Questões de Concurso Comentadas para agente comunitário de saúde

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Q3145419 Noções de Informática
Os protocolos de internet são conjuntos de regras que permitem a comunicação eficiente e segura entre dispositivos conectados, facilitando a troca de dados na rede global. Qual das seguintes alternativas descreve corretamente o uso do protocolo HTTP?
Alternativas
Q3145418 Noções de Informática
Ao navegar em uma pasta do Windows, o usuário pode acessar rapidamente as propriedades de um arquivo selecionado. Qual a combinação de teclas necessária para isso?
Alternativas
Q3145417 Raciocínio Lógico
Imagine que você está estudando Lógica Formal em um curso de Filosofia. Durante a aula, o professor apresenta uma proposição lógica e pede para que os alunos analisem. A proposição é:
Captura_de tela 2025-01-11 101059.png (403×58)

Ele desafia a turma a determinar a validade dessa proposição.

Depois de discutir com seus colegas e revisar os conceitos de lógica proposicional, você conclui que a proposição é uma:
Alternativas
Q3145410 Raciocínio Lógico
Observe a tabela-verdade a seguir:
Captura_de tela 2025-01-11 100809.png (433×135)

Analise as afirmações que seguem:

I. A proposição (p ^ q) → (p v q) é uma tautologia, pois é sempre verdadeira, independentemente dos valores lógicos de p e de q.
II. Se a última coluna da tabela-verdade só apresentar verdadeiro (e nenhum falso), então estaremos diante de uma contradição.
III.Uma proposição composta será dita uma contingência sempre que não for uma tautologia ou uma contradição.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3145407 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

As células que protegem, mas também podem destruir nosso cérebro

O cérebro é composto por dois tipos de células. Os neurônios, também conhecidos como células nervosas, são os mensageiros do cérebro, enviando informações para todo o corpo por meio de impulsos elétricos.

O outro tipo — chamado glia — compõe o resto. A micróglia é o menor membro da família da glia e representa cerca de 10% de todas as células cerebrais. Estas pequenas células possuem um corpo central de formato oval, do qual emergem braços delgados semelhantes a ramificações. "Elas possuem muitas ramificações que se movimentam continuamente na pesquisa do ambiente", diz Paolo d'Errico, neurocientista da Universidade da Alemanha.

"Em condições normais, elas as estendem e retraem para sentir o que acontece ao seu redor."

Quando apresentam bom desempenho, as micróglias são essenciais para o funcionamento saudável do cérebro. Durante nossos primeiros anos de vida, elas controlam o desenvolvimento do nosso cérebro, eliminando conexões sinápticas desnecessárias entre os neurônios.

Elas permitem que células se transformem em neurônios, além de reparar e manter a mielina — uma camada protetora de isolamento que envolve os neurônios, sem a qual a transmissão de impulsos elétricos seria impossível.

Ao longo da nossa vida, a micróglia protege o nosso cérebro de infecções, procurando e destruindo bactérias e vírus.

Elas limpam os detritos que se acumulam entre as células nervosas, erradicam e destroem proteínas tóxicas disformes, como as placas amiloides — os aglomerados de proteínas que desempenham um papel na progressão do Alzheimer.

No entanto, em certas circunstâncias, elas se rebelam. Quando as micróglias detectam que há algo errado no cérebro, como uma infecção ou uma grande presença de placas amiloides, elas entram em um estado super-reativo.

Elas se tornam muito maiores, contraem seus apêndices e começam a se movimentar, devorando os danos.

A micróglia ativada também libera substâncias conhecidas como citocinas inflamatórias, chamando outras células do sistema imunológico para entrar em ação.

Às vezes, a micróglia permanece neste estado de superestimulação muito tempo depois de o agente infeccioso ter desaparecido. Estas micróglias fora de controle estão por trás de uma série de doenças e condições modernas, como o vício por exemplo.

Quando a micróglia detecta drogas como opiáceos, cocaína ou metanfetamina, ela libera citocinas, o que faz com que os neurônios que estão ativos no momento do consumo da droga se tornem mais estimulados.

