Foram encontradas 9.838 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q1068560 História e Geografia de Estados e Municípios

A Prefeitura Municipal de Igarapé desenvolveu um portal eletrônico por meio do qual qualquer cidadão igarapeense pode acessar informações relacionadas à administração pública, salvo aquelas restringidas por lei.

O desenvolvimento desse portal é resultado da

Alternativas
Q1068559 História e Geografia de Estados e Municípios

“Os postos de saúde em Minas Gerais vão começar a oferecer, a partir desta quinta-feira (22 de agosto), a imunização de bebês com idades entre 6 a 11 meses contra o sarampo. A “dose zero”, como está sendo chamada a dose extra da vacina […].”

Disponível em: <https://www.hojeemdia.com.br/horizontes/

minas-vai-aplicar-dose-extra-de-vacinas-contra-sarampoem-130-mil-beb%C3%AAs-a-partir-desta-quinta-1.736806>.

Acesso em: 27 ago. 2019.

Essa medida foi adotada pelas autoridades de saúde pública em Minas Gerais porque


Alternativas
Q1068558 História e Geografia de Estados e Municípios

O Conjunto Natural e Paisagístico da Pedra Grande de Igarapé foi tombado pela Prefeitura Municipal.

Entre as razões do tombamento está a

Alternativas
Q1068557 Atualidades

“Para o psiquiatra assistente do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (HCFMRP) da USP, Cristiano Cardoso Moreira, o aumento do suicídio na população jovem hoje é um fenômeno mundial e uma questão de saúde pública. [...]A BBC Brasil divulgou, recentemente, que, entre 1980 e 2014, a taxa de suicídio entre jovens no país aumentou 27,2%.”

Disponível em: <https://jornal.usp.br/atualidades/suicidio-entrejovens-e-um-problema-de-saude-publica-no-brasil/>.

Acesso em: 24 ago. 2019.

“A fim de discutir e debater estratégias para prevenção de suicídio, ocorreu em Igarapé, no dia 24 de setembro de 2019, uma roda de conversas.”

Disponível em: <http://www.igarape.mg.gov.br/detalhe-damateria/info/encontro-em-igarape-debate-formas-de-prevenirconsequencias-da-depressao/77755>.

Acesso em: 24 ago. 2019.

As pesquisas atuais sobre o suicídio têm indicado que

Alternativas
Q1068556 História e Geografia de Estados e Municípios

Desde janeiro de 2019, a Prefeitura Municipal de Igarapé tem trocado a iluminação dos espaços públicos da área central da cidade.

Para essas trocas, a prefeitura tem

Alternativas
Q1068550 Português

Há exemplos de marcas que ficaram tão famosas que substituem o nome do produto que representam. Por exemplo, é comum ouvirmos, em algumas situações comunicacionais, alguém dizer: “Fiz um doce com Leite Ninho.” ou, ainda, “Comi um Miojo.”, quando o objetivo seria referir-se, respectivamente, a leite em pó e a macarrão instantâneo.

Na língua portuguesa, essa substituição de um nome pelo outro, tal como exemplificada, denomina-se

Alternativas
Q1068549 Português
Analise as sentenças a seguir e assinale aquela em que a retirada das vírgulas causará mudança de sentido.
Alternativas
Q1068546 Português

É sabido que a linguagem empregada em letras de músicas pode assumir um caráter mais informal e, por isso, apresenta desvios do que apregoa a norma-padrão.

Nesse sentido, analise o trecho em destaque da letra de música a seguir.

“Eu vou trocar meu celular num Nokia tijolão

Que só manda mensagem e faz ligação

Se eu ver mais um vídeo seu, sem eu, sendo feliz

Certeza que a minha vida vai ‘tá por um triz.”

(Tijolão – Jorge e Mateus)

Assinale a alternativa em que a letra de música também apresenta um desvio na conjugação do verbo, como o destacado na letra de Jorge e Mateus.

Alternativas
Q1068545 Português
Geração canguru: os filhos adultos
que moram com os pais

No Brasil, uma a cada quatro pessoas de 25 a 34 anos ainda não saiu de casa. Dinheiro não é o único motivo
Prestes a completar 28 anos, Thomás Moreno da Silveira não se constrange em morar com a mãe, com quem divide apartamento no bairro Auxiliadora, em Porto Alegre. A responsabilidade sobre as contas fica com a produtora cultural de 59 anos, que também cuida das refeições diárias dele e dos afazeres domésticos. Sem essas preocupações, o advogado consegue se dedicar inteiramente aos clientes e a fazer suas reservas financeiras.

— É um conforto para mim, porque é ela quem faz comida, lava roupa. Com isso, me sobra mais tempo. Cuidar de uma casa é trabalhoso — reconhece. A última pesquisa divulgada pelo IBGE sobre o tema mostra que Thomás integra um grupo em ascensão no Brasil. Embora tivesse algum tipo de renda, um a cada quatro pessoas de 25 a 34 anos ainda vivia com a família em 2015. Onze anos antes, a proporção era menor: uma a cada cinco.

A percepção do gerente da área de Indicadores Sociais do IBGE, André Simões, é de que a quantidade de pessoas nessas condições aumentou desde então.

