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Q3418160 Raciocínio Lógico

A seguir está apresentada uma sequência numérica, na qual há uma regra que permite calcular o próximo elemento.


3,11,24, 42, 65, ...?


Após definir a regra que calcula o próximo elemento, assinale a alternativa que corresponde ao 7º elemento da sequência.

Alternativas
Q3418158 Raciocínio Lógico

Analise as proposições conjuntas abaixo.



I. Zorro não é um cachorro.


II. Se Tica é uma gata então Diva não é uma calopsita.


III. Tica não é uma gata e Dori é uma tartaruga.


IV. Ou Zorro é um cachorro ou Diva é uma calopsita.



Considerando que todas as proposições conjuntas são verdadeiras, podemos concluir que:

Alternativas
Q3418156 Português

Analise o texto e responda à questão.


Cientistas identificam mecanismo do cérebro que pode nos ajudar a superar o medo


No futuro, descobertas como essa podem ajudar a desenvolver tratamentos para fobias, ansiedade e estresse pós-traumático. Entenda.



    O coração acelera. Os músculos contraem. Você começa a sentir arrepios e a necessidade de respirar cada vez mais rápido. Não tem jeito: o medo se instaurou. 

    Tudo isso é cortesia, sobretudo, da adrenalina e do cortisol, hormônios liberados em doses cavalares ao menor sinal de ameaça. O medo é uma reação de sobrevivência que nos acompanha desde os primórdios. Quando nossos antepassados neandertais precisavam escapar de algum animal, era necessário que tivessem energia suficiente para se salvarem. No momento em que o pavor é sentido, o sangue, cheio de glicose, flui do coração para os membros para que seja possível lutar – ou fugir.

    Apesar do benefício evolutivo, muitos medos acabam atrapalhando nosso dia a dia atualmente (a não ser que fugir de grandes felinos faça parte da sua rotina). Por exemplo, para quem vive no meio da cidade de São Paulo, medo de grandes estrondos impossibilita uma vida normal.

    “Os humanos nascem com reações instintivas de medo, como respostas a ruídos altos ou objetos que se aproximam rapidamente”, escreve Sara Mederos, pesquisadora associada do Hofer Lab. “No entanto, podemos anular essas respostas instintivas por meio da experiência – como crianças aprendendo a gostar de fogos de artifício em vez de temer seus estrondos altos.” [...]

    Desaprendendo a ter medo 

    Junto de pesquisadores da Sainsbury Wellcome Centre (SWC) da University College de Londres, Mederos analisou a resposta de camundongos quando apresentados a uma sombra em expansão em cima de suas cabeças, que simulava a aproximação de um predador aéreo.

    Inicialmente, os bichinhos corriam para se esconder em um abrigo – mas, depois de algumas rodadas de teste que não apresentavam nenhum perigo, os ratos aprenderam a manter a calma em vez de fugir. Essa reação criou o modelo que os cientistas usaram para estudar as fases de supressão de medos.

    A hipótese da equipe era que um cantinho do cérebro, chamado núcleo geniculado ventrolateral (vLGN), era responsável por essa superação. Estudos anteriores mostravam como essa área conseguia rastrear o conhecimento de experiências antigas de ameaça e suprimir reações de medo. Sabendo disso, os cientistas buscaram descobrir se essa via neural também tinha a função de desaprender o medo de uma ameaça.[...]



(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/cientistasidentificam-mecanismo-do-cerebro-que-pode-nos-ajuda-asuperar-o-medo/. Acesso em 12/02/2025. Adaptado) 

O emprego da forma verbal “faça”, no terceiro parágrafo, reforça, no comentário acessório entre parênteses, o sentido: 
Alternativas
Q3418155 Português

Analise o texto e responda à questão.


Cientistas identificam mecanismo do cérebro que pode nos ajudar a superar o medo


No futuro, descobertas como essa podem ajudar a desenvolver tratamentos para fobias, ansiedade e estresse pós-traumático. Entenda.



    O coração acelera. Os músculos contraem. Você começa a sentir arrepios e a necessidade de respirar cada vez mais rápido. Não tem jeito: o medo se instaurou. 

    Tudo isso é cortesia, sobretudo, da adrenalina e do cortisol, hormônios liberados em doses cavalares ao menor sinal de ameaça. O medo é uma reação de sobrevivência que nos acompanha desde os primórdios. Quando nossos antepassados neandertais precisavam escapar de algum animal, era necessário que tivessem energia suficiente para se salvarem. No momento em que o pavor é sentido, o sangue, cheio de glicose, flui do coração para os membros para que seja possível lutar – ou fugir.

    Apesar do benefício evolutivo, muitos medos acabam atrapalhando nosso dia a dia atualmente (a não ser que fugir de grandes felinos faça parte da sua rotina). Por exemplo, para quem vive no meio da cidade de São Paulo, medo de grandes estrondos impossibilita uma vida normal.

    “Os humanos nascem com reações instintivas de medo, como respostas a ruídos altos ou objetos que se aproximam rapidamente”, escreve Sara Mederos, pesquisadora associada do Hofer Lab. “No entanto, podemos anular essas respostas instintivas por meio da experiência – como crianças aprendendo a gostar de fogos de artifício em vez de temer seus estrondos altos.” [...]

