Questões de Concurso Comentadas para agente comunitário de saúde

Foram encontradas 16.131 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3158555 Português
Trabalho infantil cai ao menor nível da série histórica, mas Brasil ainda tem 1,6 milhão nesta situação

        A quantidade de crianças e adolescentes que exerciam trabalho infantil no país caiu para 1,6 milhão em 2023, frente a 2022 (queda de 14,6%). Trata-se do menor patamar da série histórica do IBGE, iniciada em 2016. A proporção de menores no trabalho infantil vinha caindo ao longo dos anos, mas chegou a subir para 4,9% em 2022, após a pandemia.

        Em 2023, porém, o índice recuou para 4,2%, também menor percentual da série.

        Os dados fazem parte da pesquisa "Pnad Contínua Trabalho de Crianças e Adolescentes", divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE. O levantamento mostra ainda que 586 mil menores de 5 a 17 anos (ou 36,47% do 1,6 milhão de jovens na condição de trabalho infantil), se enquadravam nos "piores trabalhos" da lista TIP (Trabalho Infantil Perigoso).

        Esse também foi o menor contingente da série histórica da pesquisa e representa uma redução de 22,5% frente a 2022, quando 756 mil crianças e adolescentes do país estavam nessa situação. Esses menores desempenhavam funções que envolviam risco de acidentes ou eram prejudiciais à saúde, como operação de máquinas, manuseio de produtos químicos e extração de minério.

        A queda do trabalho infantil foi observada em todas as faixas etárias, mas o recuo foi mais expressivo entre as crianças de 5 a 13 anos, onde houve uma redução de 449 mil em 2022 para 346 mil em 2023 (queda de 22,94%).

        Entre a faixa de 14 e 15 anos, o número de crianças em situação de trabalho infantil caiu de 444 mil para 366 mil, redução de 17,6% em um ano. Já entre a faixa de 16 a 17 anos, a redução foi de 9,41%, de 988 mil em 2022 para 895 mil em 2023.


Fonte: https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2024/10/18/trabalho-infantil-cai-ao-menor-nivel-da-serie-historicamas-brasil-ainda-tem-16-milhao-nesta-situacao.ghtml (adaptado).
No trecho "O recuo foi mais expressivo entre as crianças de 5 a 13 anos...", a palavra "expressivo" pode ser substituída por um sinônimo que mantenha o sentido original. Qual das alternativas apresenta um sinônimo adequado para substituir "expressivo" nesse contexto? 
Alternativas
Q3158554 Português
Trabalho infantil cai ao menor nível da série histórica, mas Brasil ainda tem 1,6 milhão nesta situação

        A quantidade de crianças e adolescentes que exerciam trabalho infantil no país caiu para 1,6 milhão em 2023, frente a 2022 (queda de 14,6%). Trata-se do menor patamar da série histórica do IBGE, iniciada em 2016. A proporção de menores no trabalho infantil vinha caindo ao longo dos anos, mas chegou a subir para 4,9% em 2022, após a pandemia.

        Em 2023, porém, o índice recuou para 4,2%, também menor percentual da série.

        Os dados fazem parte da pesquisa "Pnad Contínua Trabalho de Crianças e Adolescentes", divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE. O levantamento mostra ainda que 586 mil menores de 5 a 17 anos (ou 36,47% do 1,6 milhão de jovens na condição de trabalho infantil), se enquadravam nos "piores trabalhos" da lista TIP (Trabalho Infantil Perigoso).

        Esse também foi o menor contingente da série histórica da pesquisa e representa uma redução de 22,5% frente a 2022, quando 756 mil crianças e adolescentes do país estavam nessa situação. Esses menores desempenhavam funções que envolviam risco de acidentes ou eram prejudiciais à saúde, como operação de máquinas, manuseio de produtos químicos e extração de minério.

        A queda do trabalho infantil foi observada em todas as faixas etárias, mas o recuo foi mais expressivo entre as crianças de 5 a 13 anos, onde houve uma redução de 449 mil em 2022 para 346 mil em 2023 (queda de 22,94%).

        Entre a faixa de 14 e 15 anos, o número de crianças em situação de trabalho infantil caiu de 444 mil para 366 mil, redução de 17,6% em um ano. Já entre a faixa de 16 a 17 anos, a redução foi de 9,41%, de 988 mil em 2022 para 895 mil em 2023.