– O que observamos é que até 2015 havia um crescimento. Com o aumento da violência, a tendência é de que a taxa tenha se mantido em elevação. Para os jovens, é melhor ficar em casa, protegidos – diz Simões. Pesquisadora do Núcleo de Estudos de População da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo, a professora Joice Melo Vieira avalia a chamada geração canguru como um “fenômeno que veio para ficar” e que tende a se intensificar à medida que conquistar independência financeira se torna cada vez mais difícil.

– A noção de juventude também tem mudado. É como se as pessoas se percebessem como jovens por mais tempo. Além disso, viver sozinho ainda não é uma experiência obrigatória no Brasil antes de formar a própria família. Muitos só saem quando casam. Nesse contexto, ao adiar o matrimônio, para alguns é quase automático que irão ficar na casa dos pais – comenta. [...]

É uma escolha pessoal, dizem pesquisadoras

No artigo “A Geração Canguru no Brasil” (2010), as pesquisadoras Barbara Cobo e Ana Lucia Saboia dizem que essa configuração no arranjo familiar tem como gênese a escolha pessoal. Para elas, a maioria dos filhos tem condições econômicas de se sustentar. Opcional ou não, especialistas citam diferentes fatores para o apego ao ninho: mais anos dedicados aos estudos, casamentos tardios, alto custo de vida, fatores emocionais, desemprego, violência, viagens e divórcio dos pais – a separação estimula filhos a ficarem com um deles como companhia. Enquanto os casamentos aumentaram em 2,78% entre 2012 e 2017 no Rio Grande do Sul, os divórcios subiram 23,25% no mesmo período.

Presidente da Associação Brasileira de Estudos Populacionais (Abep), o professor Ricardo Ojima acrescenta o adiamento da maternidade e da paternidade.

— Decidem que vão sair quando alcançarem condição financeira que propicie os benefícios que o ambiente familiar oferece — avalia Ojima.

A pesquisadora Joice, do Núcleo de Estudos de População da Unicamp, cita, ainda no contexto social, o preço dos imóveis e o custo de manutenção de um domicílio. Isso, atrelado aos motivos já citados, estimula a manutenção daquele convívio.

— Há também jovens que se veem como importantes provedores complementares da renda familiar. Sem eles ali, entendem que as dificuldades poderiam ser maiores — comenta.

Mestre em Antropologia Social e doutora em Demografia, ela lembra mudanças culturais importantes que, por vezes, facilitaram o prolongamento da convivência. Pais e filhos passaram a se enxergar como amigos que podem dividir o espaço doméstico, inclusive, aceitando a vida afetiva e sexual um do outro.

Impacta o cérebro, diz neuropsicóloga

Para a neuropsicóloga da PUCRS, Rochele Paz Fonseca, a busca tardia pela autonomia passa, também, pelo desenvolvimento lento da parte do cérebro responsável por organização, planejamento, controle de impulsos e tomada de decisão. Ligadas à autonomia, as chamadas funções executivas, explica Rochele, estão na última parte do cérebro a amadurecer – até 32 anos nas mulheres e até os 37 anos nos homens. 

— Há evidências científicas que comprovam que essas funções estão se atrasando cada vez mais, pois precisam de um estímulo do ambiente para se desenvolverem. Se tem uma pessoa que lava roupa, paga as contas e resolve a maioria dos seus problemas, essas funções não são exigidas. Esses jovens adultos vão encontrar mais dificuldade para levar uma vida independente, para adquirir conhecimento financeiro — diz.

O psicanalista Paulo Gleich, que escreveu uma coluna que inspirou este texto, alerta para dificuldades dos filhos em estabelecerem outras relações íntimas que não as familiares:

— O conforto do conhecido acaba limitando a oportunidade de novas experiências. Para ele, o cenário com o melhor de dois mundos pode ser, muitas vezes, uma espécie de prisão de luxo.

— Seduzidos pelas tolerantes benesses, os filhos não veem sentido em passar perrengues, como juntar trocados para pagar a conta de luz ou comer miojo por uma semana, apenas para ter algo que, supostamente, têm em casa: a liberdade de ir e vir, de fazer o que desejam. Com esse véu de liberalidade, a alienação passa quase despercebida, mas com frequência está lá: há uma dependência que transcende a questão econômica — avalia.
[...]
 Disponível em: <https://gauchazh.clicrbs.com.
br/comportamento/noticia/2019/05/geracaocanguru-os-filhos-adultos-que-moram-com-os-paiscjwavy0wn018v01qt7mm1eczs.html>. Acesso em 11 set. 2019.
(Adaptação)

Releia este trecho.

“Para a neuropsicóloga da PUCRS, Rochele Paz Fonseca, a busca tardia pela autonomia passa, também, pelo desenvolvimento lento da parte do cérebro responsável por organização, planejamento, controle de impulsos e tomada de decisão. Ligadas à autonomia, as chamadas funções executivas, explica Rochele, estão na última parte do cérebro a amadurecer – até 32 anos nas mulheres e até os 37 anos nos homens.”

Observando as estratégias argumentativas utilizadas nesse trecho, pode-se afirmar que se trata de argumentação por

Alternativas
Q1068544 Português
Geração canguru: os filhos adultos
que moram com os pais

No Brasil, uma a cada quatro pessoas de 25 a 34 anos ainda não saiu de casa. Dinheiro não é o único motivo
Prestes a completar 28 anos, Thomás Moreno da Silveira não se constrange em morar com a mãe, com quem divide apartamento no bairro Auxiliadora, em Porto Alegre. A responsabilidade sobre as contas fica com a produtora cultural de 59 anos, que também cuida das refeições diárias dele e dos afazeres domésticos. Sem essas preocupações, o advogado consegue se dedicar inteiramente aos clientes e a fazer suas reservas financeiras.

