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Q2027515 Administração de Recursos Materiais
A representação do estoque e suas movimentações de um item, também chamado de “kardex”, é o(a)
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Q2027514 Segurança e Saúde no Trabalho
Evitar a incidência direta de luz solar, ser construído em alvenaria, fechado, dotado apenas de aberturas para ventilação adequada, com tela de proteção contra insetos, utilizando-se piso convergente para as canaletas e parede com acabamento liso, resistente, lavável, impermeável e de cor clara, com porta com abertura para fora, dotada de proteção inferior para impedir o acesso de vetores e roedores e armário de EPIs e extintores de incêndio, são aspectos do abrigo que devem ser observáveis para
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Q2027513 Administração de Recursos Materiais
Sobre as normas aplicáveis de forma genérica a todo tipo de material, é correto afirmar que
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Q2027512 Administração de Recursos Materiais
Sobre as normas especiais aplicáveis ao material que, por suas características, requer condições especiais de estocagem, é correto afirmar que 
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Q2027511 Matemática

A tabela relaciona as capacidades totais, em litros, dos reservatórios de água de um condomínio.

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Se a média aritmética das capacidades desses reservatórios é igual a 4500 litros, então a capacidade total do reservatório Q é de

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Q2027510 Matemática
Na figura, com dimensões indicadas em metros, os canteiros triangulares I, II e III formam o jardim retangular ABCD.
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O perímetro do canteiro II é igual a
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Q2027509 Matemática
Para elaborar um cronograma de obras, uma empreiteira RASCUNHO pretendia, inicialmente, dividir a extensão total de uma estrada em 12 trechos iguais, tendo 19 km cada um. Entretanto, como a estrada tem um total de 225 km, um dos trechos ficaria com uma extensão menor. Desse modo, para que todos os trechos ficassem iguais, a extensão prevista inicialmente para cada trecho foi reduzida em 
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Q2027508 Matemática
O gráfico mostra a distribuição percentual de meninos e de meninas na composição das classes A e B, cujos números totais de alunos são iguais. Imagem associada para resolução da questão



Sabendo-se que a classe A tem 16 meninas a mais que o número de meninos, é correto afirmar que o número de meninas da classe B é igual a 
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Q2027507 Matemática
As figuras a seguir, com dimensões indicadas em centí- rascunho metros, mostram os blocos retangulares A, de volume VA, e B, de volume VB. Imagem associada para resolução da questão


A razão entre VA e VB é igual a
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Q2027505 Matemática
Um técnico cronometrou os tempos gastos por três atletas, Juca, Roni e Gil, para concluir uma volta em certo circuito, em um treinamento. Sabe-se que o tempo de Juca superou o tempo de Roni em 3,5 segundos, que o tempo de Gil foi 6,5 segundos menor que o tempo de Roni, e que a soma dos três tempos foi igual a 201 segundos. Desse modo, conclui-se que o tempo gasto por Roni para concluir uma volta no circuito, nesse treinamento, foi de 
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Q2027502 Matemática
Em uma frota, 20 veículos consomem, em média, 3000 litros de combustível a cada 5 dias. Supondo condições idênticas, é correto afirmar que 30 dos mesmos veículos consomem, em média, n litros de combustível a cada 9 dias. Nessas condições, o valor, em litros, de n é
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Q2027500 Matemática

Um painel retangular ABCD foi dividido em duas regiões retangulares, R1 e R2, conforme mostra a figura, com dimensões indicadas em centímetros.

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Sabendo-se que a área de R2 é 16200 cm2 , que corresponde a 3/4 da área do painel ABCD, é correto afirmar que o perímetro da região R2 é igual a 

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Q2027499 Matemática
Do valor total pago por uma geladeira, sabe-se que Andreia contribuiu com 2/5 , que Letícia contribuiu com e 1/3 que Carol contribuiu com  o valor restante. Sabendo-se que Carol contribuiu com R$ 960,00, conclui-se que a contribuição de Andreia foi de
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Q2027498 Matemática
A tabela mostra a distribuição percentual, por tipo de propulsão do motor, do número total de veículos vendidos por uma concessionária em certo período. Imagem associada para resolução da questão

Sabendo-se que foram vendidos 46 veículos de propulsão híbrida, é correto afirmar, de acordo com os dados da tabela, que o número de veículos totalmente elétricos vendidos por essa concessionária nesse período foi igual a
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Q2027496 Português
O rei da boca-livre


         – Preste atenção naquele homem.

        Tinha pouco mais de 50 anos, altura mediana, atitudes discretas e trajes bem passadinhos. Tipo de pessoa que, mesmo com um guarda-roupa reduzido, não faz feio em reuniões sociais. O referido comia delicadamente um bolinho. Na direita segurava um copo de uísque.

