzam menos poluentes. Além de demonstrar um comprometimento com a integridade física de seus colaboradores.
Quando a organização investe em Saúde e Segurança Ocupacional, ela não está apenas investindo na gestão ocupacional, mas dando prioridade à saúde e a vida das pessoas que com ela trabalham.

Adaptado. Fonte: http://bit.ly/39hWsCi.
Com base no texto 'A IMPORTÂNCIA DA SAÚDE E SEGURANÇA', leia as afirmativas a seguir:
I. A organização que investe e mostra preocupação com a saúde e bem-estar de seus servidores reduz o grau de satisfação dos mesmos pertencerem a essa organização, e isso cria um clima menos agradável na organização, além das relações interpessoais, que são degradadas, de acordo com o texto. II. Garantir a saúde e segurança ocupacional reduz a credibilidade da organização perante toda a sociedade, além de demonstrar uma falta de comprometimento com a integridade física de seus colaboradores, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1810813 Ética na Administração Pública

CÓDIGOS DE CONDUTA E ÉTICA


Um código de conduta é um conjunto de regras para orientar e disciplinar a conduta de um determinado grupo de pessoas de acordo com os seus princípios. É geralmente utilizado por empresas, organizações, classes profissionais ou grupos sociais. Nas organizações públicas tais códigos são comuns, pois auxiliam na padronização do comportamento dos servidores. Existem dois tipos de códigos de conduta: os imperativos e os constitutivos.

Os códigos de conduta imperativos são aqueles que não permitem decisão por parte do servidor, devendo ser cumpridos fielmente e obrigatoriamente, como por exemplo, a legislação.

Os códigos de conduta constitutivos são aqueles que permitem algum grau de decisão e escolha por parte do servidor e variam sua forma nas instituições, nos departamentos etc.

Quando falamos em códigos de conduta constitutivos devemos nos lembrar que há certos aspectos do serviço público que não se medem pelo simples cumprimento exterior das normas, mas pela qualidade com que as regras são observadas. A conduta, portanto, leva em conta a subjetividade do agente.

Dessa forma, é correto afirmar que o código de conduta ajuda o servidor em suas deliberações, ou seja, contribui para que as decisões entre o certo e o errado possam ser tomadas com maior qualidade. Algumas outras ferramentas também auxiliam na tomada de decisões por parte do agente público. São elas:

• Atualização permanente dos seus conhecimentos;

• Códigos de ética e códigos de conduta;

• Legislação vigente;

• Participação popular;

• Planejamento estratégico;

• Plano de ações;

• Reuniões setoriais.


Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2ZkKT8L. 

Com base no texto 'CÓDIGOS DE CONDUTA E ÉTICA', leia as afirmativas a seguir:
I.
De acordo com o texto, quando falamos em códigos de conduta constitutivos, devemos nos lembrar que há certos aspectos do serviço público que não se medem pelo simples cumprimento exterior das normas, mas pela qualidade com que as regras são observadas. A conduta, portanto, leva em conta a subjetividade do agente. II. De acordo com o texto, um código de conduta é um conjunto de regras para orientar e disciplinar a conduta de um determinado grupo de pessoas, de acordo com os seus princípios. Nas organizações públicas, tais códigos são raros, pois auxiliam na padronização do comportamento dos servidores. III. De acordo com o texto, os códigos de conduta imperativos são aqueles que permitem decisão por parte do servidor, devendo ser cumpridos fielmente e obrigatoriamente, como por exemplo, uma cartilha de recomendações.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1810812 Conhecimentos de Serviços Gerais
Leia as afirmativas a seguir:
I. O detergente líquido neutro não pode ser utilizado para limpar azulejos, pois sempre causa manchas ou reações químicas indesejadas nesse tipo de superfície. II. O álcool não pode ser utilizado como um desinfetante nos procedimentos de limpeza.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1810811 Segurança e Transporte
Leia as afirmativas a seguir:
I. Em uma situação em que se encontra sob ameaça, o indivíduo apenas deve efetuar uma reação se acreditar que pode ser efetivo ao reagir. II. As técnicas de defesa pessoal buscam qualificar o indivíduo para utilizar uma técnica que irá incapacitar o oponente e imobilizá-lo.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1810810 Segurança e Transporte
Leia as afirmativas a seguir:
I. Em uma situação de perigo ou violência, o indivíduo que possui treinamento em técnicas de defesa pessoal deve tentar fazer do medo um aliado. II. Os direitos humanos não são direitos inerentes a todos os seres humanos, podendo a sua aplicação está condicionada a certos critérios de raça, sexo, nacionalidade, etnia, idioma e religião.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1810809 Segurança e Transporte
Leia as afirmativas a seguir:
I. Os direitos humanos incluem o direito à vida e à liberdade, à liberdade de opinião e de expressão, o direito ao trabalho e à educação, entre muitos outros. II. Uma regra básica na prevenção e no combate a incêndios é manter sempre à vista o telefone de emergência do Corpo de Bombeiros e certificar-se de que esse serviço será acionado o mais rapidamente possível em caso de perigo de incêndio.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1810808 Segurança e Transporte
Leia as afirmativas a seguir:
I.
Uma importante medida de prevenção e combate a incêndios é conservar as caixas de incêndios em perfeitas condições de uso, evitando danificá-las ou utilizá-las em um momento inadequado. II. No uso das técnicas de defesa pessoal, deve-se desenvolver uma capacidade de antecipar o perigo e manter-se atento aos riscos.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1810807 Conhecimentos de Serviços Gerais
Leia as afirmativas a seguir:
I. A água sanitária não possui propriedades bactericidas e, portanto, não pode ser utilizada nos procedimentos de limpeza. II. A limpeza seca do ambiente de trabalho, dos móveis e do piso deve ser feita apenas com o uso de panos úmidos.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1810805 Conhecimentos de Serviços Gerais
Leia as afirmativas a seguir:
I. Ao realizar um procedimento de limpeza, o detergente nunca deve ser utilizado com o auxílio de uma esponja. II. O álcool é um produto que pode ser utilizado exclusivamente para a limpeza de superfícies em áreas externas, como terraços e calçadas.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1810804 Conhecimentos de Serviços Gerais
Leia as afirmativas a seguir:
I. O sabão em pó não pode ser utilizado nas máquinas de lavar, pois esse produto apenas pode ser utilizado em limpeza de portas e janelas. II. O álcool pode ser utilizado para limpar locais com bactérias, assim como superfícies de vidro (como uma janela).
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1810803 Segurança e Transporte
Leia as afirmativas a seguir:
I. O início de um incêndio pode deixar de transformar-se em tragédia, se for evitado e controlado com segurança por indivíduos devidamente treinados. II. Para controlar o adversário com o uso das técnicas de defesa pessoal, é necessário aplicar a técnica adequada, no momento adequado.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Respostas
4541: B
4542: C
4543: D
4544: B
4545: B
4546: B
4547: A
4548: C
4549: A
4550: D
4551: B
4552: D
4553: A
4554: B
4555: A
4556: A
4557: D
4558: D
4559: C
4560: A