— É um conforto para mim, porque é ela quem faz comida, lava roupa. Com isso, me sobra mais tempo. Cuidar de uma casa é trabalhoso — reconhece. A última pesquisa divulgada pelo IBGE sobre o tema mostra que Thomás integra um grupo em ascensão no Brasil. Embora tivesse algum tipo de renda, um a cada quatro pessoas de 25 a 34 anos ainda vivia com a família em 2015. Onze anos antes, a proporção era menor: uma a cada cinco.

A percepção do gerente da área de Indicadores Sociais do IBGE, André Simões, é de que a quantidade de pessoas nessas condições aumentou desde então.

– O que observamos é que até 2015 havia um crescimento. Com o aumento da violência, a tendência é de que a taxa tenha se mantido em elevação. Para os jovens, é melhor ficar em casa, protegidos – diz Simões. Pesquisadora do Núcleo de Estudos de População da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo, a professora Joice Melo Vieira avalia a chamada geração canguru como um “fenômeno que veio para ficar” e que tende a se intensificar à medida que conquistar independência financeira se torna cada vez mais difícil.

– A noção de juventude também tem mudado. É como se as pessoas se percebessem como jovens por mais tempo. Além disso, viver sozinho ainda não é uma experiência obrigatória no Brasil antes de formar a própria família. Muitos só saem quando casam. Nesse contexto, ao adiar o matrimônio, para alguns é quase automático que irão ficar na casa dos pais – comenta. [...]

É uma escolha pessoal, dizem pesquisadoras

No artigo “A Geração Canguru no Brasil” (2010), as pesquisadoras Barbara Cobo e Ana Lucia Saboia dizem que essa configuração no arranjo familiar tem como gênese a escolha pessoal. Para elas, a maioria dos filhos tem condições econômicas de se sustentar. Opcional ou não, especialistas citam diferentes fatores para o apego ao ninho: mais anos dedicados aos estudos, casamentos tardios, alto custo de vida, fatores emocionais, desemprego, violência, viagens e divórcio dos pais – a separação estimula filhos a ficarem com um deles como companhia. Enquanto os casamentos aumentaram em 2,78% entre 2012 e 2017 no Rio Grande do Sul, os divórcios subiram 23,25% no mesmo período.

Presidente da Associação Brasileira de Estudos Populacionais (Abep), o professor Ricardo Ojima acrescenta o adiamento da maternidade e da paternidade.

— Decidem que vão sair quando alcançarem condição financeira que propicie os benefícios que o ambiente familiar oferece — avalia Ojima.

A pesquisadora Joice, do Núcleo de Estudos de População da Unicamp, cita, ainda no contexto social, o preço dos imóveis e o custo de manutenção de um domicílio. Isso, atrelado aos motivos já citados, estimula a manutenção daquele convívio.

— Há também jovens que se veem como importantes provedores complementares da renda familiar. Sem eles ali, entendem que as dificuldades poderiam ser maiores — comenta.

Mestre em Antropologia Social e doutora em Demografia, ela lembra mudanças culturais importantes que, por vezes, facilitaram o prolongamento da convivência. Pais e filhos passaram a se enxergar como amigos que podem dividir o espaço doméstico, inclusive, aceitando a vida afetiva e sexual um do outro.

Impacta o cérebro, diz neuropsicóloga

Para a neuropsicóloga da PUCRS, Rochele Paz Fonseca, a busca tardia pela autonomia passa, também, pelo desenvolvimento lento da parte do cérebro responsável por organização, planejamento, controle de impulsos e tomada de decisão. Ligadas à autonomia, as chamadas funções executivas, explica Rochele, estão na última parte do cérebro a amadurecer – até 32 anos nas mulheres e até os 37 anos nos homens. 

— Há evidências científicas que comprovam que essas funções estão se atrasando cada vez mais, pois precisam de um estímulo do ambiente para se desenvolverem. Se tem uma pessoa que lava roupa, paga as contas e resolve a maioria dos seus problemas, essas funções não são exigidas. Esses jovens adultos vão encontrar mais dificuldade para levar uma vida independente, para adquirir conhecimento financeiro — diz.

O psicanalista Paulo Gleich, que escreveu uma coluna que inspirou este texto, alerta para dificuldades dos filhos em estabelecerem outras relações íntimas que não as familiares:

— O conforto do conhecido acaba limitando a oportunidade de novas experiências. Para ele, o cenário com o melhor de dois mundos pode ser, muitas vezes, uma espécie de prisão de luxo.

