Questões de Concurso Comentadas para pintor

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Q3402144 Português
    “As pessoas com deficiência auditiva, que ouvem pouco ou nada dos sons presentes no dia a dia, fazem parte da comunidade surda. Neste grupo também há pessoas sem qualquer deficiência auditiva, mas que, por alguma razão, se interessam e participam das atividades. A principal forma de comunicação nesse meio é a Língua de Sinais, que tem sua própria gramática, cultura e diversidade.
     Quem não tem relação com a comunidade surda se surpreende com algumas informações. Por exemplo: sabia que a expressão ‘surdo-mudo’ está errada? É verdade! Quem apresenta deficiência auditiva tem capacidade de falar e de emitir sons, e até consegue conversar em português normalmente quando desenvolve a habilidade da leitura labial.”

(Fonte: https://chc.org.br/artigo/quando-as-maos-falam/)

De acordo com as informações explicitadas nesse texto, qual das afirmações abaixo está correta?
Alternativas
Q3402141 Português
Leia o texto com atenção e responda:

CONHEÇA HERÓIS QUE TÊM PODERES INSPIRADOS EM ANIMAIS

Homem-Aranha: Um dos poderes do Homem-Aranha é escalar paredes, assim como as aranhas da vida real fazem. Tudo graças ao aracnídeo que deu esses poderes a ele! Peter Parker também conta com teias poderosas, tanto que, além de prender vilões, a teia o mantém pendurado por aí.
Homem-Formiga: Hank Pym, o primeiro Homem-Formiga, surgiu nas HQs em 1962. Na história, ele desenvolveu uma substância que lhe permite alterar o próprio tamanho para poucos milímetros – medidas parecidas com a de uma formiga de verdade. Mesmo pequeno, ele mantém a força de homem adulto. Além disso, o capacete criado pelo herói emite ondas mentais, que o faz poder se comunicar com as formigas e controlá-las.
Mutano: Membro dos Jovens Titãs, ele tem o poder de se transformar em qualquer animal que já tenha visto. Assim, o herói consegue voar tão rápido quanto uma águia e, em seguida, ter a força de um elefante, por exemplo. A única questão é que, independentemente da transformação, o bicho será verde, assim como Mutano.
Wolverine: Conhecido como glutão, Wolverine é o nome, em inglês, do bicho que inspirou a criação do mutante Wolverine. Embora o glutão não seja nenhum guerreiro superforte, eles possuem em comum a baixa estatura, garras grandes e os tufos de pelos nas laterais do rosto.
Tartarugas Ninja: Leonardo, Michelangelo, Donatello e Raphael são as Tartarugas Ninja. Mas o caso deles é ao contrário: eram tartarugas de verdade que, em contato com uma substância estranha, se transformaram em espécies meio animais e meio humanas. Eles andam sobre duas pernas, falam e sabem artes marciais, apesar de manterem o corpo do bicho. 

(Fonte: https://recreio.uol.com.br/noticias/entretenimento/7-herois-com-poderes-de-animais.phtml. Texto adaptado.)

