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A serralheria é uma atividade que demanda precisão e técnica para a realização de cortes e ajustes em materiais metálicos. Nesse contexto, o uso de instrumentos adequados é indispensável para assegurar a qualidade dos trabalhos realizados. Um desses instrumentos é o goniómetro.
Qual é a finalidade do goniómetro na serralheria?
Fonte: https://www.lpm-blog.com.br/?p=25127
I. A frase “Não levantar-me cedo atrapalha meus estudos.” está correta em relação ao uso da mesóclise.
II. Em “Quem deu-lhe uma coleção de discos?”, a ênclise está incorreta, pois nas orações interrogativas iniciadas por pronomes ou advérbios interrogativos utiliza-se a próclise.
III. Utiliza-se a ênclise com verbos que iniciam a frase, por exemplo: “Fez-me bem caminhar ontem.”.
I – Os desenhos técnicos não utilizam símbolos.
II – Os desenhos técnicos empregam convenções, como, por exemplo, a representação de linhas tracejadas para elementos ocultos.
III – As convenções incluem o uso de letras maiúsculas para rótulos, mas não notas.
I – A régua graduada é retilínea e permite a criação de linhas retas.
II – O paquímetro também é conhecido como calibre de marcha.
III – As trenas são produzidas com aço flexível ou fibra de vidro.
I – Lixadeira orbital: utilizada para grandes superfícies ou superfícies que contenham ângulos.
II – Lixadeira de cinta: utilizada para o tratamento ou desbaste de metais, madeira ou plástico.
III – Lixadeira roto-orbital: utilizada para superfícies não planas.
Leia o texto para responder a questão.
O bacana
A rua ainda era a mesma. As mesmas casas. As mesmas árvores, só mais troncudas. Até o armazém do Espanhol (assim chamado por razões misteriosas, pois o dono sempre fora português) continuava lá. Ele desceu do carro e começou a caminhar pela calçada esburacada. Parou em frente à casa que tinha sido a dele. Era a maior da rua. Puxa. Sentiu um aperto na garganta. Quanta lembrança! O muro com as marcas da bola.
Lembrou-se, então, com uma intensidade que quase o sufocou, do time. O Valores da Zona. Que tempo bom. Nunca mais fora tão feliz. A ideia do time tinha sido dele. Ele é que tinha bola. Ele é que contribuíra com a maior parcela, tirada de sua mesada, para a compra das camisetas. Lembrava ainda a formação do ataque: Venancinho, Alemão, ele, Mangola e Tobias da dona Ester, para diferenciar do Tobias da dona Inácia, que era beque.
O Venancinho morava numa casa de madeira em frente à dele. Será que... Atravessou a rua e bateu na porta. Apareceu uma menina dos seus oito anos.
— Quié.
— O Venancinho ainda mora aqui?
— Quem? — Venâncio. Venâncio, ahn...
Tentou se lembrar do sobrenome. Inútil. Só se lembrava de Venancinho. Vulgo Bicudo.
— Peraí — disse a menina, e fechou a porta.
Nunca mais, desde aquele tempo, tivera tantos amigos. O grito de guerra do time era “Valores da Zona — Unidos! Unidos! Unidos!”. E eram unidos. Com eles provara o primeiro cigarro. Comprara as primeiras revistas de sacanagem. Lembrava das reuniões no galpão atrás da casa do Chico Babão. Os concursos de... Apareceu uma senhora.
— Quer falar com quem?
— O Venâncio ainda mora aqui?
— Mora.
— Ele está?
— Está aposentado — disse a mulher, como se dissesse “só pode estar em casa”. E apontou para o próprio peito — Pulmão.
— Será que eu posso falar com ele?
— Qual é sua graça?
Ele disse. Explicou quem era. A mulher tornou a fechar a porta. Ele ouviu a mulher gritando para alguém. Seu nome e sua descrição. E ouviu a voz de um homem exclamando:
— Ih. É o Bacana...
Não sabia que aquele era o seu apelido. Compreendeu tudo. Era como o chamavam pelas costas. Só porque sua casa era maior e ele tinha mesada. Segundos antes de se virar e voltar para o carro, teve um pensamento definitivo.
— Só me deixavam jogar de centroavante porque a bola era minha…
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Esses equipamentos são os