    Desaprendendo a ter medo 

    Junto de pesquisadores da Sainsbury Wellcome Centre (SWC) da University College de Londres, Mederos analisou a resposta de camundongos quando apresentados a uma sombra em expansão em cima de suas cabeças, que simulava a aproximação de um predador aéreo.

    Inicialmente, os bichinhos corriam para se esconder em um abrigo – mas, depois de algumas rodadas de teste que não apresentavam nenhum perigo, os ratos aprenderam a manter a calma em vez de fugir. Essa reação criou o modelo que os cientistas usaram para estudar as fases de supressão de medos.

    A hipótese da equipe era que um cantinho do cérebro, chamado núcleo geniculado ventrolateral (vLGN), era responsável por essa superação. Estudos anteriores mostravam como essa área conseguia rastrear o conhecimento de experiências antigas de ameaça e suprimir reações de medo. Sabendo disso, os cientistas buscaram descobrir se essa via neural também tinha a função de desaprender o medo de uma ameaça.[...]



(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/cientistasidentificam-mecanismo-do-cerebro-que-pode-nos-ajuda-asuperar-o-medo/. Acesso em 12/02/2025. Adaptado) 

No último parágrafo, para aprimorar o coesão, foram empregadas quatro expressões que apontam para a mesma referência. Assinale a alternativa que possui significação mais genérica. 
Alternativas
Q3418154 Português

Analise o texto e responda à questão.


Cientistas identificam mecanismo do cérebro que pode nos ajudar a superar o medo


No futuro, descobertas como essa podem ajudar a desenvolver tratamentos para fobias, ansiedade e estresse pós-traumático. Entenda.



    O coração acelera. Os músculos contraem. Você começa a sentir arrepios e a necessidade de respirar cada vez mais rápido. Não tem jeito: o medo se instaurou. 

    Tudo isso é cortesia, sobretudo, da adrenalina e do cortisol, hormônios liberados em doses cavalares ao menor sinal de ameaça. O medo é uma reação de sobrevivência que nos acompanha desde os primórdios. Quando nossos antepassados neandertais precisavam escapar de algum animal, era necessário que tivessem energia suficiente para se salvarem. No momento em que o pavor é sentido, o sangue, cheio de glicose, flui do coração para os membros para que seja possível lutar – ou fugir.

    Apesar do benefício evolutivo, muitos medos acabam atrapalhando nosso dia a dia atualmente (a não ser que fugir de grandes felinos faça parte da sua rotina). Por exemplo, para quem vive no meio da cidade de São Paulo, medo de grandes estrondos impossibilita uma vida normal.

    “Os humanos nascem com reações instintivas de medo, como respostas a ruídos altos ou objetos que se aproximam rapidamente”, escreve Sara Mederos, pesquisadora associada do Hofer Lab. “No entanto, podemos anular essas respostas instintivas por meio da experiência – como crianças aprendendo a gostar de fogos de artifício em vez de temer seus estrondos altos.” [...]

    Desaprendendo a ter medo 

    Junto de pesquisadores da Sainsbury Wellcome Centre (SWC) da University College de Londres, Mederos analisou a resposta de camundongos quando apresentados a uma sombra em expansão em cima de suas cabeças, que simulava a aproximação de um predador aéreo.

    Inicialmente, os bichinhos corriam para se esconder em um abrigo – mas, depois de algumas rodadas de teste que não apresentavam nenhum perigo, os ratos aprenderam a manter a calma em vez de fugir. Essa reação criou o modelo que os cientistas usaram para estudar as fases de supressão de medos.

    A hipótese da equipe era que um cantinho do cérebro, chamado núcleo geniculado ventrolateral (vLGN), era responsável por essa superação. Estudos anteriores mostravam como essa área conseguia rastrear o conhecimento de experiências antigas de ameaça e suprimir reações de medo. Sabendo disso, os cientistas buscaram descobrir se essa via neural também tinha a função de desaprender o medo de uma ameaça.[...]



(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/cientistasidentificam-mecanismo-do-cerebro-que-pode-nos-ajuda-asuperar-o-medo/. Acesso em 12/02/2025. Adaptado) 

A partir da observação da vírgula na passagem “Quando nossos antepassados neandertais precisavam escapar de algum animal,”(2º§), assinale a alternativa em que esse sinal de pontuação é empregado pela mesma razão.
Alternativas
Q3418153 Português

Analise o texto e responda à questão.


Cientistas identificam mecanismo do cérebro que pode nos ajudar a superar o medo


No futuro, descobertas como essa podem ajudar a desenvolver tratamentos para fobias, ansiedade e estresse pós-traumático. Entenda.



    O coração acelera. Os músculos contraem. Você começa a sentir arrepios e a necessidade de respirar cada vez mais rápido. Não tem jeito: o medo se instaurou. 

    Tudo isso é cortesia, sobretudo, da adrenalina e do cortisol, hormônios liberados em doses cavalares ao menor sinal de ameaça. O medo é uma reação de sobrevivência que nos acompanha desde os primórdios. Quando nossos antepassados neandertais precisavam escapar de algum animal, era necessário que tivessem energia suficiente para se salvarem. No momento em que o pavor é sentido, o sangue, cheio de glicose, flui do coração para os membros para que seja possível lutar – ou fugir.

    Apesar do benefício evolutivo, muitos medos acabam atrapalhando nosso dia a dia atualmente (a não ser que fugir de grandes felinos faça parte da sua rotina). Por exemplo, para quem vive no meio da cidade de São Paulo, medo de grandes estrondos impossibilita uma vida normal.

