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Santa Cecília limita-se com os municípios paraibanos de:
O Município de Santa Cecília, pertence a Microrregião de:
No município de Santa Cecília, em 2022, a densidade demográfica de habitantes por quilômetro quadrado, era:
Leia o texto a seguir e responda à questão.
TEXTO III
Como ensinar
Se eu fosse ensinar a uma criança a arte da jardinagem, não começaria com as lições das pás, enxadas e tesouras de podar. Eu a levaria a passear por parques e jardins, mostraria flores e árvores, falaria sobre suas maravilhosas simetrias e perfumes; a levaria a uma livraria para que ela visse, nos livros de arte, jardins de outras partes do mundo. Aí, seduzida pela beleza dos jardins, ela me pediria para ensinar-lhe as lições das pás, enxadas e tesouras de podar.
Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música, não começaria com partituras, notas e pautas. Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe falaria sobre os instrumentos que fazem a música. Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas. Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir antes.
Se fosse ensinar a uma criança a arte da leitura, não começaria com as letras e as sílabas. Simplesmente leria as estórias mais fascinantes que a fariam entrar no mundo encantado da fantasia. Aí então, com inveja dos meus poderes mágicos, ela desejaria que eu lhe ensinasse o segredo que transforma letras e sílabas em estórias.
É muito simples. O mundo de cada pessoa é muito pequeno. Os livros são a porta para um mundo grande. Pela leitura vivemos experiências que não foram nossas e então elas passam a ser nossas. Lemos a estória de um grande amor e experimentamos as alegrias e dores de um grande amor. Lemos estórias de batalhas e nos tornamos guerreiros de espada na mão, sem os perigos das batalhas de verdade. Viajamos para o passado e nos tornamos contemporâneos dos dinossauros. Viajamos para o futuro e nos transportamos para mundos que não existem ainda.
Lemos as biografias de pessoas extraordinárias que lutaram por causas bonitas e nos tornamos seus companheiros de lutas. Lendo, fazemos turismo sem sair do lugar. E isso é muito bom.
Rubem Alves, no livro “Ostra feliz não faz pérola”. Editora Planeta,
2008.
Releia o trecho do texto:
“Aí, encantada com a beleza da música”
No trecho acima, a preposição destacada traz o sentido de:
Leia o texto a seguir e responda à questão.
TEXTO III
Como ensinar
Se eu fosse ensinar a uma criança a arte da jardinagem, não começaria com as lições das pás, enxadas e tesouras de podar. Eu a levaria a passear por parques e jardins, mostraria flores e árvores, falaria sobre suas maravilhosas simetrias e perfumes; a levaria a uma livraria para que ela visse, nos livros de arte, jardins de outras partes do mundo. Aí, seduzida pela beleza dos jardins, ela me pediria para ensinar-lhe as lições das pás, enxadas e tesouras de podar.
Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música, não começaria com partituras, notas e pautas. Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe falaria sobre os instrumentos que fazem a música. Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas. Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir antes.
Se fosse ensinar a uma criança a arte da leitura, não começaria com as letras e as sílabas. Simplesmente leria as estórias mais fascinantes que a fariam entrar no mundo encantado da fantasia. Aí então, com inveja dos meus poderes mágicos, ela desejaria que eu lhe ensinasse o segredo que transforma letras e sílabas em estórias.
É muito simples. O mundo de cada pessoa é muito pequeno. Os livros são a porta para um mundo grande. Pela leitura vivemos experiências que não foram nossas e então elas passam a ser nossas. Lemos a estória de um grande amor e experimentamos as alegrias e dores de um grande amor. Lemos estórias de batalhas e nos tornamos guerreiros de espada na mão, sem os perigos das batalhas de verdade. Viajamos para o passado e nos tornamos contemporâneos dos dinossauros. Viajamos para o futuro e nos transportamos para mundos que não existem ainda.
