Questões de Concurso Comentadas para gari

Foram encontradas 2.200 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3023889 Conhecimentos Gerais

No ano de 1700, o local onde hoje se localiza o município de Alhandra, era ocupado pela:


Alternativas
Q3023888 Português
Leia o texto e responda à questão.

Netinho, medalhista no taekwondo, conheceu esporte na casa de amigo e superou morte do pai para continuar lutando


O paraibano Edival Pontes, o Netinho, conquistou a medalha de bronze no taekwondo nas Olimpíadas de Paris, na tarde desta quinta-feira (8). Nascido e criado no bairro do Rangel, na zona oeste da cidade João Pessoa, o atleta conheceu o esporte na casa de um amigo, e teve que superar o luto da morte do pai, maior incentivador, para continuar lutando.

Netinho conheceu o esporte quando brincava na casa de um amigo, aos 7 anos de idade. “Eu descobri o taekwondo indo pra casa de um amigo meu, tinha vídeo game lá, a gente sempre tava brincando. O pai dele fazia taekwondo, era professor, o mestre Manoel, meu primeiro mestre”, contou em entrevista antes dos jogos de Paris.

O atleta define que nasceu com o esporte no sangue e foi amor à primeira vista quando conheceu o taekwondo. Ele explica que se empolgou, e com 10 anos já era faixa preta. A mãe de Netinho, Eridan Marques, relembra como o medalhista era na infância e o define, brincando, como uma “danação”.

“Ele sempre foi tranquilo. Como se diz, no popular, a ‘danação’ é de criança da idade dele mesmo”, afirmou.

A mãe admite que ainda não consegue assistir às lutas do atleta, mas torce distante. “Eu rezo, me emociono, choro, entrego nas mãos de Deus e agradeço”, afirmou. Algumas medalhas continuam na casa em que o atleta cresceu em João Pessoa.

Em 2014, Netinho foi campeão sul-americano com apenas 17 anos, além de medalha de ouro no mundial juvenil e nas Olimpíadas da Juventude. Tudo isso com apoio e incentivo de seu Nino, o pai dele, que faleceu em novembro de 2020, durante a pandemia de Covid-19, e em meio a indecisão sobre a realização das Olimpíadas de Tóquio.

“Meu pai me apoiou muito. A gente não tinha muitas condições, mas o que ele pode fazer, ele fez. O coroa sempre se virou muito, mesmo sem ter uma condição muito boa pra gente estar viajando (para competições). Ele era a minha direção. Ele me conhecia desde que eu nasci, então ficou difícil encontrar uma pessoa que eu confiasse pra desabafar, para falar o que eu estava sentindo”, afirmou.

Netinho conquistou o bronze na categoria até 68kg do taekwondo nas Olimpíadas de Paris 2024. O brasileiro de 26 anos foi bem nas duas lutas decisivas e faturou a medalha ao bater o espanhol Javier Pérez Polo na disputa do terceiro lugar.


Disponível em: https://g1.globo.com/pb/paraiba/.Acesso em: 08/08/2024 (Adaptado)
“O brasileiro de 26 anos foi bem nas duas lutas decisivas e faturou a medalha ao bater o espanhol Javier Pérez Polo na disputa do terceiro lugar.”

A palavra destacada pode ser substituída, sem alterar o sentido do trecho, por:
Alternativas
Q3023887 Português
Leia o texto e responda à questão.

Netinho, medalhista no taekwondo, conheceu esporte na casa de amigo e superou morte do pai para continuar lutando


O paraibano Edival Pontes, o Netinho, conquistou a medalha de bronze no taekwondo nas Olimpíadas de Paris, na tarde desta quinta-feira (8). Nascido e criado no bairro do Rangel, na zona oeste da cidade João Pessoa, o atleta conheceu o esporte na casa de um amigo, e teve que superar o luto da morte do pai, maior incentivador, para continuar lutando.

Netinho conheceu o esporte quando brincava na casa de um amigo, aos 7 anos de idade. “Eu descobri o taekwondo indo pra casa de um amigo meu, tinha vídeo game lá, a gente sempre tava brincando. O pai dele fazia taekwondo, era professor, o mestre Manoel, meu primeiro mestre”, contou em entrevista antes dos jogos de Paris.

