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Q3928605 Português
Analise a colocação do pronome oblíquo átono nas frases abaixo e assinale a única alternativa que está em total conformidade com a norma culta: 
Alternativas
Q3928604 Português
O emprego do acento indicativo de crase é um sinal de regência que deve seguir a norma-padrão. Assinale a opção em que o uso da crase está correto:
Alternativas
Q3928603 Português
A Biologia do Aprender: Neurociência e o Resgate da Atenção no Chão da Escola

Historicamente, a pedagogia e a biologia caminharam por trilhas paralelas, raramente se cruzando no cotidiano das salas de aula. No entanto, o avanço da neurociência cognitiva nas últimas décadas rompeu esse isolamento, revelando que a aprendizagem não é apenas um fenômeno social ou psicopedagógico, mas um evento fisiológico complexo. Compreender que o cérebro possui uma "plasticidade" inerente — a capacidade de se remodelar fisicamente a cada novo estímulo — redefine o papel do professor, que passa a atuar, ainda que indiretamente, como um mediador de conexões sinápticas.

O grande entrave para a educação contemporânea, contudo, reside na disputa pela atenção. Em uma era de estímulos dopaminérgicos constantes, promovidos pela arquitetura das redes sociais, o ambiente escolar muitas vezes parece "lento" ou "desinteressante" para o sistema límbico dos estudantes. O erro comum tem sido tentar acelerar o ensino para competir com o digital, quando a ciência aponta para o caminho inverso: o aprendizado profundo exige pausa, repetição estratégica e, primordialmente, uma carga emocional significativa. Sem o engajamento do sistema emocional, a informação dificilmente atravessa a barreira da memória de curto prazo para se consolidar no neocórtex.

Portanto, a escola do século XXI não precisa de mais conteúdos, mas de uma gestão mais inteligente da arquitetura cerebral. Reconhecer que cada aluno possui um ritmo biológico e que o estresse crônico é o maior inibidor da neuroplasticidade é o primeiro passo para uma prática docente verdadeiramente inclusiva. Ensinar sem considerar como o cérebro funciona é como tentar projetar uma luva sem nunca ter visto uma mão. 

Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins pedagógicos.
No contexto da gestão escolar, a redação técnica exige o uso correto das formas causais e interrogativas. Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas abaixo:
"O conselho pedagógico não justificou o __________ da alteração no calendário; os docentes questionam __________ a decisão foi tomada de forma unilateral, talvez __________ a urgência do prazo impedisse o debate, situação __________ todos aguardam uma retificação oficial."
Alternativas
Q3928602 Português
A Biologia do Aprender: Neurociência e o Resgate da Atenção no Chão da Escola

Historicamente, a pedagogia e a biologia caminharam por trilhas paralelas, raramente se cruzando no cotidiano das salas de aula. No entanto, o avanço da neurociência cognitiva nas últimas décadas rompeu esse isolamento, revelando que a aprendizagem não é apenas um fenômeno social ou psicopedagógico, mas um evento fisiológico complexo. Compreender que o cérebro possui uma "plasticidade" inerente — a capacidade de se remodelar fisicamente a cada novo estímulo — redefine o papel do professor, que passa a atuar, ainda que indiretamente, como um mediador de conexões sinápticas.

O grande entrave para a educação contemporânea, contudo, reside na disputa pela atenção. Em uma era de estímulos dopaminérgicos constantes, promovidos pela arquitetura das redes sociais, o ambiente escolar muitas vezes parece "lento" ou "desinteressante" para o sistema límbico dos estudantes. O erro comum tem sido tentar acelerar o ensino para competir com o digital, quando a ciência aponta para o caminho inverso: o aprendizado profundo exige pausa, repetição estratégica e, primordialmente, uma carga emocional significativa. Sem o engajamento do sistema emocional, a informação dificilmente atravessa a barreira da memória de curto prazo para se consolidar no neocórtex.

Portanto, a escola do século XXI não precisa de mais conteúdos, mas de uma gestão mais inteligente da arquitetura cerebral. Reconhecer que cada aluno possui um ritmo biológico e que o estresse crônico é o maior inibidor da neuroplasticidade é o primeiro passo para uma prática docente verdadeiramente inclusiva. Ensinar sem considerar como o cérebro funciona é como tentar projetar uma luva sem nunca ter visto uma mão. 

Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins pedagógicos.
Qual das alternativas abaixo resume corretamente a intenção comunicativa principal do autor no texto? 
Alternativas
Q3928601 Pedagogia
A Biologia do Aprender: Neurociência e o Resgate da Atenção no Chão da Escola

Historicamente, a pedagogia e a biologia caminharam por trilhas paralelas, raramente se cruzando no cotidiano das salas de aula. No entanto, o avanço da neurociência cognitiva nas últimas décadas rompeu esse isolamento, revelando que a aprendizagem não é apenas um fenômeno social ou psicopedagógico, mas um evento fisiológico complexo. Compreender que o cérebro possui uma "plasticidade" inerente — a capacidade de se remodelar fisicamente a cada novo estímulo — redefine o papel do professor, que passa a atuar, ainda que indiretamente, como um mediador de conexões sinápticas.

O grande entrave para a educação contemporânea, contudo, reside na disputa pela atenção. Em uma era de estímulos dopaminérgicos constantes, promovidos pela arquitetura das redes sociais, o ambiente escolar muitas vezes parece "lento" ou "desinteressante" para o sistema límbico dos estudantes. O erro comum tem sido tentar acelerar o ensino para competir com o digital, quando a ciência aponta para o caminho inverso: o aprendizado profundo exige pausa, repetição estratégica e, primordialmente, uma carga emocional significativa. Sem o engajamento do sistema emocional, a informação dificilmente atravessa a barreira da memória de curto prazo para se consolidar no neocórtex.

Portanto, a escola do século XXI não precisa de mais conteúdos, mas de uma gestão mais inteligente da arquitetura cerebral. Reconhecer que cada aluno possui um ritmo biológico e que o estresse crônico é o maior inibidor da neuroplasticidade é o primeiro passo para uma prática docente verdadeiramente inclusiva. Ensinar sem considerar como o cérebro funciona é como tentar projetar uma luva sem nunca ter visto uma mão. 

Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins pedagógicos.
Considere a afirmação: "o estresse crônico é o maior inibidor da neuroplasticidade". No contexto de uma educação inclusiva, essa premissa indica que: 
Alternativas
Q3928600 Pedagogia
A Biologia do Aprender: Neurociência e o Resgate da Atenção no Chão da Escola

Historicamente, a pedagogia e a biologia caminharam por trilhas paralelas, raramente se cruzando no cotidiano das salas de aula. No entanto, o avanço da neurociência cognitiva nas últimas décadas rompeu esse isolamento, revelando que a aprendizagem não é apenas um fenômeno social ou psicopedagógico, mas um evento fisiológico complexo. Compreender que o cérebro possui uma "plasticidade" inerente — a capacidade de se remodelar fisicamente a cada novo estímulo — redefine o papel do professor, que passa a atuar, ainda que indiretamente, como um mediador de conexões sinápticas.

O grande entrave para a educação contemporânea, contudo, reside na disputa pela atenção. Em uma era de estímulos dopaminérgicos constantes, promovidos pela arquitetura das redes sociais, o ambiente escolar muitas vezes parece "lento" ou "desinteressante" para o sistema límbico dos estudantes. O erro comum tem sido tentar acelerar o ensino para competir com o digital, quando a ciência aponta para o caminho inverso: o aprendizado profundo exige pausa, repetição estratégica e, primordialmente, uma carga emocional significativa. Sem o engajamento do sistema emocional, a informação dificilmente atravessa a barreira da memória de curto prazo para se consolidar no neocórtex.

Portanto, a escola do século XXI não precisa de mais conteúdos, mas de uma gestão mais inteligente da arquitetura cerebral. Reconhecer que cada aluno possui um ritmo biológico e que o estresse crônico é o maior inibidor da neuroplasticidade é o primeiro passo para uma prática docente verdadeiramente inclusiva. Ensinar sem considerar como o cérebro funciona é como tentar projetar uma luva sem nunca ter visto uma mão. 

Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins pedagógicos.
No fechamento do texto, o autor utiliza uma analogia sobre "projetar uma luva sem nunca ter visto uma mão". O recurso retórico serve para sustentar a tese de que: 
Alternativas
Q3928599 Pedagogia
A Biologia do Aprender: Neurociência e o Resgate da Atenção no Chão da Escola

Historicamente, a pedagogia e a biologia caminharam por trilhas paralelas, raramente se cruzando no cotidiano das salas de aula. No entanto, o avanço da neurociência cognitiva nas últimas décadas rompeu esse isolamento, revelando que a aprendizagem não é apenas um fenômeno social ou psicopedagógico, mas um evento fisiológico complexo. Compreender que o cérebro possui uma "plasticidade" inerente — a capacidade de se remodelar fisicamente a cada novo estímulo — redefine o papel do professor, que passa a atuar, ainda que indiretamente, como um mediador de conexões sinápticas.

