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Verifica-se que houve variações em relação aos valores anteriores: uma variação de 8 para 9 no limite inferior admissível; duas variações no limite superior admissível (12 para 14 e 12 para 15), e outras duas no intervalo exigido entre o limite inferior e o superior (4 para 5 e 4 para 6). De acordo com essa notícia, e usando a terminologia dela, a maior variação percentual, em relação aos valores tradicionais vigentes, verificou-se no
Não tente achar um endereço no Japão. Os endereços por lá são quase tão indecifráveis quanto os ideogramas. Os bairros são subdivididos em pequenas regiões numeradas. Dentro de uma região, cada quarteirão tem um número, mas também dentro de cada quarteirão, cada casa ou edifício tem o seu número. Por exemplo: o endereço Shibuya 10-3-20 significa que o que você procura está na vigésima casa da terceira quadra da décima microrregião do distrito de Shibuya. Detalhe: nenhum desses números está visível nos nossos algarismos.
Pense duas vezes antes de reclamar. Talvez o fato de os japoneses adorarem viajar em grupo se deva a uma total incapacidade de entender o sistema ocidental de endereçamento. Como assim, Faria Lima com Rebouças? Qual é a lógica de essas duas avenidas fazerem esquina?
Na Inglaterra, um mesmo nome pode ser atribuído a uma street¹, a uma road² e a uma lane³, todas pertinho umas das outras – mas, até você descobrir qual é qual, lá se vão 15 minutos debaixo de chuva. O sistema perfeito seria o americano, com ruas e avenidas dispostas em grades numeradas em sequência perfeita e organizadas por ponto cardeal. O problema é que nós, brasileiros, temos problemas com norte, sul, leste e oeste. Nossos pontos cardeais são seis: à esquerda, à direita, na frente, atrás, em cima e embaixo. Quer uma prova? Nossa cidade com o sistema de endereçamento mais perfeito, Brasília, tem o mapa mais errado do planeta: a Asa Sul aparece no oeste, e a Asa Norte, no leste. Ano passado passei uma semana em Palmas, que teoricamente seguiu o sistema de Brasília. Quanto mais eu me deslocava, menos entendia a lógica da coisa. Acredito que se orientar na cidade requer o mesmo tipo de talento necessário para decifrar um manual de TV a cabo.
Mas o troféu de cidade brasileira onde é mais difícil achar um endereço vai para a bela, próspera e animadíssima Goiânia. Suas ruas são numeradas, mas não obedecem a nenhuma grade ou lógica. No fim das contas nem é preciso: basta decorar que a rua 146 do Setor Marista passa a se chamar Dom Emanuel Gomes e tudo o que você precisava saber sobre a noite da cidade está resolvido.
FREIRE, Ricardo. Revista GOL. n.136, Jul.2013, p.140. Disponível em: <http://www.voegol.com.br/pt-br/servicos/entretenimento-a-bordo/paginas/default.aspx> Acesso em: 10 ago. 2013.
De acordo com o texto, infere-se que,
I. nos Estados Unidos, se adotam seis pontos cardeais para o endereçamento.
II. em Brasília, a Asa Sul deveria aparecer no sul e a Asa Norte, no norte.
III. em Palmas, o sistema de endereçamento obedece a mesma lógica que o de Goiânia.
IV. em Goiânia, uma mesma rua pode mudar de nome.
Estão CORRETAS as assertivas
Coluna 1 1. Custo de oportunidade ou custo social. 2. Economia da saúde. 3. Transição da saúde.
Coluna 2 ( ) Reflete a escassez ou a limitação dos recursos e está na essência de técnicas de avaliação econômica, como as análises de custo-benefício e custo efetividade. ( ) Ramo do conhecimento que tem por objetivo a otimização das ações de saúde. ( ) Associa-se, nos últimos anos, a uma marcada recessão econômica e pelo crescimento das desigualdades entre populações e classes sociais.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
I. Risco Relativo – razão entre a incidência de eventos dos tratados e dos não tratados. II. Número necessário para tratar: número de indivíduos a serem tratados por determinado tempo para evitar um evento.
III. Redução absoluta de risco - número de eventos que deixam de acontecer nos indivíduos tratados.
Quais estão corretas?
I. Notificação é a comunicação da ocorrência de determinada doença ou agravo à saúde, feita à autoridade sanitária, para fins de adoção de medidas de intervenção pertinentes. Historicamente, a notificação compulsória tem sido a principal fonte da vigilância epidemiológica, a partir da qual, na maioria das vezes, se desencadeia o processo informação-decisão-ação.
II. O caráter compulsório da notificação implica responsabilidades formais para todo cidadão e uma obrigação inerente ao exercício da medicina, bem como de outras profissões na área de saúde. Mesmo assim, sabe-se que a notificação nem sempre é realizada, o que ocorre por desconhecimento de sua importância e, também, por descrédito nas ações que dela devem resultar. A experiência tem mostrado que o funcionamento de um sistema de notificação é diretamente proporcional à capacidade de se demonstrar o uso adequado das informações recebidas, de forma a conquistar a confiança dos notificantes.
III. Não se notifica a simples suspeita da doença ou evento. Deve-se aguardar a confirmação do caso para se efetuar a notificação, pois isso pode significar perda da credibilidade. E quando ocorrer a notificação, esta tem de ser sigilosa, só podendo ser divulgada fora do âmbito médico-sanitário em caso de risco para a comunidade, respeitando-se o direito de anonimato dos cidadãos. O envio dos instrumentos de coleta de notificação deve ser feito mesmo na ausência de casos, configurando-se o que se denomina notificação negativa, que funciona como um indicador de eficiência do sistema de informações.
Quais estão corretas?
Qual a conduta é a mais indicada?
Assinale a alternativa que melhor responde ao motivo do encaminhamento:
Após este período, persistindo a impossibilidade de exposição da glande, o tratamento indicado é:
Nos últimos anos os pesquisadores vêm dedicando atenção redobrada a uma fonte riquíssima de informações no universo dos ultravelhos: as mulheres centenárias. Afinal de contas, viver durante um período maior – e bem – é um fenômeno predominantemente feminino. Entender os motivos disso pode resultar em remédios e procedimentos que levem também os homens a aumentar sua expectativa de vida. Para compreender por que, sob a ótica da biologia, as mulheres são mais longevas, é preciso voltar à pré-história, pelo menos 10 000 anos atrás. No período neolítico, os homens mais aptos à sobrevivência eram aqueles com maior habilidade para cultivar e guerrear, de modo a garantir alimento e proteger a si e aos seus dos perigos impostos pela natureza e pelos inimigos. Já para as mulheres, às quais era reservado o papel de cuidar da prole, as mais habilitadas a passar adiante seus genes foram aquelas capazes de resistir a adversidades de outra natureza – como as infecções. Sobreviveram as mulheres com um sistema imunológico mais eficiente. Hoje, como pouquíssimo esforço físico é exigido para que sobrevivamos, é mais vantajoso ter um sistema imunológico eficaz do que músculos desenvolvidos. Outro fator da longevidade feminina é o hormônio estrógeno. Ele desempenha um papel protetor fundamental para a saúde da mulher. Diminui o colesterol ruim (o LDL), aumenta o colesterol bom (HDL), retardando, assim, os riscos de desenvolvimento de arteriosclerose e doenças do coração. Como, depois da menopausa, as mulheres perdem essa proteção, a partir dos 60 anos, a ocorrência de mortes por doenças cardiovasculares praticamente se iguala em ambos os sexos. O que mais conta, a partir daí, é o estilo de vida. Mais um aspecto em que elas levam vantagem, por serem mais cuidadosas com a própria saúde. Do ponto de vista da genética, o homem é definido por um cromossomo X e outro Y. A mulher, por um par de cromossomos X. Há pelo menos 1000 doenças relacionadas ao cromossomo X, enquanto moléstias associadas ao Y são pouquíssimas. Como os homens têm apenas um cromossomo X, qualquer alteração nele desencadeia distúrbios. Um deles é a hemofilia. As mulheres não são acometidas pelo problema, a não ser em casos tão raros que nem entram nas estatísticas. A influência da genética feminina na longevidade é enorme. Pesquisadores da Universidade de Tóquio descreveram o impacto dos genes de origem materna para uma vida longeva. Em laboratório, os especialistas criaram ratas com o material genético de “duas mães”. Elas viveram 186 dias mais do que as ratas normais, geradas a partir do código genético de um pai e uma mãe. O peso das ratas com duas mães foi menor do que o das ratas do grupo de controle, uma característica comum a animais que vivem mais. Enquanto a ciência não consegue estender aos homens as vantagens biológicas femininas capazes de prolongar-lhes o tempo de vida, é bom que eles pensem em adotar um comportamento mais próximo do feminino quanto aos cuidados com a saúde. Alimentar-se de forma equilibrada, não fumar e beber com moderação aumenta a expectativa de vida em onze anos.
MAGALHÃES, Naiara. Veja. São Paulo: Abril, p. 150-156, ed. 2190, ano 43, n. 45, 10 nov. 2010. [texto adaptado]
Considere os seis parágrafos do texto. Numere os itens abaixo de I a VI de acordo com o que diz cada um dos seis parágrafos do texto.
( ) A importância dos genes femininos na longevidade, descrita cientificamente. ( ) Por que as mulheres são menos afetadas que os homens por doenças cardiovasculares. ( ) A História explica por que, do ponto de vista biológico, as mulheres vivem mais que os homens. ( ) Mulheres com mais de cem anos são objeto de estudos recentes. ( ) Cuidados com a saúde aumentam a expectativa de vida para ambos os sexos. ( ) Aspectos da diferente composição genética do homem e da mulher explicam, também, a longevidade feminina.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
Assinale a alternativa que indica o fato que marca o início da crise.
O câncer mais frequente em pacientes transplantados renais é o...
Dentre as várias opções disponíveis, o medicamento mais eficaz para prevenir a progressão da doença é o(a)