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Stress: como usá-lo a seu favor
O stress é acusado de acabar com a vida de 110 milhões de pessoas todo o ano, por estimular infartos, acidentes vasculares cerebrais, depressão etc. Nos EUA, ele é mais mortal do que o diabetes ou o Alzheimer, e suga US$ 190 bilhões por ano só de cidadãos estressados com o trabalho, em contas médicas.
O stress é mais velho do que o ser humano. Nasceu logo com os primeiros organismos unicelulares, há bilhões de anos, no meio do oceano. Naquela época, ele era apenas a resposta fisiológica a uma mudança física externa. Diante das oscilações ambientais (pressão, temperatura da água, presença de toxinas), o organismo precisava manter o equilíbrio interno e bastava acionar as proteínas certas para a situação se normalizar.
Isso era stress: a reação a um desequilíbrio causado por fatores externos. Só algumas centenas de milhões de anos depois, quando a vida na Terra começou a ficar mais complexa e emocionante, com caçadores e predadores rondando à solta, é que ele passou a funcionar como uma resposta hormonal a alguns tipos de ameaças.
Foi quando os bichos começaram a sentir medo e o stress ganhou uma denotação negativa – em resposta aos perigos, o organismo desenrolava uma série de reações que alteravam todo o funcionamento do corpo.
A diferença entre nós e outros animais é que só os seres humanos __________ a __________ de transformar uma ideia meramente imaginária em ameaça real, com todas as reações fisiológicas do stress. Um ratinho só vai se estressar se realmente sentir a presença de um gato por perto. Mas nós, de capacidade cognitiva um pouquinho maior, conseguimos imaginar a presença de um gato – e se estressar antes mesmo de ele estar por perto.
Em __________, essas reações sobrecarregam o organismo e fazem mal mesmo, principalmente ao sistema cardíaco.
https://super.abril.com.br... - adaptado.
Proibição de trabalho noturno, perigoso ou insalubre a menores de ______ anos e de qualquer trabalho a menores de _____ anos, salvo na condição de aprendiz, a partir de _____ anos.
A _______________ entrou em vigor em novembro de 2019, porém os efeitos práticos da medida serão sentidos pelos brasileiros algum tempo depois. A forma como as contribuições ao Instituto Nacional do Seguro Social foram alteradas, ao invés do desconto no salário feito em cima de um percentual fixo, a cobrança será feita por tabela progressiva.
I. impostos sobre propriedade predial e territorial. II. impostos sobre combustíveis derivados do petróleo. III. impostos sobre transmissão “inter vivos”, a qualquer título, por ato oneroso, de bens imóveis, por natureza ou acessão físicas, e de direitos reais sobre imóveis, exceto os de garantia, bem como cessão de direitos à sua aquisição. IV. impostos sobre transferência de veículos que sejam realizadas dentro do Município.
( ) Os auxiliares diretos do Prefeito Municipal são solidariamente responsáveis, junto com este, pelos atos que assinarem, ordenarem ou praticarem. ( ) Os planos de cargo, carreira e remuneração do serviço público municipal serão elaborados de forma a assegurar aos servidores municipais remuneração compatível com a respectiva função e formação exigida, oferecendo oportunidade de progresso funcional e acesso a cargos de direção, chefia e assessoramento, na forma da lei. ( ) Município assegurará a seus servidores e dependentes, na forma da lei municipal, serviços de atendimento médico, odontológico e de assistência social. ( ) O poder legislativo do município não poderá ter acesso às informações contábeis do Município, visando o sigilo dos dados e cumprimento das metas previstas pelo Executivo Municipal.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.
Leia o texto para responder a questão.
'Papo reto': como torcida organizada feroz transformou PSG em um inferno para jogadores
Torcedores pressionando, xingando jogadores e fazendo protestos não são uma exclusividade do futebol brasileiro. Um dos clubes mais ricos do mundo, o Paris Saint-Germain também sofre com o furor das organizadas.
Não é de hoje que a torcida do PSG é conhecida por seu comportamento, mas nos últimos anos, a ira dos ultras franceses ganhou destaque. Com o maior investimento e a chegada de grandes craques, cresceu também as cobranças das arquibancadas por títulos.