O atleta define que nasceu com o esporte no sangue e foi amor à primeira vista quando conheceu o taekwondo. Ele explica que se empolgou, e com 10 anos já era faixa preta. A mãe de Netinho, Eridan Marques, relembra como o medalhista era na infância e o define, brincando, como uma “danação”.

“Ele sempre foi tranquilo. Como se diz, no popular, a ‘danação’ é de criança da idade dele mesmo”, afirmou.

A mãe admite que ainda não consegue assistir às lutas do atleta, mas torce distante. “Eu rezo, me emociono, choro, entrego nas mãos de Deus e agradeço”, afirmou. Algumas medalhas continuam na casa em que o atleta cresceu em João Pessoa.

Em 2014, Netinho foi campeão sul-americano com apenas 17 anos, além de medalha de ouro no mundial juvenil e nas Olimpíadas da Juventude. Tudo isso com apoio e incentivo de seu Nino, o pai dele, que faleceu em novembro de 2020, durante a pandemia de Covid-19, e em meio a indecisão sobre a realização das Olimpíadas de Tóquio.

“Meu pai me apoiou muito. A gente não tinha muitas condições, mas o que ele pode fazer, ele fez. O coroa sempre se virou muito, mesmo sem ter uma condição muito boa pra gente estar viajando (para competições). Ele era a minha direção. Ele me conhecia desde que eu nasci, então ficou difícil encontrar uma pessoa que eu confiasse pra desabafar, para falar o que eu estava sentindo”, afirmou.

Netinho conquistou o bronze na categoria até 68kg do taekwondo nas Olimpíadas de Paris 2024. O brasileiro de 26 anos foi bem nas duas lutas decisivas e faturou a medalha ao bater o espanhol Javier Pérez Polo na disputa do terceiro lugar.


Disponível em: https://g1.globo.com/pb/paraiba/.Acesso em: 08/08/2024 (Adaptado)
Analise os trechos:

I. “... a gente sempre tava brincando.”
II. “O brasileiro de 26 anos foi bem nas duas lutas ...”
III. “... Como se diz, no popular, a ‘danação’ é de criança ...”
IV. “... e o define, brincando ...”

Pode-se afirmar que todas as alternativas estão FALSAS, EXCETO:
Alternativas
Q3023886 Português
Leia o texto e responda à questão.

Netinho, medalhista no taekwondo, conheceu esporte na casa de amigo e superou morte do pai para continuar lutando


O paraibano Edival Pontes, o Netinho, conquistou a medalha de bronze no taekwondo nas Olimpíadas de Paris, na tarde desta quinta-feira (8). Nascido e criado no bairro do Rangel, na zona oeste da cidade João Pessoa, o atleta conheceu o esporte na casa de um amigo, e teve que superar o luto da morte do pai, maior incentivador, para continuar lutando.

Netinho conheceu o esporte quando brincava na casa de um amigo, aos 7 anos de idade. “Eu descobri o taekwondo indo pra casa de um amigo meu, tinha vídeo game lá, a gente sempre tava brincando. O pai dele fazia taekwondo, era professor, o mestre Manoel, meu primeiro mestre”, contou em entrevista antes dos jogos de Paris.

O atleta define que nasceu com o esporte no sangue e foi amor à primeira vista quando conheceu o taekwondo. Ele explica que se empolgou, e com 10 anos já era faixa preta. A mãe de Netinho, Eridan Marques, relembra como o medalhista era na infância e o define, brincando, como uma “danação”.

“Ele sempre foi tranquilo. Como se diz, no popular, a ‘danação’ é de criança da idade dele mesmo”, afirmou.

A mãe admite que ainda não consegue assistir às lutas do atleta, mas torce distante. “Eu rezo, me emociono, choro, entrego nas mãos de Deus e agradeço”, afirmou. Algumas medalhas continuam na casa em que o atleta cresceu em João Pessoa.

Em 2014, Netinho foi campeão sul-americano com apenas 17 anos, além de medalha de ouro no mundial juvenil e nas Olimpíadas da Juventude. Tudo isso com apoio e incentivo de seu Nino, o pai dele, que faleceu em novembro de 2020, durante a pandemia de Covid-19, e em meio a indecisão sobre a realização das Olimpíadas de Tóquio.