— Seduzidos pelas tolerantes benesses, os filhos não veem sentido em passar perrengues, como juntar trocados para pagar a conta de luz ou comer miojo por uma semana, apenas para ter algo que, supostamente, têm em casa: a liberdade de ir e vir, de fazer o que desejam. Com esse véu de liberalidade, a alienação passa quase despercebida, mas com frequência está lá: há uma dependência que transcende a questão econômica — avalia.
[...]
 Disponível em: <https://gauchazh.clicrbs.com.
br/comportamento/noticia/2019/05/geracaocanguru-os-filhos-adultos-que-moram-com-os-paiscjwavy0wn018v01qt7mm1eczs.html>. Acesso em 11 set. 2019.
(Adaptação)
Os seguintes trechos apresentam causas da permanência alongada dos jovens na casa dos pais, exceto:
Alternativas
Q1068543 Português
Geração canguru: os filhos adultos
que moram com os pais

No Brasil, uma a cada quatro pessoas de 25 a 34 anos ainda não saiu de casa. Dinheiro não é o único motivo
Prestes a completar 28 anos, Thomás Moreno da Silveira não se constrange em morar com a mãe, com quem divide apartamento no bairro Auxiliadora, em Porto Alegre. A responsabilidade sobre as contas fica com a produtora cultural de 59 anos, que também cuida das refeições diárias dele e dos afazeres domésticos. Sem essas preocupações, o advogado consegue se dedicar inteiramente aos clientes e a fazer suas reservas financeiras.

— É um conforto para mim, porque é ela quem faz comida, lava roupa. Com isso, me sobra mais tempo. Cuidar de uma casa é trabalhoso — reconhece. A última pesquisa divulgada pelo IBGE sobre o tema mostra que Thomás integra um grupo em ascensão no Brasil. Embora tivesse algum tipo de renda, um a cada quatro pessoas de 25 a 34 anos ainda vivia com a família em 2015. Onze anos antes, a proporção era menor: uma a cada cinco.

A percepção do gerente da área de Indicadores Sociais do IBGE, André Simões, é de que a quantidade de pessoas nessas condições aumentou desde então.

– O que observamos é que até 2015 havia um crescimento. Com o aumento da violência, a tendência é de que a taxa tenha se mantido em elevação. Para os jovens, é melhor ficar em casa, protegidos – diz Simões. Pesquisadora do Núcleo de Estudos de População da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo, a professora Joice Melo Vieira avalia a chamada geração canguru como um “fenômeno que veio para ficar” e que tende a se intensificar à medida que conquistar independência financeira se torna cada vez mais difícil.

– A noção de juventude também tem mudado. É como se as pessoas se percebessem como jovens por mais tempo. Além disso, viver sozinho ainda não é uma experiência obrigatória no Brasil antes de formar a própria família. Muitos só saem quando casam. Nesse contexto, ao adiar o matrimônio, para alguns é quase automático que irão ficar na casa dos pais – comenta. [...]

É uma escolha pessoal, dizem pesquisadoras

No artigo “A Geração Canguru no Brasil” (2010), as pesquisadoras Barbara Cobo e Ana Lucia Saboia dizem que essa configuração no arranjo familiar tem como gênese a escolha pessoal. Para elas, a maioria dos filhos tem condições econômicas de se sustentar. Opcional ou não, especialistas citam diferentes fatores para o apego ao ninho: mais anos dedicados aos estudos, casamentos tardios, alto custo de vida, fatores emocionais, desemprego, violência, viagens e divórcio dos pais – a separação estimula filhos a ficarem com um deles como companhia. Enquanto os casamentos aumentaram em 2,78% entre 2012 e 2017 no Rio Grande do Sul, os divórcios subiram 23,25% no mesmo período.

Presidente da Associação Brasileira de Estudos Populacionais (Abep), o professor Ricardo Ojima acrescenta o adiamento da maternidade e da paternidade.

— Decidem que vão sair quando alcançarem condição financeira que propicie os benefícios que o ambiente familiar oferece — avalia Ojima.

A pesquisadora Joice, do Núcleo de Estudos de População da Unicamp, cita, ainda no contexto social, o preço dos imóveis e o custo de manutenção de um domicílio. Isso, atrelado aos motivos já citados, estimula a manutenção daquele convívio.

— Há também jovens que se veem como importantes provedores complementares da renda familiar. Sem eles ali, entendem que as dificuldades poderiam ser maiores — comenta.

Mestre em Antropologia Social e doutora em Demografia, ela lembra mudanças culturais importantes que, por vezes, facilitaram o prolongamento da convivência. Pais e filhos passaram a se enxergar como amigos que podem dividir o espaço doméstico, inclusive, aceitando a vida afetiva e sexual um do outro.

Impacta o cérebro, diz neuropsicóloga

Para a neuropsicóloga da PUCRS, Rochele Paz Fonseca, a busca tardia pela autonomia passa, também, pelo desenvolvimento lento da parte do cérebro responsável por organização, planejamento, controle de impulsos e tomada de decisão. Ligadas à autonomia, as chamadas funções executivas, explica Rochele, estão na última parte do cérebro a amadurecer – até 32 anos nas mulheres e até os 37 anos nos homens. 

— Há evidências científicas que comprovam que essas funções estão se atrasando cada vez mais, pois precisam de um estímulo do ambiente para se desenvolverem. Se tem uma pessoa que lava roupa, paga as contas e resolve a maioria dos seus problemas, essas funções não são exigidas. Esses jovens adultos vão encontrar mais dificuldade para levar uma vida independente, para adquirir conhecimento financeiro — diz.

O psicanalista Paulo Gleich, que escreveu uma coluna que inspirou este texto, alerta para dificuldades dos filhos em estabelecerem outras relações íntimas que não as familiares:

— O conforto do conhecido acaba limitando a oportunidade de novas experiências. Para ele, o cenário com o melhor de dois mundos pode ser, muitas vezes, uma espécie de prisão de luxo.

