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Com base nas disposições da Lei 8.080/90 sobre recursos humanos no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), analise as afirmativas abaixo como verdadeiras (V) ou falsas (F):
⃣ Os serviços públicos e privados que integram o Sistema Único de Saúde (SUS) constituem obrigatoriamente campo de prática para ensino e pesquisa, mediante normas específicas, elaboradas conjuntamente com o sistema educacional.
⃣ Os cargos e funções de chefia, direção e assessoramento, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) poderão ser exercidas em regime de tempo parcial.
⃣ Os servidores que legalmente acumulam dois cargos ou empregos poderão exercer suas atividades em mais de um estabelecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).
A sequência CORRETA é:
A Atenção Básica ou atenção primária em saúde é conhecida como a "porta de entrada" dos usuários nos sistemas de saúde. Sobre a Atenção Básica, analise as afirmativas abaixo:
I. A Atenção Básica será a principal porta de entrada e centro de comunicação da Rede de Atenção à Saúde (RAS), coordenadora do cuidado e ordenadora das ações e serviços disponibilizados na rede.
II. Uma das diretrizes da Atenção Básica é o Cuidado Centrado na doença, no qual o cuidado é construído com as pessoas, de acordo com suas necessidades e potencialidades na busca de uma vida independente e plena.
Após a análise das afirmativas acima, é CORRETO afirmar que:
Observe:

O humor da tirinha decorre de um efeito de sentido marcado pela presença de:
Leia a tirinha abaixo:

O emprego da vírgula em “Venha depressa, doutor!” se justifica por:
Analise as seguintes frases quanto à regência verbal:
I. Assiste a todos o direito de reivindicar melhores salários.
II. Aviso-o de que desisti da viagem.
III. Certifiquei-lhe de que o prazo para o pagamento esgotara-se.
IV. Lembra-se da nossa última conversa?
V. Pagou o funcionário tudo o que devia.
Estão de acordo com a norma culta, apenas:
Leia com atenção o texto a seguir para responder a questão.
A igualdade é coisa que todos desejam. As crianças querem ser iguais. Daí a importância de ter o brinquedo que todas têm. A menina que não tinha a Barbie era aleijada, estava excluída das conversas, dos brinquedos, das trocas. A criança que não tivesse o "bichinho eletrônico" era uma criança "portadora de deficiência”. "Como não ter o bichinho se todas as crianças têm o bichinho?” Os pais compravam o bichinho – mesmo sabendo que ele era idiota – para que o filho não sentisse a dor da exclusão. Os adolescentes usam tênis da mesma marca, camisetas da mesma grife, fazem todos as mesmas coisas, [...] falam todos _____ mesmas palavras que só eles entendem. Ai daquele que falar as palavras da linguagem dos pais, ou que usar tênis e camiseta de marca desconhecida. Esse adolescente é "diferente", “não pertence" ao grupo, é "portador de deficiência". O grupo é o "conjunto" – no sentido matemático ao qual pertencem os iguais. Os diferentes "não pertencem", são excluídos. Os diferentes estão condenados _____ solidão.
As pessoas portadoras de deficiência estão condenadas, de início, ____ solidão. Por serem fisicamente diferentes e por não poderem fazer o que todos fazem, estão excluídas do grupo.
Ser igual é muito fácil. Basta deixar-se levar pela onda, ir fazendo o que todos fazem, não é preciso pensar muito nem tomar decisões. As decisões já estão tomadas. É só seguir ____ onda. A vida é uma grande festa. Mas o "diferente" está sozinho. Não existe nenhuma onda que o leve, nenhum bloco que o carregue. Cada movimento é uma batalha.
Os "normais" podem dizer simplesmente: "Sou igual _____ todos, portanto sou." É a igualdade que define o seu ser. Mas os "portadores de deficiência" têm que fazer uma outra afirmação: Pugno, ergo sum – luto, logo existo. Muitos, sem coragem para enfrentar a luta solitária, desistem de viver e são destruídos. Os que aceitam o desafio, entretanto, se transformam em guerreiros.
Há jardins que se fazem por atacado: basta comprar _____ plantas no Ceasa e em Holambra. As plantas são produzidas em série, em terra cientificamente preparada. São jardins bonitos, feitos com plantas produzidas em série, todas iguais. Mas há os jardins das solidões, que florescem nas pedras.