Crucialmente, isso leva à formação de conexões novas e mais fortes entre os neurônios e à liberação de mais dopamina, fortalecendo o desejo e a vontade do uso de drogas.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/crejp807xq7o.adaptado.
Ao longo da nossa vida, a micróglia protege o nosso cérebro de infecções, procurando e destruindo bactérias e vírus.
Assinale a opção correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
Alternativas
Q3145406 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

As células que protegem, mas também podem destruir nosso cérebro

O cérebro é composto por dois tipos de células. Os neurônios, também conhecidos como células nervosas, são os mensageiros do cérebro, enviando informações para todo o corpo por meio de impulsos elétricos.

O outro tipo — chamado glia — compõe o resto. A micróglia é o menor membro da família da glia e representa cerca de 10% de todas as células cerebrais. Estas pequenas células possuem um corpo central de formato oval, do qual emergem braços delgados semelhantes a ramificações. "Elas possuem muitas ramificações que se movimentam continuamente na pesquisa do ambiente", diz Paolo d'Errico, neurocientista da Universidade da Alemanha.

"Em condições normais, elas as estendem e retraem para sentir o que acontece ao seu redor."

Quando apresentam bom desempenho, as micróglias são essenciais para o funcionamento saudável do cérebro. Durante nossos primeiros anos de vida, elas controlam o desenvolvimento do nosso cérebro, eliminando conexões sinápticas desnecessárias entre os neurônios.

Elas permitem que células se transformem em neurônios, além de reparar e manter a mielina — uma camada protetora de isolamento que envolve os neurônios, sem a qual a transmissão de impulsos elétricos seria impossível.

Ao longo da nossa vida, a micróglia protege o nosso cérebro de infecções, procurando e destruindo bactérias e vírus.

Elas limpam os detritos que se acumulam entre as células nervosas, erradicam e destroem proteínas tóxicas disformes, como as placas amiloides — os aglomerados de proteínas que desempenham um papel na progressão do Alzheimer.

No entanto, em certas circunstâncias, elas se rebelam. Quando as micróglias detectam que há algo errado no cérebro, como uma infecção ou uma grande presença de placas amiloides, elas entram em um estado super-reativo.

Elas se tornam muito maiores, contraem seus apêndices e começam a se movimentar, devorando os danos.

A micróglia ativada também libera substâncias conhecidas como citocinas inflamatórias, chamando outras células do sistema imunológico para entrar em ação.

Às vezes, a micróglia permanece neste estado de superestimulação muito tempo depois de o agente infeccioso ter desaparecido. Estas micróglias fora de controle estão por trás de uma série de doenças e condições modernas, como o vício por exemplo.

Quando a micróglia detecta drogas como opiáceos, cocaína ou metanfetamina, ela libera citocinas, o que faz com que os neurônios que estão ativos no momento do consumo da droga se tornem mais estimulados.

Crucialmente, isso leva à formação de conexões novas e mais fortes entre os neurônios e à liberação de mais dopamina, fortalecendo o desejo e a vontade do uso de drogas.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/crejp807xq7o.adaptado.
A micróglia protege nossos cérebros de infecções, procurando e destruindo bactérias e vírus. Quando a micróglia sente que há algo errado, ela entra em um estado super-reativo.
De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3145405 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

As células que protegem, mas também podem destruir nosso cérebro

O cérebro é composto por dois tipos de células. Os neurônios, também conhecidos como células nervosas, são os mensageiros do cérebro, enviando informações para todo o corpo por meio de impulsos elétricos.

O outro tipo — chamado glia — compõe o resto. A micróglia é o menor membro da família da glia e representa cerca de 10% de todas as células cerebrais. Estas pequenas células possuem um corpo central de formato oval, do qual emergem braços delgados semelhantes a ramificações. "Elas possuem muitas ramificações que se movimentam continuamente na pesquisa do ambiente", diz Paolo d'Errico, neurocientista da Universidade da Alemanha.

"Em condições normais, elas as estendem e retraem para sentir o que acontece ao seu redor."

Quando apresentam bom desempenho, as micróglias são essenciais para o funcionamento saudável do cérebro. Durante nossos primeiros anos de vida, elas controlam o desenvolvimento do nosso cérebro, eliminando conexões sinápticas desnecessárias entre os neurônios.

Elas permitem que células se transformem em neurônios, além de reparar e manter a mielina — uma camada protetora de isolamento que envolve os neurônios, sem a qual a transmissão de impulsos elétricos seria impossível.

Ao longo da nossa vida, a micróglia protege o nosso cérebro de infecções, procurando e destruindo bactérias e vírus.