O grande entrave para a educação contemporânea, contudo, reside na disputa pela atenção. Em uma era de estímulos dopaminérgicos constantes, promovidos pela arquitetura das redes sociais, o ambiente escolar muitas vezes parece "lento" ou "desinteressante" para o sistema límbico dos estudantes. O erro comum tem sido tentar acelerar o ensino para competir com o digital, quando a ciência aponta para o caminho inverso: o aprendizado profundo exige pausa, repetição estratégica e, primordialmente, uma carga emocional significativa. Sem o engajamento do sistema emocional, a informação dificilmente atravessa a barreira da memória de curto prazo para se consolidar no neocórtex.

Portanto, a escola do século XXI não precisa de mais conteúdos, mas de uma gestão mais inteligente da arquitetura cerebral. Reconhecer que cada aluno possui um ritmo biológico e que o estresse crônico é o maior inibidor da neuroplasticidade é o primeiro passo para uma prática docente verdadeiramente inclusiva. Ensinar sem considerar como o cérebro funciona é como tentar projetar uma luva sem nunca ter visto uma mão. 

Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins pedagógicos.
Ao abordar a consolidação da memória, o texto estabelece uma relação de dependência entre o intelecto e a emoção, sugerindo que:
Alternativas
Q3928598 Pedagogia
A Biologia do Aprender: Neurociência e o Resgate da Atenção no Chão da Escola

Historicamente, a pedagogia e a biologia caminharam por trilhas paralelas, raramente se cruzando no cotidiano das salas de aula. No entanto, o avanço da neurociência cognitiva nas últimas décadas rompeu esse isolamento, revelando que a aprendizagem não é apenas um fenômeno social ou psicopedagógico, mas um evento fisiológico complexo. Compreender que o cérebro possui uma "plasticidade" inerente — a capacidade de se remodelar fisicamente a cada novo estímulo — redefine o papel do professor, que passa a atuar, ainda que indiretamente, como um mediador de conexões sinápticas.

O grande entrave para a educação contemporânea, contudo, reside na disputa pela atenção. Em uma era de estímulos dopaminérgicos constantes, promovidos pela arquitetura das redes sociais, o ambiente escolar muitas vezes parece "lento" ou "desinteressante" para o sistema límbico dos estudantes. O erro comum tem sido tentar acelerar o ensino para competir com o digital, quando a ciência aponta para o caminho inverso: o aprendizado profundo exige pausa, repetição estratégica e, primordialmente, uma carga emocional significativa. Sem o engajamento do sistema emocional, a informação dificilmente atravessa a barreira da memória de curto prazo para se consolidar no neocórtex.

Portanto, a escola do século XXI não precisa de mais conteúdos, mas de uma gestão mais inteligente da arquitetura cerebral. Reconhecer que cada aluno possui um ritmo biológico e que o estresse crônico é o maior inibidor da neuroplasticidade é o primeiro passo para uma prática docente verdadeiramente inclusiva. Ensinar sem considerar como o cérebro funciona é como tentar projetar uma luva sem nunca ter visto uma mão. 

Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins pedagógicos.
O autor descreve o ambiente escolar como "lento" ou "desinteressante" (2º parágrafo). De acordo com a lógica argumentativa do texto, essa percepção é uma consequência direta:
Alternativas
Q3928597 Pedagogia
A Biologia do Aprender: Neurociência e o Resgate da Atenção no Chão da Escola

Historicamente, a pedagogia e a biologia caminharam por trilhas paralelas, raramente se cruzando no cotidiano das salas de aula. No entanto, o avanço da neurociência cognitiva nas últimas décadas rompeu esse isolamento, revelando que a aprendizagem não é apenas um fenômeno social ou psicopedagógico, mas um evento fisiológico complexo. Compreender que o cérebro possui uma "plasticidade" inerente — a capacidade de se remodelar fisicamente a cada novo estímulo — redefine o papel do professor, que passa a atuar, ainda que indiretamente, como um mediador de conexões sinápticas.

O grande entrave para a educação contemporânea, contudo, reside na disputa pela atenção. Em uma era de estímulos dopaminérgicos constantes, promovidos pela arquitetura das redes sociais, o ambiente escolar muitas vezes parece "lento" ou "desinteressante" para o sistema límbico dos estudantes. O erro comum tem sido tentar acelerar o ensino para competir com o digital, quando a ciência aponta para o caminho inverso: o aprendizado profundo exige pausa, repetição estratégica e, primordialmente, uma carga emocional significativa. Sem o engajamento do sistema emocional, a informação dificilmente atravessa a barreira da memória de curto prazo para se consolidar no neocórtex.