As pessoas são assim também. Há os jardins produzidos em série. Parecem diferentes, mas são todos iguais. Quem quiser um que chame um paisagista. E há aqueles que nenhum paisagista sabe fazer. Brotam da rudeza da pedra vulcânica com uma beleza que é só sua.
Pois foi organizado, em Campinas, o "Centro de Vida Independente" – uma ONG (Organização Não-Governamental) que tem por objetivo reunir as pessoas portadoras de deficiência (PPDs). Surgida nos Estados Unidos, nos anos 70, foi criada por portadores de deficiências graves, provenientes na sua maioria, de ferimentos na guerra do Vietnã. O seu objetivo é encorajar os PPDs a assumir sua vida de maneira independente, sem medos e sem vergonhas: fazer brotar jardins nas pedras brutas.
ALVES, Rubem. Sobre violinos e rabecas. in Concerto para corpo e alma.
Campinas, São Paulo: Papirus: Speculum, 1998.
Leia com atenção o texto a seguir para responder a questão.
A igualdade é coisa que todos desejam. As crianças querem ser iguais. Daí a importância de ter o brinquedo que todas têm. A menina que não tinha a Barbie era aleijada, estava excluída das conversas, dos brinquedos, das trocas. A criança que não tivesse o "bichinho eletrônico" era uma criança "portadora de deficiência”. "Como não ter o bichinho se todas as crianças têm o bichinho?” Os pais compravam o bichinho – mesmo sabendo que ele era idiota – para que o filho não sentisse a dor da exclusão. Os adolescentes usam tênis da mesma marca, camisetas da mesma grife, fazem todos as mesmas coisas, [...] falam todos _____ mesmas palavras que só eles entendem. Ai daquele que falar as palavras da linguagem dos pais, ou que usar tênis e camiseta de marca desconhecida. Esse adolescente é "diferente", “não pertence" ao grupo, é "portador de deficiência". O grupo é o "conjunto" – no sentido matemático ao qual pertencem os iguais. Os diferentes "não pertencem", são excluídos. Os diferentes estão condenados _____ solidão.
As pessoas portadoras de deficiência estão condenadas, de início, ____ solidão. Por serem fisicamente diferentes e por não poderem fazer o que todos fazem, estão excluídas do grupo.
Ser igual é muito fácil. Basta deixar-se levar pela onda, ir fazendo o que todos fazem, não é preciso pensar muito nem tomar decisões. As decisões já estão tomadas. É só seguir ____ onda. A vida é uma grande festa. Mas o "diferente" está sozinho. Não existe nenhuma onda que o leve, nenhum bloco que o carregue. Cada movimento é uma batalha.
Os "normais" podem dizer simplesmente: "Sou igual _____ todos, portanto sou." É a igualdade que define o seu ser. Mas os "portadores de deficiência" têm que fazer uma outra afirmação: Pugno, ergo sum – luto, logo existo. Muitos, sem coragem para enfrentar a luta solitária, desistem de viver e são destruídos. Os que aceitam o desafio, entretanto, se transformam em guerreiros.
Há jardins que se fazem por atacado: basta comprar _____ plantas no Ceasa e em Holambra. As plantas são produzidas em série, em terra cientificamente preparada. São jardins bonitos, feitos com plantas produzidas em série, todas iguais. Mas há os jardins das solidões, que florescem nas pedras.
As pessoas são assim também. Há os jardins produzidos em série. Parecem diferentes, mas são todos iguais. Quem quiser um que chame um paisagista. E há aqueles que nenhum paisagista sabe fazer. Brotam da rudeza da pedra vulcânica com uma beleza que é só sua.
Pois foi organizado, em Campinas, o "Centro de Vida Independente" – uma ONG (Organização Não-Governamental) que tem por objetivo reunir as pessoas portadoras de deficiência (PPDs). Surgida nos Estados Unidos, nos anos 70, foi criada por portadores de deficiências graves, provenientes na sua maioria, de ferimentos na guerra do Vietnã. O seu objetivo é encorajar os PPDs a assumir sua vida de maneira independente, sem medos e sem vergonhas: fazer brotar jardins nas pedras brutas.
