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Q1965591 Português
Texto II – Sozinho

Às vezes no silêncio da noite
Eu fico imaginando nós dois
Eu fico ali sonhando acordado
Juntando o antes, o agora e o depois
Por que você me deixa tão solto?
Por que você não cola em mim?
Tô me sentindo muito sozinho
Não sou e nem quero ser o seu dono
É que um carinho às vezes cai bem
Eu tenho os meus desejos e planos secretos
Só abro pra você, mais ninguém
Por que você me esquece e some?
E se eu me interessar por alguém?
E se ela de repente me ganha?
Quando a gente gosta
É claro que a gente cuida
Fala que me ama
Só que é da boca pra fora
Ou você me engana ou não está madura
Onde está você agora?
Caetano Veloso
"E se ela de repente me ganha?" A palavra que funciona como complemento verbal nesse verso é: 
Alternativas
Q1965590 Português
Texto II – Sozinho

Às vezes no silêncio da noite
Eu fico imaginando nós dois
Eu fico ali sonhando acordado
Juntando o antes, o agora e o depois
Por que você me deixa tão solto?
Por que você não cola em mim?
Tô me sentindo muito sozinho
Não sou e nem quero ser o seu dono
É que um carinho às vezes cai bem
Eu tenho os meus desejos e planos secretos
Só abro pra você, mais ninguém
Por que você me esquece e some?
E se eu me interessar por alguém?
E se ela de repente me ganha?
Quando a gente gosta
É claro que a gente cuida
Fala que me ama
Só que é da boca pra fora
Ou você me engana ou não está madura
Onde está você agora?
Caetano Veloso
O verso da música que apresenta uma linguagem bem próxima da oralidade é: 
Alternativas
Q1965589 Português
Texto II – Sozinho

Às vezes no silêncio da noite
Eu fico imaginando nós dois
Eu fico ali sonhando acordado
Juntando o antes, o agora e o depois
Por que você me deixa tão solto?
Por que você não cola em mim?
Tô me sentindo muito sozinho
Não sou e nem quero ser o seu dono
É que um carinho às vezes cai bem
Eu tenho os meus desejos e planos secretos
Só abro pra você, mais ninguém
Por que você me esquece e some?
E se eu me interessar por alguém?
E se ela de repente me ganha?
Quando a gente gosta
É claro que a gente cuida
Fala que me ama
Só que é da boca pra fora
Ou você me engana ou não está madura
Onde está você agora?
Caetano Veloso
"Por que você me deixa tão solto?". A palavra destacada acima apresenta outras formas de escritas. Nesse caso destacado são usadas em perguntas diretas ou indiretas. ASSINALE a alternativa em que o emprego dessa palavra NÃO condiz com a norma culta.
Alternativas
Q1965588 Português
Texto II – Sozinho

Às vezes no silêncio da noite
Eu fico imaginando nós dois
Eu fico ali sonhando acordado
Juntando o antes, o agora e o depois
Por que você me deixa tão solto?
Por que você não cola em mim?
Tô me sentindo muito sozinho
Não sou e nem quero ser o seu dono
É que um carinho às vezes cai bem
Eu tenho os meus desejos e planos secretos
Só abro pra você, mais ninguém
Por que você me esquece e some?
E se eu me interessar por alguém?
E se ela de repente me ganha?
Quando a gente gosta
É claro que a gente cuida
Fala que me ama
Só que é da boca pra fora
Ou você me engana ou não está madura
Onde está você agora?
Caetano Veloso
"juntando o antes, o agora e o depois. Ainda em relação a essas expressões: 
Alternativas
Q1965587 Português
Texto II – Sozinho

Às vezes no silêncio da noite
Eu fico imaginando nós dois
Eu fico ali sonhando acordado
Juntando o antes, o agora e o depois
Por que você me deixa tão solto?
Por que você não cola em mim?
Tô me sentindo muito sozinho
Não sou e nem quero ser o seu dono
É que um carinho às vezes cai bem
Eu tenho os meus desejos e planos secretos
Só abro pra você, mais ninguém
Por que você me esquece e some?
E se eu me interessar por alguém?
E se ela de repente me ganha?
Quando a gente gosta
É claro que a gente cuida
Fala que me ama
Só que é da boca pra fora
Ou você me engana ou não está madura
Onde está você agora?
Caetano Veloso
"juntando *o antes, o agora e o depois ". As palavras destacadas sofreram, quanto ao processo de formação: 
Alternativas
Q1965586 Português
Texto II – Sozinho

Às vezes no silêncio da noite
Eu fico imaginando nós dois
Eu fico ali sonhando acordado
Juntando o antes, o agora e o depois
Por que você me deixa tão solto?
Por que você não cola em mim?
Tô me sentindo muito sozinho
Não sou e nem quero ser o seu dono
É que um carinho às vezes cai bem
Eu tenho os meus desejos e planos secretos
Só abro pra você, mais ninguém
Por que você me esquece e some?
E se eu me interessar por alguém?
E se ela de repente me ganha?
Quando a gente gosta
É claro que a gente cuida
Fala que me ama
Só que é da boca pra fora
Ou você me engana ou não está madura
Onde está você agora?
Caetano Veloso
Levando em consideração a expressão às vezes, pode-se afirmar que ela exprime uma circunstância de: 
Alternativas
Q1965584 Português
TEXTO: OUVIDO

   Quando você cresce, você quer que não seja verdade. Perde a intimidade com os brinquedos. Com os jogos favoritos. Perde a intimidade até consigo mesmo. Um novo ser emerge. E surgem os modelos de desenhos para se tornar alguém frente aos outros. O sorriso já não é o mesmo, o olhar já não é o mesmo. E quando menos se espera já não é possível conhecer-se... Já não há mais qualquer identidade. Apenas o silêncio acompanha, e a raiva se estampa no semblante à guisa de arma. Amarram-se correntes às exigências da vida. As pessoas já não se reconhecem. E você, de repente, se instala num vazio pela angústia do grito entalada na garganta. Deseja derrubar essa muralha que o separa de si mesmo. "EU EXISTO!".

   Um ouvido. Sim, esse é o degrau que você precisa transpor para vencer a muralha. Não querer possuir, mas apenas pegar emprestado por alguns instantes. Um ouvido que possa ouvir a própria cabeça, cheia de medo e confusão. Quando olhar para o seu pai, verá que ele também estará ocupado com os afazeres da própria vida. Na realidade, ele também se ausenta no intuito de preencher o vazio que acredita alimentar a sua alma. Sua mãe parece preocupada com os argumentos da novela. E você já é crescido, dizem. Mas ninguém contou como começar essa nova etapa da vida. Deseja apenas um ouvido. Engraçado, as pessoas têm duas orelhas, empregadas gratuitamente, e não querem ou não sabem mais emprestar sua escuta.

   Apenas um ouvido. Esse é o grande tesouro que se almeja. Poderias me emprestar o teu? Por isso continuo a gritar: "Eu EXISTO!!!".
MENDONÇA, Tulius - Livro Entreatos - p. 43.
"Amarram-se correntes às exigências da vida." A palavra em negrito (se) é um pronome apassivador. Nesse caso permitiu-se o plural do verbo concordando com o sujeito paciente "correntes". ASSINALE a alternativa em a frase não permite o verbo no plural pelo fato do “se” não estar como pronome apassivador, infringindo, assim, a norma culta.
Alternativas
Q1965583 Português
TEXTO: OUVIDO

   Quando você cresce, você quer que não seja verdade. Perde a intimidade com os brinquedos. Com os jogos favoritos. Perde a intimidade até consigo mesmo. Um novo ser emerge. E surgem os modelos de desenhos para se tornar alguém frente aos outros. O sorriso já não é o mesmo, o olhar já não é o mesmo. E quando menos se espera já não é possível conhecer-se... Já não há mais qualquer identidade. Apenas o silêncio acompanha, e a raiva se estampa no semblante à guisa de arma. Amarram-se correntes às exigências da vida. As pessoas já não se reconhecem. E você, de repente, se instala num vazio pela angústia do grito entalada na garganta. Deseja derrubar essa muralha que o separa de si mesmo. "EU EXISTO!".

   Um ouvido. Sim, esse é o degrau que você precisa transpor para vencer a muralha. Não querer possuir, mas apenas pegar emprestado por alguns instantes. Um ouvido que possa ouvir a própria cabeça, cheia de medo e confusão. Quando olhar para o seu pai, verá que ele também estará ocupado com os afazeres da própria vida. Na realidade, ele também se ausenta no intuito de preencher o vazio que acredita alimentar a sua alma. Sua mãe parece preocupada com os argumentos da novela. E você já é crescido, dizem. Mas ninguém contou como começar essa nova etapa da vida. Deseja apenas um ouvido. Engraçado, as pessoas têm duas orelhas, empregadas gratuitamente, e não querem ou não sabem mais emprestar sua escuta.

   Apenas um ouvido. Esse é o grande tesouro que se almeja. Poderias me emprestar o teu? Por isso continuo a gritar: "Eu EXISTO!!!".
MENDONÇA, Tulius - Livro Entreatos - p. 43.
A passagem do texto que demonstra um diálogo do narrador com o leitor é: 
Alternativas
Q1965582 Português
TEXTO: OUVIDO

   Quando você cresce, você quer que não seja verdade. Perde a intimidade com os brinquedos. Com os jogos favoritos. Perde a intimidade até consigo mesmo. Um novo ser emerge. E surgem os modelos de desenhos para se tornar alguém frente aos outros. O sorriso já não é o mesmo, o olhar já não é o mesmo. E quando menos se espera já não é possível conhecer-se... Já não há mais qualquer identidade. Apenas o silêncio acompanha, e a raiva se estampa no semblante à guisa de arma. Amarram-se correntes às exigências da vida. As pessoas já não se reconhecem. E você, de repente, se instala num vazio pela angústia do grito entalada na garganta. Deseja derrubar essa muralha que o separa de si mesmo. "EU EXISTO!".

   Um ouvido. Sim, esse é o degrau que você precisa transpor para vencer a muralha. Não querer possuir, mas apenas pegar emprestado por alguns instantes. Um ouvido que possa ouvir a própria cabeça, cheia de medo e confusão. Quando olhar para o seu pai, verá que ele também estará ocupado com os afazeres da própria vida. Na realidade, ele também se ausenta no intuito de preencher o vazio que acredita alimentar a sua alma. Sua mãe parece preocupada com os argumentos da novela. E você já é crescido, dizem. Mas ninguém contou como começar essa nova etapa da vida. Deseja apenas um ouvido. Engraçado, as pessoas têm duas orelhas, empregadas gratuitamente, e não querem ou não sabem mais emprestar sua escuta.

   Apenas um ouvido. Esse é o grande tesouro que se almeja. Poderias me emprestar o teu? Por isso continuo a gritar: "Eu EXISTO!!!".
MENDONÇA, Tulius - Livro Entreatos - p. 43.
O "ouvido" a que o narrador se refere é: 
Alternativas
Q1965581 Português
TEXTO: OUVIDO

   Quando você cresce, você quer que não seja verdade. Perde a intimidade com os brinquedos. Com os jogos favoritos. Perde a intimidade até consigo mesmo. Um novo ser emerge. E surgem os modelos de desenhos para se tornar alguém frente aos outros. O sorriso já não é o mesmo, o olhar já não é o mesmo. E quando menos se espera já não é possível conhecer-se... Já não há mais qualquer identidade. Apenas o silêncio acompanha, e a raiva se estampa no semblante à guisa de arma. Amarram-se correntes às exigências da vida. As pessoas já não se reconhecem. E você, de repente, se instala num vazio pela angústia do grito entalada na garganta. Deseja derrubar essa muralha que o separa de si mesmo. "EU EXISTO!".

   Um ouvido. Sim, esse é o degrau que você precisa transpor para vencer a muralha. Não querer possuir, mas apenas pegar emprestado por alguns instantes. Um ouvido que possa ouvir a própria cabeça, cheia de medo e confusão. Quando olhar para o seu pai, verá que ele também estará ocupado com os afazeres da própria vida. Na realidade, ele também se ausenta no intuito de preencher o vazio que acredita alimentar a sua alma. Sua mãe parece preocupada com os argumentos da novela. E você já é crescido, dizem. Mas ninguém contou como começar essa nova etapa da vida. Deseja apenas um ouvido. Engraçado, as pessoas têm duas orelhas, empregadas gratuitamente, e não querem ou não sabem mais emprestar sua escuta.

   Apenas um ouvido. Esse é o grande tesouro que se almeja. Poderias me emprestar o teu? Por isso continuo a gritar: "Eu EXISTO!!!".
MENDONÇA, Tulius - Livro Entreatos - p. 43.
"EU EXISTO!". A expressão em maiúscula representa, metaforicamente:
Alternativas
Q1965580 Português
TEXTO: OUVIDO

   Quando você cresce, você quer que não seja verdade. Perde a intimidade com os brinquedos. Com os jogos favoritos. Perde a intimidade até consigo mesmo. Um novo ser emerge. E surgem os modelos de desenhos para se tornar alguém frente aos outros. O sorriso já não é o mesmo, o olhar já não é o mesmo. E quando menos se espera já não é possível conhecer-se... Já não há mais qualquer identidade. Apenas o silêncio acompanha, e a raiva se estampa no semblante à guisa de arma. Amarram-se correntes às exigências da vida. As pessoas já não se reconhecem. E você, de repente, se instala num vazio pela angústia do grito entalada na garganta. Deseja derrubar essa muralha que o separa de si mesmo. "EU EXISTO!".

   Um ouvido. Sim, esse é o degrau que você precisa transpor para vencer a muralha. Não querer possuir, mas apenas pegar emprestado por alguns instantes. Um ouvido que possa ouvir a própria cabeça, cheia de medo e confusão. Quando olhar para o seu pai, verá que ele também estará ocupado com os afazeres da própria vida. Na realidade, ele também se ausenta no intuito de preencher o vazio que acredita alimentar a sua alma. Sua mãe parece preocupada com os argumentos da novela. E você já é crescido, dizem. Mas ninguém contou como começar essa nova etapa da vida. Deseja apenas um ouvido. Engraçado, as pessoas têm duas orelhas, empregadas gratuitamente, e não querem ou não sabem mais emprestar sua escuta.

   Apenas um ouvido. Esse é o grande tesouro que se almeja. Poderias me emprestar o teu? Por isso continuo a gritar: "Eu EXISTO!!!".
MENDONÇA, Tulius - Livro Entreatos - p. 43.
Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q1965579 Português
TEXTO: OUVIDO

   Quando você cresce, você quer que não seja verdade. Perde a intimidade com os brinquedos. Com os jogos favoritos. Perde a intimidade até consigo mesmo. Um novo ser emerge. E surgem os modelos de desenhos para se tornar alguém frente aos outros. O sorriso já não é o mesmo, o olhar já não é o mesmo. E quando menos se espera já não é possível conhecer-se... Já não há mais qualquer identidade. Apenas o silêncio acompanha, e a raiva se estampa no semblante à guisa de arma. Amarram-se correntes às exigências da vida. As pessoas já não se reconhecem. E você, de repente, se instala num vazio pela angústia do grito entalada na garganta. Deseja derrubar essa muralha que o separa de si mesmo. "EU EXISTO!".

   Um ouvido. Sim, esse é o degrau que você precisa transpor para vencer a muralha. Não querer possuir, mas apenas pegar emprestado por alguns instantes. Um ouvido que possa ouvir a própria cabeça, cheia de medo e confusão. Quando olhar para o seu pai, verá que ele também estará ocupado com os afazeres da própria vida. Na realidade, ele também se ausenta no intuito de preencher o vazio que acredita alimentar a sua alma. Sua mãe parece preocupada com os argumentos da novela. E você já é crescido, dizem. Mas ninguém contou como começar essa nova etapa da vida. Deseja apenas um ouvido. Engraçado, as pessoas têm duas orelhas, empregadas gratuitamente, e não querem ou não sabem mais emprestar sua escuta.

   Apenas um ouvido. Esse é o grande tesouro que se almeja. Poderias me emprestar o teu? Por isso continuo a gritar: "Eu EXISTO!!!".
MENDONÇA, Tulius - Livro Entreatos - p. 43.
O texto "Ouvido" apresenta um tipo de texto em que o narrador:
Alternativas
Q1945561 Odontologia
Marque a alternativa CORRETA que corresponde à seguinte definição. 
“É a destruição de todas as formas de vida microbiana (vírus, bactérias, esporos, fungos, protozoários e helmintos) por um processo que utiliza agentes químicos ou físicos.” 
Alternativas
Q1945560 Odontologia
É vedado ao auxiliar em saúde bucal:  
Alternativas
Q1945559 Odontologia
NÃO compete ao auxiliar em saúde bucal, sempre sob a supervisão do cirurgião-dentista ou do técnico em saúde bucal: 
Alternativas
Q1945558 Odontologia
Muitos pacientes portadores do vírus SARV-CoV-2, mas assintomáticos, são atendidos nos consultórios odontológicos. É uma orientação que todos os pacientes sejam tratados como potenciais fontes de transmissão do vírus. Assim, qual cuidado recomendado o auxiliar de saúde bucal deve ter no atendimento odontológico? 
Alternativas
Q1945557 Odontologia
Qual dos materiais de moldagem NÃO deve ser manipulado com luvas de látex? 
Alternativas
Q1945556 Odontologia
Marque a alternativa CORRETA que corresponde aos instrumentais necessários para manipulação do cimento de fosfato de zinco.
Alternativas
Q1945555 Odontologia
Marque a alternativa CORRETA que corresponde às partes constituintes dos dentes.
Alternativas
Q1945554 Odontologia
Marque a alternativa CORRETA que corresponde ao material dentário utilizado para a prática para realização da técnica ART (tratamento restaurador atraumático).  
Alternativas
Respostas
4621: D
4622: C
4623: B
4624: A
4625: D
4626: B
4627: C
4628: D
4629: D
4630: B
4631: A
4632: A
4633: B
4634: A
4635: C
4636: D
4637: B
4638: B
4639: C
4640: B