“Meu pai me apoiou muito. A gente não tinha muitas condições, mas o que ele pode fazer, ele fez. O coroa sempre se virou muito, mesmo sem ter uma condição muito boa pra gente estar viajando (para competições). Ele era a minha direção. Ele me conhecia desde que eu nasci, então ficou difícil encontrar uma pessoa que eu confiasse pra desabafar, para falar o que eu estava sentindo”, afirmou.

Netinho conquistou o bronze na categoria até 68kg do taekwondo nas Olimpíadas de Paris 2024. O brasileiro de 26 anos foi bem nas duas lutas decisivas e faturou a medalha ao bater o espanhol Javier Pérez Polo na disputa do terceiro lugar.


Disponível em: https://g1.globo.com/pb/paraiba/.Acesso em: 08/08/2024 (Adaptado)
“Em 2014, Netinho foi campeão sul-americano com apenas 17 anos, além de medalha de ouro no mundial juvenil e nas Olimpíadas da Juventude.”

Quanto à posição da sílaba tônica, as palavras destacadas são classificadas RESPECTIVAMENTE como:
Alternativas
Q3023885 Português
Leia o texto e responda à questão.

Netinho, medalhista no taekwondo, conheceu esporte na casa de amigo e superou morte do pai para continuar lutando


O paraibano Edival Pontes, o Netinho, conquistou a medalha de bronze no taekwondo nas Olimpíadas de Paris, na tarde desta quinta-feira (8). Nascido e criado no bairro do Rangel, na zona oeste da cidade João Pessoa, o atleta conheceu o esporte na casa de um amigo, e teve que superar o luto da morte do pai, maior incentivador, para continuar lutando.

Netinho conheceu o esporte quando brincava na casa de um amigo, aos 7 anos de idade. “Eu descobri o taekwondo indo pra casa de um amigo meu, tinha vídeo game lá, a gente sempre tava brincando. O pai dele fazia taekwondo, era professor, o mestre Manoel, meu primeiro mestre”, contou em entrevista antes dos jogos de Paris.

O atleta define que nasceu com o esporte no sangue e foi amor à primeira vista quando conheceu o taekwondo. Ele explica que se empolgou, e com 10 anos já era faixa preta. A mãe de Netinho, Eridan Marques, relembra como o medalhista era na infância e o define, brincando, como uma “danação”.

“Ele sempre foi tranquilo. Como se diz, no popular, a ‘danação’ é de criança da idade dele mesmo”, afirmou.

A mãe admite que ainda não consegue assistir às lutas do atleta, mas torce distante. “Eu rezo, me emociono, choro, entrego nas mãos de Deus e agradeço”, afirmou. Algumas medalhas continuam na casa em que o atleta cresceu em João Pessoa.

Em 2014, Netinho foi campeão sul-americano com apenas 17 anos, além de medalha de ouro no mundial juvenil e nas Olimpíadas da Juventude. Tudo isso com apoio e incentivo de seu Nino, o pai dele, que faleceu em novembro de 2020, durante a pandemia de Covid-19, e em meio a indecisão sobre a realização das Olimpíadas de Tóquio.

“Meu pai me apoiou muito. A gente não tinha muitas condições, mas o que ele pode fazer, ele fez. O coroa sempre se virou muito, mesmo sem ter uma condição muito boa pra gente estar viajando (para competições). Ele era a minha direção. Ele me conhecia desde que eu nasci, então ficou difícil encontrar uma pessoa que eu confiasse pra desabafar, para falar o que eu estava sentindo”, afirmou.

Netinho conquistou o bronze na categoria até 68kg do taekwondo nas Olimpíadas de Paris 2024. O brasileiro de 26 anos foi bem nas duas lutas decisivas e faturou a medalha ao bater o espanhol Javier Pérez Polo na disputa do terceiro lugar.


Disponível em: https://g1.globo.com/pb/paraiba/.Acesso em: 08/08/2024 (Adaptado)
“Eu descobri o taekwondo indo pra casa de um amigo meu, tinha vídeo game lá...”