Portanto, a escola do século XXI não precisa de mais conteúdos, mas de uma gestão mais inteligente da arquitetura cerebral. Reconhecer que cada aluno possui um ritmo biológico e que o estresse crônico é o maior inibidor da neuroplasticidade é o primeiro passo para uma prática docente verdadeiramente inclusiva. Ensinar sem considerar como o cérebro funciona é como tentar projetar uma luva sem nunca ter visto uma mão. 

Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins pedagógicos.
A partir da leitura do primeiro parágrafo, depreende-se que a integração entre a neurociência cognitiva e a pedagogia resultou em uma mudança paradigmática que:
Alternativas
Q3927815 Geografia
“A cidade é o espago, onde o homem reproduz o capital, para satisfazer suas necessidades como o consumo, lazer, moradia, trabalho. A cidade representa trabalho materializado. E também um campo de lutas de classe e de movimentos sociais e de divisão social. Na cidade fundem-se diferentes os interesses: do capital, a ação do Estado e os interesses dos moradores na luta pelo direito à cidade, é nesse sentido, que aparecem as relações contraditórias no espaço urbano, podendo causar profundos conflitos”. 
(Clenes; Cantoso; Dourado, 2010, p. 573. O processo de urbanização brasileira. Disponível em https://seer.pcgoias.edu.br/index.php/estudos/article/view/1753/1099).

Com relação ao processo de urbanização brasileiro é (seu aspecto geral) correto afirmar: 
Alternativas
Q3927814 Geografia
No ano de 2025 o Governo do Estado do Ceará, através da Secretária de Meio Ambiente e Mudança do Clima (SEMA) lançou, em três volumes (Volume 1 — Mamíferos / Volume 2 — Répteis e Anfíbios / Volume 3 — Aves), o “Livro Vermelho dos Animais Ameaçados de Extinção do Ceará”. As espécies foram classificadas em: Extinta (EX); Extinta na natureza (EW); Criticamente em Perigo (CR); Em Perigo (EN); Vulnerável (VU); Quase Ameaçada (NT); Dados Deficientes (DD); Pouco Preocupante (LC); Não Aplicável (NA); e Não Avaliado (NE). 

Com relação as espécies da fauna cearense que ocorrem na região do cariri é correto afirmar, considerando as categorias acima elencadas, que: 
Alternativas
Q3927813 Direito Urbanístico
“Classicamente, o Direito à Cidade, enquanto ramo jurídico, é pensado por Lefebvre (1968) enquanto possibilidade de retorno à vida urbana, ceifada pelo sistema capitalista. No Brasil, a Constituição Federal de 1988 traz nos artigos 182 e 183 um capítulo específico relacionado à Política Urbana, a qual objetiva ordenar o pleno desenvolvimento das funções sociais da cidade e garantir o bem-estar de seus habitantes. [...] Refere-se ao direito à cidade sustentável, sobretudo em face dos sujeitos em vulnerabilidade socioeconômica e ambiental. Esse contexto é evidenciado nos bairros Alto da Penha e Mutirão, em Crato-CE, localidades frequentemente invisibilizadas no atendimento das necessidades urbanas que afirmam o Direito à Cidade”. 
(Siva et. al., 2023, p.1. A invisibilidade do urbano:  olhares para a efetivação do direito à cidade nos bairros Mutirão e Alto da Penha, Crato - ce. Disponível em https://siseventos.urca.br/assets/pdf/sub_trabalhos/494-1248-16286-287-ve-2023-11-18-12-39-46, d.

O retrato traçado pelo texto acima, quando discute o Direito à Cidade, tendo como referência os bairros do Mutirão e Alto da Penha no município do Crato refletem, diretamente: 
Alternativas
Q3927812 Geografia
“Entre os problemas enfrentados com os impactos causados pela obra do Cinturão das Águas do Ceará (CAC) no distrito de Baixio das Palmeiras, Crato, estão incluídas a preocupação com poeira, explosões e insegurança devido à intensa movimentação de máquinas. A população, composta por comunidades tradicionais, povos originários e assentados, denuncia que esses impactos afetam a saúde, a rotina e a segurança, com relatos de fragmentos de rochas atingindo casas. Há também preocupações com a possível perda de terras agrícolas, exploração de sítios arqueológicos e paleontológicos, danos ambientais a flora e fauna, e insegurança para animais e pessoas com a movimentação da obra, levando a comunidade a pedir compensações ambientais e a discutir medidas para minimizar os efeitos negativos, como o desvio do canal ou a implementação de sifões”. 
(REDEGN, 2025, Obra Cinturão das águas Rio São Francisco:  moradores reclamam de impactos ambientais no Baixo das Palmeiras e Ponta da Serra, no Crato. Disponível em https://www.redegn.com.br/index.php?sessao=noticia&cod_noticia=209888).