Com base SOMENTE nas informações EXPLÍCITAS do texto, quais dos heróis apresentados conseguem agir sem que seus pés toquem qualquer superfície?
Alternativas
Q3394675 Segurança e Saúde no Trabalho
Conforme a Norma Reguladora 06, sobre equipamentos de proteção individual (EPI), analise as assertivas:
I. Cabe à organização, quanto ao EPI, adquirir somente o aprovado pelo órgão de âmbito nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho.
II. Cabe à organização, quanto ao EPI, orientar e treinar o empregado.
III. Cabe à organização, quanto ao EPI, exigir seu uso.
É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3394671 Segurança e Saúde no Trabalho
Sobre noções básicas de segurança no trabalho, analise as afirmações a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__) Cabe ao trabalhador cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e saúde no trabalho, inclusive as ordens de serviço expedidas pelo empregador.
(__) Todo trabalhador, ao ser admitido ou quando mudar de função que implique alteração de risco, deve receber informações sobre os riscos ocupacionais que existam ou possam originar-se nos locais de trabalho.
(__) Cabe ao trabalhador usar o equipamento de proteção individual fornecido pelo empregador.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3394668 Atualidades
Analise as afirmativas a seguir:
I. Há um significativo impacto econômico provocado pela ausência da universalização do saneamento básico no País.
II. A matéria orgânica proveniente dos esgotos domésticos e agroindustriais é potencial na produção de biogás.
III. Há um custo considerável em relação às internações no Brasil por doenças relacionadas à água contaminada.
É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3394667 História e Geografia de Estados e Municípios
Bombinhas é um município localizado no litoral centro-norte de Santa Catarina. Isso posto, analise as afirmativas a seguir:
I. Bombinhas faz parte da Região Turística Costa Verde & Mar.
II. Bombinhas abriga três unidades de conservação municipais, que são atrativos para a prática de ecoturismo.
III. Os colonizadores da região foram povos indígenas e, mais tarde, açorianos.
É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3394664 Atualidades
Criado pela Lei n.º 14.818, de 16 de janeiro de 2024, é um programa que oferece incentivo financeiro a estudantes de colégios públicos para estimular seus estudos, além da participação em exames educacionais nacionais e subnacionais. O programa prevê o pagamento de incentivo mensal de R$ 200, que podem ser sacados em qualquer momento, mais depósitos de R$ 1.000 ao final de cada ano concluído, que o estudante somente poderá retirar da poupança após se formar no:
I. Ensino médio.
II. Ensino fundamental.
III. Ensino superior.
É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3394658 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Quando o Saara era verde: o deserto já passou por (muitos) períodos úmidos

Uma paisagem verde, repleta de grama, árvores, lagos, rios e animais − não é a primeira coisa que vem à mente quando você pensa no Saara. Hoje, o norte da África abriga o maior deserto quente do mundo, com 9,2 milhões de quilômetros quadrados e temperaturas que passam de 50ºC no período da tarde.

Mas nem sempre foi assim. De tempos em tempos, o Saara ganha uma paisagem úmida, semelhante às savanas que existem no centro e sul da África. Isso ocorre graças a alterações periódicas na órbita da Terra, que causam o "período úmido africano" − e, consequentemente, a transformação do deserto.

Existem evidências sólidas de que o Saara teve uma vegetação periódica no passado, com a proliferação de rios, lagos e até animais dependentes de água (como os hipopótamos) antes de virar o que hoje é um deserto. O cientista climático Edward Armstrong, da Universidade de Helsinki, e sua equipe fizeram um modelo para simular como teria sido o Saara verde nos últimos períodos úmidos africanos.

O que foi o período úmido africano?

A cada 21 mil anos, o norte da África recebe mais umidade devido ao movimento de precessão da Terra. Assim como a translação (movimento do planeta ao redor do Sol) e a rotação (movimento ao redor de si mesmo), a precessão é uma alteração orbital periódica. Trata-se do movimento circular do eixo de rotação da Terra.

O maior exemplo desse movimento é o pião. Quando você gira o brinquedo, ele começa estável, com o topo apontado para cima. Após alguns segundos, ele sai do eixo central de rotação, e o topo do pião começa a fazer um movimento circular. A Terra também faz esse movimento. Isso significa que ora o polo Norte está apontando para uma região do céu, ora está apontando para outra.

Graças ao movimento de precessão, o hemisfério norte pode "mudar de lugar" e ficar mais próximo ao Sol nos meses de verão. Isso causa verões mais quentes no Norte. Sendo mais quente, o ar acumula mais umidade − o que intensifica o sistema de monções da África Ocidental. Essa dinâmica, por sua vez, estende as chuvas para o norte do continente, promovendo uma paisagem verde e úmida no local onde hoje é o Saara.

O período úmido africano não ocorreu só uma, mas 230 vezes, nos últimos oito milhões de anos. O último deles ocorreu entre o final do Pleistoceno e o início do Holoceno (que é a época geológica que vivemos hoje), e terminou entre 5 mil e 6 mil anos atrás. Isso é verificado por meio de sedimentos marinhos, de lagos, e outras evidências paleoclimatológicas.

Também temos evidências artísticas desses períodos. Pinturas rupestres de Tassili N'Ajjer, na Algéria, mostram animais como elefantes, girafas, rinocerontes e hipopótamos − mas nenhum deles vive na paisagem desértica que existe lá hoje. As inscrições datam de 11 mil anos atrás, um período no qual o Saara passava pela fase úmida.

Esses períodos de vegetação podem ter sido essenciais para a proliferação de animais para fora do continente. Os primeiros Homo sapiens, por exemplo, surgiram na África e depois se espalharam por outras regiões do globo. Essa migração em algum momento passou pelo norte do continente africano − algo que seria mais fácil caso houvesse florestas na região.

Os pesquisadores da Universidade de Helsinki também descobriram que o período úmido não acontece durante as eras glaciais, quando as latitudes mais altas ficam cobertas de gelo. Isso porque a atmosfera fica mais gelada e não permite a expansão da monção africana.

Retirado e adaptado de: ROSSINI, Maria Clara. Quando o Saara era verde: o deserto já passou por (muitos) períodos úmidos. Revista Superinteressante. Disponível https://super.abril.com.br/historia/quando-o-saara-era-verde-o-deserto-ja-passou-por-muitos-periodos-umidos/ Acesso em: 13 mar., 2024.
Assinale a alternativa que corretamente apresenta o gênero do texto:
Alternativas
Q3394656 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Quando o Saara era verde: o deserto já passou por (muitos) períodos úmidos

Uma paisagem verde, repleta de grama, árvores, lagos, rios e animais − não é a primeira coisa que vem à mente quando você pensa no Saara. Hoje, o norte da África abriga o maior deserto quente do mundo, com 9,2 milhões de quilômetros quadrados e temperaturas que passam de 50ºC no período da tarde.

Mas nem sempre foi assim. De tempos em tempos, o Saara ganha uma paisagem úmida, semelhante às savanas que existem no centro e sul da África. Isso ocorre graças a alterações periódicas na órbita da Terra, que causam o "período úmido africano" − e, consequentemente, a transformação do deserto.

Existem evidências sólidas de que o Saara teve uma vegetação periódica no passado, com a proliferação de rios, lagos e até animais dependentes de água (como os hipopótamos) antes de virar o que hoje é um deserto. O cientista climático Edward Armstrong, da Universidade de Helsinki, e sua equipe fizeram um modelo para simular como teria sido o Saara verde nos últimos períodos úmidos africanos.

O que foi o período úmido africano?

A cada 21 mil anos, o norte da África recebe mais umidade devido ao movimento de precessão da Terra. Assim como a translação (movimento do planeta ao redor do Sol) e a rotação (movimento ao redor de si mesmo), a precessão é uma alteração orbital periódica. Trata-se do movimento circular do eixo de rotação da Terra.

O maior exemplo desse movimento é o pião. Quando você gira o brinquedo, ele começa estável, com o topo apontado para cima. Após alguns segundos, ele sai do eixo central de rotação, e o topo do pião começa a fazer um movimento circular. A Terra também faz esse movimento. Isso significa que ora o polo Norte está apontando para uma região do céu, ora está apontando para outra.

Graças ao movimento de precessão, o hemisfério norte pode "mudar de lugar" e ficar mais próximo ao Sol nos meses de verão. Isso causa verões mais quentes no Norte. Sendo mais quente, o ar acumula mais umidade − o que intensifica o sistema de monções da África Ocidental. Essa dinâmica, por sua vez, estende as chuvas para o norte do continente, promovendo uma paisagem verde e úmida no local onde hoje é o Saara.

O período úmido africano não ocorreu só uma, mas 230 vezes, nos últimos oito milhões de anos. O último deles ocorreu entre o final do Pleistoceno e o início do Holoceno (que é a época geológica que vivemos hoje), e terminou entre 5 mil e 6 mil anos atrás. Isso é verificado por meio de sedimentos marinhos, de lagos, e outras evidências paleoclimatológicas.

Também temos evidências artísticas desses períodos. Pinturas rupestres de Tassili N'Ajjer, na Algéria, mostram animais como elefantes, girafas, rinocerontes e hipopótamos − mas nenhum deles vive na paisagem desértica que existe lá hoje. As inscrições datam de 11 mil anos atrás, um período no qual o Saara passava pela fase úmida.

Esses períodos de vegetação podem ter sido essenciais para a proliferação de animais para fora do continente. Os primeiros Homo sapiens, por exemplo, surgiram na África e depois se espalharam por outras regiões do globo. Essa migração em algum momento passou pelo norte do continente africano − algo que seria mais fácil caso houvesse florestas na região.

Os pesquisadores da Universidade de Helsinki também descobriram que o período úmido não acontece durante as eras glaciais, quando as latitudes mais altas ficam cobertas de gelo. Isso porque a atmosfera fica mais gelada e não permite a expansão da monção africana.

Retirado e adaptado de: ROSSINI, Maria Clara. Quando o Saara era verde: o deserto já passou por (muitos) períodos úmidos. Revista Superinteressante. Disponível https://super.abril.com.br/historia/quando-o-saara-era-verde-o-deserto-ja-passou-por-muitos-periodos-umidos/ Acesso em: 13 mar., 2024.
A partir da leitura do texto, analise as afirmações a seguir:
I. Existem indícios de diferentes naturezas que indicam de onde hoje está o deserto do Saara já foi uma enorme área verde.
II. Como o fenômeno descrito no texto é uma questão cíclica, podemos acreditar que o deserto do Saara pode voltar a ser verde no futuro (embora seja um futuro muito distante).
III. O fato de os homo sapiens terem se espalhado pelo mundo, a partir de seu surgimento na África, é um argumento contrário à hipótese de que o Saara já foi verde.
É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3394654 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Quando o Saara era verde: o deserto já passou por (muitos) períodos úmidos

Uma paisagem verde, repleta de grama, árvores, lagos, rios e animais − não é a primeira coisa que vem à mente quando você pensa no Saara. Hoje, o norte da África abriga o maior deserto quente do mundo, com 9,2 milhões de quilômetros quadrados e temperaturas que passam de 50ºC no período da tarde.

Mas nem sempre foi assim. De tempos em tempos, o Saara ganha uma paisagem úmida, semelhante às savanas que existem no centro e sul da África. Isso ocorre graças a alterações periódicas na órbita da Terra, que causam o "período úmido africano" − e, consequentemente, a transformação do deserto.

Existem evidências sólidas de que o Saara teve uma vegetação periódica no passado, com a proliferação de rios, lagos e até animais dependentes de água (como os hipopótamos) antes de virar o que hoje é um deserto. O cientista climático Edward Armstrong, da Universidade de Helsinki, e sua equipe fizeram um modelo para simular como teria sido o Saara verde nos últimos períodos úmidos africanos.

O que foi o período úmido africano?

A cada 21 mil anos, o norte da África recebe mais umidade devido ao movimento de precessão da Terra. Assim como a translação (movimento do planeta ao redor do Sol) e a rotação (movimento ao redor de si mesmo), a precessão é uma alteração orbital periódica. Trata-se do movimento circular do eixo de rotação da Terra.

O maior exemplo desse movimento é o pião. Quando você gira o brinquedo, ele começa estável, com o topo apontado para cima. Após alguns segundos, ele sai do eixo central de rotação, e o topo do pião começa a fazer um movimento circular. A Terra também faz esse movimento. Isso significa que ora o polo Norte está apontando para uma região do céu, ora está apontando para outra.

Graças ao movimento de precessão, o hemisfério norte pode "mudar de lugar" e ficar mais próximo ao Sol nos meses de verão. Isso causa verões mais quentes no Norte. Sendo mais quente, o ar acumula mais umidade − o que intensifica o sistema de monções da África Ocidental. Essa dinâmica, por sua vez, estende as chuvas para o norte do continente, promovendo uma paisagem verde e úmida no local onde hoje é o Saara.

O período úmido africano não ocorreu só uma, mas 230 vezes, nos últimos oito milhões de anos. O último deles ocorreu entre o final do Pleistoceno e o início do Holoceno (que é a época geológica que vivemos hoje), e terminou entre 5 mil e 6 mil anos atrás. Isso é verificado por meio de sedimentos marinhos, de lagos, e outras evidências paleoclimatológicas.

Também temos evidências artísticas desses períodos. Pinturas rupestres de Tassili N'Ajjer, na Algéria, mostram animais como elefantes, girafas, rinocerontes e hipopótamos − mas nenhum deles vive na paisagem desértica que existe lá hoje. As inscrições datam de 11 mil anos atrás, um período no qual o Saara passava pela fase úmida.

Esses períodos de vegetação podem ter sido essenciais para a proliferação de animais para fora do continente. Os primeiros Homo sapiens, por exemplo, surgiram na África e depois se espalharam por outras regiões do globo. Essa migração em algum momento passou pelo norte do continente africano − algo que seria mais fácil caso houvesse florestas na região.

Os pesquisadores da Universidade de Helsinki também descobriram que o período úmido não acontece durante as eras glaciais, quando as latitudes mais altas ficam cobertas de gelo. Isso porque a atmosfera fica mais gelada e não permite a expansão da monção africana.

Retirado e adaptado de: ROSSINI, Maria Clara. Quando o Saara era verde: o deserto já passou por (muitos) períodos úmidos. Revista Superinteressante. Disponível https://super.abril.com.br/historia/quando-o-saara-era-verde-o-deserto-ja-passou-por-muitos-periodos-umidos/ Acesso em: 13 mar., 2024.
As sentenças a seguir foram criadas a partir do texto. Assinale a alternativa que apresenta corretamente o emprego do acento grave (crase):
Alternativas
Q3385046 Edificações
No processo de pintura, a preparação do ambiente é um passo crucial que influencia diretamente o resultado. Considerando as melhores práticas para a preparação de um espaço antes da pintura, qual das seguintes ações é essencial?
Alternativas
Q3385045 Edificações
A aplicação de massa corrida é uma etapa importante na preparação de superfícies para pintura, garantindo um acabamento liso e uniforme. Qual das seguintes afirmações descreve corretamente o procedimento adequado para a aplicação da massa corrida?
Alternativas
Q3385043 Edificações
Na profissão de pintura, a seleção correta de produtos, materiais e acessórios é fundamental para garantir um acabamento de alta qualidade e durabilidade. Dentre as opções abaixo, qual representa um conjunto essencial de materiais que um pintor deve utilizar em uma pintura residencial?
Alternativas
Q3385042 Edificações
No contexto da renovação e embelezamento de interiores residenciais, qual das seguintes alternativas melhor descreve a propriedade essencial da tinta látex PVA para pinturas internas?
Alternativas
Q3385040 Arquitetura
Dado o contexto da seleção e aplicação de tintas, associe os tipos de tinta às suas respectivas características ou usos recomendados:
Coluna 1:
A.Tinta acrílica. B.Tinta a óleo. C.Tinta látex PVA.
Coluna 2:
(__)Indicada para superfícies externas devido à sua resistência ao tempo.
(__)Adequada para detalhes artísticos e acabamentos em madeira.
(__)Recomendada para paredes internas e tetos, oferecendo uma limpeza fácil.
Assinale a alternativa cuja sequência da associação, de cima para baixo, está correta:
Alternativas
Q3385039 Segurança e Saúde no Trabalho
Quando se trata de prevenção de acidentes durante a pintura, várias medidas de segurança devem ser tomadas para proteger tanto o ambiente de trabalho quanto o pintor. Considerando as práticas de segurança recomendadas, qual das seguintes ações é fundamental para prevenir acidentes durante um trabalho de pintura?
Alternativas
Q3385038 Edificações
Ao optar por tinta a óleo ou esmalte sintético para um projeto de pintura, o pintor deve considerar várias práticas para garantir um resultado de alta qualidade. Qual das seguintes afirmações é verdadeira sobre o uso de tinta a óleo ou esmalte sintético?
Alternativas
Q3385015 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O valor do trabalho