Fonte: https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2024/10/18/trabalho-infantil-cai-ao-menor-nivel-da-serie-historicamas-brasil-ainda-tem-16-milhao-nesta-situacao.ghtml (adaptado).
No trecho "A proporção de menores no trabalho infantil vinha caindo ao longo dos anos, mas chegou a subir para 4,9% em 2022", a palavra "mas" é classificada como uma:
Alternativas
Q3158553 Português
Trabalho infantil cai ao menor nível da série histórica, mas Brasil ainda tem 1,6 milhão nesta situação

        A quantidade de crianças e adolescentes que exerciam trabalho infantil no país caiu para 1,6 milhão em 2023, frente a 2022 (queda de 14,6%). Trata-se do menor patamar da série histórica do IBGE, iniciada em 2016. A proporção de menores no trabalho infantil vinha caindo ao longo dos anos, mas chegou a subir para 4,9% em 2022, após a pandemia.

        Em 2023, porém, o índice recuou para 4,2%, também menor percentual da série.

        Os dados fazem parte da pesquisa "Pnad Contínua Trabalho de Crianças e Adolescentes", divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE. O levantamento mostra ainda que 586 mil menores de 5 a 17 anos (ou 36,47% do 1,6 milhão de jovens na condição de trabalho infantil), se enquadravam nos "piores trabalhos" da lista TIP (Trabalho Infantil Perigoso).

        Esse também foi o menor contingente da série histórica da pesquisa e representa uma redução de 22,5% frente a 2022, quando 756 mil crianças e adolescentes do país estavam nessa situação. Esses menores desempenhavam funções que envolviam risco de acidentes ou eram prejudiciais à saúde, como operação de máquinas, manuseio de produtos químicos e extração de minério.

        A queda do trabalho infantil foi observada em todas as faixas etárias, mas o recuo foi mais expressivo entre as crianças de 5 a 13 anos, onde houve uma redução de 449 mil em 2022 para 346 mil em 2023 (queda de 22,94%).

        Entre a faixa de 14 e 15 anos, o número de crianças em situação de trabalho infantil caiu de 444 mil para 366 mil, redução de 17,6% em um ano. Já entre a faixa de 16 a 17 anos, a redução foi de 9,41%, de 988 mil em 2022 para 895 mil em 2023.


Fonte: https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2024/10/18/trabalho-infantil-cai-ao-menor-nivel-da-serie-historicamas-brasil-ainda-tem-16-milhao-nesta-situacao.ghtml (adaptado).
No trecho "A quantidade de crianças e adolescentes que exerciam trabalho infantil no país caiu para 1,6 milhão em 2023", a oração sublinhada é classificada como:
Alternativas
Q3158552 Português
Trabalho infantil cai ao menor nível da série histórica, mas Brasil ainda tem 1,6 milhão nesta situação

        A quantidade de crianças e adolescentes que exerciam trabalho infantil no país caiu para 1,6 milhão em 2023, frente a 2022 (queda de 14,6%). Trata-se do menor patamar da série histórica do IBGE, iniciada em 2016. A proporção de menores no trabalho infantil vinha caindo ao longo dos anos, mas chegou a subir para 4,9% em 2022, após a pandemia.

        Em 2023, porém, o índice recuou para 4,2%, também menor percentual da série.

        Os dados fazem parte da pesquisa "Pnad Contínua Trabalho de Crianças e Adolescentes", divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE. O levantamento mostra ainda que 586 mil menores de 5 a 17 anos (ou 36,47% do 1,6 milhão de jovens na condição de trabalho infantil), se enquadravam nos "piores trabalhos" da lista TIP (Trabalho Infantil Perigoso).

        Esse também foi o menor contingente da série histórica da pesquisa e representa uma redução de 22,5% frente a 2022, quando 756 mil crianças e adolescentes do país estavam nessa situação. Esses menores desempenhavam funções que envolviam risco de acidentes ou eram prejudiciais à saúde, como operação de máquinas, manuseio de produtos químicos e extração de minério.

        A queda do trabalho infantil foi observada em todas as faixas etárias, mas o recuo foi mais expressivo entre as crianças de 5 a 13 anos, onde houve uma redução de 449 mil em 2022 para 346 mil em 2023 (queda de 22,94%).

        Entre a faixa de 14 e 15 anos, o número de crianças em situação de trabalho infantil caiu de 444 mil para 366 mil, redução de 17,6% em um ano. Já entre a faixa de 16 a 17 anos, a redução foi de 9,41%, de 988 mil em 2022 para 895 mil em 2023.