    “Os humanos nascem com reações instintivas de medo, como respostas a ruídos altos ou objetos que se aproximam rapidamente”, escreve Sara Mederos, pesquisadora associada do Hofer Lab. “No entanto, podemos anular essas respostas instintivas por meio da experiência – como crianças aprendendo a gostar de fogos de artifício em vez de temer seus estrondos altos.” [...]

    Desaprendendo a ter medo 

    Junto de pesquisadores da Sainsbury Wellcome Centre (SWC) da University College de Londres, Mederos analisou a resposta de camundongos quando apresentados a uma sombra em expansão em cima de suas cabeças, que simulava a aproximação de um predador aéreo.

    Inicialmente, os bichinhos corriam para se esconder em um abrigo – mas, depois de algumas rodadas de teste que não apresentavam nenhum perigo, os ratos aprenderam a manter a calma em vez de fugir. Essa reação criou o modelo que os cientistas usaram para estudar as fases de supressão de medos.

    A hipótese da equipe era que um cantinho do cérebro, chamado núcleo geniculado ventrolateral (vLGN), era responsável por essa superação. Estudos anteriores mostravam como essa área conseguia rastrear o conhecimento de experiências antigas de ameaça e suprimir reações de medo. Sabendo disso, os cientistas buscaram descobrir se essa via neural também tinha a função de desaprender o medo de uma ameaça.[...]



(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/cientistasidentificam-mecanismo-do-cerebro-que-pode-nos-ajuda-asuperar-o-medo/. Acesso em 12/02/2025. Adaptado) 

Assinale a alternativa em que se destaca uma preposição cuja ocorrência é justificada por uma exigência de regência.
Alternativas
Q3418152 Português

Analise o texto e responda à questão.


Cientistas identificam mecanismo do cérebro que pode nos ajudar a superar o medo


No futuro, descobertas como essa podem ajudar a desenvolver tratamentos para fobias, ansiedade e estresse pós-traumático. Entenda.



    O coração acelera. Os músculos contraem. Você começa a sentir arrepios e a necessidade de respirar cada vez mais rápido. Não tem jeito: o medo se instaurou. 

    Tudo isso é cortesia, sobretudo, da adrenalina e do cortisol, hormônios liberados em doses cavalares ao menor sinal de ameaça. O medo é uma reação de sobrevivência que nos acompanha desde os primórdios. Quando nossos antepassados neandertais precisavam escapar de algum animal, era necessário que tivessem energia suficiente para se salvarem. No momento em que o pavor é sentido, o sangue, cheio de glicose, flui do coração para os membros para que seja possível lutar – ou fugir.

    Apesar do benefício evolutivo, muitos medos acabam atrapalhando nosso dia a dia atualmente (a não ser que fugir de grandes felinos faça parte da sua rotina). Por exemplo, para quem vive no meio da cidade de São Paulo, medo de grandes estrondos impossibilita uma vida normal.

    “Os humanos nascem com reações instintivas de medo, como respostas a ruídos altos ou objetos que se aproximam rapidamente”, escreve Sara Mederos, pesquisadora associada do Hofer Lab. “No entanto, podemos anular essas respostas instintivas por meio da experiência – como crianças aprendendo a gostar de fogos de artifício em vez de temer seus estrondos altos.” [...]

    Desaprendendo a ter medo 

    Junto de pesquisadores da Sainsbury Wellcome Centre (SWC) da University College de Londres, Mederos analisou a resposta de camundongos quando apresentados a uma sombra em expansão em cima de suas cabeças, que simulava a aproximação de um predador aéreo.

    Inicialmente, os bichinhos corriam para se esconder em um abrigo – mas, depois de algumas rodadas de teste que não apresentavam nenhum perigo, os ratos aprenderam a manter a calma em vez de fugir. Essa reação criou o modelo que os cientistas usaram para estudar as fases de supressão de medos.

    A hipótese da equipe era que um cantinho do cérebro, chamado núcleo geniculado ventrolateral (vLGN), era responsável por essa superação. Estudos anteriores mostravam como essa área conseguia rastrear o conhecimento de experiências antigas de ameaça e suprimir reações de medo. Sabendo disso, os cientistas buscaram descobrir se essa via neural também tinha a função de desaprender o medo de uma ameaça.[...]



(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/cientistasidentificam-mecanismo-do-cerebro-que-pode-nos-ajuda-asuperar-o-medo/. Acesso em 12/02/2025. Adaptado) 

Em “como resposta a ruídos altos ou objetos que se aproximam rapidamente” (4º§), não ocorre crase. Assinale a alternativa que apresenta a opção em que a crase é obrigatória. 
Alternativas
Q3418151 Português

Analise o texto e responda à questão.


Cientistas identificam mecanismo do cérebro que pode nos ajudar a superar o medo


No futuro, descobertas como essa podem ajudar a desenvolver tratamentos para fobias, ansiedade e estresse pós-traumático. Entenda.



    O coração acelera. Os músculos contraem. Você começa a sentir arrepios e a necessidade de respirar cada vez mais rápido. Não tem jeito: o medo se instaurou. 

