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Para o diagnóstico de pneumonia adquirida na comunidade, é essencial a presença de sintomas e sinais de infecção pulmonar aguda e infiltrado parenquimatoso no radiograma do tórax.
Os pacientes que iniciam quadro de tosse após infecção do trato respiratório superior habitualmente não respondem ao tratamento com anti-histamínicos nem para asma, independentemente de apresentarem quadro de broncoespasmo.
Cerca de 25% dos pacientes com resfriado comum não tratado podem persistir com tosse aguda por até 14 dias.
A droga de escolha para tratamento de longo prazo na asma persistente leve é corticoesteroide inalado.
Um paciente asmático que apresente sintomas diários, use diariamente drogas antagonistas beta-2 de curta duração e mais de duas exacerbações por semana, constitui exemplo de quadro de asma persistente grave.
Na asma, a reversibilidade, total ou parcial, da obstrução brônquica pode acontecer espontaneamente ou após uso de drogas broncodilatadoras.
A presença continuada de sintomas relativos à obstrução brônquica, como dispneia, tosse e chiado torácico, é essencial para o diagnóstico de asma brônquica.
No tratamento da DPOC, quando se empregam drogas broncodilatadoras e reabilitação pulmonar de forma correta, consegue-se aumentar a sobrevida dos pacientes.
A principal causa de hipoxemia nos pacientes com DPOC é o desequilíbrio nas relações ventilação/perfusão, que se podem apresentar com aumento de áreas com alto ou baixo índice V/Q.
Exposição à poeira ocupacional e poluição no interior de moradias causada por queima de biomassa são causas de DPOC, independentemente de sua associação com tabagismo.
Em um paciente com DPOC e que apresenta obstrução ao fluxo aéreo de VEF1/CVF de 50%, espera-se encontrar valor do volume residual maior que 120% do previsto.
Na DPOC, a indicação de oxigenoterapia domiciliar prolongada é feita quando o paciente apresenta PaO2 < 59 mmHg ou SaO2 < 90%, avaliadas com o paciente acordado e em repouso.
A obstrução ao fluxo aéreo encontrada na DPOC é habitualmente progressiva, mesmo em presença de tratamento adequado.
Não há contraindicações para o uso de nenhuma das três drogas mais empregadas para a cessação do tabagismo: vareniclina, bupropiona e terapia de reposição de nicotina.
A presença de comorbidades psiquiátricas, como a depressão, é o mais importante fator que dificulta a cessação do tabagismo.
Áreas cerebrais, como a área tegumentar ventral e o núcleo accumbens, estão envolvidas tanto no desenvolvimento da dependência à nicotina quanto em outras dependências químicas.
Brometo de ipatrópio é o único anticolinérgico indicado para auxílio na redução da tosse devido a infecções do trato respiratório superior e bronquite crônica.
Pacientes com paroxismos severos de tosse podem ser beneficiados com a prescrição de 30 mg a 40 mg diários de prednisona, por curto período de tempo, desde que afastadas outras causas comuns de tosse.
Considerando que os agentes Mycoplasma pneumoniae e Bordetella pertussis são responsáveis pela maioria dos casos de tosse pós-infecciosa, nessa situação, justifica-se o emprego rotineiro de macrolídeos para seu tratamento.
A patogênese da tosse pós-infecciosa é provavelmente multifatorial. Acredita-se que a ruptura da integridade epitelial e a inflamação das vias aéreas superiores e(ou) inferiores, com ou sem hiper-responsividade transitória das vias aéreas, possam estar implicadas.