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Q653357 Odontologia
De acordo com as Normas de Biossegurança, o método de esterilização em autoclave é definido por... 
Alternativas
Q653356 Odontologia
Os profissionais de odontologia como Cirurgião-Dentista, Auxiliar de Saúde Bucal e Técnico em Higiene Dental, são suscetíveis a doenças causadas por agentes patológicos, e o mecanismo mais efetivo para a proteção é oferecido pelos Equipamentos de Proteção Individual (EPI), utilizados na rotina clínica do consultório odontológico. Pode ser citado como EPI, exceto
Alternativas
Q653355 Odontologia
Para auxiliar no diagnóstico odontológico são utilizadas técnicas radiográficas que podem ser intrabucais e extrabucais. Pode ser citada como técnica intrabucal:
Alternativas
Q653354 Odontologia
No Odontograma, o código utilizado para um dente permanente localizado na maxila e está corretamente indicado na alternativa:
Alternativas
Q653353 Odontologia
O tártaro, também conhecido como cálculo dental, é definido como o resultado da mineralização da placa bacteriana ou biofilme maduro na superfície dentária. De acordo com os instrumentais odontológicos, a remoção do tártaro supra gengival é realizada por...
Alternativas
Q653352 Odontologia
Com relação aos Instrumentais Odontológicos, assinale a alternativa que indica aquele que é extremamente necessário para realização de uma EXODONTIA:
Alternativas
Q653351 Odontologia
De acordo com as Normas do Exercício Profissional do Auxiliar de Saúde Bucal, segundo o Conselho Federal de Odontologia (CFO), o ASB, sob supervisão do Cirurgião-Dentista, poderá realizar as seguintes atividades, exceto:
Alternativas
Q653350 Odontologia
A Resina Composta é um material usado na Odontologia com a finalidade de restaurar, estética e funcionalmente os dentes. Sua aplicação é ampla, podendo preencher cavidades provocadas pela cárie, restaurar dentes fraturados, mudar forma de dentes e minimizar imperfeições do esmalte dentário. De acordo com sua técnica e sequência clínica de aplicação, marque a alternativa correta:
Alternativas
Q653349 Odontologia
De acordo com suas propriedades físicas e biológicas, o Cimento de Óxido de Zinco e Eugenol (ZOE) é utilizado principalmente como material dentário restaurador do tipo...
Alternativas
Q653348 Odontologia
O Objetivo da Dentística Restauradora é o de preservar a estrutura dentária sadia e recompor o tecido perdido, buscando através do emprego de materiais e técnicas restauradoras adequadas, evitar recidivas, devido ao aparecimento de novas lesões de cárie dentária. Dentre esses materiais dentários restauradores, os que mais se destacam pelo seu caráter terapêutico são os Cimentos de Ionômero de Vidro. De acordo com a técnica de manipulação podendo ser realizada pelo Auxiliar de Saúde Bucal (ASB) com supervisão do Cirurgião-Dentista, marque o item correto: 
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Q649694 Noções de Informática
Dentre as aplicações mais comuns no ambiente da internet podemos citar.
Alternativas
Q649693 Noções de Informática
Atualmente, a informação representa o maior bem dentro de qualquer organização; assim, existem diversas formas de se garantir a proteção da mesma. Dentre os diversos procedimentos existentes, assinale qual pode ser considerada a forma mais segura para proteção desta informação.
Alternativas
Q649692 Noções de Informática

- Dentre as diversas formatações utilizadas em textos, em programas como o MS Word, podemos citar a capitulação, demonstrada na figura abaixo:

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Com base neste contexto, assinale a opção que indica o menu necessário para acessar as opções deste tipo de formatação.

Alternativas
Q649684 Português

Toda cultura é particular. Não existe, nem pode existir uma cultura universal constituída. No nosso século, os antropólogos vivem ensinando isso a quem quiser aprender.

Tal como acontece com cada indivíduo, os grupos humanos, grandes ou pequenos, vão adquirindo e renovando, construindo, organizando e reorganizando, cada um a seu modo, os conhecimentos de que necessitam.

