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Q3805946 Economia
Considerando que os países não são autossuficientes, é necessário elaborar acordos para estabelecer relações econômicas referente as importações e exportações de produtos que abastecem a população, e movimentam a economia. O Brasil possui vários parceiros comerciais, neste sentido é possível destacar que:  
Alternativas
Q3805945 Geografia
Na geopolítica atual, as mudanças climáticas é um tema que está em discussão nas assembleias das organizações internacionais e conferências ambientais. Estes debates e acordos afetam as políticas ambientais dos países, dependendo do engajamento internacional e aderência a problemática na administração das nações. Sobre as consequências relacionadas as mudanças climáticas, quais situações abaixo estariam sobre maior vulnerabilidade? 
Alternativas
Q3805944 Engenharia Ambiental e Sanitária
No ano de 2024, o Rio Grande do Sul presenciou uma das maiores enchentes da história do Estado, afetando 87 municípios, com mais de 180 mortos e muitos desaparecidos. Identifique a alternativa abaixo que está associada as causas da enchente.
Alternativas
Q3805943 História
No Brasil Império (1822-1889) aconteceram várias revoltas que demonstraram insatisfação perante a administração imperial brasileira. Entre elas podemos destacar a revolta da Cabanagem, Sabinada, Malês, Balaiada e a Farroupilha. Analisando o contexto que envolveu a Guerra dos Farrapos, responda a alternativa correta. 
Alternativas
Q3805937 Português
Bonitas mesmo
Martha Medeiros


    Quando é que uma mulher é realmente bonita? No momento em que sai do cabeleireiro? Quando está numa festa? Quando posa para uma foto? Clic, clic, clic. Sorriso amarelo, postura artificial, desempenho para o público. Bonitas mesmo somos quando ninguém está nos vendo.

    Atirada no sofá, com uma calça de ficar em casa, uma blusa faltando um botão, as pernas enroscadas uma na outra, o cabelo caindo de qualquer jeito pelo ombro, nenhuma preocupação se o batom resistiu ou não à longa passagem do dia. Um livro nas mãos, o olhar perdido dentro de tantas palavras, um ar de descoberta no rosto. Linda.

    Caminhando pela rua, sol escaldante, a manga da blusa arregaçada, a nuca ardendo, o cabelo sendo erguido num coque malfeito, um ar de desaprovação pelo atraso do ônibus, centenas de pessoas cruzando-se e ninguém enxergando ninguém, ela enxuga a testa com a palma da mão, ajeita a sobrancelha com os dedos. Perfeita.

    Saindo do banho, a toalha abandonada no chão, o corpo ainda úmido, as mãos desembaçando o espelho, creme hidratante nas pernas, desodorante, um último minuto de relaxamento, há um dia inteiro pra percorrer e assim que a porta do banheiro for aberta já não será mais dona de si mesma. Escovar os dentes, cuspir, enxugar a boca, respirar fundo. Espetacular.

    Dentro do teatro, as luzes apagadas, o riso solto, escancarado, as mãos aplaudindo em cena aberta, sem comandos, seu tronco deslocando-se quando uma fala surpreende, gargalhada que não se constrange, não obedece à adequação, gengiva à mostra, seu ombro encostado no ombro ao lado, ambos voltados pra frente, a mão tapando a boca num breve acesso de timidez por tanta alegria. Um sonho.

    O carro estacionado às pressas numa rua desconhecida, uma necessidade urgente de chorar por causa de uma música ou de uma lembrança, a cabeça jogada sobre o volante, as lágrimas quentes, fartas, um lenço de papel catado na bolsa, o nariz sendo assoado, os dedos limpando as pálpebras, o retrovisor acusando os olhos vermelhos e mesmo assim servindo de amparo, estou aqui com você, só eu estou te vendo. Encantadora.  
O texto “Bonitas mesmo” é classificado como uma crônica. São características deste gênero, exceto:  
Alternativas
Q3805936 Português
Bonitas mesmo
Martha Medeiros


    Quando é que uma mulher é realmente bonita? No momento em que sai do cabeleireiro? Quando está numa festa? Quando posa para uma foto? Clic, clic, clic. Sorriso amarelo, postura artificial, desempenho para o público. Bonitas mesmo somos quando ninguém está nos vendo.

    Atirada no sofá, com uma calça de ficar em casa, uma blusa faltando um botão, as pernas enroscadas uma na outra, o cabelo caindo de qualquer jeito pelo ombro, nenhuma preocupação se o batom resistiu ou não à longa passagem do dia. Um livro nas mãos, o olhar perdido dentro de tantas palavras, um ar de descoberta no rosto. Linda.

    Caminhando pela rua, sol escaldante, a manga da blusa arregaçada, a nuca ardendo, o cabelo sendo erguido num coque malfeito, um ar de desaprovação pelo atraso do ônibus, centenas de pessoas cruzando-se e ninguém enxergando ninguém, ela enxuga a testa com a palma da mão, ajeita a sobrancelha com os dedos. Perfeita.

    Saindo do banho, a toalha abandonada no chão, o corpo ainda úmido, as mãos desembaçando o espelho, creme hidratante nas pernas, desodorante, um último minuto de relaxamento, há um dia inteiro pra percorrer e assim que a porta do banheiro for aberta já não será mais dona de si mesma. Escovar os dentes, cuspir, enxugar a boca, respirar fundo. Espetacular.

    Dentro do teatro, as luzes apagadas, o riso solto, escancarado, as mãos aplaudindo em cena aberta, sem comandos, seu tronco deslocando-se quando uma fala surpreende, gargalhada que não se constrange, não obedece à adequação, gengiva à mostra, seu ombro encostado no ombro ao lado, ambos voltados pra frente, a mão tapando a boca num breve acesso de timidez por tanta alegria. Um sonho.

    O carro estacionado às pressas numa rua desconhecida, uma necessidade urgente de chorar por causa de uma música ou de uma lembrança, a cabeça jogada sobre o volante, as lágrimas quentes, fartas, um lenço de papel catado na bolsa, o nariz sendo assoado, os dedos limpando as pálpebras, o retrovisor acusando os olhos vermelhos e mesmo assim servindo de amparo, estou aqui com você, só eu estou te vendo. Encantadora.  
Levando em consideração o contexto no qual estão inseridas, as palavras destacadas amarelo, passagem, livro e às pressas são respectivamente:  
Alternativas
Q3805935 Português
Bonitas mesmo
Martha Medeiros


    Quando é que uma mulher é realmente bonita? No momento em que sai do cabeleireiro? Quando está numa festa? Quando posa para uma foto? Clic, clic, clic. Sorriso amarelo, postura artificial, desempenho para o público. Bonitas mesmo somos quando ninguém está nos vendo.

    Atirada no sofá, com uma calça de ficar em casa, uma blusa faltando um botão, as pernas enroscadas uma na outra, o cabelo caindo de qualquer jeito pelo ombro, nenhuma preocupação se o batom resistiu ou não à longa passagem do dia. Um livro nas mãos, o olhar perdido dentro de tantas palavras, um ar de descoberta no rosto. Linda.

    Caminhando pela rua, sol escaldante, a manga da blusa arregaçada, a nuca ardendo, o cabelo sendo erguido num coque malfeito, um ar de desaprovação pelo atraso do ônibus, centenas de pessoas cruzando-se e ninguém enxergando ninguém, ela enxuga a testa com a palma da mão, ajeita a sobrancelha com os dedos. Perfeita.

    Saindo do banho, a toalha abandonada no chão, o corpo ainda úmido, as mãos desembaçando o espelho, creme hidratante nas pernas, desodorante, um último minuto de relaxamento, há um dia inteiro pra percorrer e assim que a porta do banheiro for aberta já não será mais dona de si mesma. Escovar os dentes, cuspir, enxugar a boca, respirar fundo. Espetacular.

    Dentro do teatro, as luzes apagadas, o riso solto, escancarado, as mãos aplaudindo em cena aberta, sem comandos, seu tronco deslocando-se quando uma fala surpreende, gargalhada que não se constrange, não obedece à adequação, gengiva à mostra, seu ombro encostado no ombro ao lado, ambos voltados pra frente, a mão tapando a boca num breve acesso de timidez por tanta alegria. Um sonho.

    O carro estacionado às pressas numa rua desconhecida, uma necessidade urgente de chorar por causa de uma música ou de uma lembrança, a cabeça jogada sobre o volante, as lágrimas quentes, fartas, um lenço de papel catado na bolsa, o nariz sendo assoado, os dedos limpando as pálpebras, o retrovisor acusando os olhos vermelhos e mesmo assim servindo de amparo, estou aqui com você, só eu estou te vendo. Encantadora.  
Das alternativas abaixo, qual são os adjetivos da mulher em cada situação do cotidiano segundo o texto:  
Alternativas
Q3805934 Português
Bonitas mesmo
Martha Medeiros


    Quando é que uma mulher é realmente bonita? No momento em que sai do cabeleireiro? Quando está numa festa? Quando posa para uma foto? Clic, clic, clic. Sorriso amarelo, postura artificial, desempenho para o público. Bonitas mesmo somos quando ninguém está nos vendo.

    Atirada no sofá, com uma calça de ficar em casa, uma blusa faltando um botão, as pernas enroscadas uma na outra, o cabelo caindo de qualquer jeito pelo ombro, nenhuma preocupação se o batom resistiu ou não à longa passagem do dia. Um livro nas mãos, o olhar perdido dentro de tantas palavras, um ar de descoberta no rosto. Linda.

    Caminhando pela rua, sol escaldante, a manga da blusa arregaçada, a nuca ardendo, o cabelo sendo erguido num coque malfeito, um ar de desaprovação pelo atraso do ônibus, centenas de pessoas cruzando-se e ninguém enxergando ninguém, ela enxuga a testa com a palma da mão, ajeita a sobrancelha com os dedos. Perfeita.

    Saindo do banho, a toalha abandonada no chão, o corpo ainda úmido, as mãos desembaçando o espelho, creme hidratante nas pernas, desodorante, um último minuto de relaxamento, há um dia inteiro pra percorrer e assim que a porta do banheiro for aberta já não será mais dona de si mesma. Escovar os dentes, cuspir, enxugar a boca, respirar fundo. Espetacular.

    Dentro do teatro, as luzes apagadas, o riso solto, escancarado, as mãos aplaudindo em cena aberta, sem comandos, seu tronco deslocando-se quando uma fala surpreende, gargalhada que não se constrange, não obedece à adequação, gengiva à mostra, seu ombro encostado no ombro ao lado, ambos voltados pra frente, a mão tapando a boca num breve acesso de timidez por tanta alegria. Um sonho.

    O carro estacionado às pressas numa rua desconhecida, uma necessidade urgente de chorar por causa de uma música ou de uma lembrança, a cabeça jogada sobre o volante, as lágrimas quentes, fartas, um lenço de papel catado na bolsa, o nariz sendo assoado, os dedos limpando as pálpebras, o retrovisor acusando os olhos vermelhos e mesmo assim servindo de amparo, estou aqui com você, só eu estou te vendo. Encantadora.  
De acordo com o texto, qual é a imagem mais apropriada para retratar a mulher em seu estado mais perfeito? 
Alternativas
Q3805933 Português
Bonitas mesmo
Martha Medeiros


    Quando é que uma mulher é realmente bonita? No momento em que sai do cabeleireiro? Quando está numa festa? Quando posa para uma foto? Clic, clic, clic. Sorriso amarelo, postura artificial, desempenho para o público. Bonitas mesmo somos quando ninguém está nos vendo.

    Atirada no sofá, com uma calça de ficar em casa, uma blusa faltando um botão, as pernas enroscadas uma na outra, o cabelo caindo de qualquer jeito pelo ombro, nenhuma preocupação se o batom resistiu ou não à longa passagem do dia. Um livro nas mãos, o olhar perdido dentro de tantas palavras, um ar de descoberta no rosto. Linda.

    Caminhando pela rua, sol escaldante, a manga da blusa arregaçada, a nuca ardendo, o cabelo sendo erguido num coque malfeito, um ar de desaprovação pelo atraso do ônibus, centenas de pessoas cruzando-se e ninguém enxergando ninguém, ela enxuga a testa com a palma da mão, ajeita a sobrancelha com os dedos. Perfeita.

    Saindo do banho, a toalha abandonada no chão, o corpo ainda úmido, as mãos desembaçando o espelho, creme hidratante nas pernas, desodorante, um último minuto de relaxamento, há um dia inteiro pra percorrer e assim que a porta do banheiro for aberta já não será mais dona de si mesma. Escovar os dentes, cuspir, enxugar a boca, respirar fundo. Espetacular.

    Dentro do teatro, as luzes apagadas, o riso solto, escancarado, as mãos aplaudindo em cena aberta, sem comandos, seu tronco deslocando-se quando uma fala surpreende, gargalhada que não se constrange, não obedece à adequação, gengiva à mostra, seu ombro encostado no ombro ao lado, ambos voltados pra frente, a mão tapando a boca num breve acesso de timidez por tanta alegria. Um sonho.

    O carro estacionado às pressas numa rua desconhecida, uma necessidade urgente de chorar por causa de uma música ou de uma lembrança, a cabeça jogada sobre o volante, as lágrimas quentes, fartas, um lenço de papel catado na bolsa, o nariz sendo assoado, os dedos limpando as pálpebras, o retrovisor acusando os olhos vermelhos e mesmo assim servindo de amparo, estou aqui com você, só eu estou te vendo. Encantadora.  
Com um olhar atento e crítico, o texto começa por apontar e comentar as pressões estéticas a que as mulheres estão sujeitas e as diversas cobranças que existem em torno da sua aparência. Qual das descrições a seguir representa a ideia principal do texto sobre a beleza de uma mulher?  
Alternativas
Q3803889 Saúde Pública
A abordagem a grupos sociais e familiares exige do Agente Comunitário de Saúde sensibilidade ética e respeito aos direitos humanos. Diante de uma família em situação de vulnerabilidade, a conduta mais adequada consiste em: 
Alternativas
Q3803888 Saúde Pública
No âmbito da imunização, o Agente Comunitário de Saúde desempenha papel relevante na orientação das famílias. Assim, o acompanhamento do calendário vacinal contribui para a ________ de doenças imunopreveníveis na comunidade. Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna?
Alternativas
Q3803887 Saúde Pública

Considerando a Estratégia Saúde da Família, analise as assertivas a seguir:


I. O Agente Comunitário de Saúde atua como elo entre a equipe de saúde e a comunidade.


II. A humanização da assistência implica escuta qualificada e respeito às singularidades.


Com base nas assertivas, pode-se afirmar que:

Alternativas
Q3803886 Saúde Pública
A atuação do Agente Comunitário de Saúde na promoção da saúde pressupõe ações educativas contínuas junto à comunidade. Acerca dessas ações, é INCORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3803885 Saúde Pública
O cadastramento familiar é uma etapa fundamental para o planejamento das ações de saúde no território. Nesse processo, o dado considerado estruturante para a vigilância em saúde é:
Alternativas
Q3803884 Saúde Pública
No processo de organização do trabalho na Atenção Primária à Saúde, a territorialização orienta a definição dos espaços de atuação e o planejamento das ações. Considerando esse contexto, a microárea caracteriza-se por:
Alternativas
Q3803667 Matemática

A tabela a seguir apresenta vinte e cinco células, sendo que vinte delas trazem números, e cinco delas trazem números desconhecidos.


Imagem associada para resolução da questão


Se a média aritmética dos números da primeira coluna é igual a 20, a média aritmética dos números da segunda coluna é 10, a média aritmética dos números da terceira coluna é 24, a média aritmética dos números da quarta coluna é 8, e a média aritmética dos números da quinta coluna é 16, qual alternativa traz a maior soma possível entre três dos números desconhecidos da tabela acima?

Alternativas
Q3803665 Matemática Financeira
Uma aplicação financeira segue um sistema de juros simples. Considerando que essa aplicação segue determinada taxa mensal, um capital de R$ 14.500,00 se torna R$ 16.588,00 ao longo de um ano. Caso a aplicação seguisse sistema de juros compostos, os juros obtidos em três meses com o mesmo capital seria aproximadamente R$ 15.028,29. A partir dessas informações, assinale a alternativa que apresenta a taxa que é utilizada nessa aplicação financeira.
Alternativas
Q3803664 Português
Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio

        Um passo depois do outro, um dia após o outro e os anos vão sendo somados. Passamos a maior parte do nosso tempo achando que somos capazes de tudo, ao ponto de desconhecer possíveis limites. Lá adiante a vida começa a dar sinais e, então, passamos a observar que nem tudo pode ser abraçado. Respeitar-se é reconhecer que cada pessoa possui um compasso único.

        O tempo interior não acompanha calendários externos, e a pressa não produz maturidade. Crescer exige pausas, exige escuta, exige cuidado. Há ciclos que pedem recolhimento, outros que pedem coragem, e nenhum deles pode ser forçado. Quando aceitamos o próprio tempo, deixamos de nos comparar e começamos a caminhar com mais leveza. A intuição também merece respeito.

        Ela é essa voz suave que fala antes que a mente organize o pensamento. Muitas vezes ignorada, é justamente ela que indica caminhos mais alinhados com a verdade interior. Confiar nesse sussurro é um ato de sabedoria, pois a alma reconhece o que lhe faz bem antes que os olhos percebam. A trajetória, com suas curvas, erros e acertos, é sagrada.

        Cada passo dado, mesmo os que não deram certo, fez parte da tessitura que nos trouxe até aqui. Respeitar a própria história é não apagar capítulos difíceis, mas compreendê-los como mestres silenciosos. Os valores são a raiz que sustenta o crescimento. Quando nossa vida acontece para além dos limites, isto é, achamos que podemos esquecidos, nos tornamos reféns de expectativas externas; quando honrados, somos capazes de agir com integridade mesmo diante das provações. 

        Eles moldam escolhas, direcionam afetos e iluminam caminhos. E os limites, tão necessários, são fronteiras de proteção. Dizem onde termina o que dói e começa o que cura. Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio. É reconhecer que a alma também se cansa, que o corpo precisa de descanso, que a mente pede silêncio.

        Ao acolher tempo, intuição, trajetória, valores e limites, encontramos o ponto de equilíbrio que permite viver com mais verdade. E então, o coração descobre que se respeitar não é egoísmo; é condição para seguir inteiro.

Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).
No contexto do texto, a palavra “tessitura” é utilizada de forma conotativa para expressar determinado sentido. Considerando o sentido assumido no trecho, assinale a alternativa que melhor traduz o significado de “tessitura”.
Alternativas
Q3803663 Português
Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio

        Um passo depois do outro, um dia após o outro e os anos vão sendo somados. Passamos a maior parte do nosso tempo achando que somos capazes de tudo, ao ponto de desconhecer possíveis limites. Lá adiante a vida começa a dar sinais e, então, passamos a observar que nem tudo pode ser abraçado. Respeitar-se é reconhecer que cada pessoa possui um compasso único.

        O tempo interior não acompanha calendários externos, e a pressa não produz maturidade. Crescer exige pausas, exige escuta, exige cuidado. Há ciclos que pedem recolhimento, outros que pedem coragem, e nenhum deles pode ser forçado. Quando aceitamos o próprio tempo, deixamos de nos comparar e começamos a caminhar com mais leveza. A intuição também merece respeito.

        Ela é essa voz suave que fala antes que a mente organize o pensamento. Muitas vezes ignorada, é justamente ela que indica caminhos mais alinhados com a verdade interior. Confiar nesse sussurro é um ato de sabedoria, pois a alma reconhece o que lhe faz bem antes que os olhos percebam. A trajetória, com suas curvas, erros e acertos, é sagrada.

