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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O Menino da Minha Rua
Ao meio-dia, eu apareci meio estranho com um estilo diferente que era de impressionar. Todos olhavam para mim de uma forma estranha, todos tinham medo de mim.
Eu quase não saía com meus amigos, quase não comia, quase não vivia mais. Quando eu usava aqueles grandes brincos, na verdade gigantes, todos olhavam para mim de uma forma bizarra. Aquelas roupas largas e rasgadas eram uma razão para todos se afastarem de mim, ainda com esses grandes sapatos de pregos e rasgados.
Quando andávamos na rua, eu e meus amigos parecíamos uns marginais para aquele povo. Como vou tirar aquele pensamento de louco?
Em um dia, com a lua escura e o mar com as lindas ondas sonoras, eu estava deitado, olhei para o lado e me deparei com uma linda menina com cabelos castanhos e lindo sorriso que parecia uma princesa de tão linda.
Ela se aproximou de mim de uma maneira estranha, leve como uma pena, abraçou-me e parecia que a conhecia há muito tempo com aqueles lindos olhos azuis cor do céu. Ela beijou-me e disse que eu não tivesse medo do mundo, porque todos tinham uma maneira diferente de olhar para ele.
Parei e, de um certo modo, refleti: não preciso agradar a ninguém, apenas preciso agradar a mim, aceitar-me do jeito que sou, pois, agradar a todos é muito difícil.
Texto Adaptado
SILVA, Erika Leticia Bezerra da. O Menino da Minha Rua. In: Crônicas Salineiras. Natal: IFRN, [s.d.]. Disponível em: https://memoria.ifrn.edu.br/bitstream/handle/1044/894/Ebook_Cro%CC %82nicas%20Salineiras.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 26 nov. 2025.
Camila dividiu uma pizza em partes iguais, como mostra a imagem e comeu as partes que estão faltando, veja:

Júnior, o irmão de Camila, comeu o restante da pizza. Quanto de pizza, Júnior comeu a mais que Camila?
Esse ano refere-se a que século?
I - Em “Silêncio!” temos uma frase, mas não uma oração.
II - Em “Choveu a noite inteira” temos uma oração e também uma frase.
III - Em “Bom dia, amigos!” não há frase, apenas uma oração.
IV - Em “Precisamos estudar mais para a prova” temos uma oração e também uma frase.
Assinale a alternativa correta:
Ontem, Carla leu o livro que comprou na semana passada. Hoje, ela lê algumas páginas antes de dormir, e amanhã lerá a continuação.
Com base no texto, marque a alternativa que não está correta:
I - Em “Os meninos jogaram bola até anoitecer”, o sujeito é simples.
II - Em “A fome e o frio castigavam os viajantes”, o sujeito é composto.
III - Em “Choveu bastante durante a madrugada”, o sujeito é indeterminado.
IV - Em “Precisa-se de funcionários”, o sujeito é indeterminado.
Marque a alternativas correta:
( ) A palavra “júri” é acentuada por ser proparoxítona terminada em “i”.
( ) A palavra “avó” é acentuada por ser oxítona terminada em “o”.
( ) A palavra “pôde” (pretérito perfeito do indicativo) recebe acento para se diferenciar da palavra “pode” (presente do indicativo); esse é um caso de acentuação diacrítica.
( ) A palavra “tênue” é acentuada por ser paroxítona terminada em ditongo.
Marque a sequência correta:
O jardim da praça
A praça da cidade era ampla e tranquila. As árvores frondosas ofereciam sombra generosa, e o ar parecia leve e fresco. No entanto, alguns bancos quebrados deixavam o ambiente um pouco desagradável.
Com base no texto, analise as afirmativas abaixo.
I - No trecho “árvores frondosas”, o termo “frondosas” funciona como adjetivo, qualificando as árvores.
II - O antônimo mais adequado para a palavra “tranquila”, considerando o contexto do texto, é a palavra “agitada”.
III - O sinônimo mais adequado para a palavra “desagradável”, no contexto, é a palavra “agradável”, já que ambos transmitem ideia de beleza.
IV - O termo “ampla”, no contexto, também é um adjetivo, pois caracteriza a praça.
Marque a opção correta:
● excessão → ex-ces-são
● substância → subs-tân-ci-a
● carro → car-ro
● haver → ha-ver
Com base na grafia correta e na separação silábica adequada, analise as afirmativas:
I - A palavra “excessão” está grafada corretamente e sua separação silábica também está correta.
II - A palavra “substância” está grafada corretamente e sua separação silábica também está correta.
