Questões de Concurso
Comentadas para advogado
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Texto para o item.


Quanto à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“às rotinas exaustivas (...) e às condições psicossociais
desfavoráveis” (linhas 28 e 29) por a rotinas exaustivas
(...) e a condições psicossociais desfavoráveis
Texto para o item.


Quanto à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“tem contribuído” (linha 27) por vêm contribuindo
Texto para o item.


Quanto à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“medicamentosos” (linha 25) por farmacológicos
Texto para o item.


Julgue o item, referente a aspectos linguísticos do texto.
O emprego do modo subjuntivo em “que
caracterizem” (linha 33) sinaliza a improbabilidade de
ocorrência dos comportamentos mencionados no
período.
Texto para o item.


Julgue o item, referente a aspectos linguísticos do texto.
Na linha 21, estaria mantido o sentido original do texto
caso o vocábulo “só” fosse deslocado para
imediatamente depois da palavra “profissionais”.
Texto para o item.


Julgue o item, referente a aspectos linguísticos do texto.
Na linha 15, o emprego do vocábulo “inclusive”,
destacado entre vírgulas, evidencia a intenção do autor
do texto de destacar os “fatores socioambientais” como
a mais importante causa da depressão.
Texto para o item.


Julgue o item, referente a aspectos linguísticos do texto.
No segmento “a que todos estão sujeitos e com o qual
aprendem a lidar” (linhas 13 e 14), o emprego das
preposições “a”, em “a que todos”, e “com”, em “com o
qual”, justifica-se, respectivamente, pela regência do
termo “sujeitos” e pela regência do verbo “lidar”.
Texto para o item.


Julgue o item, referente a aspectos linguísticos do texto.
O vocábulo “doença” é o núcleo do sujeito da primeira
oração do terceiro parágrafo do texto, por isso o verbo
“tratar” está flexionado na terceira pessoa do singular.
Texto para o item.


Julgue o item, referente a aspectos linguísticos do texto.
Estaria garantida a correção gramatical do texto caso o
ponto final empregado após “pandemia” (linha 7) fosse
substituído por vírgula, feito o devido ajuste de letra
inicial maiúscula/minúscula no período.
Texto para o item.


Em relação à tipologia e às ideias do texto, julgue o item.
Entende-se da leitura do terceiro parágrafo do texto que
a alteração cerebral e as mudanças de humor capazes de
gerar tristeza profunda ou desânimo resultam de fatores
psíquicos.
Texto para o item.


Em relação à tipologia e às ideias do texto, julgue o item.
Depreende-se da leitura do texto que é possível que, em
alguns casos, a depressão tenha relação com o histórico
familiar.
Texto para o item.


Em relação à tipologia e às ideias do texto, julgue o item.
No texto, estruturado em forma dissertativa,
argumenta-se em favor do uso de terapias alternativas
para o tratamento de episódios depressivos, em
substituição às ações terapêuticas em que sejam
prescritos medicamentos psiquiátricos.
Texto-base para a questão.
Ao fazer o cotejo da nossa lista de duzentos verbos com esses quatro importantes instrumentos de referência*, ficou claríssimo para nós o que já percebíamos intuitivamente: a regência verbal da modalidade escrita formal do português brasileiro contemporâneo é bastante variável e as condenações da tradição a determinados usos não têm efetiva sustentação nem nos dados, nem nos instrumentos normativos.
Há nisso um tremendo paradoxo: os instrumentos normativos são, em geral, mais flexíveis do que o discurso categórico que prevalece no sistema escolar, na mídia, no trabalho de revisores, nas provas de concursos e nos testes de escolaridade.
A cultura filológica e linguística – apesar de, algumas vezes, se mover com certa timidez ou ambiguidade – tem claramente se afastado, em boa medida, da prescrição cega da interdição categórica. Até porque o uso da língua desmente qualquer dessas atitudes inflexíveis.
* Dicionário de verbos e regimes, de Francisco Fernandes; O problema da regência, de Antenor Nascentes; Dicionário prático de regência verbal, de Celso Pedro Luft; Dicionário gramatical de verbos do português contemporâneo, organizado por Francisco da Silva Borba.
VIEIRA, F. E.; FARACO, C. A. Escrever na universidade: gramática da norma e referência. São Paulo: Parábola, 2022. p. 43-44
Texto-base para a questão.
Ao fazer o cotejo da nossa lista de duzentos verbos com esses quatro importantes instrumentos de referência*, ficou claríssimo para nós o que já percebíamos intuitivamente: a regência verbal da modalidade escrita formal do português brasileiro contemporâneo é bastante variável e as condenações da tradição a determinados usos não têm efetiva sustentação nem nos dados, nem nos instrumentos normativos.
Há nisso um tremendo paradoxo: os instrumentos normativos são, em geral, mais flexíveis do que o discurso categórico que prevalece no sistema escolar, na mídia, no trabalho de revisores, nas provas de concursos e nos testes de escolaridade.
A cultura filológica e linguística – apesar de, algumas vezes, se mover com certa timidez ou ambiguidade – tem claramente se afastado, em boa medida, da prescrição cega da interdição categórica. Até porque o uso da língua desmente qualquer dessas atitudes inflexíveis.
* Dicionário de verbos e regimes, de Francisco Fernandes; O problema da regência, de Antenor Nascentes; Dicionário prático de regência verbal, de Celso Pedro Luft; Dicionário gramatical de verbos do português contemporâneo, organizado por Francisco da Silva Borba.
VIEIRA, F. E.; FARACO, C. A. Escrever na universidade: gramática da norma e referência. São Paulo: Parábola, 2022. p. 43-44
Texto-base para a questão.
Ao fazer o cotejo da nossa lista de duzentos verbos com esses quatro importantes instrumentos de referência*, ficou claríssimo para nós o que já percebíamos intuitivamente: a regência verbal da modalidade escrita formal do português brasileiro contemporâneo é bastante variável e as condenações da tradição a determinados usos não têm efetiva sustentação nem nos dados, nem nos instrumentos normativos.
Há nisso um tremendo paradoxo: os instrumentos normativos são, em geral, mais flexíveis do que o discurso categórico que prevalece no sistema escolar, na mídia, no trabalho de revisores, nas provas de concursos e nos testes de escolaridade.
A cultura filológica e linguística – apesar de, algumas vezes, se mover com certa timidez ou ambiguidade – tem claramente se afastado, em boa medida, da prescrição cega da interdição categórica. Até porque o uso da língua desmente qualquer dessas atitudes inflexíveis.
* Dicionário de verbos e regimes, de Francisco Fernandes; O problema da regência, de Antenor Nascentes; Dicionário prático de regência verbal, de Celso Pedro Luft; Dicionário gramatical de verbos do português contemporâneo, organizado por Francisco da Silva Borba.
VIEIRA, F. E.; FARACO, C. A. Escrever na universidade: gramática da norma e referência. São Paulo: Parábola, 2022. p. 43-44
Texto-base para a questão.
Ao fazer o cotejo da nossa lista de duzentos verbos com esses quatro importantes instrumentos de referência*, ficou claríssimo para nós o que já percebíamos intuitivamente: a regência verbal da modalidade escrita formal do português brasileiro contemporâneo é bastante variável e as condenações da tradição a determinados usos não têm efetiva sustentação nem nos dados, nem nos instrumentos normativos.
Há nisso um tremendo paradoxo: os instrumentos normativos são, em geral, mais flexíveis do que o discurso categórico que prevalece no sistema escolar, na mídia, no trabalho de revisores, nas provas de concursos e nos testes de escolaridade.
A cultura filológica e linguística – apesar de, algumas vezes, se mover com certa timidez ou ambiguidade – tem claramente se afastado, em boa medida, da prescrição cega da interdição categórica. Até porque o uso da língua desmente qualquer dessas atitudes inflexíveis.
* Dicionário de verbos e regimes, de Francisco Fernandes; O problema da regência, de Antenor Nascentes; Dicionário prático de regência verbal, de Celso Pedro Luft; Dicionário gramatical de verbos do português contemporâneo, organizado por Francisco da Silva Borba.
VIEIRA, F. E.; FARACO, C. A. Escrever na universidade: gramática da norma e referência. São Paulo: Parábola, 2022. p. 43-44