        – Quem é a figura?
       
       – O maior frequentador de coquetéis da cidade. Já investiguei. Ninguém sabe o nome.
   
       – Ora, quem manda os convites deve saber.

       – Nunca foi convidado. Lê a notícia dos coquetéis nos jornais. E numa noite de autógrafos ou vernissage*, quem vai barrar a entrada de prováveis compradores?

        Estávamos na Livraria Teixeira. O homem de identidade misteriosa armazenara outro uísque numa estante. Colocado num lugar em que o garçom teria obrigatoriamente de passar, abastecia-se também de salgadinhos. Não bebia nem comia afobadamente, portando-se como um verdadeiro cavalheiro. Não comprou o livro de lançamento, mas o vi cumprimentar o autor à distância revelando infinita admiração.

      Semanas depois vou a uma exposição de pinturas e quem estava lá, observando as obras de arte? Ele, claro. O interesse artístico não o impedia de beber uísque e comer deliciosos pasteizinhos.

      Desta vez, a bela festinha era em minha homenagem. Uma entidade cismara de premiar-me pela publicação de um romance. Recebi um objeto pequeno como troféu e um cheque ainda menor. Em compensação, quiseram que eu, diante do fotógrafo, erguesse vitorioso uma taça de champagne. Pose exibicionista demais. Preferível brindando simplesmente com alguém. Qualquer um. Vamos lá? Vamos.

     Tintim. Choque espumante de duas taças. O primeiro tim foi meu. O segundo, olhei atônito. Foi dele, sim dele, o rei da boca-livre! Com um sorriso e uma taça, aproximara-se:

     – Não comprei seu livro porque, imagine, recebi dois de presente.

(Marcos Rey. O coração roubado. Global. Adaptado)



* vernissage: inauguração de uma exposição de arte 
Assinale a alternativa que, em conformidade com o sentido do texto e com a correta relação entre os tempos verbais, completa o trecho a seguir: Decidiu-se que
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Q2027495 Português
O rei da boca-livre


         – Preste atenção naquele homem.

        Tinha pouco mais de 50 anos, altura mediana, atitudes discretas e trajes bem passadinhos. Tipo de pessoa que, mesmo com um guarda-roupa reduzido, não faz feio em reuniões sociais. O referido comia delicadamente um bolinho. Na direita segurava um copo de uísque.

        – Quem é a figura?
       
       – O maior frequentador de coquetéis da cidade. Já investiguei. Ninguém sabe o nome.
   
       – Ora, quem manda os convites deve saber.

       – Nunca foi convidado. Lê a notícia dos coquetéis nos jornais. E numa noite de autógrafos ou vernissage*, quem vai barrar a entrada de prováveis compradores?

        Estávamos na Livraria Teixeira. O homem de identidade misteriosa armazenara outro uísque numa estante. Colocado num lugar em que o garçom teria obrigatoriamente de passar, abastecia-se também de salgadinhos. Não bebia nem comia afobadamente, portando-se como um verdadeiro cavalheiro. Não comprou o livro de lançamento, mas o vi cumprimentar o autor à distância revelando infinita admiração.

      Semanas depois vou a uma exposição de pinturas e quem estava lá, observando as obras de arte? Ele, claro. O interesse artístico não o impedia de beber uísque e comer deliciosos pasteizinhos.

      Desta vez, a bela festinha era em minha homenagem. Uma entidade cismara de premiar-me pela publicação de um romance. Recebi um objeto pequeno como troféu e um cheque ainda menor. Em compensação, quiseram que eu, diante do fotógrafo, erguesse vitorioso uma taça de champagne. Pose exibicionista demais. Preferível brindando simplesmente com alguém. Qualquer um. Vamos lá? Vamos.

     Tintim. Choque espumante de duas taças. O primeiro tim foi meu. O segundo, olhei atônito. Foi dele, sim dele, o rei da boca-livre! Com um sorriso e uma taça, aproximara-se:

     – Não comprei seu livro porque, imagine, recebi dois de presente.

(Marcos Rey. O coração roubado. Global. Adaptado)



* vernissage: inauguração de uma exposição de arte 
A frase reescrita com base no oitavo parágrafo está corretamente pontuada em:
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Q2027494 Português
O rei da boca-livre


         – Preste atenção naquele homem.

        Tinha pouco mais de 50 anos, altura mediana, atitudes discretas e trajes bem passadinhos. Tipo de pessoa que, mesmo com um guarda-roupa reduzido, não faz feio em reuniões sociais. O referido comia delicadamente um bolinho. Na direita segurava um copo de uísque.