Lemos as biografias de pessoas extraordinárias que lutaram por causas bonitas e nos tornamos seus companheiros de lutas. Lendo, fazemos turismo sem sair do lugar. E isso é muito bom.
Rubem Alves, no livro “Ostra feliz não faz pérola”. Editora Planeta,
2008.
Leia o texto a seguir e responda à questão.
TEXTO III
Como ensinar
Se eu fosse ensinar a uma criança a arte da jardinagem, não começaria com as lições das pás, enxadas e tesouras de podar. Eu a levaria a passear por parques e jardins, mostraria flores e árvores, falaria sobre suas maravilhosas simetrias e perfumes; a levaria a uma livraria para que ela visse, nos livros de arte, jardins de outras partes do mundo. Aí, seduzida pela beleza dos jardins, ela me pediria para ensinar-lhe as lições das pás, enxadas e tesouras de podar.
Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música, não começaria com partituras, notas e pautas. Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe falaria sobre os instrumentos que fazem a música. Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas. Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir antes.
Se fosse ensinar a uma criança a arte da leitura, não começaria com as letras e as sílabas. Simplesmente leria as estórias mais fascinantes que a fariam entrar no mundo encantado da fantasia. Aí então, com inveja dos meus poderes mágicos, ela desejaria que eu lhe ensinasse o segredo que transforma letras e sílabas em estórias.
É muito simples. O mundo de cada pessoa é muito pequeno. Os livros são a porta para um mundo grande. Pela leitura vivemos experiências que não foram nossas e então elas passam a ser nossas. Lemos a estória de um grande amor e experimentamos as alegrias e dores de um grande amor. Lemos estórias de batalhas e nos tornamos guerreiros de espada na mão, sem os perigos das batalhas de verdade. Viajamos para o passado e nos tornamos contemporâneos dos dinossauros. Viajamos para o futuro e nos transportamos para mundos que não existem ainda.
Lemos as biografias de pessoas extraordinárias que lutaram por causas bonitas e nos tornamos seus companheiros de lutas. Lendo, fazemos turismo sem sair do lugar. E isso é muito bom.
Rubem Alves, no livro “Ostra feliz não faz pérola”. Editora Planeta,
2008.
Leia o trecho:
“Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música, ouviríamos juntos as melodias mais gostosas, e eu contaria sobre os instrumentos que fazem a música.”
A forma verbal destacada apresenta irregularidade na sua conjunção. Assinale a alternativa em que os verbos também são irregulares:
Leia o texto a seguir e responda à questão.
TEXTO III
Como ensinar
Se eu fosse ensinar a uma criança a arte da jardinagem, não começaria com as lições das pás, enxadas e tesouras de podar. Eu a levaria a passear por parques e jardins, mostraria flores e árvores, falaria sobre suas maravilhosas simetrias e perfumes; a levaria a uma livraria para que ela visse, nos livros de arte, jardins de outras partes do mundo. Aí, seduzida pela beleza dos jardins, ela me pediria para ensinar-lhe as lições das pás, enxadas e tesouras de podar.
Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música, não começaria com partituras, notas e pautas. Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe falaria sobre os instrumentos que fazem a música. Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas. Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir antes.
Se fosse ensinar a uma criança a arte da leitura, não começaria com as letras e as sílabas. Simplesmente leria as estórias mais fascinantes que a fariam entrar no mundo encantado da fantasia. Aí então, com inveja dos meus poderes mágicos, ela desejaria que eu lhe ensinasse o segredo que transforma letras e sílabas em estórias.
É muito simples. O mundo de cada pessoa é muito pequeno. Os livros são a porta para um mundo grande. Pela leitura vivemos experiências que não foram nossas e então elas passam a ser nossas. Lemos a estória de um grande amor e experimentamos as alegrias e dores de um grande amor. Lemos estórias de batalhas e nos tornamos guerreiros de espada na mão, sem os perigos das batalhas de verdade. Viajamos para o passado e nos tornamos contemporâneos dos dinossauros. Viajamos para o futuro e nos transportamos para mundos que não existem ainda.