E a Collectif Ultras Paris não querem mais saber de títulos nacionais, conquistados aos montes desde a chegada dos milhões de euros vindos do Catar. Os torcedores do clube têm uma única exigência: o troféu da Champions League.
A cada eliminação no torneio europeu, os ultras do PSG se acostumaram a protestar. Mais recentemente, após a queda na temporada 2017/2018 para o Real Madrid, nas oitavas de final, divulgaram carta pedindo “atenção e respeito pela instituição”. “Insistimos que nossa paciência tem limite”, apontaram na época.
No ano seguinte, nova queda inesperada, desta vez para o Manchester United em uma histórica virada, e outro protesto. “Sem orgulho”, “mercenários” e “desonrados” foram alguns dos adjetivos usados para definir o elenco do PSG.
Até visita ao CT para conversar com os jogadores, protesto que se tornou tão comum no Brasil, já aconteceu no PSG recentemente.
Um dos alvos preferidos da organizada é Neymar. As atitudes do brasileiro dentro e fora de campo já irritaram a torcida em diversas oportunidades. Como ele ainda não conseguiu ajudar o clube a faturar a Champions, a pressão continua.
No fim do ano passado, após Neymar manifestar publicamente seu desejo de voltar para o Barcelona, a Collectif Ultras Paris se manifestou diretamente sobre o brasileiro.
“Condenamos o fato de ele desrespeitar nosso clube várias vezes e até humilhá-lo em alguns momentos”, chegou a manifestar. Na mesma época, o atacante teve sua saída pedida pela torcida, foi vaiado e viu uma faixa bastante ofensiva nas arquibancadas: “Neymar Sr, venda seu filho na Vila Mimosa!”, apontava, em referência a uma famosa zona de prostituição no Rio de Janeiro.
Leia o texto para responder a questão.
'Papo reto': como torcida organizada feroz transformou PSG em um inferno para jogadores
Torcedores pressionando, xingando jogadores e fazendo protestos não são uma exclusividade do futebol brasileiro. Um dos clubes mais ricos do mundo, o Paris Saint-Germain também sofre com o furor das organizadas.
Não é de hoje que a torcida do PSG é conhecida por seu comportamento, mas nos últimos anos, a ira dos ultras franceses ganhou destaque. Com o maior investimento e a chegada de grandes craques, cresceu também as cobranças das arquibancadas por títulos.
E a Collectif Ultras Paris não querem mais saber de títulos nacionais, conquistados aos montes desde a chegada dos milhões de euros vindos do Catar. Os torcedores do clube têm uma única exigência: o troféu da Champions League.
A cada eliminação no torneio europeu, os ultras do PSG se acostumaram a protestar. Mais recentemente, após a queda na temporada 2017/2018 para o Real Madrid, nas oitavas de final, divulgaram carta pedindo “atenção e respeito pela instituição”. “Insistimos que nossa paciência tem limite”, apontaram na época.
No ano seguinte, nova queda inesperada, desta vez para o Manchester United em uma histórica virada, e outro protesto. “Sem orgulho”, “mercenários” e “desonrados” foram alguns dos adjetivos usados para definir o elenco do PSG.
Até visita ao CT para conversar com os jogadores, protesto que se tornou tão comum no Brasil, já aconteceu no PSG recentemente.
Um dos alvos preferidos da organizada é Neymar. As atitudes do brasileiro dentro e fora de campo já irritaram a torcida em diversas oportunidades. Como ele ainda não conseguiu ajudar o clube a faturar a Champions, a pressão continua.
No fim do ano passado, após Neymar manifestar publicamente seu desejo de voltar para o Barcelona, a Collectif Ultras Paris se manifestou diretamente sobre o brasileiro.
“Condenamos o fato de ele desrespeitar nosso clube várias vezes e até humilhá-lo em alguns momentos”, chegou a manifestar. Na mesma época, o atacante teve sua saída pedida pela torcida, foi vaiado e viu uma faixa bastante ofensiva nas arquibancadas: “Neymar Sr, venda seu filho na Vila Mimosa!”, apontava, em referência a uma famosa zona de prostituição no Rio de Janeiro.