        – Quem é a figura?
       
       – O maior frequentador de coquetéis da cidade. Já investiguei. Ninguém sabe o nome.
   
       – Ora, quem manda os convites deve saber.

       – Nunca foi convidado. Lê a notícia dos coquetéis nos jornais. E numa noite de autógrafos ou vernissage*, quem vai barrar a entrada de prováveis compradores?

        Estávamos na Livraria Teixeira. O homem de identidade misteriosa armazenara outro uísque numa estante. Colocado num lugar em que o garçom teria obrigatoriamente de passar, abastecia-se também de salgadinhos. Não bebia nem comia afobadamente, portando-se como um verdadeiro cavalheiro. Não comprou o livro de lançamento, mas o vi cumprimentar o autor à distância revelando infinita admiração.

      Semanas depois vou a uma exposição de pinturas e quem estava lá, observando as obras de arte? Ele, claro. O interesse artístico não o impedia de beber uísque e comer deliciosos pasteizinhos.

      Desta vez, a bela festinha era em minha homenagem. Uma entidade cismara de premiar-me pela publicação de um romance. Recebi um objeto pequeno como troféu e um cheque ainda menor. Em compensação, quiseram que eu, diante do fotógrafo, erguesse vitorioso uma taça de champagne. Pose exibicionista demais. Preferível brindando simplesmente com alguém. Qualquer um. Vamos lá? Vamos.

     Tintim. Choque espumante de duas taças. O primeiro tim foi meu. O segundo, olhei atônito. Foi dele, sim dele, o rei da boca-livre! Com um sorriso e uma taça, aproximara-se:

     – Não comprei seu livro porque, imagine, recebi dois de presente.

(Marcos Rey. O coração roubado. Global. Adaptado)



* vernissage: inauguração de uma exposição de arte 
Atendendo à norma-padrão de emprego e colocação dos pronomes, assinale a alternativa em que o trecho destacado na frase está corretamente substituído pelo trecho indicado entre parênteses.
Alternativas
Q2027493 Português
O rei da boca-livre


         – Preste atenção naquele homem.

        Tinha pouco mais de 50 anos, altura mediana, atitudes discretas e trajes bem passadinhos. Tipo de pessoa que, mesmo com um guarda-roupa reduzido, não faz feio em reuniões sociais. O referido comia delicadamente um bolinho. Na direita segurava um copo de uísque.

        – Quem é a figura?
       
       – O maior frequentador de coquetéis da cidade. Já investiguei. Ninguém sabe o nome.
   
       – Ora, quem manda os convites deve saber.

       – Nunca foi convidado. Lê a notícia dos coquetéis nos jornais. E numa noite de autógrafos ou vernissage*, quem vai barrar a entrada de prováveis compradores?

        Estávamos na Livraria Teixeira. O homem de identidade misteriosa armazenara outro uísque numa estante. Colocado num lugar em que o garçom teria obrigatoriamente de passar, abastecia-se também de salgadinhos. Não bebia nem comia afobadamente, portando-se como um verdadeiro cavalheiro. Não comprou o livro de lançamento, mas o vi cumprimentar o autor à distância revelando infinita admiração.

      Semanas depois vou a uma exposição de pinturas e quem estava lá, observando as obras de arte? Ele, claro. O interesse artístico não o impedia de beber uísque e comer deliciosos pasteizinhos.

      Desta vez, a bela festinha era em minha homenagem. Uma entidade cismara de premiar-me pela publicação de um romance. Recebi um objeto pequeno como troféu e um cheque ainda menor. Em compensação, quiseram que eu, diante do fotógrafo, erguesse vitorioso uma taça de champagne. Pose exibicionista demais. Preferível brindando simplesmente com alguém. Qualquer um. Vamos lá? Vamos.

     Tintim. Choque espumante de duas taças. O primeiro tim foi meu. O segundo, olhei atônito. Foi dele, sim dele, o rei da boca-livre! Com um sorriso e uma taça, aproximara-se:

     – Não comprei seu livro porque, imagine, recebi dois de presente.

(Marcos Rey. O coração roubado. Global. Adaptado)



* vernissage: inauguração de uma exposição de arte 
Considere os trechos do texto.
•  Uma entidade cismara de premiar-me pela publicação de um romance. (9° parágrafo) •  Pose exibicionista demais. (9° parágrafo) •  O segundo, olhei atônito. Foi dele, sim dele, o rei da boca-livre! (10° parágrafo)
As expressões destacadas podem ser substituídas, respectivamente e preservando o sentido do texto, por:
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Q2027492 Português
O rei da boca-livre


         – Preste atenção naquele homem.