    Tudo isso é cortesia, sobretudo, da adrenalina e do cortisol, hormônios liberados em doses cavalares ao menor sinal de ameaça. O medo é uma reação de sobrevivência que nos acompanha desde os primórdios. Quando nossos antepassados neandertais precisavam escapar de algum animal, era necessário que tivessem energia suficiente para se salvarem. No momento em que o pavor é sentido, o sangue, cheio de glicose, flui do coração para os membros para que seja possível lutar – ou fugir.

    Apesar do benefício evolutivo, muitos medos acabam atrapalhando nosso dia a dia atualmente (a não ser que fugir de grandes felinos faça parte da sua rotina). Por exemplo, para quem vive no meio da cidade de São Paulo, medo de grandes estrondos impossibilita uma vida normal.

    “Os humanos nascem com reações instintivas de medo, como respostas a ruídos altos ou objetos que se aproximam rapidamente”, escreve Sara Mederos, pesquisadora associada do Hofer Lab. “No entanto, podemos anular essas respostas instintivas por meio da experiência – como crianças aprendendo a gostar de fogos de artifício em vez de temer seus estrondos altos.” [...]

    Desaprendendo a ter medo 

    Junto de pesquisadores da Sainsbury Wellcome Centre (SWC) da University College de Londres, Mederos analisou a resposta de camundongos quando apresentados a uma sombra em expansão em cima de suas cabeças, que simulava a aproximação de um predador aéreo.

    Inicialmente, os bichinhos corriam para se esconder em um abrigo – mas, depois de algumas rodadas de teste que não apresentavam nenhum perigo, os ratos aprenderam a manter a calma em vez de fugir. Essa reação criou o modelo que os cientistas usaram para estudar as fases de supressão de medos.

    A hipótese da equipe era que um cantinho do cérebro, chamado núcleo geniculado ventrolateral (vLGN), era responsável por essa superação. Estudos anteriores mostravam como essa área conseguia rastrear o conhecimento de experiências antigas de ameaça e suprimir reações de medo. Sabendo disso, os cientistas buscaram descobrir se essa via neural também tinha a função de desaprender o medo de uma ameaça.[...]



(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/cientistasidentificam-mecanismo-do-cerebro-que-pode-nos-ajuda-asuperar-o-medo/. Acesso em 12/02/2025. Adaptado) 

No segundo parágrafo, a referência aos “neandertais” corresponde a uma:
Alternativas
Q3418150 Português

Analise o texto e responda à questão.


Cientistas identificam mecanismo do cérebro que pode nos ajudar a superar o medo


No futuro, descobertas como essa podem ajudar a desenvolver tratamentos para fobias, ansiedade e estresse pós-traumático. Entenda.



    O coração acelera. Os músculos contraem. Você começa a sentir arrepios e a necessidade de respirar cada vez mais rápido. Não tem jeito: o medo se instaurou. 

    Tudo isso é cortesia, sobretudo, da adrenalina e do cortisol, hormônios liberados em doses cavalares ao menor sinal de ameaça. O medo é uma reação de sobrevivência que nos acompanha desde os primórdios. Quando nossos antepassados neandertais precisavam escapar de algum animal, era necessário que tivessem energia suficiente para se salvarem. No momento em que o pavor é sentido, o sangue, cheio de glicose, flui do coração para os membros para que seja possível lutar – ou fugir.

    Apesar do benefício evolutivo, muitos medos acabam atrapalhando nosso dia a dia atualmente (a não ser que fugir de grandes felinos faça parte da sua rotina). Por exemplo, para quem vive no meio da cidade de São Paulo, medo de grandes estrondos impossibilita uma vida normal.

    “Os humanos nascem com reações instintivas de medo, como respostas a ruídos altos ou objetos que se aproximam rapidamente”, escreve Sara Mederos, pesquisadora associada do Hofer Lab. “No entanto, podemos anular essas respostas instintivas por meio da experiência – como crianças aprendendo a gostar de fogos de artifício em vez de temer seus estrondos altos.” [...]

    Desaprendendo a ter medo 

    Junto de pesquisadores da Sainsbury Wellcome Centre (SWC) da University College de Londres, Mederos analisou a resposta de camundongos quando apresentados a uma sombra em expansão em cima de suas cabeças, que simulava a aproximação de um predador aéreo.

    Inicialmente, os bichinhos corriam para se esconder em um abrigo – mas, depois de algumas rodadas de teste que não apresentavam nenhum perigo, os ratos aprenderam a manter a calma em vez de fugir. Essa reação criou o modelo que os cientistas usaram para estudar as fases de supressão de medos.

    A hipótese da equipe era que um cantinho do cérebro, chamado núcleo geniculado ventrolateral (vLGN), era responsável por essa superação. Estudos anteriores mostravam como essa área conseguia rastrear o conhecimento de experiências antigas de ameaça e suprimir reações de medo. Sabendo disso, os cientistas buscaram descobrir se essa via neural também tinha a função de desaprender o medo de uma ameaça.[...]



(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/cientistasidentificam-mecanismo-do-cerebro-que-pode-nos-ajuda-asuperar-o-medo/. Acesso em 12/02/2025. Adaptado) 

A construção “Apesar de”, no início do terceiro parágrafo, poderia ser substituída, conservando-se a equivalência semântica e morfológica, por: 
Alternativas
Q3418149 Português

Analise o texto e responda à questão.


Cientistas identificam mecanismo do cérebro que pode nos ajudar a superar o medo


No futuro, descobertas como essa podem ajudar a desenvolver tratamentos para fobias, ansiedade e estresse pós-traumático. Entenda.