O movimento histórico da cultura consiste numa diversificação permanente. A cultura universal - que seria a cultura da Humanidade - depende dessa diversificação, quer dizer, depende da capacidade de cada cultura afirmar sua própria identidade, desenvolvendo suas características peculiares.

No entanto, as culturas particulares só conseguem mostrar sua riqueza, sua fecundidade, na relação de umas com as outras. E essa relação sempre comporta riscos.

Em condições de uma grande desigualdade de poder material, os grupos humanos mais poderosos podem causar graves danos e destruições fatais às culturas dos grupos mais fracos. (...)

Todos tendemos a considerar nossa cultura particular mais universal do que as outras. (...) Cada um de nós tem suas próprias convicções. (...)

Tanto indivíduos como grupos têm a possibilidade de se esforçar para incorporar às suas respectivas culturas elementos de culturas alheias. (...)

Apesar dos perigos da relação com as outras culturas (descaracterização, perda da identidade, morte), a cultura de cada pessoa, ou de cada grupo humano, é frequentemente mobilizada para tentativas de auto-relativização e de autoquestionamento, em função do desafio do diálogo.

Leandro Konder. O Globo, 02/08/98.

Sobre o parágrafo: “Todos tendemos a considerar nossa cultura particular mais universal do que as outras. (...) Cada um de nós tem suas próprias convicções.”, é correta a análise:
Alternativas
Q649683 Português

Toda cultura é particular. Não existe, nem pode existir uma cultura universal constituída. No nosso século, os antropólogos vivem ensinando isso a quem quiser aprender.

Tal como acontece com cada indivíduo, os grupos humanos, grandes ou pequenos, vão adquirindo e renovando, construindo, organizando e reorganizando, cada um a seu modo, os conhecimentos de que necessitam.

O movimento histórico da cultura consiste numa diversificação permanente. A cultura universal - que seria a cultura da Humanidade - depende dessa diversificação, quer dizer, depende da capacidade de cada cultura afirmar sua própria identidade, desenvolvendo suas características peculiares.

No entanto, as culturas particulares só conseguem mostrar sua riqueza, sua fecundidade, na relação de umas com as outras. E essa relação sempre comporta riscos.

Em condições de uma grande desigualdade de poder material, os grupos humanos mais poderosos podem causar graves danos e destruições fatais às culturas dos grupos mais fracos. (...)

Todos tendemos a considerar nossa cultura particular mais universal do que as outras. (...) Cada um de nós tem suas próprias convicções. (...)

Tanto indivíduos como grupos têm a possibilidade de se esforçar para incorporar às suas respectivas culturas elementos de culturas alheias. (...)

Apesar dos perigos da relação com as outras culturas (descaracterização, perda da identidade, morte), a cultura de cada pessoa, ou de cada grupo humano, é frequentemente mobilizada para tentativas de auto-relativização e de autoquestionamento, em função do desafio do diálogo.

Leandro Konder. O Globo, 02/08/98.

O motivo de uso do acento grave em: “...destruições fatais às culturas dos grupos mais fracos...”, deu-se porque:
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Q649682 Português

Toda cultura é particular. Não existe, nem pode existir uma cultura universal constituída. No nosso século, os antropólogos vivem ensinando isso a quem quiser aprender.

Tal como acontece com cada indivíduo, os grupos humanos, grandes ou pequenos, vão adquirindo e renovando, construindo, organizando e reorganizando, cada um a seu modo, os conhecimentos de que necessitam.

O movimento histórico da cultura consiste numa diversificação permanente. A cultura universal - que seria a cultura da Humanidade - depende dessa diversificação, quer dizer, depende da capacidade de cada cultura afirmar sua própria identidade, desenvolvendo suas características peculiares.

No entanto, as culturas particulares só conseguem mostrar sua riqueza, sua fecundidade, na relação de umas com as outras. E essa relação sempre comporta riscos.