III - A palavra “carro” está grafada corretamente, mas apresenta separação silábica incorreta, pois o dígrafo “rr” nunca se separa.
IV - A palavra “haver” está grafada corretamente, e a separação silábica apresentada está correta.
Marque a alternativa correta:
Ninguém soube explicar _____ ele não apareceu ontem. Uns disseram que foi _____ estava doente; outros, não quiseram saber o ____ desse acontecimento. No fim, todos ficaram em silêncio, sem saber ao certo _____.
O banco da praça
O velho banco de madeira estava desgastado pelo tempo, mas ainda era o lugar preferido de Dona Rosa. Ali, ela se sentia serena, observando as crianças que brincavam. Para ela, aquele espaço simples representava um pedaço de tranquilidade em meio à agitação da cidade.
I - A palavra “desgastado” pode ser substituída por “gasto” sem alterar o sentido do texto.
II - O antônimo da palavra “serena”, no contexto, poderia ser a palavra “agitada”.
III - O termo “tranquilidade” tem como sinônimo adequado, no texto, a palavra “calma”.
IV - A palavra “simples” pode ter como antônimo, no texto, a palavra “complicado”, sem comprometer o sentido.
Marque a opção correta:
( ) A palavra “café” é oxítona, pois a última sílaba (fé) é a tônica.
( ) A palavra “lâmpada” é proparoxítona, pois a antepenúltima sílaba (lâm) recebe a tonicidade.
( ) A palavra “coração” é proparoxítona, porque a penúltima sílaba (ra) é a mais forte.
( ) A palavra “difícil” é paroxítona, já que a sílaba tônica recai sobre a penúltima (fí).
Marque a alternativa correta:
Analise o trecho a seguir.
Na manhã chuvosa
Era cedo quando João abriu a janela. A chuva caía com força: plim, plim, plim no telhado, toc, toc nas vidraças, e de repente um trovão estrondou: crashhh. O menino se encolheu na cama, mas logo sorriu. Gostava daquele barulho todo, como se a natureza estivesse conversando com ele em outra língua.
No trecho acima, as expressões “plim, plim, plim”, “toc, toc” e “crashhh” exemplificam o uso da onomatopeia. Sobre a função desse recurso no texto, assinale a alternativa correta:
Analise o texto abaixo e as afirmativas a seguir.
O passeio
Pedro planejou o passeio por semanas. Ao acordar, pensou: “Será que vai chover hoje?” — afinal, a previsão não estava clara. Decidiu, então, levar guarda-chuva, capa de chuva e até uma sacola plástica para proteger os lanches. Durante o trajeto, viu crianças correndo, cachorros brincando, vendedores chamando: “Doces! Balas! Pipoca!” Pedro respirou fundo, sorriu e disse consigo mesmo: “Valeu a pena todo o planejamento.”
I - O uso do travessão em “— afinal, a previsão não estava clara” indica uma explicação adicional, e o efeito é de destaque ou comentário do narrador.
II - As reticências após “Doces! Balas! Pipoca!” seriam necessárias para indicar hesitação ou fala interrompida, mas não aparecem no texto, pois o autor quis transmitir urgência e ritmo acelerado.
III - A pontuação com vírgulas em “guarda-chuva, capa de chuva e até uma sacola plástica” separa itens de uma lista, obedecendo a norma culta.
IV - Entre aspas, em “Será que vai chover hoje?”, a pontuação correta seria colocar o ponto de interrogação fora das aspas, pois ele pertence à frase narrada e não à fala de Pedro.
Marque a alternativa correta:
Leia atentamente o texto a seguir.
O relógio da estação
Na antiga estação de trem da cidade, havia um enorme relógio pendurado bem no alto. Era ele quem marcava a rotina dos moradores: avisava a hora da partida do trem, o momento de abrir as lojas e até o de voltar para casa.
Um dia, o relógio parou. No começo, quase ninguém percebeu. Mas logo os atrasos começaram: o trem saía fora do horário, os comerciantes se confundiam, os encontros marcados perdiam-se. A cidade parecia viver em descompasso.
Quando finalmente um relojoeiro voluntário consertou o relógio, os sinos da igreja tocaram e muitos moradores se reuniram para aplaudir. Embora fosse apenas um objeto, todos compreenderam que ele simbolizava algo maior: a importância de ter um ritmo comum, que mantinha a vida da comunidade em harmonia.
No texto, o relógio é mais do que um simples objeto. O autor utiliza esse elemento para simbolizar: