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Q3756410 Matemática
João recebeu R$ 580,00 de abono salarial. Desse valor, ele gastou 3/5 no supermercado. Do valor que sobrou, ele gastou metade na farmácia. O valor que restou do abono recebido por João após esses dois gastos foi
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Q3756409 Matemática
Em um depósito, havia 47 sacos de areia, que foram colocados em 7 pilhas. Em 4 dessas pilhas, foi colocado o mesmo número de sacos em cada uma, e, nas outras 3 pilhas, foram colocados 5 sacos em cada uma. O número de sacos de areia colocados em cada uma das 4 pilhas com o maior número de sacos foi
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Q3756408 Português
Leia a fábula de Esopo a seguir para responder à questão:


A velha e o médico


    Uma velha senhora doente dos olhos mandou chamar um médico. Ele foi atendê-la e, sempre que lhe aplicava um unguento, roubava alguma coisa da casa, já que ela estava de olhos fechados. Depois de tratá-la e de levar seus móveis, apresentou-lhe a conta. Como a velha não quis pagá-la, ele abriu-lhe um processo. No tribunal, ela declarou que tinha se comprometido com ele a pagar desde que ele a curasse; ora, no momento, ela estava vendo bem menos que antes da cura: “Antes”, disse ela, “eu via todos os móveis de minha casa, agora não vejo mais nenhum”.


(Esopo. Fábulas. Tradução de Antônio Carlos Vianna)
Assinale a alternativa em que o sinal de crase foi empregado de acordo com a norma-padrão.
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Q3756407 Português
Leia a fábula de Esopo a seguir para responder à questão:


A velha e o médico


    Uma velha senhora doente dos olhos mandou chamar um médico. Ele foi atendê-la e, sempre que lhe aplicava um unguento, roubava alguma coisa da casa, já que ela estava de olhos fechados. Depois de tratá-la e de levar seus móveis, apresentou-lhe a conta. Como a velha não quis pagá-la, ele abriu-lhe um processo. No tribunal, ela declarou que tinha se comprometido com ele a pagar desde que ele a curasse; ora, no momento, ela estava vendo bem menos que antes da cura: “Antes”, disse ela, “eu via todos os móveis de minha casa, agora não vejo mais nenhum”.


(Esopo. Fábulas. Tradução de Antônio Carlos Vianna)
Assinale a alternativa em que a vírgula foi empregada corretamente, de acordo com a norma-padrão.
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Q3756406 Português
Leia a fábula de Esopo a seguir para responder à questão:


A velha e o médico


    Uma velha senhora doente dos olhos mandou chamar um médico. Ele foi atendê-la e, sempre que lhe aplicava um unguento, roubava alguma coisa da casa, já que ela estava de olhos fechados. Depois de tratá-la e de levar seus móveis, apresentou-lhe a conta. Como a velha não quis pagá-la, ele abriu-lhe um processo. No tribunal, ela declarou que tinha se comprometido com ele a pagar desde que ele a curasse; ora, no momento, ela estava vendo bem menos que antes da cura: “Antes”, disse ela, “eu via todos os móveis de minha casa, agora não vejo mais nenhum”.


(Esopo. Fábulas. Tradução de Antônio Carlos Vianna)
Leia a frase:

• ... roubava alguma coisa da casa, já que ela estava de olhos fechados.

Em conformidade com a norma-padrão e sem alterar o sentido do texto, a palavra em destaque pode ser substituída por
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Q3756405 Português
Leia a fábula de Esopo a seguir para responder à questão:


A velha e o médico


    Uma velha senhora doente dos olhos mandou chamar um médico. Ele foi atendê-la e, sempre que lhe aplicava um unguento, roubava alguma coisa da casa, já que ela estava de olhos fechados. Depois de tratá-la e de levar seus móveis, apresentou-lhe a conta. Como a velha não quis pagá-la, ele abriu-lhe um processo. No tribunal, ela declarou que tinha se comprometido com ele a pagar desde que ele a curasse; ora, no momento, ela estava vendo bem menos que antes da cura: “Antes”, disse ela, “eu via todos os móveis de minha casa, agora não vejo mais nenhum”.


(Esopo. Fábulas. Tradução de Antônio Carlos Vianna)
Leia as frases:

• …e, sempre que lhe aplicava um unguento, roubava alguma coisa da casa...
• Depois de tratá-la e de levar seus móveis, apresentou-lhe a conta.
• Como a velha não quis pagá-la, ele abriu-lhe um processo.

Os pronomes em destaque referem-se, respectivamente, aos termos 
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Q3756404 Português
Leia a fábula de Esopo a seguir para responder à questão:


A velha e o médico


    Uma velha senhora doente dos olhos mandou chamar um médico. Ele foi atendê-la e, sempre que lhe aplicava um unguento, roubava alguma coisa da casa, já que ela estava de olhos fechados. Depois de tratá-la e de levar seus móveis, apresentou-lhe a conta. Como a velha não quis pagá-la, ele abriu-lhe um processo. No tribunal, ela declarou que tinha se comprometido com ele a pagar desde que ele a curasse; ora, no momento, ela estava vendo bem menos que antes da cura: “Antes”, disse ela, “eu via todos os móveis de minha casa, agora não vejo mais nenhum”.


(Esopo. Fábulas. Tradução de Antônio Carlos Vianna)
A leitura do texto permite afirmar que
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Q3756403 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    O HumanizAção segue firme em Sorocaba/SP para proteger a população em situação de rua durante os dias mais frios. Os acolhidos têm acesso a pernoite, alimentação completa, roupas e toalhas, banho e cuidados de higiene, a fim de que ninguém precise enfrentar a noite ao relento.

   “Nosso foco é salvar vidas e reduzir danos. Cada abordagem é uma porta aberta para o cuidado, o acolhimento e a reconstrução de vínculos”, reforça uma profissional do programa.

    Assim sendo, em virtude das baixas temperaturas e do aumento de riscos à saúde, o HumanizAção mantém equipes nas ruas diariamente, com atendimento 24 horas para recebimento de chamados da população e encaminhamentos imediatos.

   O HumanizAção é um esforço integrado do poder público para garantir dignidade, proteção social e acesso a serviços essenciais à população em situação de rua. É um trabalho contínuo que une abordagem social qualificada, escuta ativa e acolhimento seguro, sobretudo em dias frios, quando hipotermia, desidratação e complicações respiratórias se tornam mais frequentes.

   De acordo com as equipes, a abordagem é respeitosa e voluntária: ninguém é obrigado a aceitar o acolhimento. Contudo, conquanto existam recusas por motivos diversos (medo, desinformação, presença de animais, vínculos com o território), o diálogo paciente, de tal forma que gere confiança, costuma ampliar adesões ao longo dos dias.


(Folha de Sorocaba. “HumanizAção intensifica atendimentos no frio em Sorocaba: 58 abordagens e 25 acolhimentos em um único dia”. Disponível em: https://folhadesorocaba.com.br/humanizacao-intensifica- -atendimentos. Adaptado
Assinale a alternativa em que a palavra em destaque foi empregada em sentido figurado. 
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Q3756402 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    O HumanizAção segue firme em Sorocaba/SP para proteger a população em situação de rua durante os dias mais frios. Os acolhidos têm acesso a pernoite, alimentação completa, roupas e toalhas, banho e cuidados de higiene, a fim de que ninguém precise enfrentar a noite ao relento.

   “Nosso foco é salvar vidas e reduzir danos. Cada abordagem é uma porta aberta para o cuidado, o acolhimento e a reconstrução de vínculos”, reforça uma profissional do programa.

    Assim sendo, em virtude das baixas temperaturas e do aumento de riscos à saúde, o HumanizAção mantém equipes nas ruas diariamente, com atendimento 24 horas para recebimento de chamados da população e encaminhamentos imediatos.

   O HumanizAção é um esforço integrado do poder público para garantir dignidade, proteção social e acesso a serviços essenciais à população em situação de rua. É um trabalho contínuo que une abordagem social qualificada, escuta ativa e acolhimento seguro, sobretudo em dias frios, quando hipotermia, desidratação e complicações respiratórias se tornam mais frequentes.

   De acordo com as equipes, a abordagem é respeitosa e voluntária: ninguém é obrigado a aceitar o acolhimento. Contudo, conquanto existam recusas por motivos diversos (medo, desinformação, presença de animais, vínculos com o território), o diálogo paciente, de tal forma que gere confiança, costuma ampliar adesões ao longo dos dias.


(Folha de Sorocaba. “HumanizAção intensifica atendimentos no frio em Sorocaba: 58 abordagens e 25 acolhimentos em um único dia”. Disponível em: https://folhadesorocaba.com.br/humanizacao-intensifica- -atendimentos. Adaptado
Em conformidade com a norma-padrão de concordância, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3756401 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    O HumanizAção segue firme em Sorocaba/SP para proteger a população em situação de rua durante os dias mais frios. Os acolhidos têm acesso a pernoite, alimentação completa, roupas e toalhas, banho e cuidados de higiene, a fim de que ninguém precise enfrentar a noite ao relento.

   “Nosso foco é salvar vidas e reduzir danos. Cada abordagem é uma porta aberta para o cuidado, o acolhimento e a reconstrução de vínculos”, reforça uma profissional do programa.

    Assim sendo, em virtude das baixas temperaturas e do aumento de riscos à saúde, o HumanizAção mantém equipes nas ruas diariamente, com atendimento 24 horas para recebimento de chamados da população e encaminhamentos imediatos.

   O HumanizAção é um esforço integrado do poder público para garantir dignidade, proteção social e acesso a serviços essenciais à população em situação de rua. É um trabalho contínuo que une abordagem social qualificada, escuta ativa e acolhimento seguro, sobretudo em dias frios, quando hipotermia, desidratação e complicações respiratórias se tornam mais frequentes.

   De acordo com as equipes, a abordagem é respeitosa e voluntária: ninguém é obrigado a aceitar o acolhimento. Contudo, conquanto existam recusas por motivos diversos (medo, desinformação, presença de animais, vínculos com o território), o diálogo paciente, de tal forma que gere confiança, costuma ampliar adesões ao longo dos dias.


(Folha de Sorocaba. “HumanizAção intensifica atendimentos no frio em Sorocaba: 58 abordagens e 25 acolhimentos em um único dia”. Disponível em: https://folhadesorocaba.com.br/humanizacao-intensifica- -atendimentos. Adaptado
Sobre o HumanizAção, é correto afirmar:
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Q3649794 Português
Assinale a alternativa em que a forma proposta entre parênteses substitui corretamente o verbo destacado na frase, de acordo com a normapadrão. 
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Q3649793 Português
Assinale a alternativa em que o emprego da palavra destacada está de acordo com a normapadrão da Língua Portuguesa.
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Q3649792 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma frase contendo uma interjeição que expressa o sentido de desejo.
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Q3649791 Português
Estabeleça a relação entre os enunciados abaixo, de acordo com a função exercida pela palavra destacada. A seguir, assinale a alternativa que apresenta a correspondência correta obtida.
(I) Função adjetiva, qualificando um nome.
(II) Função adverbial, indicando uma circunstância da ação.
( ) Foi feita uma proposta de solução amigável para o caso.
( ) O caramujo é um animal muito lento.
( ) Considero o acordo muito justo para aquelas circunstâncias.
( ) O processo no tribunal transcorreu muito lento.
( ) Minha colega reagiu rápido ao chamado do seu patrão.
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Q3649790 Português
Analise o emprego das palavras identificadas nas frases abaixo e assinale a afirmativa correta.
- Não sabemos ao certo o motivo por que(1) tantas pessoas se desentendem na atualidade.
- Será que as pessoas se desentendem porque(2) falta mais humanidade?
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Q3649789 Português
Assinale a alternativa cujas palavras preenchem corretamente as lacunas do trecho abaixo, na mesma ordem em que se encontram:
“Foi feita uma _______ ao pedido da comunidade, sem que tenha sido um _______ para os brasileiros e para os _______.” 
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Q3649788 Português
Assinale a alternativa que apresenta corretamente, entre parênteses, um sinônimo para a palavra destacada na frase.
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Q3649787 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Dois amigos e um chato

        Os dois estavam tomando um cafezinho no boteco da esquina, antes de partirem para as suas respectivas repartições. Um tinha um nome fácil: era o Zé. O outro (...) era o Flaudemíglio.

        Acabado o café o Zé perguntou:

        – Vais pra cidade? 
        - Vou – respondeu Flaudemíglio, acrescentando: – Mas vou pegar o 434, que vai pela Lapa. Eu tenho que entregar uma urinazinha de minha mulher no laboratório da Associação, que é ali na Mem de Sá.

        Zé acendeu um cigarro e olhou para a fila do 474, que ia direto pro centro e, por isso, era a fila mais piruada. Tinha gente às pampas.

        – Vens comigo? – quis saber Flaudemíglio.

        – Não – disse o Zé: – Eu estou atrasado e vou pegar um direto ao centro.

        – Então tá – concordou Flaudemíglio, olhando para a outra esquina e, vendo que já vinha o que passava pela Lapa: – Chi! Lá vem o meu… – e correu para o ponto de parada, fazendo sinal para o ônibus parar.

        Foi aí que, segurando o guarda-chuva, um embrulho e mais o vidrinho da urinazinha (como ele carinhosamente chamava o material recolhido pela mulher na véspera para o exame de laboratório…), foi aí que o Flaudemíglio se atrapalhou e deixou cair algo no chão.

        O motorista (...) já ia botando o carro em movimento, não dando tempo ao passageiro para apanhar o que caíra. Flaudemíglio só teve tempo de berrar para o amigo:

        – Zé, caiu minha carteira de identidade. Apanha e me entrega logo mais.

        O 434 seguiu e Zé atravessou a rua, para apanhar a carteira do outro. Já estava chegando perto quando um cidadão magrelo e antipático (...) apanhou a carteira de Flaudemíglio.

        – Por favor, cavalheiro, essa carteira é de um amigo meu – disse o Zé estendendo a mão.

        Mas (...) não entregou. Examinou a carteira e depois perguntou: – Como é o nome do seu amigo?

        – Flaudemíglio – respondeu o Zé.

        – Flaudemíglio de quê? – insistiu o chato.

        Mas o Zé deu-lhe um safanão e tomou-lhe a carteira, dizendo: – Ora, seu cretino, quem acerta Flaudemíglio não precisa acertar mais nada!

PONTE PRETA, Stanislaw. Dois amigos e um chato. Disponível em https://contobrasileiro.com.br/dois-amigos-e-um-chato-cronica-de-stanislaw-ponte-preta/
Foi aí que, segurando o guarda-chuva, um embrulho e mais o vidrinho da urinazinha (como ele carinhosamente chamava o material recolhido pela mulher na véspera para o exame de laboratório…), foi aí que o Flaudemíglio se atrapalhou e deixou cair algo no chão.”
A repetição da expressão destacada no trecho acima, transcrito do texto, indica que o autor:
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Q3649786 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Dois amigos e um chato

        Os dois estavam tomando um cafezinho no boteco da esquina, antes de partirem para as suas respectivas repartições. Um tinha um nome fácil: era o Zé. O outro (...) era o Flaudemíglio.

        Acabado o café o Zé perguntou:

        – Vais pra cidade? 
        - Vou – respondeu Flaudemíglio, acrescentando: – Mas vou pegar o 434, que vai pela Lapa. Eu tenho que entregar uma urinazinha de minha mulher no laboratório da Associação, que é ali na Mem de Sá.

        Zé acendeu um cigarro e olhou para a fila do 474, que ia direto pro centro e, por isso, era a fila mais piruada. Tinha gente às pampas.

        – Vens comigo? – quis saber Flaudemíglio.

        – Não – disse o Zé: – Eu estou atrasado e vou pegar um direto ao centro.

        – Então tá – concordou Flaudemíglio, olhando para a outra esquina e, vendo que já vinha o que passava pela Lapa: – Chi! Lá vem o meu… – e correu para o ponto de parada, fazendo sinal para o ônibus parar.

        Foi aí que, segurando o guarda-chuva, um embrulho e mais o vidrinho da urinazinha (como ele carinhosamente chamava o material recolhido pela mulher na véspera para o exame de laboratório…), foi aí que o Flaudemíglio se atrapalhou e deixou cair algo no chão.