— Seduzidos pelas tolerantes benesses, os filhos não veem sentido em passar perrengues, como juntar trocados para pagar a conta de luz ou comer miojo por uma semana, apenas para ter algo que, supostamente, têm em casa: a liberdade de ir e vir, de fazer o que desejam. Com esse véu de liberalidade, a alienação passa quase despercebida, mas com frequência está lá: há uma dependência que transcende a questão econômica — avalia.
[...]
 Disponível em: <https://gauchazh.clicrbs.com.
br/comportamento/noticia/2019/05/geracaocanguru-os-filhos-adultos-que-moram-com-os-paiscjwavy0wn018v01qt7mm1eczs.html>. Acesso em 11 set. 2019.
(Adaptação)

Leia o texto a seguir.

Imagem associada para resolução da questão

Sobre o gênero textual desse texto e a mensagem veiculada por ele, analise as afirmativas a seguir.

I. Trata-se de uma charge, gênero frequentemente veiculado em publicações jornalísticas, que se posiciona criticamente sobre algum fato ou assunto cotidiano.

II. Utiliza elementos verbais e não verbais em sua construção de sentido e de humor.

III. Corrobora a ideia expressa pelo texto “Geração canguru: os filhos adultos que moram com os pais”, de que atualmente jovens atingem a autonomia mais tarde.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

Alternativas
Q1068542 Português
Geração canguru: os filhos adultos
que moram com os pais

No Brasil, uma a cada quatro pessoas de 25 a 34 anos ainda não saiu de casa. Dinheiro não é o único motivo
Prestes a completar 28 anos, Thomás Moreno da Silveira não se constrange em morar com a mãe, com quem divide apartamento no bairro Auxiliadora, em Porto Alegre. A responsabilidade sobre as contas fica com a produtora cultural de 59 anos, que também cuida das refeições diárias dele e dos afazeres domésticos. Sem essas preocupações, o advogado consegue se dedicar inteiramente aos clientes e a fazer suas reservas financeiras.

— É um conforto para mim, porque é ela quem faz comida, lava roupa. Com isso, me sobra mais tempo. Cuidar de uma casa é trabalhoso — reconhece. A última pesquisa divulgada pelo IBGE sobre o tema mostra que Thomás integra um grupo em ascensão no Brasil. Embora tivesse algum tipo de renda, um a cada quatro pessoas de 25 a 34 anos ainda vivia com a família em 2015. Onze anos antes, a proporção era menor: uma a cada cinco.

A percepção do gerente da área de Indicadores Sociais do IBGE, André Simões, é de que a quantidade de pessoas nessas condições aumentou desde então.

– O que observamos é que até 2015 havia um crescimento. Com o aumento da violência, a tendência é de que a taxa tenha se mantido em elevação. Para os jovens, é melhor ficar em casa, protegidos – diz Simões. Pesquisadora do Núcleo de Estudos de População da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo, a professora Joice Melo Vieira avalia a chamada geração canguru como um “fenômeno que veio para ficar” e que tende a se intensificar à medida que conquistar independência financeira se torna cada vez mais difícil.

– A noção de juventude também tem mudado. É como se as pessoas se percebessem como jovens por mais tempo. Além disso, viver sozinho ainda não é uma experiência obrigatória no Brasil antes de formar a própria família. Muitos só saem quando casam. Nesse contexto, ao adiar o matrimônio, para alguns é quase automático que irão ficar na casa dos pais – comenta. [...]

É uma escolha pessoal, dizem pesquisadoras

No artigo “A Geração Canguru no Brasil” (2010), as pesquisadoras Barbara Cobo e Ana Lucia Saboia dizem que essa configuração no arranjo familiar tem como gênese a escolha pessoal. Para elas, a maioria dos filhos tem condições econômicas de se sustentar. Opcional ou não, especialistas citam diferentes fatores para o apego ao ninho: mais anos dedicados aos estudos, casamentos tardios, alto custo de vida, fatores emocionais, desemprego, violência, viagens e divórcio dos pais – a separação estimula filhos a ficarem com um deles como companhia. Enquanto os casamentos aumentaram em 2,78% entre 2012 e 2017 no Rio Grande do Sul, os divórcios subiram 23,25% no mesmo período.

Presidente da Associação Brasileira de Estudos Populacionais (Abep), o professor Ricardo Ojima acrescenta o adiamento da maternidade e da paternidade.

— Decidem que vão sair quando alcançarem condição financeira que propicie os benefícios que o ambiente familiar oferece — avalia Ojima.

A pesquisadora Joice, do Núcleo de Estudos de População da Unicamp, cita, ainda no contexto social, o preço dos imóveis e o custo de manutenção de um domicílio. Isso, atrelado aos motivos já citados, estimula a manutenção daquele convívio.

— Há também jovens que se veem como importantes provedores complementares da renda familiar. Sem eles ali, entendem que as dificuldades poderiam ser maiores — comenta.

Mestre em Antropologia Social e doutora em Demografia, ela lembra mudanças culturais importantes que, por vezes, facilitaram o prolongamento da convivência. Pais e filhos passaram a se enxergar como amigos que podem dividir o espaço doméstico, inclusive, aceitando a vida afetiva e sexual um do outro.

Impacta o cérebro, diz neuropsicóloga

Para a neuropsicóloga da PUCRS, Rochele Paz Fonseca, a busca tardia pela autonomia passa, também, pelo desenvolvimento lento da parte do cérebro responsável por organização, planejamento, controle de impulsos e tomada de decisão. Ligadas à autonomia, as chamadas funções executivas, explica Rochele, estão na última parte do cérebro a amadurecer – até 32 anos nas mulheres e até os 37 anos nos homens. 

— Há evidências científicas que comprovam que essas funções estão se atrasando cada vez mais, pois precisam de um estímulo do ambiente para se desenvolverem. Se tem uma pessoa que lava roupa, paga as contas e resolve a maioria dos seus problemas, essas funções não são exigidas. Esses jovens adultos vão encontrar mais dificuldade para levar uma vida independente, para adquirir conhecimento financeiro — diz.

O psicanalista Paulo Gleich, que escreveu uma coluna que inspirou este texto, alerta para dificuldades dos filhos em estabelecerem outras relações íntimas que não as familiares:

— O conforto do conhecido acaba limitando a oportunidade de novas experiências. Para ele, o cenário com o melhor de dois mundos pode ser, muitas vezes, uma espécie de prisão de luxo.

— Seduzidos pelas tolerantes benesses, os filhos não veem sentido em passar perrengues, como juntar trocados para pagar a conta de luz ou comer miojo por uma semana, apenas para ter algo que, supostamente, têm em casa: a liberdade de ir e vir, de fazer o que desejam. Com esse véu de liberalidade, a alienação passa quase despercebida, mas com frequência está lá: há uma dependência que transcende a questão econômica — avalia.
[...]
 Disponível em: <https://gauchazh.clicrbs.com.
br/comportamento/noticia/2019/05/geracaocanguru-os-filhos-adultos-que-moram-com-os-paiscjwavy0wn018v01qt7mm1eczs.html>. Acesso em 11 set. 2019.
(Adaptação)

Releia este trecho.

“A noção de juventude também tem mudado. É como se as pessoas se percebessem como jovens por mais tempo. Além disso, viver sozinho ainda não é uma experiência obrigatória no Brasil antes de formar a própria família.”

O termo destacado une os períodos explicitando uma noção de

Alternativas
Q1068541 Português
Geração canguru: os filhos adultos
que moram com os pais

No Brasil, uma a cada quatro pessoas de 25 a 34 anos ainda não saiu de casa. Dinheiro não é o único motivo
Prestes a completar 28 anos, Thomás Moreno da Silveira não se constrange em morar com a mãe, com quem divide apartamento no bairro Auxiliadora, em Porto Alegre. A responsabilidade sobre as contas fica com a produtora cultural de 59 anos, que também cuida das refeições diárias dele e dos afazeres domésticos. Sem essas preocupações, o advogado consegue se dedicar inteiramente aos clientes e a fazer suas reservas financeiras.

— É um conforto para mim, porque é ela quem faz comida, lava roupa. Com isso, me sobra mais tempo. Cuidar de uma casa é trabalhoso — reconhece. A última pesquisa divulgada pelo IBGE sobre o tema mostra que Thomás integra um grupo em ascensão no Brasil. Embora tivesse algum tipo de renda, um a cada quatro pessoas de 25 a 34 anos ainda vivia com a família em 2015. Onze anos antes, a proporção era menor: uma a cada cinco.

A percepção do gerente da área de Indicadores Sociais do IBGE, André Simões, é de que a quantidade de pessoas nessas condições aumentou desde então.

– O que observamos é que até 2015 havia um crescimento. Com o aumento da violência, a tendência é de que a taxa tenha se mantido em elevação. Para os jovens, é melhor ficar em casa, protegidos – diz Simões. Pesquisadora do Núcleo de Estudos de População da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo, a professora Joice Melo Vieira avalia a chamada geração canguru como um “fenômeno que veio para ficar” e que tende a se intensificar à medida que conquistar independência financeira se torna cada vez mais difícil.

– A noção de juventude também tem mudado. É como se as pessoas se percebessem como jovens por mais tempo. Além disso, viver sozinho ainda não é uma experiência obrigatória no Brasil antes de formar a própria família. Muitos só saem quando casam. Nesse contexto, ao adiar o matrimônio, para alguns é quase automático que irão ficar na casa dos pais – comenta. [...]

É uma escolha pessoal, dizem pesquisadoras

No artigo “A Geração Canguru no Brasil” (2010), as pesquisadoras Barbara Cobo e Ana Lucia Saboia dizem que essa configuração no arranjo familiar tem como gênese a escolha pessoal. Para elas, a maioria dos filhos tem condições econômicas de se sustentar. Opcional ou não, especialistas citam diferentes fatores para o apego ao ninho: mais anos dedicados aos estudos, casamentos tardios, alto custo de vida, fatores emocionais, desemprego, violência, viagens e divórcio dos pais – a separação estimula filhos a ficarem com um deles como companhia. Enquanto os casamentos aumentaram em 2,78% entre 2012 e 2017 no Rio Grande do Sul, os divórcios subiram 23,25% no mesmo período.

Presidente da Associação Brasileira de Estudos Populacionais (Abep), o professor Ricardo Ojima acrescenta o adiamento da maternidade e da paternidade.

— Decidem que vão sair quando alcançarem condição financeira que propicie os benefícios que o ambiente familiar oferece — avalia Ojima.