Em condições de uma grande desigualdade de poder material, os grupos humanos mais poderosos podem causar graves danos e destruições fatais às culturas dos grupos mais fracos. (...)

Todos tendemos a considerar nossa cultura particular mais universal do que as outras. (...) Cada um de nós tem suas próprias convicções. (...)

Tanto indivíduos como grupos têm a possibilidade de se esforçar para incorporar às suas respectivas culturas elementos de culturas alheias. (...)

Apesar dos perigos da relação com as outras culturas (descaracterização, perda da identidade, morte), a cultura de cada pessoa, ou de cada grupo humano, é frequentemente mobilizada para tentativas de auto-relativização e de autoquestionamento, em função do desafio do diálogo.

Leandro Konder. O Globo, 02/08/98.

Em: “No nosso século, os antropólogos vivem ensinando isso a quem quiser aprender”, podemos apontar o uso de qual figura de linguagem?
Alternativas
Q649681 Português

Toda cultura é particular. Não existe, nem pode existir uma cultura universal constituída. No nosso século, os antropólogos vivem ensinando isso a quem quiser aprender.

Tal como acontece com cada indivíduo, os grupos humanos, grandes ou pequenos, vão adquirindo e renovando, construindo, organizando e reorganizando, cada um a seu modo, os conhecimentos de que necessitam.

O movimento histórico da cultura consiste numa diversificação permanente. A cultura universal - que seria a cultura da Humanidade - depende dessa diversificação, quer dizer, depende da capacidade de cada cultura afirmar sua própria identidade, desenvolvendo suas características peculiares.

No entanto, as culturas particulares só conseguem mostrar sua riqueza, sua fecundidade, na relação de umas com as outras. E essa relação sempre comporta riscos.

Em condições de uma grande desigualdade de poder material, os grupos humanos mais poderosos podem causar graves danos e destruições fatais às culturas dos grupos mais fracos. (...)

Todos tendemos a considerar nossa cultura particular mais universal do que as outras. (...) Cada um de nós tem suas próprias convicções. (...)

Tanto indivíduos como grupos têm a possibilidade de se esforçar para incorporar às suas respectivas culturas elementos de culturas alheias. (...)

Apesar dos perigos da relação com as outras culturas (descaracterização, perda da identidade, morte), a cultura de cada pessoa, ou de cada grupo humano, é frequentemente mobilizada para tentativas de auto-relativização e de autoquestionamento, em função do desafio do diálogo.

Leandro Konder. O Globo, 02/08/98.

Em: “...depende da capacidade de cada cultura afirmar sua própria identidade, desenvolvendo suas características peculiares.”, o possessivo sua refere-se à (s): 
Alternativas
Q649680 Português

Toda cultura é particular. Não existe, nem pode existir uma cultura universal constituída. No nosso século, os antropólogos vivem ensinando isso a quem quiser aprender.

Tal como acontece com cada indivíduo, os grupos humanos, grandes ou pequenos, vão adquirindo e renovando, construindo, organizando e reorganizando, cada um a seu modo, os conhecimentos de que necessitam.

O movimento histórico da cultura consiste numa diversificação permanente. A cultura universal - que seria a cultura da Humanidade - depende dessa diversificação, quer dizer, depende da capacidade de cada cultura afirmar sua própria identidade, desenvolvendo suas características peculiares.

No entanto, as culturas particulares só conseguem mostrar sua riqueza, sua fecundidade, na relação de umas com as outras. E essa relação sempre comporta riscos.

Em condições de uma grande desigualdade de poder material, os grupos humanos mais poderosos podem causar graves danos e destruições fatais às culturas dos grupos mais fracos. (...)

Todos tendemos a considerar nossa cultura particular mais universal do que as outras. (...) Cada um de nós tem suas próprias convicções. (...)

Tanto indivíduos como grupos têm a possibilidade de se esforçar para incorporar às suas respectivas culturas elementos de culturas alheias. (...)