    O coração acelera. Os músculos contraem. Você começa a sentir arrepios e a necessidade de respirar cada vez mais rápido. Não tem jeito: o medo se instaurou. 

    Tudo isso é cortesia, sobretudo, da adrenalina e do cortisol, hormônios liberados em doses cavalares ao menor sinal de ameaça. O medo é uma reação de sobrevivência que nos acompanha desde os primórdios. Quando nossos antepassados neandertais precisavam escapar de algum animal, era necessário que tivessem energia suficiente para se salvarem. No momento em que o pavor é sentido, o sangue, cheio de glicose, flui do coração para os membros para que seja possível lutar – ou fugir.

    Apesar do benefício evolutivo, muitos medos acabam atrapalhando nosso dia a dia atualmente (a não ser que fugir de grandes felinos faça parte da sua rotina). Por exemplo, para quem vive no meio da cidade de São Paulo, medo de grandes estrondos impossibilita uma vida normal.

    “Os humanos nascem com reações instintivas de medo, como respostas a ruídos altos ou objetos que se aproximam rapidamente”, escreve Sara Mederos, pesquisadora associada do Hofer Lab. “No entanto, podemos anular essas respostas instintivas por meio da experiência – como crianças aprendendo a gostar de fogos de artifício em vez de temer seus estrondos altos.” [...]

    Desaprendendo a ter medo 

    Junto de pesquisadores da Sainsbury Wellcome Centre (SWC) da University College de Londres, Mederos analisou a resposta de camundongos quando apresentados a uma sombra em expansão em cima de suas cabeças, que simulava a aproximação de um predador aéreo.

    Inicialmente, os bichinhos corriam para se esconder em um abrigo – mas, depois de algumas rodadas de teste que não apresentavam nenhum perigo, os ratos aprenderam a manter a calma em vez de fugir. Essa reação criou o modelo que os cientistas usaram para estudar as fases de supressão de medos.

    A hipótese da equipe era que um cantinho do cérebro, chamado núcleo geniculado ventrolateral (vLGN), era responsável por essa superação. Estudos anteriores mostravam como essa área conseguia rastrear o conhecimento de experiências antigas de ameaça e suprimir reações de medo. Sabendo disso, os cientistas buscaram descobrir se essa via neural também tinha a função de desaprender o medo de uma ameaça.[...]



(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/cientistasidentificam-mecanismo-do-cerebro-que-pode-nos-ajuda-asuperar-o-medo/. Acesso em 12/02/2025. Adaptado) 

Um texto pode apresentar mais de uma sequência tipológica. Nesse sentido, tem-se um exemplo de sequência argumentativa no trecho: 
Alternativas
Q3418148 Português

Analise o texto e responda à questão.


Cientistas identificam mecanismo do cérebro que pode nos ajudar a superar o medo


No futuro, descobertas como essa podem ajudar a desenvolver tratamentos para fobias, ansiedade e estresse pós-traumático. Entenda.



    O coração acelera. Os músculos contraem. Você começa a sentir arrepios e a necessidade de respirar cada vez mais rápido. Não tem jeito: o medo se instaurou. 

    Tudo isso é cortesia, sobretudo, da adrenalina e do cortisol, hormônios liberados em doses cavalares ao menor sinal de ameaça. O medo é uma reação de sobrevivência que nos acompanha desde os primórdios. Quando nossos antepassados neandertais precisavam escapar de algum animal, era necessário que tivessem energia suficiente para se salvarem. No momento em que o pavor é sentido, o sangue, cheio de glicose, flui do coração para os membros para que seja possível lutar – ou fugir.

    Apesar do benefício evolutivo, muitos medos acabam atrapalhando nosso dia a dia atualmente (a não ser que fugir de grandes felinos faça parte da sua rotina). Por exemplo, para quem vive no meio da cidade de São Paulo, medo de grandes estrondos impossibilita uma vida normal.

    “Os humanos nascem com reações instintivas de medo, como respostas a ruídos altos ou objetos que se aproximam rapidamente”, escreve Sara Mederos, pesquisadora associada do Hofer Lab. “No entanto, podemos anular essas respostas instintivas por meio da experiência – como crianças aprendendo a gostar de fogos de artifício em vez de temer seus estrondos altos.” [...]

    Desaprendendo a ter medo 

    Junto de pesquisadores da Sainsbury Wellcome Centre (SWC) da University College de Londres, Mederos analisou a resposta de camundongos quando apresentados a uma sombra em expansão em cima de suas cabeças, que simulava a aproximação de um predador aéreo.

    Inicialmente, os bichinhos corriam para se esconder em um abrigo – mas, depois de algumas rodadas de teste que não apresentavam nenhum perigo, os ratos aprenderam a manter a calma em vez de fugir. Essa reação criou o modelo que os cientistas usaram para estudar as fases de supressão de medos.

    A hipótese da equipe era que um cantinho do cérebro, chamado núcleo geniculado ventrolateral (vLGN), era responsável por essa superação. Estudos anteriores mostravam como essa área conseguia rastrear o conhecimento de experiências antigas de ameaça e suprimir reações de medo. Sabendo disso, os cientistas buscaram descobrir se essa via neural também tinha a função de desaprender o medo de uma ameaça.[...]