A pesquisadora Joice, do Núcleo de Estudos de População da Unicamp, cita, ainda no contexto social, o preço dos imóveis e o custo de manutenção de um domicílio. Isso, atrelado aos motivos já citados, estimula a manutenção daquele convívio.

— Há também jovens que se veem como importantes provedores complementares da renda familiar. Sem eles ali, entendem que as dificuldades poderiam ser maiores — comenta.

Mestre em Antropologia Social e doutora em Demografia, ela lembra mudanças culturais importantes que, por vezes, facilitaram o prolongamento da convivência. Pais e filhos passaram a se enxergar como amigos que podem dividir o espaço doméstico, inclusive, aceitando a vida afetiva e sexual um do outro.

Impacta o cérebro, diz neuropsicóloga

Para a neuropsicóloga da PUCRS, Rochele Paz Fonseca, a busca tardia pela autonomia passa, também, pelo desenvolvimento lento da parte do cérebro responsável por organização, planejamento, controle de impulsos e tomada de decisão. Ligadas à autonomia, as chamadas funções executivas, explica Rochele, estão na última parte do cérebro a amadurecer – até 32 anos nas mulheres e até os 37 anos nos homens. 

— Há evidências científicas que comprovam que essas funções estão se atrasando cada vez mais, pois precisam de um estímulo do ambiente para se desenvolverem. Se tem uma pessoa que lava roupa, paga as contas e resolve a maioria dos seus problemas, essas funções não são exigidas. Esses jovens adultos vão encontrar mais dificuldade para levar uma vida independente, para adquirir conhecimento financeiro — diz.

O psicanalista Paulo Gleich, que escreveu uma coluna que inspirou este texto, alerta para dificuldades dos filhos em estabelecerem outras relações íntimas que não as familiares:

— O conforto do conhecido acaba limitando a oportunidade de novas experiências. Para ele, o cenário com o melhor de dois mundos pode ser, muitas vezes, uma espécie de prisão de luxo.

— Seduzidos pelas tolerantes benesses, os filhos não veem sentido em passar perrengues, como juntar trocados para pagar a conta de luz ou comer miojo por uma semana, apenas para ter algo que, supostamente, têm em casa: a liberdade de ir e vir, de fazer o que desejam. Com esse véu de liberalidade, a alienação passa quase despercebida, mas com frequência está lá: há uma dependência que transcende a questão econômica — avalia.
[...]
 Disponível em: <https://gauchazh.clicrbs.com.
br/comportamento/noticia/2019/05/geracaocanguru-os-filhos-adultos-que-moram-com-os-paiscjwavy0wn018v01qt7mm1eczs.html>. Acesso em 11 set. 2019.
(Adaptação)
Em relação ao tema abordado, é correto afirmar que o texto adota principalmente uma abordagem
Alternativas
Q1068530 Português

O trecho a seguir é referência para a questão.

    Com o objetivo de colocar em prática um projeto para ajudar a ONG Anjos dos Animais, elaborado pela equipe de funcionários do Colégio Sesi de Quatro Barras, durante o mês de julho foram distribuídas caixas de coleta de ração em vários pontos do município.

    Comunidade e comerciantes aderiram à campanha e o encerramento foi fantástico, ____________ colaboração de todos. [...]

(http://quatrobarras.pr.gov.br/noticiasView/709_Equipe-SESI-arrecada-meia-tonelada-de-racao-para-a-ong-Anjos-dos-Animais.html)

Sobre o texto, é correto afirmar:
Alternativas
Q1068529 Português

O trecho a seguir é referência para a questão.

    Com o objetivo de colocar em prática um projeto para ajudar a ONG Anjos dos Animais, elaborado pela equipe de funcionários do Colégio Sesi de Quatro Barras, durante o mês de julho foram distribuídas caixas de coleta de ração em vários pontos do município.

    Comunidade e comerciantes aderiram à campanha e o encerramento foi fantástico, ____________ colaboração de todos. [...]

(http://quatrobarras.pr.gov.br/noticiasView/709_Equipe-SESI-arrecada-meia-tonelada-de-racao-para-a-ong-Anjos-dos-Animais.html)

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna no texto.
Alternativas
Q1068528 Português
Considere o seguinte texto: Cuide de sua ligação de água!
A responsabilidade pela integridade do cavalete e do hidrômetro é do cliente a partir da adesão ao serviço. Vale lembrar que o cliente está sujeito a sanções administrativas e custos de regularização nos casos de violação, furto, perda, quebra ou adulteração do padrão da ligação. (http://site.sanepar.com.br/sites/site.sanepar.com.br/files/clientes2012/guia-do-cliente.pdf)

O trecho retirado do site da Sanepar faz referência a:
Alternativas
Q1068527 Português

O texto a seguir é referência para a questão.

    A Defesa Civil de Quatro Barras, buscando aprimorar ainda mais seus trabalhos de salvaguardar vidas, promoveu o Curso Operacional de Emergências Ambientais com Produtos Perigosos e Sistema de Comando de Incidentes (SCI), em parceria com a Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros do Estado do Paraná e Defesa Civil de Curitiba.

    O curso ocorreu ao longo dos meses de agosto e setembro, ________ duração de 16 horas-aula e participaram 26 servidores da Prefeitura Municipal, que se ________ para atuar tanto na prevenção de acidentes quanto na proteção de vidas, bem como para prestar os comandos ________ em caso de eventos adversos. [...]