Todos pedimos coisas para a vida. Cada um, a sua maneira, quer conquistar algo especial. Mas em nossa ingênua ignorância, consideramos que a vida nos deve de fato este favor. Que só pelo fato de existirmos já temos o direito de receber.
Suponhamos que a vida nos dê alguns presentes. Encontramo-nos com as seguintes consequências:
Um presente não nos custa nada. Por isso mesmo, sempre pediremos mais e mais.
As coisas que não nos custam nada não possuem valor. Quer dizer, tem algum valor, porém não o conhecemos e tampouco nos importa conhecê-lo.
As coisas que temos aumentam nossas fantasias e ilusões e nos dão uma falsa percepção de que as possuímos, como se determinado objeto, ou algo, fosse nosso.
Também há o aumento da vaidade, porque consideramos que merecemos isso e muito mais.
Os presentes que nos são dados não são obtidos por qualquer esforço, exceto − no melhor dos casos − o de agradecer o presente àquele que nos concede.
Os presentes que nos são dados tiram o sentido da generosidade. A pessoa que se acostuma a receber é lenta para dar algo de si.
A vida é uma corrente que flui, que está em movimento, e nós não podemos estar fora da Vida. Sendo assim, nos corresponde fluir, nos movermos a atuar e trabalhar.
(...)
Meu caro, aprenda com o erro. Trabalho não é apenas "ganhar a vida". O homem é um produto de suas ações no mundo, de seu trabalho constante. Quem trabalha desenvolve e expande suas aptidões que, na maioria das vezes, estão adormecidas e escondidas; o trabalho nos ajuda a ativar os nossos poderes latentes, nos ajuda a descobrir vocações ocultas e a obter realizações inesperadas. Fortalece nossa saúde mental, nossa vontade e nossa inteligência, nos ensina, sobretudo, a amar.
É imprescindível que reflitamos sobre a importância de nos entregarmos à vida com toda a nossa essência e dedicação.
A mim me parece que que cada indivíduo tem sua própria maneira de buscar realizações na vida. Quem não ama nada mais do que receber presentes sem esforço, perde a oportunidade de compreender a verdadeira generosidade e a gratificação que vem do presentear.
Em síntese, mais que uma maldição, o trabalho vem a ser nossa oportunidade de redenção. E, assim, tomamos contato com o que há de melhor em nós e com a vitalidade que circula todo o Universo.

Autor: Delia Steinberg Guzmán. TEXTO ADAPTADO. Acesso em https://www.acropole.org.br/filosofia/ o-valor-do-trabalho/
Acerca desse trecho "As coisas que não nos custam nada não possuem valor. Quer dizer, têm algum valor, porém não o conhecemos e tampouco nos importa conhecê-lo", analise as afirmações que seguem:
I.Essa frase sugere que as coisas que são obtidas sem custo ou esforço tendem a ser menos valorizadas.
II.Embora as coisas tenham algum valor intrínseco, não nos importamos em reconhecê-lo ou entender sua importância, pois não investimos nada para obtê-las.
III.Em resumo, quando algo é facilmente obtido, é menos provável que apreciemos verdadeiramente seu valor.
É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3381292 Segurança e Saúde no Trabalho
A atividade de pintura envolve diversos riscos operacionais, como quedas de altura, contato com superfícies quentes ou cortes por objetos afiados.
Para realizar a pintura da fachada de um prédio, é usado um andaime suspenso para alcançar áreas mais altas.
As condições de segurança estão de acordo com a norma NR 18, específica que:

Sabendo que há a possibilidade de derrubar tinta, que é escorregadia sobre o piso, uma medida de prevenção primária que o pintor deve adotar para evitar a queda é:
Alternativas
Respostas
441: A
442: B
443: D
444: A
445: A
446: C
447: B
448: E
449: D
450: C
451: C
452: C
453: A
454: D
455: C
456: E
457: C
458: B
459: B
460: C