Questões de Concurso Comentadas para fiscal ambiental

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Q3404986 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão 


  •                                        Pesquisa mede emissão de óxido nitroso na Amazônia e no Pantanal 


       Com experimentos realizados em campo e em laboratório, pesquisa do Instituto de Química da Universidade Federal Fluminense (UFF) avalia a variação de emissão de óxido nitroso (N2O) na Amazônia e no Pantanal. O óxido nitroso é capaz de agravar a destruição da camada de ozônio e sua principal forma de emissão nos dois biomas brasileiros é pelo solo de áreas alagadas.

      De acordo com o último relatório da Convenção-Quadro da Organização das Nações Unidas sobre Mudança Climática (UNFCCC), a temperatura do planeta pode aumentar até 2,6ºC até o fim do século. Na Amazônia, a diminuição do nível de chuva nos períodos de estiagem, somada ao avanço do desmatamento, pode levar à ampliação da seca em algumas áreas, enquanto o aumento das chuvas em outras regiões da floresta pode provocar o alagamento de locais nunca antes alagados.

       Esses eventos são intensificados pelo efeito estufa, um fenômeno natural que impossibilita a vida na Terra já que gases presentes na atmosfera, chamados de gases do efeito estufa (GEE), passam a reter parte da radiação emitida pelo Sol. Entre esses gases está o óxido nitroso, capaz de agravar a destruição da camada de ozônio, uma camada de proteção da atmosfera.

       Gabriela Cugler, doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Geociências (Geoquímica) da UFF, explica que a agricultura e as indústrias são grandes fontes de produção do gás, mas que existe uma lacuna de informações ao tentar entender qual o impacto das emissões de N2O pelas florestas naturais. “Seja uma floresta tropical ou temperada, onde elas se encaixam dentro desse cenário?”, questiona.

       O estudo destrincha como a produção de N2O funciona em diferentes cenários do bioma amazônico, considerando a presença ou não de água e de árvores, em quatro trabalhos: dois de campo, na Amazônia e no Pantanal, para avaliar o que acontece com o ambiente com o aumento ou diminuição do nível de água, e dois experimentos em laboratório apenas na Amazônia, buscando entender o impacto desses eventos extremos de seca ou alagamento.

       “As plantas amazônicas, além de metano, que é um gás do efeito estufa, emitem também o N2O que é um outro gás de efeito estufa”, explicou Alex Enrich Prast, orientador da pesquisa. “Historicamente, as áreas amazônicas já emitiam esse gás do efeito estufa, mas existia um equilíbrio na natureza e no planeta onde os trópicos emitiam mais metano ou mais óxido nitroso e isso ajudava a manter a temperatura da Terra numa temperatura aceitável. No que o homem passa a emitir pelas atividades antrópicas mais metano e mais N2O com mais agricultura e fertilizantes, como consequência disso, emitem mais N2O. É importante acompanhar as emissões naturais”, detalhou.

       “O óxido nitroso é 310 vezes mais potente na retenção de calor do que o CO2 [gás carbônico] e o tempo que ele fica na atmosfera é maior que o CO2. O N2O aumenta os efeitos da mudança do clima, isso já está bem estabelecida na literatura”, disse Gabriela.


(Fonte: Adaptado. Agência Brasil, porwww.romanews.com.br/sustentabilidade/pesquisa-mede-emissao-de-oxido-nitroso-na-amazonia-e-no-pantanal/ Acesso em 02/01/2024.)


A partir do excerto: “Na Amazônia, a diminuição do nível de chuva nos períodos de estiagem, somada ao avanço do desmatamento, pode levar à ampliação da seca em algumas áreas, enquanto o aumento das chuvas em outras regiões da floresta pode provocar o alagamento de locais nunca antes alagados.” Segundo a análise sintática, qual a classificação da palavra destacada? 
Alternativas
Q3404985 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão 


  •                                        Pesquisa mede emissão de óxido nitroso na Amazônia e no Pantanal 


       Com experimentos realizados em campo e em laboratório, pesquisa do Instituto de Química da Universidade Federal Fluminense (UFF) avalia a variação de emissão de óxido nitroso (N2O) na Amazônia e no Pantanal. O óxido nitroso é capaz de agravar a destruição da camada de ozônio e sua principal forma de emissão nos dois biomas brasileiros é pelo solo de áreas alagadas.

      De acordo com o último relatório da Convenção-Quadro da Organização das Nações Unidas sobre Mudança Climática (UNFCCC), a temperatura do planeta pode aumentar até 2,6ºC até o fim do século. Na Amazônia, a diminuição do nível de chuva nos períodos de estiagem, somada ao avanço do desmatamento, pode levar à ampliação da seca em algumas áreas, enquanto o aumento das chuvas em outras regiões da floresta pode provocar o alagamento de locais nunca antes alagados.

       Esses eventos são intensificados pelo efeito estufa, um fenômeno natural que impossibilita a vida na Terra já que gases presentes na atmosfera, chamados de gases do efeito estufa (GEE), passam a reter parte da radiação emitida pelo Sol. Entre esses gases está o óxido nitroso, capaz de agravar a destruição da camada de ozônio, uma camada de proteção da atmosfera.

       Gabriela Cugler, doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Geociências (Geoquímica) da UFF, explica que a agricultura e as indústrias são grandes fontes de produção do gás, mas que existe uma lacuna de informações ao tentar entender qual o impacto das emissões de N2O pelas florestas naturais. “Seja uma floresta tropical ou temperada, onde elas se encaixam dentro desse cenário?”, questiona.

       O estudo destrincha como a produção de N2O funciona em diferentes cenários do bioma amazônico, considerando a presença ou não de água e de árvores, em quatro trabalhos: dois de campo, na Amazônia e no Pantanal, para avaliar o que acontece com o ambiente com o aumento ou diminuição do nível de água, e dois experimentos em laboratório apenas na Amazônia, buscando entender o impacto desses eventos extremos de seca ou alagamento.

       “As plantas amazônicas, além de metano, que é um gás do efeito estufa, emitem também o N2O que é um outro gás de efeito estufa”, explicou Alex Enrich Prast, orientador da pesquisa. “Historicamente, as áreas amazônicas já emitiam esse gás do efeito estufa, mas existia um equilíbrio na natureza e no planeta onde os trópicos emitiam mais metano ou mais óxido nitroso e isso ajudava a manter a temperatura da Terra numa temperatura aceitável. No que o homem passa a emitir pelas atividades antrópicas mais metano e mais N2O com mais agricultura e fertilizantes, como consequência disso, emitem mais N2O. É importante acompanhar as emissões naturais”, detalhou.

       “O óxido nitroso é 310 vezes mais potente na retenção de calor do que o CO2 [gás carbônico] e o tempo que ele fica na atmosfera é maior que o CO2. O N2O aumenta os efeitos da mudança do clima, isso já está bem estabelecida na literatura”, disse Gabriela.


(Fonte: Adaptado. Agência Brasil, porwww.romanews.com.br/sustentabilidade/pesquisa-mede-emissao-de-oxido-nitroso-na-amazonia-e-no-pantanal/ Acesso em 02/01/2024.)