Lemos as biografias de pessoas extraordinárias que lutaram por causas bonitas e nos tornamos seus companheiros de lutas. Lendo, fazemos turismo sem sair do lugar. E isso é muito bom.
Rubem Alves, no livro “Ostra feliz não faz pérola”. Editora Planeta,
2008.
Leia o trecho:
“Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe contaria sobre os instrumentos que fazem a música.”
Sobre as palavras destacadas, analise as afirmativas:
I. O adjetivo “gostosas” está no gênero feminino e número plural, concordando com o substantivo “melodias”.
II. As palavras “melodias” e “instrumentos” são substantivos comuns de dois gêneros, que flexionam apenas em número.
III. O substantivo “música” é feminino, abstrato e invariável em gênero, mas flexiona em número, podendo aparecer no plural
IV. O adjetivo “gostosas” pode ser flexionado em grau e gênero, mantendo a concordância com o substantivo.
Assinale a alternativa CORRETA:
Leia o texto a seguir e responda à questão.
TEXTO III
Como ensinar
Se eu fosse ensinar a uma criança a arte da jardinagem, não começaria com as lições das pás, enxadas e tesouras de podar. Eu a levaria a passear por parques e jardins, mostraria flores e árvores, falaria sobre suas maravilhosas simetrias e perfumes; a levaria a uma livraria para que ela visse, nos livros de arte, jardins de outras partes do mundo. Aí, seduzida pela beleza dos jardins, ela me pediria para ensinar-lhe as lições das pás, enxadas e tesouras de podar.
Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música, não começaria com partituras, notas e pautas. Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe falaria sobre os instrumentos que fazem a música. Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas. Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir antes.
Se fosse ensinar a uma criança a arte da leitura, não começaria com as letras e as sílabas. Simplesmente leria as estórias mais fascinantes que a fariam entrar no mundo encantado da fantasia. Aí então, com inveja dos meus poderes mágicos, ela desejaria que eu lhe ensinasse o segredo que transforma letras e sílabas em estórias.
É muito simples. O mundo de cada pessoa é muito pequeno. Os livros são a porta para um mundo grande. Pela leitura vivemos experiências que não foram nossas e então elas passam a ser nossas. Lemos a estória de um grande amor e experimentamos as alegrias e dores de um grande amor. Lemos estórias de batalhas e nos tornamos guerreiros de espada na mão, sem os perigos das batalhas de verdade. Viajamos para o passado e nos tornamos contemporâneos dos dinossauros. Viajamos para o futuro e nos transportamos para mundos que não existem ainda.
Lemos as biografias de pessoas extraordinárias que lutaram por causas bonitas e nos tornamos seus companheiros de lutas. Lendo, fazemos turismo sem sair do lugar. E isso é muito bom.
Rubem Alves, no livro “Ostra feliz não faz pérola”. Editora Planeta,
2008.
Leia a frase adaptada do texto:
“A experiência da beleza é planejada para estimular a curiosidade da criança.”
Assinale a alternativa que substitui CORRETAMENTE o termo destacado, sem mudança de sentido:
Leia o texto a seguir e responda à questão.
TEXTO II
A Canoa
Em um largo rio, de difícil travessia, havia um
barqueiro que atravessava
as pessoas de um lado para o outro.
Em uma das viagens, iam um advogado e uma
professora. Como quem gosta de
falar muito, o advogado pergunta ao barqueiro:
- Companheiro, você entende de leis?
- Não, respondeu o barqueiro.
E o advogado, compadecido: – É uma pena, você
perdeu metade da vida.
- A professora, muito social, entra na conversa:
- Seu barqueiro, você sabe ler e escrever?
- Também não, respondeu o barqueiro.
- Que pena! Condói-se a mesma – Você perdeu
metade de sua vida!
Nisso chega uma onda bastante forte e vira o barco.