        Tinha pouco mais de 50 anos, altura mediana, atitudes discretas e trajes bem passadinhos. Tipo de pessoa que, mesmo com um guarda-roupa reduzido, não faz feio em reuniões sociais. O referido comia delicadamente um bolinho. Na direita segurava um copo de uísque.

        – Quem é a figura?
       
       – O maior frequentador de coquetéis da cidade. Já investiguei. Ninguém sabe o nome.
   
       – Ora, quem manda os convites deve saber.

       – Nunca foi convidado. Lê a notícia dos coquetéis nos jornais. E numa noite de autógrafos ou vernissage*, quem vai barrar a entrada de prováveis compradores?

        Estávamos na Livraria Teixeira. O homem de identidade misteriosa armazenara outro uísque numa estante. Colocado num lugar em que o garçom teria obrigatoriamente de passar, abastecia-se também de salgadinhos. Não bebia nem comia afobadamente, portando-se como um verdadeiro cavalheiro. Não comprou o livro de lançamento, mas o vi cumprimentar o autor à distância revelando infinita admiração.

      Semanas depois vou a uma exposição de pinturas e quem estava lá, observando as obras de arte? Ele, claro. O interesse artístico não o impedia de beber uísque e comer deliciosos pasteizinhos.

      Desta vez, a bela festinha era em minha homenagem. Uma entidade cismara de premiar-me pela publicação de um romance. Recebi um objeto pequeno como troféu e um cheque ainda menor. Em compensação, quiseram que eu, diante do fotógrafo, erguesse vitorioso uma taça de champagne. Pose exibicionista demais. Preferível brindando simplesmente com alguém. Qualquer um. Vamos lá? Vamos.

     Tintim. Choque espumante de duas taças. O primeiro tim foi meu. O segundo, olhei atônito. Foi dele, sim dele, o rei da boca-livre! Com um sorriso e uma taça, aproximara-se:

     – Não comprei seu livro porque, imagine, recebi dois de presente.

(Marcos Rey. O coração roubado. Global. Adaptado)



* vernissage: inauguração de uma exposição de arte 
Com relação à festa de premiação, é correto afirmar que
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Q2027491 Português
O rei da boca-livre


         – Preste atenção naquele homem.

        Tinha pouco mais de 50 anos, altura mediana, atitudes discretas e trajes bem passadinhos. Tipo de pessoa que, mesmo com um guarda-roupa reduzido, não faz feio em reuniões sociais. O referido comia delicadamente um bolinho. Na direita segurava um copo de uísque.

        – Quem é a figura?
       
       – O maior frequentador de coquetéis da cidade. Já investiguei. Ninguém sabe o nome.
   
       – Ora, quem manda os convites deve saber.

       – Nunca foi convidado. Lê a notícia dos coquetéis nos jornais. E numa noite de autógrafos ou vernissage*, quem vai barrar a entrada de prováveis compradores?

        Estávamos na Livraria Teixeira. O homem de identidade misteriosa armazenara outro uísque numa estante. Colocado num lugar em que o garçom teria obrigatoriamente de passar, abastecia-se também de salgadinhos. Não bebia nem comia afobadamente, portando-se como um verdadeiro cavalheiro. Não comprou o livro de lançamento, mas o vi cumprimentar o autor à distância revelando infinita admiração.

      Semanas depois vou a uma exposição de pinturas e quem estava lá, observando as obras de arte? Ele, claro. O interesse artístico não o impedia de beber uísque e comer deliciosos pasteizinhos.

      Desta vez, a bela festinha era em minha homenagem. Uma entidade cismara de premiar-me pela publicação de um romance. Recebi um objeto pequeno como troféu e um cheque ainda menor. Em compensação, quiseram que eu, diante do fotógrafo, erguesse vitorioso uma taça de champagne. Pose exibicionista demais. Preferível brindando simplesmente com alguém. Qualquer um. Vamos lá? Vamos.

     Tintim. Choque espumante de duas taças. O primeiro tim foi meu. O segundo, olhei atônito. Foi dele, sim dele, o rei da boca-livre! Com um sorriso e uma taça, aproximara-se:

     – Não comprei seu livro porque, imagine, recebi dois de presente.

(Marcos Rey. O coração roubado. Global. Adaptado)



* vernissage: inauguração de uma exposição de arte 
O argumento do autor para justificar a livre entrada do homem misterioso nas recepções é o de que: 
Alternativas
Respostas
2481: A
2482: C
2483: D
2484: B
2485: A
2486: C
2487: A
2488: C
2489: D
2490: E
2491: E
2492: C
2493: D
2494: A
2495: A
2496: E
2497: B
2498: D
2499: D
2500: B