Sobre a coerência global do texto, pode-se concluir que: 
Alternativas
Q3404984 Meio Ambiente

Leia o texto abaixo para responder à questão 


  •                                        Pesquisa mede emissão de óxido nitroso na Amazônia e no Pantanal 


       Com experimentos realizados em campo e em laboratório, pesquisa do Instituto de Química da Universidade Federal Fluminense (UFF) avalia a variação de emissão de óxido nitroso (N2O) na Amazônia e no Pantanal. O óxido nitroso é capaz de agravar a destruição da camada de ozônio e sua principal forma de emissão nos dois biomas brasileiros é pelo solo de áreas alagadas.

      De acordo com o último relatório da Convenção-Quadro da Organização das Nações Unidas sobre Mudança Climática (UNFCCC), a temperatura do planeta pode aumentar até 2,6ºC até o fim do século. Na Amazônia, a diminuição do nível de chuva nos períodos de estiagem, somada ao avanço do desmatamento, pode levar à ampliação da seca em algumas áreas, enquanto o aumento das chuvas em outras regiões da floresta pode provocar o alagamento de locais nunca antes alagados.

       Esses eventos são intensificados pelo efeito estufa, um fenômeno natural que impossibilita a vida na Terra já que gases presentes na atmosfera, chamados de gases do efeito estufa (GEE), passam a reter parte da radiação emitida pelo Sol. Entre esses gases está o óxido nitroso, capaz de agravar a destruição da camada de ozônio, uma camada de proteção da atmosfera.

       Gabriela Cugler, doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Geociências (Geoquímica) da UFF, explica que a agricultura e as indústrias são grandes fontes de produção do gás, mas que existe uma lacuna de informações ao tentar entender qual o impacto das emissões de N2O pelas florestas naturais. “Seja uma floresta tropical ou temperada, onde elas se encaixam dentro desse cenário?”, questiona.

       O estudo destrincha como a produção de N2O funciona em diferentes cenários do bioma amazônico, considerando a presença ou não de água e de árvores, em quatro trabalhos: dois de campo, na Amazônia e no Pantanal, para avaliar o que acontece com o ambiente com o aumento ou diminuição do nível de água, e dois experimentos em laboratório apenas na Amazônia, buscando entender o impacto desses eventos extremos de seca ou alagamento.

       “As plantas amazônicas, além de metano, que é um gás do efeito estufa, emitem também o N2O que é um outro gás de efeito estufa”, explicou Alex Enrich Prast, orientador da pesquisa. “Historicamente, as áreas amazônicas já emitiam esse gás do efeito estufa, mas existia um equilíbrio na natureza e no planeta onde os trópicos emitiam mais metano ou mais óxido nitroso e isso ajudava a manter a temperatura da Terra numa temperatura aceitável. No que o homem passa a emitir pelas atividades antrópicas mais metano e mais N2O com mais agricultura e fertilizantes, como consequência disso, emitem mais N2O. É importante acompanhar as emissões naturais”, detalhou.

       “O óxido nitroso é 310 vezes mais potente na retenção de calor do que o CO2 [gás carbônico] e o tempo que ele fica na atmosfera é maior que o CO2. O N2O aumenta os efeitos da mudança do clima, isso já está bem estabelecida na literatura”, disse Gabriela.


(Fonte: Adaptado. Agência Brasil, porwww.romanews.com.br/sustentabilidade/pesquisa-mede-emissao-de-oxido-nitroso-na-amazonia-e-no-pantanal/ Acesso em 02/01/2024.)


A partir da pesquisa do Instituto de Química da Universidade Federal Fluminense (UFF) e sua atuação, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.




I. O estudo mencionado no texto abrange tanto experimentos em campo quanto experimentos em laboratório para compreender a produção de N2O nos diferentes cenários do bioma amazônico.


PORQUE


II. A pesquisa destaca a importância de considerar a presença ou ausência de água e árvores nos experimentos, bem como a realização de dois tipos distintos de trabalhos: de campo, na Amazônia e no Pantanal, e experimentos em laboratório apenas na Amazônia.

Alternativas
Q3404983 Português

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  •                                        Pesquisa mede emissão de óxido nitroso na Amazônia e no Pantanal 


       Com experimentos realizados em campo e em laboratório, pesquisa do Instituto de Química da Universidade Federal Fluminense (UFF) avalia a variação de emissão de óxido nitroso (N2O) na Amazônia e no Pantanal. O óxido nitroso é capaz de agravar a destruição da camada de ozônio e sua principal forma de emissão nos dois biomas brasileiros é pelo solo de áreas alagadas.

      De acordo com o último relatório da Convenção-Quadro da Organização das Nações Unidas sobre Mudança Climática (UNFCCC), a temperatura do planeta pode aumentar até 2,6ºC até o fim do século. Na Amazônia, a diminuição do nível de chuva nos períodos de estiagem, somada ao avanço do desmatamento, pode levar à ampliação da seca em algumas áreas, enquanto o aumento das chuvas em outras regiões da floresta pode provocar o alagamento de locais nunca antes alagados.

       Esses eventos são intensificados pelo efeito estufa, um fenômeno natural que impossibilita a vida na Terra já que gases presentes na atmosfera, chamados de gases do efeito estufa (GEE), passam a reter parte da radiação emitida pelo Sol. Entre esses gases está o óxido nitroso, capaz de agravar a destruição da camada de ozônio, uma camada de proteção da atmosfera.

       Gabriela Cugler, doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Geociências (Geoquímica) da UFF, explica que a agricultura e as indústrias são grandes fontes de produção do gás, mas que existe uma lacuna de informações ao tentar entender qual o impacto das emissões de N2O pelas florestas naturais. “Seja uma floresta tropical ou temperada, onde elas se encaixam dentro desse cenário?”, questiona.

       O estudo destrincha como a produção de N2O funciona em diferentes cenários do bioma amazônico, considerando a presença ou não de água e de árvores, em quatro trabalhos: dois de campo, na Amazônia e no Pantanal, para avaliar o que acontece com o ambiente com o aumento ou diminuição do nível de água, e dois experimentos em laboratório apenas na Amazônia, buscando entender o impacto desses eventos extremos de seca ou alagamento.

       “As plantas amazônicas, além de metano, que é um gás do efeito estufa, emitem também o N2O que é um outro gás de efeito estufa”, explicou Alex Enrich Prast, orientador da pesquisa. “Historicamente, as áreas amazônicas já emitiam esse gás do efeito estufa, mas existia um equilíbrio na natureza e no planeta onde os trópicos emitiam mais metano ou mais óxido nitroso e isso ajudava a manter a temperatura da Terra numa temperatura aceitável. No que o homem passa a emitir pelas atividades antrópicas mais metano e mais N2O com mais agricultura e fertilizantes, como consequência disso, emitem mais N2O. É importante acompanhar as emissões naturais”, detalhou.

       “O óxido nitroso é 310 vezes mais potente na retenção de calor do que o CO2 [gás carbônico] e o tempo que ele fica na atmosfera é maior que o CO2. O N2O aumenta os efeitos da mudança do clima, isso já está bem estabelecida na literatura”, disse Gabriela.


(Fonte: Adaptado. Agência Brasil, porwww.romanews.com.br/sustentabilidade/pesquisa-mede-emissao-de-oxido-nitroso-na-amazonia-e-no-pantanal/ Acesso em 02/01/2024.)