Elas limpam os detritos que se acumulam entre as células nervosas, erradicam e destroem proteínas tóxicas disformes, como as placas amiloides — os aglomerados de proteínas que desempenham um papel na progressão do Alzheimer.

No entanto, em certas circunstâncias, elas se rebelam. Quando as micróglias detectam que há algo errado no cérebro, como uma infecção ou uma grande presença de placas amiloides, elas entram em um estado super-reativo.

Elas se tornam muito maiores, contraem seus apêndices e começam a se movimentar, devorando os danos.

A micróglia ativada também libera substâncias conhecidas como citocinas inflamatórias, chamando outras células do sistema imunológico para entrar em ação.

Às vezes, a micróglia permanece neste estado de superestimulação muito tempo depois de o agente infeccioso ter desaparecido. Estas micróglias fora de controle estão por trás de uma série de doenças e condições modernas, como o vício por exemplo.

Quando a micróglia detecta drogas como opiáceos, cocaína ou metanfetamina, ela libera citocinas, o que faz com que os neurônios que estão ativos no momento do consumo da droga se tornem mais estimulados.

Crucialmente, isso leva à formação de conexões novas e mais fortes entre os neurônios e à liberação de mais dopamina, fortalecendo o desejo e a vontade do uso de drogas.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/crejp807xq7o.adaptado.
Elas se tornam muito maiores, contraem 'seus' apêndices e começam a se movimentar, devorando os danos.
O vocábulo destacado na frase, morfologicamente, trata-se de:
Alternativas
Q3145404 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

As células que protegem, mas também podem destruir nosso cérebro

O cérebro é composto por dois tipos de células. Os neurônios, também conhecidos como células nervosas, são os mensageiros do cérebro, enviando informações para todo o corpo por meio de impulsos elétricos.

O outro tipo — chamado glia — compõe o resto. A micróglia é o menor membro da família da glia e representa cerca de 10% de todas as células cerebrais. Estas pequenas células possuem um corpo central de formato oval, do qual emergem braços delgados semelhantes a ramificações. "Elas possuem muitas ramificações que se movimentam continuamente na pesquisa do ambiente", diz Paolo d'Errico, neurocientista da Universidade da Alemanha.

"Em condições normais, elas as estendem e retraem para sentir o que acontece ao seu redor."

Quando apresentam bom desempenho, as micróglias são essenciais para o funcionamento saudável do cérebro. Durante nossos primeiros anos de vida, elas controlam o desenvolvimento do nosso cérebro, eliminando conexões sinápticas desnecessárias entre os neurônios.

Elas permitem que células se transformem em neurônios, além de reparar e manter a mielina — uma camada protetora de isolamento que envolve os neurônios, sem a qual a transmissão de impulsos elétricos seria impossível.

Ao longo da nossa vida, a micróglia protege o nosso cérebro de infecções, procurando e destruindo bactérias e vírus.

Elas limpam os detritos que se acumulam entre as células nervosas, erradicam e destroem proteínas tóxicas disformes, como as placas amiloides — os aglomerados de proteínas que desempenham um papel na progressão do Alzheimer.

No entanto, em certas circunstâncias, elas se rebelam. Quando as micróglias detectam que há algo errado no cérebro, como uma infecção ou uma grande presença de placas amiloides, elas entram em um estado super-reativo.

Elas se tornam muito maiores, contraem seus apêndices e começam a se movimentar, devorando os danos.

A micróglia ativada também libera substâncias conhecidas como citocinas inflamatórias, chamando outras células do sistema imunológico para entrar em ação.

Às vezes, a micróglia permanece neste estado de superestimulação muito tempo depois de o agente infeccioso ter desaparecido. Estas micróglias fora de controle estão por trás de uma série de doenças e condições modernas, como o vício por exemplo.

Quando a micróglia detecta drogas como opiáceos, cocaína ou metanfetamina, ela libera citocinas, o que faz com que os neurônios que estão ativos no momento do consumo da droga se tornem mais estimulados.

Crucialmente, isso leva à formação de conexões novas e mais fortes entre os neurônios e à liberação de mais dopamina, fortalecendo o desejo e a vontade do uso de drogas.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/crejp807xq7o.adaptado.
Elas limpam os detritos que se acumulam entre as células nervosas, erradicam e destroem proteínas tóxicas disformes, como as placas amiloides — os aglomerados de proteínas que desempenham um papel na progressão do Alzheimer.
O número de artigos simples presentes na frase é de:
Alternativas
Q3145403 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

As células que protegem, mas também podem destruir nosso cérebro

O cérebro é composto por dois tipos de células. Os neurônios, também conhecidos como células nervosas, são os mensageiros do cérebro, enviando informações para todo o corpo por meio de impulsos elétricos.