(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/cientistasidentificam-mecanismo-do-cerebro-que-pode-nos-ajuda-asuperar-o-medo/. Acesso em 12/02/2025. Adaptado) 

Ao considerar a oração “o medo se instaurou” (1º§), nota-se que o vocábulo “se” confere à ação verbal um sentido: 
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Q3418147 Português

Analise o texto e responda à questão.


Cientistas identificam mecanismo do cérebro que pode nos ajudar a superar o medo


No futuro, descobertas como essa podem ajudar a desenvolver tratamentos para fobias, ansiedade e estresse pós-traumático. Entenda.



    O coração acelera. Os músculos contraem. Você começa a sentir arrepios e a necessidade de respirar cada vez mais rápido. Não tem jeito: o medo se instaurou. 

    Tudo isso é cortesia, sobretudo, da adrenalina e do cortisol, hormônios liberados em doses cavalares ao menor sinal de ameaça. O medo é uma reação de sobrevivência que nos acompanha desde os primórdios. Quando nossos antepassados neandertais precisavam escapar de algum animal, era necessário que tivessem energia suficiente para se salvarem. No momento em que o pavor é sentido, o sangue, cheio de glicose, flui do coração para os membros para que seja possível lutar – ou fugir.

    Apesar do benefício evolutivo, muitos medos acabam atrapalhando nosso dia a dia atualmente (a não ser que fugir de grandes felinos faça parte da sua rotina). Por exemplo, para quem vive no meio da cidade de São Paulo, medo de grandes estrondos impossibilita uma vida normal.

    “Os humanos nascem com reações instintivas de medo, como respostas a ruídos altos ou objetos que se aproximam rapidamente”, escreve Sara Mederos, pesquisadora associada do Hofer Lab. “No entanto, podemos anular essas respostas instintivas por meio da experiência – como crianças aprendendo a gostar de fogos de artifício em vez de temer seus estrondos altos.” [...]

    Desaprendendo a ter medo 

    Junto de pesquisadores da Sainsbury Wellcome Centre (SWC) da University College de Londres, Mederos analisou a resposta de camundongos quando apresentados a uma sombra em expansão em cima de suas cabeças, que simulava a aproximação de um predador aéreo.

    Inicialmente, os bichinhos corriam para se esconder em um abrigo – mas, depois de algumas rodadas de teste que não apresentavam nenhum perigo, os ratos aprenderam a manter a calma em vez de fugir. Essa reação criou o modelo que os cientistas usaram para estudar as fases de supressão de medos.

    A hipótese da equipe era que um cantinho do cérebro, chamado núcleo geniculado ventrolateral (vLGN), era responsável por essa superação. Estudos anteriores mostravam como essa área conseguia rastrear o conhecimento de experiências antigas de ameaça e suprimir reações de medo. Sabendo disso, os cientistas buscaram descobrir se essa via neural também tinha a função de desaprender o medo de uma ameaça.[...]



(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/cientistasidentificam-mecanismo-do-cerebro-que-pode-nos-ajuda-asuperar-o-medo/. Acesso em 12/02/2025. Adaptado) 

Embora trate do resultado de um trabalho técnico, o texto busca estratégias de aproximação com o público leitor em geral. Uma dessas estratégias é:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: UNIFIMES Órgão: Prefeitura de Mineiros - GO Provas: UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Administrador | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Analista de Sistemas (SMS) | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Engenheiro Civil | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Anestesista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Auditor | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Cardiologista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Cirurgião | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Analista Fiscal e Ambiental | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Clínico Geral | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Infectologista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Nefrologista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Engenheiro Eletricista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Engenheiro Florestal | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Fisioterapeuta Intensivista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Farmacêutico Auditor | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Ortopedista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Nutricionista - FMS | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Fiscal de Arrecadação | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Endocrinologista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Otorrinolaringologista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Fiscal de Vigilância Sanitária | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Neurologista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Pneumologista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Assistente Social - FMS | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Fisioterapeuta | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Assistente Social - Técnico | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Proctologista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Biomédico / Farmacêutico Bioquímico | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Cirurgião Dentista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Cirurgião Dentista / Endodontista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Radiologista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Cirurgião Dentista Odontopediátrica | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Educador Físico - Saúde | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Nutricionista - Técnico | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Nutricionista - TNEP | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Procurador | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Profissional do Magistério - Pedagogo 3 | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Psicólogo Técnico | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Reumatologista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Ultrassonografista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Urologista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Enfermeiro | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Enfermeiro Obstetra | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Engenheiro Ambiental | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Itaipulândia - PR - Agente de Endemias |
Q3140480 Português
Texto 12

Big Techs e Educação: o fim do professor?      

        O avanço das corporações de tecnologia na educação está moldando a profissão docente. Essa mudança reflete a influência do mercado e da ideologia neoliberal no campo da pedagogia, promovendo a personalização da aprendizagem por meio de plataformas digitais.      

        Essas ferramentas são impulsionadas por algoritmos e inteligência artificial, buscando oferecer uma experiência adaptativa aos alunos. A entrada dessas tecnologias nas escolas é acompanhada por uma agressiva estratégia de marketing, que retrata imagens positivas e universalizáveis da educação digital.      

        Empresas como Byju's e Khan Academy lideram esse movimento, oferecendo uma gama de recursos educacionais e personalização da aprendizagem. No entanto, essa mudança está reconfigurando o papel dos professores, que agora assumem um papel secundário em relação às plataformas digitais.      

