Questões de Concurso Comentadas para tratorista

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Q3343565 Segurança e Saúde no Trabalho
Devido aos riscos de acidentes, aos quais o trabalhador rural e o operador de trator de pneus estão sujeitos, foram criadas, pelo Ministério do Trabalho e Emprego, normas de segurança que visam diminuir os acidentes no trabalho. Especificamente, em relação ao assunto de máquinas e implementos agrícolas, podem ser citadas as normas
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Q3343564 Engenharia Agronômica (Agronomia)
No trator de pneu, a escolha da marcha adequada está relacionada à velocidade ideal para cada tipo de operação a ser realizada com o trator. Há uma referência na escolha da velocidade, porém outros fatores podem influenciar durante a operação. Na operação de aração deve-se manter uma velocidade média de
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Q3343563 Engenharia Agrícola
É comum que se use lastros nas rodas dianteiras e traseiras dos tratores de pneus. Quais os tipos mais comuns de lastro empregados nos tratores?
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Q3343562 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Os tratores de pneus específicos para culturas perenes como os cafeeiros e fruteiros, chamados de tratores estreitos, possuem intervalos de medida de bitola entre
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Q3343559 Segurança e Transporte
O controle remoto é um sistema hidráulico (VCR) localizado no trator, sendo que as partes atuantes, como os cilindros e motores hidráulicos, estão localizados no implemento e são conectados por mangueiras através de engate rápido. O operador, para realizar essas ligações, deverá usar os EPI’s:
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Q3343555 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Quando se trabalha com trator de pneus em solos mais duros ou para maiores profundidades, a sensibilidade deverá ser baixa, a fim de evitar que o próprio controle impeça a (o) 
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Q3343554 Engenharia Agronômica (Agronomia)
O controle da profundidade desejada dos implementos no solo, por meio de alavanca ou botão elétrico, deve ser utilizado quando se opera com implementos de penetração, que recebem a resistência do solo contra o movimento da ferramenta. Os implementos mais comuns são:
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Q3343551 Engenharia Agronômica (Agronomia)
No trator de pneu existem dois tipos de acelerador: o de pedal, que permite variações de rotação aplicado normalmente para transportes, e o manual, aplicado em operação de
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Q3343550 Segurança e Transporte
Em operação com um trator de pneu, o bloqueio do diferencial somente pode ser aplicado com a máquina em
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Q3343305 Matemática

Em uma praça retangular de 20 m por 60 m será construído um grande banco, de largura igual a x metros, como mostra a figura, em vista superior. 



Imagem associada para resolução da questão



Sabe-se que a área do polígono de oito lados que representa a parte do banco destinada às pessoas sentarem é de 17,28 m2 . Na situação descrita, uma equação do 2o grau cuja solução positiva representa a medida de x, em metro, é

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Q3343296 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
A alternativa redigida segundo a norma-padrão de concordância nominal e verbal é:
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Q3343295 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
Assinale a alternativa que dá sequência à frase, empregando os verbos de acordo com a norma-padrão.
Era provável que
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Q3343294 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
No contexto do quinto parágrafo, a conjunção destacada no enunciado – Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público. – introduz uma
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Q3343293 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
Na passagem – … o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. (5o parágrafo) –, os advérbios destacados expressam, nos respectivos contextos, as noções de
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Q3343292 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
A passagem do texto em que a palavra destacada está empregada em sentido figurado é:
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Q3343291 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o trecho destacado está substituído, nos colchetes, por construção de acordo com a norma-padrão de emprego do sinal de crase.
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Q3343290 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
Nas passagens – “Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos …” (2o parágrafo) e “Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.” (5o parágrafo) – as palavras destacadas têm sinônimos adequados, respectivamente, em
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Q3343289 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
Na afirmação – “O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.” –, defende-se a ideia segundo a qual
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Q3343288 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
É correto afirmar que o texto atribui a situação crítica do saneamento básico no Brasil 
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Q3326255 História e Geografia de Estados e Municípios
As principais vegetações naturais encontradas no município de Anajás são: 
Alternativas
Respostas
381: B
382: A
383: E
384: A
385: E
386: A
387: E
388: D
389: B
390: B
391: E
392: A
393: B
394: A
395: D
396: C
397: D
398: C
399: C
400: E