Historicamente, as grandes obras hídricas geram impactos gigantescos para a população residente. No que tange a essa temática de maneira geral e às obras do CAC de maneira específica, assinale a opção correta: 
Alternativas
Q3927811 Geografia
“Quando Zé Maria foi morto com 25 tiros, no dia 21 de abril de 2010, ele tinha 44 anos e já era considerado a liderança mais destacada na luta contra a prática de pulverização aérea de agrotóxicos no perímetro agrícola da Chapada do Apodi. Ele também era um dos principais defensores da redistribuição de terras do chamado Perímetro Irrigado do Jaguaribe-Apodi, uma área pertencente ao Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs) e disputada por pequenos e grandes produtores rurais da região. O assassinato do ambientalista aconteceu em uma estrada erma, entre bananais, no município de Limoeiro do Norte, na regido da Chapada do Apodi, interior do Ceará na divisa com o Rio Grande do Norte”.

O texto acima faz referência direta: 
Alternativas
Q3927809 Geografia
“[..] também chamada Floresta com Araucária, Mata de Pinhais ou Mata de Araucária, recobria originalmente 40.807km2 de Santa Catarina ou 42,5% da vegetação original do Estado, constituindo, assim, sua principal tipologia florestal. É caracterizada pelo predomínio da Araucária angustifolia, popularmente conhecida como pinheiro-brasileiro ou pinheiro do-paraná, que chega a responder por mais de 40% dos indivíduos arbóreos existentes nesse ecossistema.” 
(Medeiros et. al., 2004, p. 9. Disponível em https://apremavi.org.br/wp-content/uploads/2019/10/Livro_Floresta-com-Araucaria.pdf)

O bioma das araucárias pode ser caracterizado como uma: 
Alternativas
Q3927807 Geografia
O principal sistema atmosférico responsável pelas chuvas ao longo dos meses mais chuvosos (fevereiro a abril) de Assaré é (são) a(os): 
Alternativas
Q3927806 Geografia
 O município de Assaré faz parte da Bacia Hidrográfica do(s): 
Alternativas
Q3927805 Geologia
“Além da diversidade de fósseis existentes na Formação Santana, que abrange centenas de espécies extintas de artrópodes Figura 8. Nódulo carbonático imerso em margas da Formação Santana, Membro Romualdo. Em nódulos como este são geralmente encontradas inclusões fossilíferas. (especialmente insetos), peixes, anfíbios, répteis (Dino sauria, Crocodyliformes, Squamata, Chelonia, Ptero sauria), vegetais (angiospermas e gimnospermas), há condições excepcionais de preservação, que possibilitaram a fossilização de aspectos anatômicos detalhados, incluindo a existência de tecidos que facilmente são degradados (Martill et al. 2007). O termo Lagerstätten, dado a tais concentrações de fósseis de conservação extraordinária, é perfeitamente aplicado à Formação Santana”.
(Carvalho; Freitas; Neumann, 2012, p. 523:  Geologia do Brasil. Disponível em https://igeo.u frj.br/inc/ise/1/1_59d.pdf)

O texto acima faz referência aos fósseis presentes: 
Alternativas
Q3927803 Geografia
“Esse trabalho busca refletir sobre o espaço urbano-metropolitano cearense. Trata-se de um espaço complexo, formado por três arranjos institucionais: a Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), a Região Metropolitana do Cariri (RMCariri) e a Região Metropolitana de Sobral (RMS). Destacamos inicialmente que este não é um estudo comparativo entre as três RMs, uma vez que, buscamos compreender as recentes transformações provocadas pelo processo de globalização, sem perder de vista as suas singularidades. Percebe-se que os arranjos supracitados possuem linhas de diferenciação no que se refere a contingente populacional, economia e concentração de oferta de serviços. Contudo, possuem os maiores centros urbanos do Estado, exercendo forte centralidade, com destaque na rede urbana cearense”.
(Castro; Holanda, 2018, p. 106. Espaço Metropolitano cearense: breves considerações. Disponível em https://dialnet.unirio ja.es/descarga/articulo/6567061. pdf)


Com relação aos “arranjos institucionais” regiões metropolitanas em seus aspectos gerais e aos “arranjos institucionais” metropolitanos cearenses, é correto afirmar: 
Alternativas
Respostas
3261: B
3262: B
3263: C
3264: A
3265: D
3266: B
3267: C
3268: B
3269: A
3270: D
3271: B
3272: A
3273: E
3274: B
3275: A
3276: C
3277: E
3278: D
3279: D
3280: A