        A introdução dessas tecnologias aumenta a carga de trabalho dos professores e os submete a novos mecanismos de controle. Enquanto isso, a privatização da educação digital fortalece a desprofissionalização dos docentes e compromete a qualidade educacional.      

        É essencial proteger o papel do professor como mediador do conhecimento e defensor dos valores democráticos e da justiça social na educação.


(Texto adaptado de “Big Techs e Educação: o fim do professor? ”. Disponível em: https://outraspalavras.net/mercadovsdemocracia/bigtechs-e-educacao-o-fim-do-professor/. Acesso em: 30 abr. 2024.)
Com base no contexto apresentado no Texto 12, sobre o avanço das corporações de tecnologia na educação e suas implicações para os professores, qual das seguintes afirmações melhor ilustra uma possível consequência dessa transformação? 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: UNIFIMES Órgão: Prefeitura de Mineiros - GO Provas: UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Administrador | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Analista de Sistemas (SMS) | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Engenheiro Civil | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Anestesista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Auditor | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Cardiologista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Cirurgião | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Analista Fiscal e Ambiental | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Clínico Geral | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Infectologista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Nefrologista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Engenheiro Eletricista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Engenheiro Florestal | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Fisioterapeuta Intensivista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Farmacêutico Auditor | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Ortopedista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Nutricionista - FMS | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Fiscal de Arrecadação | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Endocrinologista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Otorrinolaringologista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Fiscal de Vigilância Sanitária | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Neurologista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Pneumologista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Assistente Social - FMS | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Fisioterapeuta | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Assistente Social - Técnico | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Proctologista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Biomédico / Farmacêutico Bioquímico | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Cirurgião Dentista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Cirurgião Dentista / Endodontista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Radiologista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Cirurgião Dentista Odontopediátrica | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Educador Físico - Saúde | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Nutricionista - Técnico | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Nutricionista - TNEP | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Procurador | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Profissional do Magistério - Pedagogo 3 | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Psicólogo Técnico | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Reumatologista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Ultrassonografista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Urologista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Enfermeiro | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Enfermeiro Obstetra | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Engenheiro Ambiental | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Itaipulândia - PR - Agente de Endemias |
Q3140479 Português
Texto 12

Big Techs e Educação: o fim do professor?      

        O avanço das corporações de tecnologia na educação está moldando a profissão docente. Essa mudança reflete a influência do mercado e da ideologia neoliberal no campo da pedagogia, promovendo a personalização da aprendizagem por meio de plataformas digitais.      

        Essas ferramentas são impulsionadas por algoritmos e inteligência artificial, buscando oferecer uma experiência adaptativa aos alunos. A entrada dessas tecnologias nas escolas é acompanhada por uma agressiva estratégia de marketing, que retrata imagens positivas e universalizáveis da educação digital.      

        Empresas como Byju's e Khan Academy lideram esse movimento, oferecendo uma gama de recursos educacionais e personalização da aprendizagem. No entanto, essa mudança está reconfigurando o papel dos professores, que agora assumem um papel secundário em relação às plataformas digitais.      

        A introdução dessas tecnologias aumenta a carga de trabalho dos professores e os submete a novos mecanismos de controle. Enquanto isso, a privatização da educação digital fortalece a desprofissionalização dos docentes e compromete a qualidade educacional.      

        É essencial proteger o papel do professor como mediador do conhecimento e defensor dos valores democráticos e da justiça social na educação.


(Texto adaptado de “Big Techs e Educação: o fim do professor? ”. Disponível em: https://outraspalavras.net/mercadovsdemocracia/bigtechs-e-educacao-o-fim-do-professor/. Acesso em: 30 abr. 2024.)
Qual é o principal impacto da privatização da educação digital por meio das plataformas tecnológicas, conforme discutido no Texto 12?
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Q3140478 Português
Texto 11

Imigração: os voos da vergonha na Europa

     Na semana passada, o Parlamento do Reino Unido aprovou uma lei controversa permitindo a deportação de refugiados e migrantes considerados ilegais para Ruanda, na África Central. O primeiro-ministro Rishi Sunak, do Partido Conservador, liderou o esforço pela aprovação da lei, que enfrentou resistência tanto da Câmara Baixa quanto da Câmara Alta, além de críticas de ONGs de direitos humanos.      

    A medida foi elogiada pelo ministro do Interior James Cleverly como uma forma de combater o influxo de refugiados via Canal da Mancha e reforçar a soberania britânica. Por outro lado, Denise Delic, do Comitê Internacional de Ajuda aos Refugiados no Reino Unido, considerou-a cruel e ineficaz, sugerindo que seria melhor melhorar as rotas legais e seguras para os refugiados.      

        Apesar das críticas, já há uma lista de 350 possíveis deportados, com o primeiro voo para Ruanda previsto para julho. A deportação de cada indivíduo pode custar cerca de 180 mil libras esterlinas aos cofres britânicos.      
        
        Os críticos da medida também levantam preocupações sobre a situação em Ruanda, lembrando o genocídio ocorrido nos anos 90, o que coloca questões sobre a segurança dos deportados. Essa medida faz parte de um contexto europeu mais amplo de discussão sobre políticas migratórias, com iniciativas recentes, como o Novo Pacto sobre Migração e Asilo aprovado pelo Parlamento Europeu.      