Apesar dos perigos da relação com as outras culturas (descaracterização, perda da identidade, morte), a cultura de cada pessoa, ou de cada grupo humano, é frequentemente mobilizada para tentativas de auto-relativização e de autoquestionamento, em função do desafio do diálogo.

Leandro Konder. O Globo, 02/08/98.

Em relação às Funções de Linguagem, este texto é um exemplo em que predomina a função...
Alternativas
Q649679 Português

Toda cultura é particular. Não existe, nem pode existir uma cultura universal constituída. No nosso século, os antropólogos vivem ensinando isso a quem quiser aprender.

Tal como acontece com cada indivíduo, os grupos humanos, grandes ou pequenos, vão adquirindo e renovando, construindo, organizando e reorganizando, cada um a seu modo, os conhecimentos de que necessitam.

O movimento histórico da cultura consiste numa diversificação permanente. A cultura universal - que seria a cultura da Humanidade - depende dessa diversificação, quer dizer, depende da capacidade de cada cultura afirmar sua própria identidade, desenvolvendo suas características peculiares.

No entanto, as culturas particulares só conseguem mostrar sua riqueza, sua fecundidade, na relação de umas com as outras. E essa relação sempre comporta riscos.

Em condições de uma grande desigualdade de poder material, os grupos humanos mais poderosos podem causar graves danos e destruições fatais às culturas dos grupos mais fracos. (...)

Todos tendemos a considerar nossa cultura particular mais universal do que as outras. (...) Cada um de nós tem suas próprias convicções. (...)

Tanto indivíduos como grupos têm a possibilidade de se esforçar para incorporar às suas respectivas culturas elementos de culturas alheias. (...)

Apesar dos perigos da relação com as outras culturas (descaracterização, perda da identidade, morte), a cultura de cada pessoa, ou de cada grupo humano, é frequentemente mobilizada para tentativas de auto-relativização e de autoquestionamento, em função do desafio do diálogo.

Leandro Konder. O Globo, 02/08/98.

O último par de parênteses usados no texto se justifica para:
Alternativas
Q649678 Português

Toda cultura é particular. Não existe, nem pode existir uma cultura universal constituída. No nosso século, os antropólogos vivem ensinando isso a quem quiser aprender.

Tal como acontece com cada indivíduo, os grupos humanos, grandes ou pequenos, vão adquirindo e renovando, construindo, organizando e reorganizando, cada um a seu modo, os conhecimentos de que necessitam.

O movimento histórico da cultura consiste numa diversificação permanente. A cultura universal - que seria a cultura da Humanidade - depende dessa diversificação, quer dizer, depende da capacidade de cada cultura afirmar sua própria identidade, desenvolvendo suas características peculiares.

No entanto, as culturas particulares só conseguem mostrar sua riqueza, sua fecundidade, na relação de umas com as outras. E essa relação sempre comporta riscos.

Em condições de uma grande desigualdade de poder material, os grupos humanos mais poderosos podem causar graves danos e destruições fatais às culturas dos grupos mais fracos. (...)

Todos tendemos a considerar nossa cultura particular mais universal do que as outras. (...) Cada um de nós tem suas próprias convicções. (...)

Tanto indivíduos como grupos têm a possibilidade de se esforçar para incorporar às suas respectivas culturas elementos de culturas alheias. (...)

Apesar dos perigos da relação com as outras culturas (descaracterização, perda da identidade, morte), a cultura de cada pessoa, ou de cada grupo humano, é frequentemente mobilizada para tentativas de auto-relativização e de autoquestionamento, em função do desafio do diálogo.

Leandro Konder. O Globo, 02/08/98.

A expressão “quer dizer” poderia ser substituída, sem provocar problema de sentido à sentença em que ela se encontra, por:
Alternativas
Respostas
5861: A
5862: D
5863: C
5864: D
5865: C
5866: C
5867: E
5868: B
5869: B
5870: E
5871: C
5872: D
5873: B
5874: B
5875: A
5876: B
5877: A
5878: C
5879: A
5880: B