(Adaptado de http://quatrobarras.pr.gov.br/noticiasView/?id=731) 

Segundo o texto, o curso promovido foi direcionado:
Alternativas
Q1068526 Português

O texto a seguir é referência para a questão.

    A Defesa Civil de Quatro Barras, buscando aprimorar ainda mais seus trabalhos de salvaguardar vidas, promoveu o Curso Operacional de Emergências Ambientais com Produtos Perigosos e Sistema de Comando de Incidentes (SCI), em parceria com a Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros do Estado do Paraná e Defesa Civil de Curitiba.

    O curso ocorreu ao longo dos meses de agosto e setembro, ________ duração de 16 horas-aula e participaram 26 servidores da Prefeitura Municipal, que se ________ para atuar tanto na prevenção de acidentes quanto na proteção de vidas, bem como para prestar os comandos ________ em caso de eventos adversos. [...]

(Adaptado de http://quatrobarras.pr.gov.br/noticiasView/?id=731) 

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima, na ordem em que aparecem no texto.
Alternativas
Q1068525 Português
O texto a seguir é referência para a questão.

Livro “A Hora do Lanche” avalia merendas pelo mundo

   _______________ seja recomendada a presença de verduras nas merendas, as escolas indianas dependem muito do custo governamental, que é bastante precário, e logo não dispõem de recursos financeiros para comprá-las. Conhecido como dal, esse prato de lentilha, ervilha ou grão de bico cozido, é uma das refeições mais comuns na Índia, rico em proteína, ferro e fibras, e ideal para os indianos que seguem a religião hinduísta e não comem carnes.
    A sopa colorida chama-se borsch e a cor intensa vem da beterraba, rica em fibras e excelente fonte de nutrientes. A kasha é um mingau feito de trigo ou outros cereais, como farinha e aveia, temperado com sal, manteiga e cebola frita. O pão está sempre presente no prato dos russos, que chegam a comer em média 60 kg de pão por ano.
    Não há programa de merenda escolar no México, por isso as crianças comem o que trazem de casa. Batata chips é um petisco comum entre os alunos, sendo acompanhada – pela maior parte das crianças – por refrigerante. Poucas escolhem algo mais saudável, como frutas, sanduíche natural e suco. Não é à toa que 1/3 das crianças em idade escolar estão com sobrepeso ou obesas.
    As cenouras são o segundo legume predileto dos ingleses, e são cultivadas no próprio país. Rosbife ou carne assada com molho é a receita do prato tradicional inglês. O yorkshire pudding é um bolinho assado e depois frito, que era servido de acompanhamento para reforçar o jantar das famílias mais pobres, e hoje alunos ingleses de baixa renda podem comer de graça nas escolas.

(Adaptado de: https://revistacrescer.globo.com/Criancas/Alimentacao/noticia/2015/08/livro-hora-do-lanche-avalia-merendas-pelo-mundo.html)  
No terceiro parágrafo do texto, a palavra que pode ser adicionada depois de poucas, sem alterar o sentido, é:
Alternativas
Q1068524 Português
O texto a seguir é referência para a questão.

Livro “A Hora do Lanche” avalia merendas pelo mundo

   _______________ seja recomendada a presença de verduras nas merendas, as escolas indianas dependem muito do custo governamental, que é bastante precário, e logo não dispõem de recursos financeiros para comprá-las. Conhecido como dal, esse prato de lentilha, ervilha ou grão de bico cozido, é uma das refeições mais comuns na Índia, rico em proteína, ferro e fibras, e ideal para os indianos que seguem a religião hinduísta e não comem carnes.
    A sopa colorida chama-se borsch e a cor intensa vem da beterraba, rica em fibras e excelente fonte de nutrientes. A kasha é um mingau feito de trigo ou outros cereais, como farinha e aveia, temperado com sal, manteiga e cebola frita. O pão está sempre presente no prato dos russos, que chegam a comer em média 60 kg de pão por ano.
    Não há programa de merenda escolar no México, por isso as crianças comem o que trazem de casa. Batata chips é um petisco comum entre os alunos, sendo acompanhada – pela maior parte das crianças – por refrigerante. Poucas escolhem algo mais saudável, como frutas, sanduíche natural e suco. Não é à toa que 1/3 das crianças em idade escolar estão com sobrepeso ou obesas.
    As cenouras são o segundo legume predileto dos ingleses, e são cultivadas no próprio país. Rosbife ou carne assada com molho é a receita do prato tradicional inglês. O yorkshire pudding é um bolinho assado e depois frito, que era servido de acompanhamento para reforçar o jantar das famílias mais pobres, e hoje alunos ingleses de baixa renda podem comer de graça nas escolas.

(Adaptado de: https://revistacrescer.globo.com/Criancas/Alimentacao/noticia/2015/08/livro-hora-do-lanche-avalia-merendas-pelo-mundo.html)  
De acordo com o texto, é correto afirmar que a merenda dos estudantes ingleses:
Alternativas
Respostas
8921: D
8922: A
8923: D
8924: B
8925: D
8926: C
8927: D
8928: A
8929: B
8930: D
8931: C
8932: A
8933: B
8934: D
8935: A
8936: B
8937: E
8938: D
8939: C
8940: B