        Enquanto isso, no Reino Unido, há preocupações de que a nova lei de deportação leve os candidatos à clandestinidade, como sugerido pelo primeiro-ministro Rishi Sunak. No entanto, essa situação ressalta a necessidade de medidas estruturais para promover a paz e combater a pobreza e a violência contra grupos vulneráveis.


(Texto adaptado de “Imigração: os voos da vergonha na Europa”. Disponível em: https://outraspalavras.net/desigualdades-mundo/imigracao-os-voos-da-vergonha-na-europa/. Acesso em: 30 abr. 2024). 
Segundo o Texto 11, como a referência ao genocídio em Ruanda nos anos 90 afeta a percepção da medida de deportação de refugiados para o país africano?
Alternativas
Ano: 2024 Banca: UNIFIMES Órgão: Prefeitura de Mineiros - GO Provas: UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Administrador | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Analista de Sistemas (SMS) | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Engenheiro Civil | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Anestesista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Auditor | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Cardiologista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Cirurgião | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Analista Fiscal e Ambiental | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Clínico Geral | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Infectologista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Nefrologista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Engenheiro Eletricista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Engenheiro Florestal | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Fisioterapeuta Intensivista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Farmacêutico Auditor | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Ortopedista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Nutricionista - FMS | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Fiscal de Arrecadação | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Endocrinologista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Otorrinolaringologista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Fiscal de Vigilância Sanitária | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Neurologista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Pneumologista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Assistente Social - FMS | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Fisioterapeuta | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Assistente Social - Técnico | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Proctologista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Biomédico / Farmacêutico Bioquímico | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Cirurgião Dentista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Cirurgião Dentista / Endodontista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Radiologista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Cirurgião Dentista Odontopediátrica | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Educador Físico - Saúde | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Nutricionista - Técnico | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Nutricionista - TNEP | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Procurador | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Profissional do Magistério - Pedagogo 3 | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Psicólogo Técnico | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Reumatologista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Ultrassonografista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Médico Urologista | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Enfermeiro | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Enfermeiro Obstetra | UNIFIMES - 2024 - Prefeitura de Mineiros - GO - Engenheiro Ambiental | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Itaipulândia - PR - Agente de Endemias |
Q3140477 Português
Texto 11

Imigração: os voos da vergonha na Europa

     Na semana passada, o Parlamento do Reino Unido aprovou uma lei controversa permitindo a deportação de refugiados e migrantes considerados ilegais para Ruanda, na África Central. O primeiro-ministro Rishi Sunak, do Partido Conservador, liderou o esforço pela aprovação da lei, que enfrentou resistência tanto da Câmara Baixa quanto da Câmara Alta, além de críticas de ONGs de direitos humanos.      

    A medida foi elogiada pelo ministro do Interior James Cleverly como uma forma de combater o influxo de refugiados via Canal da Mancha e reforçar a soberania britânica. Por outro lado, Denise Delic, do Comitê Internacional de Ajuda aos Refugiados no Reino Unido, considerou-a cruel e ineficaz, sugerindo que seria melhor melhorar as rotas legais e seguras para os refugiados.      

        Apesar das críticas, já há uma lista de 350 possíveis deportados, com o primeiro voo para Ruanda previsto para julho. A deportação de cada indivíduo pode custar cerca de 180 mil libras esterlinas aos cofres britânicos.      
        
        Os críticos da medida também levantam preocupações sobre a situação em Ruanda, lembrando o genocídio ocorrido nos anos 90, o que coloca questões sobre a segurança dos deportados. Essa medida faz parte de um contexto europeu mais amplo de discussão sobre políticas migratórias, com iniciativas recentes, como o Novo Pacto sobre Migração e Asilo aprovado pelo Parlamento Europeu.      

        Enquanto isso, no Reino Unido, há preocupações de que a nova lei de deportação leve os candidatos à clandestinidade, como sugerido pelo primeiro-ministro Rishi Sunak. No entanto, essa situação ressalta a necessidade de medidas estruturais para promover a paz e combater a pobreza e a violência contra grupos vulneráveis.


(Texto adaptado de “Imigração: os voos da vergonha na Europa”. Disponível em: https://outraspalavras.net/desigualdades-mundo/imigracao-os-voos-da-vergonha-na-europa/. Acesso em: 30 abr. 2024). 
De acordo com o Texto 11, qual é a implicação mais significativa da lei aprovada pelo Parlamento do Reino Unido para deportar refugiados e migrantes para Ruanda?
Alternativas
Q3140420 Enfermagem
O puerpério é o período que sucede o parto e, do ponto de vista fisiológico, é caracterizado por uma série de processos involutivos e de recuperação do organismo materno. Sobre as alterações anatômicas e fisiológicas do sistema reprodutor feminino durante o puerpério, assinale a resposta correta.
Alternativas
Q3140419 Enfermagem
O aleitamento materno deve ser suspenso em situações que podem causar danos à saúde materna e/ou neonatal. É considerada contraindicação temporária para amamentação: 
Alternativas
Q3140418 Enfermagem
São considerados fatores de risco para gravidez ectópica, exceto: 
Alternativas
Q3140417 Enfermagem
São cuidados específicos durante o parto vaginal em gestantes vivendo com HIV/AIDS, exceto:
Alternativas
Respostas
41: B
42: C
43: D
44: C
45: D
46: C
47: D
48: A
49: D
50: D
51: C
52: B
53: A
54: C
55: A
56: E
57: B
58: B
59: E
60: A