Fonte: https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2024/10/18/trabalho-infantil-cai-ao-menor-nivel-da-serie-historicamas-brasil-ainda-tem-16-milhao-nesta-situacao.ghtml (adaptado).
Com base na análise fonológica, assinale a alternativa que apresenta corretamente o número de fonemas das palavras "quantidade", "levantamento" e "queda". 
Alternativas
Q3158551 Português
Trabalho infantil cai ao menor nível da série histórica, mas Brasil ainda tem 1,6 milhão nesta situação

        A quantidade de crianças e adolescentes que exerciam trabalho infantil no país caiu para 1,6 milhão em 2023, frente a 2022 (queda de 14,6%). Trata-se do menor patamar da série histórica do IBGE, iniciada em 2016. A proporção de menores no trabalho infantil vinha caindo ao longo dos anos, mas chegou a subir para 4,9% em 2022, após a pandemia.

        Em 2023, porém, o índice recuou para 4,2%, também menor percentual da série.

        Os dados fazem parte da pesquisa "Pnad Contínua Trabalho de Crianças e Adolescentes", divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE. O levantamento mostra ainda que 586 mil menores de 5 a 17 anos (ou 36,47% do 1,6 milhão de jovens na condição de trabalho infantil), se enquadravam nos "piores trabalhos" da lista TIP (Trabalho Infantil Perigoso).

        Esse também foi o menor contingente da série histórica da pesquisa e representa uma redução de 22,5% frente a 2022, quando 756 mil crianças e adolescentes do país estavam nessa situação. Esses menores desempenhavam funções que envolviam risco de acidentes ou eram prejudiciais à saúde, como operação de máquinas, manuseio de produtos químicos e extração de minério.

        A queda do trabalho infantil foi observada em todas as faixas etárias, mas o recuo foi mais expressivo entre as crianças de 5 a 13 anos, onde houve uma redução de 449 mil em 2022 para 346 mil em 2023 (queda de 22,94%).

        Entre a faixa de 14 e 15 anos, o número de crianças em situação de trabalho infantil caiu de 444 mil para 366 mil, redução de 17,6% em um ano. Já entre a faixa de 16 a 17 anos, a redução foi de 9,41%, de 988 mil em 2022 para 895 mil em 2023.


Fonte: https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2024/10/18/trabalho-infantil-cai-ao-menor-nivel-da-serie-historicamas-brasil-ainda-tem-16-milhao-nesta-situacao.ghtml (adaptado).
No trecho "Esses menores desempenhavam funções que envolviam risco de acidentes", a palavra "que" é classificada como:
Alternativas
Q3158550 Português
Trabalho infantil cai ao menor nível da série histórica, mas Brasil ainda tem 1,6 milhão nesta situação

        A quantidade de crianças e adolescentes que exerciam trabalho infantil no país caiu para 1,6 milhão em 2023, frente a 2022 (queda de 14,6%). Trata-se do menor patamar da série histórica do IBGE, iniciada em 2016. A proporção de menores no trabalho infantil vinha caindo ao longo dos anos, mas chegou a subir para 4,9% em 2022, após a pandemia.

        Em 2023, porém, o índice recuou para 4,2%, também menor percentual da série.

        Os dados fazem parte da pesquisa "Pnad Contínua Trabalho de Crianças e Adolescentes", divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE. O levantamento mostra ainda que 586 mil menores de 5 a 17 anos (ou 36,47% do 1,6 milhão de jovens na condição de trabalho infantil), se enquadravam nos "piores trabalhos" da lista TIP (Trabalho Infantil Perigoso).

        Esse também foi o menor contingente da série histórica da pesquisa e representa uma redução de 22,5% frente a 2022, quando 756 mil crianças e adolescentes do país estavam nessa situação. Esses menores desempenhavam funções que envolviam risco de acidentes ou eram prejudiciais à saúde, como operação de máquinas, manuseio de produtos químicos e extração de minério.

        A queda do trabalho infantil foi observada em todas as faixas etárias, mas o recuo foi mais expressivo entre as crianças de 5 a 13 anos, onde houve uma redução de 449 mil em 2022 para 346 mil em 2023 (queda de 22,94%).