O outro tipo — chamado glia — compõe o resto. A micróglia é o menor membro da família da glia e representa cerca de 10% de todas as células cerebrais. Estas pequenas células possuem um corpo central de formato oval, do qual emergem braços delgados semelhantes a ramificações. "Elas possuem muitas ramificações que se movimentam continuamente na pesquisa do ambiente", diz Paolo d'Errico, neurocientista da Universidade da Alemanha.

"Em condições normais, elas as estendem e retraem para sentir o que acontece ao seu redor."

Quando apresentam bom desempenho, as micróglias são essenciais para o funcionamento saudável do cérebro. Durante nossos primeiros anos de vida, elas controlam o desenvolvimento do nosso cérebro, eliminando conexões sinápticas desnecessárias entre os neurônios.

Elas permitem que células se transformem em neurônios, além de reparar e manter a mielina — uma camada protetora de isolamento que envolve os neurônios, sem a qual a transmissão de impulsos elétricos seria impossível.

Ao longo da nossa vida, a micróglia protege o nosso cérebro de infecções, procurando e destruindo bactérias e vírus.

Elas limpam os detritos que se acumulam entre as células nervosas, erradicam e destroem proteínas tóxicas disformes, como as placas amiloides — os aglomerados de proteínas que desempenham um papel na progressão do Alzheimer.

No entanto, em certas circunstâncias, elas se rebelam. Quando as micróglias detectam que há algo errado no cérebro, como uma infecção ou uma grande presença de placas amiloides, elas entram em um estado super-reativo.

Elas se tornam muito maiores, contraem seus apêndices e começam a se movimentar, devorando os danos.

A micróglia ativada também libera substâncias conhecidas como citocinas inflamatórias, chamando outras células do sistema imunológico para entrar em ação.

Às vezes, a micróglia permanece neste estado de superestimulação muito tempo depois de o agente infeccioso ter desaparecido. Estas micróglias fora de controle estão por trás de uma série de doenças e condições modernas, como o vício por exemplo.

Quando a micróglia detecta drogas como opiáceos, cocaína ou metanfetamina, ela libera citocinas, o que faz com que os neurônios que estão ativos no momento do consumo da droga se tornem mais estimulados.

Crucialmente, isso leva à formação de conexões novas e mais fortes entre os neurônios e à liberação de mais dopamina, fortalecendo o desejo e a vontade do uso de drogas.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/crejp807xq7o.adaptado.
Elas possuem muitas ramificações que se movimentam continuamente na pesquisa do ambiente.
Assinale a opção correta quanto às classes de palavras dos vocábulos mencionados nesta frase. 
Alternativas
Q3145402 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

As células que protegem, mas também podem destruir nosso cérebro

O cérebro é composto por dois tipos de células. Os neurônios, também conhecidos como células nervosas, são os mensageiros do cérebro, enviando informações para todo o corpo por meio de impulsos elétricos.

O outro tipo — chamado glia — compõe o resto. A micróglia é o menor membro da família da glia e representa cerca de 10% de todas as células cerebrais. Estas pequenas células possuem um corpo central de formato oval, do qual emergem braços delgados semelhantes a ramificações. "Elas possuem muitas ramificações que se movimentam continuamente na pesquisa do ambiente", diz Paolo d'Errico, neurocientista da Universidade da Alemanha.

"Em condições normais, elas as estendem e retraem para sentir o que acontece ao seu redor."

Quando apresentam bom desempenho, as micróglias são essenciais para o funcionamento saudável do cérebro. Durante nossos primeiros anos de vida, elas controlam o desenvolvimento do nosso cérebro, eliminando conexões sinápticas desnecessárias entre os neurônios.

Elas permitem que células se transformem em neurônios, além de reparar e manter a mielina — uma camada protetora de isolamento que envolve os neurônios, sem a qual a transmissão de impulsos elétricos seria impossível.

Ao longo da nossa vida, a micróglia protege o nosso cérebro de infecções, procurando e destruindo bactérias e vírus.

