Questões de Concurso
Comentadas para médico neurocirurgião
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I. Permitir que sua participação na divulgação de assuntos médicos, em qualquer meio de comunicação de massa, deixe de ter caráter exclusivamente de esclarecimento e educação da sociedade.
II. Divulgar informação sobre assunto médico de forma sensacionalista, promocional ou de conteúdo inverídico.
III. Divulgar, fora do meio científico, processo de tratamento ou descoberta cujo valor ainda não esteja expressamente reconhecido cientificamente por órgão competente.
IV. Apresentar como originais quaisquer ideias, descobertas ou ilustrações que na realidade não o sejam.
De acordo com o Código de Ética Médica, são vedadas ao médico as ações
Considerando os princípios éticos envolvidos, assinale a alternativa que apresenta a ação mais apropriada a ser tomada pelo médico.
Nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta a orientação mais adequada para essa mulher.
Nesse contexto, analise as afirmativas a seguir, referentes a essa restrição:
I. A proibição permanece mesmo que o fato seja de conhecimento público ou o paciente tenha falecido.
II. A proibição permanece quando de seu depoimento como testemunha (nessa hipótese, o médico comparecerá perante a autoridade e declarará seu impedimento).
III. A proibição permanece em caso de investigação de suspeita de crime, sendo o médico impedido de revelar segredo que possa expor o paciente a processo penal.
Estão corretas as afirmativas
Considerando o caso acima, assinale a opção que indica a melhor conduta:.
I. Quanto aos subtipos moleculares, melanomas com a mutação BRAF V600 tem maior probabilidade de metastatizar para o sistema nervoso central.
II. Não há necessidade de screening para metástases cerebrais em pacientes assintomáticos do ponto de vista neurológico.
III. Ressecção em bloco pode resultar em menor recorrência local e menor risco de disseminação leptomeníngea do que ressecção em fragmentos.
Está correto o que se afirma em
I. Fratura aberta com depressão > que a tábua óssea, deve ser tratada de forma cirúrgica.
II. Na fratura de crânio aberta, quando não há evidência de laceração dural ou hematoma intracraniano significativo associado, afundamento com depressão do fragmento < que 1cm, sem evidência de envolvimento do seio frontal ou de infecção ou contaminação da ferida e sem grande deformidade cosmética, pode-se optar pelo tratamento conservador.
III. Fraturas fechadas podem ser tratadas de forma cirúrgica ou conservadora.
Está correto o que se afirma em
I. Hematoma extradural com volume > 30cm3 deve ser removido, independentemente do da escala de Glasgow.
II. Hematoma extradural com volume < 30cm3, espessura < 15 mm, desvio de linha média < 5mm e sem déficit neurológico focal, pode ser tratado de forma conservadora (não cirúrgica), independentemente da Escala de Glasgow.
III. Hematoma subdural agudo com espessura > 10mm ou desvio de linha média > 5mm deve ser removido independentemente da Escala de Glasgow.
Está correto o que se afirma em
I. Conforme as recomendações elaboradas pelo Colégio Americano de Médicos Emergencistas, está formalmente indicado solicitar tomografia computadorizada (TC) de crânio sem contraste para um paciente com TCE não penetrante, Glasgow 15, sem perda de consciência e idade igual ou superior a 65 anos.
II. Com TC de crânio normal, são fatores de risco para hipertensão intracraniana: idade > 40 anos, pressão sistólica < 90mmHg e postura em flexão patológica ou extensão patológica no exame neurológico.
III. O tratamento cirúrgico da hemorragia intraparenquimatosa traumática está indicado para lesões > 50cm3 ou para lesões > 20cm3 associadas a um Glasgow 6-8, situadas no lobo frontal ou temporal, apresentando um desvio de linha média maior ou igual a 5mm e/ou apagamento/compressão das cisternas da base na TC de crânio.
Está correto o que se afirma em
O paciente com pontuação da escala de coma entre 13 e 14, na presença de déficits neurológicos motores, é classificado como pontuação
I. Pacientes com aneurismas de artéria comunicante posterior que se apresentam sem paralisia do terceiro nervo ou nos quais a angiografia revela o aneurisma projetado lateralmente à artéria carótida interna, têm maior chance de possuír fundo aneurismático aderente ao lobo temporal.
II. Para os aneurismas da junção vértebro-basilar podem ser consideradas uma abordagem subtemporal.
III. O déficit visual provocado pelos aneurismas da artéria carótida interna/oftálmica podem se apresentar inicialmente com perda do campo visual nasal inferior devido à compressão do nervo contra o ligamento falciforme.
Está correto o que se afirma em