        Entre a faixa de 14 e 15 anos, o número de crianças em situação de trabalho infantil caiu de 444 mil para 366 mil, redução de 17,6% em um ano. Já entre a faixa de 16 a 17 anos, a redução foi de 9,41%, de 988 mil em 2022 para 895 mil em 2023.


Fonte: https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2024/10/18/trabalho-infantil-cai-ao-menor-nivel-da-serie-historicamas-brasil-ainda-tem-16-milhao-nesta-situacao.ghtml (adaptado).
O texto aborda a redução do trabalho infantil no Brasil e apresenta dados coletados pelo IBGE. A data de publicação do texto é importante para entender o contexto temporal das informações apresentadas. Considerando elementos paratextuais, qual foi o mês da publicação do texto sobre o trabalho infantil? 
Alternativas
Q3158549 Português
Trabalho infantil cai ao menor nível da série histórica, mas Brasil ainda tem 1,6 milhão nesta situação

        A quantidade de crianças e adolescentes que exerciam trabalho infantil no país caiu para 1,6 milhão em 2023, frente a 2022 (queda de 14,6%). Trata-se do menor patamar da série histórica do IBGE, iniciada em 2016. A proporção de menores no trabalho infantil vinha caindo ao longo dos anos, mas chegou a subir para 4,9% em 2022, após a pandemia.

        Em 2023, porém, o índice recuou para 4,2%, também menor percentual da série.

        Os dados fazem parte da pesquisa "Pnad Contínua Trabalho de Crianças e Adolescentes", divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE. O levantamento mostra ainda que 586 mil menores de 5 a 17 anos (ou 36,47% do 1,6 milhão de jovens na condição de trabalho infantil), se enquadravam nos "piores trabalhos" da lista TIP (Trabalho Infantil Perigoso).

        Esse também foi o menor contingente da série histórica da pesquisa e representa uma redução de 22,5% frente a 2022, quando 756 mil crianças e adolescentes do país estavam nessa situação. Esses menores desempenhavam funções que envolviam risco de acidentes ou eram prejudiciais à saúde, como operação de máquinas, manuseio de produtos químicos e extração de minério.

        A queda do trabalho infantil foi observada em todas as faixas etárias, mas o recuo foi mais expressivo entre as crianças de 5 a 13 anos, onde houve uma redução de 449 mil em 2022 para 346 mil em 2023 (queda de 22,94%).

        Entre a faixa de 14 e 15 anos, o número de crianças em situação de trabalho infantil caiu de 444 mil para 366 mil, redução de 17,6% em um ano. Já entre a faixa de 16 a 17 anos, a redução foi de 9,41%, de 988 mil em 2022 para 895 mil em 2023.


Fonte: https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2024/10/18/trabalho-infantil-cai-ao-menor-nivel-da-serie-historicamas-brasil-ainda-tem-16-milhao-nesta-situacao.ghtml (adaptado).
O texto apresenta informações sobre a redução do trabalho infantil em duas faixas etárias específicas: 14 a 15 anos e 16 a 17 anos, com destaque para os números absolutos e percentuais. Com base nos dados fornecidos no texto, analise as assertivas a seguir:
I. A redução percentual do trabalho infantil foi maior na faixa de 14 a 15 anos do que na faixa de 16 a 17 anos, apesar de ambas apresentarem uma queda significativa nos números absolutos.
II. A faixa etária de 16 a 17 anos apresentou um número maior de crianças em situação de trabalho infantil em 2023, mesmo com uma redução proporcional menor do que na faixa de 14 a 15 anos.

Das assertivas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3158548 Português
Trabalho infantil cai ao menor nível da série histórica, mas Brasil ainda tem 1,6 milhão nesta situação

        A quantidade de crianças e adolescentes que exerciam trabalho infantil no país caiu para 1,6 milhão em 2023, frente a 2022 (queda de 14,6%). Trata-se do menor patamar da série histórica do IBGE, iniciada em 2016. A proporção de menores no trabalho infantil vinha caindo ao longo dos anos, mas chegou a subir para 4,9% em 2022, após a pandemia.

        Em 2023, porém, o índice recuou para 4,2%, também menor percentual da série.

        Os dados fazem parte da pesquisa "Pnad Contínua Trabalho de Crianças e Adolescentes", divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE. O levantamento mostra ainda que 586 mil menores de 5 a 17 anos (ou 36,47% do 1,6 milhão de jovens na condição de trabalho infantil), se enquadravam nos "piores trabalhos" da lista TIP (Trabalho Infantil Perigoso).

        Esse também foi o menor contingente da série histórica da pesquisa e representa uma redução de 22,5% frente a 2022, quando 756 mil crianças e adolescentes do país estavam nessa situação. Esses menores desempenhavam funções que envolviam risco de acidentes ou eram prejudiciais à saúde, como operação de máquinas, manuseio de produtos químicos e extração de minério.

        A queda do trabalho infantil foi observada em todas as faixas etárias, mas o recuo foi mais expressivo entre as crianças de 5 a 13 anos, onde houve uma redução de 449 mil em 2022 para 346 mil em 2023 (queda de 22,94%).

        Entre a faixa de 14 e 15 anos, o número de crianças em situação de trabalho infantil caiu de 444 mil para 366 mil, redução de 17,6% em um ano. Já entre a faixa de 16 a 17 anos, a redução foi de 9,41%, de 988 mil em 2022 para 895 mil em 2023.


Fonte: https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2024/10/18/trabalho-infantil-cai-ao-menor-nivel-da-serie-historicamas-brasil-ainda-tem-16-milhao-nesta-situacao.ghtml (adaptado).
O texto apresenta informações sobre a redução do trabalho infantil no Brasil em 2023, destacando dados de diferentes faixas etárias, os "piores trabalhos" e o percentual histórico da série do IBGE. Com base no texto, analise as assertivas a seguir:
I. Em 2023, o número de crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil no Brasil foi de 1,6 milhão, o menor patamar desde o início da série histórica do IBGE.
II. Os "piores trabalhos", como operação de máquinas e manuseio de produtos químicos, representavam 22,94% do total de menores em trabalho infantil em 2023.
III. A maior redução proporcional no número de crianças em trabalho infantil ocorreu na faixa etária de 5 a 13 anos, com uma queda de 22,94% em um ano.

Das assertivas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3158547 Português
Trabalho infantil cai ao menor nível da série histórica, mas Brasil ainda tem 1,6 milhão nesta situação

        A quantidade de crianças e adolescentes que exerciam trabalho infantil no país caiu para 1,6 milhão em 2023, frente a 2022 (queda de 14,6%). Trata-se do menor patamar da série histórica do IBGE, iniciada em 2016. A proporção de menores no trabalho infantil vinha caindo ao longo dos anos, mas chegou a subir para 4,9% em 2022, após a pandemia.

        Em 2023, porém, o índice recuou para 4,2%, também menor percentual da série.

        Os dados fazem parte da pesquisa "Pnad Contínua Trabalho de Crianças e Adolescentes", divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE. O levantamento mostra ainda que 586 mil menores de 5 a 17 anos (ou 36,47% do 1,6 milhão de jovens na condição de trabalho infantil), se enquadravam nos "piores trabalhos" da lista TIP (Trabalho Infantil Perigoso).

        Esse também foi o menor contingente da série histórica da pesquisa e representa uma redução de 22,5% frente a 2022, quando 756 mil crianças e adolescentes do país estavam nessa situação. Esses menores desempenhavam funções que envolviam risco de acidentes ou eram prejudiciais à saúde, como operação de máquinas, manuseio de produtos químicos e extração de minério.

        A queda do trabalho infantil foi observada em todas as faixas etárias, mas o recuo foi mais expressivo entre as crianças de 5 a 13 anos, onde houve uma redução de 449 mil em 2022 para 346 mil em 2023 (queda de 22,94%).

        Entre a faixa de 14 e 15 anos, o número de crianças em situação de trabalho infantil caiu de 444 mil para 366 mil, redução de 17,6% em um ano. Já entre a faixa de 16 a 17 anos, a redução foi de 9,41%, de 988 mil em 2022 para 895 mil em 2023.


Fonte: https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2024/10/18/trabalho-infantil-cai-ao-menor-nivel-da-serie-historicamas-brasil-ainda-tem-16-milhao-nesta-situacao.ghtml (adaptado).
No texto, a expressão “IBGE” é um exemplo de:
Alternativas
Q3158546 Português
Trabalho infantil cai ao menor nível da série histórica, mas Brasil ainda tem 1,6 milhão nesta situação

        A quantidade de crianças e adolescentes que exerciam trabalho infantil no país caiu para 1,6 milhão em 2023, frente a 2022 (queda de 14,6%). Trata-se do menor patamar da série histórica do IBGE, iniciada em 2016. A proporção de menores no trabalho infantil vinha caindo ao longo dos anos, mas chegou a subir para 4,9% em 2022, após a pandemia.