Elas limpam os detritos que se acumulam entre as células nervosas, erradicam e destroem proteínas tóxicas disformes, como as placas amiloides — os aglomerados de proteínas que desempenham um papel na progressão do Alzheimer.

No entanto, em certas circunstâncias, elas se rebelam. Quando as micróglias detectam que há algo errado no cérebro, como uma infecção ou uma grande presença de placas amiloides, elas entram em um estado super-reativo.

Elas se tornam muito maiores, contraem seus apêndices e começam a se movimentar, devorando os danos.

A micróglia ativada também libera substâncias conhecidas como citocinas inflamatórias, chamando outras células do sistema imunológico para entrar em ação.

Às vezes, a micróglia permanece neste estado de superestimulação muito tempo depois de o agente infeccioso ter desaparecido. Estas micróglias fora de controle estão por trás de uma série de doenças e condições modernas, como o vício por exemplo.

Quando a micróglia detecta drogas como opiáceos, cocaína ou metanfetamina, ela libera citocinas, o que faz com que os neurônios que estão ativos no momento do consumo da droga se tornem mais estimulados.

Crucialmente, isso leva à formação de conexões novas e mais fortes entre os neurônios e à liberação de mais dopamina, fortalecendo o desejo e a vontade do uso de drogas.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/crejp807xq7o.adaptado.
Quando apresentam bom desempenho, as micróglias são essenciais para o funcionamento saudável do cérebro, eliminando conexões sinápticas desnecessárias entre os neurônios.
Assinale a opção em que todos os vocábulos sejam adjetivos.
Alternativas
Q3145401 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

As células que protegem, mas também podem destruir nosso cérebro

O cérebro é composto por dois tipos de células. Os neurônios, também conhecidos como células nervosas, são os mensageiros do cérebro, enviando informações para todo o corpo por meio de impulsos elétricos.

O outro tipo — chamado glia — compõe o resto. A micróglia é o menor membro da família da glia e representa cerca de 10% de todas as células cerebrais. Estas pequenas células possuem um corpo central de formato oval, do qual emergem braços delgados semelhantes a ramificações. "Elas possuem muitas ramificações que se movimentam continuamente na pesquisa do ambiente", diz Paolo d'Errico, neurocientista da Universidade da Alemanha.

"Em condições normais, elas as estendem e retraem para sentir o que acontece ao seu redor."

Quando apresentam bom desempenho, as micróglias são essenciais para o funcionamento saudável do cérebro. Durante nossos primeiros anos de vida, elas controlam o desenvolvimento do nosso cérebro, eliminando conexões sinápticas desnecessárias entre os neurônios.

Elas permitem que células se transformem em neurônios, além de reparar e manter a mielina — uma camada protetora de isolamento que envolve os neurônios, sem a qual a transmissão de impulsos elétricos seria impossível.

Ao longo da nossa vida, a micróglia protege o nosso cérebro de infecções, procurando e destruindo bactérias e vírus.

Elas limpam os detritos que se acumulam entre as células nervosas, erradicam e destroem proteínas tóxicas disformes, como as placas amiloides — os aglomerados de proteínas que desempenham um papel na progressão do Alzheimer.

No entanto, em certas circunstâncias, elas se rebelam. Quando as micróglias detectam que há algo errado no cérebro, como uma infecção ou uma grande presença de placas amiloides, elas entram em um estado super-reativo.

Elas se tornam muito maiores, contraem seus apêndices e começam a se movimentar, devorando os danos.

A micróglia ativada também libera substâncias conhecidas como citocinas inflamatórias, chamando outras células do sistema imunológico para entrar em ação.

Às vezes, a micróglia permanece neste estado de superestimulação muito tempo depois de o agente infeccioso ter desaparecido. Estas micróglias fora de controle estão por trás de uma série de doenças e condições modernas, como o vício por exemplo.

Quando a micróglia detecta drogas como opiáceos, cocaína ou metanfetamina, ela libera citocinas, o que faz com que os neurônios que estão ativos no momento do consumo da droga se tornem mais estimulados.

Crucialmente, isso leva à formação de conexões novas e mais fortes entre os neurônios e à liberação de mais dopamina, fortalecendo o desejo e a vontade do uso de drogas.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/crejp807xq7o.adaptado.
A micróglia ativada também libera substâncias conhecidas como citocinas inflamatórias, chamando outras células do sistema imunológico para entrar em ação.
De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3145400 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

As células que protegem, mas também podem destruir nosso cérebro

O cérebro é composto por dois tipos de células. Os neurônios, também conhecidos como células nervosas, são os mensageiros do cérebro, enviando informações para todo o corpo por meio de impulsos elétricos.

O outro tipo — chamado glia — compõe o resto. A micróglia é o menor membro da família da glia e representa cerca de 10% de todas as células cerebrais. Estas pequenas células possuem um corpo central de formato oval, do qual emergem braços delgados semelhantes a ramificações. "Elas possuem muitas ramificações que se movimentam continuamente na pesquisa do ambiente", diz Paolo d'Errico, neurocientista da Universidade da Alemanha.

"Em condições normais, elas as estendem e retraem para sentir o que acontece ao seu redor."

Quando apresentam bom desempenho, as micróglias são essenciais para o funcionamento saudável do cérebro. Durante nossos primeiros anos de vida, elas controlam o desenvolvimento do nosso cérebro, eliminando conexões sinápticas desnecessárias entre os neurônios.

Elas permitem que células se transformem em neurônios, além de reparar e manter a mielina — uma camada protetora de isolamento que envolve os neurônios, sem a qual a transmissão de impulsos elétricos seria impossível.

Ao longo da nossa vida, a micróglia protege o nosso cérebro de infecções, procurando e destruindo bactérias e vírus.

Elas limpam os detritos que se acumulam entre as células nervosas, erradicam e destroem proteínas tóxicas disformes, como as placas amiloides — os aglomerados de proteínas que desempenham um papel na progressão do Alzheimer.

No entanto, em certas circunstâncias, elas se rebelam. Quando as micróglias detectam que há algo errado no cérebro, como uma infecção ou uma grande presença de placas amiloides, elas entram em um estado super-reativo.

Elas se tornam muito maiores, contraem seus apêndices e começam a se movimentar, devorando os danos.

A micróglia ativada também libera substâncias conhecidas como citocinas inflamatórias, chamando outras células do sistema imunológico para entrar em ação.

Às vezes, a micróglia permanece neste estado de superestimulação muito tempo depois de o agente infeccioso ter desaparecido. Estas micróglias fora de controle estão por trás de uma série de doenças e condições modernas, como o vício por exemplo.

Quando a micróglia detecta drogas como opiáceos, cocaína ou metanfetamina, ela libera citocinas, o que faz com que os neurônios que estão ativos no momento do consumo da droga se tornem mais estimulados.

Crucialmente, isso leva à formação de conexões novas e mais fortes entre os neurônios e à liberação de mais dopamina, fortalecendo o desejo e a vontade do uso de drogas.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/crejp807xq7o.adaptado.
O cérebro é composto por dois tipos de células. Os neurônios, também conhecidos como células nervosas, são os mensageiros do cérebro, enviando informações para todo o corpo por meio de impulsos elétricos.
Assinale a opção em que todos os vocábulos sejam substantivos.
Alternativas
Q3145399 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

As células que protegem, mas também podem destruir nosso cérebro

O cérebro é composto por dois tipos de células. Os neurônios, também conhecidos como células nervosas, são os mensageiros do cérebro, enviando informações para todo o corpo por meio de impulsos elétricos.

O outro tipo — chamado glia — compõe o resto. A micróglia é o menor membro da família da glia e representa cerca de 10% de todas as células cerebrais. Estas pequenas células possuem um corpo central de formato oval, do qual emergem braços delgados semelhantes a ramificações. "Elas possuem muitas ramificações que se movimentam continuamente na pesquisa do ambiente", diz Paolo d'Errico, neurocientista da Universidade da Alemanha.

"Em condições normais, elas as estendem e retraem para sentir o que acontece ao seu redor."

Quando apresentam bom desempenho, as micróglias são essenciais para o funcionamento saudável do cérebro. Durante nossos primeiros anos de vida, elas controlam o desenvolvimento do nosso cérebro, eliminando conexões sinápticas desnecessárias entre os neurônios.

Elas permitem que células se transformem em neurônios, além de reparar e manter a mielina — uma camada protetora de isolamento que envolve os neurônios, sem a qual a transmissão de impulsos elétricos seria impossível.

Ao longo da nossa vida, a micróglia protege o nosso cérebro de infecções, procurando e destruindo bactérias e vírus.

Elas limpam os detritos que se acumulam entre as células nervosas, erradicam e destroem proteínas tóxicas disformes, como as placas amiloides — os aglomerados de proteínas que desempenham um papel na progressão do Alzheimer.

No entanto, em certas circunstâncias, elas se rebelam. Quando as micróglias detectam que há algo errado no cérebro, como uma infecção ou uma grande presença de placas amiloides, elas entram em um estado super-reativo.

Elas se tornam muito maiores, contraem seus apêndices e começam a se movimentar, devorando os danos.

A micróglia ativada também libera substâncias conhecidas como citocinas inflamatórias, chamando outras células do sistema imunológico para entrar em ação.

Às vezes, a micróglia permanece neste estado de superestimulação muito tempo depois de o agente infeccioso ter desaparecido. Estas micróglias fora de controle estão por trás de uma série de doenças e condições modernas, como o vício por exemplo.

Quando a micróglia detecta drogas como opiáceos, cocaína ou metanfetamina, ela libera citocinas, o que faz com que os neurônios que estão ativos no momento do consumo da droga se tornem mais estimulados.

Crucialmente, isso leva à formação de conexões novas e mais fortes entre os neurônios e à liberação de mais dopamina, fortalecendo o desejo e a vontade do uso de drogas.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/crejp807xq7o.adaptado.
O outro tipo — chamado glia — compõe o resto. Estas pequenas células possuem um corpo central de formato oval, do qual emergem braços delgados semelhantes a ramificações.
Assinale a opção em que todos os vocábulos possuem dígrafo consonantal.
Alternativas
Q3145398 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

As células que protegem, mas também podem destruir nosso cérebro

O cérebro é composto por dois tipos de células. Os neurônios, também conhecidos como células nervosas, são os mensageiros do cérebro, enviando informações para todo o corpo por meio de impulsos elétricos.

O outro tipo — chamado glia — compõe o resto. A micróglia é o menor membro da família da glia e representa cerca de 10% de todas as células cerebrais. Estas pequenas células possuem um corpo central de formato oval, do qual emergem braços delgados semelhantes a ramificações. "Elas possuem muitas ramificações que se movimentam continuamente na pesquisa do ambiente", diz Paolo d'Errico, neurocientista da Universidade da Alemanha.

"Em condições normais, elas as estendem e retraem para sentir o que acontece ao seu redor."

Quando apresentam bom desempenho, as micróglias são essenciais para o funcionamento saudável do cérebro. Durante nossos primeiros anos de vida, elas controlam o desenvolvimento do nosso cérebro, eliminando conexões sinápticas desnecessárias entre os neurônios.

Elas permitem que células se transformem em neurônios, além de reparar e manter a mielina — uma camada protetora de isolamento que envolve os neurônios, sem a qual a transmissão de impulsos elétricos seria impossível.

Ao longo da nossa vida, a micróglia protege o nosso cérebro de infecções, procurando e destruindo bactérias e vírus.

Elas limpam os detritos que se acumulam entre as células nervosas, erradicam e destroem proteínas tóxicas disformes, como as placas amiloides — os aglomerados de proteínas que desempenham um papel na progressão do Alzheimer.

No entanto, em certas circunstâncias, elas se rebelam. Quando as micróglias detectam que há algo errado no cérebro, como uma infecção ou uma grande presença de placas amiloides, elas entram em um estado super-reativo.

Elas se tornam muito maiores, contraem seus apêndices e começam a se movimentar, devorando os danos.

A micróglia ativada também libera substâncias conhecidas como citocinas inflamatórias, chamando outras células do sistema imunológico para entrar em ação.

Às vezes, a micróglia permanece neste estado de superestimulação muito tempo depois de o agente infeccioso ter desaparecido. Estas micróglias fora de controle estão por trás de uma série de doenças e condições modernas, como o vício por exemplo.

Quando a micróglia detecta drogas como opiáceos, cocaína ou metanfetamina, ela libera citocinas, o que faz com que os neurônios que estão ativos no momento do consumo da droga se tornem mais estimulados.