Qual vocábulo sinonímico é adequado para a palavra destacada no excerto a seguir, conforme coesão e coerências da pragmática linguística? “O estudo destrincha como a produção de N2O funciona em diferentes cenários do bioma amazônico.”. 
Alternativas
Q3404982 Português

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  •                                        Pesquisa mede emissão de óxido nitroso na Amazônia e no Pantanal 


       Com experimentos realizados em campo e em laboratório, pesquisa do Instituto de Química da Universidade Federal Fluminense (UFF) avalia a variação de emissão de óxido nitroso (N2O) na Amazônia e no Pantanal. O óxido nitroso é capaz de agravar a destruição da camada de ozônio e sua principal forma de emissão nos dois biomas brasileiros é pelo solo de áreas alagadas.

      De acordo com o último relatório da Convenção-Quadro da Organização das Nações Unidas sobre Mudança Climática (UNFCCC), a temperatura do planeta pode aumentar até 2,6ºC até o fim do século. Na Amazônia, a diminuição do nível de chuva nos períodos de estiagem, somada ao avanço do desmatamento, pode levar à ampliação da seca em algumas áreas, enquanto o aumento das chuvas em outras regiões da floresta pode provocar o alagamento de locais nunca antes alagados.

       Esses eventos são intensificados pelo efeito estufa, um fenômeno natural que impossibilita a vida na Terra já que gases presentes na atmosfera, chamados de gases do efeito estufa (GEE), passam a reter parte da radiação emitida pelo Sol. Entre esses gases está o óxido nitroso, capaz de agravar a destruição da camada de ozônio, uma camada de proteção da atmosfera.

       Gabriela Cugler, doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Geociências (Geoquímica) da UFF, explica que a agricultura e as indústrias são grandes fontes de produção do gás, mas que existe uma lacuna de informações ao tentar entender qual o impacto das emissões de N2O pelas florestas naturais. “Seja uma floresta tropical ou temperada, onde elas se encaixam dentro desse cenário?”, questiona.

       O estudo destrincha como a produção de N2O funciona em diferentes cenários do bioma amazônico, considerando a presença ou não de água e de árvores, em quatro trabalhos: dois de campo, na Amazônia e no Pantanal, para avaliar o que acontece com o ambiente com o aumento ou diminuição do nível de água, e dois experimentos em laboratório apenas na Amazônia, buscando entender o impacto desses eventos extremos de seca ou alagamento.

       “As plantas amazônicas, além de metano, que é um gás do efeito estufa, emitem também o N2O que é um outro gás de efeito estufa”, explicou Alex Enrich Prast, orientador da pesquisa. “Historicamente, as áreas amazônicas já emitiam esse gás do efeito estufa, mas existia um equilíbrio na natureza e no planeta onde os trópicos emitiam mais metano ou mais óxido nitroso e isso ajudava a manter a temperatura da Terra numa temperatura aceitável. No que o homem passa a emitir pelas atividades antrópicas mais metano e mais N2O com mais agricultura e fertilizantes, como consequência disso, emitem mais N2O. É importante acompanhar as emissões naturais”, detalhou.

       “O óxido nitroso é 310 vezes mais potente na retenção de calor do que o CO2 [gás carbônico] e o tempo que ele fica na atmosfera é maior que o CO2. O N2O aumenta os efeitos da mudança do clima, isso já está bem estabelecida na literatura”, disse Gabriela.


(Fonte: Adaptado. Agência Brasil, porwww.romanews.com.br/sustentabilidade/pesquisa-mede-emissao-de-oxido-nitroso-na-amazonia-e-no-pantanal/ Acesso em 02/01/2024.)


Qual alternativa abaixo melhor exemplifica o uso adequado da pontuação no trecho fornecido?
Alternativas
Q3404981 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão 


  •                                        Pesquisa mede emissão de óxido nitroso na Amazônia e no Pantanal 


       Com experimentos realizados em campo e em laboratório, pesquisa do Instituto de Química da Universidade Federal Fluminense (UFF) avalia a variação de emissão de óxido nitroso (N2O) na Amazônia e no Pantanal. O óxido nitroso é capaz de agravar a destruição da camada de ozônio e sua principal forma de emissão nos dois biomas brasileiros é pelo solo de áreas alagadas.

      De acordo com o último relatório da Convenção-Quadro da Organização das Nações Unidas sobre Mudança Climática (UNFCCC), a temperatura do planeta pode aumentar até 2,6ºC até o fim do século. Na Amazônia, a diminuição do nível de chuva nos períodos de estiagem, somada ao avanço do desmatamento, pode levar à ampliação da seca em algumas áreas, enquanto o aumento das chuvas em outras regiões da floresta pode provocar o alagamento de locais nunca antes alagados.

       Esses eventos são intensificados pelo efeito estufa, um fenômeno natural que impossibilita a vida na Terra já que gases presentes na atmosfera, chamados de gases do efeito estufa (GEE), passam a reter parte da radiação emitida pelo Sol. Entre esses gases está o óxido nitroso, capaz de agravar a destruição da camada de ozônio, uma camada de proteção da atmosfera.

       Gabriela Cugler, doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Geociências (Geoquímica) da UFF, explica que a agricultura e as indústrias são grandes fontes de produção do gás, mas que existe uma lacuna de informações ao tentar entender qual o impacto das emissões de N2O pelas florestas naturais. “Seja uma floresta tropical ou temperada, onde elas se encaixam dentro desse cenário?”, questiona.

       O estudo destrincha como a produção de N2O funciona em diferentes cenários do bioma amazônico, considerando a presença ou não de água e de árvores, em quatro trabalhos: dois de campo, na Amazônia e no Pantanal, para avaliar o que acontece com o ambiente com o aumento ou diminuição do nível de água, e dois experimentos em laboratório apenas na Amazônia, buscando entender o impacto desses eventos extremos de seca ou alagamento.

       “As plantas amazônicas, além de metano, que é um gás do efeito estufa, emitem também o N2O que é um outro gás de efeito estufa”, explicou Alex Enrich Prast, orientador da pesquisa. “Historicamente, as áreas amazônicas já emitiam esse gás do efeito estufa, mas existia um equilíbrio na natureza e no planeta onde os trópicos emitiam mais metano ou mais óxido nitroso e isso ajudava a manter a temperatura da Terra numa temperatura aceitável. No que o homem passa a emitir pelas atividades antrópicas mais metano e mais N2O com mais agricultura e fertilizantes, como consequência disso, emitem mais N2O. É importante acompanhar as emissões naturais”, detalhou.

       “O óxido nitroso é 310 vezes mais potente na retenção de calor do que o CO2 [gás carbônico] e o tempo que ele fica na atmosfera é maior que o CO2. O N2O aumenta os efeitos da mudança do clima, isso já está bem estabelecida na literatura”, disse Gabriela.


(Fonte: Adaptado. Agência Brasil, porwww.romanews.com.br/sustentabilidade/pesquisa-mede-emissao-de-oxido-nitroso-na-amazonia-e-no-pantanal/ Acesso em 02/01/2024.)


Em uma situação hipotética, em que o Instituto de Química da UFF fosse entregar o mesmo texto, reestruturado de acordo com as normas e padrão da língua portuguesa, destinado às Organizações das Nações Unidas, cumprindo o mesmo objetivo central de conteúdo, qual seria o gênero textual recomendado para tal finalidade? 
Alternativas
Q3404980 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão 


  •                                        Pesquisa mede emissão de óxido nitroso na Amazônia e no Pantanal 


       Com experimentos realizados em campo e em laboratório, pesquisa do Instituto de Química da Universidade Federal Fluminense (UFF) avalia a variação de emissão de óxido nitroso (N2O) na Amazônia e no Pantanal. O óxido nitroso é capaz de agravar a destruição da camada de ozônio e sua principal forma de emissão nos dois biomas brasileiros é pelo solo de áreas alagadas.

      De acordo com o último relatório da Convenção-Quadro da Organização das Nações Unidas sobre Mudança Climática (UNFCCC), a temperatura do planeta pode aumentar até 2,6ºC até o fim do século. Na Amazônia, a diminuição do nível de chuva nos períodos de estiagem, somada ao avanço do desmatamento, pode levar à ampliação da seca em algumas áreas, enquanto o aumento das chuvas em outras regiões da floresta pode provocar o alagamento de locais nunca antes alagados.

       Esses eventos são intensificados pelo efeito estufa, um fenômeno natural que impossibilita a vida na Terra já que gases presentes na atmosfera, chamados de gases do efeito estufa (GEE), passam a reter parte da radiação emitida pelo Sol. Entre esses gases está o óxido nitroso, capaz de agravar a destruição da camada de ozônio, uma camada de proteção da atmosfera.

       Gabriela Cugler, doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Geociências (Geoquímica) da UFF, explica que a agricultura e as indústrias são grandes fontes de produção do gás, mas que existe uma lacuna de informações ao tentar entender qual o impacto das emissões de N2O pelas florestas naturais. “Seja uma floresta tropical ou temperada, onde elas se encaixam dentro desse cenário?”, questiona.

       O estudo destrincha como a produção de N2O funciona em diferentes cenários do bioma amazônico, considerando a presença ou não de água e de árvores, em quatro trabalhos: dois de campo, na Amazônia e no Pantanal, para avaliar o que acontece com o ambiente com o aumento ou diminuição do nível de água, e dois experimentos em laboratório apenas na Amazônia, buscando entender o impacto desses eventos extremos de seca ou alagamento.

       “As plantas amazônicas, além de metano, que é um gás do efeito estufa, emitem também o N2O que é um outro gás de efeito estufa”, explicou Alex Enrich Prast, orientador da pesquisa. “Historicamente, as áreas amazônicas já emitiam esse gás do efeito estufa, mas existia um equilíbrio na natureza e no planeta onde os trópicos emitiam mais metano ou mais óxido nitroso e isso ajudava a manter a temperatura da Terra numa temperatura aceitável. No que o homem passa a emitir pelas atividades antrópicas mais metano e mais N2O com mais agricultura e fertilizantes, como consequência disso, emitem mais N2O. É importante acompanhar as emissões naturais”, detalhou.

       “O óxido nitroso é 310 vezes mais potente na retenção de calor do que o CO2 [gás carbônico] e o tempo que ele fica na atmosfera é maior que o CO2. O N2O aumenta os efeitos da mudança do clima, isso já está bem estabelecida na literatura”, disse Gabriela.


(Fonte: Adaptado. Agência Brasil, porwww.romanews.com.br/sustentabilidade/pesquisa-mede-emissao-de-oxido-nitroso-na-amazonia-e-no-pantanal/ Acesso em 02/01/2024.)


No segundo parágrafo do texto, quanto à forma sintática, encontram-se:
Alternativas
Q3404979 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão 


  •                                        Pesquisa mede emissão de óxido nitroso na Amazônia e no Pantanal 


       Com experimentos realizados em campo e em laboratório, pesquisa do Instituto de Química da Universidade Federal Fluminense (UFF) avalia a variação de emissão de óxido nitroso (N2O) na Amazônia e no Pantanal. O óxido nitroso é capaz de agravar a destruição da camada de ozônio e sua principal forma de emissão nos dois biomas brasileiros é pelo solo de áreas alagadas.

      De acordo com o último relatório da Convenção-Quadro da Organização das Nações Unidas sobre Mudança Climática (UNFCCC), a temperatura do planeta pode aumentar até 2,6ºC até o fim do século. Na Amazônia, a diminuição do nível de chuva nos períodos de estiagem, somada ao avanço do desmatamento, pode levar à ampliação da seca em algumas áreas, enquanto o aumento das chuvas em outras regiões da floresta pode provocar o alagamento de locais nunca antes alagados.

       Esses eventos são intensificados pelo efeito estufa, um fenômeno natural que impossibilita a vida na Terra já que gases presentes na atmosfera, chamados de gases do efeito estufa (GEE), passam a reter parte da radiação emitida pelo Sol. Entre esses gases está o óxido nitroso, capaz de agravar a destruição da camada de ozônio, uma camada de proteção da atmosfera.

       Gabriela Cugler, doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Geociências (Geoquímica) da UFF, explica que a agricultura e as indústrias são grandes fontes de produção do gás, mas que existe uma lacuna de informações ao tentar entender qual o impacto das emissões de N2O pelas florestas naturais. “Seja uma floresta tropical ou temperada, onde elas se encaixam dentro desse cenário?”, questiona.

       O estudo destrincha como a produção de N2O funciona em diferentes cenários do bioma amazônico, considerando a presença ou não de água e de árvores, em quatro trabalhos: dois de campo, na Amazônia e no Pantanal, para avaliar o que acontece com o ambiente com o aumento ou diminuição do nível de água, e dois experimentos em laboratório apenas na Amazônia, buscando entender o impacto desses eventos extremos de seca ou alagamento.

       “As plantas amazônicas, além de metano, que é um gás do efeito estufa, emitem também o N2O que é um outro gás de efeito estufa”, explicou Alex Enrich Prast, orientador da pesquisa. “Historicamente, as áreas amazônicas já emitiam esse gás do efeito estufa, mas existia um equilíbrio na natureza e no planeta onde os trópicos emitiam mais metano ou mais óxido nitroso e isso ajudava a manter a temperatura da Terra numa temperatura aceitável. No que o homem passa a emitir pelas atividades antrópicas mais metano e mais N2O com mais agricultura e fertilizantes, como consequência disso, emitem mais N2O. É importante acompanhar as emissões naturais”, detalhou.

       “O óxido nitroso é 310 vezes mais potente na retenção de calor do que o CO2 [gás carbônico] e o tempo que ele fica na atmosfera é maior que o CO2. O N2O aumenta os efeitos da mudança do clima, isso já está bem estabelecida na literatura”, disse Gabriela.


(Fonte: Adaptado. Agência Brasil, porwww.romanews.com.br/sustentabilidade/pesquisa-mede-emissao-de-oxido-nitroso-na-amazonia-e-no-pantanal/ Acesso em 02/01/2024.)


Considerando a temática abordada no texto sobre as emissões de óxido nitroso (N2O) na Amazônia e no Pantanal, assinale a alternativa que apresenta um trecho em que a informação sobre a intensificação dos eventos climáticos na Amazônia está diretamente relacionada ao efeito estufa e suas consequências.
Alternativas
Q3404978 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão 


  •                                        Pesquisa mede emissão de óxido nitroso na Amazônia e no Pantanal 


       Com experimentos realizados em campo e em laboratório, pesquisa do Instituto de Química da Universidade Federal Fluminense (UFF) avalia a variação de emissão de óxido nitroso (N2O) na Amazônia e no Pantanal. O óxido nitroso é capaz de agravar a destruição da camada de ozônio e sua principal forma de emissão nos dois biomas brasileiros é pelo solo de áreas alagadas.

      De acordo com o último relatório da Convenção-Quadro da Organização das Nações Unidas sobre Mudança Climática (UNFCCC), a temperatura do planeta pode aumentar até 2,6ºC até o fim do século. Na Amazônia, a diminuição do nível de chuva nos períodos de estiagem, somada ao avanço do desmatamento, pode levar à ampliação da seca em algumas áreas, enquanto o aumento das chuvas em outras regiões da floresta pode provocar o alagamento de locais nunca antes alagados.

       Esses eventos são intensificados pelo efeito estufa, um fenômeno natural que impossibilita a vida na Terra já que gases presentes na atmosfera, chamados de gases do efeito estufa (GEE), passam a reter parte da radiação emitida pelo Sol. Entre esses gases está o óxido nitroso, capaz de agravar a destruição da camada de ozônio, uma camada de proteção da atmosfera.

       Gabriela Cugler, doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Geociências (Geoquímica) da UFF, explica que a agricultura e as indústrias são grandes fontes de produção do gás, mas que existe uma lacuna de informações ao tentar entender qual o impacto das emissões de N2O pelas florestas naturais. “Seja uma floresta tropical ou temperada, onde elas se encaixam dentro desse cenário?”, questiona.

       O estudo destrincha como a produção de N2O funciona em diferentes cenários do bioma amazônico, considerando a presença ou não de água e de árvores, em quatro trabalhos: dois de campo, na Amazônia e no Pantanal, para avaliar o que acontece com o ambiente com o aumento ou diminuição do nível de água, e dois experimentos em laboratório apenas na Amazônia, buscando entender o impacto desses eventos extremos de seca ou alagamento.

       “As plantas amazônicas, além de metano, que é um gás do efeito estufa, emitem também o N2O que é um outro gás de efeito estufa”, explicou Alex Enrich Prast, orientador da pesquisa. “Historicamente, as áreas amazônicas já emitiam esse gás do efeito estufa, mas existia um equilíbrio na natureza e no planeta onde os trópicos emitiam mais metano ou mais óxido nitroso e isso ajudava a manter a temperatura da Terra numa temperatura aceitável. No que o homem passa a emitir pelas atividades antrópicas mais metano e mais N2O com mais agricultura e fertilizantes, como consequência disso, emitem mais N2O. É importante acompanhar as emissões naturais”, detalhou.

       “O óxido nitroso é 310 vezes mais potente na retenção de calor do que o CO2 [gás carbônico] e o tempo que ele fica na atmosfera é maior que o CO2. O N2O aumenta os efeitos da mudança do clima, isso já está bem estabelecida na literatura”, disse Gabriela.


(Fonte: Adaptado. Agência Brasil, porwww.romanews.com.br/sustentabilidade/pesquisa-mede-emissao-de-oxido-nitroso-na-amazonia-e-no-pantanal/ Acesso em 02/01/2024.)


O texto expositivo-argumentativo denominado “Pesquisa mede emissão de óxido nitroso na Amazônia e no Pantanal” apresenta vários trechos com discurso direto. Para isso, usa a pontuação denominada de
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Q3404977 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão 


  •                                        Pesquisa mede emissão de óxido nitroso na Amazônia e no Pantanal 


       Com experimentos realizados em campo e em laboratório, pesquisa do Instituto de Química da Universidade Federal Fluminense (UFF) avalia a variação de emissão de óxido nitroso (N2O) na Amazônia e no Pantanal. O óxido nitroso é capaz de agravar a destruição da camada de ozônio e sua principal forma de emissão nos dois biomas brasileiros é pelo solo de áreas alagadas.

      De acordo com o último relatório da Convenção-Quadro da Organização das Nações Unidas sobre Mudança Climática (UNFCCC), a temperatura do planeta pode aumentar até 2,6ºC até o fim do século. Na Amazônia, a diminuição do nível de chuva nos períodos de estiagem, somada ao avanço do desmatamento, pode levar à ampliação da seca em algumas áreas, enquanto o aumento das chuvas em outras regiões da floresta pode provocar o alagamento de locais nunca antes alagados.

       Esses eventos são intensificados pelo efeito estufa, um fenômeno natural que impossibilita a vida na Terra já que gases presentes na atmosfera, chamados de gases do efeito estufa (GEE), passam a reter parte da radiação emitida pelo Sol. Entre esses gases está o óxido nitroso, capaz de agravar a destruição da camada de ozônio, uma camada de proteção da atmosfera.

       Gabriela Cugler, doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Geociências (Geoquímica) da UFF, explica que a agricultura e as indústrias são grandes fontes de produção do gás, mas que existe uma lacuna de informações ao tentar entender qual o impacto das emissões de N2O pelas florestas naturais. “Seja uma floresta tropical ou temperada, onde elas se encaixam dentro desse cenário?”, questiona.

       O estudo destrincha como a produção de N2O funciona em diferentes cenários do bioma amazônico, considerando a presença ou não de água e de árvores, em quatro trabalhos: dois de campo, na Amazônia e no Pantanal, para avaliar o que acontece com o ambiente com o aumento ou diminuição do nível de água, e dois experimentos em laboratório apenas na Amazônia, buscando entender o impacto desses eventos extremos de seca ou alagamento.

       “As plantas amazônicas, além de metano, que é um gás do efeito estufa, emitem também o N2O que é um outro gás de efeito estufa”, explicou Alex Enrich Prast, orientador da pesquisa. “Historicamente, as áreas amazônicas já emitiam esse gás do efeito estufa, mas existia um equilíbrio na natureza e no planeta onde os trópicos emitiam mais metano ou mais óxido nitroso e isso ajudava a manter a temperatura da Terra numa temperatura aceitável. No que o homem passa a emitir pelas atividades antrópicas mais metano e mais N2O com mais agricultura e fertilizantes, como consequência disso, emitem mais N2O. É importante acompanhar as emissões naturais”, detalhou.

       “O óxido nitroso é 310 vezes mais potente na retenção de calor do que o CO2 [gás carbônico] e o tempo que ele fica na atmosfera é maior que o CO2. O N2O aumenta os efeitos da mudança do clima, isso já está bem estabelecida na literatura”, disse Gabriela.


(Fonte: Adaptado. Agência Brasil, porwww.romanews.com.br/sustentabilidade/pesquisa-mede-emissao-de-oxido-nitroso-na-amazonia-e-no-pantanal/ Acesso em 02/01/2024.)