        Em 2023, porém, o índice recuou para 4,2%, também menor percentual da série.

        Os dados fazem parte da pesquisa "Pnad Contínua Trabalho de Crianças e Adolescentes", divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE. O levantamento mostra ainda que 586 mil menores de 5 a 17 anos (ou 36,47% do 1,6 milhão de jovens na condição de trabalho infantil), se enquadravam nos "piores trabalhos" da lista TIP (Trabalho Infantil Perigoso).

        Esse também foi o menor contingente da série histórica da pesquisa e representa uma redução de 22,5% frente a 2022, quando 756 mil crianças e adolescentes do país estavam nessa situação. Esses menores desempenhavam funções que envolviam risco de acidentes ou eram prejudiciais à saúde, como operação de máquinas, manuseio de produtos químicos e extração de minério.

        A queda do trabalho infantil foi observada em todas as faixas etárias, mas o recuo foi mais expressivo entre as crianças de 5 a 13 anos, onde houve uma redução de 449 mil em 2022 para 346 mil em 2023 (queda de 22,94%).

        Entre a faixa de 14 e 15 anos, o número de crianças em situação de trabalho infantil caiu de 444 mil para 366 mil, redução de 17,6% em um ano. Já entre a faixa de 16 a 17 anos, a redução foi de 9,41%, de 988 mil em 2022 para 895 mil em 2023.


Fonte: https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2024/10/18/trabalho-infantil-cai-ao-menor-nivel-da-serie-historicamas-brasil-ainda-tem-16-milhao-nesta-situacao.ghtml (adaptado).
O texto destaca que muitas crianças se encontram em "piores trabalhos", como operação de máquinas e manuseio de produtos químicos, devido ao risco que representam. De acordo com o texto, o que caracteriza esses trabalhos como perigosos?
Alternativas
Q3151912 Saúde Pública
A qualidade da atenção à saúde é um princípio fundamental no Sistema Único de Saúde (SUS), buscando garantir o acesso equitativo e a satisfação dos usuários. Com base nos conceitos de qualidade na atenção à saúde, analise as seguintes afirmativas:

I. A acessibilidade envolve a eliminação de barreiras físicas, geográficas, sociais e culturais que dificultam o acesso aos serviços de saúde, e o ACS deve desempenhar um papel ativo na identificação dessas barreiras e na promoção de estratégias para reduzi-las, assegurando que toda a comunidade tenha acesso adequado aos cuidados de saúde.
II. A humanização do cuidado no SUS pressupõe a criação de um ambiente acolhedor nas unidades de saúde, mas essa responsabilidade é exclusiva dos profissionais de enfermagem, sem a necessidade de envolvimento direto do ACS nas práticas de humanização, que estão voltadas apenas para os atendimentos técnicos de enfermagem e medicina.
III. A equidade é um princípio que busca tratar de forma diferenciada os indivíduos com base em suas necessidades específicas, e o ACS tem a responsabilidade de identificar grupos vulneráveis na comunidade para que sejam direcionados a programas de apoio, priorizando aqueles com maior risco ou necessidade de intervenção.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3151911 Saúde Pública
As avaliações em saúde desempenham um papel fundamental na melhoria contínua da qualidade dos serviços prestados pelo Agente Comunitário de Saúde (ACS), permitindo o monitoramento e o ajuste das estratégias de intervenção. Com base nos conceitos e tipos de avaliação em saúde, analise as seguintes afirmativas:

I. A avaliação formativa é realizada ao longo da implementação de um programa de saúde, permitindo que ajustes sejam feitos continuamente nas estratégias adotadas, com base nos resultados e desafios observados durante o processo, promovendo uma adaptação contínua da intervenção.
II. A avaliação de impacto mede os resultados imediatos de uma intervenção, como o número de pessoas vacinadas em uma campanha, mas não leva em consideração os efeitos de longo prazo na saúde da população, como a redução de casos de doenças ao longo dos anos.
III. A utilização de indicadores de qualidade, como a satisfação dos usuários e a redução de internações hospitalares, é um componente central para avaliar a efetividade das ações de saúde realizadas pelo ACS, auxiliando no ajuste das práticas para melhorar os resultados.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3151910 Saúde Pública
No contexto da saúde coletiva, os conceitos de eficácia, eficiência e efetividade são fundamentais para avaliar a qualidade e o impacto das intervenções em saúde. Com base nesses conceitos, analise as seguintes afirmações:

I. A eficácia de uma intervenção em saúde refere-se à sua capacidade de atingir os resultados desejados em condições ideais e controladas, como em ensaios clínicos, sem considerar as limitações de recursos ou variáveis externas.
II. A eficiência de uma ação de saúde está relacionada à sua capacidade de alcançar os resultados esperados utilizando o menor número de recursos possível, incluindo tempo, pessoal e dinheiro, sendo um conceito crucial para a otimização de campanhas como as de vacinação em massa.
III. A efetividade mede o impacto real de uma intervenção em situações práticas e cotidianas, ou seja, em condições de vida reais, sendo o critério mais adequado para avaliar o sucesso das ações do ACS na comunidade.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3151909 Saúde Pública
A definição de prioridades em saúde requer a análise de múltiplos indicadores socioeconômicos, culturais e epidemiológicos. Com base nos critérios operacionais para a definição dessas prioridades, analise as seguintes afirmações:

I. A renda per capita e o nível de escolaridade de uma comunidade são indicadores socioeconômicos importantes que o ACS deve levar em consideração ao identificar as áreas mais vulneráveis que necessitam de maior atenção para a implementação de ações de promoção e prevenção de saúde.
II. Indicadores culturais, como práticas de medicina tradicional e crenças relacionadas à vacinação, devem ser desconsiderados ao definir prioridades, pois podem comprometer a padronização das ações de saúde planejadas pela equipe, gerando desafios para a implementação uniforme das políticas de saúde.
III. A análise de indicadores epidemiológicos, como a alta prevalência de tuberculose em áreas específicas, é crucial para que o ACS direcione ações de vigilância ativa e promova medidas de controle da transmissão da doença, com o objetivo de reduzir a disseminação e prevenir novos casos.

Assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3151908 Saúde Pública
O levantamento das condições de vida e saúde da população é uma atividade central para o planejamento das ações de saúde do Agente Comunitário de Saúde (ACS). Diversas técnicas podem ser utilizadas para coletar essas informações de forma eficaz. Com base nas técnicas de levantamento de informações usadas pelo ACS, analise as seguintes afirmações:

I. A observação participante durante as visitas domiciliares é uma técnica que permite ao ACS identificar de forma qualitativa as condições de vulnerabilidade das famílias, como a presença de fatores de risco ambientais e sociais, sem depender exclusivamente do uso de questionários formais.
II. A aplicação de inquéritos de saúde pela equipe do PSF é uma técnica que permite ao ACS coletar dados quantitativos precisos, como o número de pessoas com acesso a água tratada, sendo essa ferramenta utilizada principalmente por gestores de saúde para monitoramento e planejamento.
III. O uso de mapas sociais, que visualizam as áreas de maior concentração de doenças e avaliam as condições de infraestrutura das comunidades, é uma técnica importante para o ACS organizar as intervenções e planejar as visitas de forma mais eficiente, priorizando as áreas de maior necessidade.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3151907 Saúde Pública
Os indicadores epidemiológicos são ferramentas essenciais para o monitoramento da saúde da população e para orientar as ações do Agente Comunitário de Saúde (ACS). Com base nesses indicadores e sua aplicação prática, analise as seguintes afirmações:

I. A taxa de incidência é um indicador que mede a ocorrência de novos casos de uma doença em uma população específica durante um determinado período, sendo um dado fundamental para que o ACS possa identificar possíveis surtos e planejar ações imediatas de prevenção e controle.
II. A taxa de prevalência, que mensura o número total de casos de uma doença em uma população durante um período definido, é particularmente útil para o ACS avaliar a carga de doenças crônicas, como hipertensão e diabetes, e para direcionar as estratégias de intervenção e acompanhamento dessas condições.
III. A taxa de mortalidade infantil reflete as condições de saneamento básico e o acesso a serviços de saúde em uma comunidade, sendo um importante indicador que o ACS deve monitorar para identificar áreas de risco e possíveis falhas nos cuidados prestados pela atenção primária à saúde.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3151906 Saúde Pública
A territorialização é um processo essencial para o planejamento eficaz das ações de saúde, permitindo ao Agente Comunitário de Saúde (ACS) organizar e direcionar suas atividades de acordo com as características de cada região. Considerando esse conceito, analise as seguintes afirmações sobre a territorialização e a atuação do ACS:

I. A territorialização permite que o ACS divida seu território em microáreas, facilitando a organização das visitas domiciliares e o acompanhamento das condições de saúde específicas de cada área, assegurando que a assistência seja mais adequada às necessidades locais. 
II. O conceito de área de abrangência refere-se ao conjunto de unidades de saúde de uma cidade, sendo um termo utilizado principalmente no planejamento urbano e, portanto, de pouca relevância prática para o trabalho direto do ACS em sua microárea de atuação.
III. O mapeamento das microáreas pelo ACS deve levar em conta fatores como densidade populacional, áreas de risco ambiental e a facilidade de acesso aos serviços de saúde, para garantir que a distribuição do atendimento seja feita de forma equitativa, priorizando áreas mais vulneráveis.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3151905 Saúde Pública
O cadastramento familiar e territorial é uma atividade central para o planejamento e execução das ações de saúde na Atenção Básica, permitindo uma visão detalhada das condições de saúde da população. Com base nas diretrizes do Ministério da Saúde, analise as seguintes afirmações sobre essa atividade:

I. O cadastramento familiar é uma ferramenta que permite ao ACS coletar informações sobre o número de moradores, condições de moradia, presença de doenças crônicas, entre outros dados, sendo essencial para identificar demandas específicas de saúde na área de cobertura e orientar o planejamento das ações de promoção e prevenção.
II. O uso do e-SUS Atenção Básica é um recurso importante para o cadastramento territorial, pois permite o registro digital de informações essenciais sobre a população, facilitando a análise de indicadores de saúde e o desenvolvimento de políticas públicas mais adequadas às necessidades da comunidade.
III. O cadastramento familiar deve ser realizado pelo ACS apenas uma vez ao ano, evitando a sobrecarga de trabalho, e a atualização frequente dos dados das famílias é dispensável, a menos que haja mudanças significativas no núcleo familiar.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3151904 Saúde Pública
O conhecimento geográfico e das condições socioeconômicas do município é fundamental para que o Agente Comunitário de Saúde (ACS) compreenda as particularidades da comunidade em que atua, facilitando a adaptação das ações de saúde às necessidades locais. Considerando a relevância desse conhecimento, analise as seguintes afirmações:

I. O ACS deve estar familiarizado com as características físicas e ambientais do município, como a distribuição dos recursos hídricos, a qualidade da água e as condições de saneamento, a fim de orientar a população sobre doenças relacionadas a esses fatores, como a esquistossomose e a leptospirose.
II. A análise de dados demográficos, como a taxa de natalidade, envelhecimento populacional e migração, é uma responsabilidade exclusiva dos gestores municipais, não sendo necessário que o ACS compreenda esses aspectos para a execução de suas atividades diárias.
III. O conhecimento das áreas com maior concentração de vulnerabilidade social, como regiões com altos índices de desemprego, violência e precariedade habitacional, é essencial para que o ACS priorize as visitas domiciliares e direcione as ações de promoção de saúde para as áreas mais necessitadas.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3151903 Saúde Pública
A atuação do Agente Comunitário de Saúde (ACS) está alicerçada nos princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS) e nas normas estabelecidas pela Lei Orgânica da Saúde (Lei nº 8.080/1990). Considerando esses princípios, analise as seguintes afirmações:

I. O princípio da universalidade no SUS garante que toda a população brasileira, independentemente de sua condição socioeconômica, tenha direito ao acesso integral à saúde. O ACS desempenha um papel fundamental em garantir que a comunidade conheça e exerça esse direito, informando e facilitando o acesso aos serviços de saúde.
II. A equidade é um princípio norteador do SUS, que visa garantir que os recursos de saúde sejam alocados proporcionalmente às necessidades das populações mais vulneráveis, sendo o ACS um agente chave na identificação dessas populações e na comunicação dessas necessidades à equipe de saúde.
III. O princípio da integralidade no SUS estabelece que as ações de saúde devem ser planejadas de maneira especializada e fragmentada, com cada nível de atenção (primária, secundária e terciária) atuando de forma independente, com a necessidade de coordenação entre os serviços.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Respostas
3881: D
3882: C
3883: A
3884: D
3885: A
3886: B
3887: C
3888: B
3889: A
3890: C
3891: A
3892: A
3893: D
3894: B
3895: C
3896: D
3897: B
3898: B
3899: C
3900: B