Crucialmente, isso leva à formação de conexões novas e mais fortes entre os neurônios e à liberação de mais dopamina, fortalecendo o desejo e a vontade do uso de drogas.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/crejp807xq7o.adaptado.
Em condições normais, elas as 'estendem' para sentir o que acontece ao seu redor.
Conjugando o verbo destacado no futuro do pretérito do indicativo, tem-se:
Alternativas
Q3132531 Saúde Pública
No que diz respeito à Conferência de Saúde, preencha as lacunas a seguir, conforme descrito na Lei Orgânica nº 8.142/90:

A Conferência de Saúde reunir-se-á a cada_____anos com a representação dos vários segmentos sociais, para avaliar a situação de saúde e propor as diretrizes para a formulação da política de saúde nos níveis correspondentes, convocada pelo Poder_____ou, extraordinariamente, por esta ou pelo______.

A alternativa que preenche corretamente as lacunas acima é:
Alternativas
Q3132529 Saúde Pública
Tendo como base a Lei Orgânica nº 8.080/90, marque (V) para as afirmativas verdadeiras e (F) para as afirmativas falsas:

(__)O conjunto de ações e serviços de saúde, prestados por órgãos e instituições públicas federais, estaduais e municipais, da Administração direta e indireta e das fundações mantidas pelo Poder Público, constitui o Sistema Único de Saúde (SUS).
(__)A saúde é um direito fundamental do ser humano, devendo o Estado prover as condições indispensáveis ao seu pleno exercício.
(__)O dever do Estado exclui o das pessoas, da família, das empresas e da sociedade.
(__)A iniciativa privada deverá participar do Sistema Único de Saúde (SUS), em caráter complementar.

A sequência correta de cima para baixo é: 
Alternativas
Q3132528 Saúde Pública
As Comissões Intergestores têm o papel de pactuar a organização e o funcionamento das ações e serviços de saúde. A CIT (Comissão Intergestores Tripartite) é vinculada ao Ministério da Saúde para efeitos administrativos e operacionais.
São competências exclusivas da CIT (Comissão Intergestores Tripartite) a pactuação:

I.Das diretrizes gerais para a composição da RENASES (Relação Nacional de Ações e Serviços de Saúde).
II.Dos critérios para o planejamento integrado das ações e serviços de saúde da Região de Saúde, em razão do compartilhamento da gestão.
III.Das diretrizes internacionais, do financiamento e das questões operacionais das Regiões de Saúde situadas em fronteiras com outros países, respeitadas, em todos os casos, as normas que regem as relações nacionais.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):
Alternativas
Q3132527 Saúde Pública
Leia a descrição a seguir, contida no Decreto nº 7.508/2011:

"Espaço geográfico contínuo constituído por agrupamentos de Municípios limítrofes, delimitado a partir de identidades culturais, econômicas e sociais e de redes de comunicação e infraestrutura de transportes compartilhados, com a finalidade de integrar a organização, o planejamento e a execução de ações e serviços de saúde".

A definição descrita acima corresponde a: 
Alternativas
Q3132526 Saúde Pública
A Portaria nº 2436, de 21 de setembro de 2017, aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes para a organização da Atenção Básica, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).
Conforme definido pela Portaria citada acima, são princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) e da Rede de Atenção à Saúde (RAS) a serem operacionalizados na Atenção Básica, EXCETO:
Alternativas
Q3132525 Conhecimentos Gerais
A falta do registro civil impede o cidadão de emitir outros documentos ou de ter acesso a programas sociais ofertados pelo Governo Federal. Sobre esse tema, assinale (V) para as afirmativas verdadeiras e (F) para as afirmativas falsas:

(__)O Registro Civil de Nascimento é feito uma única vez em livro no cartório, realizado após pagamento de uma taxa obrigatória, assim como a primeira Certidão de Nascimento fornecida pelo cartório.
(__)O Registro Civil de Nascimento é feito no cartório de Registro Civil do cartório mais próximo de onde a pessoa mora somente nos primeiros 90 dias. Após esse prazo, o registro só poderá ser feito no local onde a criança nasceu.
(__)A segunda via da Certidão de Nascimento só é gratuita para aqueles reconhecidamente pobres.
(__)Se a criança não nasceu no hospital e não tem a Declaração de Nascido Vivo, os pais devem ir ao cartório com duas testemunhas maiores de idade que confirmem a gravidez e o parto.

A sequência correta de cima para baixo é:
Alternativas
Respostas
6241: B
6242: D
6243: D
6244: A
6245: D
6246: A
6247: A
6248: C
6249: C
6250: D
6251: A
6252: A
6253: C
6254: A
6255: B
6256: B
6257: B
6258: A
6259: B
6260: D