O barqueiro, preocupado, pergunta :
- Vocês sabem nadar?
- Não !!!! Responderam o advogado e a professora,
rapidamente.
- Então…disse o barqueiro… é uma pena – Vocês perderam toda a vida !!!!!
moral da história:
” Não há saber maior ou menor “.
” Há saberes diferentes”.
- Pense nisso e valorize todas as pessoas com as quais
tenha contato -
cada uma delas tem algo de diferente a nos ensinar.
Texto atribuído à Paulo Freire
Disponível em: https://atividadesparaeja.blogspot.com/2013/11/atividadereflexiva-canoa-paulo-freire.html
No trecho:
"O barqueiro, preocupado, pergunta: – Vocês sabem nadar?"
Qual palavra abaixo é sinônimo da palavra destacada?
Leia o texto a seguir e responda à questão.
TEXTO II
A Canoa
Em um largo rio, de difícil travessia, havia um
barqueiro que atravessava
as pessoas de um lado para o outro.
Em uma das viagens, iam um advogado e uma
professora. Como quem gosta de
falar muito, o advogado pergunta ao barqueiro:
- Companheiro, você entende de leis?
- Não, respondeu o barqueiro.
E o advogado, compadecido: – É uma pena, você
perdeu metade da vida.
- A professora, muito social, entra na conversa:
- Seu barqueiro, você sabe ler e escrever?
- Também não, respondeu o barqueiro.
- Que pena! Condói-se a mesma – Você perdeu
metade de sua vida!
Nisso chega uma onda bastante forte e vira o barco.
O barqueiro, preocupado, pergunta :
- Vocês sabem nadar?
- Não !!!! Responderam o advogado e a professora,
rapidamente.
- Então…disse o barqueiro… é uma pena – Vocês perderam toda a vida !!!!!
moral da história:
” Não há saber maior ou menor “.
” Há saberes diferentes”.
- Pense nisso e valorize todas as pessoas com as quais
tenha contato -
cada uma delas tem algo de diferente a nos ensinar.
Texto atribuído à Paulo Freire
Disponível em: https://atividadesparaeja.blogspot.com/2013/11/atividadereflexiva-canoa-paulo-freire.html
Leia o texto a seguir e responda à questão.
TEXTO II
A Canoa
Em um largo rio, de difícil travessia, havia um
barqueiro que atravessava
as pessoas de um lado para o outro.
Em uma das viagens, iam um advogado e uma
professora. Como quem gosta de
falar muito, o advogado pergunta ao barqueiro:
- Companheiro, você entende de leis?
- Não, respondeu o barqueiro.
E o advogado, compadecido: – É uma pena, você
perdeu metade da vida.
- A professora, muito social, entra na conversa:
- Seu barqueiro, você sabe ler e escrever?
- Também não, respondeu o barqueiro.
- Que pena! Condói-se a mesma – Você perdeu
metade de sua vida!
Nisso chega uma onda bastante forte e vira o barco.
O barqueiro, preocupado, pergunta :
- Vocês sabem nadar?
- Não !!!! Responderam o advogado e a professora,
rapidamente.
- Então…disse o barqueiro… é uma pena – Vocês perderam toda a vida !!!!!
moral da história:
” Não há saber maior ou menor “.
” Há saberes diferentes”.
- Pense nisso e valorize todas as pessoas com as quais
tenha contato -
cada uma delas tem algo de diferente a nos ensinar.
Texto atribuído à Paulo Freire
Disponível em: https://atividadesparaeja.blogspot.com/2013/11/atividadereflexiva-canoa-paulo-freire.html
No trecho do texto:
“Seu barqueiro, você sabe ler e escrever?”
A vírgula foi empregada para:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
TEXTO I
A Eficácia do Riso
Ao escutar uma piada, daquelas que nos fazem disparar a rir, são produzidos na boca uma série de sons vocálicos que duram de 1/16 segundos e repetem a cada 1/15 segundo. Enquanto os sons são emitidos, o ar sai dos pulmões a mais de 100 Km/h.