Assinale C para CERTO ou E para ERRADO sobre os objetivos da pesquisa, realizada pelo Instituto de Química da Universidade Federal Fluminense (UFF), mencionados nos trechos:



I. Apresentar os resultados da pesquisa do Instituto de Química da UFF sobre a variação de emissão de óxido nitroso (N2O) na Amazônia e no Pantanal;


II. Discutir os impactos das emissões de óxido nitroso (N2O) nas florestas naturais, especialmente na Amazônia;


III. Expor os eventos relacionados às mudanças climáticas, agravados pela emissão de N2O.


IV. Abordar o fenômeno do efeito estufa e seu papel na retenção de gases, incluindo o óxido nitroso (N2O).



Marque a alternativa que contém a sequência correta de cima para baixo:

Alternativas
Q3394514 Noções de Informática
Acerca dos sistema de impressão, analise as afirmações abaixo:

I - Em um processador de texto (como o Microsoft Word), você pode selecionar a opção "Imprimir" no menu, configurar as opções de impressão e, em seguida, enviar o trabalho de impressão para a impressora.
II - Em um navegador da web, você pode clicar com o botão direito em uma página e selecionar "Imprimir". Isso abrirá uma janela de configurações de impressão onde você pode ajustar as opções antes de imprimir a página.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Avança SP Órgão: Prefeitura de Lorena - SP Provas: Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Enfermagem | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico Agrícola | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico de Cadastro Imobiliário | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico de Laboratório | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Enfermagem do Trabalho | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Farmácia | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Radiologia | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Informática | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Topografia | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Agente de Saneamento | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Agente de Trânsito | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Agente de Atendimento Especial | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Almoxarife | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Agente de Controle de Vetores | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Auxiliar Administrativo | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Auxiliar de Legislação | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Auxiliar de Saúde Bucal - 40H | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Auxiliar de Veterinário | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Fiscal de Meio Ambiente | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Fiscal de Obras e Posturas |
Q3394508 Português
Assinale a alternativa em que a palavra destacada pertence à classe gramatical de advérbio.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Avança SP Órgão: Prefeitura de Lorena - SP Provas: Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Enfermagem | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico Agrícola | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico de Cadastro Imobiliário | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico de Laboratório | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Enfermagem do Trabalho | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Farmácia | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Radiologia | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Informática | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Topografia | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Agente de Saneamento | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Agente de Trânsito | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Agente de Atendimento Especial | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Almoxarife | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Agente de Controle de Vetores | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Auxiliar Administrativo | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Auxiliar de Legislação | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Auxiliar de Saúde Bucal - 40H | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Auxiliar de Veterinário | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Fiscal de Meio Ambiente | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Fiscal de Obras e Posturas |
Q3394507 Português
Analise as sentenças a seguir e assinale aquela em que a palavra meio ocorre como substantivo. 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Avança SP Órgão: Prefeitura de Lorena - SP Provas: Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Enfermagem | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico Agrícola | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico de Cadastro Imobiliário | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico de Laboratório | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Enfermagem do Trabalho | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Farmácia | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Radiologia | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Informática | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Topografia | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Agente de Saneamento | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Agente de Trânsito | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Agente de Atendimento Especial | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Almoxarife | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Agente de Controle de Vetores | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Auxiliar Administrativo | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Auxiliar de Legislação | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Auxiliar de Saúde Bucal - 40H | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Auxiliar de Veterinário | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Fiscal de Meio Ambiente | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Fiscal de Obras e Posturas |
Q3394506 Português
Analise as sentenças a seguir e assinale aquela em que não ocorre desvio ortográfico.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Avança SP Órgão: Prefeitura de Lorena - SP Provas: Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Enfermagem | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico Agrícola | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico de Cadastro Imobiliário | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico de Laboratório | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Enfermagem do Trabalho | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Farmácia | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Radiologia | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Informática | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Topografia | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Agente de Saneamento | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Agente de Trânsito | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Agente de Atendimento Especial | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Almoxarife | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Agente de Controle de Vetores | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Auxiliar Administrativo | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Auxiliar de Legislação | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Auxiliar de Saúde Bucal - 40H | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Auxiliar de Veterinário | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Fiscal de Meio Ambiente | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Fiscal de Obras e Posturas |
Q3394505 Português
Assinale a alternativa em que o emprego do acento indicativo de crase está incorreto.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Avança SP Órgão: Prefeitura de Lorena - SP Provas: Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Enfermagem | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico Agrícola | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico de Cadastro Imobiliário | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico de Laboratório | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Enfermagem do Trabalho | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Farmácia | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Radiologia | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Informática | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Topografia | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Agente de Saneamento | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Agente de Trânsito | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Agente de Atendimento Especial | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Almoxarife | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Agente de Controle de Vetores | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Auxiliar Administrativo | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Auxiliar de Legislação | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Auxiliar de Saúde Bucal - 40H | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Auxiliar de Veterinário | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Fiscal de Meio Ambiente | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Fiscal de Obras e Posturas |
Q3394504 Português
Considere o excerto: “Mauro estava hirto. O rapaz tentava lidar com a notícia que acabava de receber.” Nesse contexto, o significado da palavra em destaque é o mesmo de:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Avança SP Órgão: Prefeitura de Lorena - SP Provas: Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Enfermagem | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico Agrícola | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico de Cadastro Imobiliário | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico de Laboratório | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Enfermagem do Trabalho | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Farmácia | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Radiologia | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Informática | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Topografia | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Agente de Saneamento | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Agente de Trânsito | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Agente de Atendimento Especial | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Almoxarife | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Agente de Controle de Vetores | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Auxiliar Administrativo | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Auxiliar de Legislação | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Auxiliar de Saúde Bucal - 40H | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Auxiliar de Veterinário | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Fiscal de Meio Ambiente | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Fiscal de Obras e Posturas |
Q3394503 Português
Leia o texto para responder à questão.


Megaestrutura cósmica com formato de anel desafia teorias sobre o universo

Estrutura localizada a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra, perto da constelação de Boötes, ultrapassa o limite de tamanho considerado teoricamente viável no cosmos


Astrônomos descobriram uma megaestrutura cósmica em formato de anel que desafia as teorias existentes sobre o universo. O chamado "Grande Anel no Céu" ("Big Ring on the Sky") aparece como um enorme crescente de galáxias quase simétrico e tem dimensões inimagináveis: seu diâmetro é de cerca de 1,3 bilhão de anos-luz e sua circunferência mede aproximadamente 4 bilhões de anos-luz. A descoberta foi apresentada em 10 de janeiro por Alexia Lopez, doutoranda da Universidade de Lancashire Central (UCLan), no Reino Unido, na 243ª reunião da Sociedade Astronômica Americana (AAS).

Em 2021, Lopez já havia detectado outra megaestrutura: o “Arco Gigante no Céu” (Giant Arc on the Sky). Com 3,3 bilhões de anos-luz de largura, este achado está na mesma vizinhança cosmológica do Grande Anel no Céu, que fica a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra. Ambas as megaestruturas são vistas à mesma distância, no mesmo tempo cósmico, e estão separadas em apenas 12 graus no nosso céu.