É correto afirmar que as palavras destacadas são RESPECTIVAMENTE:
Alternativas
Q3023884 Português
Leia o texto e responda à questão.

Netinho, medalhista no taekwondo, conheceu esporte na casa de amigo e superou morte do pai para continuar lutando


O paraibano Edival Pontes, o Netinho, conquistou a medalha de bronze no taekwondo nas Olimpíadas de Paris, na tarde desta quinta-feira (8). Nascido e criado no bairro do Rangel, na zona oeste da cidade João Pessoa, o atleta conheceu o esporte na casa de um amigo, e teve que superar o luto da morte do pai, maior incentivador, para continuar lutando.

Netinho conheceu o esporte quando brincava na casa de um amigo, aos 7 anos de idade. “Eu descobri o taekwondo indo pra casa de um amigo meu, tinha vídeo game lá, a gente sempre tava brincando. O pai dele fazia taekwondo, era professor, o mestre Manoel, meu primeiro mestre”, contou em entrevista antes dos jogos de Paris.

O atleta define que nasceu com o esporte no sangue e foi amor à primeira vista quando conheceu o taekwondo. Ele explica que se empolgou, e com 10 anos já era faixa preta. A mãe de Netinho, Eridan Marques, relembra como o medalhista era na infância e o define, brincando, como uma “danação”.

“Ele sempre foi tranquilo. Como se diz, no popular, a ‘danação’ é de criança da idade dele mesmo”, afirmou.

A mãe admite que ainda não consegue assistir às lutas do atleta, mas torce distante. “Eu rezo, me emociono, choro, entrego nas mãos de Deus e agradeço”, afirmou. Algumas medalhas continuam na casa em que o atleta cresceu em João Pessoa.

Em 2014, Netinho foi campeão sul-americano com apenas 17 anos, além de medalha de ouro no mundial juvenil e nas Olimpíadas da Juventude. Tudo isso com apoio e incentivo de seu Nino, o pai dele, que faleceu em novembro de 2020, durante a pandemia de Covid-19, e em meio a indecisão sobre a realização das Olimpíadas de Tóquio.

“Meu pai me apoiou muito. A gente não tinha muitas condições, mas o que ele pode fazer, ele fez. O coroa sempre se virou muito, mesmo sem ter uma condição muito boa pra gente estar viajando (para competições). Ele era a minha direção. Ele me conhecia desde que eu nasci, então ficou difícil encontrar uma pessoa que eu confiasse pra desabafar, para falar o que eu estava sentindo”, afirmou.

Netinho conquistou o bronze na categoria até 68kg do taekwondo nas Olimpíadas de Paris 2024. O brasileiro de 26 anos foi bem nas duas lutas decisivas e faturou a medalha ao bater o espanhol Javier Pérez Polo na disputa do terceiro lugar.


Disponível em: https://g1.globo.com/pb/paraiba/.Acesso em: 08/08/2024 (Adaptado)
Observe o trecho “O atleta define que nasceu com o esporte no sangue e foi amor à primeira vista quando conheceu o taekwondo.”

Assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q3023883 Português
Leia o texto e responda à questão.

Netinho, medalhista no taekwondo, conheceu esporte na casa de amigo e superou morte do pai para continuar lutando


O paraibano Edival Pontes, o Netinho, conquistou a medalha de bronze no taekwondo nas Olimpíadas de Paris, na tarde desta quinta-feira (8). Nascido e criado no bairro do Rangel, na zona oeste da cidade João Pessoa, o atleta conheceu o esporte na casa de um amigo, e teve que superar o luto da morte do pai, maior incentivador, para continuar lutando.

Netinho conheceu o esporte quando brincava na casa de um amigo, aos 7 anos de idade. “Eu descobri o taekwondo indo pra casa de um amigo meu, tinha vídeo game lá, a gente sempre tava brincando. O pai dele fazia taekwondo, era professor, o mestre Manoel, meu primeiro mestre”, contou em entrevista antes dos jogos de Paris.

O atleta define que nasceu com o esporte no sangue e foi amor à primeira vista quando conheceu o taekwondo. Ele explica que se empolgou, e com 10 anos já era faixa preta. A mãe de Netinho, Eridan Marques, relembra como o medalhista era na infância e o define, brincando, como uma “danação”.

“Ele sempre foi tranquilo. Como se diz, no popular, a ‘danação’ é de criança da idade dele mesmo”, afirmou.

A mãe admite que ainda não consegue assistir às lutas do atleta, mas torce distante. “Eu rezo, me emociono, choro, entrego nas mãos de Deus e agradeço”, afirmou. Algumas medalhas continuam na casa em que o atleta cresceu em João Pessoa.

Em 2014, Netinho foi campeão sul-americano com apenas 17 anos, além de medalha de ouro no mundial juvenil e nas Olimpíadas da Juventude. Tudo isso com apoio e incentivo de seu Nino, o pai dele, que faleceu em novembro de 2020, durante a pandemia de Covid-19, e em meio a indecisão sobre a realização das Olimpíadas de Tóquio.

“Meu pai me apoiou muito. A gente não tinha muitas condições, mas o que ele pode fazer, ele fez. O coroa sempre se virou muito, mesmo sem ter uma condição muito boa pra gente estar viajando (para competições). Ele era a minha direção. Ele me conhecia desde que eu nasci, então ficou difícil encontrar uma pessoa que eu confiasse pra desabafar, para falar o que eu estava sentindo”, afirmou.

Netinho conquistou o bronze na categoria até 68kg do taekwondo nas Olimpíadas de Paris 2024. O brasileiro de 26 anos foi bem nas duas lutas decisivas e faturou a medalha ao bater o espanhol Javier Pérez Polo na disputa do terceiro lugar.


Disponível em: https://g1.globo.com/pb/paraiba/.Acesso em: 08/08/2024 (Adaptado)
“A gente não tinha muitas condições, mas o que ele pode fazer, ele fez. O coroa sempre se virou muito, mesmo sem ter uma condição muito boa pra gente estar viajando (para competições).”

Assinale a alternativa que indica a relação de sentido estabelecida pelas palavras destacadas RESPECTIVAMENTE.
Alternativas
Q3023882 Português
Leia o texto e responda à questão.

Netinho, medalhista no taekwondo, conheceu esporte na casa de amigo e superou morte do pai para continuar lutando


O paraibano Edival Pontes, o Netinho, conquistou a medalha de bronze no taekwondo nas Olimpíadas de Paris, na tarde desta quinta-feira (8). Nascido e criado no bairro do Rangel, na zona oeste da cidade João Pessoa, o atleta conheceu o esporte na casa de um amigo, e teve que superar o luto da morte do pai, maior incentivador, para continuar lutando.

Netinho conheceu o esporte quando brincava na casa de um amigo, aos 7 anos de idade. “Eu descobri o taekwondo indo pra casa de um amigo meu, tinha vídeo game lá, a gente sempre tava brincando. O pai dele fazia taekwondo, era professor, o mestre Manoel, meu primeiro mestre”, contou em entrevista antes dos jogos de Paris.

O atleta define que nasceu com o esporte no sangue e foi amor à primeira vista quando conheceu o taekwondo. Ele explica que se empolgou, e com 10 anos já era faixa preta. A mãe de Netinho, Eridan Marques, relembra como o medalhista era na infância e o define, brincando, como uma “danação”.

“Ele sempre foi tranquilo. Como se diz, no popular, a ‘danação’ é de criança da idade dele mesmo”, afirmou.

A mãe admite que ainda não consegue assistir às lutas do atleta, mas torce distante. “Eu rezo, me emociono, choro, entrego nas mãos de Deus e agradeço”, afirmou. Algumas medalhas continuam na casa em que o atleta cresceu em João Pessoa.

Em 2014, Netinho foi campeão sul-americano com apenas 17 anos, além de medalha de ouro no mundial juvenil e nas Olimpíadas da Juventude. Tudo isso com apoio e incentivo de seu Nino, o pai dele, que faleceu em novembro de 2020, durante a pandemia de Covid-19, e em meio a indecisão sobre a realização das Olimpíadas de Tóquio.