Uma gargalhada provoca aceleração dos batimentos cardíacos, elevação da pressão arterial e dilatação das pupilas.
Os adultos riem em média 20 vezes por dia, e as crianças até dez vezes mais. Rir é um aspecto tão inerente à existência humana que esquecemos como são interessantes esses ataques repentinos de alegria.
Por que as pessoas riem quando escutam uma piada? Segundo o escritor húngaro Arthur Kostler (1905- 1983), o riso é um reflexo de luxo, que não possui utilidade biológica.
Entretanto a Natureza não investe em algo inútil, acredita-se que o impulso de rir possa ter contribuído para a sobrevivência no decurso da evolução.
A gelotologia que pesquisa sobre o riso, aponta que esta é a mais antiga forma de comunicação.
Os centros da linguagem estão situados no córtex mais recente, e o riso origina-se de uma parte mais antiga do cérebro, responsável pelas emoções como o medo e a alegria. Razão pela qual o riso escapa ao controle consciente. Não se pode dar uma boa gargalhada atendendo a um comando, muito menos é possível reprimi-la.
O riso pode apresentar um aspecto físico, cognitivo e emocional. Acontecimento este que não reduz o senso de humor a uma única região do cérebro.
Rir, achar algo engraçado, é um processo complexo, que requer várias etapas do pensamento.
Por Patrícia Lopes
Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/a-eficacia-riso.htm.
No trecho do texto:
“Entretanto a Natureza não investe em algo inútil, acredita-se que o impulso de rir possa ter contribuído para a sobrevivência no decurso da evolução.”
A palavra destacada é classificada como uma conjunção:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
TEXTO I
A Eficácia do Riso
Ao escutar uma piada, daquelas que nos fazem disparar a rir, são produzidos na boca uma série de sons vocálicos que duram de 1/16 segundos e repetem a cada 1/15 segundo. Enquanto os sons são emitidos, o ar sai dos pulmões a mais de 100 Km/h.
Uma gargalhada provoca aceleração dos batimentos cardíacos, elevação da pressão arterial e dilatação das pupilas.
Os adultos riem em média 20 vezes por dia, e as crianças até dez vezes mais. Rir é um aspecto tão inerente à existência humana que esquecemos como são interessantes esses ataques repentinos de alegria.
Por que as pessoas riem quando escutam uma piada? Segundo o escritor húngaro Arthur Kostler (1905- 1983), o riso é um reflexo de luxo, que não possui utilidade biológica.
Entretanto a Natureza não investe em algo inútil, acredita-se que o impulso de rir possa ter contribuído para a sobrevivência no decurso da evolução.
A gelotologia que pesquisa sobre o riso, aponta que esta é a mais antiga forma de comunicação.
Os centros da linguagem estão situados no córtex mais recente, e o riso origina-se de uma parte mais antiga do cérebro, responsável pelas emoções como o medo e a alegria. Razão pela qual o riso escapa ao controle consciente. Não se pode dar uma boa gargalhada atendendo a um comando, muito menos é possível reprimi-la.
O riso pode apresentar um aspecto físico, cognitivo e emocional. Acontecimento este que não reduz o senso de humor a uma única região do cérebro.
Rir, achar algo engraçado, é um processo complexo, que requer várias etapas do pensamento.
Por Patrícia Lopes
Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/a-eficacia-riso.htm.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
TEXTO I
A Eficácia do Riso
Ao escutar uma piada, daquelas que nos fazem disparar a rir, são produzidos na boca uma série de sons vocálicos que duram de 1/16 segundos e repetem a cada 1/15 segundo. Enquanto os sons são emitidos, o ar sai dos pulmões a mais de 100 Km/h.
Uma gargalhada provoca aceleração dos batimentos cardíacos, elevação da pressão arterial e dilatação das pupilas.