        Cada passo dado, mesmo os que não deram certo, fez parte da tessitura que nos trouxe até aqui. Respeitar a própria história é não apagar capítulos difíceis, mas compreendê-los como mestres silenciosos. Os valores são a raiz que sustenta o crescimento. Quando nossa vida acontece para além dos limites, isto é, achamos que podemos esquecidos, nos tornamos reféns de expectativas externas; quando honrados, somos capazes de agir com integridade mesmo diante das provações. 

        Eles moldam escolhas, direcionam afetos e iluminam caminhos. E os limites, tão necessários, são fronteiras de proteção. Dizem onde termina o que dói e começa o que cura. Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio. É reconhecer que a alma também se cansa, que o corpo precisa de descanso, que a mente pede silêncio.

        Ao acolher tempo, intuição, trajetória, valores e limites, encontramos o ponto de equilíbrio que permite viver com mais verdade. E então, o coração descobre que se respeitar não é egoísmo; é condição para seguir inteiro.

Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).
Na oração “Eles moldam escolhas”, o verbo apresenta concordância com um termo expresso que exerce a função de núcleo do sujeito, indicando claramente quem pratica a ação verbal. Considerando a estrutura sintática do enunciado, assinale a alternativa correta quanto à classificação do sujeito.
Alternativas
Q3803662 Português
Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio

        Um passo depois do outro, um dia após o outro e os anos vão sendo somados. Passamos a maior parte do nosso tempo achando que somos capazes de tudo, ao ponto de desconhecer possíveis limites. Lá adiante a vida começa a dar sinais e, então, passamos a observar que nem tudo pode ser abraçado. Respeitar-se é reconhecer que cada pessoa possui um compasso único.

        O tempo interior não acompanha calendários externos, e a pressa não produz maturidade. Crescer exige pausas, exige escuta, exige cuidado. Há ciclos que pedem recolhimento, outros que pedem coragem, e nenhum deles pode ser forçado. Quando aceitamos o próprio tempo, deixamos de nos comparar e começamos a caminhar com mais leveza. A intuição também merece respeito.

        Ela é essa voz suave que fala antes que a mente organize o pensamento. Muitas vezes ignorada, é justamente ela que indica caminhos mais alinhados com a verdade interior. Confiar nesse sussurro é um ato de sabedoria, pois a alma reconhece o que lhe faz bem antes que os olhos percebam. A trajetória, com suas curvas, erros e acertos, é sagrada.

        Cada passo dado, mesmo os que não deram certo, fez parte da tessitura que nos trouxe até aqui. Respeitar a própria história é não apagar capítulos difíceis, mas compreendê-los como mestres silenciosos. Os valores são a raiz que sustenta o crescimento. Quando nossa vida acontece para além dos limites, isto é, achamos que podemos esquecidos, nos tornamos reféns de expectativas externas; quando honrados, somos capazes de agir com integridade mesmo diante das provações. 

        Eles moldam escolhas, direcionam afetos e iluminam caminhos. E os limites, tão necessários, são fronteiras de proteção. Dizem onde termina o que dói e começa o que cura. Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio. É reconhecer que a alma também se cansa, que o corpo precisa de descanso, que a mente pede silêncio.

        Ao acolher tempo, intuição, trajetória, valores e limites, encontramos o ponto de equilíbrio que permite viver com mais verdade. E então, o coração descobre que se respeitar não é egoísmo; é condição para seguir inteiro.

Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).
No trecho “Há ciclos que pedem recolhimento”, observa-se a relação estabelecida entre dois termos da oração, em que uma palavra retoma um antecedente e introduz uma informação explicativa sobre ele. Considerando o funcionamento sintático e semântico desse elemento no contexto apresentado, assinale a alternativa que indica corretamente a classe gramatical do termo “que”.
Alternativas
Respostas
2221: B
2222: D
2223: C
2224: A
2225: B
2226: B
2227: B
2228: B
2229: B
2230: C
2231: B
2232: C
2233: C
2234: A
2235: B
2236: A
2237: B
2238: C
2239: A
2240: D