“Meu pai me apoiou muito. A gente não tinha muitas condições, mas o que ele pode fazer, ele fez. O coroa sempre se virou muito, mesmo sem ter uma condição muito boa pra gente estar viajando (para competições). Ele era a minha direção. Ele me conhecia desde que eu nasci, então ficou difícil encontrar uma pessoa que eu confiasse pra desabafar, para falar o que eu estava sentindo”, afirmou.

Netinho conquistou o bronze na categoria até 68kg do taekwondo nas Olimpíadas de Paris 2024. O brasileiro de 26 anos foi bem nas duas lutas decisivas e faturou a medalha ao bater o espanhol Javier Pérez Polo na disputa do terceiro lugar.


Disponível em: https://g1.globo.com/pb/paraiba/.Acesso em: 08/08/2024 (Adaptado)

“Meu pai me apoiou muito...”


Assinale a alternativa CORRETA. 

Alternativas
Q3023881 Português
Leia o texto e responda à questão.

Netinho, medalhista no taekwondo, conheceu esporte na casa de amigo e superou morte do pai para continuar lutando


O paraibano Edival Pontes, o Netinho, conquistou a medalha de bronze no taekwondo nas Olimpíadas de Paris, na tarde desta quinta-feira (8). Nascido e criado no bairro do Rangel, na zona oeste da cidade João Pessoa, o atleta conheceu o esporte na casa de um amigo, e teve que superar o luto da morte do pai, maior incentivador, para continuar lutando.

Netinho conheceu o esporte quando brincava na casa de um amigo, aos 7 anos de idade. “Eu descobri o taekwondo indo pra casa de um amigo meu, tinha vídeo game lá, a gente sempre tava brincando. O pai dele fazia taekwondo, era professor, o mestre Manoel, meu primeiro mestre”, contou em entrevista antes dos jogos de Paris.

O atleta define que nasceu com o esporte no sangue e foi amor à primeira vista quando conheceu o taekwondo. Ele explica que se empolgou, e com 10 anos já era faixa preta. A mãe de Netinho, Eridan Marques, relembra como o medalhista era na infância e o define, brincando, como uma “danação”.

“Ele sempre foi tranquilo. Como se diz, no popular, a ‘danação’ é de criança da idade dele mesmo”, afirmou.

A mãe admite que ainda não consegue assistir às lutas do atleta, mas torce distante. “Eu rezo, me emociono, choro, entrego nas mãos de Deus e agradeço”, afirmou. Algumas medalhas continuam na casa em que o atleta cresceu em João Pessoa.

Em 2014, Netinho foi campeão sul-americano com apenas 17 anos, além de medalha de ouro no mundial juvenil e nas Olimpíadas da Juventude. Tudo isso com apoio e incentivo de seu Nino, o pai dele, que faleceu em novembro de 2020, durante a pandemia de Covid-19, e em meio a indecisão sobre a realização das Olimpíadas de Tóquio.

“Meu pai me apoiou muito. A gente não tinha muitas condições, mas o que ele pode fazer, ele fez. O coroa sempre se virou muito, mesmo sem ter uma condição muito boa pra gente estar viajando (para competições). Ele era a minha direção. Ele me conhecia desde que eu nasci, então ficou difícil encontrar uma pessoa que eu confiasse pra desabafar, para falar o que eu estava sentindo”, afirmou.

Netinho conquistou o bronze na categoria até 68kg do taekwondo nas Olimpíadas de Paris 2024. O brasileiro de 26 anos foi bem nas duas lutas decisivas e faturou a medalha ao bater o espanhol Javier Pérez Polo na disputa do terceiro lugar.


Disponível em: https://g1.globo.com/pb/paraiba/.Acesso em: 08/08/2024 (Adaptado)
“Ele sempre foi tranquilo. Como se diz, no popular, a ‘danação’ é de criança da idade dele mesmo”, afirmou.

Sobre a palavra destacada ‘danação’, é CORRETO afirmar que
Alternativas
Q3023880 Português
Leia o texto e responda à questão.

Netinho, medalhista no taekwondo, conheceu esporte na casa de amigo e superou morte do pai para continuar lutando


O paraibano Edival Pontes, o Netinho, conquistou a medalha de bronze no taekwondo nas Olimpíadas de Paris, na tarde desta quinta-feira (8). Nascido e criado no bairro do Rangel, na zona oeste da cidade João Pessoa, o atleta conheceu o esporte na casa de um amigo, e teve que superar o luto da morte do pai, maior incentivador, para continuar lutando.

Netinho conheceu o esporte quando brincava na casa de um amigo, aos 7 anos de idade. “Eu descobri o taekwondo indo pra casa de um amigo meu, tinha vídeo game lá, a gente sempre tava brincando. O pai dele fazia taekwondo, era professor, o mestre Manoel, meu primeiro mestre”, contou em entrevista antes dos jogos de Paris.

O atleta define que nasceu com o esporte no sangue e foi amor à primeira vista quando conheceu o taekwondo. Ele explica que se empolgou, e com 10 anos já era faixa preta. A mãe de Netinho, Eridan Marques, relembra como o medalhista era na infância e o define, brincando, como uma “danação”.

“Ele sempre foi tranquilo. Como se diz, no popular, a ‘danação’ é de criança da idade dele mesmo”, afirmou.

A mãe admite que ainda não consegue assistir às lutas do atleta, mas torce distante. “Eu rezo, me emociono, choro, entrego nas mãos de Deus e agradeço”, afirmou. Algumas medalhas continuam na casa em que o atleta cresceu em João Pessoa.

Em 2014, Netinho foi campeão sul-americano com apenas 17 anos, além de medalha de ouro no mundial juvenil e nas Olimpíadas da Juventude. Tudo isso com apoio e incentivo de seu Nino, o pai dele, que faleceu em novembro de 2020, durante a pandemia de Covid-19, e em meio a indecisão sobre a realização das Olimpíadas de Tóquio.

“Meu pai me apoiou muito. A gente não tinha muitas condições, mas o que ele pode fazer, ele fez. O coroa sempre se virou muito, mesmo sem ter uma condição muito boa pra gente estar viajando (para competições). Ele era a minha direção. Ele me conhecia desde que eu nasci, então ficou difícil encontrar uma pessoa que eu confiasse pra desabafar, para falar o que eu estava sentindo”, afirmou.

Netinho conquistou o bronze na categoria até 68kg do taekwondo nas Olimpíadas de Paris 2024. O brasileiro de 26 anos foi bem nas duas lutas decisivas e faturou a medalha ao bater o espanhol Javier Pérez Polo na disputa do terceiro lugar.


Disponível em: https://g1.globo.com/pb/paraiba/.Acesso em: 08/08/2024 (Adaptado)
“Netinho, medalhista no taekwondo, conheceu esporte na casa de amigo e superou morte do pai para continuar lutando”

O emprego das vírgulas é justificado ADEQUADAMENTE em:
Alternativas
Q3023879 Português
Leia o texto e responda à questão.

Netinho, medalhista no taekwondo, conheceu esporte na casa de amigo e superou morte do pai para continuar lutando


O paraibano Edival Pontes, o Netinho, conquistou a medalha de bronze no taekwondo nas Olimpíadas de Paris, na tarde desta quinta-feira (8). Nascido e criado no bairro do Rangel, na zona oeste da cidade João Pessoa, o atleta conheceu o esporte na casa de um amigo, e teve que superar o luto da morte do pai, maior incentivador, para continuar lutando.

Netinho conheceu o esporte quando brincava na casa de um amigo, aos 7 anos de idade. “Eu descobri o taekwondo indo pra casa de um amigo meu, tinha vídeo game lá, a gente sempre tava brincando. O pai dele fazia taekwondo, era professor, o mestre Manoel, meu primeiro mestre”, contou em entrevista antes dos jogos de Paris.

O atleta define que nasceu com o esporte no sangue e foi amor à primeira vista quando conheceu o taekwondo. Ele explica que se empolgou, e com 10 anos já era faixa preta. A mãe de Netinho, Eridan Marques, relembra como o medalhista era na infância e o define, brincando, como uma “danação”.

“Ele sempre foi tranquilo. Como se diz, no popular, a ‘danação’ é de criança da idade dele mesmo”, afirmou.