Os adultos riem em média 20 vezes por dia, e as crianças até dez vezes mais. Rir é um aspecto tão inerente à existência humana que esquecemos como são interessantes esses ataques repentinos de alegria.
Por que as pessoas riem quando escutam uma piada? Segundo o escritor húngaro Arthur Kostler (1905- 1983), o riso é um reflexo de luxo, que não possui utilidade biológica.
Entretanto a Natureza não investe em algo inútil, acredita-se que o impulso de rir possa ter contribuído para a sobrevivência no decurso da evolução.
A gelotologia que pesquisa sobre o riso, aponta que esta é a mais antiga forma de comunicação.
Os centros da linguagem estão situados no córtex mais recente, e o riso origina-se de uma parte mais antiga do cérebro, responsável pelas emoções como o medo e a alegria. Razão pela qual o riso escapa ao controle consciente. Não se pode dar uma boa gargalhada atendendo a um comando, muito menos é possível reprimi-la.
O riso pode apresentar um aspecto físico, cognitivo e emocional. Acontecimento este que não reduz o senso de humor a uma única região do cérebro.
Rir, achar algo engraçado, é um processo complexo, que requer várias etapas do pensamento.
Por Patrícia Lopes
Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/a-eficacia-riso.htm.
Leia:
“Segundo o escritor húngaro Arthur Kostler (1905- 1983), o riso é um reflexo de luxo, que não possui utilidade biológica.”
Quanto ao emprego do pronome destacado no trecho acima, podemos afirmar que:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
TEXTO I
A Eficácia do Riso
Ao escutar uma piada, daquelas que nos fazem disparar a rir, são produzidos na boca uma série de sons vocálicos que duram de 1/16 segundos e repetem a cada 1/15 segundo. Enquanto os sons são emitidos, o ar sai dos pulmões a mais de 100 Km/h.
Uma gargalhada provoca aceleração dos batimentos cardíacos, elevação da pressão arterial e dilatação das pupilas.
Os adultos riem em média 20 vezes por dia, e as crianças até dez vezes mais. Rir é um aspecto tão inerente à existência humana que esquecemos como são interessantes esses ataques repentinos de alegria.
Por que as pessoas riem quando escutam uma piada? Segundo o escritor húngaro Arthur Kostler (1905- 1983), o riso é um reflexo de luxo, que não possui utilidade biológica.
Entretanto a Natureza não investe em algo inútil, acredita-se que o impulso de rir possa ter contribuído para a sobrevivência no decurso da evolução.
A gelotologia que pesquisa sobre o riso, aponta que esta é a mais antiga forma de comunicação.
Os centros da linguagem estão situados no córtex mais recente, e o riso origina-se de uma parte mais antiga do cérebro, responsável pelas emoções como o medo e a alegria. Razão pela qual o riso escapa ao controle consciente. Não se pode dar uma boa gargalhada atendendo a um comando, muito menos é possível reprimi-la.
O riso pode apresentar um aspecto físico, cognitivo e emocional. Acontecimento este que não reduz o senso de humor a uma única região do cérebro.
Rir, achar algo engraçado, é um processo complexo, que requer várias etapas do pensamento.
Por Patrícia Lopes
Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/a-eficacia-riso.htm.
Leia a frase a seguir:
“Por que as pessoas riem quando escutam uma piada?”
De acordo com sua função no texto, a palavra destacada pertence a qual classe gramatical?
Leia o texto a seguir para responder à questão.
TEXTO I
A Eficácia do Riso
Ao escutar uma piada, daquelas que nos fazem disparar a rir, são produzidos na boca uma série de sons vocálicos que duram de 1/16 segundos e repetem a cada 1/15 segundo. Enquanto os sons são emitidos, o ar sai dos pulmões a mais de 100 Km/h.
Uma gargalhada provoca aceleração dos batimentos cardíacos, elevação da pressão arterial e dilatação das pupilas.