Desafio à cosmologia

Nenhuma das duas estruturas ultragrandes “é fácil de se explicar em nossa compreensão atual do universo”, segundo Lopez conta em comunicado. A cientista supôs que o Grande Anel possa estar relacionado às Oscilações Acústicas de Bárions (BAOs, na sigla em inglês). Segundo ela, esses padrões “surgem de oscilações no início do universo e hoje deveriam aparecer, pelo menos estatisticamente, como cascas esféricas na disposição das galáxias”. No entanto, sua análise do Grande Anel revelou que a estrutura não condiz com essa explicação; isso porque ela é muito grande e não é esférica. Embora lembre um anel quase perfeito, Lopez descobriu que o Grande Anel no Céu tem mais a forma de uma bobina, como um parafuso, alinhada de frente para a Terra.

Tanto o “anel” quanto o Arco Gigante no Céu desafiam o Princípio Cosmológico devido aos seus tamanhos. Este princípio assume que o universo que podemos enxergar é uma "amostra justa" do que esperamos que o restante dos cosmos seja, segundo explica a pesquisadora. “Esperamos que a matéria seja distribuída uniformemente em todo o espaço quando vemos o universo em grande escala, então não deveria haver irregularidades perceptíveis acima de um certo tamanho”, conta Lopez. O limite teórico atual de tamanho estimado por cientistas é de 1,2 bilhão de anos-luz. Mas o Arco Gigante é quase três vezes maior que isso e a circunferência do Grande Anel é comparável ao comprimento do arco. Como as duas estruturas ultragrandes estão muito próximas uma da outra, é possível que elas formem juntas um sistema cosmológico ainda mais extraordinário, conforme a pesquisadora.


Revista Galileu. Adaptado. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/espaco/ noticia/2024/01/megaestrutura-cosmica-comformato-de-anel-desafia-teorias-sobre-ouniverso.ghtml
Analise as palavras apresentadas a seguir, que ocorrem no texto, quanto aos elementos mórficos que as constituem. Assinale aquela que apresenta um sufixo derivacional formador de advérbios de modo na língua portuguesa.  
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Avança SP Órgão: Prefeitura de Lorena - SP Provas: Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Enfermagem | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico Agrícola | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico de Cadastro Imobiliário | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico de Laboratório | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Enfermagem do Trabalho | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Farmácia | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Radiologia | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Informática | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Topografia | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Agente de Saneamento | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Agente de Trânsito | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Agente de Atendimento Especial | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Almoxarife | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Agente de Controle de Vetores | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Auxiliar Administrativo | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Auxiliar de Legislação | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Auxiliar de Saúde Bucal - 40H | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Auxiliar de Veterinário | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Fiscal de Meio Ambiente | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Fiscal de Obras e Posturas |
Q3394502 Português
Leia o texto para responder à questão.


Megaestrutura cósmica com formato de anel desafia teorias sobre o universo

Estrutura localizada a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra, perto da constelação de Boötes, ultrapassa o limite de tamanho considerado teoricamente viável no cosmos


Astrônomos descobriram uma megaestrutura cósmica em formato de anel que desafia as teorias existentes sobre o universo. O chamado "Grande Anel no Céu" ("Big Ring on the Sky") aparece como um enorme crescente de galáxias quase simétrico e tem dimensões inimagináveis: seu diâmetro é de cerca de 1,3 bilhão de anos-luz e sua circunferência mede aproximadamente 4 bilhões de anos-luz. A descoberta foi apresentada em 10 de janeiro por Alexia Lopez, doutoranda da Universidade de Lancashire Central (UCLan), no Reino Unido, na 243ª reunião da Sociedade Astronômica Americana (AAS).

Em 2021, Lopez já havia detectado outra megaestrutura: o “Arco Gigante no Céu” (Giant Arc on the Sky). Com 3,3 bilhões de anos-luz de largura, este achado está na mesma vizinhança cosmológica do Grande Anel no Céu, que fica a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra. Ambas as megaestruturas são vistas à mesma distância, no mesmo tempo cósmico, e estão separadas em apenas 12 graus no nosso céu.


Desafio à cosmologia

Nenhuma das duas estruturas ultragrandes “é fácil de se explicar em nossa compreensão atual do universo”, segundo Lopez conta em comunicado. A cientista supôs que o Grande Anel possa estar relacionado às Oscilações Acústicas de Bárions (BAOs, na sigla em inglês). Segundo ela, esses padrões “surgem de oscilações no início do universo e hoje deveriam aparecer, pelo menos estatisticamente, como cascas esféricas na disposição das galáxias”. No entanto, sua análise do Grande Anel revelou que a estrutura não condiz com essa explicação; isso porque ela é muito grande e não é esférica. Embora lembre um anel quase perfeito, Lopez descobriu que o Grande Anel no Céu tem mais a forma de uma bobina, como um parafuso, alinhada de frente para a Terra.

Tanto o “anel” quanto o Arco Gigante no Céu desafiam o Princípio Cosmológico devido aos seus tamanhos. Este princípio assume que o universo que podemos enxergar é uma "amostra justa" do que esperamos que o restante dos cosmos seja, segundo explica a pesquisadora. “Esperamos que a matéria seja distribuída uniformemente em todo o espaço quando vemos o universo em grande escala, então não deveria haver irregularidades perceptíveis acima de um certo tamanho”, conta Lopez. O limite teórico atual de tamanho estimado por cientistas é de 1,2 bilhão de anos-luz. Mas o Arco Gigante é quase três vezes maior que isso e a circunferência do Grande Anel é comparável ao comprimento do arco. Como as duas estruturas ultragrandes estão muito próximas uma da outra, é possível que elas formem juntas um sistema cosmológico ainda mais extraordinário, conforme a pesquisadora.


Revista Galileu. Adaptado. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/espaco/ noticia/2024/01/megaestrutura-cosmica-comformato-de-anel-desafia-teorias-sobre-ouniverso.ghtml
Considere o excerto: “Estrutura localizada a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra, perto da constelação de Boötes, ultrapassa o limite de tamanho considerado teoricamente viável no cosmos”. No contexto dado, o termo regido pelo verbo “ultrapassa” é:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Avança SP Órgão: Prefeitura de Lorena - SP Provas: Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Enfermagem | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico Agrícola | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico de Cadastro Imobiliário | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico de Laboratório | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Enfermagem do Trabalho | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Farmácia | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Radiologia | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Informática | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Topografia | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Agente de Saneamento | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Agente de Trânsito | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Agente de Atendimento Especial | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Almoxarife | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Agente de Controle de Vetores | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Auxiliar Administrativo | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Auxiliar de Legislação | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Auxiliar de Saúde Bucal - 40H | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Auxiliar de Veterinário | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Fiscal de Meio Ambiente | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Fiscal de Obras e Posturas |
Q3394501 Português
Leia o texto para responder à questão.


Megaestrutura cósmica com formato de anel desafia teorias sobre o universo

Estrutura localizada a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra, perto da constelação de Boötes, ultrapassa o limite de tamanho considerado teoricamente viável no cosmos


Astrônomos descobriram uma megaestrutura cósmica em formato de anel que desafia as teorias existentes sobre o universo. O chamado "Grande Anel no Céu" ("Big Ring on the Sky") aparece como um enorme crescente de galáxias quase simétrico e tem dimensões inimagináveis: seu diâmetro é de cerca de 1,3 bilhão de anos-luz e sua circunferência mede aproximadamente 4 bilhões de anos-luz. A descoberta foi apresentada em 10 de janeiro por Alexia Lopez, doutoranda da Universidade de Lancashire Central (UCLan), no Reino Unido, na 243ª reunião da Sociedade Astronômica Americana (AAS).

Em 2021, Lopez já havia detectado outra megaestrutura: o “Arco Gigante no Céu” (Giant Arc on the Sky). Com 3,3 bilhões de anos-luz de largura, este achado está na mesma vizinhança cosmológica do Grande Anel no Céu, que fica a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra. Ambas as megaestruturas são vistas à mesma distância, no mesmo tempo cósmico, e estão separadas em apenas 12 graus no nosso céu.


Desafio à cosmologia

Nenhuma das duas estruturas ultragrandes “é fácil de se explicar em nossa compreensão atual do universo”, segundo Lopez conta em comunicado. A cientista supôs que o Grande Anel possa estar relacionado às Oscilações Acústicas de Bárions (BAOs, na sigla em inglês). Segundo ela, esses padrões “surgem de oscilações no início do universo e hoje deveriam aparecer, pelo menos estatisticamente, como cascas esféricas na disposição das galáxias”. No entanto, sua análise do Grande Anel revelou que a estrutura não condiz com essa explicação; isso porque ela é muito grande e não é esférica. Embora lembre um anel quase perfeito, Lopez descobriu que o Grande Anel no Céu tem mais a forma de uma bobina, como um parafuso, alinhada de frente para a Terra.

Tanto o “anel” quanto o Arco Gigante no Céu desafiam o Princípio Cosmológico devido aos seus tamanhos. Este princípio assume que o universo que podemos enxergar é uma "amostra justa" do que esperamos que o restante dos cosmos seja, segundo explica a pesquisadora. “Esperamos que a matéria seja distribuída uniformemente em todo o espaço quando vemos o universo em grande escala, então não deveria haver irregularidades perceptíveis acima de um certo tamanho”, conta Lopez. O limite teórico atual de tamanho estimado por cientistas é de 1,2 bilhão de anos-luz. Mas o Arco Gigante é quase três vezes maior que isso e a circunferência do Grande Anel é comparável ao comprimento do arco. Como as duas estruturas ultragrandes estão muito próximas uma da outra, é possível que elas formem juntas um sistema cosmológico ainda mais extraordinário, conforme a pesquisadora.


Revista Galileu. Adaptado. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/espaco/ noticia/2024/01/megaestrutura-cosmica-comformato-de-anel-desafia-teorias-sobre-ouniverso.ghtml
No excerto “isso porque ela é muito grande e não é esférica”, o pronome pessoal retoma o referente designado por:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Avança SP Órgão: Prefeitura de Lorena - SP Provas: Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Enfermagem | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico Agrícola | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico de Cadastro Imobiliário | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico de Laboratório | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Enfermagem do Trabalho | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Farmácia | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Radiologia | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Informática | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Técnico em Topografia | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Agente de Saneamento | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Agente de Trânsito | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Agente de Atendimento Especial | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Almoxarife | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Agente de Controle de Vetores | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Auxiliar Administrativo | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Auxiliar de Legislação | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Auxiliar de Saúde Bucal - 40H | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Auxiliar de Veterinário | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Fiscal de Meio Ambiente | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Lorena - SP - Fiscal de Obras e Posturas |
Q3394500 Português
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Megaestrutura cósmica com formato de anel desafia teorias sobre o universo

Estrutura localizada a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra, perto da constelação de Boötes, ultrapassa o limite de tamanho considerado teoricamente viável no cosmos


Astrônomos descobriram uma megaestrutura cósmica em formato de anel que desafia as teorias existentes sobre o universo. O chamado "Grande Anel no Céu" ("Big Ring on the Sky") aparece como um enorme crescente de galáxias quase simétrico e tem dimensões inimagináveis: seu diâmetro é de cerca de 1,3 bilhão de anos-luz e sua circunferência mede aproximadamente 4 bilhões de anos-luz. A descoberta foi apresentada em 10 de janeiro por Alexia Lopez, doutoranda da Universidade de Lancashire Central (UCLan), no Reino Unido, na 243ª reunião da Sociedade Astronômica Americana (AAS).

Em 2021, Lopez já havia detectado outra megaestrutura: o “Arco Gigante no Céu” (Giant Arc on the Sky). Com 3,3 bilhões de anos-luz de largura, este achado está na mesma vizinhança cosmológica do Grande Anel no Céu, que fica a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra. Ambas as megaestruturas são vistas à mesma distância, no mesmo tempo cósmico, e estão separadas em apenas 12 graus no nosso céu.


Desafio à cosmologia

Nenhuma das duas estruturas ultragrandes “é fácil de se explicar em nossa compreensão atual do universo”, segundo Lopez conta em comunicado. A cientista supôs que o Grande Anel possa estar relacionado às Oscilações Acústicas de Bárions (BAOs, na sigla em inglês). Segundo ela, esses padrões “surgem de oscilações no início do universo e hoje deveriam aparecer, pelo menos estatisticamente, como cascas esféricas na disposição das galáxias”. No entanto, sua análise do Grande Anel revelou que a estrutura não condiz com essa explicação; isso porque ela é muito grande e não é esférica. Embora lembre um anel quase perfeito, Lopez descobriu que o Grande Anel no Céu tem mais a forma de uma bobina, como um parafuso, alinhada de frente para a Terra.

Tanto o “anel” quanto o Arco Gigante no Céu desafiam o Princípio Cosmológico devido aos seus tamanhos. Este princípio assume que o universo que podemos enxergar é uma "amostra justa" do que esperamos que o restante dos cosmos seja, segundo explica a pesquisadora. “Esperamos que a matéria seja distribuída uniformemente em todo o espaço quando vemos o universo em grande escala, então não deveria haver irregularidades perceptíveis acima de um certo tamanho”, conta Lopez. O limite teórico atual de tamanho estimado por cientistas é de 1,2 bilhão de anos-luz. Mas o Arco Gigante é quase três vezes maior que isso e a circunferência do Grande Anel é comparável ao comprimento do arco. Como as duas estruturas ultragrandes estão muito próximas uma da outra, é possível que elas formem juntas um sistema cosmológico ainda mais extraordinário, conforme a pesquisadora.


Revista Galileu. Adaptado. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/espaco/ noticia/2024/01/megaestrutura-cosmica-comformato-de-anel-desafia-teorias-sobre-ouniverso.ghtml
Considere o excerto: “Embora lembre um anel quase perfeito, Lopez descobriu que o Grande Anel no Céu tem mais a forma de uma bobina, como um parafuso, alinhada de frente para a Terra.” O vocábulo “embora”, que ocorre no contexto apresentado, exprime valor concessivo. A expressão de valor equivalente pela qual a conjunção poderia ser substituída, sem requerer outras modificações na sentença, é:
Alternativas
Respostas
1201: A
1202: C
1203: A
1204: E
1205: A
1206: D
1207: A
1208: C
1209: B
1210: C
1211: A
1212: B
1213: A
1214: C
1215: A
1216: B
1217: E
1218: C
1219: A
1220: B