A mãe admite que ainda não consegue assistir às lutas do atleta, mas torce distante. “Eu rezo, me emociono, choro, entrego nas mãos de Deus e agradeço”, afirmou. Algumas medalhas continuam na casa em que o atleta cresceu em João Pessoa.

Em 2014, Netinho foi campeão sul-americano com apenas 17 anos, além de medalha de ouro no mundial juvenil e nas Olimpíadas da Juventude. Tudo isso com apoio e incentivo de seu Nino, o pai dele, que faleceu em novembro de 2020, durante a pandemia de Covid-19, e em meio a indecisão sobre a realização das Olimpíadas de Tóquio.

“Meu pai me apoiou muito. A gente não tinha muitas condições, mas o que ele pode fazer, ele fez. O coroa sempre se virou muito, mesmo sem ter uma condição muito boa pra gente estar viajando (para competições). Ele era a minha direção. Ele me conhecia desde que eu nasci, então ficou difícil encontrar uma pessoa que eu confiasse pra desabafar, para falar o que eu estava sentindo”, afirmou.

Netinho conquistou o bronze na categoria até 68kg do taekwondo nas Olimpíadas de Paris 2024. O brasileiro de 26 anos foi bem nas duas lutas decisivas e faturou a medalha ao bater o espanhol Javier Pérez Polo na disputa do terceiro lugar.


Disponível em: https://g1.globo.com/pb/paraiba/.Acesso em: 08/08/2024 (Adaptado)

O objetivo principal do texto é: 


Alternativas
Q3023443 História e Geografia de Estados e Municípios
Sobre a história do Município de Tabocão, (TO), disponível no site https://www.to.gov.br/pge/o-tocantins/bc6xc8ay67l, atribua (V) verdadeiro ou (F) falso aos itens e indique a alternativa correta.
( ) O ponto mais elevado do Tocantins é a Serra das Traíras, com altitude máxima de 1.340 metros. ( ) O Tocantins é um dos nove estados que formam a Região Amazônica. ( ) Mais da metade do Território do Tocantins é área de preservação, onde se incluem santuários naturais como a Ilha do Bananal. 
Alternativas
Q3023442 História e Geografia de Estados e Municípios
É uma manifestação de dança ao som de viola, tambores, pandeiros, caixa e/ou instrumentos de metal e sopro, realizada no Estado do Tocantins em diversas festas religiosas. Estamos falando do(a): 
Alternativas
Q3023441 História e Geografia de Estados e Municípios
As duas faixas azuis, direcionadas para o alto, dentro da figura ovalar do Brasão do Estado do Tocantins, representam os dois rios tocantinenses:  
Alternativas
Q3023440 História e Geografia de Estados e Municípios
Quem nasce em Tabocão é denominado:  
Alternativas
Q3023439 História e Geografia de Estados e Municípios
De acordo com a história do Município de Tabocão, (TO), disponível no site https://www.tabocao.to.leg.br/institucional/historia, atribua (V) verdadeiro ou (F) falso aos itens e indique a alternativa correta.
( ) O Município de Fortaleza do Tabocão tem início por volta de 1955, com a povoação de parte da Região de Tupirama. ( ) Em 2017/2018 consolidou a mudança de Fortaleza do Tabocão para Tabocão. ( ) Em 03 de março de 1961, foi instituída a primeira escola, chamada Escola Isolada de Nova Aurora.  
Alternativas
Q3023433 Matemática

Nesta operação de subtração, cada letra representa um dígito diferente.  


Q20.png (107×108)



Qual é o dígito representado pela letra D? 

Alternativas
Q3023428 Português
Quanto ao gênero do substantivo, assinale a alternativa incorreta. 
Alternativas
Q3023427 Português
Quanto ao devido uso de mau (adjetivo) e mal (advérbio), marque a alternativa correta. 
Alternativas
Q3023426 Português
Referindo-se aos porquês, marque a alternativa incorreta. 
Alternativas
Respostas
1261: A
1262: D
1263: B
1264: A
1265: C
1266: D
1267: A
1268: E
1269: B
1270: E
1271: C
1272: A
1273: C
1274: A
1275: B
1276: D
1277: C
1278: C
1279: D
1280: B