        O motorista (...) já ia botando o carro em movimento, não dando tempo ao passageiro para apanhar o que caíra. Flaudemíglio só teve tempo de berrar para o amigo:

        – Zé, caiu minha carteira de identidade. Apanha e me entrega logo mais.

        O 434 seguiu e Zé atravessou a rua, para apanhar a carteira do outro. Já estava chegando perto quando um cidadão magrelo e antipático (...) apanhou a carteira de Flaudemíglio.

        – Por favor, cavalheiro, essa carteira é de um amigo meu – disse o Zé estendendo a mão.

        Mas (...) não entregou. Examinou a carteira e depois perguntou: – Como é o nome do seu amigo?

        – Flaudemíglio – respondeu o Zé.

        – Flaudemíglio de quê? – insistiu o chato.

        Mas o Zé deu-lhe um safanão e tomou-lhe a carteira, dizendo: – Ora, seu cretino, quem acerta Flaudemíglio não precisa acertar mais nada!

PONTE PRETA, Stanislaw. Dois amigos e um chato. Disponível em https://contobrasileiro.com.br/dois-amigos-e-um-chato-cronica-de-stanislaw-ponte-preta/
Os últimos parágrafos do texto “Dois amigos e um chato”, que formam o seu desfecho, indicam que: 
Alternativas
Q3649785 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Dois amigos e um chato

        Os dois estavam tomando um cafezinho no boteco da esquina, antes de partirem para as suas respectivas repartições. Um tinha um nome fácil: era o Zé. O outro (...) era o Flaudemíglio.

        Acabado o café o Zé perguntou:

        – Vais pra cidade? 
        - Vou – respondeu Flaudemíglio, acrescentando: – Mas vou pegar o 434, que vai pela Lapa. Eu tenho que entregar uma urinazinha de minha mulher no laboratório da Associação, que é ali na Mem de Sá.

        Zé acendeu um cigarro e olhou para a fila do 474, que ia direto pro centro e, por isso, era a fila mais piruada. Tinha gente às pampas.

        – Vens comigo? – quis saber Flaudemíglio.

        – Não – disse o Zé: – Eu estou atrasado e vou pegar um direto ao centro.

        – Então tá – concordou Flaudemíglio, olhando para a outra esquina e, vendo que já vinha o que passava pela Lapa: – Chi! Lá vem o meu… – e correu para o ponto de parada, fazendo sinal para o ônibus parar.

        Foi aí que, segurando o guarda-chuva, um embrulho e mais o vidrinho da urinazinha (como ele carinhosamente chamava o material recolhido pela mulher na véspera para o exame de laboratório…), foi aí que o Flaudemíglio se atrapalhou e deixou cair algo no chão.

        O motorista (...) já ia botando o carro em movimento, não dando tempo ao passageiro para apanhar o que caíra. Flaudemíglio só teve tempo de berrar para o amigo:

        – Zé, caiu minha carteira de identidade. Apanha e me entrega logo mais.

        O 434 seguiu e Zé atravessou a rua, para apanhar a carteira do outro. Já estava chegando perto quando um cidadão magrelo e antipático (...) apanhou a carteira de Flaudemíglio.

        – Por favor, cavalheiro, essa carteira é de um amigo meu – disse o Zé estendendo a mão.

        Mas (...) não entregou. Examinou a carteira e depois perguntou: – Como é o nome do seu amigo?

        – Flaudemíglio – respondeu o Zé.

        – Flaudemíglio de quê? – insistiu o chato.

        Mas o Zé deu-lhe um safanão e tomou-lhe a carteira, dizendo: – Ora, seu cretino, quem acerta Flaudemíglio não precisa acertar mais nada!

PONTE PRETA, Stanislaw. Dois amigos e um chato. Disponível em https://contobrasileiro.com.br/dois-amigos-e-um-chato-cronica-de-stanislaw-ponte-preta/
Em relação ao texto “Dois amigos e um chato”, é correto afirmar que ele é predominantemente:
Alternativas
Respostas
141: A
142: E
143: A
144: B
145: C
146: D
147: B
148: C
149: C
150: E
151: A
152: B
153: A
154: E
155: D
156: D
157: B
158: C
159: B
160: E