ALVES, Rubem. Sobre violinos e rabecas. in Concerto para corpo e alma.
Campinas, São Paulo: Papirus: Speculum, 1998.
Está CORRETA a afirmação da alternativa:
A UFMG aparece entre as três instituições brasileiras que mais depositaram pedidos de patentes em 2018, segundo ranking divulgado no último dia 14 (novembro, 2019) pela Assessoria de Assuntos Econômicos do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi). A lista é encabeçada pelas federais da Paraíba e de Campina Grande, com 94 e 82 pedidos depositados, respectivamente. Com 62 pedidos, a UFMG manteve a mesma posição de 2017. “Isso é sinal de que mantemos nossa regularidade”, diz Gilberto Medeiros Ribeiro, diretor da Coordenação de Transferência e Inovação Tecnológica (CTIT).
O TEMPO. 19 nov. 2019. p. 21.
Sobre o pedido de registro de patentes no Brasil, é correto afirmar:
A tecnologia tem moldado novas formas de emprego e comportamentos de consumo nos últimos anos. O processo de “uberização” representa a transformação das relações trabalhistas. A principal distorção aparece na maneira como são feitos os contratos. [...] esses contratos invertem o ônus entre funcionário e empresa.
O TEMPO. 21 nov. 2019. p. 8.
A distorção no sistema de contrato entre funcionário e empresa, no processo de “uberização”, está corretamente apresentado em:
[...] De acordo com o relatório Desigualdades Sociais por Cor ou Raça no Brasil, lançado recentemente pelo IBGE, pela primeira vez na história, os estudantes pretos e pardos passaram a compor a maioria nas universidades públicas brasileiras (50.3%), em 2018. “Ainda que esse grupo continue sub representado, uma vez que os negros constituem 55,8% da população, não há como ignorar o êxito das ações afirmativas, que democratizaram o acesso ao ensino superior” [...]
CARTA CAPITAL. 27 nov. 2019. p. 33.
Conforme o trecho da matéria, considerando o crescimento da quantidade de pretos e pardos matriculados em cursos superiores no Brasil, é correto afirmar:
O Brasil não é apenas o quinto país com mais feminicídios do mundo, mas esses números podem aumentar, já que parte dos homicídios de mulheres registrados poderiam ser também feminicídios, assim como a maioria dos estupros de mulheres seguidos de morte devem ser consideradas também feminicídios por terem como motivo o ódio e o desprezo pela mulher.
Disponível em:<https://brasil.elpais.com/brasil/2019/10/24/opinion/1571868956_647096.html> . Acesso em: 25 nov. 2019.
Em relação ao feminicídio, o trecho da matéria de El Pais aponta que o
Cerca de 135 mil pessoas vivem com HIV no Brasil e não sabem - o número representa 35% do total de casos. A estimativa foi apresentada [...] pelo Ministério da Saúde durante o lançamento da campanha de prevenção do HIV / AIDS [...]. Segundo balanço da pasta, a taxa de detecção de casos de Aids caiu 13,6% entre 2014 e 2018, passando de 20,6 por 100 mil habitantes para 17,8.
O TEMPO. 30 nov. 2019. p. 13.
De acordo com o trecho da reportagem, é correto afirmar, sobre a detecção de AIDS no Brasil:
Dois dos maiores sites brasileiros de divulgação de notícias falsas sobre saúde, responsáveis pela publicação de centenas de artigos antivacina, têm por traz um comércio de produtos naturais com lojas físicas e on-line, cujos itens são abertamente indicados pelos administradores dos portais como alternativa a medicamentos e vacinas criticados nos textos com informações falsas.
O TEMPO. 30 nov. 2019. p. 15.
A divulgação de notícias falsas, fake news, sobre saúde no Brasil, de acordo com o trecho da reportagem, tem por objetivo
[...] o número de pessoas que têm cortado as despesas está crescendo no Brasil. São chamados 'minimalistas': que gastam cada vez menos em busca de mais qualidade de vida.
O TEMPO. 27 out. 2019. p. 7.
Apesar de situações de crise econômica explicarem diminuições no consumo, a cultura minimalista vem se afirmando por todo o mundo, independentemente do quadro econômico local. O minimalismo busca