Os adultos riem em média 20 vezes por dia, e as crianças até dez vezes mais. Rir é um aspecto tão inerente à existência humana que esquecemos como são interessantes esses ataques repentinos de alegria.
Por que as pessoas riem quando escutam uma piada? Segundo o escritor húngaro Arthur Kostler (1905- 1983), o riso é um reflexo de luxo, que não possui utilidade biológica.
Entretanto a Natureza não investe em algo inútil, acredita-se que o impulso de rir possa ter contribuído para a sobrevivência no decurso da evolução.
A gelotologia que pesquisa sobre o riso, aponta que esta é a mais antiga forma de comunicação.
Os centros da linguagem estão situados no córtex mais recente, e o riso origina-se de uma parte mais antiga do cérebro, responsável pelas emoções como o medo e a alegria. Razão pela qual o riso escapa ao controle consciente. Não se pode dar uma boa gargalhada atendendo a um comando, muito menos é possível reprimi-la.
O riso pode apresentar um aspecto físico, cognitivo e emocional. Acontecimento este que não reduz o senso de humor a uma única região do cérebro.
Rir, achar algo engraçado, é um processo complexo, que requer várias etapas do pensamento.
Por Patrícia Lopes
Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/a-eficacia-riso.htm.
Um gari, com 3 anos de experiência na limpeza urbana, utiliza diversos utensílios e equipamentos específicos para realizar a varrição e coleta de resíduos nas vias públicas. Considerando os itens básicos para essa função, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas sobre o conjunto de ferramentas para a varrição manual.
(__)O conjunto essencial para a varrição manual é composto por uma vassoura apropriada, uma pá coletora e um carrinho para o transporte e acondicionamento dos resíduos coletados.
(__)O uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), como luvas de segurança, é um componente obrigatório e fundamental do conjunto de trabalho para a proteção do gari.
(__)Lavadoras de alta pressão e sopradores de folhas motorizados são considerados parte do kit básico de qualquer gari para a realização da varrição manual diária.
(__)Para a remoção de dejetos líquidos ou pastosos durante a varrição, o equipamento padrão utilizado é a mesma vassoura de piaçava usada para varrer resíduos secos.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Na atividade de coleta de resíduos urbanos, o uso correto dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) fornecidos pela empresa é fundamental para garantir a segurança e prevenir acidentes de trabalho. Sobre os EPIs obrigatórios para a coleta de lixo, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)O uso de luvas de proteção impermeáveis e resistentes a perfurações é indispensável para prevenir cortes e o contato direto com resíduos contaminados.
(__)O calçado de segurança com biqueira de aço e solado antiderrapante é um item opcional, podendo ser substituído por qualquer tênis fechado durante a jornada de trabalho.
(__)Uniformes confeccionados em cores vivas e com faixas refletivas são cruciais para garantir a visibilidade do trabalhador, especialmente em períodos noturnos ou com neblina.
(__)O carrinho utilizado para transportar o lixo é classificado como o principal Equipamentode Proteção Individual (EPI), pois serve como barreira física.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Um supervisor de limpeza urbana precisa elaborar um plano de varrição para uma avenida comercial movimentada no centro da cidade. Ao determinar a frequência da varrição para esta área, ele deve considerar diversos fatores. A respeito dos critérios para estabelecer essa frequência, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas.
(__)O principal critério é o nível de produção de resíduos, que em áreas comerciais é diretamente influenciado pela alta intensidade de tráfego de pedestres e veículos.
(__)A frequência de varrição deve ser padronizada e idêntica para todas as vias do município, independentemente de suas características, a fim de garantir igualdade no serviço.
(__)Fatores sazonais, como a queda de folhas no outono ou o aumento de turistas em épocas festivas, devem ser considerados no planejamento para ajustar a frequência da limpeza.
(__)A proximidade da via com a sede da empresa de limpeza é o critério mais importante, pois otimiza a logística e reduz os custos de deslocamento da equipe.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: