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Leia atentamente o texto que segue para responder à questão.
RESENHA CRÍTICA | INTOCÁVEIS (2011)

Leia atentamente o texto a seguir para responder à questão.
A perigosa aventura de escrever
Clarice Lispector
“Minhas intuições se tornam mais claras ao esforço de transpô-las em palavras”. Isso eu escrevi uma vez. Mas está errado, pois que, ao escrever, grudada e colada, está a intuição. É perigoso porque nunca se sabe o que virá – se se for sincero. Pode vir o aviso de uma destruição, de uma autodestruição por meio de palavras. Podem vir lembranças que jamais se queria vê-las à tona. O clima pode se tornar apocalíptico. O coração tem que estar puro para que a intuição venha. E quando, meu Deus, pode-se dizer que o coração está puro? Porque é difícil apurar a pureza: às vezes no amor ilícito está toda a pureza do corpo e alma, não abençoado por um padre, mas abençoado pelo próprio amor. E tudo isso pode-se chegar a ver – e ter visto é irrevogável. Não se brinca com a intuição, não se brinca com o escrever: a caça pode ferir mortalmente o caçador.
Fonte: LISPECTOR, Clarice. A perigosa aventura de escrever. In: A descoberta do mundo. São Paulo, Rocco, 2020, p.183.
Analise o texto e marque a alternativa CORRETA.
O texto a seguir contempla a próxima questão. Leia-o com atenção.

Fonte: Disponível em: www. thistymag.com. Acesso em: 13 maio 2024.
Sobre o texto, assinale a alternativa CORRETA.
Para a questão, leia o texto que segue.

Fonte: WATTERSON, Bill. . Calvin e Haroldo Disponível em: cultura.estadao.com.br-geral.20-tiras-de-calvin-e-hharoldo-para-refletir-sobre-a-vida-e-sobre-omundo. Acesso em: 23 jul. 2024.
“Quando a gente dá novos significados às palavras, o nosso velho idioma se transforma em um código excludente!”
Gramaticalmente, os termos em destaque se qualificam como:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Sintaxe À Vontade
O Teatro Mágico
Sem horas e sem dores
Respeitável público pagão
Bem-vindos ao Teatro Mágico
Sintaxe à vontade
Todo sujeito é livre para conjugar o verbo que quiser
Todo verbo é livre para ser direto e indireto
Nenhum predicado será prejudicado
Nem a frase, nem a crase e ponto final!
Afinal, a má gramática da vida nos põe entre pausas, entre vírgulas
E estar entre vírgulas pode ser aposto
E eu aposto o oposto
Que vou cativar a todos
Sendo apenas um sujeito simples
Um sujeito e sua oração, sua prece
Que a regência da paz sirva a todos nós
Cegos ou não
Que enxerguemos o fato
De termos acessórios para nossa oração
Separados ou adjuntos, nominais ou não
Façamos parte do contexto
E de todas as capas de edição especial
Sejamos também da contracapa
Mas ser capa e ser contracapa
É a beleza da contradição
É negar a si mesmo
E negar a si mesmo pode ser também encontrar-se com Deus
Com o teu Deus
Sem horas e sem dores
Que nesse encontro que acontece agora
Cada um possa se encontrar no outro
Até porque tem horas que a gente se pergunta
Por que é que não se junta
“Afinal, a má gramática da vida nos põe entre pausas, entre vírgulas"
Sintaticamente, o trecho em destaque é qualificado como:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Sintaxe À Vontade
O Teatro Mágico
Sem horas e sem dores
Respeitável público pagão
Bem-vindos ao Teatro Mágico
Sintaxe à vontade
Todo sujeito é livre para conjugar o verbo que quiser
Todo verbo é livre para ser direto e indireto
Nenhum predicado será prejudicado
Nem a frase, nem a crase e ponto final!
Afinal, a má gramática da vida nos põe entre pausas, entre vírgulas
E estar entre vírgulas pode ser aposto
E eu aposto o oposto
Que vou cativar a todos
Sendo apenas um sujeito simples
Um sujeito e sua oração, sua prece
Que a regência da paz sirva a todos nós
Cegos ou não
Que enxerguemos o fato
De termos acessórios para nossa oração
Separados ou adjuntos, nominais ou não
Façamos parte do contexto
E de todas as capas de edição especial
Sejamos também da contracapa
Mas ser capa e ser contracapa
É a beleza da contradição
É negar a si mesmo
E negar a si mesmo pode ser também encontrar-se com Deus
Com o teu Deus
Sem horas e sem dores
Que nesse encontro que acontece agora
Cada um possa se encontrar no outro
Até porque tem horas que a gente se pergunta
Por que é que não se junta
O texto a seguir se refere à questão.
O perigo de uma história única
Considerando o trecho lido, qual a tipologia textual predominante?
O texto a seguir se refere à questão.
O perigo de uma história única
I- Ela também presumiu exerce a função sintática de oração principal. II- Que, no período composto em análise, exerce a função de conjunção integrante. III- Que, no período composto em análise, exerce a função de pronome relativo. IV- A oração introduzida pelo que se classifica como oração subordinada substantiva objetiva direta. V- A oração introduzida pelo que se classifica como oração subordinada adverbial consecutiva.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
O texto a seguir se refere à questão.
O perigo de uma história única
“Tínhamos, como era comum, empregados domésticos que moravam em nossa casa e que, vinham de vilarejos rurais em geral, próximos”.
O elemento em destaque, sintaticamente, funciona no trecho como:
O texto a seguir se refere à questão.
O perigo de uma história única

Alegam como justificativa outros motivos:
A medida dos segmentos
e
, respectivamente,
corresponde a: “Ela gosta de filmes românticos; ele, de ação”.
I. “... ficaram os dois algum tempo aguentando a claridade do sol. Enxugaram as lágrimas, foram agachar-se perto dos filhos, ...” (Graciliano Ramos)
II. “Foi nos bailes da vida ou num bar em troca de pão/ Que muita gente boa pôs o pé na profissão...” (Milton Nascimento e Fernando Brant).
III. “No rancho fundo/ de olhar triste e profundo/ um moreno canta as mágoas/ com os olhos rasos d'água” (Ary Barroso e Lamartine Babo)
Leia o texto a seguir e responda o que se pede:
O Galo
O Dr. Marcolino apeou-se, entrou na palhoça, examinou o enfermo, auscultou-o, martelou-lhe o corpo inteiro com o nó do dedo grande e explicou a moléstia com palavras difíceis que aquela pobre gente não entendeu. Depois, abriu o saco de viagem que levava à garupa do animal, tirou alguns vidros, de cujo conteúdo derramou algumas gotas num copo d'água, e disse doutoralmente: - Aqui fica esta poção para ser tomada de três em três horas.
- Ah! seu doutor, nós aqui não podemos contar as horas, porque não temos relógio!
- Regulem-se pelo sol. O sol é um excelente relógio quando não chove e o tempo está seguro.
- Não sei disso, seu doutor, não entendo do relógio do sol...
- Nesse caso não sei como... Ah!...
Este ah!, com que o doutor interrompeu o que ia dizendo, foi produzido pela presença de um galo que passava no terreiro, majestosamente.
- Ali está um relógio, continuou o doutor: aquele galo. Todas as vezes que ele cantar, dê-lhe uma colher do remédio. E adeus! Não será nada: Depois de amanhã voltarei para ver o doente.
Foi-se o médico, e daí a dois dias voltou ao trote do seu jumento. Quem o recebeu foi o marido:
- Que é isto?... já de pé... - Sim, senhor: estou completamente bom, não tenho mais nada. E não sei como agradecer... Mas a mulher interveio com ar magoado:
- Sim, ele não tem mais nada, mas o pobre galo morreu.
- Morreu? Por quê?.
- Não sei, doutor... ele bebeu todo o remédio.
- Quem?... o galo?...
- Sim, senhor; todas as vezes que ele cantava, eu, segundo a recomendação do doutor, abria-lhe o bico, e derramava-lhe uma colher da droga pela goela abaixo! Que pena! Era um galo tão bonito!
Texto adaptado da obra de: AZEVEDO, Artur. O Galo. Disponível em: Biblioteca Virtual de
Literatura. Acesso em: 28 jun. 2024.